22 de maio de 2009

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia

Kathleen Gilbert

EDIMBURGO, Escócia, 11 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O diretor de um grupo homossexual de jovens e outro ativista de “direitos” homossexuais foram declarados culpados, junto com seis outros homens, de fazerem parte de uma grande rede de pedofilia na Escócia.

No que a polícia está chamando de a maior rede de abuso sexual de crianças descoberta na história do país, um júri do Supremo Tribunal de Edimburgo levou várias horas para dar sentenças em 54 acusações separadas, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.

Os dois homens identificados pela polícia como os cabeças da rede de pedofilia, os residentes de Edimburgo James Rennie e Neil Strachan, foram declarados culpados de atacar crianças e, junto com três outros, de conspirar para abusar de crianças.

O júri do Supremo Tribunal de Edimburgo declarou na semana passada que Rennie, de 38 anos e que era diretor do grupo Juventude Escocesa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), é culpado de iniciar o abuso de um menino quando ele tinha 3 meses, prosseguindo no abuso durante um período de quatro anos. Depois de ser preso no ano passado, Rennie demitiu-se de sua posição no Juventude Escocesa LGBT.

Neil Strachan, de 41 anos, ex-secretário de um clube de meninos celtas e batalhador de questões homossexuais, foi acusado de tentar abusar de um menino de 18 meses e atacar um menino de 6 anos. Acabou sendo descoberto que Strachan havia sido condenado no passado por crimes de abuso contra crianças: em 1997 Stratchan foi sentenciado a três anos de cadeia por abusar de um menino de 5 anos num período de dois anos.

A investigação policial, conhecida como Operação Álgebra, começou depois que imagens de pornografia infantil foram encontradas no equipamento de computador de trabalho passando por consertos.

Rennie e Strachan estão enfrentando uma pena máxima de vida na cadeia quando forem sentenciados em 29 de julho. Os outros seis enfrentam uma variedade de sentenças menores em 11 de junho.

A polícia diz que a rede de pedofilia tinha contatos no mundo inteiro, e embora a polícia dissesse que outras prisões foram efetuadas a partir da descoberta original, provavelmente será difícil descobrir uma grande parte dos envolvidos.

“Seria tolice dizer que pegamos todos”, o detetive Allan Jones disse para a BBC.

Os outros homens acusados são o funcionário bancário Ross Webber, 27; o gerente de padaria Neil Campbell, 46; o funcionário de seguradora Craig Boath, 24; o funcionário público John Milligan, 40; e o recepcionista de sauna gay John Murphy, 44.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/diretor-de-grupo-homossexual-declarado.html

Veja o artigo em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051113.html

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7 comentários :

Herberti disse...

"Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se." Mt.10:26.

"Os pecados de alguns homens são manifestos, precedendo o juízo; e em alguns manifestam-se depois."
I Tm.5:24.

Henrique Lima disse...

A maioria das pessoas ainda não entedem a cumplicidade que a pedofilia tem com o homossexualismo. Tomei conhecimento da questão, assustadora, lendo o seu livro: "O movimento homossexual". Um livro que presta um serviço ao conhecimento e a informação e que merecia ser lançado pelas editoras. Este acontecimento na Escócia, merece ser divulgado em todos os blogs, no meu eu já coloquei, com a foto de Luiz Mott ao lado de uma criança. Afinal, é disso que todo homossexual gosta, fato da Escócia não é isolado e sim uma prática corriqueira entre esses movimentos.

Laurindo Neto disse...

Será que a Rede Globo transmitiu esta notícia?

Anônimo disse...

pior que não transmitir essa noticia, é não noticiar que um dos nossos maiores ativista gay o sr. Luiz Mott é pedófilo, como diz o Henrique acima, e faz apologia à pedofilia em seu site, conforme denunciado e exibido aqui no Júlio Severo. E o Mott ainda foi condecorado pelo Governo. prá que serve a CPI da pedofilia?

Ismael Pio Elias disse...

A imprensa brasileira é uma piada!
Ao invés de publicar esta notícia de uma rede escocesa de pederastas abusadores de meninos preferiu publicar matéria sobre abusos cometidos por padres e freiras em abrigos para menores na Irlanda, abusos cometidos há décadas por pessoas más, não por uma instituição eminentemente má.

Qualquer pessoa com pelo menos dois neurônios sabe que a proporção de sodomitas que abusam de crianças, meninos e meninas, é infinitamente maior que a proporção de pessoas não homossexuais abusadoras de crianças.

Então, para a imprensa brasileira é assim: a Igreja Católica, e o Cristianismo, promovem e apoiam a pedofilia e deveriam ser banidos da face da Terra, enquanto os sodomitas são os que mais amam as crianças e desejam protegê-las.
Não sei qual é a droga que os jornalistas brasileiros usam para entorpecer seus sentidos e tirar sua razão, mas deve ser muito boa.

Talvez, depois de eu dar uns "tapinhas", passe a pensar como eles.
"Eita erva maldita".

Paulo Machado disse...

A DROGA É O DINHEIRO!

Eduardo Araújo disse...

Complementando o que escreveu (muitíssimo bem, aliás) o Ismael: vale ressaltar que dentre os casos de abusos por parte de clérigos católicos, uma grande parte deles parte de conduta homossexual. Não é à tôa que o Vaticano vem tentando impor medidas enérgicas na seleção de alunos para os seminários, esbarrando-se, contudo, na hipócrita reação de associações de psicólogos e da própria imprensa. As medidas visam justamente identificar propensões ao homossexualismo entre os iniciandos e se implementada com certeza reduziria significativamente os casos de abusos por membros da Igreja.

Claro, é de imaginar que a imprensa brasileira, por exemplo, engajadíssima que é, preta de tão marrom, não deseja perder o eterno mote de achincalhar os religiosos ao mesmo tempo em que pões um véu opaco sobre os gays.