30 de junho de 2009

Registros da Vigilância Sanitária dos EUA indicam 28 mortes em 2008 relacionadas à vacina contra o VPH

Registros da Vigilância Sanitária dos EUA indicam 28 mortes em 2008 relacionadas à vacina contra o VPH

WASHINGTON, DC, 24 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Judicial Watch (Vigilância Judicial), um grupo de interesse público que investiga e promove ações penais contra a corrupção do governo, anunciou nesta semana que obteve registros da Vigilância Sanitária (FDA) documentando 28 mortes em 2008 que podem estar associadas à Gardasil, a vacina contra o vírus do papiloma humano (VPH), além de 19 mortes em 2007.

O número total de mortes relacionadas à Gardasil é 47 desde que a vacina foi aprovada em 2006. Ao todo, a Vigilância Sanitária documentou 6.723 “incidentes adversos” relacionados à Gardasil em 2008, dos quais 1.061 foram considerados “graves” e 142 considerados de “risco de vida”.

Das 47 mortes registradas, 41 ocorreram dentro de um mês após o recebimento da vacinas e dessas mortes, 17 ocorreram dentro de duas semanas após o recebimento da vacina. Na maioria das mortes a causa é ainda desconhecida.

Judicial Watch divulgou o texto de vários dos “incidentes adversos” documentados pelo Sistema de Registro de Incidentes Adversos de Vacinas (SRIAV) da Vigilância Sanitária.

Um caso declara: “Depois de receber sua segunda dose de GARDASIL… ela conseguia rastejar, mas… precisava usar um par de muletas ou uma cadeira de rodas… Ela estava tendo dificuldades de respirar e tinha ‘enxaquecas muito fortes’ que nunca iam embora… Ela estava com inchamento na face, queixo e pulsos. A paciente foi diagnosticada com a Síndrome Guillain-Barre, degeneração da bainha mielina e neuropatia periférica. A paciente foi hospitalizada duas vezes… a paciente não se recuperou dos sintomas”.

Outro caso envolve uma moça de 19 anos sem nenhum histórico médico de problemas. Logo depois de receber a vacina Gardasil, ela experimentou efeitos colaterais. Dentro de onze dias seus sintomas incluíam “conduta agressiva, artralgia, ataques parciais complexos, confusão mental, convulsões, choros, vertigem, epilepsia, fatiga, sentimento de anormalidade, convulsões de “Grand mal”, reação imediata após a injeção, irritabilidade, mialgia, náuseas, dores, estado de prostração após os ataques, sonolência, desmaios, tremores e sem reação a estímulos”.

Os relatórios SRIAV da Vigilância Sanitária mostram que desde junho de 2008, 235 casos especificaram deficiência permanente. Havia também 29 novos casos de Síndrome Guillain-Barre e 147 casos de “aborto espontâneo” quando a vacina foi dada para mulheres grávidas.

Além disso, 62 meninas contraíram verrugas depois de receber as vacinas. Esse problema é de importância particular, diz Judicial Watch, pois oa, que foi planejada para impedir novas variantes de verrugas genitais, não deveria reagir com outras variantes de VPH. Contudo, não só mulheres que antes eram saudáveis experimentaram verrugas genitais depois da vacinação, mas 21 meninas acabaram ficando com verrugas em outras áreas, geralmente na face, mãos e pés, e num caso, “no corpo inteiro”.

“A Vigilância Sanitária tem a obrigação de ser a guardiã da saúde pública, mas esse órgão continua a ignorar o que parece ser um problema de saúde pública extremamente sério. A campanha de relações públicas que a indústria farmacêutica Merck, os políticos e as autoridades de saúde pública estão fazendo em favor da Gardasil precisa de uma pausa, de modo que essas reações adversas possam ser mais estudadas”, disse Tom Fitton, presidente de Judicial Watch. “Os problemas já sérios associados com a Gardasil parecem estar ficando piores. Ninguém deveria forçar essa vacina em meninas”.

Esses relatórios podem ser lidos integralmente aqui: http://www.judicialwatch.org/

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/registros-da-vigilancia-sanitaria-dos.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09062405.html

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Um comentário :

Marcelo disse...

Muito estranho querer forçar essa vacina em meninas se a principal forma de transmissão dessa doença é por contato sexual.