6 de maio de 2009

Irã, ódio aos judeus e o esquizofrênico governo Lula

Irã, ódio aos judeus e o esquizofrênico governo Lula

Representantes brasileiros na ONU condenam evangélicos, mas não condenam o sucessor de Hitler

Julio Severo

Em 20 de abril de 2009, dezenas de representantes da Europa, Canadá, EUA e Austrália se retiraram de Durban 2, a conferência da ONU contra o racismo em Genebra, Suíça. Até para os ocidentais, que costumam tolerar todo tido de preconceito contra Israel, o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foi demais na conferência. Ele acusou, como sempre, Israel de racismo e outros adjetivos.

Além de negar que houve o Holocausto — com aproximadamente 6 milhões de judeus assassinados pelo nazismo —, Ahmadinejad já disse publicamente que quer a destruição do Estado de Israel.

Hitler também tinha intenções semelhantes. Não é a toa que as nações acabaram isolando o ditador nazista, que jamais teria espaço para falar numa conferência da ONU. O motivo por que Ahmadinejad teve tal espaço é um mistério.

Brasil não repudiou sucessor de Hitler na ONU

Hitler também jamais teria oportunidade de visitar a ONU ou o Brasil. O motivo por que o sucessor ideológico de Hitler recebeu tal oportunidade é difícil de entender.

Ahmadinejad deveria ser publicamente rejeitado, isolado e condenado por suas idéias e discursos de ódio aos judeus. Do contrário, a ONU e as nações — sem mencionar o Brasil — deverão pedir perdão a Hitler.

Entretanto, a retirada dos representantes ocidentais da conferência da ONU foi um gesto pequeno, mas importante. Os representantes do Brasil também estavam presentes, mas não puderam se retirar — porque estavam muito ocupados.

O que está por trás do combate estatal do Brasil ao “racismo”

A delegação do Brasil foi liderada pelo Ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, sucessor da Ministra Matilde Ribeiro. Embora o Ministério da Igualdade Racial tenha sido supostamente criado para combater desigualdades raciais, Ribeiro, negra e a primeira ministra a ocupar esse ministério exótico, deu o tom essencial: “A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural”. Mais tarde, ela perdeu o cargo por abuso dos cartões corporativos — isto é, ela usou e abusou do dinheiro público.

Para Matilde, os negros têm direito de não viver com brancos, se assim o desejarem, sem que tal atitude implique em condenações criminais por preconceito. Para ela, a ofensa ou separação racial é crime e preconceito somente quando praticada por brancos, mas estranhamente se transforma em direito quando praticada por negros. Se, por exemplo, o apartheid na África do Sul fosse um regime onde os negros vivessem separados dos brancos, por vontade dos próprios negros, Matilde nada veria de errado. Aliás, ela veria tal segregação racial como direito dos negros, porque como disse ela: “Eu acho uma reação natural um negro não querer conviver com um branco.”

Matilde nunca foi condenada, nem por suas declarações racistas nem por sua corrupção. A esquerda não sabe recompensar e privilegiar seus adeptos?

Seja como for, o sucessor de Matilde estava lá na conferência da ONU, para dar continuidade ao que ela já vinha fazendo.

Pai-de-santo condena na ONU evangélicos do Brasil

Os representantes brasileiros, que sabem como defender o preconceito reverso e o homossexualismo, foram à conferência da ONU “contra” o racismo se queixar dos “crimes” raciais e culturais que supostamente ocorrem no Brasil.

Essa questão foi tratada diretamente por Ivanir dos Santos, pai-de-santo do Rio de Janeiro. Segundo a imprensa, o pai-de-santo denunciou na ONU “um novo tipo de perseguição religiosa no Brasil, que tem como alvo os terreiros de candomblé e os praticantes de cultos africanos, em atos provocados por neo-pentecostais. O Brasil, diz ele, é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida”.

Na verdade, não só as igrejas neo-pentecostais, mas todas as igrejas cristãs sãs procuram ajudar as pessoas a se libertar das práticas de bruxaria. Contudo, cada vez mais essas práticas estão sendo colocadas debaixo da proteção estatal, sendo agora consideradas “cultura”. Nem mesmo a Igreja Católica está escapando de ataques patrocinados pelo Estado. Recentemente, um livro do Pe. Jonas Abib alertando contra a bruxaria foi proibido na Bahia e o padre encontra-se agora na mira da “justiça” brasileira. A acusação? Racismo e preconceito.

A verdade por trás da “cultura” afro-brasileira

Como filho de uma ex-líder umbandista que se converteu ao Evangelho de Jesus Cristo, não vejo problema algum em falar a verdade sobre a bruxaria vinda da África. Aliás, quem não se lembra, quando ainda não havia o véu da censura racial, dos escândalos periódicos, noticiados pela imprensa, de pais-de-santo envolvidos em numerosos sacrifícios de crianças?

Em seu livro Porque Deus Condena o Espiritismo (CPAD: Rio de Janeiro, 1987, páginas 66-68), o jornalista Jefferson Magno Costa conta um caso:

Era pouco mais de meio-dia quando ele encontrou o pequeno Fernando, de nove anos de idade, perambulando pelos trilhos da linha férrea que passa nas proximidades da cidade de São Roque, interior de São Paulo. Levou o menino para casa, pediu à mulher com quem vivia há poucas semanas, Dalva Braga Medeiros, que desse comida ao garoto e lhe trocasse a roupa. Dalva demorou a atendê-lo, e ele mesmo pegou a roupa de um dos filhos da mulher e vestiu em Fernando. Após beber aguardente, pegou o menino pela mão e saiu, alegando que ia comprar mais bebida. Ao voltar, Dalva viu manchas de sangue na roupa do pequeno Fernando. E imediatamente entendeu que o menino havia sido estuprado.

Instantes depois, ele convidou Fernando para sair outra vez, mas diante da recusa e do medo do menino, resolveu chamar Rogério, de 12 anos, filho de Dalva, para fazer companhia àquela assustada e indefesa criança, e “para ver como se mata um porquinho”. Conduzindo os dois meninos até uma clareira situada no alto de um morro, desenhou um tridente no chão, e em seguida, segundo contou Rogério, pegou o pequeno Fernando pelo pescoço e enterrou-lhe uma faca no peito; porém, insatisfeito por não ver a criança morrer imediatamente, ele, o pai-de-santo Josué Rodrigues de Souza, deu um talho de dez centímetros no pescoço da pequena vítima, e começou a lamber-lhe o sangue.

Após praticar esse ato abominável, monstruoso e demoníaco, o pai-de-santo assassino foi chamar Dalva, “pois ela nunca tinha visto um sacrifício”, mostrou-lhe a criança toda ensangüentada e morta, confessou-lhe haver praticado aquilo incorporado pelo caboclo Zé Capoeira, e que havia estuprado a criança antes de matá-la “porque satanás não aceita a alma de gente pura” (Jornal O Globo, 13/03/1986). “Eu tinha de matar uma pessoa e dar o sangue para exu. Ele estava pedindo”, foram suas palavras ao ser preso três dias após o crime. (Revista Veja, 19/03/1986, p. 111).

O jornalista Jefferson Magno então comenta:

O bárbaro crime praticado pelo pai-de-santo Josué é mais um entre centenas de casos envolvendo pessoas que, julgando estar servindo a Deus estão servindo ao diabo… Diante dos inúmeros casos desse gênero registrados pela imprensa, é uma pena que a indignação popular não tenha memória. O povo se esquece com muita facilidade. Há alguns anos, por ter assassinado, em rituais de magia negra, seis crianças seqüestradas em diferentes lugares do Estado do Rio, foi preso em Cantagalo, RJ, o pai-de-santo Waldir Souza Lima. (Página 73)

Bruxaria protegida, evangélicos desprotegidos

A ideologia do “combate ao racismo”, que já está sendo usada para fortalecer e promover a “cultura” afro-brasileira e combater os cristãos que alertam contra a bruxaria, agora alcançou a ONU, onde o pai-de-santo Ivanir dos Santos denunciou por “racismo” os evangélicos do Brasil opostos às práticas de bruxaria.

Enquanto o governo Lula avança furiosamente na proteção à “cultura” afro-brasileira, a imprensa comprada do Brasil dá destaque exagerado a supostas violações a essa “cultura” e acoberta crimes reais por ela cometidos.

Hoje, ela não fala mais em pais-de-santo sacrificando crianças. E não tem vontade nenhuma de falar em outros crimes relacionados.

Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.

O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.

O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.

Se fosse o crime de um pai-de-santo assassinado por um pastor, a mídia brasileira e o governo Lula não parariam de fazer barulho. E o pai-de-santo Ivanir dos Santos estaria gritando na conferência “anti-racismo” da ONU, usando e abusando do “exemplo” do ódio dos evangélicos à “cultura” afro-brasileira.

Entretanto, esse não foi o caso, de modo que o governo Lula e a mídia dispensam o barulho. Aliás, eles optaram pelo abafamento. Até agora o caso do pastor negro não chegou à grande imprensa brasileira. E se algum dia chegar, darão um jeito de culpar a vítima, que está morta e não pode se defender.

Enquanto isso, facadas estatais e midiáticas atacam e silenciam toda tentativa de alerta cristão contra a séria ameaça da feitiçaria.

Tudo entre amigos

É então de admirar a conduta dos representantes do Brasil na ONU? Eles estavam tão ocupados vomitando seu ódio anticristão que não tiveram tempo de evitar o discurso do sucessor de Hitler, e ele está feliz que os brasileiros de Lula não o isolaram.

Outros países têm isolado Mahmoud Ahmadinejad por suas tentativas de produzir armas nucleares para concretizar seu desejo de destruir Israel. Mas isso não é problema para o presidente socialista Luiz Inácio Lula da Silva, que publicamente anunciou seu apoio ao programa de energia nuclear do Irã em setembro de 2007. E Lula fez mais: Ele convidou Ahmadinejad para visitar o Brasil.

Israel protestou contra tal visita, mas Lula — que desde o começo do seu governo em 2003 visitou vários países muçulmanos, inclusive nações ao redor de Israel, deixando de fora apenas Israel — não se importa.

A visita de 6 de maio de 2009 ao Brasil de Ahmadinejad, o inimigo declarado da sobrevivência do Estado judeu, é importantíssima. Comprova, além de qualquer sombra de dúvida, o que Lula e sua ideologia representam para o Brasil.

Os hipócritas herdarão o Reino dos Céus?

Comprova também a hipocrisia de Lula. Ele, cujo governo socialista vem desde 2003 avançando a agenda homossexual em resoluções pioneiras na ONU e na OEA, agora recebe de braços abertos no Brasil Ahmadinejad, cujo governo permite matanças sistemáticas de homossexuais.

Esse é um jogo político e ideológico perverso, onde valores e vidas são sacrificados por conveniência. Aquele que quer criminalizar no Brasil até mesmo meras palavras contra a homossexualidade, atacando de cabeça o direito de livre expressão e ameaçando diretamente os cristãos, não vê problema algum em sua aliança com aquele que não dá nenhum direito de livre expressão e segurança para os cristãos e homossexuais no Irã.

Quando o assunto é políticas estatais de ódio contra algum grupo social e religioso e seus valores — lembra-se do programa federal “Brasil sem Homofobia”? —, Lula não está sozinho: ele tem Ahmadinejad. Embora o alvo de cada um seja diferente, o ódio é o mesmo.

Ahmadinejad é patrocinador de grupos terroristas contra Israel. Por sua vez, Lula, no fim de um confortável segundo mandato em sua presidência apoiada por líderes cristãos oportunistas, está agora muito despreocupadamente patrocinando para próximo presidente do Brasil Dilma Rousseff, que tem um histórico de terrorismo comunista.

Ahmadinejad e Lula representam o casamento entre o socialismo e o islamismo.

Quando o assunto é hipocrisia, Lula também não está sozinho.

Muitos cristãos brasileiros e seus líderes também são hipócritas, e suicidas: por interesses puramente econômicos, eles se unem a Lula, que está estabelecendo no Brasil um Estado laico esquizofrênico que é essencialmente uma ditadura socialista anticristã.

Por sua vez, Lula faz alianças esquizofrênicas com esses líderes, com ativistas homossexuais (que querem destruir o casamento tradicional e os valores cristãos), com Ahmadinejad (que odeia os homossexuais, os judeus e os valores cristãos), com bruxos (oops! Sacerdotes da “cultura” afro-brasileira, os quais também odeiam os valores cristãos), etc.

Portanto, como muitos líderes cristãos do Brasil terão a coragem moral para condenar as políticas e alianças malignas de Lula quando o relacionamento deles com ele é marcado pela mesma insinceridade e oportunismo? Eles usam Lula — e ele os usa.

Depois de tudo, Lula tem a cara-de-pau de querer instituir um Dia Nacional contra a Hipocrisia, não para si mesmo e seus aliados cristãos, mas para os que se opõem à sua agenda imoral.

Os covardes herdarão o Reino dos Céus?

A História conta que enquanto Roma estava em chamas, o imperador Nero tocava harpa. No Brasil é diferente: enquanto os cristãos tocam suas harpas, Lula brinca com Ahmadinejad e queima a liberdade deles ao impor proteção estatal à “cultura” afro-brasileira.

Contudo, parece que muitos deles não compreendem esses perigos e não se importam com as ameaças a Israel ou com as ameaças contra si mesmos.

Eles não recusaram dar votos e apoio público ao esquizofrênico Nero brasileiro, e agora se recusam a confrontar seu presidente em sua imoral agenda anticristã. Enquanto o Brasil queima debaixo dessa agenda, eles continuam tocando suas harpas, esperando sua vez de ir para o Céu.

O Céu recompensa a covardia?

Notícia de último minuto: A visita do sucessor de Hitler foi cancelada, não por causa de alguma atitude honrável de Lula se opondo a ela, mas por causa de decisão de Ahmadinejad, que a adiou para algum tempo após as eleições iranianas. Homens honráveis publicamente condenam o mal, e um presidente do Brasil tem a obrigação moral de condenar publicamente Ahmadinejad e rejeitar a visita dele. Mas a ideologia socialista de Lula sempre fala mais alto do que um bom caráter e suas responsabilidades.

Versão em inglês deste artigo: Iran, hatred of Jews and the schizophrenic Lula administration

Fonte: www.juliosevero.com

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Para ler neste blog todos os artigos sobre o presidente do Irã e suas ligações com Lula, clique aqui.

6 comentários :

Anônimo disse...

Amados,
Hoje (06/05/09)pela manhã, agradecemos ao SENHOR por ter respondido às orações de Sua amada igreja, que orou fechando as portas da nação a qualquer investida maligna vindo do oriente. Nada temos contra o sr.Ahmadinejad, muito ao contrário, oramos e desejamos sua salvação, mas temos tudo contra o principado espiritual que o acompanha, e a este não damos autorização para entrar no Brasil. Que o SENHOR continue nos dando Sua bendita cobertura!

Henrique Lima disse...

“Eu acho uma reação natural um negro não querer conviver com um branco.”

O racismo nunca é válido e o pior segmento racista, é aquele que tenta se dispor de coerencia para agir como justiça social, elevando ao poder de oprimir aqueles que um dia foram "oprimidos".

"O Brasil, diz ele, é o único país que mantém o culto trazido pelos escravos e essa prática tem de ser defendida”.

O que os representates das "religiões afros" querem realmente é: calar a religião protestante no Brasil e dinheiro público para promoverem as suas religiões como modo de "cultura" nas escolas, universidades, enfim nas instituições de educação, o que feriria a constituição e a laicidade tão fervorosamente reivindicada por ele.

Para mais leia: http://observatoriodepiratininga.blogspot.com/2009/04/esquerda-religiao-e-laicismo.html

"Israel protestou contra tal visita, mas Lula — que desde o começo do seu governo em 2003 visitou vários países muçulmanos, inclusive nações ao redor de Israel, deixando de fora apenas Israel — não se importa."

O perigo é que agenda semelhante tem o presidente dos EUA, Barack Hussein. Quando eleito a primeira entrevista que deu foi a uma tv islamica, comprovando aquilo que Olavo de Carvalho disse: Obama é produto do Islã.

"A História conta que enquanto Roma estava em chamas, o imperador Nero tocava harpa. No Brasil é diferente: enquanto os cristãos tocam suas harpas, Lula brinca com Ahmadinejad e queima a liberdade deles ao impor proteção estatal à “cultura” afro-brasileira."

Sinto falta de blogs e colunistas como Júlio Severo, talvez você seja o único evangélico que se dispõe a lutar contra os principados no Brasil. Se perguntar nas igrejas evangélicas no Brasil quem é Júlio Severo, certamente a maioria não saberá responder, mas se perguntar que são Kléber Lucas, Diante do Trono, Aline Barros, etc, todos saberão.
Os que conhecem a atual situação espiritual, social e moral do Brasil se dispõe a orar, apenas orar. A bíblia ensina que a oração é a maior arma contra as potestades e tudo mais, mas a ação deve ser sucedida pela oração.
Ora-se e depois faz alguma coisa para mudar a situação, orar apenas é esperar uma solução mágica.

Enquato a Cristandade é ferida no Brasil, os evangélicos escutam harpa, cíbalos...

Anônimo disse...

Amado irmão Julio Severo é a primeira vez que deixo um comentário em seu Blog mais após a descoberta do mesmo a uma semana atrás sempre estou lendo e buscando notícias pois tenho uma Rádio Online que tem como intuito evangelizar levando a palavra do Senhor através do estilo musical que agrade os jovens, no nosso site ( www.radioguerreiros.com.br ) procuramos estar postando noticias para nós evangélicos estarmos sempre ''apar'' do que está acontecendo no mundo.
Acho muito bom as reportagens que o amigo faz porem tenho algo a indagar e é o fato que ao meu ver o irmão escreve com olhos ''jornalísticos'' apenas deixando de mencionar a nossa FÉ, Tudo isso que podemos acompanhar em seu Blog e entre tantos outros sites e etc... É algo que um evangélico já deveria saber pois nosso Senhor Jesus Cristo nos deixo os sinais dos fins dos tempos...Acredito eu Thiago Azevedo que os finais dos tempos é agora...Portanto vale lembrar que aconteça o que acontecer 'Se Deus é por nós quem será contra nós!?' O Senhor dos exércitos vai a nossa frente em todas as batalhas nos guiando e ensinando... Pode Lula, presidente tal, pai de santo que for creio fielmente que os verdadeiros filhos do pai que estão sob sua proteção nada deve temer...
Bom vejo que esse assunto abortando a nossa FÉ deveria esta mais contido nos seus textos claro que nós evangélicos que estudamos (vamos a Escola Bíblica Dominical rs) sabemos disso porem devemos levar em consideração as inúmeras pessoas que acompanham o trabalho do amigo Julio Severo que não conhecem a JESUS CRISTO ainda e devem estar se perguntando ''Que Deus é esse, que deixa os instrumentos do diabo prevalecer'', essa é apenas minha opinião.
Mais é um ótimo trabalho o que o amigo vem fazendo e graças a Deus ele levanta pessoas como você. Parabéns mesmo, grande abraço Thiago Azevedo.

Anônimo disse...

Caro Júlio Severo:

Quando procuramos entender racionalmente por que um pai-de-santo e um pastor evangélico não agem da mesma maneira diante da ONU percebemos um misto de coitadismo e vitimismo no primeiro e uma auto-suficiência no segundo.

Um pai-de-santo, a fim de se consolar de suas dores ou procurar um paliativo para elas acaba sempre fazendo como uma criança faz: chora pois quem não chora não mama.

Já o evangélico procura mitigar suas dores através da comunhão com Deus e jamais procura expô-las publicamente a não ser que seja para glorificar a divindade.

O evangélico demonstra alegria diante do convívio social pois intimamente está resolvido com seus conflitos interiores.

Já o pai-de-santo não porque ele não procura na solidão e no silêncio o conforto para si.

Muito pelo contrário: foge de si mesmo a fim de não sentir a si próprio e suas dores.

Portanto, jamais veremos um evangélico na ONU reclamar de perseguição religiosa ao passo que veremos muitos pais-de-santo e até mesmo muçulmanos exigindo reparações e medidas repressivas para os males que supostamente sofrem por conta dos evangélicos.

O que ocorre na verdade é que as pessoas sem paz invejam as que tem paz e por isso fazem grande alarido para tirar a paz dos mansos e pacíficos.

Eis o porquê da perseguição contra os evangélicos: grupos políticos pregam ideologicamente que o cidadão tem que se incomodar com os problemas de seu país participando mais da militância política.

Como os evangélicos estão mais preocupados consigo mesmos e com seus próprios pecados que tentam evitar de cometer eles não tem tempo de comungar com pessoas que partilham de outras crenças diferentes das dele, adotando para si uma postura de tolerância para com o próximo.

O evangelho realmente torna seus seguidores pessoas superiores ao comum dos mortais e isso provoca a inveja daqueles que optaram por outros caminhos e não desenvolveram em si a segurança, a confiança, a auto-suficiência emocional, etc.

Sem mais,

Ass. Labrego

Dário Estevão disse...

Pensei que já tinha visto tudo na minha vida....

Ótimo artigo. Cada vez mais me arrependo em ter votado 13 no primeiro mandato de Lula.

Vejam o que saiu na revista A Capa:
http://www.noticiascristas.com/2009/05/homossexualidade-e-bencao-de-deus-diz.html
Entrevista com um pastor que diz que o HOmolossexualismo é de Deus.

Stefano disse...

http://www.youtube.com/watch?v=Jv8TW2Pts_w