21 de maio de 2009

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Don Feder

Uma parte do discurso de Obama no Parlamento da Turquia disse: “Não nos consideramos uma nação cristã”. Esse discurso me lembra uma piada antiga: O Cavaleiro Solitário e seu ajudante índio estão cercados por índios hostis. O homem mascarado vira-se para seu fiel companheiro e pergunta: “O que iremos fazer agora?” Seu ajudante responde: “O que você quer dizer nós, cara pálida?”

Como outros esquerdistas, Obama tem o infeliz hábito de projetar suas ilusões no povo americano.

Ele estava na Turquia como parte de sua turnê de repúdio aos EUA, durante a qual ele gratificou vergonhosamente os desejos do antiamericanismo europeu. (“Temos sido arrogantes e prometemos não mais torturar terroristas e sempre escutar os ‘aliados’ que quase perderam as duas guerras mundiais e a Guerra Fria. E nos últimos 15 segundos eu disse o quanto lamento o episódio de Wounded Knee?”)

Na Turquia esmagadoramente muçulmana, Barack Hussein Obama, como ele foi apresentado (agora que a eleição terminou, não há problema em usar seu nome do meio), declarou o conceito de que “os EUA como nação cristã” é um mito.

Obama disse: “Embora, conforme mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande (sim, por volta de 75 a 80%), não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica ou uma nação muçulmana”.

Será? Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colônia para “o avanço da fé muçulmana”? E quanto ao lema “Em Alá Confiamos” em nossas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, “Alá Abençoe a América”?

Falando sério, se ao declarar que os EUA não são uma nação cristã Obama está se referindo a uma minoria como a diretoria esquerdista do jornal The New York Times, ele acertou em cheio.

Por outro lado, se ele quer dizer a nação em geral, ele azarou.

Em 3 de abril uma pesquisa de opinião pública da revista Newsweek mostrou que 62% dos americanos consideram os EUA como “uma nação cristã”. Mas para aqueles que são como Obama, a emoção predominante dos EUA não é decidida pela maioria, mas pela elite cultural — os indivíduos que receberam o privilégio de moldar a consciência nacional pelo resto de nós.

Devido à ignorância ou cegueira deliberada, por toda a história americana, a maioria dos americanos, inclusive seus líderes, não entendiam que os EUA são uma república secular — uma nação sob Rousseau, Darwin e o Manifesto Humanista (I e II).

Patrick Henry comentou: “Nunca é demais frisar o fato de que esta grande nação foi fundada não pelas religiões, mas por cristãos; não na base de religiões, mas na base do Evangelho de Jesus Cristo”.

A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787,” em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz da Suprema Corte Joseph Story, em sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam “que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado”.

No caso de 1931 de U.S. v Macintosh (decidido antes de o judiciário federal começar a desconstruir a Primeira Emenda), a Suprema Corte declarou: “Somos um povo cristão”.

Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive B. Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição. Em todos os casos, exceto um, era a Versão do Rei James.

Falando dos antecessores de Obama — nitidamente “menos inteligentes” e “laicos” do que o “Supremo Messias” e provavelmente lacaios da direita religiosa — a opinião deles é unânime:

O Presidente George Washington disse: “É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia”. Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava se referindo ao Corão ou ao Bhagavad Gita.

O Presidente John Adams disse: “Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo”.

O Presidente John Quincy Adams disse: “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo”.

O Presidente Andrew Jackson disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada nossa República” — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.

O Presidente Abraham Lincoln disse: “Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme nAquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades atuais”. As “dificuldades atuais”, que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 morreram.

Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.

O Presidente Woodrow Wilson disse: “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras”.

O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: “Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.

O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: “Esta é uma nação cristã… Não é a toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colônias aqui, no comecinho da sua aventura colonial, declararam sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio”.

O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: “Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus”.

O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: “Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?”

Entretanto, o “Supremo Messias” consegue alegremente proclamar que os EUA não são mais uma nação cristã.

Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã”.

Com isso o presidente aceitou a possibilidade de que os EUA foram uma nação cristã no passado, mas não são mais. Contudo, quando foi que o predomínio do Cristianismo na vida dos americanos terminou — com a decisão da Suprema Corte de abolir as orações nas escolas em 1962, com sua decisão Roe v. Wade de 1973 de legalizar o aborto ou com Bill Clinton deixando manchas de sêmen no vestido de uma estudante estagiária, em 1995?

Embora insistisse que “nós” não consideramos os EUA uma nação cristã, Obama apelou para o sentimentalismo quando chegou o momento de tocar no assunto da “religião da paz”. “Queremos transmitir nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país”.

Além de confusa, a declaração de Obama foi convenientemente vaga.

Moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude — de que os descrentes são obrigados a se converter para o islamismo ou se submeter ao governo islâmico? Transformando mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental por centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milênio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?

O islamismo moldou os EUA para melhor? Pelo menos Obama não disse que “teve um impacto profundo” — como um avião de passageiros colidindo com um edifício elevado.

É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo, inclusive o zoroastrismo e a cientologia. Muitos dos princípios nos quais os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis para o islamismo tradicional.

Numa pesquisa de opinião pública do Washington Post/U.S. News (26-29 de março), embora a maioria aprove os esforços de Obama para alcançar o mundo muçulmano, 48% confessaram ter uma opinião desfavorável do islamismo, a percentagem mais elevada desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Na mesma pesquisa, 55% disseram que lhes faltava uma compreensão básica da religião da paz.

Conhecimento produzirá desprezo. À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais encontrarão a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão trazendo para os EUA — como os assassinatos de honra.

No ano passado, no subúrbio de Jonesboro, um imigrante paquistanês estrangulou sua filha de 25 anos com uma corda bungee, por tentar escapar de um casamento arranjado.

Em pleno Dia de Ano Novo, 2008, os corpos crivados de bala de Sarah e Amina Said (idades 17 e 19) foram encontrados num táxi abandonado. O pai delas, o imigrante egípcio Yaser AbdelSaid, foi preso pelos assassinatos. Said havia ameaçado matar suas filhas por terem namorados. Ele achava que elas agora eram moças imorais!

Muzzammil Hassan, da região de Buffalo, era o próprio modelo de um muçulmano moderno e moderado. Em 2004, Hassan fundou a TV Bridges [Pontes] para neutralizar as imagens negativas do islamismo e exibir as muitas estórias de “tolerância, progresso, diversidade, serviço e excelência muçulmana”. Pare, você está me matando! — um infeliz golpe de linguagem quando se debate o islamismo.

Hassan era um motivo de orgulho tão grande para sua religião que, em 27 de abril, ele recebeu o primeiro prêmio por excelência em seus esforços para apresentar ao público um islamismo diferente aos olhos do público. Ele recebeu o prêmio da filial em Pensilvânia do Conselho de Relações Islamo-americanas, onde alguns dos líderes têm ligação com o terrorismo. Presentes no evento estavam o governador Ed Rendell e o deputado federal Joseph Stestak, ambos do Partido Democrático. Stestak foi o palestrante.

Em 12 de fevereiro de 2009, o grande exemplo do Islamismo moderado foi preso e acusado de decapitar a esposa, que havia afirmado que ele cometia abusos físicos e emocionais, e estava no processo de se divorciar dele. O lema da TV Pontes é: “Conectando pessoas por meio da compreensão” — o irônico é que no caso de Aasiya Hassan, a cabeça dela não está mais conectada ao corpo dela.

De acordo com o Projeto de Comunicação e Educação sobre a Mutilação Genital Feminina — a prática de cortar o clitóris e os lábios menores das mulheres em algumas sociedades muçulmanas a fim de mantê-las submissas tornando impossível que elas experimentem prazer sexual — chegou aos EUA.

Em novembro de 2006, Khalid Adem, um etíope vivendo em Atlanta, foi sentenciado a 10 anos de prisão por decepar o clitóris de sua filha de dois anos.

Num vídeo postado no YouTube — filmado secretamente numa mesquita em Nashville, Tennessee — uma menina de 7 anos diz, chorando, como as meninas são surradas durante as aulas de xariá. A menina também fala de seu “marido”. Os grandes meios de comunicação se importam com alegações de abuso físico e sexual somente quando o assunto envolve a Igreja Católica.

A pedofilia e o abuso de crianças não são apenas estranhos costumes praticados em casas de oração muçulmanas.

Das mais que 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de setembro de 2001.

O Centro de Políticas de Segurança enviou agentes secretos que falam árabe para mais de 100 dessas instituições, descobrindo que de cada 4, 3 estavam infectadas com extremismo e pregações de ódio contra os EUA, os judeus e os cristãos.

É desse jeito que o islamismo está moldando os EUA para melhor.

Se não somos uma nação cristã, então o que é que somos? Obama disse aos turcos: “Consideramo-nos como uma nação de cidadãos que estão ligados por ideais e por um conjunto de valores”.

Valores não são fluídos. Eles têm de ter um ponto de origem.

Por toda a nossa história, a maioria dos americanos nunca duvidou das origens de nossas características éticas: o monte Sinai, Jerusalém, os Dez Mandamentos, o Sermão da Montanha, a Torá, o Novo Testamento — conhecidos coletivamente como nossa herança judaico-cristã.

Para a esquerda secular, que agora ocupa a Casa Branca, a herança dos EUA não está na Bíblia, nem na Declaração de Independência e nem na Constituição (em seu sentido original), mas no humanismo secular, no coletivismo e no multiculturalismo — valores baseados não em padrões eternos, mas em normas culturais predominantes, conforme determina a elite política, midiática e acadêmica.

Obama não quer que nos consideremos uma nação cristã porque a ética judaico-cristã está em conflito com a cosmovisão dele.

Seja o que for que Joel Osteen e Rick Warren nos digam (o Pr. Ken Hutcherson os chama de evangelistas covardes), Obama não é cristão — a menos que você considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele freqüentou por 19 anos, como Cristianismo.

Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os atos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.

Os EUA, com suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebês em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está adquirindo como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projetos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado de Illinois.

Os EUA como nação cristã crêem em governo limitado, não aceitando a idéia falsa de que o governo é Deus. Os EUA de Obama crêem que não há nada que o Estado não possa fazer, nenhum poder que o Estado não deveria ter e nenhuma limitação nos poderes do Estado para taxar, gastar e controlar.

Os EUA como nação cristã compreendem a ordem bíblica de apoiar Israel.

Os EUA de Obama vêem os palestinos (que são antissemitas, antiamericanos, sanguinários, exaltadores da guerra santa) como o equivalente moral dos israelenses (democráticos, pró-americanos, governados pelo Estado de direito). A fantasia de Obama de Israel e Palestina vivendo juntos “lado a lado em paz e segurança” é ilusão ou eufemismo para um acordo temporário que levará à extinção do Estado judeu.

Como a proverbial casa dividida de Lincoln, esses dois EUA não poderão coexistir para sempre. Durante sua presidência, Obama tem a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, com um chefe de mesquita presidindo na cerimônia religiosa fúnebre.

Mal posso esperar a próxima viagem cheia de magia e mistério do presidente Obama. Como o Dep. Joe Cannon disse de um colega: “Toda vez que abre a boca, esse homem subtrai da soma total do conhecimento humano”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Don Feder

Para entender quem é Obama, clique aqui.

30 comentários :

Herberti disse...

Não é para menos que os srs. B.Obama e Luiz Inácio da Silva (vulgo "Lula"), tem-se elogiado mutuamente: foram feitos para o mesmo trabalho, o de desconstruir o mundo no qual nasceram e que lhes deu as condições de chegar aonde chegaram. Ainda que inconscientemente, pessoas deste tipo carregam no coração um desejo e um projeto secreto de serem reconhecidas como portadoras de um chamado messiânico, pois se o mundo que elas planejam acontecer, ninguém mais terá nem o direito nem a oportunidade de realizar o que elas mesmas realizaram. Elas querem ser as últimas, o clímax de um processo. Enfim, gente muito doente na alma. A própria História está repleta de exemplos: Ninrod, Nabucodonozor, Alexandre, Ghengis-Khan, Átila, Napoleão... . Os métodos com certeza mudaram, tornaram-se mais sutís, sofisticados, tecnológicos, com muita neurolinguística, mas o objetivo é o mesmo: criar um mundo para sí. Por isso que ainda prefiro o humilde mestre da Galiléia, que veio buscar e salvar o perdido, e não se preocupou em criar um mundo para Seu próprio prazer, mas sim formar uma família, onde eu pudesse ser acolhido e amado, e onde eu aprendo a considerar o outro.

Anônimo disse...

A declaração do terrorista Obama faz um pouco de sentido!

É só ver como até pouco tempo a maioria dos americanos era à favor do aborto; mas agora 51% deles só agora está abrindo os olhos em relação ao aborto.

Vamos falar a verdade sr. Julio, os Estados Unidos é um país verdadeiramente liberal. Nunca escondeu isso de ninguém com a sua ''cultura'' e filmêcos de ''atos heróicos''.

Laurindo Neto disse...

Julio, muito obrigado por ter postado este texto. Estou escrevendo um artigo que compara Obama com Lincoln. Me ajudou bastante! Abraços

Léo disse...

Júlio,
Antes de tudo gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho que vem realizando, continue firme no seu próposito que é dignificante, Deus lhe recompensará com certeza.
Gostaria de indicá-lo, se é que já não leu, um artigo muito esclarecedor que saiu dias atrás no WND. Acredito ser muito importante para o seu trabalho. Segue o link abaixo:

http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=97940

Abraços

Alexssandro disse...

Quantos erros nesse artigo, Thomas Jefersson era praticamente um ateu declarado e George Washington se não o era não gostava de cerimônias religiosas.

Os chamados Pais fundadores dos EUA eram filhos do Iluminismo e como tal se orgulhavam de criarem uma nação livre da opressão religiosa.

Infelizmente devem estar se revirando nos túmulos ao se verem seus ideais seqüestrados pela direita religiosa.

Julio Severo disse...

Prezado Alessandro, a declaração de Jeferson mostra que as bases cristãs dos EUA eram tão fortes que mesmo deístas como Jeferson tinham de se curvar à realidade. Quanto a Washington, ele acordava para orar e ler a Bìblia às 4h da madrugada. Você conhece só UM ateu que faça isso? A maioria absoluta dos pastores não faz isso. Você próprio faz isso, Alessandoro? Além disso, a Bíblia de Washington era tão lida que estava cheia de anotações pessoais dele.

Trindade disse...

Mais uma vez parabéns Júlio Severo, seu pioneirismo em trazer coisas novas atualizando o povo de Deus, isso é uma benção, mas para quem diz que tem coisas boas no meio Muçulmano e é claro tem mesmo, mas só tem no Pais onde são minoria absoluta porque onde são maioria não e vê essa bondade toda e os Muçulmanos ocidentais são bonzinhos porque dependem disso para fazer negócios e são tolerados em seus paises de origens porque são verdadeiros missionários do Islã, mas se ganharem terreno ai acaba toda a tolerância e é implantada a cultura islamica, ou seja todos tem direitos de professar a sua fé, mas expo-la só os Moçulmanos podem, pregar o Evangelho de Cristo pode, mas só em "silencio", nunca terão a verdadeira liberdade que lhes é dada aqui no ocidente, digo isso porque em alguns poucos paises Muçulmano é tolerado o Cristinismo, mas são impostas tantas regras que na verdade se torna impossivel ser Cristão num ambiente desses. O que me preocupa é que tem ocidentais que acreditam que em paises Muçulmanos a liberdade é plena, mas sempre falam isso do conforto de um Brasil onde qualquer minoria é tolerada e até humilha a grande maioria sem nenhuma consequência, pois temos sido um povo de maioria Cristã e tolerantes ao extremo.
Pena que em breve os nazigayzistas irão tomar o poder e acabar com toda essa tolerância.

Léo disse...

Pode ser coincidência ou obra da providência (prefiro ficar com a segunda hipótese), mas retornei ao site para complementar o que havia esquecido dizer no comentário feito por mim acima quando, para minha surpresa, deparei-me com um comentário cínico, malicioso, sorrateiro, ambíguo típico de quem está mal intencionado. Falo do comentário do Sr A. Gomes. Retornei com o propósito de cobrir de elogios o artigo aqui postado de Don Feder intencionando não entrar em detalhes, como de fato, não entrarei, pois o artigo por si só é por demais esclarecedor. Digo apenas que, direto, transparente, contundente, Feder deixou claro o comportamento malandro e maligno dessa figura bizarra que preside os EUA, e o lado sinistro dessa (porca miséria!!!) "religião da paz" - alguém poderia me explicar de onde saiu essa alcunha grotesca? Então surgiu minha inquietação: o que é que esse Sr Gomes viu de tão absurdo no artigo de Don Feder? Caro Júlio, creio que você pode não ter percebido a perfídia por desatenção ou pura ingenuidade, mas não tenho dúvida de que esse sujeito está tentando usar o seu espaço para desacreditar as sábias palavras de um grande articulista conservador, inteligente e perspicaz, para então inocular em seus leitores aquela dúvida satânica, que todos nós podemos estar expostos num momento de fragilidade, a respeito de pessoas boas e verdadeiras. Quanto a este tal Gomes fica claro não tratar-se de um cristão de forma alguma, isto é uma víbora querendo confundir a cabeça de inocentes. No máximo, esse infeliz se faz de cristão para depois, secretamente, freqüentar “taricas” (organizações esotéricas islâmicas) que tem como objetivo exatamente isto que ele tentou fazer aqui, se passar por cristão ganhando a confiança deles e depois os envenenando de discursos contraditórios e nocivos à fé cristã.
Portanto, caro Júlio, peço-lhe que dê atenção a este meu alerta, e tome cuidado com este tipo de gente ardilosa que tem por objetivo emporcalhar o seu site com mentiras e calúnias.
Fica aqui o meu abraço e um forte desejo de eu seja compreendido.
Que Deus abençoe a ti e toda família.

Julio Severo disse...

Prezado Léo, você tem razão. Não faz sentido nenhum publicar um lixo de comentário cheio de mentiras. Nos países radicalmente muçulmanos, os cristãos são perseguidos, torturados e mortos. Em países como o Brasil, eles escondem a face e até usam a liberdade que NÓS lhes damos para nos perseguirem. Antes de sair do Brasil, quatro líderes muçulmanos de São Paulo estavam movendo ação contra mim. Meu "crime"? Postar textos que eles não gostam. Vou apagar imediatamente o comentário lixo, até porque o autor não quis aparecer.

Anônimo disse...

Julio, o Alexssandro fala uma verdade. George Washington era ligado a maçonaria. Ele era um verdadeiro defenssor não só da maçonaria, como também dos movimentos ''libertários''.

Léo disse...

Prezado Júlio,
Fico feliz por ter-me compreendido e ainda haver tomado a atitude correta. Temos de estar sempre alerta com esse tipo de gente que abunda o mundo. Eles tentam ocupar todos os espaços difundindo idéias erradas entre seus inimigos deixando-os confusos, como vírus que embaralham um sistema organizado, e aproveitam-se desse descuido para propagar suas idéias malignas. Esta é uma tática maquiavélica muito utilizada pelos comunistas e islamitas, além da perseguição ostensiva como você próprio sofreu. Gente imunda!
Que Deus lhe abençoe em seu novo lar e que coisas como essa nunca mais aconteça contigo.
Abraços

Alexssandro disse...

Li a Bíblia e ocasionalmente a leio novamente, alias foi atraves dela que comecei a duvidar da existência de Deus e das religiões em geral.

Me considero agnóstico pois nada até hoje me convenceu que exista algo de sobrenatural neste Universo, mas fico aguardando as evidencias.

Os Pais Fundadores dos Estados Unidos estão entre os meus heróis , criaram uma grande nação que apesar de todos os seus erros e desmandos sem duvida ajudou a tornar o nosso mundo melhor, sem os EUA estaríamos entregues a dominação nazista ou comunista.

Apesar da nítida mal vontade com que o OBAMA é visto aqui, ele esta certíssimo, os EUA não são um pais cristão, mas sim a terra da liberdade em que todas as crenças convivem sem que isto torne um ou outro credo melhor que o outro.

A. Gomes disse...

Voltei aqui somente agora, lamento que tenha apagado meu comentário que reitero, foi escrito sem maldade.

Para colocar minhas convicções a pratos limpos, sou Cristão a favor da heterossexualidade e portanto contra o comportamento homossexual, sou contra o aborto, sou contra a legalização das drogas, sou obviamente contra a perseguição de Cristãos e sou a favor de tudo o que de mais sagrado há no cristianismo.

Mantenho a conversa num nível aceitável, se esta oportunidade me for concedida.

Sr. Léo, não sei da onde vêm a idéia de que julguei o Don Feder. Eu não critiquei a religião dele, nem critiquei a linha política dele, nem critiquei qualquer faceta da vida pessoal dele. Avaliei este artigo dele e não achei bom, pois o artigo poderia ter saído muito melhor.

O fato dele ser um articulista não coloca ele acima de ninguém e aliás coloca ainda mais responsabilidades sobre suas costas. Estou neste momento redigindo email para que ele responda e me esclareça mediante os mesmos argumentos que apresentei aqui. Conheço a linha conservadora dele e acho que ele comete tanto acertos quanto erros, mesmo que ingenuamente.

Sinceramente, usar dos predicados de Don Feder a fim de anular qualquer convição contrária a dele não está de acordo com a igualdade dos homens perante Deus. Acredito que acima dos crentes em Deus Pai apenas o próprio Divino reside. Sim, respondi à altura com um comentário igualmente contundente, descrevendo fatos que presenciei.

Os muçulmanos em suas terras natais cometeram e ainda cometem muitos erros e pecados e em nenhum momento neguei isso. A lacuna que meu comentário anterior retratava no artigo de Don Feder é justamente a da credibilidade irrepreensível, meticulosa, cuidadosa (nunca maldosa e nem mentirosa) que poderia demolir Obama e calar tanto a esquerda quanto a ofensiva ideológica islâmica. O artigo dele falhou nesse ponto.

Talzez esteja errado, e caso esteja, a humilhação será apenas minha. Nunca quis abater ou colocar os amigos em dúvida e deixo minhas sinceras desculpas já que meu comentário foi interpretado como tal.

Um abraço para todos e fiquem com Deus.

Anônimo disse...

Sr. A. Gomes um verdadeiro cristão tem a Bíblia como autoridade máxima, e justa, pois é a infalível Palavra de Deus. Você diz ser cristão mas seu discurso é recheado de humanismo.

Anônimo disse...

ALEXANDRO, QUANTOS ERROS NOS SEUS COMENTÁRIOS. É VERDADE QUE VOCÊ CONHECE CERTOS ASSUNTOS MAIS DO QUE A MAIORIA DAS PESSOAS. MAS, POR TER UM CONHECIMENTO SUPERFICIAL E POR DESCONSIDERAR OS FATOS HISTÓRICOS, COMETE ERROS E GRANDES CONTRADIÇÕES.

OS EUA FORAM CRIADOS SEM "OPRESSÃO RELIGIOSA" PORQUE SUA CONSTITUIÇÃO FOI FEITA "COM A BÍBLIA NA MÃO" E NÃO PORQUE "OS PAIS FUNDADORES" ASSIM QUISERAM. SEUS IDEAIS NESSE MOMENTO ERAM OCULTOS E PARTE DELES AINDA O SÃO.

ESSA CONSTITUIÇÃO REFLETIA OS IDEAIS DE UM POVO CRISTÃO QUE FUGINDO DA "PERSSEGUIÇÃO RELIGIOSA" NA EUROPA, VIERAM PARA A AMERICA, PARA FUNDAR UMA NAÇÃO CRISTÃ.

SE VOCÊ TIVER CORAGEM E HONESTIDADE PARA RECONHECER SEUS ERROS VOU LHE DAR UMA DICA: www.espada.eti.br NESSE SITE VOCÊ ENCONTRARÁ INÚMEROS ARTIGOS ENTRE OUTROS, ONDE PODERÁ ESTUDAR OS VERDADEIROS IDEAIS DOS PAIS FUNDADORES, SUAS LIGAÇÕES COM OS "ILUMINATIS" (NÃO ILUMINISMO), E COMO QUE, SÓMENTE AGORA ESSES IDEAIS DOMINAM OS EUA.

APRENDERÁ COMO ESSES IDEAIS SÃO OPOSTOS AOS IDEAIS DO "POVO FUNDADOR" E DA "DIREITA RELIGIOSA". ASSIM NÃO COMETERÁ ESSA GRANDE CONTRADIÇÃO EM DIZER QUE ELES SEQUESTRARAM ESSES IDEAIS DOS PAIS FUNDADORES.

A. Gomes disse...

Sr. Anônimo

Estou devidamente amparado pela Bíblia e guiado pela fé em Deus.

Sugiro aos meus detratores um estudo sincero da Bíblia. Pois o destino de todas as verdades e de toda a sabedoria dos homens é a destruição.

"Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação." (1Co 1.21)

"Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; (1Co 1.30)

"Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus." (1Co
2.5)

"Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos, para ganhar ainda mais.
E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivera debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.
Para os que estão sem lei, como se estivera sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei.
Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns.
E eu faço isso por causa do evangelho, para ser também participante dele." (1Co 9.19-23)

Eu nunca nego a supremacia da Palavra de Deus sobre o meu discurso. Você julga o meu discurso como humanista, eu julgo meu discurso como abaixo de Deus e sob a Lei dEle.

Anônimo disse...

Caro Alexssandro,

Os Pais Fundadores NÃO SÃO filhos do Iluminismo. Para começar, os Estados Unidos nasceram sob o Pacto dos Pais Peregrinos (que eram protestantes), realizado em 1620 no Navio Mayflower, que estava a caminho da América. Esse Pacto é bem anterior ao Iluminismo, que só daria seus primeiros passos no final do século 17, como fruto da repercussão do livro "Discurso do método", lançado por Descartes em 1637. Inclusive, o Iluminismo só foi ganhar corpo de fato e começar a influenciar como movimento no século 18 (denominado, justamente por isso, "Século das Luzes"), e não no século 17.

Além disso, todos que estudam a História dos EUA sabem que os chamados Pais Fundadores dos EUA, filhos dos Pais Peregrinos, diferentemente do que aconteceu em outros países, redesenharam o Iluminismo conforme o modelo de liberdade cristão que seguiam. Benjamin Francklin, John Adams, Samuel Adams, Thomas Jefferson e os demais não foram fiéis ao ideário iluminista, mas adaptaram partes desse ideário conforme o modelo de liberdade que já seguiam desde o Pacto dos Pais Peregrinos. Além do mais, a Independência e a Constituição dos Estados Unidos são anteriores à Revolução Francesa (esta, sim, influenciada pelos conceitos iluministas).

Anônimo disse...

Os Estados Unidos tem sim fundamentos iluministas!

As notas do dolar amenricano é repleto de símbolos maçonicos e iluministas.

Tem tenta negar isso ou é malicioso, ou é mal informado.

Os Estados Unidos foi fundado pela maçonaria, praticamnete todos os presedentes americanos (não todos) tiveram ligações com lojas maçonicas. Começando com o primeiro deles, George Washington.

Paulo Machado disse...

SEGUNDO O SITE "www.espada.eti.br"
existem duas Maçonarias 95% é conhecida outros 5% é oculta e comanda toda ela. muitas pessoas pasam anos dentro dela sem saber realmente de que fazem parte

Julio Severo disse...

Prezado anônimo
Houve sim influências maçônicas nos EUA, mas dizer que os EUA foram fundados pela maçonaria é muito exagero.
Graças a Deus, hoje temos muito mais conhecimento e até onde li, George Washington estava tentando seriamente entender essas questões. Ele era realmente um homem de Deus.
Hoje, vejo problema semelhante ocorrendo. A fundadora do moderno planejamento familiar é Margaret Sanger, que tinha muita ligação com o esoterismo da Nova Era. Aliás, ela disse que o controle da natalidade destruiria as igrejas cristãs.
Infelizmente, as brechas maçônicas dos cristãos nos EUA até hoje produzem nefastas conseqüências, assim como o uso do planejamento familiar entre os cristãos hoje vai em breve provocar nefastas conseqüências. Veja isto: http://juliosevero.blogspot.com/2009/05/controle-da-natalidade-no-mundo.html
É preciso pois a geração atual se arrepender do controle da natalidade. Veja este importante artigo que fala sobre controle da natalidade e maçonaria: http://juliosevero.blogspot.com/2008/12/rios-de-sangue-evanglico-pr-vida-do.html
Para ler mais textos sobre Margaret Sanger, veja: http://juliosevero.blogspot.com/search?q=%22Margaret+Sanger%22+

Anônimo disse...

Julio, até onde você leu: ''...George Washington estava tentando seriamente entender essas questões. Ele era realmente um homem de Deus.''

deixar no ar um comentário superficial, não vai ajudar a entender o problema profundamente.

Margareth Sanger foi uma idiota útil, que após entrar e participar do movimento eugenista americano, foi usada pelo mesmo movimento a implantar leis eugenistas em toda a sociedade americana e mundial; visto que o movimento eugenista americano tinha aceso até a dados de outros países estrangeiros!

Leia o livro: A guerra contra os fracos: A eugenia e a campanha norte-americana para criar uma raça superior (2003, A Girafa Editora Ltda) do escritor Edwin Black.

No caso do controle de natalidade: O movimento eugenista americano implantou no mundo uma verdadeira ''Nova Ordem Mundial''. Com a participação até mesmo do governo americano.

Isso se explica que só agora 51% dos americanos se declararam contra o aborto, só agora!

Anônimo disse...

Sobre a maçonaria, ninguém nega que os primeiros presidentes dos EUA e quase que a totalidade dos Pais Fundadores era de maçons. O Júlio reconhece isso, como eu também e qualquer pessoa que conhece a história dos EUA. Porém, é inegável que os Pais Fundadores, diferentemente dos franceses, não seguiram à risca todo o ideário iluminista, mas o adaptaram aos seus princípios cristãos. Não há como negar que os princípios cristãos sobre os quais os EUA foram fundados foram mais importantes e decisivos para a sua formação, como os próprios Pais Fundadores admitem e asseveram, do que os ideais iluministas. Estudiosos dos EUA, como o francês Toqueville, do século 19, reconhece isso.

marcelo victor disse...

Srs,
Desculpe-me interferir nesse diálogo, mas me parece que a maioria dos comentaristas deste blog quando fala do Islã, na minha modesta opinião, se assemelham mais aos diabólicos fiéis da "santa inquisição" (promovida pela idolatria romana e esquecida pela comunidade internacional), do que a pessoas que defendem e praticam os ensinamentos do divino Mestre, bem explicitados no Novo Testamento.
Acho inclusive que se houvesse possibilidade de pegar em armas, tais cidadãos (que se dizem cristãos) fariam exatamente o mesmo que os sacerdotes idólatras fizeram no passado, ou até pior, pois as técnicas de tortura se aperfeiçoaram e as armas também.
Se não me falha a memória, o divino Mestre nos ensinou a orar pelos que nos maltratam e nos odeiam. Nos ensinou a amá-los e não a odiá-los.
Tenho lido vários pronunciamentos neste blog defendendo Israel, porém raríssimas vezes alguém citou as atrocidades que vêm sendo cometidas contra inocentes palestinos. Acreditem, por certo o Senhor Jesus não faria isso...vide BÍBLIA.
A moderação e o respeito provém de DEUS, mas o extremismo provém do homem, por isso tal conduta é reprovável sobre todos os aspectos, seja ela procedente do mundo árabe, dos judeus, dos romanos, dos americanos, ou de quem quer que seja.
Do jeito que as coisas são transmitidas por algumas pessoas neste blog, em pouco tempo, a exemplo do que ocorre em outros países, é possível (e provável) que presenciemos em praça pública, neste país, cenas de desrespeito explícito contra mulheres que se apresentarem em público com os trajes típicos do Islã.
Os cristãos legítimos devem pregar o amor e não o ódio, a paz e não a guerra, Cristo e não mamom.
Dizer que os judeus são bons e que os islâmicos são maus é pura ignorância e uma grande injustiça, pois os judeus tiveram a capacidade de matar o Príncipe da Paz, pendurando-o na cruz, em praça pública.
Os muçulmanos são seres humanos exatamente como nós, feitos à imagem e semelhança de DEUS e merecem todo o nosso respeito e piedade.
Se há uma forma de difundir entre os islâmicos os ensinamentos de Cristo é através do amor e não do ódio, e, convenhamos, o Senhor DEUS tem as suas armas para converter quem quer que seja, basta Ele querer.
Alguém poderá dizer: “os árabes pregam a guerra, o terrorismo”. É verdade que há alguns ensinamentos no Alcorão que tratam de punições aos traidores da fé islâmica e aos invasores, porém a própria Bíblia, no Velho Testamente, também relata o que deveria ser feito aos que praticassem tais coisas (judeus ou não).
Olho por olho e dente por dente, é uma norma do Velho Testamento. Cristo, ao contrário, nos trouxe o perdão e nos ensinou a caridade como mandamento principal.
Aquele que diz que é Seu discípulo, deve andar como Ele andou, caso contrário nunca O viu, nem O conheceu.
Quanto ao crescimento do islamismo no mundo, fiquem tranqüilos, pois o Senhor DEUS tem as ferramentais certas e justas para alcançar Seus escolhidos, até mesmo nas entranhas do mundo árabe, hindu, budista, romano, etc.
Não ficará um predestinado de fora, só o filho da perdição.
Violência gera violência, ódio gera ódio, preconceito gera preconceito...mas amor gera amor. Cada qual faça a sua parte...
DEUS abençoe e ilumine a todos.


Para melhor elucidar, leia algumas passagens do alcorão que tratam de punições no site http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090405024210AAjtaZw

carlos_faria disse...

Nao pretendo alongar-me muito, apenas quero fazer uma pequena observacao a intervencao do sr. marcelo Victor, sobre a comparacao que fez entre cristaos, judeus e muculmanos. E certo e esta na Biblia que todos somos feitos a imagem e semelhanca de Deus, e que Cristo com a sua piedade e sabedoria divina veio para mudar o que se fazia no antigo testamento, do olho por olho, para dar a outra face.ou seja para perdoar sem limites. No entanto eu, pecador e imperfeito como sou, assim como todos porque perfeito so um houve,ouso questionar o seguinte:
Afinal quem atira com avioes para cima de predios sacrificando milhares de inocentes? quem rapta e corta cabecas humanas em nome de uma religiao que so prega vinganca e malificencia? Quem se transforma em bombas humanas assassinando alvos inocentes? Quem assassina? Quem persegue impiedosamente cristaos nos paises onde estes sao minoria, e com total passividade do Ocidente? Como por exemplo no Egipto, em que nos nao sabemos nem uma milesima parte das persiguicoes e atrocidades de que sao alvos os cristaos.
No entanto se num pais ocidental, um caricaturista desenhar um esboco de Maome, numa revista de humor e alvo de persiguicoes, manifestacoes, ameacas de morte, processos juridicos etc. Afinal se existe liberdade de expressao e religiosa, porque isso so acontece no Ocidente e nao nos paises islamicos? Acho sim que devemos estar muito atentos a uma seita religiosa que se alastra pelo mundo e que tenta impor a sua ideologia como nos velhos tempos do profeta " Propagar a nossa religiao de qualquer modo nem que seja a frente das cimitarras esmagando todos os infieis".
Perdoem-me se me alonguei muito mas, pecador e imperfeito que sou,nao posso deixar de lancar um grito de revolta
Bem haja a todos

Anônimo disse...

O maior inimigo dos EUA é o próprio Obama. Um queniano que leva em seu sangue, o ódio contra essa nação. Daí porque bajula comunistas e muçulmanos e está lá para levantar o projeto de destruição dos EUA.
Em seu possível segundo mandato, os EUA estará com o seu fim selado. Inevitável.

Isabel Ferreira disse...

Acabei de postar umcomentário que caiu bem no final,não pude trminá-lo.Por isso escrevo de novo.Agradeço a Deus pela su vida,Julio Severo,pois tenho sido bastante esclarecida sobre fatos de importañcia fundamental para a Igreja.Sou apenas uma ovelha do Senhor Jesus que tem tido seus olhos e ouvidos abertos pelas suas matérias.É lamentável como a Igreja se distrai com coisas tão superficiais e recusa ou foge das coisas sérias de Deus.Esta será pega de surpresa quando acontecimentos trágicos começarem a se desencadear entre nós.Jesus disse:"vigiai e orai"e em seguida os guardas do templo o pegaram.Como é importante estarmos preparados,e,é assim buscando fontes seguras que nos preparearemos.Deus abençoe voc~e a sua casa.

Sergio Augusto de Oliveira disse...

Muito bom seu post Julio, devia ser lido na Camara dos Deputados, Senado e Suprema Corte e Lido pelo Pedro Bial no Jornal da Globo... mas utopias a parte. FALOU E DISSE.

Julimar Freitas disse...

O Iluminismo utiliza idéias construtivas e O Cristianismo age na força da Fé em Deus também para construir... Jamais O Cristianismo e O Iluminismo apoiariam terroristas ainda que fossem dentro de suas próprias fileiras !!!
E mais ainda:Instituições Iluministas e Doutrinas Cristãs não pactuam ódio pela Bíblia e sim repúdio aos falsos ensinadores e opressores que utilizam A Bíblia como arma genocida e escudo de suas execráveis tiranias! Bendito Seja As Santas Escrituras !!!

Silvano Martins disse...

Só sei de uma coisa , feliz a nação cujo Deus é o senhor, o mundo está se apostatando da fé, e o homem carnal jamais compreenderá as coisas espiritual, mais eu sei de uma coisa aquele que não nascer da água e do espírito não pode ver o reino de Deus, quem tiver ouvido,ouça o que o espírito diz as igrejas, Jesus está voltando preparen-se, o que está acontecendo é permissão de Deus para essas nações corruptas futuramente vejam a profecia do evangelho de Cristo se cumprir,mais aquele que perseverar até o fim será salvo.
Continuem crendo na bíblia, ela é a própria palavra de Deus, como diz o salmista, lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho.
João escrevendo sua epistola disse que no princípio era o verbo e o verbo era Deus. Amém

Silvano Martins disse...

Parabéns meu irmão Júlio continue a por a palavra de Deus como a prioridade em sua vida, adversidades sempre virá na vida de um cristão, jesus disse que no mundo tereis aflição, mais tem bom ânimo, estamos aqui como imigrantes nesse mundo, mais segundo a profecia do evangelho, breve jesus virá nos buscar para a nossa verdadeira pátria, a Bíblia nos diz em apocalipse que lá não entrará coisa alguma que contamine.
Então sejam a cada dia santos que o nosso Deus e a sua palavra e o seu Evangelho é santo, que a graça de Deus nos fortaleça nesses últimos dias. Amém