19 de março de 2009

Governo Barack Obama decide apoiar agenda gay na ONU

Governo Barack Obama decide apoiar agenda gay na ONU

COMENTÁRIO DE JULIO SEVERO: Um dos estados mais liberais nos EUA é a Califórnia, onde Obama recebeu voto da maioria dos habitantes. Contudo, no referendo sobre “casamento” gay, que ocorreu durante a própria eleição presidencial americana, a maioria dos californianos votou contra o “casamento” gay. Já que Obama foi eleito para respeitar a vontade da maioria que o elegeu, nada mais justo do que ele colocar como prioridade não as suas vontades e opiniões particulares, mas as vontades e opiniões da própria maioria que o elegeu. Mas não é o que ele está fazendo. No Brasil está ocorrendo a mesma coisa. Pesquisa de grupo ligado ao PT mostrou que 99% da população brasileira não aceitam o homossexualismo. Mas o governo Lula pergunta: E daí? Esses 99% deverão, bem ao estilo comunista, ser reeducados para que amem o homossexualismo como a coisa mais linda do mundo. Nesse sentido, Obama e Lula são iguais. Tradicionalmente, os esquerdistas não respeitam a vontade do povo, usando-o apenas como massa de manobra.

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

A notícia abaixo é do jornal esquerdista Folha de S. Paulo:

EUA endossam texto pró-gays na ONU

Decisão de Barack Obama reverte posição de governo Bush, que havia votado contra descriminalizar homossexualismo

Documento, simbólico, havia sido aprovado em dezembro com apoio do Brasil; até então posição do Itamaraty era ambígua
 

DA REPORTAGEM LOCAL

Em mais uma iniciativa que contraria políticas de seu antecessor George W. Bush, o presidente americano, Barack Obama, endossou ontem retroativamente uma declaração da ONU pedindo a descriminalização do homossexualismo. O apoio dos EUA veio quatro meses depois de o documento, simbólico e sem aplicação obrigatória, ser aprovado por 66 países na Assembleia Geral da ONU — entre eles o Brasil. Outros 50 governos, inclusive os de países islâmicos, o Vaticano e os EUA (então governados por Bush) votaram contra o texto, apresentado em dezembro pela França. O conservador Bush alegava o risco de a declaração contrariar leis americanas. No plano federal, gays não podem assumir sua sexualidade nas Forças Armadas, e alguns Estados não punem empresas que discriminem candidatos a emprego com base na orientação sexual. O governo Obama disse ontem ter revertido a posição de Bush após obter garantias de que não haverá interferência nas leis americanas. O homossexu alismo é considerado crime em 77 países. Em pelo menos sete, como o Sudão, é passível de pena de morte. Apesar de ter apoiado a declaração francesa, o governo brasileiro adotou posições contraditórias sobre o tema. Em 2003, o Itamaraty apresentou projeto de resolução no Conselho de Direitos Humanos da ONU defendendo o fim da punição legal com base na orientação sexual. Mas o Brasil acabou retirando o texto no início de 2005, temendo boicote dos países islâmicos à Cúpula América do Sul-Países Árabes, realizada em Brasília em maio daquele ano. O recuo provocou críticas de ONGs que acusaram o Brasil de ter uma posição volúvel em matéria de direitos dos gays.

Com SAMY ADGHIRNI e agências internacionais

Fonte: Folha de S. Paulo, 19 de março de 2009

Leia também:

Assembléia Geral da ONU recebe declarações que se duelam na questão da “orientação sexual”

Aconteceu em 2003: Ativistas gays ameaçam campanha agressiva para que países apóiem resolução do Brasil na ONU

Aconteceu em 2004: Governo Lula luta para favorecer homossexualismo na ONU

A Agenda Gay e a Sabotagem dos Direitos Humanos

O que esperar de Barack Obama?

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde

9 comentários :

paulo silveira disse...

Texto postado justamente no dia 19 de março, dia de São José e dos 45 anos da Marcha da Família com Deus pela Liberdade.

paulo silveira disse...

LAW OF THE LAND
Another lesbian demands custody of Christian girl
Former partner cites Constitution to force state recognition of adoption

Posted: March 19, 2009
12:40 am Eastern


By Chelsea Schilling
© 2009 WorldNetDaily


A lesbian is demanding custody of a Christian woman's daughter in a case that could strong-arm Florida into recognizing out-of-state adoptions by same-sex couples.

Lara Embry and her former lesbian partner, Kimberly Ryan, began a relationship while they lived in Seattle, Wash., and registered as domestic partners. Ryan had a daughter through artificial insemination on Feb. 21, 2000. A Washington court allowed Embry to adopt the baby and listed her as a second parent.

The couple moved to Sarasota, Fla., in August of 2001. Embry conceived her own daughter through artificial insemination and gave birth on Oct. 2, 2001.

Both women and their daughters moved back to Seattle so Embry could finish her doctoral studies at the University of Washington. While they lived in Seattle, Ryan became listed as a second parent to Embry's child.

The lesbian couple returned to Sarasota in August 2002 and ended their relationship just two years later.

They informally rotated custody and visitation arrangements for two years following their break-up.

Ryan left her homosexual lifestyle, became a Christian and is engaged to marry a man. She grew concerned that the visits were not good for her 9-year-old daughter and discontinued the plans with Embry.

Embry demanded that a Florida court enforce the Washington adoption decree and allow her to continue visiting Ryan's daughter.

Alex disse...

Júlio, o senhor poderia divulgar a tradução do texto postado pelo sr. Paulo Silveira?!
A Paz de Cristo!

paulo silveira disse...

Não postei o texto todo, mas salvei o post do word net daily.
vou postar no meu blog.

paulo silveira disse...

Essa vem do noticias24
=
Uniones homosexuales a punto de ser legalizadas en Venezuela
La diputada Romelia Matute dio a conocer que está casi listo el informe para segunda discusión del Proyecto de Ley Orgánica para la Equidad e Igualdad de Género, la cual contendría un artículo que permita la unión entre dos personas del mismo sexo y se decidió llamarla asociaciones de convivencia.

paulo silveira disse...

Essa vem do El Pais de madrid.
=
"No sólo la Iglesia católica es contraria al matrimonio entre personas del mismo sexo. La anglicana, al menos en África, también se muestra contraria. A las amenazas de un cisma por el ordenamiento de un obispo gay, el prelado de Nigeria Peter Akinola ha añadido una amenaza mucho más general.
En una carta enviada a los parlamentarios en la que pide que se ilegalice la posibilidad de que los gays y lesbianas se casen, Akinola añade que quienes asistan a una de estas ceremonias -aunque sean simbólicas- sean castigados con un año de cárcel. Los contrayentes deberán pasar cinco años en prisión, según el obispo. "El mismo matrimonio homosexual, aparte de ser impío, es antibíblico, poco natural, no rentable, malsano, incultural y antinigeriano. Esto es una perversión, una desviación y una aberración que es capaz de engendrar el holocausto moral y social en este país", dice la carta del obispo."

paulo silveira disse...

'Homossexualidade é uma doença', diz bispo argentino
Para Hugo Santiago, é a educação sexual nas escolas que ensina homossexualidade como algo natural .
Efe –estadão – 23 de março 09
BUENOS AIRES - Um bispo argentino está no centro de uma polêmica por ter dito que "a homossexualidade é uma doença que pode ser tratada e curada", durante uma homilia perante milhares de fiéis católicos, informou nesta segunda-feira, 23, a imprensa local.
Monsenhor Hugo Santiago, membro da Opus Dei e bispo da diocese de Santo Tomé, fez essas declarações na quinta-feira, 19, em uma missa celebrada em Paso de los Libres, no noroeste da Argentina na fronteira com o Brasil.
Em seu discurso, o religioso também indicou que através da educação sexual nas escolas "se pretende ensinar que é algo natural, de livre escolha."
"A sociedade promove a profilaxia nas escolas e se poderia fazer isso com nossos adolescentes, evitando que tenham um filho não desejado ou que contraiam a aids", disse.
Mas, acrescentou, "como padres e educadores estaremos fracassando em uma verdadeira educação para o amor ao permitir que prevaleça a sensualidade porque se estará submetendo nossos jovens ao habito de relações superficiais e efêmeras, cujo fruto não poderá ser outro que o de matrimônios separados e filhos órfãos", disse Santiago.
O bispo, de 55 anos, instou os fiéis a "assumires o compromisso de recuperar o sentido moral, ético e o poder de discernir com claridade o que está bem e o que está mal", já que "somente assim a sociedade será ordenada outra vez segundo Deus e haverá paz."

Rodrigo disse...

Sempre acompanho seu blog, principalmente em relação aos posts relacionados ao homossexualismo e meus parabéns pela coragem em enfrentar a hipocrisia das comunidades gays que querem impor o seu nefasto estilo de vida aos que temem a Deus.
Apesar de eu ser católico e você evangélico, compartilhamos a mesma posição em relação ao homossexualismo que além de um pecado mortal, é também uma questão de saúde pública, pois certas práticas como o barebacking (não sei se você já viu mas olha que nojento: http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/01/03/e030115675.asp)
aumentam consideravelmente a disseminação das DSTs, logo, a lei contra a homofobia é um tiro no pé do governo que vai ter que gastar mais dinheiro com as doenças e as perversões que os homossexuais espalham.

Alex disse...

Caro Rodrigo, não acredito que o governo irá gastar dinheiro para sanar doenças venereas entre a população.
Veja que o Sistema Público de Saúde (ou SUS - Sistema Único de Saúde?)está em desoladoras ruínas!