21 de agosto de 2009

Israel Continua um Milagre

Israel Continua um Milagre

Elwood McQuaid

Quando as Nações Unidas realizaram a votação histórica que sancionou o ressurgimento do Estado de Israel, em 29 de novembro de 1947, milhões de judeus e cristãos sinceros o viram como um genuíno milagre divino. Uma nação que parecia extinta há séculos voltava a existir. Era um novo começo que surpreendia o mundo.

Na verdade, porém, não se tratava de nenhum recomeço, mas da realização de um sonho que os judeus do mundo inteiro acalentavam desde sua dispersão, após a destruição de Jerusalém pelos romanos, no ano 70 de nossa era. A cada novo ano, quando os judeus realizavam a ceia da páscoa nas mesas espalhadas pelas nações gentias, as vozes se elevavam para entoar as palavras sagradas: No próximo ano em Jerusalém! O sonho não era uma fantasia vã, mas uma esperança firmemente arraigada nas Escrituras.

O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei. E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo. Israel retornaria à sua terra –– e assim aconteceu.

Os pára-quedistas judeus, ao avistarem, com os olhos cheios de lágrimas, o Muro Ocidental (das Lamentações), na Cidade Velha de Jerusalém, em 7 de junho de 1967, entenderam o significado profundo dessa volta ao lar. O general israelense Moshe Dayan expressou em palavras aquela profunda emoção. Em pé diante do muro, ele disse: “Voltamos para o nosso lugar mais sagrado, para nunca mais partir... Estendemos as mãos para nossos irmãos árabes, no desejo sincero de viver em paz, porém voltamos para Jerusalém e nunca mais sairemos dela.”

Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais: (1) Jerusalém voltara a ser unificada. Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo. (2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.

Todos esses acontecimentos foram verdadeiros milagres.

A estrada longa e deserta

Dizer apenas que os judeus “sonhavam” com seu retorno não reflete nem de longe a intensidade desse anseio. Há milênios, os filhos e filhas de Abraão têm sido um povo marcado para o extermínio. Eles sofreram nas mãos dos cruzados, inquisidores, perseguidores e defensores das expulsões dos países em que viviam. Eles foram forçados a usar símbolos degradantes que os identificavam como judeus, e passaram pela aflição de serem metidos em guetos abarrotados, onde até mesmo os direitos mais simples lhes eram negados.

Vivendo em ambientes gentios tão hostis, a assimilação teria sido a escolha mais razoável. Mesmo sem um país, uma capital, um templo ou qualquer perspectiva concreta de um futuro nacional, eles resistiram. O sonho continuou vivo — um sonho baseado na esperança de dias melhores para esse povo sitiado.

Então, no século XIX, o impossível começou a acontecer. Embora houvesse judeus em Jerusalém desde a Dispersão, algo quase imperceptível passou a ocorrer. Pequenos grupos de pioneiros judeus começaram a se dirigir para o Oriente Médio. Filantropos, como o barão Edmond James de Rothschild, começaram a comprar terras pantanosas infestadas de malária, que os turcos otomanos consideravam sem valor algum.

Após o infame julgamento do caso Dreyfus em Paris, em 1894 (Alfred Dreyfus, um oficial do exército francês, de origem judaica, foi falsamente acusado, condenado e enviado para a Ilha do Diabo), o movimento começou a tomar forma e corpo. Theodor Herzl, um jornalista judeu assimilado, percebeu os maus presságios para os judeus da Europa. O tapete de boas-vindas estava sendo retirado e tempos difíceis se aproximavam.

Assim, Herzl patrocinou o Primeiro Congresso Sionista, em Basiléia, na Suíça, em 1897. A respeito desse primeiro encontro, Herzl declarou: “Em Basiléia eu fundei o Estado judeu”. O sionismo político declarou seu propósito de estabelecer um Estado judeu na Palestina, inteiramente sancionado pelas leis internacionais.

Embora alguns compartilhassem a paixão de Herzl em voltar para o Oriente Médio, a maioria, como os judeus da antiga Babilônia, preferiu ficar onde estava, declarando-se muito feliz com seu estilo de vida e seu status de judeus europeus. Então veio Adolf Hitler com suas hordas de camisas marrons marchando a passo de ganso. Seis milhões de judeus pagaram o mais alto preço por seu pueril erro de cálculo. Entre as vítimas estava a filha de Herzl, Trude Margarethe, que morreu em 1943 no campo de concentração nazista de Theresienstadt.

Enquanto os judeus europeus do pós-guerra juntavam o que restara de suas vidas estraçalhadas para enfrentar o futuro sem seus entes queridos e amigos, eles começaram a olhar para sua terra ancestral — Israel.

Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion — que viria a ser o primeiro premiê de Israel — levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou: “O Estado de Israel acaba de nascer”. O tão sonhado milagre tornara-se uma realidade nacional.

Uma questão de sobrevivência

Mais de meio século se passou desde aqueles dias esfuziantes, cheios de sonhos, esperanças e lutas para a construção da nação. Imigrantes judeus vindos de mais de uma centena de países encheram aquela terra com mais gente do que na época de Jesus.

Mas, ao longo desses sessenta e tantos anos, um mundo completamente diferente passou a se desenvolver em torno do pequeno Israel. Os grandes impérios coloniais que constituíram os mandatos para a criação da pátria judaica já não existem mais. A independência das nações árabes fez surgir regimes tirânicos, governados por homens que, assim como Hitler, têm uma obsessão insana de ver o Estado judeu e seu povo completamente eliminados da face da terra. Até mesmo no “civilizado” Ocidente, essas pessoas estão alimentando uma apavorante exibição internacional de ódio, caos e radicalismo.

Quem são esses indivíduos beligerantes? O que os motiva e por que agem de forma tão brutal em sua determinação de atingir pessoas inocentes? A falta de respostas tem deixado muita gente frustrada, desinformada e extremamente confusa.

Por essa razão, tentamos esclarecer as questões relacionadas ao Oriente Médio. Em nossas publicações, buscamos responder algumas dessas perguntas desconcertantes. Esperamos que os leitores tenham uma nova percepção do milagre extraordinário representado pela existência de Israel — milagre que muitos parecem ter esquecido.

Existe realmente um plano por trás de tudo o que aconteceu, está acontecendo e irá acontecer no futuro. Deus, que é soberano, está nos conduzindo a uma inevitável consumação.

Enquanto esquadrinhava os eventos que assolam o mundo de hoje, um amigo meu comentou: “Gostaria que tudo isso já tivesse acabado. Quem dera o Senhor (o Messias) voltasse hoje!” Bem, somos compelidos a acreditar que tudo isso chegará ao fim, talvez muito mais cedo do que imaginamos. O certo é que o último capítulo já foi escrito e nós, juntamente com o remanescente de Israel, estamos do lado vencedor. É o que está escrito na Bíblia.

Fonte: Beth-Shalom

Divulgação: www.juliosevero.com

12 comentários :

marcelo victor disse...

De fato os verdadeiros cristãos devem amar os judeus, assim como a todos os povos. Porém, é necessário também que tenhamos cuidado para não diminuirmos o valor do vitupério de Cristo, o qual derrubou a parede de separação e fez dos dois povos um só, com os mesmos direitos.

Creio que o fato de Israel ter preservado sua identidade ao longo dos anos é mais um grande sinal da existência do Senhor DEUS e do seu amor pela oliveira verdadeira.

Em Ap 12, a "MULHER" que gerou o cordeiro me parece ser Israel (a "Lei", pois Cristo foi gerado debaixo da lei e veio para os seus) e "OS QUE GUARDAM O TESTEMUNHO DE JESUS" representam a Igreja (a oliveira brava).

Em Ap 7, tudo indica que ambas as oliveiras serão perseguidas e mortas pela besta (Ap 7: 9-17).

Mudando um pouco o foco do comentário, mas guardando relação com o tema, no que se refere às sete cabeças da besta (Ap 17), historicamente alguns admitem se tratar especificamente dos reinos opressores do povo escolhido de DEUS, a saber:
1 - Egito
2 - Assíria
3 - Babilônia
4 - Medo-persa
5 - Grécia
6 - Roma
obs: a expressão "especificamente" foi utilizada acima, pois muitos outros impérios se levataram ao longo do tempo, mas, com influência direta sob os judeus, são basicamente os citados.

Um outro reino que perseguiu declaradamente a oliveira foi a Alemanha Nazista (o Eixo), a qual, dentro desse raciocínio, pode ter sido a sétima cabeça, a qual durou pouco e foi ferida de morte.

Após ser devastada, a Alemanha reergueu-se e hoje faz parte da rica e poderosa União Européia, com possibilidades de cumprir a profecia da "cura da ferida mortal".

Como dizem as Escrituras, a oitava cabeça é a própria besta, a qual representa um império nunca jamais visto e que faz parte dos sete anteriores.

Veja uma pequena curiosidade sobre o Império Alemão:
"Império Alemão (do alemão: Deutsches Reich) foi um país, na região da atual Alemanha, existente desde a sua consolidação como Estado-nação em janeiro de 1871 (fim da Unificação Alemã) até à abdicação do Kaiser Guilherme II em novembro de 1918, após a derrota na Primeira Guerra Mundial.
A expressão Segundo Reich (do alemão Reich, que significa reino ou império) refere-se ao mesmo período histórico naquele país; os que a empregam consideram o Sacro Império Romano-Germânico (843-1806) como um primeiro império alemão. Seguindo este mesmo raciocínio, os nazistas chamavam de Terceiro Reich o regime nacional-socialista de Hitler (1933-1945).É de notar que o termo Deutsches Reich foi o nome oficial da Alemanha não apenas no período dos Kaisers mas também durante a República de Weimar e o regime nazista".


Se considerarmos as informações acima, extraídas do site http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Alem%C3%A3o , podemos concluir que existe a possibilidade de uma espécie de império romano ("sacro império romano-germânico") constituir a oitava cabeça da besta, tendo um líder mundial (o anticristo).

Aliado a isso, não podemos esquecer dois fatos históricos que guardam relação com as explanações anteriores e apontam para tal entedimento:
1 - As cruzadas, que mataram milhões de judeus; e
2 - O silêncio de ROMA diante do holocausto.

Respeitosamente.

Anônimo disse...

Os judeus sofreram perseguiçôes de todo tipo, enfrentaram todo tipo de cruéis líderes políticos. Mas, infelizmente, eles não enfrentaram o pior deles, um que esconde por trás de uma aparência democratica, mas não passa de um progressista do pios calibre: Barak Hussein Obama. Este sujeiro está virando a política externa americana de "cabeça para baixo", destruindo princípios que sempre fundamentaram a politica externa americana. Até tiranos como o presidente iraniano, almadneja, fazem parte da nova rota de amizade da politica americana. E Israel, a unica Luz Divina, plnatada nas trevas do oriente se tornou alvo da imbecilidade externa OBÃMICA. Já não bastava Israel ter que enfrentar tiranos da região. Agora, tem que enfretar o pior hipócrita já produzido pela humanidade: Barak Hussein Obama, o Muculmano Enrustido.

Anônimo disse...

Nossa Marcelo Victor! que ''aula de história'' o senhor deu:

''Aliado a isso, não podemos esquecer dois fatos históricos que guardam relação com as explanações anteriores e apontam para tal entedimento:
1 - As cruzadas, que mataram milhões de judeus; e
2 - O silêncio de ROMA diante do holocausto.''

Sobre o segundo item: Até o esotérico Olavo de Carvalho provou que essa história de ''silêncio'' do Santo Papa Pio XII sobre a perseguição nazista é pura lenda urbana criada pelos próprios comunistas:

http://www.olavodecarvalho.org/convidados/sobran.htm

http://www.olavodecarvalho.org/semana/070201jb.html

Você não esperava por isso não é!

Em relação ao segundo item, de onde o senhor tirou esta ''informação''? O senhor sabe realmente o que foi as Cruzadas?


Dá para perceber a ''honestidade'' dos seus estudos: Você se baseia pelo Wikipedia!

Julio: Antes de você colocar um ''comentário'', por que você não estuda também, já que você se diz um EDUCADOR!

Renato

marcelo victor disse...

Srs,
Quanto ao meu comentário acima, a única informação que talvez mereça uma análise mais profunda seja a respeito da MULHER que gerou o Cordeiro.
Há a possibilidade de que tal MULHER seja a GRAÇA de DEUS (Hb 10:29), pois Mateus 1:18,20 nos revela que o Espírito (da GRAÇA) gerou a Cristo.
É evidente que a GRAÇA está oculta a muitos, os quais enxergam apenas o mundo material e são verdadeiros cegos espirituais.
Como no caso do holocausto, existem aqueles que negligencim fatos comprovados pela história da humanidade (com fotos inclusive).
As demais informações postadas acima apresentam uma rica literatura a respeito, com, inclusive, pedidos de perdão por parte de determinadas "autoridades eclesiásticas".
Respeitosamente.

marcelo victor disse...

Sr Júlio Severo,
Sugiro que V.Sa aproveite esta oportunidade para publicar neste blog uma matéria sobre o genocídio Ustasha, com vistas a esclarecer alguns leitores a respeito de estratégias sanguinárias e diabólicas de determinadas instituições que se dizem "a serviço de deus".

marcelo victor disse...

Retificação: em meu segundo comentário, onde se lê "negligencim" leia-se negligenciam".

Anônimo disse...

O envolvimento de clérigos católicos no levante tem sido a ocasião de muitos para atribuir à Igreja a responsabilidade pelos crimes cometidos.

A maioria dos historiadores que desejam vincular aqueles crimes à imagem da Santa Igreja são marxistas.

Após a queda deste regime, croatas, sérvios e bósnios passaram a formar a Iuguslávia, sob regime comunista. Os crimes dos que tomaram o poder se igualam ou superam os que haviam sido cometidos anteriormente. Mas sobre estes os comunistas e protestantes se calam!


O que mais me asusta é que o Marcelo Victor ainda pega como fonte o Wikipedia!

O que mais me asusta é que o Julio Severo ainda continua sem se informar!

Será uma ligação ''oculta'' entre os protestantes e os comunistas!

Renato

Anônimo disse...

Srs,
Pelo que parece o assunto Ustasha é um grande tabu na grande mídia nacional e internacional (provavelmente graças ao lobby católico).

Segundo informações, o Vaticano, através de seu banco, receptou e lavou o dinheiro roubado pelos fugitivos do regime nazi-católico da Croácia (Ustasha) no final da 2ª Guerra Mundial, além de ajudar os Ustashas fugirem pra América do Sul, via ratlines.

O envolvimento e a cumplicidade vaticana com os croatas rendeu uma ação judicial (advogados dos EUA, representando sobreviventes e parentes de vítimas do regime Ustasha, estão tentando processar, sem sucesso, o Banco do Vaticano).

Para os maiores detalhes, ver:
1 - Site dos advogados http://www.vaticanbankclaims.com/faqs.html

2 - As folhas do processo contra o Banco Vaticano http://www.vaticanbankclaims.com/5AC.pdf

3 - O livro "O holocausto do Vaticano" de Avro Manhattan, aborda este holocausto
http://www.hlage.com/E-Books-Livros-PPS/Holocausto_do_Vaticano-Avro_Manhattan.pdf

4 - As fotos!
http://anticlerical.multiply.com/photos/album/17/Croacia_Ustasha-NDH


Fonte: http://www.e-paulopes.blogspot.com/2009/02/bispo-pede-perdao-por-ter-negado.html

Anônimo disse...

Repare que o cardeal croata Stepinac foi morto por envenenamento e já está beatificado. Ele protestou muito com a guerra ETNICA (etnia não é a mesma coisa que religião, avisa isso aos protestantes). ele protestou contra os croatas trucidavam os sérvios, ciganos e etc. Foi justamente um católico, aliás, o prelado mais importante daquela região que protestou contra aquele regime que matou milhares de pessoas. Olha um trecho do link abaixo: "O filósofo judeu Alain Finkielkraut, professor na École polytechnique, afirma no Le Monde (7 de outubro de 1998) que as acusações contra o cardeal Stepinac de haver colaborado com o regime ustaše são falsas. Para ter ciência disto, basta ter em conta o que dizem historiadores anglo-saxões e os próprios judeus da Croácia. "Tais informações permitem saber que, desde abril de 1941, o arcebispo de Zagreb protestou contra a legislação antissérvia e antijudaica promulgada pelo regime; que organizou a fuga de crianças judias para a Hungria e para a Palestina; que escondeu muitos outros e que suas homilias eram bastante audaciosas para ser recolhidas e difundidas pela rádio de Londres."[10]"

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aloysius_Stepinac

Renato

Anônimo disse...

Vejam que notícia interessante:

http://caiafarsa.wordpress.com/a-igreja-de-hitler/

marcelo victor disse...

Srs,
Tenho lido muitos comentários de pessoas que defendem determinadas instituições, incluindo a idolatria romana e suas práticas.

Todavia, entendo que antes de sair em defesa desta ou daquela instituição, o melhor é procurar fazer uma análise acurada sobre aquilo que se pretende defender (ou adotar e seguir como verdade).

Se o assunto é idolatria romana (portanto espiritual), o melhor a fazer é investigar tal instituição à luz da Palavra de DEUS (única e soberana verdade).

Naturalmente que, por possuir um sistema de inteligência mundial, um sistema de comunicação de abrangência também mundial, um sistema financeiro próprio e por ser uma mescla de igreja-governo-país, torna-se difícil contrapor-se a ROMA, até porque o Vaticano certamente usou ao longo dos séculos todas as armas que possuía para defender-se. É possível que tenha havido queimas de arquivo, pedidos políticos de perdão, assinaturas de concordatas e até troca de favores, em prol da causa católica. Outrossim, não se pode descartar, inclusive, a possibilidade de que se tenha utilizado a força para tal, pois a história fala da "santa" inquisição, das cruzadas, do silêncio papal, do genocídio contra judeus e outros casos que são verdadeiros tabus, os quais já estão seguindo o caminho do esquecimento (apesar das fotos, da história, da INTRNET).

Todavia, nada há encoberto que não haja de ser revelado, ainda mais se o assunto é "Palavra de DEUS".

Toda e qualquer forma de idolatria é condenada por DEUS, seja ela de bezerro de ouro, dos apóstolos, de Maria, da cruz ou do próprio Filho de DEUS.

Independentemente de qualquer alegação que se possa fazer, ou de possível jogo de palavras (adoração, veneração, simbologia), a Palavra de DEUS é bem clara e define o culto às imagens como verdadeira abominação diante do Criador. Veja que, como no caso de Raquel, esposa de Jacó, em Gn 31:32-35, só o fato de possuir qualquer imagem para proteção, ou para adoração, ou para veneração, ou por simbologia, ou por qualquer outro motivo espiritual, já constitui uma afronta ao DEUS de Israel.

Por mais rica que seja uma determinada instituição, por mais tradicional, por mais antiga, por mais influente que seja, ainda que defenda os "direitos humanos", ainda que pregue contra o aborto, ainda que não admita o homossexualismo, ainda que tenha aparência de sabedoria em devoção voluntárias, ainda que utilize a prórpia Bíblia como suposta regra de conduta, se ela contradiz a Palavra de DEUS, é governada por outro espírito que não o Espírito de DEUS (pelo menos o DEUS milagroso de Israel). Ponto final.

Anônimo disse...

Marcelo Victor, se percebe que você foi educado no anti-catolicismo mundial!

Para o senhor saber como o Ocidente foi criado pela Igreja Católica, veja este documentário muito bom:

http://gloriadaidademedia.blogspot.com/2009/08/quer-fazer-uma-viagem-pela-genese.html

As três primeiras partes já foram traduzidas para o português (se você sabe imglês, não terá dificuldade em ver o resto), o resto ainda está sendo traduzido.