15 de dezembro de 2009

Rick Warren ataca lei anti-homossexualismo

Rick Warren ataca lei anti-homossexualismo

Enquanto isso, Aliança Evangélica da Irlanda apóia lei pró-homossexualismo

Julio Severo

Os ativistas gays, que desprezam completamente a condenação divina ao homossexualismo, não hesitam de usar e distorcer as palavras de Jesus Cristo para ensinar aos cristãos que o único modo como os cristãos podem demonstrar amor aos homossexuais é apoiando a aprovação de leis anti-"homofobia".

Sem tal apoio, os militantes homossexuais insistem em que os cristãos são merecedores de rótulos como "homofóbicos", hipócritas, assassinos de homossexuais, etc. A insistência deles é persistente em toda a mídia. A cobrança deles contra os cristãos é contínua.

Se a água mole em pedra dura tanto bate até que fura, então parece que o gotejamento homossexual está furando a resistência evangélica.

Na Irlanda, um projeto de lei pró-homossexualismo ganhou o apoio da Aliança Evangélica da Irlanda (AEI), que explicou sua posição com a alegação de que Jesus Cristo não discriminava. Portanto, os cristãos também não podem discriminar. A AEI declarou:

"Os casais amasiados são uma realidade — esta legislação busca lidar com essa realidade de uma perspectiva legal. Discordamos dos detalhes da legislação, mas como seguidores de um Deus justo e compassivo podemos reconhecer a justiça de dar proteção legal para a realidade dos relacionamentos amasiados de mesmo sexo e sexo oposto".

Por outro lado, Rick Warren adotou posição semelhante de usar a compaixão de Deus para condenar completamente um pesado projeto de lei contra o homossexualismo em Uganda. Esse país africano, que no passado tinha reis homossexuais que abusavam de meninos, continua hoje enfrentando problemas de abusos sexuais de meninos. Além disso, Uganda encontra-se sob pressão internacional para apoiar a agenda gay. Mas não foi para condenar veementemente os abusos homossexuais contra meninos que Warren interferiu em Uganda.

Diferente de países islâmicos como o Irã, que mata homossexuais arbitrariamente, o projeto de lei de Uganda condena à morte somente homens persistentes no homossexualismo, homossexuais que estupram meninos e homossexuais portadores do HIV que infectam outras pessoas.

Warren explicou sua motivação para interferir no caso de Uganda:

"Conhecemos a declaração de Edmund Burke de que 'Tudo o que é necessário para que o mal triunfe é os homens bons não fazerem nada'. É por isso que estou revelando o que está em meu coração hoje. Como pastor americano, não é meu papel interferir nas políticas de outras nações, mas é meu papel falar explicitamente sobre questões morais".

Contudo, Warren, cuja experiência inclui reuniões com líderes religiosos islâmicos, não usa seu papel para falar explicitamente aos islâmicos que eles precisam parar de perseguir os cristãos. Ele também não usa seu papel para falar explicitamente das leis islâmicas que condenam à morte homossexuais.

Em seu próprio país, os Estados Unidos, Warren tem evitado usar seu papel para falar explicitamente contra os agressivos projetos de lei homossexual. Ele tem também evitado incomodar Obama e seu governo, que são explicitamente pró-aborto e pró-homossexualismo. Diante de sua majestade obâmica, em vez de usar seu papel para falar explicitamente sobre aborto e homossexualismo, Warren limita-se a melosidades.

Provavelmente, o projeto de lei de Uganda não será aprovado, pois a oposição internacional — vinda de grupos homossexuais, ONU e União Européia — é enorme.

Na minha opinião, a parte mais problemática desse projeto é a imposição de que os cidadãos de Uganda são obrigados a notificar a polícia sobre comportamentos homossexuais. Essa imposição prejudicaria ministérios cristãos que ajudam homossexuais.

Mas a opinião de Warren é que o duro projeto de lei de Uganda não espelha o Evangelho.

Entretanto, vamos falar francamente. Qual é a lei que espelha o Evangelho?

Uma lei que condena, multa, prende ou executa assassinos espelha o Evangelho?

Uma lei que condena, multa, prende ou executa pedófilos espelha o Evangelho?

Uma lei que condena, multa, prende ou executa estupradores espelha o Evangelho?

Sejamos realistas: o Evangelho não condena ninguém nem a multas, nem a prisões, nem à morte. O Evangelho não veio para condenar, multar, prender ou executar nenhum criminoso, por pior que seja. O único tipo de condenação que o Evangelho menciona é a condenação eterna, deixando claro que os homens que escolhem viver no pecado serão condenados à morte eterna, sendo destinados ao sofrimento do inferno, eternamente separados de Deus.

O Evangelho veio para salvar os pecadores. Essa é sua ocupação exclusiva. Portanto, se por causa do Evangelho a lei humana não pode condenar o homossexualismo, então por causa do mesmo Evangelho ela também não pode condenar os assassinatos, estupros e pedofilia.

No que se refere ao Evangelho, amamos os homossexuais, pedófilos, assassinos, estupradores, etc. Nós os amamos porque Jesus os ama e quer salvá-los. Isso, porém, não significa que devamos ser contra as leis que condenam a homossexualidade, pedofilia, assassinatos, estupros, etc.

Vinte anos atrás, a Anistia Internacional entrou em contato comigo pedindo meu apoio contra a lei de pena de morte no Texas, porque na década de 1980 eu fazia parte de uma equipe que ministrava, por correspondência, a presos do corredor da morte no Texas. Minha missão era ministrar a presos de fala hispânica. Todos eles haviam cometido assassinatos terríveis.

O Evangelho pode salvar tais criminosos? Claro que sim! Eu fazia o acompanhamento dos presos, falando do amor de Jesus, enviando literatura em espanhol, etc. Mas, quer eles se abrissem para Jesus ou não, minha opinião é que eles deveriam pagar sua dívida social.

A lei humana estava fazendo sua parte justa, condenando um assassino com a pena máxima. Minha parte era apenas levar o assassino a conhecer o amor de Jesus Cristo.

Existe uma separação entre lei e Evangelho. O Estado deve cumprir seu papel de castigar os que violam as leis justas. O papel do Evangelho não é destruir as leis justas, mas apenas cumprir outro tipo de papel: alcançar todos os pecadores com a mensagem de salvação.

O mais triste de tudo é que em seu próprio país, Warren tem recuado e não está usando seu papel para falar explicitamente em favor de iniciativas cristãs para defender o casamento natural contra os ataques sistemáticos do movimento homossexual. Sem dúvida, Warren não quer ofender nem enfurecer os grupos homossexuais nem a mídia esquerdista, que não aplaude esse tipo de defesa.

Evidentemente, essa mesma mídia, que jamais condena a lei islâmica contra o homossexualismo, está condenando a lei anti-homossexualismo da Uganda cristã. E, com todos esses holofotes, Warren entra no palco.

Obama defende abertamente o assassinato de inocentes bebês em gestação. Se Warren, que em suas oportunidades públicas com Obama, nunca usou seu papel para falar explicitamente contra tais inclinações assassinas, por que agora ele interfere em Uganda? Onde está sua coerência?

É certo Warren lembrar-se de seu "papel de falar explicitamente sobre questões morais" apenas para Uganda, e não para Obama e seu governo? É certo Warren ser rigoroso e veemente apenas com Uganda, e não com Obama e seu governo?

Gosto de Warren quando ele diz o que é certo. Mas é difícil apreciar quando ele e outros, em nome de um amor cristão meloso, parecem demonstrar mais interesse em ganhar a simpatia da mídia do que desafiar os padrões injustos impostos por tendências esquerdistas.

Conforme o Apóstolo Paulo ensina em Romanos, temos de nos transformar pela renovação da nossa maneira de pensar. Sem essa transformação periódica, somos inevitavelmente arrastados pelos redemoinhos, modismos e armadilhas deste mundo. Sem essa transformação periódica, ficamos presos à maneira de pensar do mundo. Sem essa transformação periódica, o Evangelho deixa de ser a mensagem de salvação e libertação do pecado, para se tornar uma criatura feita conforme a semelhança de idéias e desejos humanos:

Nas mãos dos ativistas gays e de cristãos liberais e esquerdistas, o Evangelho é um instrumento para promover a aceitação do pecador junto com o pecado. Eles usam o Evangelho para pregar insistentemente que o único modo de os cristãos provarem que são tão compassivos quanto seu Deus é apoiando os projetos de lei vindo das entranhas do movimento gay.

Nas mãos de cristãos que querem agradar os dois lados, o Evangelho se torna uma ferramenta de conveniências políticas, sociais e religiosas.

Nas mãos do Espírito Santo, o Evangelho é uma ferramenta distinta, mas não oposta, das leis que condenam o pecado. A lei justa lida com o delito castigando o infrator. O Evangelho lida com o pecador para salvá-lo da condenação eterna, sem isentá-lo de pagar suas dívidas sociais e criminais aqui mesmo na terra.

Sem esse entendimento da separação entre lei e Evangelho, podemos facilmente cair nos erros da Aliança Evangélica da Irlanda.

Que esses exemplos nos ajudem a sermos equilibrados, imparciais e justos na lei e no Evangelho.

Versão em inglês deste artigo: Rick Warren attacks anti-homosexuality bill

Fonte: www.juliosevero.com

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8 comentários :

Jesser disse...

"Gosto de Warren quando ele diz o que é certo."
Eu não gosto de maneira nenhuma.Como posso gostar de um elemento que faz da igreja de Cristo um supermercado que vende a mercadiria ao gosto do freguês? Jesus Cristo não veio ao mundo para ser agradavel a ninguém. Ele veio como salvador da humanidade e virá como juiz no fim dos tempos para julgar a todos que fugiram da sua vontade e isto inclui os pseudos pastores vendedores de um evangelho fácil.Aí incluo o tal do Warren.E podem me meter o malho me chamando de fundamentalista que eu não estou nem aí.
É o que penso, é o que escrevo.

Herberti disse...

Parabens Júlio pela analise exata da questão. Este é justamente o aspecto mais irritante da militância humanista-atéia: o de constantemente usar dois pesos e duas medidas. Quando o conveniente é apelar para o sentimentalismo, eles vem com esta conversa fiada de "ética do evangelho" (que eles desprezam), com o objetivo de constranger aos cristãos com uma chantagem emocional barata, tentando faze-los sentirem-se culpados de intolerância, preconceito ou alguma coisa assim. Mas quando a militância evangélica, atravez de seus representante políticos, por exemplo, propõe ou defende posicionamentos que visam proteger exatamento os valores éticos do evangelho, a conversa muda: "Não! Devemos respeitar a diversidade!", "Não! Devemos manter o Estado separado destes assuntos!", "Não! Algo assim viola o direito das minorias!".
A ética do evangelho está valendo apenas e tão somente para quem recebeu o evangelho em seu coração e o está vivendo no temor de Cristo. Para os demais, para os que insistem em rejeitar a reconciliação no sangue do Cordeiro de Deus, está em vigor não a lei de Cristo, mas a aquela que foi declarada por Deus a Noé em Gênesis capítulo 9 e, em parte, aquela que foi entregue a Moisés no monte Sinai (Ex.20).
Querer viver de qualquer jeito e ainda presunçosamente acreditar que o "amor de Deus" está perdoando tudo é simplesmente loucura.

marcelo victor disse...

Como dizem as Escrituras: 1 - De uma mesma fonte não pode jorrar água doce e água salgada; e 2 - Pelos frutos se conhece a árvore.

Querendo ou não, mais cedo ou mais tarde o que está em oculto tem que aparecer e os homens, tidos como ilustres, acabam revelando que nunca conheceram a DEUS, mesmo pregando o Evangelho.
Complementando o assunto, vejam alguns versículos que tratam da Pena de Morte.

"Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem".
Gênesis 9:6

"Quem ferir alguém, que morra, ele também certamente morrerá".
Êxodo 21:12

"E quem matar a alguém certamente morrerá".
Levítico 24:17

"Porém, se a ferir com instrumento de ferro, e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá".
Números 35:16

"Se fiz algum agravo ou cometi alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; mas, se nada há das coisas de que estes me acusam, ninguém me pode entregar a eles. Apelo para César".
Atos dos Apóstolos 25:11

"Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela. Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus e vingador para castigar o que faz o mal. Portanto, é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência".
Romanos 13:1-5

"Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos".
Apocalipse 13:10

Obs: sem falar do juízo de DEUS para as UNIÕES ABOMINÁVEIS, que também são dignas de morte (Levítico 18).

Marcia disse...

Mais uma vez me surpreendi com os cristãos que usam da palavra de Deus de forma conviniente as suas "necessidades" ao ler "carta aberta para Júlio Severo", escrita por um pastor chamado Marcio da igreja Batista Betel (inclusiva), ou seja, incui o evangelho as suas necessidades.
Carta esta que ataca a um cristão, (julio Severo) por ele se ater a verdade bíblica e ainda o acusando de perseguir os homossexuais.

Realmente não dá prá aceitar que estas pessoas se sintam bem com suas consciências,se é que as tem.
Nunca vi um verdadeiro cristão "odiar" quem quer que seja!
Isto é perseguição do "diabo", dizer que nós, cristãos precisamos ser calados quanto a pronunciar a palavra de nosso Deus.
O Júlio Severo não precisa de defesa, precisa sim continuar proclamando a verdade, o que aliás, sempre o fez. Precisa sim ser tratado com justiça, como um cidadão brasileiro que é!!!!
Só para constar, vamos separar o pecado do pecador, amar o pecador não significa ser conivente, ou aceitar o pecado (e é assim que Deus nos ama). E isto vale para todas as formas de pecado que vem em prejuízo própio ou da sociedade.
Paz a todos, realmente estes são tempos difíceis!

marcelo victor disse...

Srs,
O Senhor DEUS ama os seus ELEITOS, os quais, por uma razão pessoal (escondida com Ele), Ele próprio compunge o coração para o arrependimento, tira do mundo e trás para Sua divina graça.
Mas, para os que pregam e insistem em dizer que o Senhor DEUS ama os ímpios (como se Ele fosse complacente com seus atos abomináveis), seguem alguns versículos que tratam dos tais FILHOS DO DIABO (os homicidas, os pedófilos, os homossexuais, os governantes corruptos, as mulheres que matam seus filhos no ventre, os feiticeiros, os idólatras e outros iníquos):

Salmo 5:4-6 "Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniqüidade, nem contigo habitará o mal. Os loucos não pararão à tua vista; odeias a todos os que praticam a maldade. Destruirás aqueles que falam a mentira; o SENHOR aborrecerá o homem sanguinário e fraudulento".

Salmo 11.5 "O SENHOR põe à prova ao justo e ao ímpio; mas, ao que ama a violência, a sua alma o abomina".

Levítico 18:22 "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é".

Levítico 20:13 "Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles".

Deuteronômio 7:25 "As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que não te enlaces neles; pois abominação é ao SENHOR teu Deus".

Provérbios 3:32 "Porque o perverso é abominação para o SENHOR, mas com os sinceros está o seu segredo".

Deuteronômio 18:9-12 "Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti.

Provérbios 28:9 "O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável".

Apocalipse 21:8 "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte".

Salmo 139:19-22 "O Deus, tu matarás decerto o ímpio; apartai-vos portanto de mim, homens de sangue. Pois falam malvadamente contra ti; e os teus inimigos tomam o teu nome em vão. Não odeio eu, ó SENHOR, aqueles que te odeiam, e não me aflijo por causa dos que se levantam contra ti? Odeio-os com ódio perfeito; tenho-os por inimigos".

Anônimo disse...

O mundo é uma realidade satânica,pois
todos(quase todos)jazem no malígno.
Só falta mesmo ele aparecer visivel
mente, e o pior é que quando aparecer
enganara quase todos.

Anônimo disse...

Jesus veio para chamar ao arrependi
mento aqueles que estão no pecado e,
não para sancionar condutas pecamino
sas tanto que morreu para nos salvar,
visto que não é possível ser salvo
para o reino de DEUS aqueles que são
pecadores impenitentes,isto é, que mantem sua conduta pecaminosa, se as
sim fosse possível não precisariamos
do sacrifício de Jesus,isto é,todos
se salvariam por seus próprios meios.
Esse é a essência do evangelho.

Anônimo disse...

Nenhuma lei pode ser justa se não se espelhar no Evangelho perfeito de Cristo. O Evangelho de Cristo é a extensão do Evangelho da Lei. As boas novas de Cristo confirmam o amor, o perdão e a justiça. Elas confirmam também a necessidade de arrependimento e a condenação para os não arrependidos. Portanto, o Evangelho que perdoa é o mesmo que condena. É dele e somente dele que podem emanar a verdadeiras luzes para a construção de melhores sistemas legais.
Leandro Lopes