Homossexualidade e o totalitarismo das minorias
Dr. Leonardo Bruno
A primeira coisa que me vem à cabeça quando eu observo as características fundamentais do movimento negro, feminista e homossexual, é que eles são praticamente idênticos aos modos, expressões, cacoetes verbais, sectarismos e formas de organização do Partido Nazista ou de quaisquer agremiações de natureza totalitária, como o Partido Comunista. Em particular, a tropa de choque do Partido Nazista, a chamada SA (SturmAibtelung), era infestada de homossexuais. A camaradagem era uma sutil forma de homoerotismo, associada ao culto narcísico da raça, dentro do Partido. Tais práticas eram, inclusive, discretamente incentivadas. O principal chefe deles e seu financiador, o capitão Ernst Röhm, era um homossexual assumido, e sob sua direção, a ala radical do Partido Nazista era uma confraria de pederastas, unidos pela lealdade espiritual e sexual.
Há de se compreender uma questão que não parece muito óbvia: os chamados "movimentos sociais" de cunho feminista, homossexual ou negro são organizações de massa criadas pelo Partido Comunista. A diferença é que se inverteu o culto grupal de classe do marxismo clássico, para o culto da raça, do sexo, da sexualidade ou de qualquer outro conceito arrebanhador. A esquerda revolucionária mudou o foco da questão. A luta de classes é agora transformada em luta de raças, de sexos, de comportamentos sexuais, enfim, de qualquer coisa. Eles guardam todo o sentido de seita religiosa, mesclado com o narcisismo coletivo de suas características particulares. E como é inevitável, a homossexualidade é um elemento fortíssimo na mensagem traduzida nas exigências destes grupos.
Interessante notar o culto idolátrico da feminilidade no discurso das feministas radicais. Na verdade, se há algo estranho no seu projeto é que a mulher feminista não é necessariamente "feminina". Ouço de certas criaturas raivosas do belo sexo: a mulher precisa reivindicar os "direitos reprodutivos" sobre o corpo; o macho é a criatura terrível que explora e oprime as mulheres; o casamento é a opressão das fêmeas; o patriarcalismo é o maior de todos os males, etc. O mal destas conjecturas é que a mulher real não faz parte do programa feminista. Tudo o que as feministas raivosas exigem é uma idealização delas próprias como vestais de uma casta, como se o mero fato de ser mulher demandasse exclusividades, idiossincrasias, caprichos loucos. A contradição é notória: os "direitos reprodutivos", por assim dizer, são a negação da reprodução e o aborto irrestrito; o ódio contra o macho frustra a mulher; e a rejeição ao casamento dessacraliza o amor entre o casal ou mesmo prostitui a relação. É paradoxal que as feministas façam escândalo contra a "exploração sexual" feminina e sejam contrárias ao casamento; critiquem a prostituição e defendam a liberação sexual irrestrita. Ou na pior das hipóteses, paradoxalmente elevem a prostituta como sinônimo moral de emancipação da malvada sociedade "burguesa" e condenem a mulher honesta e dedicada ao marido.
Neste ínterim, o erotismo feminista é completamente distorcido, doentio, caricatural. Há um componente homossexual poderoso nessa relação dúbia de perspectiva sexual, um estranho medo de enfrentar o sexo oposto. Por outro lado, o ódio à maternidade é outro aspecto da loucura do movimento feminista: a perversão de linguagem dos tais "direitos reprodutivos" implica negar a maternidade da mulher. É como se a maternidade mesma fosse uma espécie de escravidão da natureza e que para abortar essa qualidade, aborta-se também a vida gerada pelo ventre da mãe. E a apologia contraditória da prostituição é uma forma de isentar a mulher das relações sólidas de amor ao homem. O sexo esporádico, ocasional, ou mesmo comercializável, é o reflexo disso. Em suma, o feminismo, como dizia Nelson Rodrigues, é inimigo da mulher. Quer transformá-la numa espécie de macho imperfeito. O lesbianismo narcisista não é mera coincidência. E o número de lésbicas no movimento feminista é algo assombroso!
A homossexualidade no movimento negro não é algo, à primeira vista, perceptível. Quando o chefe do movimento gay da Bahia Luiz Mott fez insinuações sobre a homossexualidade de Zumbi dos Palmares, alguns militantes negros ficaram furiosos e quase surraram o pederasta. No entanto, o culto narcísico da raça lembra muito os modos de organização nazistas. Eles já exigem diferenciações raciais através da legalidade vigente; pregam de forma sistemática a discriminação racial, ainda que com sua vertente "afro" de racismo. Não me surpreenderia se algo assim degenerasse no homossexualismo pleno da raça eleita. A egolatria racialista acaba se tornando culto sexual de seus membros. Porém, o discurso ideológico deles não é só nacional-socialista; é comunista também.
Entretanto, de toda a loucura intrínseca destes movimentos, sem duvida, a militância homossexual é a mais psicótica, a mais assustadora, a mais representativa dessa anormalidade totalitária. Os movimentos gays não se contentam em exigir "liberdade sexual": querem transmutar completamente os comportamentos sexuais morais da sociedade e invertê-los em algo que agrida totalmente a natureza biológica e psicológica do ser humano. Se os homossexuais radicais tivessem o poder de modificar a espécie humana, a conduta sexual predominante seria totalmente homossexual, tamanha rejeição que este grupo tem pelo sexo oposto. Todavia, sabe-se que isso, na prática, é impossível. Nem por isso os homossexuais se contentam com essa realidade: como não podem mudar o caráter biológico da espécie humana, querem sim inverter a hierarquia de valores no que diz respeito ao sexo. Quando o movimento gay exige leis "anti-homofóbicas" para tentar criminalizar qualquer crítica contra a conduta homossexual ou mesmo criminalizar os sentimentos e pensamentos cristãos da comunidade, ele está querendo ditar idéias, palavras do imaginário e princípios éticos. Ou seja, se qualquer crítica à homossexualidade pode causar sanções penais aos seus críticos, o inverso não é verdadeiro: os homossexuais podem destruir os modelos familiares vigentes, inverter os padrões sexuais da sociedade e transformar a homossexualidade num culto sacralizado. Contudo, o movimento homossexual não se limita a isso: a destruição dos padrões saudáveis da heterossexualidade demanda também a exigência de "direitos sexuais" sobre os menores. Em outras palavras, o movimento homossexual reivindica o direito à pedofilia.
É curioso que essas turmas de indivíduos loucos falem de seus esquemas grupais em nome de defender as "diferenças", a "diversidade sexual" ou "racial" e outras tolices propagandísticas, quando, na prática, são incapazes de aceitar as dissidências dentro do seu próprio meio. A feminista radical não aceita a mulher não-feminista; o movimento negro não tolera o negro ou pardo que se recusa a se "vitimizar" e culpar os brancos de todas as misérias; por vezes, os pardos são até rejeitados por não serem suficientemente negros; e o movimento homossexual rejeita, denuncia ou tenta destruir reputações de homossexuais que não aderem ao movimento, usando dos mesmos "preconceitos" da sociedade para difamá-los. Não foi isso que ocorreu no caso do deputado federal Clodovil Hernandes ou quando a defensora-mor dos homossexuais, a petista Marta Suplicy, insinuou maldades sobre a sexualidade do seu rival, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, na eleições municipais?
Não se está querendo dizer aqui que o componente homossexual seja o elemento central desses grupos. Na verdade, o componente central da organização revolucionária é a completa distorção do sentido de compreender a realidade tal como ela é. O que move milhões de pessoas nessas agremiações é a frustração existencial, a incapacidade de aceitar os fatos como eles são. E quem os lidera são pessoas inescrupulosas, verdadeiros psicopatas sedentos de poder. Impressionante, entretanto, é o componente homossexual que há nisso, o elemento de culto coletivo e narcisista que há nestas formas de organização. Há uma compensação existencial em sentir-se importante, especial, quando alguém se insere num grupo de pessoas que se auto-idolatram por particularidades que não acrescentariam nada a ninguém. A organização massificada desses grupos isenta os seus membros de responsabilidades e deveres comuns a todos. E essa onda de pessoas espiritualmente adoentadas, psicologicamente senis, moralmente duvidosas, está cada vez mais tomando espaço na mídia, nas universidades, nas escolas, deformando e destruindo consciências saudáveis.
A ditadura politicamente correta imposta sobre os meios culturais perverte a capacidade de expressão e raciocínio das pessoas, patrulha-as, molda-as, imbeciliza-as. A queda dos padrões de qualidade do discurso das universidades, da imprensa e dos meios culturais é visível a notória. Há uma esquizofrenia retórica em que, no geral, as pessoas são obrigadas a falar algo que não vivenciam, não acreditam, não concordam, mas que são obrigadas a repetir, medrosas que são das chantagens psicológicas desses grupelhos revolucionários. É o mesmo fenômeno que ocorria na União Soviética e em demais países totalitários: as pessoas são obrigadas a enganar os seus sentidos, sua percepção da realidade, para anularem suas consciências e repetirem as mentiras do Partido único. Espantoso é perceber que os mesmos movimentos sectários defendam formas políticas que desprezam e eliminam as minorias. Os homossexuais são perseguidos em Cuba e no Irã; no entanto, qual movimento homossexual se preocupa com isso? As feministas protestam contra o modo de vida do mundo islâmico? E os militantes negros já se preocuparam com a situação dos seus similares africanos sob o tacape de ditaduras tribais e corruptas, além de genocidas? Ah sim, a maldade humana é monopólio da cultural ocidental, da raça branca, dos machos e dos heterossexuais!
A cultura politicamente correta é uma reprodução, sob uma versão nova, sofisticada e dinamizada, da ideologização totalitária que ocorreu nos sistemas ditatoriais controlados pelos partidos comunistas. Essa intoxicação ideológica, atualmente, domina os centros culturais em nossa democracia. O Partido, por assim dizer, não é uma instituição, mas uma cultura de policiamento dentro de um imaginário de paranóia lingüística e verbal difusa. E os sectários, vestais de todo tipo estranho de esquisita homossexualidade partidária, com seus "coletivos" culturais e suas ideologias espalhadas por todas as esferas do pensamento, são os cães de guarda desse novo tipo de sistema, que escraviza, enfraquece e idiotiza a população. Da árvore conhecereis os frutos. A democracia, cada vez mais ideologizada, vai se tornar uma ditadura dessas minorias esquizofrênicas e auto-idolátricas!
Fonte: Mídia Sem Máscara
Divulgação: www.juliosevero.com






7 comments:
Magistral-
O assunto é muito delicado
Poucos se atrevem a falar
Mue amigo estava coma esposa e dois filhos bem pequenos num Hall público- e tinha dois gays se beijando, de língua. Aí, tudo bem?
Depois ele estava numa situação relaxada com a esposa- sobre o colo dela, enquanto os filhos brincavam- Aí, apareceu um segurança pedindo para eles mudarem o comportamento, assim não poderiam. E ele falou__ E você não viu os dois gays se pegando aí? E, o cara falou que não podia falar nada pra eles que era discriminação.
Arre égua.Aonde estamos chegando?
Pessimista
Ari
"a mulher precisa reivindicar os "direitos reprodutivos" sobre o corpo; o macho é a criatura terrível que explora e oprime as mulheres; o casamento é a opressão das fêmeas; o patriarcalismo é o maior de todos os males, etc."
Infelizmente (já explico o porque desse "infelizmente"), o tempo em que as feministas faziam campanha contra o casamento já passou há muito tempo.
No final dos anos 80 e até meados dos anos 90, as feministas da nova geração, ao perceberem que suas camaradas veteranas encontravam-se infelizes, sem filhos e solitárias, perceberam que combater o casamento não era um bom negócio para a mulher. O movimento feminista, ao contemplar a tragédia auto-infligida que se abateu sobre suas integrantes old schools, tornou-se ardoroso defensor do matrimônio.
O problema é que as feministas querem se casar de branco na igreja, mas antes querem levar uma vida sexual desenfreada com os piores tipos de homens. Exigem todas as vantagens do casamento (companheirismo, um homem provedor, conforto, apoio psicológico etc.), mas não querem ser fiéis (fidelidade feminina é "machismo" e "opressão"). Querem que homem faça tudo por elas, mas, na primeira dificuldade, abandonam o homem. Enfim, feministas querem casar, mas não querem cumprir com suas obrigações dentro do casamento.
Feministas hoje fazem campanha pelo casamento, elas perceberam que o matrimônio é uma ótima forma de explorar o homem. Abundam nos meios de comunicação textos, filmes, novelas etc. que fazem apologia ao compromisso com mulheres rodadas, mães solteiras, promíscuas, enfim, a própria mulher "moderna", "independente" e "bem-resolvida".
Do jeito que a mulher moderna está, seria melhor que as feministas continuassem defendendo a solteirisse. Infelizmente, as feministas estão defendendo o casamento.
Tenho PENA dos homens que estão casando atualmente, estão contraindo matrimônio com mulheres que em mais de 60% dos casos traem, que não suportam a "rotina" do casamento e que só sabem exigir, pedir, reclamar e subtrair. Essas são as mulheres que o feminismo nos deu, queria eu poder viajar no tempo e voltar para 1955!
Marcos 13.17
17 Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias!
"Tenho PENA dos homens que estão casando atualmente, estão contraindo matrimônio com mulheres que em mais de 60% dos casos traem, que não suportam a "rotina" do casamento e que só sabem exigir, pedir, reclamar e subtrair".
Como se "antigamente" não existissem aproveitadoras e aproveitadores. Lamento informar, mas essa descrição de adequa a qualquer época da história da humanidade. Ser humano é ser humano, só muda de endereço - e época tb.
E atualmente, assim como tem aproveitarora(e aproveitador tb, pq homem não é santo), existe tb mulheres e homens comprometidos com o casamento, com o amor, dentre outras coisas - eu mesma sou uma dessas pessoas. Não me vangloriando não, falo a verdade.
"Essas são as mulheres que o feminismo nos deu, queria eu poder viajar no tempo e voltar para 1955"!
Coitadas das mulheres q casavam com homens de 1955 então... Eram traídas, e às vezes até mesmo agredidas e humilhadas dentro do próprio lar e não podiam se separar, pq eram tidas como "vadias" - daí pra baixo. Sorte daquela q se casava com um homem verdadeiramenge gentil e fiel, pq AI das outras q não tinham a mesma sorte.
Morena Flor, vc falou algo com que não concordo. Quer fazer parecer com que todas as mulheres eram coitadas e maltratadas na década de 50. Pois saiba que é este é mais um daqueles mitos clássicos das mitômanas feministas.
Naquela época a sociedade era melhor organizada, mais unida e o casamento era respeitado - hoje em dia está realmente a maior piada de todos os tempos, concordando com o amigo ali.
Contra maridos violentos, era comum os vizinhos e parentes próximos irem à defesa das mulheres humilhadas, a não ser que a mulher quisesse sofrer calada e desamparada. Ao menor sinal de um tarado ou padrasto abusador a cambada punha o cara para correr da própria casa. Homens de bem e de pulso firme sempre foram solidários com as mulheres.
Hoje em dia, com a destruição da boa convivência pelas políticas anti-família e doutrinação cultural marxista que ironicamente torna as pessoas mais egocêntricas, amolecidas e sem iniciativa própria ao invés de unidas; o que se tem é o sistema do olho-por-olho, dente-por-dente e quem se resolveu se intrometer nas brigas de família para variar é o Estado enxerido, obviamente para por abaixo o que começou a demolir.
Também penso assim. Não acredito nesse mito de que as mulheres sofriam caladas, que ninguém ligava, que a sociedade era sempre a favor dos homens. Pelo que sei, naquela época havia muito mais respeito. Ai do homem que maltratasse a esposa.
Hoje em dia é que as mulheres sofrem. Existem muitas e muitas leis, delegacias, campanhas para proteje-las. Mas tudo em vão. O que mais se vê são mulheres sem nenhum respeito próprio, apanhando de seus companheiros, aceitando qualquer humilhação, e os homens da família e amigos não estão nem aí.
Naquele tempo, as pessoas não esperavam pelo estado. Os vizinhos e amigos intervinham, pacificavam. Ai dos companheiros que abusassem dos enteados.
Hoje, a coisa mais comum é mulher apanhar do marido, do namarado, do amigado. Em tempos antigos isso era raro, e objeto de forte reprovação social.
Nova Doença transmitida por Gays
A variante de uma bactéria que pode levar à morte estaria se espalhando rapidamente entre a comunidade gay das cidades de São Francisco e Boston, nos Estados Unidos. De acordo com um estudo publicado na revista especializada Annals of Internal Medicine, a nova forma da bactéria MRSA, conhecida como MRSA USA300 é altamente resistente a medicamentos e é transmitida por meio de sexo anal sem o uso de camisinha ou pelo contato da pele com superfícies contaminadas.
Os especialistas fizeram um levantamento da incidência da doença em diferentes áreas das cidades de São Francisco e Boston com base em registros hospitalares, mas não informaram o número exato de contaminados até agora.
A equipe de pesquisadores descobriu que no distrito de Castro, em São Francisco, que teria uma das maiores concentrações de homossexuais dos Estados Unidos , um em cada 500 residentes estaria infectado com a bactéria. Em outras áreas da cidade, essa proporção seria de um para cada 3.800.
Uma outra parte do estudo ainda indicou que os homossexuais moradores de São Francisco teriam 13 vezes mais chances de contrair a doença do que outros residentes da cidade.
Necrose
A infecção pode causar úlceras na pele, necrose dos tecidos, atacar órgãos como pulmão e o coração e se espalhar facilmente pela corrente sangüínea. Entre a comunidade gay, a doença teria se proliferado pelo contato da pele e principalmente pela prática do sexo anal , causando abscessos e infecções no ânus , nas nádegas e nos órgãos genitais.
Os especialistas aconselham esfregar o corpo todo com água e sabão após as relações sexuais para evitar que a bactéria se espalhe. De acordo com o jornal americano The New York Times, 19 mil pessoas morreram nos EUA em 2005 em decorrênica de doenças causadas pela MRSA (Estafilococos Aureus resistente à meticilina, MRSA, na sigla em inglês).
No passado, a bactéria era comum apenas em infecções hospitalares, mas recentemente também tem sido contraída por pessoas saudáveis fora dos hospitais. Além de ser resistente à meticilina, a MRSA USA300 também não é facilmente combatida por outros antibióticos utilizados para tratar outras variantes da bactéria.
Os especialistas advertem que se nenhum dos laboratórios de microbiologia identifiquem o tratamento adequado para nova bactéria , a infecção poderá se espalhar rapidamente e se tornar uma ameaça nacional e internacional.
Publicado em: janeiro 15, 2008
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