6 de março de 2009

Grupo Gay da Bahia premia colaboracionistas da agenda gay no Brasil

Grupo Gay da Bahia premia colaboracionistas da agenda gay no Brasil

Prêmio Triângulo Rosa é concedido anualmente por grupo fundado por líder homossexual acusado de apoiar a pedofilia, conforme denúncia de Jael Savelli

Julio Severo

De acordo com o noticiário homossexual MixBrasil, o Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott, concedeu o prêmio Triângulo Rosa para pessoas e instituições que mais se destacaram no apoio à homossexualização do Brasil em 2008.

Além de ser denunciado por Jael Savelli por defender a pedofilia, Mott ficou ainda mais conhecido ao publicar em seu site os endereços de várias pessoas que são contra a agenda gay (veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/05/lder-homossexual-publica-os-endereos.html).

Para ver a grave denúncia contra Mott, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luiz-mott-pedofilia-j.html

É importante conhecer a lista dos homenageados com o prêmio Triângulo Rosa, para que não cometamos o erro de apoiá-los. A seguir, a lista completa elaborada pelo Grupo Gay da Bahia, conforme consta no site MixBrasil:

— Cantora Marina Lima, por revelar que sua primeira relação homossexual foi com a cantora Gal Costa aos 17 anos e atriz Cláudia Jimenez, por ter assumido relação lésbica em entrevista à revista Veja

— Primeira-dama do Estado da Bahia, Fátima Mendonça, por suas declarações simpatizantes ao movimento GLBT e postura anti-homofóbica

— Atores Guilherme Weber e Bruno Garcia, por protagonizarem o primeiro beijo gay em TV aberta, na minissérie Queridos Amigos, na Rede Globo

Bayer do Brasil, por incluir parceiros de funcionários homossexuais em união estável como dependentes nos planos de saúde; Nycomed, Industria Farmacêutica, por mostrar uma família formada por casal homossexual com um filho, na propaganda de sua pomada Nebacetin

Programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, pela matéria sobre o preconceito sofrido por mulheres amigas de gays e lésbicas; Programa Mosaico, da TV Bahia, afiliada da Rede Globo em Salvador, pela simpatia e atenção na cobertura de eventos relativos ao público translesbigay; UPTV, TV sem Fronteiras, do ABCD paulista, pela veiculação de programa voltado para o público GLBT

— Embaixada do Reino Unido em Brasilia, por hastear a bandeira do arco-íris, ao lado da bandeira inglesa, no dia mundial do orgulho GLBT

José Gomes Temporão, Ministro da Saúde, pela regulamentação da cirurgia transexual pelo SUS e por ter recebido representantes do Coletivo Nacional de Transexuais

Ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, por declarar: “a união civil entre homossexuais tem amplo apoio do Governo"

Caixa Econômica Federal, Sindicato dos Enfermeiros e a Federação dos Químicos de São Paulo, pela inclusão de parceiros de funcionários homossexuais em união estável como dependentes nos planos de saúde

Embratur, pela criação do site de esclarecimento para fomento de turismo GLBT no Brasil

Conselho Regional de Psicologia da Bahia e de São Paulo, pela criação do grupo de trabalho "Psicologia e Questões GLBT”; Centro Cultural da Justiça Federal, do Rio de Janeiro, por acolher a exposição multimídia "Entre Amigos & Amores - espaços de socialização GLS do Rio”

Fundação Nogueira Tapety, de Oeiras, Piauí, por outorgar ao homossexual José de Helena a "Medalha do Mérito Renascença"; Escola de Samba Unidos de Fátima, de São Luis do Maranhão, por abordar o tema respeito à diversidade sexual

Ministério da Justiça, por negar que a exibição de beijo entre homossexuais justificasse a alteração na classificação indicativa etária de filmes e programas de tv; Agência Nacional de Saúde (ANS), por estudar formas de tornar obrigatória a extensão da dependência do plano de saúde em casos de uniões do mesmo sexo; Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados, pela aprovação de lei proibindo a discriminação no emprego por orientação sexual; Conselho Nacional de Imigração, por autorizar a estrangeiros casados com brasileiros no exterior, tenham visto de dois anos de permanência no Brasil

Universidade Federal da Bahia e Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, por incluir as uniões homoafetivas e homofobia como tema de redação no vestibular

Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, por aplicar multas a agressores de homossexuais; Secretaria de Habitação de São Paulo e Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, pela inclusão de casais homossexuais a candidatos de moradia; Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul, pela aprovação da emenda previdenciária reconhecendo casais do mesmo sexo; Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, pela aprovação do Dia do Orgulho Gay, Dia de Combate a Homofobia e Dia da Visibilidade Lésbica; Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, por oferecer curso de capacitação sobre diversidade sexual aos seus integrantes; Polícia Militar do Rio de Janeiro e Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, por garantir a pronta denúncia a agressores de homossexuais

Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo, por oferecer bolsa de estudo a travestis para frequentar cursos profissionalizantes; Prefeitura Municipal e Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto, SP, por criar ambulatório especializado em saúde da comunidade transexual; Prefeitura Municipal de Diadema, SP, por conceder "licença de casamento" a servidora lésbica; Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá MT, por orientar jovens e adultos homossexuais, a como enfrentar a homofobia e prevenir as DSTs e Aids; Câmara Municipal de Campinas, SP, pela aprovação do projeto que instituiu 17 de Maio como Dia de Luta contra a Homofobia; Conselho Municipal de Saúde de Campinas, pela eleição como conselheiro de um militante gay, Deco Ribeiro; Previdência Municipal de Feira de Santana, BA, por conceder pensão por morte a companheira lésbica de servidora municipal falecida sem necessidade de litígio judicial; Câmara Municipal de São Carlos, SP, pela aprovação do "Dia Municipal Contra a Homofobia", com unanimidade no plenário.

Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, pela punição ao juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, com pena de censura, pela sua conduta homofóbica na discriminação contra o futebolista Richarlyson; Emília Neiva de Oliveira, Juíza da 1ª Vara Cível de Campina Grande, PB, por ordenar entidade evangélica retirar outdoors com mensagem homofóbica; Emanuel Leite Albuquerque, Juiz da 17ª Zona Eleitoral, por condenar a Assembléia de Deus por ataques contra Luizianne Lins, Prefeita de Fortaleza, com outdoors e cartazes que acusavam-na de fazer apologia da homossexualidade e prostituição.

Corregedor-Geral de Justiça do Piauí, Desembargador Raimundo Nonato Alencar, por obrigar os cartórios de Teresina a aceitar registros de contrato de união estável entre casais homossexuais

José Antônio Dias Toffoli, Advogado-Geral da União, por julgar procedente ação proposta pelo Governador Sérgio Cabral Filho, do RJ, propondo a "contemplação nos conceitos de cônjuge e de família, os companheiros de união homoafetiva";

Aida Oliveira Ribeiro, Juíza da 2ª Vara Cível de Belo Horizonte, por reconhecer o direito de um cabeleireiro casado com uma vítima de um acidente da TAM a receber 50% do seu patrimônio, depois de litígio com a família do falecido.

— Roberto Arriada Lorea, Juiz da 2ª Vara de Família e Sucessões de Porto Alegre, por reconhecer a união estável entre duas lésbicas, afirmando que "o casamento civil é um direito humano - não um privilégio heterossexual"; Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, por considerar uniões homoafetivas como entidades familiares e determinar a competência de julgá-las nas varas de família, e ao Desembargador Mário Raul, do mesmo Tribunal, por declarar em seu parecer que "não há como não reconhecer que as uniões afetivas entre pessoas do mesmo sexo são uma realidade nos dias atuais"; Desembargador Rui Portanova, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, pela sua atuação na defesa da união estável de pessoas do mesmo sexo; Luciana Maria Pimentel Garcia, Juíza da 1ª Vara de Família do Gama, DF, por condenar o Exército Brasileiro a pagar pensão ao viuvo Jubton César, que manteve relação estável com o soldado José Roberto da Silva por 13 anos; Ministros Luís Filipe Salomão, Pádua Ribeiro e Massami Uyeda, da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por reconhecer a possibilidade jurídica do reconhecimento da união estável entre homossexuais, no caso do brasileiro Antônio Carlos Silva e do canadense Brent James Townsend; Tribunal de Justiça de Rondônia, por determinar ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Rondônia (IPERON) que pagasse a pensão vitálicia por morte a ex-companheiro de professor do Estado.

— Por permitirem a transexuais a retificação de nome no registro civil, inclusive sem precisar fazer a cirurgia de adequação sexual: Paulo Sérgio Rodrigues, Juiz da 4ª Vara Cível de São José do Rio Preto, SP, Fernando Swain Ganem, Juiz 1ª Vara de Registros Públicos de Cartas Precatórias da Comarca de Curitiba, PR, Antônio Carlos Nascimento Silva, Juiz da Vara de Registros Públicos de Porto Alegre, Desembargador José Ataídes Siqueira Trindade, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por conceder a guarda de irmãos gêmeos a travesti.

— Miriam Villamil Balestro Floriano, Promotora de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos do Ministério Público do RS, por determinar que tradicional escola de Porto Alegre se comprometesse a respeitar a livre orientação sexual de seus alunos e incluir na sua grade curricular disciplina sobre sexualidade.

— Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, por ter reconhecido união estável e partilha de bens entre jovem brasileiro e advogado americano casado nos Estados Unidos; OAB, seção de Sorocaba, SP, por considerar que o parceiro viúvo de uma relação estável homoafetiva tem direito a pensão por morte; Cíntia Menezes Brunetta, Juíza-presidente do Juizado Especial Federal II, Alagoas, e Ricardo Patriota Carvalho, Procurador do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por considerarem procedentes a união estável homoafetiva e concederem pensão por morte a companheira de segurada do INSS em Alagoas; Maria Lídia Andrade Conceição, Juíza da 5ª Vara de Família e Sucessões do Foro Regional de Santo Amaro, SP, por reconhecer status de família a um casal homossexual, durante separação litigiosa, dissolvendo a união reconhecida e determinando a partilha dos bens; Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por julgar procedente ação proposta por casal homossexual em separação, considerando em seu despacho a "união homoafetiva" e solicitando a divisão de 50% dos bens materiais adquiridos pelo casal

Governador Sérgio Cabral Filho, do Rio de Janeiro, por pleitear junto ao Supremo Tribunal Federal a concessão de direitos previdenciários às uniões estáveis de funcionários homossexuais e criar o Conselho da População GLBT

— Governador José Roberto Arruda, do Distrito Federal, por encaminhar projeto de lei à Câmara Legislativa dando direito a pensão por morte a parceiros de homossexuais

— Gilberto Kassab, Prefeito de São Paulo, pela criação do Centro de Referência da Diversidade; Prefeito de S.João del Rei, MG, Sidney de Sousa, por sancionar lei declarando o Movimento Gay da Região das Vertentes órgão de utilidade pública municipal; Vitor Lippi, Prefeito de Sorocaba, SP, por permitir a transexual em serviço público o uso de nome social e banheiro feminino.

— Deputado Federal Maurício Rands (PT/PE), pelo projeto de lei permitindo a inclusão do parceiro homossexual como dependente na declaração do imposto de renda.

Fonte: MixBrasil

Divulgação: www.juliosevero.com

6 comentários :

Anônimo disse...

Caro Júlio Severo:

Em Barueri-SP havia um barbeiro de cerca de uns 50 anos de idade.

Um dia, durante a noite, entraram em sua casa e o mataram a golpes de machado, enquanto ele dormia.

O motivo de sua morte foi que ele costumava pagar doces para a criançada de uma favela para que a criançada o bolinasse sexualmente.

Ninguém se importou muito com a morte deste cidadão depois que souberam das causas que a motivaram.

Acredito mesmo que muitos pais terão que recorrer à este tipo de lei caso a pedofilia seja liberada no Brasil.

Algum tempo atrás uma mãe esfaqueou um adolescente numa delegacia pois ele havia molestado sexualmente seu filho ainda criança pois o adolescente riu na cara dela dizendo que não ía dar em nada e que logo estaria solto.

Felizmente a mãe foi solta mas acredito que cenas como essa tenderão a se tornar comuns pois leis imorais obrigam a população à tomar a justiça em suas mãos tal a gravidade cultural de certos atos.

Ass.: João da Rocha Labrego

Anônimo disse...

É diante de acontecimentos traumáticos que descobrimos a real natureza das pessoas. Esse estupro bárbaro de uma menina de 9 anos, que resultou dada sua idade resultou numa grávidez de risco e abriu a oportunidade de um aborto. Estarecido, vejo que até o jornalismo do SBT se coloca em defesa ao aborto. Apelaram até para outras religiões, num laxismo vergonhoso de onde pularam frases como "devemos escolher o menor dos males". NÃO! Nunca devemos escolher o mal, sempre teremos essas escolha e o resto é conversa fiada!

Se incomoda tanto uma católica de meia-tigela ser "discriminada" por realizar um aborto. Se fica tão constrangida assim, sinta-se a vontade de abrir mão da fé em Cristo e vão adorar outros deuses. Algum que veja com bons olhos o assassinato de seres humanos indefesos com requintes de crueldade.

Anônimo disse...

Não sei quem é mais rídiculo o que premia ou os premiados.. Ambos se copmpletam artigos do mesmo mouturo.. Mai creio que esta festainha vai ter fim um dia.. Deus sempre dar uma oportunidade.. Mais numca deixou de agir..

Anônimo disse...

Não obstante não se deva fazer justiça com as próprias mãos, apenas uso da legítima defesa (que deve ser feito observando vários fatores, a fim de que o ato por justiça não se torne uma agressão injusta ou assassinato), de fato, a população em geral tende a fazer justiça com as próprias mãos; como bem observou o sr. João da Rocha Labrego. O padrasto estuprador da menina de nove anos de Alagoinha, por exemplo, teria sido linchado se a polícia não o tivesse detido logo. É por essa índole justiceira de muitos que o atual governo brasileiro quer impedir o acesso de armas, principalmente de fogo, à população. Pois caso, seja instaurado no Brasil um regime totalitário, não há como a população reagir.

Anônimo disse...

"Gukberto Kassab"... É... e tem gente que ainda acha que ele é de direita!

Ismael Pio Elias disse...

De todas estas barbaridades cometidas por tais pessoas perversas, a mais grave afronta à Lei é a concessão para que transexuais troquem de nome e de sexo. Isto é falsidade ideológica.

Seguindo por este caminho uma pessoa de 60 anos que pensa ter 15 anos (por algum desequilíbrio mental como os transexuais, ou para fugir da cadeia como "de menor"), poderá mudar sua data de nascimento, outro poderá mudar o nome de seus pais (por não gostar deles), e até, cúmulo do absurdo, ser reconhecido como estando morto (pois gosta de parecer um defunto).
Em suma, instaura-se o caos social, que enfraquecerá a nação e a levará à destruição.

Quanto à Embratur e a propaganda de turismo sodomita causa horror tal atitude. Sempre vem determinadas emissoras de televisão criticando o turismo sexual em cidades do Norte e Nordeste, mas nenhuma delas fala nada sobre um absurdo desses.
Em um programa esquerdista passado na TV Cultura há alguns meses alguns imbecis faziam faziam apologia à tal absurdo, que existe em outros países da América Latina. Falavam até de um guia com os melhores lugares onde um sodomita poderia ter relações sodomitas em banheiros públicos, com encontros marcados pela Internet.
Imaginem o absurdo: um banheiro público ser usado como motel de sodomitas às expensas do resto da população, sujeita às doenças que pode adquirir em tais lugares.
Certamente grupos pederastas aproveitariam-se de tal absurdo para fazer propaganda de turismo, com frases como: "belos meninos para amar e foder". Desculpem-me pelo palavrão, mas estou apenas repetindo uma frase de Luiz Mott, contida no artigo-denúncia de Jael Savelli.

O Brasil, como todo o Ocidente (outrora cristão), caminha em direção ao abismo com um sorriso nos lábios. "Moritur et ridet", morre e ri.