13 de agosto de 2009

Diretora da JOCUM no Brasil ataca ativismo cristão contra o PLC 122 e o “casamento” homossexual

Diretora da JOCUM no Brasil ataca ativismo cristão contra o PLC 122 e o “casamento” homossexual

Bráulia Ribeiro acusa mobilização cristã contra a agenda gay de “cruzada de ódio e preconceito”

Julio Severo

O ano é 1932. As igrejas evangélicas, altamente moralistas, eram marcadas por santidade em seus comportamentos e uma grande preocupação com um testemunho ético e irrepreensível. Havia também um interesse genuíno na pureza do Evangelho e em sacrifícios pela sua divulgação a um mundo perdido.

Nada mais justo do que transformar tal interesse em ação. Já que o Evangelho oferece esperança ao pecador, décadas antes dos primeiros projetos de lei anti-“homofobia”, as igrejas assumiram a dianteira profética, lançando na década de 1930 campanhas para combater o preconceito aos homossexuais.

A iniciativa incluía propagandas em trens, carroças e ruas, educando a população atônita — que não estava entendendo absolutamente nada — que aqueles que praticam atos homossexuais são normais e merecem respeito…

Como resultado direto dessas pressões pioneiras dos pastores evangélicos da década de 1930, hoje os homossexuais não correm risco nenhum de serem agredidos ou mortos em zonas de drogas e prostituição às 2h da madrugada. Escoltas policiais especiais acompanham os homossexuais antes e depois de seus encontros sexuais, garantindo proteção e segurança para suas atividades. Graças aos evangélicos, o sexo seguro homossexual se tornou realidade.

Esse exótico acontecimento imaginário deveria ter sido realidade, conforme um artigo recente de Bráulia Ribeiro, que sugeriu que as campanhas contra a homofobia deveriam ter sido iniciadas não pelos ativistas homossexuais, nem pelo governo Lula, mas pelos cristãos.

Os cristãos da década de 1932 ficariam atônitos e assustados se lhes dissessem que a sociedade do século XXI estaria mergulhada numa obsessão homossexual — sem mencionar que eles ficariam chocados com a idéia de que eles em sua época deveriam ter lançado campanhas para a aceitação social dos homossexuais como indivíduos normais.

As igrejas sabem ser pioneiras em campanhas positivas. Décadas antes das primeiras campanhas sociais de combate ao fumo, muitas igrejas já estavam alertando. Esses alertas eram tratados pelo mundo secular como fanatismo, mas hoje esse mesmo mundo está tratando tal vício do mesmo jeito que as igrejas o tratavam: como risco para a saúde.

Creio que as igrejas agiram certo no passado, tratando o homossexualismo como abominação, um pecado grave a ser evitado, mas as declarações de Bráulia Ribeiro deixam dúvidas e confusão, ao não saber fazer a distinção entre o papel do Evangelho e o papel do cristão como cidadão numa sociedade que precisa não somente do Evangelho, mas de leis boas para governar.

Bráulia Ribeiro fala, Julio Severo responde

A seguir, as declarações de Bráulia Ribeiro, em seu artigo “Não quero o direito de ser homofóbica”, publicado em algumas revistas e sites esquerdistas.

Bráulia Ribeiro: “Não é nosso papel legislar moral”.

Resposta de Julio Severo: “Não é nosso papel legislar moral”. Isto é, os cristãos devem simplesmente cruzar os braços e ficar em silêncio enquanto os maus legislam todo tipo de imoralidade. É quase possível ouvir o próprio diabo falando aos pastores e políticos evangélicos: “Escutem aqui, cristãos! Estou legislando imoralidade por toda a sociedade e não quero vocês perturbando minhas atividades. Por enquanto, vocês têm liberdade de legislar sua moralidade apenas dentro de suas igrejas”. Você pode encontrar o eco exato dessas palavras entres as feministas, que dizem: “O Estado é laico. Vocês cristãos não podem promover o valor da vida na sociedade. Só nós, que não somos cristãos, temos o direito de legislar o aborto e o que quisermos. Fiquem de fora. Este terreno — a sociedade — é só nosso”. As palavras dos ativistas homossexuais não são diferentes: “O Estado é laico. Só nós podemos fazer o que queremos. Vocês cristãos legislem sua moralidade apenas dentro de suas igrejas”. De vez em quando, aparece uma voz cristã para dar-lhes apoio. Tais são as vozes das Bráulias.

O argumento de que “Não é nosso papel legislar moral” também será usado contra os cristãos que lutarem contra a pedofilia. Na Holanda, que foi o primeiro país a legitimar o “casamento” homossexual, já há oficialmente um partido pedófilo composto de membros homossexuais e por causa das pressões do ativismo homossexual a idade de consentimento sexual foi abaixada. De acordo com Bráulia, se os ativistas homossexuais quiserem as mesmas “conquistas” no Brasil, não poderemos “legislar moral” para frustrá-los.

Bráulia Ribeiro: “Deus não presumiu que por haver um ideal, estaríamos todos compelidos a ele”.

Resposta de Julio Severo: O ideal, para a sexualidade, é casamento entre um homem e uma mulher, como reconheceu Bráulia. Mas, como ela igualmente reconheceu, muitos se desviam do ideal, fazendo escolhas erradas. Esses desvios incluem: homens que preferem outros homens, homens que preferem meninos, homens que estupram mulheres, homens que estupram meninas, etc. Bráulia sugere que não deve haver nenhuma lei para forçar o ideal. Então, se não pode haver leis certas para impor o ideal, faz sentido permitir passivamente a imposição na sociedade de leis erradas que protegem o desvio do ideal?

Bráulia Ribeiro: “A Bíblia dá mais ênfase ao adultério, do que às perversões, defendendo os limites da família com veemência. Nós cristãos não damos ao adultério a mesma importância, justificamos, entendemos, e até ‘defendemos’ adultérios em nome da felicidade pessoal e em nome do mero hedonismo que tempera nossa religião com o mesmo sabor do mundo”.

Resposta de Julio Severo: Deus odeia o adultério, mas quando ele destruiu Sodoma e Gomorra, foi por causa do homossexualismo. Além disso, não vemos paradas do orgulho adúltero, não há grupos de adúlteros por todo o Brasil fazendo campanhas para as câmaras municipais, as assembléias legislativas e o Congresso Nacional aprovarem leis contra a “adulterofobia”, não há uma campanha do governo federal “Brasil Sem Adulterofobia”, etc. As escolas não recebem ordens do governo para elogiar o adultério, ensinando as crianças a tratá-lo como uma opção natural.

Além disso, as igrejas que pregam contra o adultério não são ameaçadas por ações legais e pelo Ministério Público Federal. Mas se você pregar contra o homossexualismo, as ameaças virão.

A mídia, as escolas e o governo exaltam muito mais o homossexualismo hoje do que o adultério. Embora as igrejas devam condenar ambos os pecados, temos de reconhecer a realidade de nossos tempos. Há 50 anos, as igrejas condenavam abertamente o adultério e não falavam sobre homossexualidade, porque a homossexualidade não era uma obsessão social. Hoje, o tema homossexual é obrigatório em toda a sociedade. Como não falar sobre o que todo o Brasil está falando?

Bráulia Ribeiro: “Numa sociedade que vive princípios bíblicos esta responsabilidade [de legitimar casamentos] é da família. É no domínio das famílias que se legitima, e fortalece a união de dois jovens, a formação de uma nova família. Vemos casamentos na Bíblia, mas nem um casamento feito ou legitimado pela igreja ou pelo estado”.

Resposta de Julio Severo: Concordo plenamente com a Bráulia.

Bráulia Ribeiro: “Se o Estado acha por bem legitimar a união homossexual e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Resposta de Julio Severo: Ela poderia também ter dito:

“Se o Estado acha por bem legitimar o aborto e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

“Se o Estado acha por bem legitimar o infanticídio e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

“Se o Estado acha por bem legitimar a pedofilia e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Se a Bráulia tivesse vivido na Alemanha nazista, o argumento seria:

“Se o Estado acha por bem legitimar a perseguição aos judeus e a população do país concorda, não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Hitler foi eleito democraticamente, e a maioria da população da Alemanha o apoiava. Ele introduziu muitas leis malignas na Alemanha majoritariamente e nominalmente cristã. A maioria cristã, tal qual Bráulia, pensava: “Não há nada que podemos fazer como cristãos”.

Entretanto, dois cristãos não pensavam como ela. O evangélico Dietrich Bonhoeffer e o católico Claus von Stauffenberg faziam parte de grupos pequenos que queriam eliminar Hitler. Hoje eles são famosos e admirados, mas em sua própria época eles sofriam o desprezo do governo do seu próprio país e o desprezo da maioria dos cristãos alemães.

Por pura coincidência, o homem que Stauffenberg queria eliminar era homossexual. Aliás, a cúpula do governo nazista era composta de violentos fascistas homossexuais.

Se os cristãos não devem fazer nada quando o Estado acha por bem legitimar o mal e a população do país concorda, por que então Stauffenberg e Bonhoeffer fizeram?

Bráulia Ribeiro: “Misturar Deus e estado foi um erro na época de Constantino e continua sendo um erro hoje”.

Resposta de Julio Severo: Os secularistas e o governo Lula certamente estão dizendo “Amém” à declaração de Bráulia. Tudo o que os humanistas, os socialistas, os ativistas gays, as feministas e os antropólogos querem é uma sociedade onde as leis e os políticos “não misturem Deus e Estado”.

O erro de Constantino não foi misturar Deus e Estado. O erro dele foi obrigar a conversão ao Cristianismo de todos os habitantes do Império Romano.

Misturar Deus e Estado dá certo. O rei Davi fez isso e deu certo. Os Estados Unidos fizeram isso no começo, e deu certo.

Aliás, Romanos 13 instrui claramente que as autoridades políticas têm o chamado de servir a Deus, de serem ministros de Deus. Como servir a Deus como político quando os socialistas e agora até as Bráulias exigem separação entre Deus e Estado?

Que tal, dona Bráulia, exigir separação entre o Estado e a agenda gay, a agenda feminista, a agenda do aborto e a agenda do infanticídio indígena?

Bráulia Ribeiro: “Um estado justo e que reflete os valores de Deus vai afirmar para cada indivíduo o direito às suas escolhas individuais desde que estas escolhas não firam o direito de outros”.

Resposta de Julio Severo: A realidade de que a maioria dos homossexuais sofreu na infância violência sexual de um homem adulto mostra que alguém fez uma escolha que prejudicou um menino. Como pode Bráulia aplicar direito à escolha diante de tal realidade brutal? Ela quer que todos vejam a brutalidade do infanticídio indígena. E as outras brutalidades não contam?

Bráulia Ribeiro: “Muitos evangélicos estão numa expectativa de uma espécie de ‘xaria’ cristã onde a moralidade cristã seria reforçada pelo estado. Além de ser injusta e absurda esta ‘xaria’ não mudaria o coração dos homens que só é definitivamente mudado de dentro pra fora”.

Resposta de Julio Severo: A mobilização cristã contra a agenda gay tem sido tímida, pois cada passo cristão é impiedosamente atacado pela mídia. E agora, fazendo coro aos ataques da mídia, Bráulia levanta a acusação absurda de uma xaria cristã, enquanto a sociedade brasileira está sendo engolida por uma genuína xaria socialista e está prestes a experimentar uma xaria homossexual.

Leis não existem para mudar o coração das pessoas. Nenhuma lei contra assassinatos e estupros muda o coração das pessoas. As leis servem apenas para controlar comportamentos prejudiciais. Se não podemos criar leis porque elas não convertem, será então que as leis contra assassinato e estupro são inúteis pelo fato de que nunca converteram ninguém?

Bráulia Ribeiro: “Temos o dever cristão de lutar contra a homofobia… A voz anti-homofobia deveria ter sido ouvida primeiro da nossa boca… Se tivéssemos liderado esta luta é provável que não teríamos que viver hoje o desconforto da imposição da agenda homossexual como estamos vivendo. Teríamos nos aliado a eles pelo amor de Cristo, e não nos levantado contra eles numa cruzada de ódio e preconceito...”

Resposta de Julio Severo: As escolas públicas estão doutrinando as crianças no homossexualismo? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Antes, durante e depois do Cristianismo, meninos eram abusados por homossexuais? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Os grupos ativistas homossexuais estão distorcendo estatísticas de crimes homossexuais para aprovarem leis especiais de proteção ao homossexualismo? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Os cristãos fiéis a Deus e à Bíblia e pessoas de boa vontade estão sob a ameaça de serem presos se criticarem o comportamento homossexual? A culpa, segundo Bráulia, é das igrejas cristãs, que não foram pioneiras na luta contra a homofobia.

Tenho ouvido freqüentemente os ativistas homossexuais acusando os cristãos de ódio e preconceito, somente porque os cristãos não aceitam a ditadura gay. Você tem a obrigação de aceitar essa ditadura. Se não aceitar, você é automaticamente rotulado de fanático cheio de “ódio e preconceito”.

Aliás, a própria FUNAI só vê “ódio e preconceito” nos esforços da JOCUM de salvar crianças indígenas. Finalmente, a Bráulia achou em quem descontar o que a JOCUM vem sofrendo no Brasil.

A diferença entre o pobre Julio Severo e a rica JOCUM

O mundo secular tem uma visão bem clara sobre o papel dos cristãos na sociedade:

Aborto. O cristão deve respeitar o aborto como direito humano da mulher, pois o Estado é laico e o que deve predominar é a vontade do Estado laico.

Infanticídio indígena. O cristão deve respeitar a cultura indígena. A prática de assassinato de crianças é parte da cultura indígena e é rejeitada apenas por índios influenciados e infectados pela “cultura” cristã.

Por falar em infanticídio indígena, Bráulia tem uma opinião sobre essa questão. Como diretora da JOCUM, Bráulia se queixa de que a JOCUM é vítima de perseguição e falsas acusações.

O Ministério Público Federal e o governo Lula classificam como crime as ações da JOCUM para salvar crianças indígenas de assassinato.

De forma semelhante, o Ministério Público Federal e o governo Lula classificam de crime minha luta contra a agenda gay.

Sabe qual é a diferença? Dou todo o meu apoio à difícil missão da JOCUM. Dou meu apoio de coração. Aliás, o vídeo da JOCUM que denuncia o assassinato de crianças indígenas foi postado no meu blog, onde mais de 60 mil pessoas assistiram. Tenho lutado em muitas outras frentes de batalhas necessários. Estou envolvido na luta direta contra o aborto há mais de 20 anos, como me são testemunhas meus amigos de mais de duas décadas Dep. Talmir Rodrigues e Dr. Humberto L. Vieira, diretor da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família.

Pela graça de Deus, a JOCUM tem o apoio de poderosas instituições cristãs nacionais e internacionais em sua honrosa luta contra o infanticídio indígena.

No entanto, na minha luta contra a agenda gay, recebo desestímulos, acusações e ameaças.

Há uma diferença abismal entre Bráulia e alguém como eu, que luta contra a agenda gay — e luta também o infanticídio indígena. Bráulia tem o privilégio de ser diretora de uma instituição de grande poder financeiro e não tem dificuldade nenhuma de ter uma boa acomodação em qualquer lugar do mundo, pois a JOCUM está presente em muitos países.

Na minha luta contra a agenda gay, não tenho o suporte de nenhuma entidade tão poderosa quanto a JOCUM. Estou literalmente peregrinando entre as nações, sem ter um lugar certo onde ficar, pois não conto com nenhum grupo que tenha presença em muitos países. Ao contrário de Bráulia, que vive pela e da JOCUM, eu só posso viver pela fé. Mais nada.

Interesses institucionais versus interesses espirituais

Ao adotar a posição esquizofrênica de minimizar a gravidade da agenda homossexual, do sacrifício sexual de meninos e o valor dos esforços de irmãos que lutam contra essa ameaça, e respeitando exclusivamente conveniências e interesses particulares, Bráulia age como um cristão institucional, como uma pessoa institucional, que em tudo leva em consideração os interesses da instituição para a qual trabalha, sacrificando tudo o mais.

Não é errado trabalhar para uma instituição. Conheço a JOCUM desde 1984, e tive muitos contatos nacionais e internacionais com pessoas da JOCUM. Eu li a biografia de Loren Cunningham, o fundador da JOCUM nos EUA, e gostei muito. Eu louvei e louvo a Deus pela vida dele. Mesmo assim, reconheço que com o tempo as instituições religiosas se corrompem. Vão se corrompendo aos poucos até alcançarem a estatura de uma inutilidade e imbecilidade distantes de sua própria fundação. A Universidade de Harvard, fundada séculos atrás para formar pastores evangélicos, é um excelente exemplo. Está tão corrompida que hoje forma efetivamente ativistas anticristãos. A JOCUM possui importantes instituições, inclusive uma grande universidade no Havaí, e tal grandeza humana exige cuidado para evitar os primeiros passos para a inutilidade e imbecilidade.

Durante toda a história, a maior resistência ao mover do Espírito Santo veio de cristãos institucionais, isto é, cristãos ligados a instituições que, embora fundadas com princípios cristãos, se endureceram numa visão fechada, resistindo às ações de Deus.

Não acho que a igreja deveria ter se antecipado, décadas atrás, para combater o preconceito contra o assassinato de crianças indígenas ou contra o homossexualismo ou contra o aborto.

O infanticídio indígena me preocupa, pois envolve o sacrifício de crianças. O aborto me preocupa, pois envolve o sacrifício de crianças. O avanço homossexual me preocupa, pois envolve o sacrifício sexual de meninos. A maioria absoluta dos homossexuais sofreu experiências de abuso sexual. E enquanto a sociedade é pressionada por militantes gays a dar atenção especial a raros casos de homossexuais assassinados — muitos dos quais envolvem motivação passional ou até mesmo comportamentos de risco de homossexuais que trafegam em perigosíssimas zonas de drogas e prostituição a altas horas da madrugada —, milhares de meninos são estuprados e até mortos sem que a sociedade e as Bráulias se lembrem de que as crianças merecem proteção contra um comportamento sexual reconhecidamente ameaçador.

Bráulia Ribeiro e o coro esquerdista

O chamado de Bráulia “Temos o dever cristão de lutar contra a homofobia… A voz anti-homofobia deveria ter sido ouvida primeiro da nossa boca…” vem sendo ecoado por toda a esquerda cristã. Não por coincidência, o artigo dela foi publicado na revista Eclésia, sucessora direta da notoriamente esquerdista revista Vinde, fundada por Caio Fábio, responsável pela aproximação dos líderes evangélicos a Lula muitos anos atrás. A revista Vinde, que se ocupava em doutrinar o público com uma visão esquerdista, nunca poupou esforços para neutralizar ações cristãs que não obedeçam aos ditames da Teologia da Libertação.

O artigo dela foi também publicado no site do FENASP, fundado pelo Bispo Robson Rodovalho, político socialista que apoiou Lula publicamente nas duas eleições presidenciais.

Não por coincidência também, Bráulia é articulista freqüente na revista esquerdista Ultimato, tendo um livro publicado pela Editora Ultimato. O radicalismo ideológico da Ultimato jamais permitiria envolvimento ou vínculo tão forte se Bráulia não tivesse em pontos importantes os mesmos interesses. A voz de Bráulia na questão da homofobia é a voz da esquerda cristã mundial.

A esquerda — seja evangélica ou anticristã — faz duas coisas: promove o avanço de sua ideologia e rebaixa toda autêntica visão e mobilização cristã que não está de acordo com a vontade de Karl Marx.

Enquanto muçulmanos, socialistas e ativistas gays impõem uma xaria, Bráulia ataca o ativismo cristão

Quando o cristão tenta ajudar a proteger as crianças indígenas de assassinatos, os sacerdotes secularistas aparecem com acusações de que estamos impondo a cultura cristã, etc. Chamam-nos de nazistas, etc. Só faltam dizer que queremos impor uma xaria cristã — um termo muçulmano que Bráulia usou contra os cristãos que lutam contra a agenda gay. O termo dela servirá muito bem no repertório dos que atacam todo tipo de mobilização cristã na sociedade.

Se os ventos de interesses ou objetivos institucionais tivessem soprado em direção contrária, Bráulia poderia possivelmente ter agido de forma inversa, dando preferência ao tema homossexual e ao sacrifício sexual de meninos, e igualando os cristãos contrários ao infanticídio indígena com muçulmanos que querem impor a xaria.

Para seu próprio interesse, Bráulia não usou o termo xaria na questão do infanticídio indígena, embora os inimigos da JOCUM essencialmente estejam dizendo que a JOCUM está impondo uma xaria sobre a “cultura indígena”. O que Bráulia fará para aplacar a ira dos inimigos da JOCUM? “Ei, secularistas, antropólogos e governo Lula! Eu também quero mostrar que sou aliada de vocês em alguns pontos. Vou fazer isso para ganhar a simpatia e amizade de vocês! Vocês são contra a homofobia? Eu também sou! E aí? Somos amigos agora? Estou sendo boazinha com vocês na questão da homofobia. Agora sejam bonzinhos comigo na questão do infanticídio indígena”.

Como a JOCUM é tratada por seus inimigos, assim Bráulia tratou a oposição cristã à agenda gay — talvez como concessão e barganha.

Mas por que ser amiga do mundo só pela metade? Por que ser dura numa questão e mole em outra? Para que ser morna para agradar a todos?

Ela fez concessões até na área de música, adotando a prática de cantar música secular em reuniões evangélicas da JOCUM. Se a meta é agradar, fazer concessões é uma obrigação.

O genuíno ativismo cristão deve combater toda agenda maligna

Por causa do vídeo “Hakani” da JOCUM sobre infanticídio indígena e por causa da minha amiga Dra. Damares Alves, eu próprio me envolvi na luta contra o assassinato de crianças indígenas. Tive o privilégio de conhecer pessoalmente a Hakani, a Bráulia Ribeiro e o Dr. Wilson Bonfim, que muito lutam contra o infanticídio indígena. A primeira vez que me viu, a menina Hakani disse para sua mãe Márcia: “Olha ali Jesus Cristo, mãe!” Só não luto de forma muito mais intensa porque, graças a Deus, há muitos grupos e cristãos engajados nessa luta.

Na questão homossexual, quando comecei minha campanha de conscientização anos atrás por meio do meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia, a maioria absoluta dos cristãos tinha pavor de confrontar a agenda gay. Hoje, nem tanto, mas ainda persistem desinformações, timidez e até medo. O motivo é simples: lutar contra a agenda gay é tão arriscado quanto lutar contra o infanticídio indígena, pois a mídia liberal e esquerdista não dá valor a quem batalha nessas duas frentes. Minha missão é continuar esclarecendo.

A questão do infanticídio indígena não afeta o Brasil inteiro, mas apenas as tribos indígenas. Contudo, a questão homossexual afeta o Brasil de Norte a Sul. Afeta pobres e ricos. Afeta ateus e cristãos. Homossexuais ricos e pobres, nascidos em lares cristãos ou ateus, confessam experiências de abuso. Homens estuprando meninos não é uma realidade restrita a tribos. É uma realidade presente em toda a sociedade brasileira. Por isso, a minha luta é ajudar o Brasil a evitar o destino de Sodoma e Gomorra.

Contudo, nossa luta contra a agenda gay, a agenda do aborto e a agenda socialista e secularista que protege e acoberta o infanticídio indígena exige união, pois uma “casa dividida contra si não subsistirá”. E essa casa tem estado muito dividida, com líderes cristãos que não denunciam a agenda gay e as campanhas pró-homossexualismo do governo porque eles mesmos têm alianças com o governo Lula. E agora por que a JOCUM do Brasil está se juntando ao coro anti-“homofobia”? A JOCUM do Brasil está querendo aliviar o peso de sua incômoda situação “cultural” diante do governo Lula?

“Não quero o direito de ser contra o mal na sociedade”

“Não quero o direito de ser homofóbica” é nada mais do que uma grande apelação dirigida às forças culturais que hoje hostilizam a JOCUM no Brasil por causa do filme Hakani. “Homofóbico” é um adjetivo politicamente carregado cujo significado é: pessoa que odeia homossexuais.

Para os ativistas homossexuais, todo pastor que prega contra o homossexualismo é “homofóbico”.

Para os ativistas homossexuais, todo pai ou mãe que protege os filhos do homossexualismo é “homofóbico”.

Para os ativistas homossexuais, todo cidadão que luta contra a agenda gay é “homofóbica”.

Para os ativistas homossexuais, todo profissional médico que disser que há cura para a homossexualidade é “homofóbico”.

Para os ativistas homossexuais, todo ex-homossexual que der testemunho de que é possível sair da homossexualidade é “homofóbico”.

“Homofóbico” é um adjetivo usado rotineiramente pelas forças culturais que hostilizam a oposição cristã à agenda gay. Em sua ânsia de aplacar essas forças que também odeiam a JOCUM, Bráulia se rebaixou fazendo uso do mesmo termo de ódio que eles usam para jogar os cristãos aos leões.

Como sair da cova dos leões sem jogar outros cristãos ali?

Daniel saiu da cova dos leões porque confiou em Deus. Mas alguns cristãos hoje querem sair da cova dos leões jogando outros cristãos ali.

“Não quero o direito de ser homofóbica” é um título que agrada aos ouvidos dos secularistas e do governo Lula. Mas se Bráulia quiser continuar agradando, ela precisará escrever também “Não quero o direito de ser contra a cultura indígena”, pois por mais que ela ou eu tente explicar, tudo o que os secularistas e o governo Lula conseguem ver no infanticídio indígena é “cultura indígena”. Nada mais.

Se para ganhar o apoio e a simpatia da mídia, nós que lutamos contra a agenda gay tivermos de jogar na cova dos leões nossos irmãos que lutam contra o infanticídio indígena, esse é um preço que não quero pagar.

Pena que em sua luta louvável contra o infanticídio indígena, Bráulia tenha escolhido pagar tal preço com a cabeça dos que sacrificialmente lutam contra a agenda gay.

Fonte: www.juliosevero.com

Versão em inglês deste artigo:

Director of YWAM in Brazil attacks Christian activism against the anti-“homophobia” bills and homosexual “marriage”

78 comentários :

Conspiracao disse...

É TRISTE VER as pessoas que deveriam supostamente defender a biblia e o cristianismo, dar as mãos aos ativistas gays que querem destruir toda ordem cristã.

Tiago Fernandes disse...

Júlio,o diabo veste prada(com certeza);Olha o fundo do poço ao qual chegamos.Ontém tive o desprazer de ver o Lula falando dentro de uma igraja presbiteriana na comemoração dos 150 anos da presbiteriana no brasil.Comandou até uma oração em favor da saúde do vice-presidente.Será que ainda vamos descer mais ou já chegamos no fundo?

Federalista disse...

Lamentável, pode-se ver que esta senhora tem se aliado a interesse completamente anti-cristãos... Se Jesus tivesse se aliado, ele teria sido morto e posteriormente nos salvado??? Quem se aliou às 'autoridades' foi Judas...
Isso é uma traição à morte de Jesus e à sua vida...

Cristão Revoltado! disse...

Estou literalmente revoltado, irmão Julio.
Ontem, publiquei matéria sobre o "Bispo" Macedo. Bispo entre aspas porque, além de sua ficha não ser nada limpa, ainda chamou de "cristãos" - assim, entre aspas- as pessoas que lutam contra a ditadura gay, anti-vida, anti-família e anticristã, chamando-os de "hipócritas".

http://ocristaorevoltado.blogspot.com/2009/08/roubar-pode-criticar-o-homossexualismo.html

Hoje, deparo-me com esta sua matéria bombástica, que mostra outra "cristã" aliando-se aos interesses do diabo.

Sabe o que a sua matéria e a minha de ontem têm em comum?
Ambas abordam a questão da, digamos, "tolerância por interesses". Macedo quer fazer demagogia com os homossexuais e com o mov. gayzista porque sabe que gays não têm família para sustentar, que eles são consumistas e que, literalmente, estão na moda. Quer melhorar a sua imagem pública junto ao público "LGBTXWYNMKLTÇ" e atrai-los para a a sua seita.
Já essa senhora em questão, como você bem colocou, está interessada em "limpar a barra" com o governo dos petralhas e com toda a agenda secularista.

Que Deus nos ajude e nos proteja dos "cristãos" socialistas.

Dá uma passadinha em meu blog depois, se puderes.

Fica com Deus.

Adriano Estevam disse...

Julio, Braulia Ribeiro não é mais presidente da JOCUM no Brasil desde 2008.
Saudações.

Julio Severo disse...

Estimado Adriano, quando a matéria “Não quero o direito de ser homofóbica”, de Bráulia Ribeiro, foi publicada na revista Eclésia, ao lado do título está a foto dela e a seguinte identificação: Bráulia Inês Ribeiro está na Amazônia há 25 anos como missionária, é presidente nacional da JOCUM (Jovens com uma Missão) e autora do livro O Chamado Radical (Editora Ultimato).

Anônimo disse...

Neu Deus!!!

O povo que se diz de Deus:
- apoiando o aborto;
- a favor do homossexualismo
- praticando crimes: como lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, etc, etc, etc

Estamos no fim dos tempos... e esse povo que se diz Deus... no fundo do poço!

Que o Senhor tenha misericordia"

Darlene disse...

Júlio, a cada dia que passa fico mais preocupada com essa situação... Sou professora aqui no estado do Ceará.
Sei que a situação ficará cada vez mais difícil para os critãos que tem compromisso com o Evangelho...sinto um pouco de medo...mas não me calarei de maneira alguma... O Senhor é comigo. Amém!

Gisèle disse...

Sr. Júlio. Daqui a pouco vão fazer com a gente como fizeram com Jeremias. Nos colocar numa prisão diante dos templos como escárnio.
Nada mais me surpreende. Da denominação que eu saí ( e não colto mais)eles não cuidam de ninguém. o pecado do todo mundo está lá debaixo dos panos e qdo se vai falar de uma pessoa que está vindo pra igreja mas é homossexual els dizem "pra deixar quieto" que é época das frutas e que daqui a pouco todos somem de novo.
Tem um pastor que diz que você pode amar outroa pessoa do mesmo sexo, só nãao pode fazer sexo com ela porque aí sim é pecado ????????????? Então tem um monte de líderes com seus preferidos e "carinhosamente" protegidos dentro da igreja.
Eles dão cargos pra trabalhar na igreja, fazem els de diáconos em menos de 6 meses, é uma pouco vergonha. Dão uma de santo no púlpito mas tem seus amantes escondidos. Pastores afetadíssimos que não são tratados e que só escandalizam, e ainda pregam.
Todo mundo sabe e não fala nada.
Só de pensar não pecamos mais?
Estamos no tempo da lei ou da graça?
Posso desejar outra que é normal???
É o fim. Essas instituições tem muita escondida que prefiro não comentar.

Adriano Estevam disse...

Júlio, meu irmão.

Obrigado pelo esclarecimento. Contudo vale ressaltar, que quem lê seu artigo, não esta lendo a Eclésia. Lê aqui não o artigo de um ano atrás, mas sim o seu artigo de 13 de agosto deste.

Da mesma forma, tornar o ponto de vista da Braulia no posicionamento da Missão toda, pinçando afirmações vez por outra fora de seu contexto, até mesmo dizendo o que "ela poderia ter dito" é desonestidade, é manipular a informação. Não escrevo isto para defender a Braulia, pois ela é adulta e cônscia de suas idéias. Tão pouco escrevo lhe atacar. Ora, tenho mais o que fazer. Admiro sua coragem e perseverança. Todavia o tom de auto-piedade deste artigo, ainda que embebido (penso eu) em sarcasmo, não combina com você.
Dizer que Ela vive pela JOCUM enquanto você vive pela fé é também outra afirmação desonesta, julgadora até. Baseando em que você poderia porventura afirmar isto?

Posso anda lembra-lo que se não concordas com o ponto de vista da autora em seu artigo, o que a Bíblia ensina é procura-la e confrontá-la a respeito, e não em primeira instância, escrever um artigo apenas para acusá-la disto ou daquilo. Ademais, pessoalmente posso afirmar que esquerdista não é um termo que definiria a visão política dela. Talvez conhecendo-a melhor, você teria melhor visão dos seus posicionamento.

Por fim, posso afirmar baseando-me em nossos valores fundamentais, que as portas de nossa missão estão abertas ao redor do mundo para receber qualquer um, não apenas você. Talvez assim, convivendo conosco, o irmão pudesse conhecer melhor o que acreditamos, e em que estamos empenhando a vida.

No amor de Jesus e a serviço da grande comissão,

Adriano

Julio Severo disse...

Estimado irmão Adriano

As declarações da Bráulia são seríssimas. E estão disponíveis, com link, no próprio título “Não quero o direito de ser homofóbica” na primeira citação do corpo do meu artigo.

Eu não tenho nenhuma organização. Se eu tivesse, e algum membro ali fizesse declarações impróprias, eu teria a obrigação moral de IMEDIATAMENTE vir a público esclarecendo tudo. Espero que a JOCUM venha a fazer isso algum dia.

Por favor, não se queime com o que eu disse no artigo. Se você é membro da JOCUM, procure as lideranças e peça uma declaração pública sobre tudo o que a Bráulia disse. Esse agora é o único caminho de resolver essa questão. O melhor seria se a Bráulia viesse a público se retratando. Mas sem dúvida alguma, nunca é tarde para a JOCUM se manifestar, pois o título de “presidente da JOCUM” está, na revista Eclésia, ligado à matéria “Não quero o direito de ser homofóbica”, de Bráulia Ribeiro.

Em Cristo,

Julio Severo

o observador disse...

Parafraseando o apóstolo Paulo eu digo que nem todos que se dizem cristãos o são realmente e citando 2Co 11 eu digo que Satanás se transfigura em anjo de luz e seus ministros em ministros de justiça.

Presbitero Daniel Soares disse...

Paz e graça! Creio eu que, se por ventura hoje Jesus(homem) olhasse para o país chamado Brasil choraria como chorou olhando para Jerusalém. O motivo seria a falta de vergonha e unidade que vive hoje o povo que clama pelo Seu Reino. Abraços.

JAMIERSON OLIVEIRA disse...

Olá, irmão JULIO SEVERO

Faço coro com você sobre o texto da Bráulia, missionária evangélica da JOCUM. Um total despropósito a moral do Evangelho, já em meio a um mar de lama que vivemos.

A algum tempo preocupo-me com suas posições heterodoxas, ora querendo sacralizar letras profanas dos ícones da MPB, agora em defesa da relatividade cristã.

Já a alguns anos perturbou-me muito a visão exótica que ela relata de Jesus, “nú e usando suspensório no pênis”, fruto de uma visão indígena, narrado em seu livro “Chamado Radical”. Detalhes desnecessários, como o que também fez Caio Fábio em seu livro “Confissões do pastor”, quando relatou suas lembrança enquanto criança, de um poeta doido que andava nú em seu bairro “exibindo seu longo pênis, à semelhança dos cavalos que pastavam no campinho”. São detalhes que caem no vazio, que não acrescentam nada ao texto. Parece-me que citados com o propósito de chocar, querem com isso parecerem modernos, sem paradigmas, despidos dos freios morais da nossa cultura judaico-cristã medieval.

De verdade, não sei onde esses líderes querem chegar!

JAMIERSON OLIVEIRA
Jornalista e Editor-chefe da revista POVOS
(mtb 41479/SP)

Anônimo disse...

Esse com certeza não é o povo de DEUS
povo que se conformou com o mundo e
que segue suas regras, e não as de
JESUS.
Protestantismo apostatado e amigo do mundo,revisionista das normas e pra
ticas do cristianismo.O fim logo vem.
VEM SENHOR JESUS.

Cristão Revoltado! disse...

"Auto-piedade"?! O Julio Severo está fora do Brasil para se proteger e à sua família do ódio do mov. gay e você tem a covardia de dizer que ele escreveu um texto com "auto-piedade"?
Manifestações imorais do tipo desse senhor Adriano Estevam não são mesmo de admirar, já que, ao que muito me parece, o maior defensor de Julio Severo é um CATÓLICO - Olavo de Carvalho - e não um evangélico. Isso acontece porque os evangélicos são, na sua maioria, uns covardes, demagogos, frouxos, que vivem se escondendo atrás da imagem do "Jesus Paz e Amor", e se esquecem do que Ele fez com aqueles que estavam comercializando no templo e a maneira com que ele tratava os fariseus.
Deixem o partido e vão ler mais os Evangelhos, covardes!

Ielton Isorro disse...

Prezado Júlio e demais comentaristas,
não conhecia a Braulia Ribeiro, até então, más acessei o link da matéria escrita por ela, depois de ter lido os seus comentários e não pude me deter de também fazer o meu, pelo qual conto com a sua compreensão.
Creio que a nossa irmã fez uma constatação drástica.
De fato, temos que concordar com ela em uma coisa: a mudança ou não da lei em nada afeta a constituição moral das pessoas. Assim sendo, como pergunta John Mc cartur, no seu livro "Pense Biblicamente", a Igreja, agora, não estaria tentando correr atrás do prejuízo com "outras armas", para mudar o comportamtento dos que não se convertem, fazendo isso por decreto e para se proteger?
Não estaria a nossa irmã, também, alertando para um comportamento defensivo belicoso por parte de quem deveria demonstrar compaixão, de forma que rejeitando o pecado não reijeitemos também o pecador? Por fim, onde estaria o Mestre, se essa discução fosse na galiléia? De que lado ele ficaria? Dos Gays, da Igreja ou do Estado? Alguns já têm resposta, o problema é que parece que elas são diferentes!!
De qualquer forma é importante não passarmos procuração para ninguém pensar em nosso lugar, pois quando não pensamos alguém pensa por nós e não apenas pensa como também começa a falar em nome do povo evangélico, desrespeitando a sua pluralidade, uma vez que em nosso meio há quem apoie a pena de morte e quem não apoie, e essa é só mais uma entre outras inumeras questões polêmicas, más ambos os lados sempre têm respaldo bíblico. Eu por exemplo, ao contrário de boa parte, penso que a Igreja é uma excelente conselheira do Estado, más não tem competência nenhuma para governá-lo,e no meu ver, a Bíblia e a História comprovam isso.

Em Cristo

Pr Ielton Isorro
ADNIPO (SP)

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

O Deus da Bráulia não é o da Bíblia. Seu "cristo" é o da Nova Era!

A Bráulia saíu do armario. mas seu parceiro somente abriu a porta!

Anônimo disse...

Bastante profundo. Parabéns!!

Edinei

ocristaorevoltado disse...

Pr Ielton Isorro:

Fiz o que o senhor sugeriu em outro site e "cheguei às minhas próprias conclusões" sobre o texto da Bráulia.

A autora faz uma apologia escancarada ao "se eles são felizes, é isso que importa" - pensamento secular, e não bíblico. Deus não quer a nossa "felicidade incondicional", ou seja, do jeito que nós queremos, e sim da maneira que Ele determina.

Outras contradições dela são: a Igreja não tem o direito de se posicionar contra o homossexualismo e o movimento gay, mas, ao contrário, tem a obrigação de apoiá-lo. A Igreja não tem, segundo ela, legitimidade para combater o homossexualismo, mas tem, segundo ela, autoridade - e até "obrigação" - de defendê-lo.

Para finalizar, ela simplesmente propõe uma rendição incondicional: que os cristãos se unam "com amor" (leia-se submissão aos interesses do mov. homossexual) aos Grupos de Trabalho que querem instituir a lei da mordaça gay. Ou seja: se você não pode vencê-lo, una-se a ele.

Acontece, pastor, que o Reino de Deus não é constituído de covardes, desertores e outras categorias de vigaristas como esses. E, ao contrário do que a autora diz, não é perdendo que se conquista o Reino, não! Não é perdendo a nossa fé, nossos valores cristãos que o Reino de Deus será manifestado entre os povos.

Saiba, pastor, que o Reino dos céus é conquistado à força - não física, é claro - mas à força da fórmula: "resisti ao diabo e ele fugirá de vós".

Sem covardia, pastor; não vá fugir quando o lobo se aproximar do seu rebanho, pastor...

JS Cavani disse...

Qual é mesmo o nome dela, Bráulia Iscariotes?

Na Era da perseguição, os cristãos que não estivessem dispostos a sofrer o martírio eram chamados de covardes e negadores da fé (a là Tertuliano), hoje em dia aqueles que tentam fazer um décimo daquilo que os martíres faziam, desempenhar um papel profético na sociedade são chamados de extremistas, fundamentalistas e preconceituosos. Sinais dos tempos... É lamentável, mas assim como os dias de Nárnia nos seus últimos dias, segundo a última crônica escrito por C.S. Lewis (The Last Battle - A Batalha Final), assim são nossos dias. Bem-aventurado aqueles que não nasceram em nossos dias e puderam desfrutar uma era em que a igreja era mais pura e comprometida com Deus. A nós cabe apenas permanecer fiél até a morte, na escuridão da consumação dos séculos. Continue nesta força, meu irmão.

Jonatas Cavani,
(evolution-myth.blogspot.com)

Ielton Isorro disse...

Cristão Revoltado,

Espero que possa responder todas as afirmações. Vamos lá.


Pr Ielton Isorro:

Fiz o que o senhor sugeriu em outro site e "cheguei às minhas próprias conclusões" sobre o texto da Bráulia. ---> Que bom, é isso mesmo pense com usa própria cabeça e tire as suas próprias conclusões.

A autora faz uma apologia escancarada ao "se eles são felizes, é isso que importa" - pensamento secular, e não bíblico. Deus não quer a nossa "felicidade incondicional", ou seja, do jeito que nós queremos, e sim da maneira que Ele determina. ---- > Eles não conhecem o nosso Deus e estão cada vez mais longe de conhecê-lo... E submete-ser a Ele, muito menos. A responsabilidade de pregar para eles é nossa. O arbítrio é deles.

Outras contradições dela são: a Igreja não tem o direito de se posicionar contra o homossexualismo e o movimento gay, mas, ao contrário, tem a obrigação de apoiá-lo. A Igreja não tem, segundo ela, legitimidade para combater o homossexualismo, mas tem, segundo ela, autoridade - e até "obrigação" - de defendê-lo. ----> Não entendi dessa forma. Entendi que ela disse que a igreja não deve apoiar nem o adultério, nem o homosexualismo e nem a homofobia. Deve? (releia o terceiro parágrafo do texto dela)

Para finalizar, ela simplesmente propõe uma rendição incondicional: que os cristãos se unam "com amor" (leia-se submissão aos interesses do mov. homossexual) aos Grupos de Trabalho que querem instituir a lei da mordaça gay. Ou seja: se você não pode vencê-lo, una-se a ele.-----> É meu irmão... "O Justo viverá da fé" e " cada um aja na medida de sua fé" e "O Reino de Deus se ganha perdendo. Fomos chamados para pregar e amos continuar pregando, quem crer será salvo, quem não crer já está condenado.

Acontece, pastor, que o Reino de Deus não é constituído de covardes, desertores e outras categorias de vigaristas como esses. E, ao contrário do que a autora diz, não é perdendo que se conquista o Reino, não! Não é perdendo a nossa fé, nossos valores cristãos que o Reino de Deus será manifestado entre os povos. ----> Meu precioso irmão, respeito a sua opinião, más já estou pronto para ir para a cadeia quando me recusar a fazer um casamento gay e não chamo isso de coragem, apenas coerência com o que creio, prego e ensino. Peço a Deus a oportunidade de continuar anunciando, para esses homens e mulheres que Deus os ama, más detesta o que eles fazem...

Saiba, pastor, que o Reino dos céus é conquistado à força - não física, é claro - mas à força da fórmula: "resisti ao diabo e ele fugirá de vós". -----> Concordo com você, inclusive na minha resposta anterior, já lhe mostrei como pretendo resistir... Claro que os irmãos podem escolher outros meios.

Sem covardia, pastor; não vá fugir quando o lobo se aproximar do seu rebanho, pastor... ----> Como pastor, ultimamente, tenho notado que o ataque de algumas "ovelhas" tem ferido mais o rebanho do que o de muitos lobos. É que, do lobo a gente já espera o ataque.
Más. de qualquer forma, fique tanquilo, o Dono do Rebanho tem me capacitado para o que fui chamado, segundo testemunho do próprio rebanho, que estimulo a pensar muito para que sejam "simples como a pomba, más astutos como a serpente".

Em Cristo

Pr Ielton Isorro

Adriano Estevam disse...

Estimado irmão Júlio,

Meu maior e principal dever moral é com a Palavra de Deus. Ela me diz o que fazer e como agir. SE tivesse alguma coisa contra a Braulia ou SE não concordasse com o que ela escreve neste artigo em particular, eu a procuraria. A Bíblia me ensina assim. As minhas batalhas pessoas não estão acima da verdade Bíblica.

ENTRETANTO em minha leitura do artigo, não vejo os pontos nevrálgicos que o irmão menciona. O que Ela diz e o que o irmão esta tentando fazer seus leitores entenderem que ela diz são dois mundos opostos. Veja bem, eu não concordo com tudo que Braulia Inês Ribeiro escreve, ou fala. Assim como não concordo com tudo que o irmão escreve. Alias respeitosamente ainda diria que até no que em princípio concordamos, discordamos em abordagem, em linguagem.
Todavia conheço a Braulia por trás não de um artigo, mas de vários, além de sua história e coragem. Seu exemplo e fé e abnegação. Seus atos além das palavras. Ela não é esta pessoa que o irmão pinta.

Ainda saliento irmão, que os seus argumentos são forçados. O irmão inicia dizendo que a Autora esta atacando o "ativismo cristão contra o PLC 122 e o “casamento” homossexual" coisa que ela não diz em lugar nenhum, sequer nas entrelinhas. Não vejo necessidade, repito, de fazer uso de expedientes desonestos para ataca-la. Se minha leitura deste seu artigo fosse como a sua leitura do referido texto da autora, eu poderia dizer que o irmão esta sugerindo que nós, cristãos de hoje comecemos a trabalharem torno de planos para eliminar sumariamente líderes dos movimentos pró-aborto e pró-gay. Não é este o Espírito que habita em nós. Nem creio ser esta a sua posição.

Acredito que o irmão merece respeito em sua luta. Respeito tem, que respeito dá, já dizia meu avô. No recente e lamentável episódio sua entrevista a "Cristianismo Hoje", considerei o comportamento da revista deplorável. A introdução da entrevista foi um trabalho porco. Mas aqui mesmo no seu site, já o ví chamando o Caio Fábio de "Caiu Fábio" e o Baraque Obama de "Buraco Obama". Espezinhar sobre o túmulo da desgraça alheia é muito engraçado, mas nada cristão, pouco importa quem seja o defunto. Os anjos não ousaram proferir juízo de maldição contra Satanás, mas antes disseram " O Senhor te repreenda!". Chocarrice e escárnio? para que? A serviço do evangelho?

Termino meus comentários neste post por aqui, pois sinto que este Debate não acrescentará nada de relevante a obra de estabelecimento do Reino de Deus na terra. Contudo, oro para o Senhor continue abençoado e protegendo sua família e ministério onde quer que esteja.

E ao dileto Cristão Revoltado, Jesus é nossa Paz, e é Amor, assim me ensina a Bíblia. Agora coragem com pseudônimo é muito conveniente. O Evangelho que o irmão postula, a mim soa mais como o brandir da espada do islamismo radical que assassinou um colega nosso no norte da África a menos de dois meses. Não por ser ativista pró-qualquer-coisa, mas apenas por ser cristão. Ah, e ele também não usava pseudônimo, já os que o mataram sim, eram os "cavaleiros da Jihad".

Cristão Revoltado! disse...

"Entendi que ela disse que a igreja não deve apoiar nem o adultério, nem o homosexualismo e nem a homofobia. Deve?"

Obrigado, pastor, o senhor me fez lembrar de algo que havia me escapado:

*QUEM É QUE APÓIA O ADULTÉRIO?! *QUAL IGREJA CRISTÃ SÉRIA ACHA QUE O ADULTÉRIO É NORMAL?

Eu fui criado numa igreja evangélica das mais conservadoras onde se chega, ainda hoje, a cometer o verdadeiro crime de se excluir da comunhão da igreja definitivamente quem pratica este pecado! É claro que isto também não está correto, mas cito este exemplo para mostrar que, de onde eu venho, não há complacência, muito menos apoio a este tipo de pecado.

Agora, se a Bráulia está acostumada com igrejas liberais, "progressistas", e "neo-pentecostais, isso é um problema dela. Ela que não generalize por baixo as igrejas cristãs.

A última, pastor: Com todo o respeito que eu lhe tenho, enquanto irmão na fé, talvez o senhor não esteja acostumado com ovelhas que pensam. Daí o seu estranhamento com certas colocações de minha parte.

Eu sou tão ungido quanto o senhor, mas para um ministério diferente, apenas isso.

Julio Severo disse...

Estimado irmão Adriano

A Bráulia me conheceu pessoalmente em Porto Velho, Rondônia. Ela tem o meu email e, sendo dona de si mesma e de suas opiniões, não achou necessário entrar em contato comigo antes de escrever tudo o que escreveu. Ela fez um texto público, que saiu na Eclésia, e eu fiz meu texto público, no meu pequeniníssimo blog...

Sim, a revista Cristianismo Hoje debochou de mim por minhas posições, inclusive minha declaração de que os jovens evangélicos deveriam se casar o mais cedo possível. E não é que este mês a Cristianismo Hoje original em inglês publicou artigo defendendo casamento cedo? Veja aqui: http://www.christianitytoday.com/ct/2009/august/16.22.html

O deboche contra mim está aqui: http://cristianismohoje.com.br/ch/combustao/

Não é maravilhoso que agora a Cristianismo Hoje esteja sendo contradita, mesmo sem querer, por sua própria revista mãe?

O maior problema com minha entrevista é que tanto o entrevistador quanto o Marcos Simas, responsável pela revista, trabalhavam para Caio Fábio. O resultado foi a roda de escarnecedores que veio em seguida...

Irmão, com toda a sinceridade, se o profeta Elias podia debochar dos profetas de Baal (os quais apoiavam o homossexualismo e o sacrifício de crianças), por que é que eu, um humilde servo de Jesus Cristo, não posso fazer a mesma coisa com Buraco Obama e Caiu Fábio, que em seus respectivos graus de malícia e mentiras, apóiam as mesmas coisas?

Além disso, eu não leio a revista Eclésia. Os que leram ali a matéria da Bráulia me mandaram e eu tive a mesma percepção deles, apesar de que sua percepção não viu nada de errado no texto dela.

Deixemos isso agora para a JOCUM responder, pois esse caso já adquiriu repercussão internacional. Não é por menos: o que a Bráulia disse é seríssimo, quer você enxergue ou não.

Que o Senhor Jesus o abençoe!

Julio Severo

Daivid silva disse...

Fiquei surpreso com as opiniões da Bráulia.
Devemos orar por ela e para que nossa nação seja protegida dos planos malignos e que mais pessoas se levantem para falar a verdade da palavra de Deus.

Oliveira Jr disse...

Estimado Julio, tenho visto as mesmas opiniões em listas de discussão cristã das quais participo. Meu costumeiro apelido é teórico da conspiração ou, para diferenciar, cristão fundamentalista da direita americana. Bem, é melhor assim do que ser amigo do diabo, claro.
Quando Braulia diz que 'não quer o direito de ser homofóbica', de imediato, concordou que há homofobia, um termo errôneo que vai sendo enfiado goela abaixo de todos. Quanto a não querer um direito, é direito dela não querer, só não é mais direito dela exigir a obrigação correspondente. Porque abriu mão de seu direito, pode ser chamada de qualquer outra coisa, menos de homofóbica.
E há uma palavra do Senhor que parece simples, mas é muito dura, pois discerne pensamentos e propósitos do coração: Quem comigo não ajunta, espalha. Não há meio termo.

Por isso, vou deixar uma piada que ouvi, mas é profundamente séria.
Um sujeito andava pelo muro que separava o céu do inferno. Lá de cima via os cristãos de um lado gritando:
- Aceita Jesus! Pula pra cá! Jesus liberta você dessa vida indecisa e do pecado! Confessa, vem!
Do outro lado, satanás sentado num trono e, ao seu lado, um demônio bem vestido, terno e gravata, que dizia baixinho:
- Bobagem. São conspiradores fundamentalistas, destruidores do mundo. Fique aí e descanse tranquilo até estar em condições de descer.
O sujeito ficou lá, parado por um tempo ouvindo os clamores dos cristãos, até que olhou para satanás e perguntou:
- O povo de lá está me chamando o tempo todo, orando, clamando por mim, fazendo apelos para que eu pule do lado deles. Você continua aí, quieto. Não vai fazer nenhum apelo pra eu pular pro seu lado?
Satanás respondeu calmamente:
- O muro é meu.

Conforme Dn.12 e 2Ts, o poder do povo santo precisa ser destruído para que o iníquo apareça. Não sabemos quando isso acontecerá, pois pertence ao Pai tal decisão. Mas, tenho comigo que o evangelho deturpado é a causa de a igreja perder seu poder no mundo. Perverter o evangelho, que é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, gera apostasia. Daí, vindo a apostasia temos o aparecimento do iníquo.
Só a igreja pode deter o mal que avança firmemente, pois essa luta não é apenas política, embora exija ação humana também. Se a igreja apostatar, podemos estar perto do início da tribulação. Se a igreja se levanta e ora, sabendo pelo quê ora, o Pai pode retardar esse tempo e muitos ainda poderão conhecer o evangelho.

Só sei que me entristeço a cada notícia que leio sobre as ações de cristãos(?) no mundo.

Grande e fraterno abraço

Trindade disse...

A Braulia e a Jocum devem sim se retratar perante o publico evangélico, porque nessas alturas da situação fica impressão que somos divididos, e pior que ficou parecendo que quem consegue ver a ameaça real e disfarçada dessa famigerada agenda esquerdista, como é o caso do Júlio Severo, ser apenas uns poucos fanáticos alienados entre a grande maioria dos evangélicos que são pró agenda esquerdista, o que não é uma verdade, pois a esmagadora maioria não só dos evangélicos, mas do povo brasileiro em geral é contra essa agenda que esta sendo IMPOSTA pela esquerda sem o aval da grande maioria da população brasileira. Esta na hora de provocarmos um plebiscito no Brasil sobre esses temas polemicos (aborto, casamento gay, lei anti homofobia, etc). Com a palavra os politicos cristãos de nossa Patria Cristã.

Anônimo disse...

Respondendo ao Ieiton Isorro.

Não, a igreja não está tentando mudar o comportamento das pessoas por legislação. É o contrário. A gaystapo está tentando mudar o comportamento das pessoas por legislação.

O debate todo não é, nem nunca foi, a respeito de leis que a igreja estivesse tentando impor, para tutelar o comportamento dos homossexuais. Não há um único projeto de lei, em qualquer esfera, proposto por cristãos, com o objetivo de tutelar o comportamento dos homossexuais.

Pelo contrário. Há vários projetos de lei e intenso ativismo judicial da gaystapo para tutelar, não só o comportamento público, mas até o comportamento privado e mesmo o pensamento, dos cristãos.

Mais ainda, a gaystapo está colocando a educação de todas as crianças do Brasil sob sua tutela!

Entendeu ou preciso desenhar?

É cada tipo ...

Ielton Isorro disse...

Respondendo ao Cristão Revoltado

Prezado irmão, não quis revoltá-lo mais. Apenas, como vc, expressei as minhas opiniões, sem a pretensão de querer convence-lo de nada, pois entendo que esse não é objetivo desse espaço, onde algumas opiniões são antagônicas.

Quanto aos adulteros, acho que vc captou o mesmo que eu: a Braulia está se referindo a líderes evangélicos que se divorciam, casam-se novamente e pousam de santos atacando os gays, como se o pecado deles fosse menor (hipócritas).

Quanto a questão do ministério, fique tranquilo, vc está dialogando com alguém que é tão servo quanto vc, apenas em papel diferente. E sei que vc é dos que gosta de pensar, do contrário não teríamos chegado até aki, nesse papo.

Por oportuno, também não sou liberal e muito menos neo-liberal.

Estamos no mesmo time, queremos a mesma coisa: A rendição de pessoas a Cristo. O que estamos discutindo é o modus operandi. O seu está muito claro para mim e, mais uma vez, conte com o meu respeito

Em Cristo

Ielton Isorro disse...

Prezado "Anônimo"

Acho que se fiz você chegar a esses termos é porque não me fiz claro. Deixe-me tentar mais uma vez:

Escrevi uma carta para o congresso onde repudio essa lei, que fere a Constituição, pois visando proteger o direito de uns (os gays) fere o direito de outros (a igreja).
Como pastor em igreja evangelica, e diretamente atingido, protocolei o documento no congresso, registrando a minha desobediencia civil, pois caso a lei venha a ser aprovada na maneira como está no texto inicial, não a acatarei, pois fazendo-o feriria os princípios da fé cristã, que não permite unir duas pessoas do mesmo sexo.
Veja bem, a igreja não praticará, desaconselha e orienta ao contrário, porém se o Estado, que é laico, quiser fazê-lo ele vai! Pois esta é a única maneira que eles encontraram, até agora, para resolver todas as demandas judiciais dos pares do mesmo sexo que estão se divorciando, ou que deixam espólio, sem que haja legislação para isso. O leite já derramou.
Quanto a agenda gay, ninguém aki nesse blog é ingênuo, ela existe. E sabemos que satanás está por trás dela. E aí vejo duas opções: 1- Fazemos um Estado "taleban" evangélico (fala emprestada do Ricardo Gondim), que decreta morte a todos os infiéis que não seguirem a Bíblia. Ou, 2- Pregamos o Evangelho, que é a única saída para os males dos homems (inclusive o homosexualismo). Já que temos que escolher um lado do muro, como sugere a boa piada do Oliveira Jr. Fico com a opção número 2. Vou continuar pregando o Evangelho para eles (meu direito e dever). Uma vez que, no meu modo de entender, só o Evangelho elimina as causas (o pecado) enquanto a política, por exemplo, trabalha no campo dos efeitos. Temos que ter, sim, bons políticos cristãos e, principalmente, uma Igreja eficaz, o contrário não atende.

Às vezes, nos blogs e foruns, no empenho de clarificarmos as nossas opiniões fica a impressão de que queremos convencer os demais, não tenho essa presunção, pois tenho certeza que esse dialogo é com cristãos, tão, ou mais, instruídos do que eu a respeito do tema.

Espero ter tornado entendível a minha opinião. Caso ainda haja dúvida estou ao seu dispor.

Em Cristo

Pr Ielton Isorro
Assembléia de Deus Nipo Brasileira - SP

Cristão Revoltado! disse...

Irmão Adriano Estevam:

O fato de eu usar um pseudônimo não é ilegal tampouco "coragem fingida", digamos assim. Meu nome é Isaias Medeiros, e em meu blog (www.ocristaorevoltado.blogspot.com) há várias matérias de minha autoria, devidamente assinadas por mim, com meu nome verdadeiro. O uso do apelido é apenas a exteriorização do meu estado de espírito em relação à atual situação de heterodoxia da Igreja. É constitucionalmente vedado o anonimato, não o uso de pseudônimo. Pelé nunca se chamou "Pelé", mas se Pelé fizer algo de ilegal Edson Arantes do Nascimento irá responder pelos seus atos. Entendeu? Eu não escondo a minha identidade, apenas opto pelo apelido. Então, irmão Adriano - jocumeiro - minha coragem não é "fácil", só porque eu uso um pseudônimo. Tenho escrito e publicado vários artigos que são de uma coragem nada "fácil", se o senhor quer saber. Não é "fácil" denunciar e combater o gayzismo, como vem fazendo há anos o irmão Julio Severo, e que está diretamente relacionado à ideologia de esquerda que já matou ao menos 100 milhões de pessoas no mundo. E todos os meus artigos são assinados (em caixa alta, inclusive): ISAIAS MEDEIROS.

Cristão Revoltado! disse...

Pastor Ielton:

Elogio a sua atitude de haver expressado ao Senado Federal o seu repúdio e a sua intenção de desobediência civil ao PL 122/2006, caso este venha a se tornar lei e ser sancionada pelo presidente da República. Este seu gesto honra e dignifica a classe pastoral e a cristandade de modo geral, e merece ser seguido.

Todavia, não poderia deixar de dizer que, na minha opinião, há uma terceira alternativa às duas que o senhor propôs. Não queremos um "Estado taleban evangélico", mas também não podemos abdicar de uma militância cristã no campo político, cultural e intelectual. Como bem disse um dos comentaristas:

"O debate todo não é, nem nunca foi, a respeito de leis que a igreja estivesse tentando impor, para tutelar o comportamento dos homossexuais. Não há um único projeto de lei, em qualquer esfera, proposto por cristãos, com o objetivo de tutelar o comportamento dos homossexuais.

Pelo contrário. Há vários projetos de lei e intenso ativismo judicial da gaystapo para tutelar, não só o comportamento público, mas até o comportamento privado e mesmo o pensamento, dos cristãos".

O que eu quero dizer com isso é que se não existisse o movimento gay (não estou falando de homossexuais, e sim de ativistas gays, o que são coisas completamente diferentes e o senhor sabe disso), querendo impor uma mordaça aos cristãos e muitas outras medidas autoritárias, não se faria necessária uma resposta contrário a aqueles interesses e em defesa da fé cristã. Interessa - e muito - a pessoas com a coloração partidária e ideológica como as do senhor Ricardo Gondim e mesmo Bráulia, desqualificar o debate, invertendo completamente o foco da discussão. Nós estamos nos defendendo! Em hipótese alguma é admissível uma declaração por parte de um cristão que "os cristãos estão numa cruzada contra os homossexuais". Ora, até o simples termo "cruzada" já é altamente pejorativo. Eu não estou em cruzada alguma contra os homossexuais. Porém, o ativismo gay é político, faz parte de uma estratégia de tomada do poder por parte das forças esquerdistas, e deve ser fortemente combatido sim! Agora, é claro, repito, que este tipo de mentalidade não interessa aos pretensos "cristãos socialistas", como Gondim, por exemplo.

Concluindo, afirmo que não devemos ser extremistas ou belicosos, mas também não julgo conveniente assumirmos uma postura de relativa passividade ante os ataques frontais e agressivos que a nossa religião - o cristianismo - vem sofrendo por parte de setores da sociedade secular. É importante distinguirmos em que campo estamos lidando com as ofensivas: pelo homossexual, ora-se, pede-se a Deus que o transforme e acolhe-se a ele na igreja (não as suas práticas, bem entendido); em relação ao ativista gay, ora-se também, pede-se a Deus que o resgate também, mas não se submete aos seus interesses políticos, ideológicos e anti-cristãos. É apenas isso.

Sem "guerra", mas também sem rendição. Não precisamos, não devemos e não podemos facilitar as coisas para o Perdedor-mor e seus asseclas.

Meus respeitos ao senhor e forte abraço.

Charles disse...

Eu acredito que o cristão deve ser contra a homofobia sim, mas não a favor da lei.

Ser contra a homofobia é respeitar o homossexual, e quem disse que os cristãos tem "medo irracional do homossexual"? Quem disse que é medo e irracional afirmar que homofobia é pecado? Cristão tem medo irracional de adúltero ou mentiroso?

O que é homofobia se a simples oposição à essa lei demagógica (como Clodovil achava) te torna homofóbico?

Foi ora pois o que disseram ao bravo deputado Paes de Lira, ao qual peço ao Julio que divulgue esse herói em seu blog!
http://www.youtube.com/watch?v=_POobtsnFC4

É um dos poucos artigos em que concordo com o J.S. em vários pontos...

Tenho minhas críticas a essa lei, que é uma besteira sem tamanho! Mas concordo assim como o nobre deputado que quem bate em homossexual merece cadeia, assim como quem ofende deve receber uma multa!

Isso é cristianíssimo, e da nossa cultura cristã!

Abraços, Graça e paz.

Kelvin disse...

Julio, Braulia não escreveu esse artigo contra você.

Marcos disse...

Olá Júlio,
Parabéns pelo seu Blog, é uma luta muito importante. Leio frequentemente seus artigos, e já os divulguei também.
Mas quero fazer uma ressalva quanto a um erro em seu artigo sobre a Bráulia, Robson Rodovalho não é socialista não. Se a infeliz reportagem saiu em uma revista dele não significa que ele a aprovou. Não sou da igreja dele, mas verdade é verdade.
Um abraço, e que a direção do Espírito Santo cada vez mais o dirija a ser próspero e bem-sucedido na missão que Deus lhe dá.
Prof. Dr. Marcos
http://blogdafe2008.wordpress.com

Julio Severo disse...

Olá, Marcos! Se o fato de ele ter apoiado Lula duas vezes não o torna socialista, eu não sei o que dizer. Mas veja esta citação da mídia: "O deputado Robson Rodovalho (DEM-DF) e Sílvio Costa (PMN-PE) trabalham juntos para fundar um novo partido, o PSL (Partido Socialista da República)". A fonte está aqui: http://www.linearclipping.com.br/detran/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=1&codnot=836890

Será que o fato de um evangélico ajudar na fundação de um partido socialista também não o torna socialista?

Carlos disse...

O artigo "Não quero o direito de ser homofóbica", da Bráulia Ribeiro, foi publicado inicialmente no site da Ultimato, em março de 2007. Ela havia publicado um outro ("Barraco ideológico") na edição de novembro/dezembro de 2006, época em que foi aprovado na Câmara dos Deputados o PL 5003/2001, que no Senado recebeu o nome de PLC 122/2006, popularmente conhecido como "lei da mordaça gay".

Ambos podem ser lidos no site Liberdade de Expressão, http://liberdadedeexpressao.multiply.com

Carlos disse...

De qualquer forma, é bom frisar que, se aprovada, os malefícios da lei anti-"homofobia" vão atingir não apenas as pessoas cristãs ou religiosas, mas TODAS AS PESSOAS. Médicos, psicólogos, profissionais da saúde, jornalistas, escritores, advogados, professores, donas de casa, pais de família, todos, terão de andar "pisando em ovos", tomando cuidado com cada palavra ou ato que possa desagradar a um homossexual ou ativista gay. Pois absolutamente TUDO que lhes contraria, já sabemos, é "preconceito", "discriminação", "homofobia", e, portanto, será crime grave, punível com multa e cadeia.

Até mesmo quem informa alguma coisa óbvia e bem constatada (a grande incidência de AIDS entre homossexuais, por exemplo) hoje já corre o risco de ser linchado, física ou moralmente, pela militância gay, e, amanhã, poderá amargar um tempo na cadeia. O objetivo de projetos de lei como o PLC 122/06 é esse mesmo: instaurar censura e intimidação, por meio de um verdeiro terror gayzista legalizado.

Anônimo disse...

Olá Júlio Severo, de fato você está numa situação semelhante a do apóstolo Paulo que sofreu dura perseguição e ao fim morreu em residencia. Sobre dona Braúlia, há muito que venho percebendo suas posições radicalmente anti-cristã, e as vezes escrevo alguns comentários rebatendo os mesmos, mas no veículo errado. Neste quero dizer, ou melhor lembrar que essa senhora até já acusou genericamente todos os pastores de adúlteros e que alguns possuiam verdadeiros haréns. Lamentávelmente ela não deu nomes aos bois. A respeito desta questão de homofobia, não é surpresa,que ela tome esta posiçao dúbia esdrúxula.A quetão aqui é muito simples de explicar: a cartilha desta gente é Marxista,liberal, feminista( a favor do divórcio e casamentos sucessivos, aborto), e humanismo Racionalista, além de adéptos do ecumenismo, e pastoras no ministério.Basta lermos o que esta senhora e gente que comungam das mesmas idéias escrevem. Severo o irmão está peregrinando pelo mundo por amor a verdade, os outros que se dizem cristãos, certamente estão comendo o caviar financiado pelas trasnacionais que os financiam.Que te abençõe ricamente. Carlos Firme

Joide Miranda disse...

JÚLIO, estamos com você, com Claudemiro Soares, com Rozângela justino e todos aqueles que lutam contra A AGENDA GAY, sem medo de se possível perder até a cabeça como aconteceu com nosso irmão JOÃO BATISTA, se quiserem nos chamar de homofóbicos que chamem, mas vamos lutar, gritar em alta voz, testemunhar que há uma saída e esta saída é JESUS CRISTO. Sou prova desta VERDADE, estive homossexual por mais de 20 anos, fui travesti e encontrei a 18 anos atrás A SALVAÇÃO, A CURA E A LIBERTAÇÃO EM CRISTO, sou um HETEROSSEXUAL completamente FELIZ COM MINHA VIDA EM CRISTO E MINHA VIDA familiar, DEUS ME PRESENTEOU A 11 ANOS COM UMA ESPOSA LINDA E MARAVILHOSA e hoje juntos lutamos incessantemente contra a oposição que insistem com o dogma que uma vez gay sempre gay (como disse nosso amado irmão Claudemiro à reportagem da SBT). FICO FELIZ EM SABER QUE NÃO ESTAMOS SOZINHOS NESTA BATALHA, que temos "irmãos corajosos" a frente desta guerra, quantos aos outros que tentam se salvar jogando o irmão na cova dos leões, dará contas a DEUS. UM ABRAÇO desse seu novo amigo e irmão em Cristo, JOIDE MIRANDA - conto conosco(NOSSO BLOG www.joidemiranda.wordpress.com )

Anônimo disse...

Homofobia é um factóide.

Durante anos, de 1985 a 1995, trabalhei em uma grande agência bancária onde tínhamos dois colegas homossexuais notórios, não daqueles agressivos, mas gente que se vestia normalmente e respeitava os colegas. Jamais ví ou ouví uma única agressão, palavra enviesada, zombaria ou desrespeito a eles.

Creio que a maioria dos colegas debatedores pode contar casos assim. Pois bem, essa estória de "homofobia", "genocídio homossexual", e baboseiras que tais está cansando. É muita mentira, muita palhaçada, os canais de tv apresentando cristãos como se fossem grupos de extermínio contra homossexuais. Hoje, todos os heterossexuais se pelam de medo de afirmar o óbvio: Não fazem sexo com alguém do mesmo sexo por quem têm nojo. Acaso o nojo é uma agressão? Cada pessoa tem seus nojos, tenho nojo de comer baratas, tenho nojo de transar com um homem. Não sou criminoso pro causa disso!!!

E o pior é que estão querendo usar esse factóide para deixar as crianças nas mãos de abusadores.

Essa armação todo não foi feita pelos homossexuais. Tem havido homossexuais em todos os países, ao longo de toda a história mas, via de regra, ficam na deles. Quem inventou essa armação todo foram os petistas.

Quando o povo acordar, e perceber a roubada, vai dar o troco. Os homossexuais deveriam sair dessa, e deixar os pedofilos e os petistas seguraram a barra.

Pois eu temo que, quando o povo acordar, se volte injustificadamente contra homossexuais tranqüilos, como aqueles meus colegas. A essa altura, esses caciques petistas, que inventaram esse factóide, estarão gozando o dinheiro que roubaram, em alguma ilha ensolarada.

Aprendiz disse...

Tem gente afirmando "quem bate em homossexual, merece ir para a cadeia".

Vou propor uma lei melhor ainda "quem agredir fisicamente qualquer pessoa, sofrerá as sanções tais e tais". Mais democrático, não?

OOps, mas tal lei já existe. É sim, gente, podem verificar, está lá no código penal, artigo 129 -"Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano."

E, pelo que ouví, existem leis semelhantes em outros países!!! Rapaz, vivendo e aprendendo...

QUANDO É QUE OS AUTO-VITIMISTAS VÃO PARAR COM ESSA LOUCURA DE QUEREREM LEIS SÓ PARA ELES ????

As leis devem proteger as PESSOAS!!! TODAS ELAS!!! E devem ser iguais para todos!!!

Ielton Isorro disse...

Prezado Cristão Revoltado,

doravante, permita-me chamá-lo de irmão Isaias.

Fiquei positivamente admirado com sua última postagem, dada a maneira como foram colocados os argumentos.

É legitimo seu o direito de se posicionar contra tudo o que tenta reprimir ou suprimir a opinião e o arbítrio, de quem quer que seja e por isso estamos juntos nesse coro. Não queremos ditadura de qualquer espécie.

Cá do meu jeito, compartilho do seu sonho de "militância cristã" e por isso trabalho na minha comunidade, como sei que outros pastores trabalham nas suas, para contribuirmos na formação de cristãos que possam ser cidadãos, que reunam condições de ocupar, dignamente, qualquer cargo público ou privado. E quiçá tornarem-se políticos que possam ser chamados de cristãos, não apenas na legenda e não apenas para defender os interesses da igreja ou de qualquer outra organização (famoso clientelismo), más do povo, que de fato é quem os paga para isso, independente de cor, raça, sexo e religião.

Tive o prazer de conhecer de perto alguns cristãos políticos que reúnem essas características e apresentam maturidade suficiente para se conduzir dessa forma. Lamentavelmente fazem parte de uma minoria e por isso, apesar de concordar com a sua terceira opção, lamento que no momento, ela não seja plenamente factível, más continuemos pregando e ensinado o evangelho para que um dia seja, ou que Jesus volte, o que acontecer primeiro.

É isso aí:"Sem guerra, más sem rendição" uma vez que "...as armas da nossa milícia são poderosas em Deus"

Para sempre em Cristo

Ielton

Benedito disse...

Ielton e Adriano, acompanhei a discussão em silêncio mas não pude deixar de notar que, desconstruindo o texto da Bráulia, vocês fizeram parecer que ela defendeu a Igreja e atacou o pecado. Vocês fazem isso em prejuízo da Bráulia (que precisa se arrepender), em prejuízo da JOCUM (que está cada vez mais distante da Igreja), em prejuízo da Igreja (que começa a pensar que a Bíblia precisa ser reescrita) e ainda em prejuízo de vocês mesmos, porque se desautorizam para falar em nome de Deus quando falam, um pelo corporativismo, e outro pelo conforto.

Vocês podem derramar todo o palavrório que quiserem e, eventualmente, até calar a outros, mas não podem evitar o prejuízo que o texto está produzindo.

Ielton Isorro disse...

Prezado irmão Benedito,

Bem vindo à nossa conversa.

Respeito, porém não aceito os seus pontos de vista, por dois motivos: Primeiro, por que não entendo que o nosso objetivo aqui(ao menos, não é o meu) seja calar uns, diminuir prejuízos de outros, ou defender a irmã Bráulia ou a JOCUM, pois estes, se precisarem, têm alguem infinitamente maior que eu e que o nosso irmão Adriano, para isso. Antes, venho aqui discutir idéias, externar e conhecer pensamentos e opiniões, lembrando que estes são sempre menores em importância do que as pessoas. Consciente de que aos expomos as nossas opiniões, nos comparamos e nos expomos aos mesmos riscos dos artistas que sobem aos palcos da vida, dispostos a mostrar um pouco de sí para desconhecidos, sujeitos a vaias de uns ou aplausos de outros, porém, vaias e aplausos também "...concorrem juntamente para o bem dos que amam a Deus"
Segundo: Como o papel que me foi dado é o de pastor em igreja evangélica, tenho afirmado, como pode ler em todas as minhas participações, que continuarei pregando e ensinando o Evangelho do Reino, como nos foi, não autorizado, e sim ordenado. Se chegamos ao ponto em que isso for optar "pelo conforto", ou, for pouco frente a todo e qualquer mal proposto pelo diabo contra nós, não é a Bíblia que precisaria ser reescrita, más a nossa fé que necessitaria de renovo e a nossa base doutrinária de revisão. Pois ainda "... o Evangelho de Cristo é o poder de Deus para salvação..." RM 1:16

Mais uma vez: Bem vindo ao "palco".

Em Cristo

Ielton

renato.u.souza@gmail.com disse...

Pr Ielton e Adriano

Vocês deram voltas em torno do ponto central, (evitando cuidadosamente) da crítica do Júlio Severo ao texto de Bráulia.

Ela considerou como verdadeira a afirmação do movimento gay de que os evangélicos estariam numa "cruzada" contra o gays. Ocorre que tal afirmação, com a qual Bráulia concordou implicitamente (eu lí o texto e pareceu claro para mim) é falsa. Não há ativismo evangélico no sentido de interditar legalmente, ou judicialmente o comportamento privado de pessoas adultas. Também não há violência física de evangélicos contra homossexuais. A pregação evangélica é totalmente na base do convencimento. Ao admitir uma acusação falsa contra a igreja, ela alinhou-se com os caluniadores da igreja. Ela colocou-se na mesma situação dos autores de novelas que pintam evangélicos com se fossem comandos de caça aos homossexuais. É tão grosseiramente falso, que é ofensivo à inteligência, além de ser calúnia e difamação.

Braulia deve arrepender-se por isso, mas vocês dois, dando voltas e voltas, querem obscurecer esse ponto central da crítica de Júlio Severo a Braulia.

Ielton Isorro disse...

Olá irmão Renato, Paz seja contigo!

Garanto-lhe que não há eufemismo, da minha parte, como vc quis dizer.

E realmente, concordo com vc, não há, ainda,no Brasil um movimento evangélico formal e articulado contra o ativismo gay e que queiram prejudicá-los, como eles afirmam existir e como é nos Estado Unidos, por exemplo.

Há sim, e todos sabemos disso, grupos de crentes que se pudessem fretar uma espaçonave e enviar os homosexuais para Plutão, já o teriam feito, porque querem esse pessoal longe de suas congregações, não disfarçando o nojo que sentem, por eles.

Permita-me compartilhar uma experiência:
Tivemos que lidar com um par de lesbicas, que começaram a frequentar uma comunidade onde trabalhei. Na ocasião, inédita para mim, tive que pedir graça a Deus, pois estava diante de duas vidas que ele ama e não poderiamos, por causa de nossos pre ou pós-conceitos, perder a oportunidade de falar do seu amor e de tornar claro para elas que o Deus que estavam procurando não concordava com a união carnal delas, e para falar isso precisaríamos de sabedoria e amor. Muitos crentes da igreja na ocasião acharam que elas haviam ido para nos provocar e que começariam a trocar beijos no meio do culto e que deveríamos por elas para fora antes que isso acontecesse, o que seria uma atitude homofóbica. Confesso que também ficamos receosos, más, friamente pensando, isso também poderia acontecer com um casal hetero de visitantes e nós repreenderíamos pedindo o decoro necessário para a ocasião ou que se retirassem, logo, com aquele par não seria a mesma coisa?
Caro Renato, conversando com elas, descobri que foram a igreja pois estavam vivendo um conflito em relação ao sentimento que tinham uma pela outra e queriam ouvir um conselho. Ouviram. Uma delas voltou e disse que queria lutar contra aquele instinto, queria ser uma mulher normal e se havia como nós a ajudarmos. A outra não voltou mais.
A partir dessa experiência, resolvi que deveria melhorar muito o meu coração para cumprir o meu chamado, e não me deixar envenenar pelo discurso de quem não gosta de gay, que ouvi durante a minha vida inteira.

Tanto a pessoa, que junto com parte da sociedade, quer a liberação da maconha, más vai na igreja pedir oração para diminuir um pouquinho o baseado, quanto, esses rapazes e moças que pedem a liberação do casamento gay, más que poderiam ir à igreja para pedir orientação sobre os seus conflitos e ouvirem a Palavra, ao ouvirem um discurso ácido contra as suas práticas se distanciam de nós. Essas duas que atendemos, por exemplo, relutaram muito em nos procurar por causa disso, não sabiam como íamos recebê-las. O que estamos fazendo para que eles pensem assim??!!

Do meu ponto de vista, a principal questão em discução não é se e o Estado casa ou não casa, se a homofobia é crime ou contravenção. Para mim (e essa é a minha opinião) o que deveria estar no centro da discussão, em nosso meio, é o cenário que está sendo pintado onde a igreja passa ser vista por eles como inimigos, e lugar de gente que não gosta deles, como a mídia quer vender e que recebe munição para isso de alguns despreparados para lidar com o assunto e que se dizem representantes dos evangélicos, frente a cameras de tv e holofotes querendo ajudar a igreja e de olhos nas urnas, é claro. Talvez esses é que devam buscar arrependimento, más cabe a os que os pastoreiam ajudá-los nisso.

Algumas dessas condutas infelizmente têm afastado vidas sedentas, não só da minha, más de todas as igrejas. Em defesa dos nossos direitos e conforto, corremos o risco de jogar o bebê junto com a água da banheira. Deus detesta o homosexualismo, más ama o homosexual e nesse momento o nosso desempenho poderia ser melhor em comunicar isso.

Me perdoem se as minhas convicções, em alguns pontos, possam ser diferentes das vossas.

Agradeço ao irmão Júlio Severo, pela paciência e por ter postado o comentário que fiz sobre essa matéria e as várias respostas aos que me questionaram, ainda que as vezes elas não estejam alinhadas a com a opinião dele.

Em Cristo

Ielton

Aprendiz disse...

Caro Pastor Ielton

Compreendo seu ponto de vista. Mas continuo não concordando em vários pontos:

1. Você parece acreditar que nos EUA há um movimento articulado de ódio aos gays por parte dos evangélicos. Nunca soube disso, e sinceramente, não parece-me crível. Já considerou a possibilidade de você estar simplesmente enganado sobre isso?

2. Você fala que "a principal questão em discussão não é se e o Estado casa ou não casa, se a homofobia é crime ou contravenção".
A não ser num estado totalitário, "homofobia" não pode ser crime nem contravenção, simplesmente por que o que chamam de
"homofobia" é nojo, desagrado ou discordância do ato homossexual. Ora, nojo, desagrado ou discordância não podem ser crimes (embora possa-se imaginar que alguém possa chegar a crime por causa disso, e certos homossexuais estejam sempre a fantasiar sobre issso).

3. Você diz: "Muitos crentes da igreja na ocasião acharam que elas haviam ido para nos provocar e que começariam a trocar beijos no meio do culto e que deveríamos por elas para fora antes que isso acontecesse, o que seria uma atitude homofóbica. Confesso que também ficamos receosos, más, friamente pensando, isso também poderia acontecer com um casal hetero de visitantes e nós repreenderíamos pedindo o decoro necessário para a ocasião ou que se retirassem, logo, com aquele par não seria a mesma coisa?"
Discordo também nesse ponto. Se aprovada a nova lei como proposta, haverá diferença sim entre um casal hetero e um homo. Aquele poderá ser repreendido, este não.

4. Você diz: "Há sim, e todos sabemos disso, grupos de crentes que se pudessem fretar uma espaçonave e enviar os homosexuais para Plutão, já o teriam feito, porque querem esse pessoal longe de suas congregações, não disfarçando o nojo que sentem, por eles."
Percebo, em parte isso, mas analiso a questão de forma bastante diferente de você. Muitas igrejas são ambientes de pessoas de vida razoavelmente estruturada. Tais pessoas rejeitam a convivência com pessoas de comportamento mais grosseiro, vindos de grupos marginalizados. Concordo com você que isso não é bom. Mas não vejo nisso uma questão específica sobre homossexuais. Da mesma forma que estes, seriam rejeitados por muitos: os drogados, os bandidos, as prostitutas e, em algumas igrejas, até os pobres. Não é uma questão de "homofobia" x "não-homofobia". É uma questão de conforto (evitar pessoas possivelmente problemáticas) x amor (envolver-se com as pessoas problemáticss). Portanto, o problema existe, mas não é tão específico como você entende.

Cristão Revoltado! disse...

Eu percebo que persiste uma certa confusão em relação ao entendimento dos termos "homossexual" e "ativista gay", por parte do Pastor Ielton.

Como bem definiu Olavo de Carvalho os ativistas "gays" (ou "gayzistas", como ele chama) podem tanto ser homossexuais quanto HETEROSSEXUAIS, porque o ativismo pró-gay é POLÍTICO e está intrínsecamente ligado às forças de esquerda, a outros "movimentos sociais", tais como o feminismo e o abortismo e às ONGs. Um grande exemplo de gayzista heterossexual, segundo o próprio filósofo, é o Lula.

Por outro lado, nem todo homossexual é um "gayzista". Um grande exemplo deste caso é Clodovil Hernandez, que nunca foi simpático à militância gay e que, por esse motivo, sempre hostilizado pelos verdadeiros gayzistas.

Portanto, volto a dizer o que já falei em comentário anterior: é necessário percebermos em que campo estamos lidando - o político, ou o religioso.

Acho inútil ficarmos aqui repetindo para nós mesmos uma coisa que até os ativistas gays estão fartos e cheios de saber: que Deus e os cristãos amamos as pessoas dos homossexuais, só não podemos aceitar as suas práticas pecaminosas.

Também não creio na existência de uma suposta militância cristã contra os homossexuais, mas defendo, integro e reitero o ativismo cristão contra o movimento gay organizado, que haje conjuntamente às correntes político-ideológicas esquerdistas e que defende o aborto, o ateísmo militante, a imposição cultural e política do homossexualismo, o feminismo e, obviamente, a implantação do comunismo à nível global.

Wellington disse...

Oi Julio.
Saudações Maringaenses.
Vimos através desta, esclarecê-lo, bem como a seus leitores, quanto à alguns equívocos relacionados à interpretação da matéria escrita pela Bráulia Inês Ribeiro na revista Eclésia, comentada em seu blog.
O primeiro deles: A Bráulia não é diretora nacional da JOCUM, como erroneamente foi publicado pela referida revista e comentado em seu artigo em 13 de Agosto/2009. (Um erro que esperamos poder ser reparado pelas partes em tempo oportuno).
O segundo: A Bráulia é amada, respeitada e querida por todos nós, mas, não representa isoladamente, e nem escreve seus artigos como porta voz da JOCUM. Ela fala e assina por si mesma. Portanto, seus artigos são de sua inteira responsabilidade. Aliás, nenhum membro da JOCUM é isoladamente representante oficial da missão em qualquer matéria ou assunto com implicações ao nível do interesse de todos os membros.
As resoluções gerais da missão são tomadas por uma diretoria nacional composta por representantes de todas as nossas bases operacionais. O tema deste artigo não foi assunto de pauta em absolutamente nenhuma de nossas reuniões. Portanto, não traduz um pensamento de consenso e nem é uma posição oficial da Missão.
À luz deste esclarecimento, solicitamos ao irmão a gentileza de corrigir em seu texto a errônea afirmação de Bráulia ser a diretora nacional da JOCUM, bem como, as citações e as conclusões sumárias quanto à posição da JOCUM sobre o tema discutido. Caso contrário, os danos morais e materiais, já resultados à instituição e aos muitos Jocumeiros que servem ao Senhor dentro e fora do território nacional, poderão vir a ser incalculáveis. O alcance de seus comentários pode estar sendo bastante mais abrangente do que voce imagina.
Encorajamo-lo desta forma, a reatar o diálogo com a Bráulia e assim sanar esse mal entendido. Com toda certeza é hora de unirmos forças e não de fragmentá-las.
Lamentamos o ocorrido, e colocamo-nos à disposição para sanar qualquer outro eventual mal entendido relacionado a este ou a outros tópicos.
Temos a certeza de que oportunidades assim poderão contribuir para o crescimento e amadurecimento de todos nós.
Sua luta, assim como a de todos nós, é justa e necessária. Andemos então em unidade e respeito mutuo.
Deus o abençoe!
Fraternalmente,
Wellington Oliveira
Pela Diretoria Nacional da JOCUM- BRASIL
23 de Agosto de 2009

Ielton Isorro disse...

Prezado Aprendiz, a Paz do Senho. Vou seguir a sua numeração:

1 - Várias igrejas evangélicas do sul dos Estados Unidos, sempre foram muito articuladas tanto nas questões da cor de pele como nas de opção sexual, lá é muito claro que "negros e bichas não são bem vindos" em alguns lugares essa atitude é velada em outros não. Sempre foram e continuam politicamente ativas em seus estados. Más, não escrevi que "há um movimento de ódio" e nem tenho o direito de julgar isso. Acho, que estas igrejas estão apenas lutando por aquilo que acreditam ser os seus direitos. Há quem concorde com eles e quem discorde. Tenho amigos que fizeram visitas recentes naquela região e o "clima" está esquentando muito por lá. Noticias logo chegarão e pelo histórico, infelizmente não serão boas.

2 - Concordo que o nojo não seja crime. E posso sentir nojo de coisas, de fatos, de idéias e até de atitudes. Não concordo que possa ser sentido em relação à pessoas. Não quero ter o direito de sentí-lo por ninguém, pois, negaria o meu chamado.

3 - No tempo que esse fato ocorreu, a lei ainda não estava sequer em discução. E sei que a proposta é essa e se aprovada dessa forma é mais uma parte da lei que desobedecerei, se necessário.

4 - Engano. Não vejo essa distinção apenas com homosexuais.Já vi rapazes da igreja rejeitando a presença de um moço recem-convertido que ainda tinha os seios de silicone; Como, já vi prostitutas serem tiradas da rua e as irmãs por se sentirem ameaçadas quererem mudar de igreja, preocupadas pelo fato de seus maridos sentarem no mesmo banco; Rapazes vindos de prezídios causaram peocupação de mães por causa da convivencia com os adolescentes da igreja e preferiam não levá-los aos cultos enquanto não fosse "seguro". Em fim, já vi várias vezes o bonito e poético discurso de amar o próximo, na prática ir por água abaixo, pois o amor envolve riscos, que poucos querem correr. Pois, só "O verdadeiro amor lança fora todo o medo"

Em Cristo

Ielton

Julio Severo disse...

Estimado irmão Wellington, por favor dê-me algum tempo para responder, pois neste exato momento estou uma longa viagem, mas não é de turismo.

Ielton Isorro disse...

Ao Cristão Revoltado.

Paz, prezado Isaias.

Não faço confusão, não. Percebo que a questão gay e os direitos de cidadania que eles buscam, bem como o direito da igreja, são muito úteis para os interesses de alguns.

Você não acha que tem gente aproveitando a onda e jogando mais gasolina na fogueira? Eu acho!

Explico: Vejo uma turma querendo se promover, e capitalizar votos, de um de um lado e de outro dessa "briga".

Do lado de lá vejo gente (os tais gaysistas, inclusive heteros) afirmando mentirosamente que a igreja é homofóbica, e levantam uma bandeira de defensores dos homosexuais e de seus direitos, insuflando um movimento revoltoso dos homosexuais, muitas vezes gente simples e manipulável, contra a igreja. Percebo, o posicionamento da maioria dos que escrevem nesse blog contra essa turma. E contem com meu apoio, temos que desmascará-los.

Por outro lado, vejo o mesmo tipo de gente oportunista, porém levantando a bandeira de defesa dos evangélicos. E, para essa turma, quanto pior melhor, ou seja: quanto mais essa briga durar e quanto mais feia ela for, mais esse pessoal vai capitalizar atenção de gente simples e manipulável, dentro da igreja. Contra esses me posiciono eu, trabalhando para que as pessoas que ajudo a pastorear não se tornem em massa de manobra política de ninguém, para isso os estimulo a pensar, pois se não o fizerem alguém o fará no lugar deles. Quando tivemos uma bancada evangélica mais expressiva para representar a igreja, deu no que deu (Máfia das Ambulâncias ou sanguessugas, lembram?? Que vergonha!!)

Como você pode vê, vejo que há interesses políticos, porém, por essa ótica imparcial.

Se não leu ainda, aconselho o Príncipe de Maquiavel. Tudo isso está lá. E essa turma (tanto de um lado qto do outro) segue à risca os conselhos da carta escrita para o príncipe, para quem não existiria situação desfavorável.

No campo religioso, se escrever mais serei redundante, porém me permitam ponderar:

Não há ódio dos evangélicos pelos homosexuais (homofobia), se houver é pontual e não reflete a opinião geral da igreja, como querem afirmar.

De outro angulo, ninguem vai me convencer de que há filas de gays fazendo questão de casar na AD Belém, Madureira ou na Deus é Amor, por exemplo (na católica, talvez). Eles terão para isso a Acalanto a AthosGLS entre outras comunidades "evangélicas" que os acolherão e aceitam que continuem com as suas práticas, segundo uma teologia neo-liberal desenvolvidas para esse fim (só não podem deixar de dar o dízimo, é claro), assim como outras seitas oriundas da igreja evangélica desenvolveram as suas próprias telogias. Paciência... Outras piores virão. Gastemos nossas energias em combater a entrada delas em nossas comunidades, uma vez que pouco poderemos fazer para impedir que essas igrejas sejam fundadas e que as pessoas às sigam.

Voltando a questão política, no tocante a esquerda ter interesse nisso ou naquilo, lembro-me que na minha juventude (e não faz muito tempo rsrsrs) a direita estava no poder, ela era o governo e eu me entusiasmava com o discurso da esquerda. Depois desses tempos de esquerda no poder, estou chegando a conclusão que não existe discurso de esquerda ou de direita. Existe discurso de quem está no poder, discurso de quem está à sombra dele e discurso de quem está fora. O jogo político é podre (maquiavélico, livro que torno a sugerir para quem quer entender mais de política) e o cristão que está envolvido nessa peleja não pode apodrecer junto.

É sempre um prazer, compartilhar as minhas opiniões convosco.

Em Cristo

Ielton

Oliveira Jr disse...

Ielson disse:"Depois desses tempos de esquerda no poder, estou chegando a conclusão que não existe discurso de esquerda ou de direita. Existe discurso de quem está no poder, discurso de quem está à sombra dele e discurso de quem está fora".

De fato, a questão não é essa. A política é a ação dos homens entre os homens. O problema maior, que passou de relance nos comentários, é que o socialismo tem como meta a destruição dos valores judaico-cristãos. Usam palavras diferentes: burguesia, imperialistas, fundamentalistas, teóricos da conspiração, retrógrados (em oposição a progressistas) e outras. Gramsci entendeu que a cultura judaico-cristã era o impedimento para o avanço do socialismo no mundo. Traçou estratégias claras para derrubá-la. P.ex: propor algo abominável num local respeitável. Uma prova recente está aqui: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3938513-EI14204,00-O+show+da+fe+e+suas+implicacoes.html
O autor é do IDEC. Depois disso, ao invés de as pessoas reagirem como faz Julio e outros, contemporizam com o inimigo, procurando um consenso. Isso é o mesmo que negociar com o diabo e esperar que ele se converta. No consenso ambas as partes cedem um pouco. Enquanto os cristãos cedem seus absolutos, o inimigo pode ceder qualquer coisa, desde que o cristão perca. Por isso é necessário mantermo-nos firmes na fé, pois a guerra não é carnal. E digo mais: mantermo-nos firmes na fé, avançando, não parando para discutir opiniões. Já está passando da hora de dizermos ao nosso inimigo:-É melhor você fugir porque eu não vou parar de avançar. Tenho firmemente comigo que, se a igreja não buscar entendimento no Senhor e calar, a apostasia virá. Depois dela, virá o iníquo e a Grande Tribulação. Só que, ao contrário do que muitos pensam, a igreja estará lá, exceto a Filadélfia. Porém, como no caso de Ezequias, ainda podemos orar e pedir ao Senhor que retarde esse tempo. Em seguida, agirmos na defesa da nossa fé, que de uma vez por todas foi dada aos santos.

Aprendiz disse...

Quem estranha o governo lula e acha que "não existe esquerda", nunca entendeu o que é esquerda.

Vou colocar de maneira bem clara: Há quatro pontos fundamentais da "teoria marxista" que nunca foram cridos pelos verdadeiros implantadores do marxismo:

1. Que numa economia não socialista, a pobreza aumentava constantemente, até que o "povo" faz, naturalmente a revolução. Marx, quando escreveu isso, tinha diante de si dados que provavam que a pobreza diminuía na Inglaterra, como de fato diminuiu extremamente, todo o tempo em que não houve guerra. Portanto, Marx sabia que o sistema econômico inglês não estava produzindo pobreza cada vez maior, e que o "povo" não faria revolução nenhuma.

2. Que a economia socialista é mais eficiente. Os financiadores da revolução bolchevique sabiam que isso não era verdade, e os governantes soviéticos descobriram logo nos primeiros anos. Socialismo provoca miséria.

3. Que socialismo é uma libertação. Os verdadeiros donos do socialismo, e todos os seus proponentes mais graduados, sempre souberam que socialismo é engenharia social levada a extremo, produzindo uma consciência totalmente artificial e mantendo o poder pela escravidão total do povo.

4. Que o socialismo leva a um estado cármico chamado "comunismo" no qual não haverá estado. Da escravidão total do povo pelo estado, não pode ser gerado o fim do estado e todos os "senhores" mais importantes do socialismo sempre souberam disso.

Portanto, para analisar o atual governo brasileiro, devemos entender o verdadeiro socialismo: Os meios são os fins e os fins declarados, são a ilusão usada como meio.

As pesssoas que não entendem isso, não são capazes de entender a história recente.

Ielton Isorro disse...

Prezados Aprendiz e Oliveira Jr.

Primeiro a questão política:

Todo ponto de vista, é mesmo a vista de um ponto. Por isso existe a dialética. Por onde questões são discutidas há séculos e não são esvaziadas, nos contextos teológico, filosófico, político, econômico e até nas ciências exatas. O que não invalida os pontos de vista e nem a discussão deles, como fazemos aqui. E, obviamente, acabam ocorrendo pontos de tensão que são nelvragicos, porém nessa hora cabe resiliência.

Não defendo essa "esquerda" brasileira, com a qual eu e milhões de brasileiros estamos decepcionados, e (confesso) nos sentindo iludidos pelo populismo demagógico exacerbado.
Porém, também não tenho estômago para defender a "direita", uma vez a minha geração cresceu sob seu modelo político, edificador desse monumento mundial à miséria, sob o qual vive esse País.

O problema é que naquela época, em que a direita era a situação, o discurso da esquerda era maravilhoso. Hoje, com os papeis invertidos, é o da direita que ecoa como outroa ecoava o da esquerda, com solução para tudo. Por isso, estou cada vez mais convencido do que afirmei antes:"Depois desses tempos de esquerda no poder, estou chegando a conclusão que não existe discurso de esquerda ou de direita. Existe discurso de quem está no poder, discurso de quem está à sombra dele e discurso de quem está fora".

Assim sendo, não seria simplista, por demais, alguem afirmar que a "esquerda" é do diabo e a "direita" é de Deus? Uma vez que outrora era ao contrario, teriam eles (Deus e o diabo) mudado de ideologia? Ou, tornando a citar Maquiavel, as forças políticas é que, por interesses, se alinham com as circunstâncias que lhe parecem favoráveis? Ajustando a isso discursos de direita ou de esquerda, utilizando para tanto os mais absurdos contorcionismos e manipulações, como temos visto nos três poderes. Voltando a Bíblia, os fariseus e saduceus, também não usavam esses mesmos expedientes?

Quanto a questão da igreja e os meios de comunicação, fiquemos tranquilos não vai acontecer nada, pois "as armas da nossa milícia são poderosas em Deus", más também em televisão, rádio, internet e se precisar de uma forcinha na articulação política, só para garantir, também estamos ficando bons nisso. Acho maravilhosa a lembrança do irmão sobre a igreja de Filadelfia, más é bom dar uma olhadinha, também, na de Laodicéia, o alerta que está lá é dolorido, más, não pode ser desprezado, como reforça o "Quem tem ouvidos ouça...".

Em Cristo

Ielton

Aprendiz disse...

Prezado Pr Ielton

Quando o discurso da esquerda foi maravilhoso? "Naquela época" o modelo da esquerda era a URSS que já havia assassinado mais de 30 milhões de pessoas. Ou a China, que já havia assassinado mais 60 milhões. Quem achava maravilhoso, ou era idiota útil, ou profundamente malicioso.

Direita, como a própria esquerda definiu, é toda oposição, real ou imaginária a seus objetivos (que sempre foram genocidas). Ora, opor-se a genocídio nunca é crime em si, mesmo que entre os opositores de um plano genocida existam pessoas que cometem outros crimes.

Se direitismo é oposição ao totalitarismo total e genocida pretendido pela esquerda, o direitismo em si não pode ser objetável. E pela própria definição que a esquerda deu de "direita", não pode haver definição de uma ideologia de direita, nem de um pensamento típíco de direita, pois qualquer oposição ao totalitarismo da esquerda é direita e essa oposição pode ter qualquer motivação moral, ideológica ou pratica.

Outro ponto que talvez não tenha sido compreendido, é que a esquerda sempre defendeu que conforme as conveniências, se utilizassem das seguintes práticas:

1. Associação com criminosos;
2. Incentivo à corrupção;
3. Incentivo à degradação moral;
4. Patrulhamento e exclusão de não concordantes
5. Calúnia e difamação;
6. Fraude;
7. Perseguição, tortura e prisão;
8. Assassinatos;
9. Engenharia social;
10. Genocídio.

Nada há de novo na forma de agir do PT. Se você pensa o contrário, nunca conheceu suficientemente bem a literatura esquerdista (e não só conceitos falsos para consumo externo). O PT é o que pretendia ser, desde o início.

Ielton Isorro disse...

Prezado Aprendiz,

Eu prefiro não emitir e não concordar com juízos de valor, tais como "idiota útil" ou "profundamente malicioso", pois os nosso irmãos, que compartilham ou compartilharam com as idéias da esquerda, não merecem esse rótulos, ao meu ver, desrespeitosos. Na época eles eram estudantes (como eu) ou profissionais liberais, que víamos e viviamos as 10 práticas atribuídas à esquerda, sendo executadas pela direita que governou o
Brasil de 1964 até o fim dos anos 80, pelo que pagamos a conta social até hoje.

Não estou afirmando que estão equivocadas as afirmações com relação as praticas do comunismo oriental, os fatos comprovam essa verdade. Da mesma forma que a história recente da America Latina, também comprova que do lado de cá era a direita quem fazia esse papel, através dos caudilhos, chilenos, paraguais, uruguaios, venezuelanos, brasileiros...
Então, há que se ter mais cuidado, quando se acusa de "idiotas" ou "maliciosos" as pessoas que viam na esquerda a alternativa para aquela situação. Uma vez que estes também, pelos mesmos motivos, poderiam emitir tal juizo pelos que se alinharam à direita.

Alguém pode defender os absurdos que a direita promoveu nessas décadas, alegando proteger o ocidente do comunismo, que queria, entre outras coisas, abolir o direito de propriedade e a criação de um Estado totalitário, onde as pessoas não poderiam fazer escolhas (sequer a cor da roupa, imaginem a tal da opção sexual?). Como, alguém pode também querer fazer o mesmo pela esquerda, que se defendia do tal capitalismo selvagem, o "terrível vilão" que não visava o proletariado em detrimento do patrão e o estimulo ao acumulo de capital por uns poucos, enquanto outros ficariam na miséria.
Ambas as atitudes podem até explicar o que aconteceu, más nunca justificarão as sequelas e as injustiças praticadas de ambos os lados. Anelo por aquele dia em que o Supremo Juiz, pronunciará a sentença para os causadores desses males.

Em Cristo

Ielton

Julio Severo disse...

Prezado Pr. Ielton Isorro

Estou admirado com sua opinião, achando que os que colaboram com uma ideologia que assassinou mais de 100 milhões de seres humanos não podem ser classificados como “idiotas úteis”.

Mas você confessou bem ao dizer: “Na época eles eram estudantes (como eu)...” A maioria dos evangélicos esquerdistas com quem converso tem a mesma resposta: eram estudantes universitários, sendo contaminados por seus professores.

Eu, graças a Deus, nasci pobre. Não tive esse acesso que você e outros comunistados tiveram. E até hoje não entendo como em plena “ditadura militar”, pessoas como você estavam sendo adestradas por professores de esquerda. Sua formação atual, portanto, não veio da Bíblia. Veio pura e exclusivamente de seus professores.

Outra declaração sua, digna de quem foi adestrado pela esquerda: “Alguém pode defender os absurdos que a direita promoveu nessas décadas, alegando proteger o ocidente do comunismo?”

Pr. Ielton, o Ocidente foi sim ameaçado! Quem foi que lhe embotou o cérebro para não ver o óbvio?

A Bíblia diz que os sacerdotes devem saber ensinar a diferença entre o certo e o errado, o santo e o profano e o puro e impuro. Onde está sua visão e capacidade de discernimento?

O regime militar no Brasil não era democracia e não era legal. Era um Estado policial. Mas, graças a Deus, era um Estado policial contra o perigo da esquerda. Eu era pobre e nada sofri. Toda a minha família era pobre e nada sofreu. Você sofreu e ainda quer colocar o rótulo de inocentes em esquerdistas que usavam armas, bombas e matavam?

Tem certeza de que você tem chamado de pastor? Ore a Deus e pergunte a ele se você está no chamado certo.

Nos países comunistas, cristãos eram e são trucidados só por serem cristãos. Eles não usavam armas, bombas e terrorismo. Milhões de pessoas inocentes assim foram exterminados por comunistas. E agora você vem aqui choramingar, tentando dar ar de santidade a algumas centenas de monstros comunistas mortos no Brasil que usavam armas, bombas e terrorismo no Brasil?

Pr. Ielton, não há igualdade nenhuma entre o “terrível” regime militar no Brasil e o regime soviético. No Brasil do regime militar, os cristãos tinham liberdade — falo pela experiência da minha mãe, que se converteu e não teve problema NENHUM. Ela tinha total liberdade de ler a Bíblia, falar de Jesus, etc. Os militares eliminaram poucos comunistas no Brasil. Mas na União Soviética e outros países comunistas, não havia liberdade alguma para ler a Bíblia e cristãos eram mortos covardemente às centenas de milhares.

É uma vergonha que alguns cristãos tenham a covardia de sustentar e defender uma ideologia que derramou o sangue de nossos irmãos. Eles são muito mais do que idiotas úteis.

Que Deus tenha misericórdia dos evangélicos “idiotas úteis” que estão semeando confusão no meio do povo de Deus, antes que venha aquele Dia em que lhes será cobrado o motivo por que eles não usaram sua responsabilidade sacerdotal de ensinar as pessoas a fazer a diferença entre o certo e o errado.

ocristaorevoltado disse...

O jornal russo Sovietskaia Molodio, de 14.2.76 descreve como os comunistas militantes, sob o regime czarista, tumultuavam as igrejas e zombavam de Deus. Para este fim, os comunistas usavam uma versão blasfema do ‘Pai Nosso’:

‘Pai nosso, que estás em Petersburgo (o nome antigo de Leningrado); Amaldiçoado seja o teu nome, Possa o teu reino despedaçar-se, Possa a tua vontade não ser feita, Sim, nem mesmo no inferno. Dá-nos o pão que nos roubaste, E paga nossas dívidas, assim como pagamos as tuas até agora, Não nos deixes cair em tentação Mas livra-nos do mal - a polícia de Plehve (o Primeiro Ministro czarista) E põe um fim neste maldito governo. mas, como tu és fraco e pobre de espírito, poder e autoridade, Fora contigo por toda a eternidade. Amém.’

Ielton Isorro disse...

Prezado Júlio Severo,

Espero que um dia possa ter a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. E algo me diz que algo ainda isso ainda vai acontecer.
Talvez nesse dia o senhor possa conhecer melhor a minha biografia, e as minhas origens, como os que de mim são mais próximos e podem testemunhar do seu engano.
Acho que deixei claro que concordo com todos os 10 pontos apontados pelo "Aprendiz", como sendo crimes da esquerda. Mas, quem tem a "mente embotada" é quem acredita que a direita criminosa do regime militar é inocente e agradecer a Deus por eles terem existido, passa do absurdo. Como também é incabível um cristão argumentar a favor de um regime que promoveu a desumanidade para proteger a minoria rica. Talvez o senhor nunca tenha conhecido alguem que foi torturado pelo DOI-CODI, ou tenha recebido em sua igreja uma mãe ou esposa que perdeu alguem para essa podridão.
Desculpe, más tenho meu

Ielton Isorro disse...

Complementando a resposta ao irmão Júlio Severo. (Perdoe. Acidentalmente, publiquei sem completar o raciocinio)

Por gentileza, não me tenha por inimigo, nem duvide (ou tente desmoralizar) o meu chamado, também não me rotule, pois não é de bom tom e, ao mesmo tempo, me perdoe se em algum momento o precipitei a isso. Se possível, considere apenas que eu o senhor temos opiniões diferentes sobre alguns assuntos, como o senhor e a irmã Braulia têm, e Paulo e Barnabé tinham. Noto que a maioria dos comentaristas concordam com as suas opiniões e talvez eu seja "um estanho no ninho" aqui. Eventualmente não é fácil ter alguns discordando, quando a maioria concorda com quase tudo o que pensamos, porém, creia, nem sempre os que discordam de nós são nossos inimigos, como não sou inimigo seu (e como Barnabé não era inimigo de Paulo, nem Paulo de Pedro, más não concordavam em vários pontos).
Na minha postagem do dia 22/08 o elogiei por postar meus comentários, ainda que fossem contrários aos seus, e mantenho o elogio, apenas me avise se as minhas postagens forem incomodas, pois paro de fazê-las, antes que o irmão torne-se mais belicoso e rotulador, como me pareceu quando tentou formar um conceito a respeito do meu chamado e da minha "formação atual", ainda que o senhor não tenha informações suficientes para tanto. Espero eu, não ter cometido o mesmo erro com o senhor ou com os demais comentaristas, a quem já peço perdão caso o tenha feito.

Voltando ao campo das idéias, que como verão, continuam antagônicas:
Insisto em dizer que não defendo a esquerda e nem a direita, nem fecho os meus olhos para os erros que ambas cometeram. Como também não posso fechar os meus olhos para a resignação da igreja (católica e evangélica) brasileira nos anos 60, 70 e 80, enquanto homens e mulheres eram torturados nos porões da ditadura, as missas e cultos seguiam normalmente, numa postura vergonhosa do tipo "vamos fingir que não estamos vendo, em troca dessa ´liberdade´". Atitude essa, ao meu ver, muito cômoda, uma vez que qualquer um que não concordasse com aquela nojeira era considerado "de esquerda" ou "comunista". Irmão Julio, não sei se o senhor sabe, más muitos "monstros comunistas" morreram assim, enquanto quem devia estar clamando por justiça, calava-se, para ser politicamente correto e não desapontar o regime. Afirmo isso, porque conheço, pessoalmente, pastores que nunca tiveram nada de comunistas e foram presos nos anos 70 por falarem de liberdade e justiça social, pelo que suas lideranças foram acuadas para a igreja se calar, ou seriam fechadas. Então, permita-me reafirmar: É um equivoco achar que a ditaduta foi "boazinha" com a igreja e deu-lhe liberdade. Isso só aconteceu porque a igreja ficou quieta e não DENUNCIOU O PECADO que aqueles governos corruptos e homicidas cometeram, caso contrário a mesma perseguição sofrida na Russia, aconteceria aqui, porém com a "santa" direita no poder, e não a "profana" esquerda. Conveniência é o nome desse jogo, meu caro irmão Julio Severo, conveniência.
Por isso acho maravilhoso quando cristãos como o senhor e os demais que escrevem aqui, levantam a voz e denunciam o pecado; Avisam para o Estado o que a Bíblia ensina; Mobilizam os irmãos para falarem contra o pecado. Isso, para mim, é parte do ser Igreja. Não posso concordar, porém, quando alguns tentam valer-se de imposições, partidarismos ou manipulações e jogos políticos de poder (do tipo toma-lá-dá-cá)para defender os "interesses da Igreja", que não precisa desses artifícios "mundanos" para vencer.

Em Cristo

Ielton

Julio Severo disse...

Prezado Pr. Ielton

Se você disser que o regime militar não era democrático, você estará parcialmente certo. Enquanto os governos comunistas não davam NENHUMA liberdade para nenhum cristão e proibiam todos os partidos políticos, o regime militar brasileiro dava limitada liberdade à oposição política e dava total liberdade de culto aos cristãos. Daí, não existe NENHUMA igualdade entre o regime militar e os governos comunistas, que, repito, matavam milhões de inocentes, enquanto os militares brasileiros mataram apenas algumas centenas de terroristas que mereceram plenamente o destino final que levaram.

Mencionar uma “a direita criminosa do regime militar” é uma estupidez sem tamanho. Embora como cristão eu deva querer um regime político no padrão da justiça de Deus, é inegável que o regime militar literalmente salvou o Brasil de um banho de sangue comunista. O governo militar enfrentava guerrilheiros armados treinados em Cuba, Coréia do Norte, China e outros países comunistas. Esse treinamento já vinha ocorrendo ANTES de os militares tomarem o poder. Isto é, os comunistas já vinham se preparando para tomar o governo do Brasil custasse o que custasse. Veja aqui: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/coreia-do-norte-treinou-guerrilha-brasileira/

Se você conhece a mãe ou esposa de algum comunista que foi torturado ou morto pelo DOI-CODI, por favor, diga a essa mãe ou esposa de sem vergonha que, como brasileiro, exijo meu dinheiro de volta. O governo FHC e mais ainda o governo Lula tem dado recompensas milionários a essas “vítimas” que, além de terem cometido crimes para tomar o governo do Brasil, agora exigem indenizações milionárias à minha custa e à custa de todos os trabalhadores do Brasil.

O Salmo 33:5 diz que Deus ama a justiça e o juízo. Que essa parte do caráter de Deus possa tocar a sua vida, Pr. Ielton.

Estou orando também por você, para que você mude de posição ou então largue o título de cristão, pois é vergonhoso um cristão assumir as posturas que você assumiu, sem mencionar vindas de um pastor.

Julio Severo

Ielton Isorro disse...

Prezado Irmão Julio Severo

Não há a menor dúvida de que "se você for para a esquerda eu vou para a direita" e vice-versa, sem colorações ideológicas, pois o Evangelho não as tem. E no fim tudo passará, inclusive as suas idéias e as minhas, más a Palavra dEle não passará.

Oro para Deus abençoá-lo, juntamente com sua família e mantê-lo em Cristo. Más, não oro para Ele mudar a sua posição, pois quando lhe deu livre arbítrio não o fez para voltar atrás. Ainda que vc o usasse para tentar justificar tortura e homicídios de homens e mulheres que morreram por aquilo que acreditavam, a despeito do mérito de estarem certos ou errados. Não posso julgar você nem eles, más posso lamentar que as coisas sejam assim para ambos. E, felizmente, não conseguirei seguir o seu conselho quando encontrar uma mãe ou esposa de um desses "sem vergonhas", pois ainda sei chorar com os que choram. Aliás, a que se deve um coração tão duro, meu irmão?

Para finalizar, li outras postagens de seu blog e notei duas tendências.
Primeira: me pareceu que para ser considerado cristão há que se pensar como você e ponto. Crer que Jesus é o Salvador entre outras verdades, como é o meu caso, ou ter uma história com Cristo, parecem não ser suficientes.
Segunda: notei que não sou o primeiro pastor a ser execrado por discordar do seu pensamento ou da maneira como defende algumas posições. Vi que na lista, alem da Braula, estão homens experientes e de importante conteúdo, como: Ed René Kivitz, Ricardo Gondim e Caio Fábio. Encerro minha participação consciente de que mui provavelmente serei incluído entre eles, se é que preencho o gabarito.

Deixo-o na Graça e na Paz daquele que o ama.

Obviamente tem o direito a última palavra, até porque, o irmão é o dono do blog.

Em Cristo

Pr Ielton Isorro

Julio Severo disse...

Prezado Pr. Ielton

Você não é obrigado a seguir o que penso, assim como você não é obrigado a seguir o que Caio Fábio, Ricardo Gondim e René Kivitz pensam. Mas, por pura coincidência, eles pensam como você. E você pensa como eles.

No site deles, você não encontrará apoio ao que falo, assim como você próprio não apóia. Eu também tenho o direito de não apoiar o que eles e você aceitam e tenho o direito de discordar de suas posições pessoais.

Quanto a chorar com criminosos, já fiz isso. Já fiz visitas evangelísticas a cadeias e já evangelizei assassinos. Mas não tenho essa sua disposição de chorar com quem não quer fazer restituição aos trabalhadores brasileiros, que têm sido roubados aos milhões nos programas de indenização aos terroristas comunistas.

Conheço viúvas que se matam para viver, e até passam necessidades, enquanto mães de sem vergonhas comunistas arrancam milhões de nossos bolsos. Nesse caso, prefiro chorar com a viúva honesta, que não tem filho terrorista mas trabalhou a vida inteira.

Isso significa que nem eu nem você não podemos chorar com mães arrependidas de terroristas comunistas? O que precisamos fazer é chorar e incentivá-las a devolver todo dinheiro que elas roubaram do contribuinte do imposto de renda. Todo ladrão deve fazer restituição quando se arrepende, e isso não deve ser diferente no caso de mães de terroristas.

Lamento, mas não posso tornar este blog espelho das idéias ou pensamentos de Caio Fábio, Ricardo Gondim e René Kivitz. Eles têm o rumo deles. Eu tenho o meu. Mas lembre-se: Largo é o caminho da destruição. Estreito é o caminho certo.

Examine-se bem. Depois, examine bem para ver se o caminho em que você, Caio Fábio, Ricardo Gondim e René Kivitz estão tem a aprovação do Senhor, que em breve separará o joio do trigo. Dessa triagem de Deus esses grandes nomes e muitos outros pastores não escaparão, pois aquilo que é grande para os homens é desprezível para Deus.

Anônimo disse...

Ao gladiador Julio Severo,aceite os meus cordiis cumprimentos e preito de admiração.No que me toca discernir da polemica de legalização do "Estatuto da criança gay/lésbica" é oparoxismo político de umamatéria esdrúxula onde não cabe se debater o mérito da prática de um ato por uma pessoa indefesa sem conhecimento de seupróprio corpo e mente sendo aliciada e assediada por um anormal tipo animal predador.Minha convicção da falencia moral do atual Congresso Nacional é absoluta!Quantoa nós evangelicos( sou da AD-BHte-MG)unicamente nos conscientizamos de que pela organização de nossa fé temos princípio,meio e fim em nossa base cultural e espritual para defender como ubnhas e dsentes a nossa moral,a família e o Estado brasileiro.Isso por uma questão de coerencia como o nosso sistema de regras,nossa teologia pentecostral,nosso regimento interno e nossa ordem unida.Não somos evadidos de uma denominação nem ventilados por ventos de doutrinas de aspectos da pó-moedernidade da filosofia e do credo político da globalização ou seja: colocar tudo no mesmo saco!Peraí.Devagar.Temos cores e bandeiras e exercitos disciplinados e venceremos tranquilamente poque estamos em ordem unida e DEUS não é general de bagunça ou de incircusisos filisteus.Portanto à guerra porque o nosso DEUS é o Vencedor e nos manterá unidos até a vitoria final! Amém!José Fernandes/Contagem-MG.09/11/09.

Julio Severo disse...

Oi, irmão Wellington! Primeiramente, desculpe-me a demora em responder. Nunca foi minha intenção tentar prejudicar a imagem da JOCUM, mas penso que em 2007, quando publicou seu artigo “Não quero o direito de ser homofóbica” na revista Ultimato, Bráulia não só era diretora da JOCUM, mas também dona de todas as idéias desse artigo. Na minha opinião, já em 2007 esse artigo começou a manchar a imagem da JOCUM. Por que? Se o artigo não espelha as posições da JOCUM, por que a JOCUM não agiu? Deveria ter agido, pois foi sua própria diretora que o produziu. Dois anos depois, ela repete a façanha, publicando-o na revista Eclésia.

Por pura coincidência, quando publiquei o artigo sobre a JOCUM eu estava hospedado com um professor da JOCUM, estando perto de gente que conheceu o trabalho inicial da JOCUM no Brasil, mesmo sem serem brasileiros. Eles ficaram curiosos com a situação do Brasil, de como indivíduos com idéias patentemente liberais chegaram a postos avançados da JOCUM no Brasil.

Eles ficaram também perplexos de como a JOCUM não toma medidas contra alguém que espelha posições tão próximas da esquerda evangélica, que sempre trabalha por uma anulação de uma genuína ação cristã na sociedade.

Não pude lhe responder logo porque tenho estado literalmente vivendo em mudanças. Não sei como tenho tido forças para escrever em meu blog com toda essa situação.

Quero deixar claro que nada tenho contra a JOCUM, mas tenho muitas coisas contra o que a Bráulia escreveu. Olha que eu só toquei num pequeno aspecto, pois ela tem escrito muitas outras coisas mais que evidenciam um forte liberalismo. E mesmo não sendo mais diretora da JOCUM, alguém de confiança nos EUA me disse que ela ainda tem posição chave na JOCUM do Brasil.

Idéias têm conseqüências. O meu artigo contra o artigo da Bráulia é apenas uma dessas conseqüências. A conseqüência mais pesada é a prestação de contas diante de Deus. Tanto eu, quanto a Bráulia, quanto a JOCUM teremos de fazer isso.

“Com toda certeza é hora de unirmos forças e não de fragmentá-las”. Concordo, e estou disposto a continuar apoiando o trabalho da JOCUM. Mas acho fundamental a JOCUM assumir uma posição clara e corretiva com relação aos esforços liberais da Bráulia para trazer desunião e fragmentação num momento em que a igreja evangélica está tão fraca na guerra. A própria Bíblia diz que quando cala, até o tolo é tido por sábio.

Se Bráulia tivesse calado, ela teria sido sábia. Mas calar quando a tolice já foi proferida só aumenta o poder da tolice. Por isso, não é hora de a JOCUM se calar diante de tudo o que Bráulia já declarou.

Estou aberto para conversamos e tenho gente amiga que tem contato pessoal com a liderança da JOCUM. Assim, não é de forma alguma difícil a JOCUM me alcançar para um diálogo.

aguia_do_rei disse...

Fiquei admirado e boquiaberto ao tomar conhecimento deste pronunciamento de Bráulia Ribeiro. Tendo me convertido em 2000, recentemente, na igreja que frequento, fiquei sabendo do trabalho evangelístico desta senhora, junto aos índios na amzõnia brasileira. Por este trabalho fiquei alegre e convencido de ter conhecido uma cristã verdadeira. Mas, agora, fiquei decepcionado, porque não consigo enxergar um cristão verdadeiro apoiando, ou mesmo se calando, diante de um movimento secular, altamente diabólico como o ativismo gay. Para mim não há como um cristão, que implica em amar a Deus sobre todas as coisas, inclusive sobre pai e mãe, deixar de se posicionar, claramente, contra este, e outros pecados. Sabidamente, o cristão tem que amar o pecador, mas deve odiar o pecado; tem que abominar o que Deus, Nosso Senhor também abomina.
Não há outra solução para o cristão, diante de um homossexual, a não ser pregar o evangelho para ele, na esperança de que venha ao arrependimento.
Claro que o cristão também não poderá ser homofóbico, pois a palavra de Deus nos manda amar o próximo como Ele nos amou. Contudo, pregar o evangelho de Cristo não é ser homofóbico, mas amoroso. Em 1Coríntios, a Bíblia diz que o amor não se coaduna com a mentira, mas fala a verdade.
Creio também, que não podemos nos calar (deixar de pregar o evangelho) pois se o fizermos, estaremos pecando ... "aquele que sabe o bem que deve fazer e não o faz, peca".
Assim, penso eu que a irmã Braúlia perdeu a oportunidade de pregar o evangelho, ela que é missionária, dizendo ao mundo o que Deus e a sua Palavra diz a respeito do homossexualismo, e aos homossexuais: ARREPENDEI-VOS ENQUANTO É TEMPO!
Eu vejo os homossexuais como todos os demais pecadores (assassinos, ladrões, fornicadores, etc): necessitados da misericórdia de Deus. A mesma que eu, ao ouvir o evangelho e crendo, alcançei.
Graça e paz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

evangelista carla disse...

Meus irmãos a situação vai ficar cada vez pior a apostasia ja esta dentro da igreja a palavra tem que se cumprir . Estou torcendo para termos que se reunir em cavernas para faser cultos escondidos, que a igreja comece a ser perseguida como na epoca dos nossos irmãos primitivos ai sim vamos saber quem e o trigo e quem e o joio a nova ordem mundial ja esta se organizando para introduzir o anti cristo e a igreja infelismente dorme mas estou pronta para protestar contra o evangelho da prosperidade para que o evangelho puro e genuino que fala da cruz de salvação volte a ser pregado nos altares a paz do senhor a todos não se esqueçam que jesus falou não vim trazer paz e sim espada então vamos lutar .

Anônimo disse...

Caro cristão revoltado , nao entendi quem é vc , fu olhar seu blog e vi que vc assina o blog preguiça mental , um blog que indica leitura de final de semana o ling gospelgay? uma manifestão contra Jair bolsonaro , tu ta doido em apoiar blogs gay?

Lucas

Julio Severo disse...

O dono do blog “Cristão Revoltado” passou por uma transformação imensa depois de ser influenciado pelo liberalismo do dono do tabloide sensacionalista Genizah, site onde Bráulia Ribeiro é articulista. Veja a mudança aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2011/03/de-cristao-revoltado-homossexual.html

Guilherme disse...

> Conspiracao disse...
>
> É TRISTE VER as pessoas que deveriam
> supostamente defender a biblia e o
> cristianismo, dar as mãos aos ativistas
> gays que querem destruir toda ordem cristã.

É mais do que triste: é irritante, e é nojento! Estamos vivendo uma época de cegueira espiritual tremenda! Tantos por aí se dizendo "cristãos", se achando "sábios", mas na verdade são piores que a igreja de Tiatira, que tolerava os pecados da falsa profetisa Jezabel!

Se o próprio Deus falou: "NÃO haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus" (conf. Dt. 22:5), e também "Com homem NÃO te deitarás, como se fosse mulher; abominação é" (conf. Lv. 18:22), qual foi a parte do "NÃO" que eles não entenderam?

Eles acham que política e religião não se misturam, acham que não precisam se manifestar, pois essa é apenas uma batalha espiritual, mas não é não! É uma batalha política, e Deus está assistindo a tudo isso, ao embate de opiniões que se dá no Congresso e nas ruas!

Deus entregou a Terra Prometida pro povo hebreu, mas eles tiveram que lutar pra recebê-la! E no Congresso Nacional, que é o nosso campo de batalha no momento, os filhos das trevas estão em maior número do que os filhos da luz (214 a 73, pra ser mais exato).

Em 8 estados brasileiros a igreja não conseguiu eleger sequer UM candidato evangélico pro Congresso Nacional! Depois o povo sofre, e eles não sabem o porquê!

___________________________________

"Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme." (Provérbios 29:2)

"Bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR." (Salmos 144:15)

AKOGA disse...

Caro, Julio Severo, relaxe, e, se preciso for, escreva o que DEUS te inspira, nem que seja em papel higiênico, como fazia o nosso querido e heróico Dietrich Bonhoeffer, não tão exaltado, ainda hoje, pois muitos ainda ditos cristãos colocam sua ética em dúvida. O que importa,realmente, é que DEUS está contigo e suprirá cada uma das sua necessidades. Creia nisso. Com afeto da irmã em J.C.

Humberto Gusmão Homem Dias disse...


Julio li o Artigo e fiquei impressionado com um fato que vivenciei em 2006.
Fui fazer a ETED , numa base da JOCUM , hoje extinta, que ficava no Vale da Benção em Araçariguama-SP
Lembro que pouco depois deste curso missionário começar cerca de uma semana e meia depois foi introduzido no nosso quarto um aluno homossexual, que de certa forma tirou a liberdade , não somente a minha mas de outros que compartilhavam do mesmo aposento.
Lembro que quando indaguei um dos líderes a respeito disto e fui rigidamente repreendido. Imagino que naquela época a direção da JOCUM já estava dando seus passos em direção a introdução de idéias pró-homossexuais em seus trabalhos. Acabei não terminando o curso por este e outros motivos.

Ridney Ferreira disse...

Eu concordo em parte com a Bráulia. Nós cristãos devemos pregar o Evangelho, as leis defendendo os homossexuais, aborto, infanticidio e etc virão de qualquer jeito. O qque devemos fazer é dar principios cristãos ao mundo. E as pessoas, esclarecidas, pelo ensino escolherao o que a Bíblia ensina. Mas a JOCUM nao deveria ensinar senao a Bíblia.

Anônimo disse...

Viu isso?

http://ultimato.com.br/sites/brauliaribeiro/2013/10/08/sai-do-armario-sou-de-direita/

Luiz Eugênio Peixoto disse...

Acho uma perda de tempo postar qualquer artigo que venha dar notoriedade a pessoas que se dizem cristã e são contra a Palavra de Deus. Tanto no Velho como no Novo Testamento tem citações abertas contra o homossexualismo, estes não entrarão no reino dos céus. Deus quando fez postar isso não quis saber de nossa opinião mas disse as suas regras aceita quem quer mas falar em nome de Deus sendo contra Sua Palavra tem que procurar outro caminho e esquecer Deus e seus adoradores.
Luiz Eugênio Duarte Peixoto Rio de Janeiro