19 de agosto de 2009

Homossexualidade e saúde pública

Homossexualidade e saúde pública

WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 / 07:58 am (ACI). — Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina da Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador artigo onde aponta para a ocultação, por razões ideológicas, das graves conseqüências das condutas homossexuais para a saúde individual e pública.

O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, que revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.

“Trabalhei como enfermeira durante vários anos na década de 1980 de 1990 no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver os danos que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais”, diz o artigo.

“A co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou convicta, à luz de minha experiência clínica e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos, que a homossexualidade nem é normal nem benigna. Mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’,” escreve Kathleen Melonakos.

“Por isso, eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre mais de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos que o dos que praticam a homossexualidade. Isso, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente curada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda”.

De acordo com a especialista, as enfermidades a que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, — ‘enfermidade intestinal gay’ —, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); traumas (que têm como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).

“Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. A homossexualidade conduz ou não a uma vida dramaticamente despedaçada? Os estudos dizem que sim, alguns em até o 40%, sendo o estudo do Dr. Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isso. Juntos, esses estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o cigaro, o alcoolismo ou o vício às drogas”.

Segundo a enfermeira, infelizmente “há um elemento de negação, no sentido psicológico, do que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam”.

“Existem razões sem ambigüidade — acrescenta a especialista — para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim, de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e uso de drogas, depressão, suicídio). Que a Associação Americana de Psiquiatria diga que essas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ está além do que dá para se crer. Dizer que a morte de jovens não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é um absurdo”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16686

Adaptação e divulgação: www.juliosevero.com

4 comentários :

Trindade disse...

É sera que a grande mídia vai publicar esse artigo? Duvido, mas uma coisa é certa não se pode esconder uma luz debaixo de uma mesa, e como não se pode esconder a luz também não se pode esconder a verdade, e ai lembro de um caso na minha infancia quando eu tinha sido vítima de uma falsa acusação e ao ser indagado por minha mãe ela me disse diga a verdade porque mais cedo ou mais tarde a verdade vai aparecer e o mentiroso ficara com o premio da mentira que é a vergonha, falei a verdade para minha mãe e por algum tempo eu continuei suspeito do fato que eu era acusado, mas não demorou muito tempo e os fatos se exclareceram e o mentiroso apareceu e recebeu o seu galrdão da mentira, e eu, bem nos altos de meus oito anos de idade fiquei sendo respeitado pela vizinhança e o que foi melhor sendo o orgulho de meus pais até aos dias de hoje, 37 anos depois. Se a verdade apareceu em um caso tão simples e pequeno como esse, imagine no caso da tentativa de implantação do império do homossexualismo no mundo, a verdade vai aparecer e muitos dos cientistas politicamente corretos serão premiado com o único troféu cabível aos que vão contra os princípios da natureza humana dada aos seres humanos pelas próprias Mãos do Eterno Crisdor, O DEUS DA VERDADE. O troféu É A VERGONHA. E logo veremos isso acontecer.

Anônimo disse...

Júlio, gostaria de saber qual a tua proposta de como a sociedade deveria tratar esses grupos marginais que insistem em viver o homossexualismo, que exigem visibilidade e isonomia de direitos.

Cadeia-processo-tratamento heterossexualizante compulsório-perda de emprego e de direitos políticos-pena de morte aos reincidentes?

Sei lá, acho muito importante você se posicionar em detalhes quanto a isso.

AM

Anônimo disse...

Anônimo

Não se faça de desentendido. Você sabe que não há qualquer ação judicial ou legal por pate de cristãos, seja nos EUA ou no Brasil, no sentido de proibir legalmente a prática homossexual. O contrário é que é verdade: Os homossexuais é que estão numa intensa atividade no sentido de multar, prender, ofender e censurar quem quer que manifeste qualquer objeção verbal ou mesmo desconforto com os atos dos gays, ou mesmo com a sua ideologia.

Você é tudo que nos acusa de ser. Olhe no espelho: Por baixo de sua máscara de tolerante existe um facista!

Jorge disse...

Qualquer um com a mínima capacidade de juntar os fatos percebe que por trás da homossexualidade existe um cenário construído para dar a ela certo ar de saudável. Repare que você não acha um estudo mostrando os prejuízos da penetração intestinal habitual. Os cientistas gayzistas fazem e mostram com toda vontade do mundo apenas os números da sodomia casual para dizer que ela é uma prática saudável.

Pela imagem saudável do gay, eles são obrigados a esconder os números reais do homossexualismo. Claro: se eles admitirem que o hábito do sexo anal estoura o intestino, em um segundo as pessoas vão relacionar o intestino estourado aos homossexuais. Se o sexo anal habitual faz mal, dirão, porque ele não está na lista de doenças mentais? Então vamos voltar a tal homossexualidade à lista de perturbações.

O único jeito de manter a "orientação sexual" fora do CID-10 é mostrar loiros e morenas com sorriso branco e corpo perfeito fingindo que eles são gays e lésbicas em comerciais de televisão.

Mas cedo ou tarde, os fatos científicos terão que vir à tona. A ciência não é ciência? Então não dá para esconder tudo a vida inteira...

Por exemplo: desde a década de 50 foram proibidos estudos étnicos. No ano passado, um cientista americano escapuliu da polícia do pensamento e mostrou que existem diferenças intelectuais entre as etnias. Apesar de um simples estudo, o cientista gerou ódio. Foi abafado pela imprensa. Gente jogou ovos nele, ameaçou, xingou, chamou de nazista, riscou o carro dele, quebrou as suas coisas... Mas o estudo foi reconhecido pela metodologia científica e seriedade.

Os médicos gayzeiros, a propaganda televisiva, os patinhos gays, a OMS, a APA, e todo o aparelho montado para proteger os comportamentos desviantes, disfarçados de ciência, virão a baixo. O conto da homofobia pode enganar uma pessoa. Pode até enganar duas. Mas ele não pode enganar todo mundo.