1 de julho de 2009

Lei contra intolerância religiosa faz primeiras vítimas no Brasil

Lei contra intolerância religiosa faz primeiras vítimas no Brasil

Pastor e rapaz evangélico negro são presos por “intolerância” às religiões afro-brasileiras. Caso inédito de prisão atiça adeptos do candomblé e umbanda a pedir ações da ONU contra evangélicos do Brasil

Julio Severo

Um pastor no Rio de Janeiro foi preso sob acusação de discriminação contra a umbanda e contra o candomblé. A prisão temporária foi decretada pela 20ª Vara Criminal do Rio por incitação ao crime de intolerância religiosa, com base no artigo 20, da Lei Caó — que torna o crime de discriminação religiosa inafiançável e imprescritível. Ele foi preso juntamente com um membro de sua igreja, o jovem negro Afonso Henrique Alves Lobato, de 25 anos.

A prisão foi feita por ordem da delegada Hellen Rosemberg, que mandou cercar a Igreja Geração de Jesus Cristo durante a realização de um culto. Quando o culto terminou, os dois evangélicos foram presos.

Segundo a imprensa, o Pr. Tupirani da Hora Lores, de 43 anos, e Lobato são acusados de incitar o preconceito contra as religiões afro-brasileiras e de atacar publicamente a polícia e as Forças Armadas. A prisão foi efetuada com base em vídeo que Afonso postou na internet, onde de acordo com a imprensa ele faz afirmações como “centro espírita é lugar de invocação do diabo”; “todo pai de santo é homossexual”; “a Bíblia diz que (...) a adoração por imagens e esculturas é abominação, então eu repudio aquelas imagens também”.[1]

“Todo centro espírita é lugar de invocação do Diabo”, diz Lobato no vídeo. Além disso, ele faz comentários sobre a polícia: “Aqueles policiais militares ignorantes pensam que são autoridade, mas para a igreja não são autoridade”.

Em entrevista ao jornal EXTRA, do grupo Globo, Tupirani declarou que sabia do vídeo elaborado pelo membro de sua igreja. Mas ele não quis interferir na divulgação do vídeo. Pelo contrário, o pastor defendeu Afonso Henrique dizendo que o jovem tinha o direito de se expressar livremente. Mais tarde, segundo a imprensa, a polícia descobriu que Tupirani também havia divulgado na internet um vídeo em que ele declara que não reconhece as leis humanas, mas só a Bíblia.

“Eu não respeito satanismo; se alguns vão chamar isso de religião, é problema deles”, diz ele no vídeo.

— Esse tipo de atitude é um risco à democracia — disse o pai-de-santo Ivanir dos Santos, membro da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR).[2]

O delegado Henrique Pessoa, representante da Polícia Civil na CCIR, diz que as imagens obtidas na internet foram importantes no inquérito. “Eles produziram provas contra si mesmos. Sem isso, seria muito mais difícil provar a incitação ao crime”, diz. “Foi uma vitória, porque em geral o incitador fica isento de qualquer punição”.[3]

O delegado foi comunicado da existência do vídeo, que agora é a principal base da acusação, pela CCIR, composta também por adeptos do candomblé e da umbanda.

— A prisão dos dois acusados visa a garantir a ordem pública. Esses dois indivíduos estavam usando a internet para difundir suas idéias nefastas e incentivar a violência e a intolerância religiosa — disse o promotor Márcio José Nobre.[4]

O pai-de-santo Caio de Omulu, que diz que “os mais atingidos pela intolerância religiosa têm sido os umbandistas e as religiões afro-brasileiras”, elogiou a atuação da CCIR e parabenizou os pais-de-santo Etiene Sales e José Carlos Godinho, que são membros atuantes da CCIR.[5]

Precedente perigoso contra os cristãos

Esse é o primeiro caso decisivo onde uma lei contra a “intolerância religiosa” faz vítimas no Brasil. Se condenados, o pastor e o jovem negro poderão passar entre dois e cinco anos na cadeia e terão de pagar multa, ainda podendo ser condenados civilmente a indenizar pais-de-santo.

Desde a esquerdista Folha de S. Paulo até a Globo — antiga “amiga” dos evangélicos — têm noticiado a prisão inédita. De acordo com a Folha de S. Paulo, o caso ganhou tanta atenção da mídia e do governo que, aproveitando a oportunidade, “a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa entregou ao presidente do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Martin Uhomoibai, e à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial relatório que diz existir uma ‘ditadura religiosa’ promovida pelos neo-pentecostais no Brasil. O documento aponta a Igreja Universal do Reino de Deus como propagadora da intolerância religiosa no país, incitando a perseguição, o desrespeito e a ‘demonização’, especialmente da umbanda e do candomblé”.[6]

O relatório entregue à ONU acusa de “racismo” a IURD e as igrejas evangélicas brasileiras que pregam contra as práticas e crenças da umbanda e do candomblé. Uhomoibai prometeu investigar as denúncias e lembrou que o governo Lula é exemplo no mundo inteiro pelas ações de combate ao racismo e à discriminação.[7]

Não é a primeira vez que a ONU recebe esse tipo de queixa do Brasil. Em 20 de abril de 2009, representantes do governo do Brasil estiveram presentes na conferência da ONU contra o racismo, em Genebra, na Suíça. Um dos palestrantes, o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, acusou, como sempre, Israel de “racismo”. Em protesto, várias delegações se retiraram. A delegação do Brasil não se retirou — por respeito à amizade entre Ahmadinejad e Lula —, e um de seus membros, o pai-de-santo Ivanir dos Santos, acusou oficialmente os evangélicos do Brasil de “racismo”. Ele disse na ONU:

“Um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neo-pentecostais. O Brasil, diz ele, é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida”.

Pastor é assassinado por pai-de-santo incorporado: Cadê a lei contra “intolerância” religiosa?

Claro que o pai-de-santo Ivanir ficou e ainda está de boca fechada com relação ao caso do pastor assassinado por um pai-de-santo. Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.[8]

O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.

O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.

Se fosse o crime de um pai-de-santo assassinado por um pastor, a mídia brasileira e o governo Lula não parariam de fazer barulho. E o pai-de-santo Ivanir dos Santos estaria gritando na ONU, usando e abusando do “exemplo” do ódio dos evangélicos à “cultura” afro-brasileira.

Entretanto, esse não foi o caso, de modo que o governo Lula e a mídia dispensam o barulho. Aliás, eles optaram pelo abafamento. Até agora o caso do pastor negro não chegou à grande imprensa brasileira. E se algum dia chegar, darão um jeito de culpar a vítima, que está morta e não pode se defender.

Enquanto isso, facadas estatais e midiáticas atacam e silenciam toda tentativa de alerta cristão contra a séria ameaça da feitiçaria.

Ameaça aos testemunhos cristãos?

Pessoalmente, desaprovo e abomino o apoio da Igreja Universal ao aborto. Mas só porque tenho essa discordância não é justo eu concordar que os pais-de-santo apoiados pelo governo Lula estão certos em lançar a acusação de “racismo” contra a IURD.

Embora eu não concorde com os métodos de libertação da IURD, é inegável o fato de que aqueles que ali vão em busca de libertação e escolhem uma mudança de vida têm o direito de se desfazer de suas imagens e outros objetos do candomblé e umbanda. Eles também têm o direito de dizer o que foi a umbanda e o candomblé para eles, de dizer que a bruxaria mata e destrói e o que Jesus fez por eles.

Minha própria mãe, que foi liberta de suas atividades e escravidão na umbanda, destruiu todos os objetos da umbanda, entendo-os biblicamente como objetos de bruxaria. Ela fez exatamente o que os primeiros cristãos faziam:

“Então muitos dos que creram vinham e confessavam publicamente as coisas más que haviam feito. E muitos daqueles que praticavam feitiçaria ajuntaram os seus livros e os trouxeram para queimar diante de todos. Quando calcularam o preço dos livros queimados, o total chegou a cinqüenta mil moedas de prata.” (Atos 19:18-19 NTLH)

Normalmente, a pessoa que tem um encontro com Jesus lê a Bíblia, onde se depara com as seguintes instruções:

“Não ofereçam os seus filhos em sacrifício, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas e por isso mesmo está expulsando da terra esses povos, enquanto vocês vão tomando posse dela.” (Deuteronômio 18:10-12 NTLH)

Seguindo a orientação da Bíblia, a pessoa tem a liberdade de dar testemunho público de sua transformação e de se desfazer publicamente de seus objetos de bruxaria.

Embora as igrejas cristãs aceitem e sigam a condenação da Bíblia contra a bruxaria, pastores não incitam suas igrejas a matar pais-de-santo ou a invadir, sem nenhum consentimento e permissão, lugares de umbanda e candomblé para destruir objetos de invocação aos exus.

Vítimas da lei de “intolerância” religiosa usadas para abafar o caos da segurança pública no Rio?

O caso do pastor e do jovem negro ocorreu no Rio de Janeiro, onde o governador Sérgio Cabral se declarou publicamente a favor da descriminalização das drogas, aborto e homossexualismo. Seu estado é responsável por mais de 50% de todos os 50 mil assassinatos que ocorrem no Brasil a cada ano. São mais de 26 mil pessoas assassinadas por ano no Rio. Mesmo assim, Sérgio Cabral, que não enfrenta nenhum tipo de ameaça de prisão por defender a descriminalização das drogas, do aborto e do homossexualismo, não consegue prender a maioria dos criminosos que fazem milhares de vítimas todos os anos em seu estado. Mas ele consegue prender um pastor e um jovem negro.

O caso do pastor e do jovem negro deram uma vantagem importante ao governador do Rio. Com milhares de crimes ocupando a atenção e o medo da população do Rio, a repercussão das primeiras vítimas de “intolerância” religiosa ajudou os habitantes do Rio a se esquecerem, pelo menos por alguns dias, dos muitos reais assassinatos e estupros que ocorrem diariamente.

Se os supostos “crimes” de intolerância religiosa atraem tanto assim a atenção, talvez Cabral precise mandar prender mais alguns pastores para ajudar a disfarçar o caos da segurança pública no Rio. Não faltarão vítimas para prender, pois não há pastor que não creia que o candomblé e a umbanda sejam bruxaria, e não há pastor que não creia que os exus são demônios.

Não faltará muito para mais pastores serem presos, pois o Rio está avançando muito na proteção oficial às religiões afro-brasileiras. Recentemente, conforme alertou o Dr. Zenóbio Fonseca, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou 3 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o Dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O Dr. Fonseca explica as consequências:

— A Constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constituem patrimônio cultural brasileiro e que os danos e ameaças a eles devem ser punidos na forma da lei, isto é, eles recebem a proteção direta do Estado. A transformação de entidades espirituais como os orixás e os caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de início obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção dessa chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança.[9]

Espetáculo versus Justiça

O caso de um pastor e um jovem evangélico negro, que não mataram nem violentaram nenhuma pessoa da umbanda e candomblé, está sendo usado pelos pais-de-santo para que a ONU intervenha no Brasil contra os evangélicos? Então use-se o caso do pastor que foi assassinado por um pai-de-santo e muitos outros casos de meninos estuprados, sacrificados e assassinados por pais-de-santo para pedir que a ONU tome medidas imediatas para fechar todos os lugares de umbanda e candomblé no Brasil. Só há um problema: a ultra-liberal ONU, que está implantando seu governo mundial com sua fiscalização em todas as áreas da vida humana, está sempre pronta para condenar os cristãos e Israel.

O único recurso dos acusados seria depender de uma imprensa imparcial — espécie que é inexistente no Brasil. Uma cobertura jornalística imparcial e objetiva expõe os dois lados de uma notícia. Onde os acusados encontrarão tal milagre no Brasil?

Dentro do espírito de liberdade de expressão e livre pensamento, é necessário, por mais doloroso que seja, dar aos acusados a oportunidade de falarem, pois o que está em andamento contra eles é um linchamento estatal, moral e midiático. É um fato reconhecido que tanto o governo estadual (de Cabral) quanto o governo federal (de Lula) são fortemente abusivos em matéria de moral e bons costumes.

Se Tupirani e Lobato agiram mal, eles devem ser julgados sem o excesso de abuso, oportunismo e sensacionalismo de promotores, delegados e outras autoridades políticas. Deve haver espaço para julgamento, mas não para linchamento. Que eles sejam julgados pela Justiça, não por aproveitadores.

“Prendam todos os que desrespeitam a polícia e as Forças Armadas”

— Desta vez, será aberto um inquérito pelo crime de intolerância religiosa, previsto na Lei Caó. A pena varia de dois a cinco anos de reclusão. Vamos tentar pedir a prisão desse rapaz. No vídeo, ele demonstra que não tem qualquer respeito à lei e às autoridades constituídas. Pessoas assim são de extrema periculosidade — afirmou o delegado Henrique Pessoa.[10]

O delegado estava sem dúvida se referindo à opinião imprudente do jovem Afonso Henrique, que disse no vídeo: “Aqueles policiais militares ignorantes pensam que são autoridade, mas para a igreja não são autoridade”.

Os policiais, junto com os militares, são responsáveis pela segurança da sociedade e da nação. Não dá para imaginar segurança social e nacional sem eles. Graças a eles, o Brasil escapou de uma sangrenta tirania comunista em 1964.

Há no Brasil excelentes policiais e militares. Além disso, há milhares de cristãos dedicados na polícia e nas Forças Armadas. Eles sofrem muito não só quando vêem um pastor generalizando ataques a eles, mas também quando têm de aturar o próprio presidente, juntamente com seu ministro da [in]Justiça, tentando transformar em criminosos os militares e policiais que salvaram o Brasil de terroristas assassinos e outros criminosos comunistas na década de 1960 e 1970.

Eles merecem recompensas e respeito por tudo o que fizeram, mas infelizmente sob FHC e agora sob Lula, quem recebe indenizações bilionárias — arcadas com o suor do bolso de quem paga impostos — são exatamente os que ameaçaram o Brasil e cometeram violências irracionais. Há insulto e ultraje maior à polícia e às Forças Armadas do que honrar aqueles que mataram policiais, soldados e inocentes cidadãos brasileiros?

É muito admirável o trabalho árduo da polícia e das Forças Armadas para combater a criminalidade comunista nas difíceis décadas de 1960 e 1970. Embora na esfera política eles tenham cometido erros, é inegável que na esfera criminal tanto a polícia quanto as Forças Armadas tiveram um papel exemplar e devem ser respeitadas por tudo o que fizeram para libertar o Brasil da ameaça comunista.

O pastor e o jovem negro imprudentes devem ser presos por desrespeito à polícia e às Forças Armadas? Joguem na mesma cela, por favor, outros implicados em ultrajes muito mais sérios às Forças Armadas, inclusive o Presidente Lula e sua equipe ministerial.

Acusar e prender pobres e ricos indistintamente, eis a questão

O pastor e o jovem negro imprudentes devem ser presos por desrespeito às religiões afros? O que deve ocorrer então aos que desrespeitam o Cristianismo? Quem é que vive chamando os cristãos de hipócritas?

Não conheço a versão do pastor e do jovem negro acusados. Até agora só tive acesso à versão da imprensa secular, com seu clássico jornalismo “objetivo e imparcial”. Se eles passaram dos limites, precisamos ter o cuidado para não deixar o governo e a imprensa secular abusarem da situação para generalizar, classificando os valores afros como sagrados e intocáveis. Se eles agiram certo, Deus os honrará contra a truculência estatal e o linchamento midiático. Se não, eles serão envergonhados por suas próprias ações.

Seja como for, o pastor e o jovem negro não são os primeiros brasileiros a dizer bobagens. Aliás, gente que fala bobagem é o que não falta no Brasil, desde o presidente — que defende Fidel Castro, Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chavez como homens bons — até os pobres, que dizem que Lula é um homem bom só porque lhes dá o suborno da Bolsa Família. Por incrível que pareça, há até evangélicos que repetem como papagaios as bobagens de Frei Betto e Boff.

Quem pode então condenar o pastor Tupirani da Hora Lores, que aprovou a idéia de Afonso Henrique Lobato de postar na internet um vídeo contra os atos anti-bíblicos das religiões afros, os pais-de-santo e a polícia?

— Apoio a decisão de Afonso Henrique. A liberdade de expressão é um direito de todos. Não sou a favor das leis feitas no Congresso. Lei é a Bíblia. Ela eu defendo com unhas e dentes — comentou o pastor, antes da prisão.

As opiniões de Tupirani e Lobato são estranhas e muito radicais, mas o que acontecerá ao Brasil e ao seu presidente se prenderem todos os estranhos e radicais?

Apesar de tudo, a imprensa diz que o pastor havia alertado Afonso Henrique das consequências que poderiam surgir com a divulgação do vídeo:

— Eu perguntei ao Afonso Henrique: É isso que você vai colocar na internet? Está preparado para assumir as consequências?

O pastor Tupirani declarou que não tinha como impedir as atitudes dos membros que frequentam sua Igreja Geração de Jesus Cristo.

— Os membros da minha igreja não têm que seguir o que eu penso. Todos eles são responsáveis por seus atos — enfatizou o pastor.

Em vista da garantia constitucional de liberdade de expressão, o pastor achava difícil que Afonso Henrique fosse preso por causa de seu vídeo:

— Se ele for chamado para depor por causa desse vídeo, a polícia terá que ouvir também outros milhares de pessoas que colocam outros tipos de vídeos na internet. Estamos preparados para dar apoio jurídico a ele.[11]

O vídeo que, que acabou sendo usado para provocar a prisão sensacionalista de Afonso Henrique e seu pastor, está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=QKwjd096b80

No vídeo, Afonso Henrique aparece explicando suas opiniões e atitudes contra as práticas anti-bíblicas das religiões afro-brasileiras, inclusive sua própria defesa contra o que a imprensa chamou de invasão dele a um centro espírita.

O site do Pr. Tupirani é este: http://ogritodameianoite.spaces.live.com

Para quem é afinal a lei e a liberdade de expressão da Constituição?

A Constituição brasileira garante liberdade de expressão. Por isso, seria justo prender o pastor e o jovem negro, e deixar de fora os que defendem o aborto e o homossexualismo?

A Constituição também estabelece que todos são iguais. O pastor e o jovem negro desrespeitaram a polícia e as Forças Armadas e devem ser presos? E o que fazer com Lula, Dilma Rousseff e outros que há décadas expressam piores insultos contra a polícia e as Forças Armadas?

É muito fácil expedir ordem de prisão para um pastor e um jovem negro que não são ricos, acusá-los de idéias nefastas e dizer que eles são “de extrema periculosidade”. É muito fácil fazer um show e espetáculo em cima de quem é pobre. Mas quem terá a mesma coragem de expedir uma ordem de prisão para Lula, Dilma Rousseff e outros que são ricos? Quem irá acusá-los de idéias nefastas e dizer que eles são “de extrema periculosidade”?

Por mais estranho e repulsivo que pareça, é preciso também assegurar aos pobres, em seu próprio linguajar limitado, bruto e inculto, seu direito de livre expressão — mesmo que discordemos de todas as suas opiniões, estilos e idéias. Ou jogue-se a Constituição no lixo.

Ou então, fica agora decretado, por sua excelentíssima e imperial Paranóia politicamente correta, que todos os paranóicos politicamente corretos estão isentos da lei e da ordem. Aos infratores? A paranóica lei politicamente correta.

Cristãos na contramão do Estado-deus-pagão

Eu e a maioria dos cristãos que crêem em libertação espiritual não seguimos o estilo e os métodos do Pr. Tupirani e do jovem negro Henrique Afonso, mas todos nós seguimos e obedecemos aos mandamentos claros de Deus, que condenam explicitamente práticas de bruxaria. De que forma então o combate à intolerância religiosa fomentado pelo Estado poderá implicar em prejuízos para nós evangélicos e católicos?

Dois exemplos reais dão amostra do que está por vir:

No Rio, o pastor da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Trabalhadores da Última Hora fez o que o governo, apesar de toda a carga de impostos que cobra, não faz: reabilitar um criminoso. O Pr. Isaías da Silva Andrade recebeu em sua igreja Rodrigo Carvalho Cruz, conhecido como “Tico”, acusado como autor de roubo e da morte do turista italiano George Morassi, em novembro de 2007. Ali, Tico recebeu o Evangelho e aceitou Jesus.

Em seguida, o pastor aconselhou o criminoso arrependido a se entregar para a polícia. Na delegacia, o pastor, inocentemente, relatou: “Tico estava possuído por uma legião de demônios, como o Exu Caveira e o Zé Pilintra. Fizemos uma libertação nele e o convencemos a se entregar hoje”. Por causa dessa declaração, o pastor, que é afro-descendente, caiu vítima da Lei Caó, sendo denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por prática de preconceito religioso contra as entidades do candomblé.

Fazendo aplicação do artigo 20 da Lei Caó, a promotora Márcia Teixeira Velasco fez questão de ser a autora da denúncia contra o pastor afro-descendente, expressando a opinião de que o candomblé e seus praticantes “foram atingidos diretamente com a declaração racista e discriminatória, eis que o denunciado vilipendiou entidades espirituais da matriz africana, com a espúria finalidade de proteção de autor de nefasto crime”.

O caso, que está sendo acompanhado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa e seus assessores pais-de-santo, foi o primeiro onde um pastor foi denunciado criminalmente por “discriminar” religiões afro-brasileiras como o candomblé. Se condenado, o pastor pode pegar de dois a cinco anos de cadeia.

Outro caso surpreendente envolveu o Pe. Jonas Abib, autor do livro, “Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação”, que adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras. De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. O site também diz:

“Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente”.

Contudo, autoridades baianas confiscaram todos os livros do padre no estado da Bahia. O promotor público Almiro Sena acusou Abib de “fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a umbanda e o candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto”.

Ele acrescentou que a violação é mais grave porque “a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras”.

O Pr. Isaías da Silva Andrade e o Pe. Jonas Abib nada mais fizeram do que conscientizar e ajudar pessoas debaixo da opressão e engano de práticas ocultistas. Eles nada mais fizeram do que viver o que a Bíblia prega.

Numa época em que o Estado procura se distanciar tanto dos valores cristãos, é de estranhar sua aproximação aos valores ocultistas. Onde está a tão proclamada separação de Estado e religião?

O preço do combate estatal à intolerância religiosa é a satanização das leis, onde o Estado sob possessão socialista sacralizará o que não é sagrado, trazendo como conseqüência direta a demonização do Cristianismo e seus valores, e a censura e perseguição aos cristãos.

O que fazer diante de tanta distorção?

Independente do fanatismo do Pr. Tupirani e do jovem Henrique Afonso, enquanto o Rio de Janeiro sofre assassinatos e crimes em massa, o governador Sérgio Cabral está preocupado em proteger demônios e seus lugares de adoração — sem mencionar sua preocupação com homossexualismo e aborto.

Enquanto o governo avança agressivamente, por meio de leis anti-discriminação, na proteção e sacralização das práticas e entidades espirituais das religiões afro-brasileiras, políticos evangélicos aliados de Lula como Marcelo Crivella e Manoel Ferreira afirmam, como eu mesmo os ouvi dizendo pessoalmente, que vão trabalhar para aprovar todas as leis anti-discriminação. O inferno lhes agradece!

Enquanto o caso de um pastor assassinado por um pai-de-santo incorporado clama por justiça, governo e mídia se aliam para sacralizar e proteger as próprias fontes do mal, aprovando leis ameaçadoras debaixo do nariz de deputados evangélicos.

Mesmo sabendo que a Bíblia deixa bem claro que práticas de bruxarias trazem graves maldições à sociedade, inclusive aumentando a criminalidade, nenhum pastor cheio do Espírito Santo mata pais-de-santo. Mas um pai-de-santo ou qualquer outra pessoa incorporada pode matar qualquer um, seja pastor ou não.

Milhares de ex-pais-de-santo dão testemunho de que Jesus salva, e não mata. Mas igualmente eles podem declarar que a bruxaria destrói e mata. Eles também têm o direito de alertar que nos terreiros de umbanda e candomblé casamentos são destruídos, vidas arruinadas, etc.

Eu próprio, que durante minha infância era frequentemente levado aos terreiros por minha mãe que trabalhava ativamente na umbanda, sou testemunha da destruição de suas práticas e demônios. Mas também sou testemunha da graça, amor e poder de Jesus, que foram muito abundantes em nossas vidas, trazendo libertação, cura, salvação e paz. Portanto, nem mesmo o governo Lula, em todo o seu atrevimento anticristão, tem o direito de tirar de pessoas como eu o direito de dizer a verdade sobre as religiões afro-brasileiras e sobre Jesus.

Enquanto mídia e governo são ousados para promover a “santidade” da bruxaria, é necessário que os cristãos sejam ousados para proclamar tudo o que Deus diz em Sua Palavra sobre a bruxaria e sobre o poder que Jesus Cristo tem para libertar a todos dessa escravidão.

Fonte: www.juliosevero.com

Para entender o perigo das leis anti-discriminação, leia:

Irã, ódio aos judeus e o esquizofrênico governo Lula

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais a menores

Em busca dos altares antigos: Rejeitando as raízes de Israel e acolhendo as raízes afros

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Pastor que incentivou criminoso arrependido a se entregar para a polícia cai na teia das leis anti-discriminação

Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

Juiz brasileiro determina que livro de padre denunciando a bruxaria seja removido de livrarias

Lobo em pele de ovelha: O Estado policial e sua ameaça de leis antidiscriminação

Notas:

1 PortalGospelTV

2 PortalGospelTV

3 Revista Época

4 Extra

5 Blog Umbanda Sem Mistério

6 Folha de S. Paulo

7 AfroPress

8 Gazeta do Sul

9 Blog Zenóbio Fonseca

10 PortalGospelTV

11 PortalGospelTV

13 comentários :

Ricardo disse...

Julio, a paz do Senhor Jesus esteja com voce. Vão precisar mandar soltar todos os delinquentes presos para colocar nas prisões todos os evangélicos, porque não há um evangelico que não saiba e afirme que as entidades das religiões de origem afro são componentes das hostes espirituais da maldade, logo, haja cadeia para nós. Aliás, isto não é surpressa como as coisas vem se encaminhando no Brasil nos ultimos tempos. o bom é mal, é o mal, é bom, é a completa inversão de valores. Não vi o video do pastor e do jovem discipulo , verei a seguir, porém, entendo a afirmação de que os policiais acham que tem autoridade, mas não tem; no caso, não tem para nós igreja de Jesus, corpo de Cristo. Assim como Jesus afirmou a Pilatos que nenhuma autoridade teria ele se Deus não lhe houvesse dado, também não tem a policia ou quem quer seja, se Deus não lhe der. No caso nós igreja, não somos cidadãos deste mundo, mas do Reino dos Céus, logo, não sujeitos à lei terrena, mas à Lei de Deus. Somente devemos respeitar as leis dos homens para não sermos tidos como subversivos, agitadores, mas o principal é a Lei de Deus. Como disse o irmão Pedro, há 2000 anos atrás, antes importa obedecer a Deus e não aos homens.

Ricardo disse...

Julio, acabei de ver o vídeo, não há nada que incrime o Pastor, não entendo o porque da prisão dele. Com relação ao discipulo, entendo a fé dele, e respeito muito, mas penso que ele se excedeu em quebrar os idolos do centro de umbanda, pois que ai ele feriu o artigo 208 d0 codigo penal, em tese. Penso que não cabe a nós tomarmos medidas como esta. Mostre-me em uma única passagem Paulo ou Pedro, ou qualquer outro invadindo templos pagãos e quebando seis idolos. Ai o irmão pisou na bola.

Anônimo disse...

http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/2009/07/01/ult4469u43153.jhtm

Condenar tais práticas espirituais não é racismo. É defesa da moral e do bem-estar público!

Anônimo disse...

Caro Julio,

Sou Umbandista e estou profundamente triste com esta situação. Não concordo com muitas coisas que falam da minha religião, mas garanto que todos estes que defendem punição para opinião contrária, não são verdadeiros Umbandistas.
Abomino a idéia de criminalizar opinião, principalmente se vem de um fiel religioso. O que ele falou, não atinge pessoalmente a nenhum umbandista verdadeiro, pois não praticamos magias ou sacrifícios.
E certamente este pai-de-santo, supostamente incorporado em entidade espiritual, estava mesmo era possuido pela covardia e incitado por espíritos impuros que nada tem a ver com a Umbanda.
Este rapaz expressou apenas a sua visão das Escrituras Sagradas, visão que deve ser respeitada mesmo que cause desconforto a quém quer que seja.
Estes falsos religiosos são para mim criaturas abjetas e amorais.
Se alguém me critica, que eu mostre por ações quem realmente eu sou. Deus e Jesus Cristo irão julgar a todos os religiosos e certamente se orgulharão daqueles que defenderam a sua fé, respeitaram primeiro a Deus antes que aos homens e ajudaram milhões de pessoas com a sua pregação.
Julio, falo para você e para todos os evangélicos:
Vocês não atingem nem cometem crime algum contra a Umbanda, pois eu sei que são sinceros em seus esforços para livrar as pessoas do mal. Conto com críticas para melhorar a minha postura e aprimorar a minha fé e espero em Deus que os Verdadeiros evangélicos, estejam sempre firmes e produzindo cada vez mais os frutos do espírito.
Por favor, preserve meu IP e o meu nome, pois temo retaliações dos "sepulcros caiados que infestam" este País.
Que Deus abençoe a todos.

Shâmtia Ayômide disse...

O Brasil é o único país do mundo onde existe esse incentivo as religiões africanas, que estão sendo abandonadas no próprio continente Africano em beneficio do islamismo.

Cada um segue a religião que quiser isso é a liberdade de culto. Um pastor dizer o que ele acha de outra religião não está impedindo ninguém de seguir a Umbanda.

Portanto chegamos a um ponto, em que uma opinião negativa a respeito de algo, uma "doutrina" ou uma idéia, poderá ser considerada um crime.

Vemos também as punições sendo proporcional a figura de autoridade do punido, várias pessoas anônimas dizem o que querem todos os dias, achincalhando principalmente o cristianismo. A grande maioria vê na umbanda algo cômico, e desde longa data umbandistas são parodiados em programas de comédia.

Essa perseguição aos evangélicos em especifico, no fundo traz um reconhecimento dos pastores com autoridade espiritual de relevância no cenário nacional.

Anônimo disse...

Sei não mas acho que logo as pessoas que não podem mais expressar verbalmente sua ira contra pais de santos começarão a expressar de outras formas menos civilizadas.

A verbalização de nossas revoltas é necessária para digerirmos melhor nossas contrariedades.

Quando a palavra nos é podada resta a ação física e não mais a verbal.

Bem... Veremos no que vai dar tudo isso pois tenho a impressão de que esse tipo de atitude violenta por parte do povo é até desejada pelos políticos de plantão a fim de justificarem maior presença estatal nos comezinhos sociais.

De qualquer forma nunca tive nada contra sub-culturas populares.

Gosto da minha mais ou menos europeizada e cada qual que curta a sua.

Pessoas religiosas que atacam verbalmente religiões afros não estão de todo corretas nisso pois até Jesus disse que quem não é contra nós e por nós, referindo-se aos não-apóstolos que em nome dele expulsavam demônios, mas também não estão cometendo crime nenhum.

Como vêem, logo o Brasil se tornará uma Cuba onde a liberdade de expressão causará tanto transtorno legal que temeremos até mesmo pensar em voz alta sob ameaça de sermos acusados de alguma coisa.

Anônimo disse...

Olá, Júlio.

Espero que estejas bem junto a sua família.

Dei uma lida na entrevista que você concedeu ao site CRISTIANISMO HOJE.

Fiquei estarrecido da forma como o trataram: "crente quixotesco", "histriônico", "incendiário...". Mas logo ficou claro de que não se tratava de um veículo de mídia verdadeiramente cristão.

Apesar de muçulmano, fui educado na juventude como cristão e portanto sei perfeitamente identificar os verdadeiros dos falsos cristãos. E com muita certeza este site CRISTIANISMO HOJE é uma falsificação do cristianismo.

Se pinçarmos alguns termos da entrevista, fica bastante claro que CRISTIANISMO HOJE é deveras tolerante, se não adepto, do homossexululalismo. Exemplos:

O termo "comunidade gay" é evidentemente um termo pró-homossexululalismo. É bajulação descarada.

Logo na primeira pergunta, ao invés de usarem a palavra homossexululalismo, usaram a palavra homossexualidade, dando a entender nas entrelinhas que você é contra a pessoa do homossexual, não contra o pecado do homossexululalismo.

Também a pergunta "falta conscientização política e social aos pastores brasileiros?" demonstra que a mente do perguntador foi forjada na esquerda, pois só um esquerdista faria uma pergunta idiota como esta.

Enfim, fica aqui minha solidariedade, e o desmascaramento de mais um veículo de mídia falsamente cristão.

Abraço, Antonio Ahmed.

Anônimo disse...

O site da Igreja do Pr. Tupirani (postado neste blog) está repleto de vídeos e mensagens mp3, contendo toda a visão, pensamento e pregações de sua igreja.

Eles atuam sob um ministério denominado de "restauração". Resumidamente, assumem uma visão semelhante a do Profeta Elias e de João Batista, quando foram enviados para pregar a restauração de Israel (Igreja). Como estamos vivendo os últimos dias antes da segunda vinda de Cristo, e próximos da entrada em cena do Iníquo, eis aí o "grito da meia noite", chamando todos à restauração de suas vidas e práticas diante de Deus.

São radicais? Não há qualquer mensagem lá contrária à Bíblia. Pelo contrário, toda a pregação encontra-se fundamentada nas Escrituras. Tive a oportunidade de ouví-las todas e são todas impactantes e verdadeiras. O conceito radical é subjetivo. Que o diga João Batista. Este vivia no deserto, vestido de peles e alimentando-se de gafanhotos, e foi o único com coragem de apontar na cara de Herodes o seu adultério. Ainda bem que Deus ainda levanta "radicais" nesta Terra, porque, se dependesse dos outros...

Como são poucos os que, nestes dias de apostasia, têm a coragem de enfrentar de peito aberto o sistema do anticristo, resta-me prestar minha solidariedade a esses irmãos valentes na fé, além de continuamente orar por suas vidas. Se eles são profetas verdadeiros de Deus - Elias nesta Terra -, o que eu acredito que sejam, não há ou haverá prisão humana capaz de deter sua mensagem! O mesmo anjo que libertou o Apóstolo Pedro há cerca de dois mil anos atrás ainda continua vivo, aguardando uma ordem divina.

Maranata!

Willians.

Anônimo disse...

Está preparado irmão?
Ou está só indo para a Igreja todos os domingos?Quantas almas ganhastes?Tem feito campanhas contra o ele?Ou se contenta com suas esmolas?
Será Pedro?Ou Paulo que não negou a fé e foi coroado?
Eu mesmo não sei quem serei!Mas Deus sabe!Tenho vontade, mas Deus saberá minha atitude, por enquanto estou me armando com esta palavra:

APOCALIPSE: 6:9-11
9 E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.
10 E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.

Que me matem, eu morro, mas vivo com Jesus!

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;
18 Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.
19 ¶ Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus.
20 E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém.
Marcos (16:14:18)

Kelly Úrsula disse...

Olá Julio.

É como a Palavra diz: "Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós." (Mt 5:11e12)

Se esse pastor e este jovem foram presos pelo amor à Palavra do Senhor, amém!!!
Pq o espanto? Milhões de missionários são torturados e mortos das formas mais perversas no mundo inteiro! Assustados? É o fim dos tempos, meus queridos. Sabemos q a perseguição em nosso país é apenas questão de tempo.
Somos chamados para pregar o evangelho à toda criatura e os q crerem serão salvos(Mc 16:15e16) pelo poder da Verdade, q é o próprio Jesus (Jo 14:6 e 8:32)

Demos glórias a Deus por essa perseguição assim como aconteceu com a igreja primitiva e nossos heróis na fé (HB 11:36). Sinal q a Palavra está penetrando em muitos corações.

Que o Senhor nos guarde desse dia; q nos dê ousadia, sabedoria e que nunca nós nunca venhamos a negá-lo!

A paz e a graça seja com todos, principalmente com os irmãos preseguidos!
Amém!

bebeto_maya disse...

Censura politicamente correta. Vivemos a ditadura que nos levará ao fosso profundo.

Rodrigo Silva Barros disse...

Oi Júlio!

Eu escrevi um artigo sobre esse pastor. Se você quiser lê-lo segue o link:

http://rodrigosilvabarros.spaces.live.com/blog/cns!B00A51EFEFC277AD!1864.entry?&_c02_vws=1

Um abraço!

Afonso Henrique disse...

Sabe quem sou eu? Eu sou aquele jovem, ao qual você definiu apenas como um jovem negro que foi "preso" (sequestrado!) junto com o Pr. Tupirani aqui no Rio de Janeiro. Eu li o que você escreveu a nosso respeito em seu site, e constatei a sua visão bastante limitada e fraca de Evangelho. Seus erros começam logo quando você me define como negro. Primeiro, que, não sou negro (não que eu me importe em ser chamado assim). Mas com isso, logo vi que você já entrou no barco da imprensa desgraçada, pois ela que quis me rotular assim, para poder afirmar que o Pr. Tupirani era um perigo para as classes mais "baixas". Como pode você querer sustentar uma pose de intelectual cristão, e nem sequer conseguir julgar uma situação sem as opiniões falsas de uma imprensa profanada e corrompida?? É bem melhor em seus escritos você tirar esse rótulo de cristão, pois você envergonha o Evangelho puro e santo do Senhor Jesus. Você por acaso lavou as mãos para poder digitar algo a respeito do Pr. Tupirani? Você sabe quem ele é? Por que o julgou? Por que procurou ora defendê-lo, ora acusá-lo? Qual a tua preocupação em comentar cega e errôneamente sobre esse caso? É lógico que você está em desacordo com a visão dele em relação ao Evangelho. Quer aparecer para esse teu público medíocre e cego, que vê em você alguma expressão de coragem?? Pois nunca um covarde, como você, pôde algum dia sustentar a doutrina do Evangelho perante o mundo. O que te levou a criticar a minha declaração de que a polícia não é autoridade para a Igreja do Deus Vivo?? Hipócrita! Eu fui imprudente em falar tal coisa?? Quem é você, covarde?? Qual página de Bíblia você está em condições de me ensinar? Suas palavras me enojam! Somente um débil mental desgraçado para afirmar que a polícia e os militares são a segurança da sociedade! Quando eles pegarem teus filhos e estourarem os miolos deles a mando de qualquer autoridadezinha de merda desse país, eu quero ver se você irá sustentar essa medíocre idéia! Por acaso algo que procede do Estado poderá ser benéfico à sociedade ou até mesmo à Igreja de Cristo? Você acha que o Sacerdócio de Cristo é submisso a alguma autoridade constituídade por ímpios na Terra?? Se a Igreja desde a sua queda não tivesse pensado igual a você, por que se levantaria nos tempos de hoje um Ministério de Restauração? E se a Bíblia diz que nesse tempo haveria uma apostasia geral na Igreja, por que Jesus não te usou para combatê-la, ao invés de ter te desprezado pela sua falta de conhecimento bíblico e coragem? Você acha que realmente o Pr. Tupirani e eu somos passivos a julgamentos de homens, aos quais você define como "justiça"?? Se você mesmo diz não conhecer nossa versão, o que te levou a soltar tanto excremento pela boca para falar a nosso respeito e nos qualificar como imprudentes?? O que você anda "comendo" por aí?? Por que você diz que nossas opiniões são estranhas e radicais e dizemos muitas bobagens? Por acaso me ouviu fazendo comentários sobre sua família, dando em cima de tua mulher, fumando maconha ou cheirando cocaína, para depois disso poder expressar alguma opinião como fazem esses policiais e militares que você tanto defende?? Pelo menos uma coisa que você disse é verdade: você e a maioria dos cristãos não seguem os estilos e os métodos do Pr. Tupirani. Realmente, pois se você seguisse, pelo menos homem você seria, e você e essa raça desgraçada da sua laia não seria esse poço de covardia, vergonha e escândalo ao Evangelho que são! E que tal colocar a prova esse nosso fanatismo?? Vamos ao monte, o Deus que responder com fogo é Senhor nos céus e na terra! Não quero que você responda nenhuma dessas interrogações, pois teu caráter, personalidade e pensamentos, estão claros em seus escritos. Que você se considere o que quiser, filho do diabo ou homem de Deus (o que é impossível que você seja!), uma coisa eu te digo: SAI DO MEU CAMINHO, DESGRAÇADO!

BÍBLIA SIM, CONSTITUIÇÃO NÃO!

Empire Generation Jesus Christ
Proclaiming the Sovereignty of God (Mt. 28:18)
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