19 de fevereiro de 2009

Enfermeira é suspensa após orar por paciente

Enfermeira é suspensa após orar por paciente

INGLATERRA — Foi anunciado que os funcionários do NHS (Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido) que falarem sobre sua religião com os pacientes podem perder seu emprego.

Um documento do Departamento de Saúde alerta que, falar sobre religião com pacientes pode ser considerado incômodo ou intimidação.

O documento, publicado no mês passado, não apresenta exatamente o que é aceitável, mas declara que ações que demonstrem má conduta podem levar à demissão.

As notícias são particularmente irônicas para muitos hospitais, como os hospitais de Londres Saint Barth e Saint Thomas, que foram fundados, como muitos hospitais, por obra de caridade cristã.

Isto aconteceu depois que uma enfermeira cristã que havia sido suspensa por oferecer oração a um paciente foi chamada para retornar ao trabalho.

Seus superiores no NHS foram forçados a uma humilhante retratação depois que o caso provocou uma comoção nacional. Caroline Petrie recebu cautelosamente a proposta – mas não foi forçada a escolher entre sua profissão e sua fé.

A Senhora Petrie foi acusada de não demonstrar compromisso com ‘igualdade e diversidade’, e enfrentou uma audiência disciplinar. Deve-se destacar que o NHS de North Somerset oferece serviços como capelania e salas de oração para uso de seguidores de todas as crenças.

Porém, aqueles que a apoiam reinvindicam que ela foi uma vítima de discriminação religiosa. O NHS no distrito de North Somerset emitiu uma declaração dizendo que havia contatado a senhora Petrie e esperava que retornasse ao trabalho o mais rápido possível.

No entanto, acrescentou: “É aceitável oferecer apoio espiritual como parte do tratamento quando o paciente pedir. Porém, para as enfermeiras, cujo principal papel é fornecer cuidados de enfermagem, a iniciativa deve ser do paciente e não da enfermeira”.

“Enfermeiras como Caroline não precisam colocar sua fé de lado, mas crenças e práticas pessoais devem ser secundárias às necessidades e crenças do paciente, e aos requisitos da prática profissional.”

“Estamos felizes por tomarmos esta posição clara de modo que Caroline e outros funcionários continuem a oferecer cuidado de alta qualidade para os pacientes enquanto continuam comprometidos com suas crenças.”

A senhora Petrie, 45 anos, declarou que a proposta foi ‘uma boa notícia’, mas precisa de uma garantia firme de que suas crenças serão aceitas por seus superiores antes de reassumir suas funções como enfermeira substituta. Ela acrescentou que não sabia nada sobre a proposta de retornar ao trabalho até que o jornal entrou em contato com ela.

“Eles ainda não falaram nada comigo diretamente”, disse ela. “Não estou certa de querer voltar ao trabalho antes de saber quais serão as implicações. “Gostaria de saber quais são os termos antes de tomar minha decisão.”

“É muito difícil não perguntar aos pacientes se eles querem que eu ore por eles quando acredito que a oração é eficaz para os doentes. É uma questão de consciência para mim. Eu não deveria escolher entre ser uma cristã ou ser uma enfermeira.”

Petrie havia perguntado a May Phippen, 79 anos, se queria que orasse por ela no final da visita domiciliar. A senhora Phippen não se ofendeu e não fez uma queixa formal. Mas disse a outra enfermeira que achou aquilo estranho e que poderia ser considerado preocupante ou ofensivo por outros se fossem de outras crenças ou poderiam achar que precisavam de oração por estarem muito doentes.

A batista, que se tornou cristã dez anos atrás, após a morte de sua mãe, disse que suas orações tinham efeito real nos pacientes, incluindo uma mulher católica cuja infecção urinária desapareceu dias depois de ter feito uma oração.

Tradução: Cláudia Veloso

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

4 comentários :

Anônimo disse...

A missão de todo cristão genuíno é pregar o evangelho a todos, anunciando a tempo e fora de tempo(porém com sabedoria), com paciência e fé, a salvação que se alcança por meio de Jesus Cristo. Infelizmente, como vimos de costume, tal pregação do evangelho tem sido alvo não apenas de restrições como também de ataques contínuos de seus mais diversos adversários que ultimamente tem se levantado contra a cruz de cristo, que podem ser governos, ideologias, leis, pessoas, e como não podemos deixar de mencionar, do próprio príncipe das trevas – satanás. Nos dias atuais, este estado de coisas a que o apóstolo João chamou de “o espírito do anticristo” tem continuamente conquistado espaço nos corações humanos semeando incredulidade, relativismo, hedonismo e falta de percepção no que se refere à constituição integral do ser humano que é formado não apenas de um corpo, mas também de espírito. Nesta falta de percepção do que é o ser humano em sua integralidade, a resultante lógica é que o mesmo não se preocupa mais, tornando-se quase de todo indiferente, com com a sua vivência na eternidade, sua preocupação tem sido direcionada apenas para com a sua vida terrena. A busca humana se restringe, então, mais no máximo bem estar que se possa auferir nesta vida secular até o seu último momento, do que preparar-se para o que virá depois dela. Porém Cristo nos exorta a que continuemos a bater nas portas dos corações dos seres humanos, pois decerto é que todo coração e mente será como a terra que recebe semente – a semente do evangelho. Como, quando e se irá florescer e dar frutos, Deus o sabe e por meio de sua divina sabedoria a fará crescer e frutificar nos corações e vidas dos homens, mesmo que, se for necessário, apesar dos mesmos homens. Maranata.

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.” Apocalipse 3:20

JOÃO BATISTA JÚNIOR

Anônimo disse...

Eu fui proibido de rezar no trabalho, com a alegação de que que o Estado é laico, e portanto não cabe manifestações de fé explícita, mesmo no intervalo das refeições. Ofereceram-me uma acomodação indigna, para que rezasse, oferta esta que prontamente repudiei.

Diferente dos muçulmanos, os judeus daqui têm uma lei que lhes garante o direito de se afastar do trabalho para cumprir o Shabat. Mas nós, infelizmente, não temos poder político para transformarmos um anseio num direito. E nem estamos preocupados com isto. Pouco nos importa as concessões feitas pelo Estado laico. Se porventura aceitássemos essa concessão do Leviatã ateu, estaríamos legitimando algo que queremos ver destruído.

Como sempre, eles, os judeus:

Faz algumas semanas, um grupo de judeus se aliou ao Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (o que, na verdade, não passa de um projeto de controle mundial das religiões que incomodam o pecado) ao lado de umbandistas, candomblecistas, espiritualistas, budistas e outros condôminos menos cotados.

Mas eles - os espertalhões de sempre - obviamente vão se utilizar dessa aliança como um escudo protetor, se porventura receberem algum ataque político ou se seus interesses forem incomodados.

Pouco importa a essa gente os destinos do mundo, ou por que caminhos a humanidade seguirá; se para o abismo ou se para bonança.

Pelo fato de os judeus não fazerem pregações, conversões nem levarem boas novas (pelo menos para quem não lhes interessa), pouco importa-lhes se alguém está ou não no pecado da idolatria, ou se a humanidade geme por falta de conhecimento espiritual. Dane-se o idólatra feiticeiro, o panteísta ou o gnóstico. Danem-se. O que lhes importa é sua sobrevivência e a prevalência de sua raça.

Com essa aliança, todos as outras religiões serão usadas como bucha de canhão, para que os judeus sigam vivendo intocáveis.

Antonio Ahmed Ramadan Jamal.

Anônimo disse...

Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a todos idependente de raça e cor ou religião.
Acho que quém deveria escolher se quer uma oração ou não é o paciente.

Vinicius disse...

Olá, Sou Vinicius Santos, vivo na Inglaterra, e acompanho o seu blog. Quero apenas comentar que segundo as leis daqui, essa atitude do NHS é sim discriminatória e que a ação de suspende-la pode ser punida perante a lei, já que o estado mesmo sendo laico garante o direito de proteção as crenças do cidadãos. A descisão do NHS é totalmente contraditoria ao que a lei do Reino Unido prevê e os cristãos no país não devem se sentir intimidados perante o Estado.