12 de fevereiro de 2009

Criação versus evolução: a batalha pela verdade

Criação versus evolução: a batalha pela verdade

Steve Herzig e Lorna Simcox

Richard Dawkins, eminente cientista versado em etologia[1] e autor de livros, descreve a pessoa que não crê na evolução da seguinte maneira: “Pode-se afirmar com a mais absoluta certeza que se você encontrar alguém que alega não acreditar na evolução, está diante de uma pessoa ignorante, tola ou doente mental – ou mesmo perversa, mas prefiro não considerar esta última hipótese”.[2]

Segundo uma pesquisa de opinião pública realizada pela CBS, essa descrição feita por Dawkins retrata a maioria dos cidadãos americanos. A pesquisa demonstra que “os americanos não acreditam que o ser humano originou-se a partir de um processo evolutivo [...] apenas 13% dos entrevistados declaram que Deus não teve qualquer participação [i.e., na criação]”, e “cerca de dois terços dos americanos querem que o criacionismo bíblico seja ensinado nas escolas junto com a evolução”.[3]

Em seu livro que se tornou um best-seller, intitulado The Blind Watchmaker [i.e., O Relojoeiro Cego], Dawkins argumenta que o universo existe sem nenhum projeto, ao declarar: “Eu desejo convencer o leitor de que por coincidência a perspectiva darwinista não só é verdade, mas que ela também é a única teoria conhecida que, em princípio, pode explicar o mistério de nossa existência”.[4] E o pior é que Dawkins acha que está absolutamente certo.

Outros que compartilham da mesma autoconfiança de Dawkins são os editores da revista ScienceWeek. Num editorial, eles achincalharam a perspectiva criacionista classificando-a como “blasfêmia”; acusaram os criacionistas de pensadores primitivos que “crêem que a terra é uma panqueca plana de alguns milhares de anos de idade, que se apóia nas costas de quatro elefantes gigantes”. Além disso, eles advertiram os Estados Unidos para que deixem os “beatos” fora do ensino público, porque “eles subvertem o ensino da ciência nas escolas públicas”.[5]

Ken Ham, um eminente porta-voz do criacionismo bíblico, fundador e presidente da organização Answers in Genesis [i.e., Respostas em Gênesis; sigla em inglês: AiG], foi ridicularizado e censurado recentemente pela imprensa secular por causa da construção do Museu da Criação, orçada em 25 milhões de dólares, situado em Petersburg (Estado do Kentucky), nas proximidades de Cincinatti (Estado de Ohio). O site da AiG na internet revela que o museu “proclamará ao mundo que a Bíblia é a autoridade suprema em todas as questões de fé e prática, bem como em todas as áreas a que se refere”.[6]

Andrew Kantor, colunista do jornal USA Today, chamou esse museu de “estorvo nacional” que utiliza “ciência fraudulenta para convencer pessoas ingênuas a acreditarem em tolices”.[7] O grande cisma que divide aqueles que crêem na criação e aqueles que não crêem já existe há séculos. Entretanto, os evolucionistas têm se tornado cada vez mais agressivos e mais determinados do que nunca a eliminar Deus daquilo que eles consideram ser o cenário originado a partir do Big Bang [i.e., a hipótese da “Grande Explosão Cósmica”].

A partir de quando surgiu essa grande mentira? No século VI a.C. já havia gregos que rejeitavam o conceito de um plano (ou propósito) inteligente evidenciado no universo. O biógrafo Desmond King-Hele escreveu que o grego Anaxímenes acreditava que a vida “originou-se na água, [...] surgiu espontaneamente num lodo primitivo”. King-Hele ainda escreveu que outro grego acreditava que o ser humano “desenvolveu-se a partir dos peixes num processo gradual”.[8] No primeiro século d.C., o apóstolo Paulo confrontou os cidadãos atenienses, inteligentes apesar de serem pagãos, com uma simples afirmação explicativa sobre a criação, referindo-se ao “Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe” (At 17.24).

Até mesmo na Europa cristã de meados do século XVIII, naturalistas como o botânico sueco Carolus Linnaeus [conhecido em língua portuguesa como Carlos Lineu) e o francês Georges de Buffon levantaram dúvidas sobre o conceito da Criação, sem, contudo, descartar a ação de Deus.

Houve vários evolucionistas precoces, embora na sua maioria desconhecidos, entre os quais se inclui Erasmus Darwin, o avô de Charles Darwin. Erasmus escreveu acerca da concepção evolucionista em seu livro intitulado Zoonomia. O cientista e filósofo francês Pierre de Maupertuis[9], escreveu extensivamente sobre mutação e o naturalista francês Jean Baptiste Lamarck concebeu uma teoria por ele denominada de “transformismo”[10] [também conhecida por Lamarckismo.] Entretanto, o livro On the Origin of Species [traduzido em português sob o título A Origem das Espécies] da autoria de Charles Darwin, publicado em 1859, denominado “o livro que chocou o mundo”, produziu a ampla aceitação da Teoria da Evolução.

Em termos simples, o livro A Origem das Espécies propõe que, na luta pela sobrevivência do mais apto, os seres jovens de uma espécie gradativamente desenvolvem variações adaptativas através de um processo de seleção natural. Essas variações seriam transmitidas geneticamente à próxima geração, promovendo, dessa forma, a evolução da espécie. Darwin também alega que todos os organismos que apresentam relação de parentesco descendem dos mesmos ancestrais.[11]

A primeira edição do livro se esgotou no mesmo dia em que chegou às prateleiras das livrarias. Todavia, a obra não solucionou a dúvida sobre a maneira pela qual o mundo realmente veio a existir. Então entrou em cena a Teoria do Big Bang. Segundo a agência espacial do governo dos Estados Unidos, a NASA (i.e., National Aeronautics and Space Administration), o Big Bang “é a teoria científica predominante acerca da origem do universo”. A NASA afirma o seguinte: “O universo foi criado em algum momento compreendido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás, a partir de uma explosão cósmica que expeliu matéria em todas as direções”. Porém, o descritivo da NASA acrescenta enfaticamente esta ressalva: “Apesar da Teoria do Big Bang ser amplamente aceita, é provável que nunca venha a ser comprovada; por isso, restarão diversas perguntas difíceis para as quais não há resposta”.[12]

Outra explanação é descrita nos seguintes termos:

Acredita-se que nosso universo tenha surgido de algo infinitamente pequeno, infinitamente quente, infinitamente denso – uma singularidade. De onde isso veio? Não se sabe. Por que isso apareceu? Não se sabe. Após seu aspecto inicial, essa singularidade aumentou (o “Big Bang”), expandiu-se, resfriou-se, partindo de uma realidade tremendamente pequena, extremamente quente, para chegar ao tamanho e temperatura de nosso universo atual. O universo até hoje continua a se expandir e esfriar; além disso, nós estamos dentro dele.[13]

Hoje em dia, a crença nas teorias da Evolução e do Big Bang permeia o sistema educacional e qualquer pessoa que tenta mudar essa situação é levada aos tribunais [nos EUA]. Em outubro de 2004, o Conselho de Educação formado por diretores de escola do distrito de Dover, no Estado da Pensilvânia, decidiu, após uma votação por 6 a 3, incluir o ensino do “projeto inteligente” [i.e., design inteligente, a concepção de que o universo exibe um propósito inteligente para o qual foi criado] junto com o ensino do darwinismo no currículo de biologia para as turmas da nona série do ensino fundamental. Tal decisão, a primeira desse tipo nos EUA, provocou um rebuliço naquele pequeno distrito escolar rural situado 32 quilômetros ao sul da cidade de Harrisburg, capital do Estado, conforme esta notícia:

Os críticos interpretam a alteração no currículo de biologia para as turmas da nona série como uma tentativa velada de obrigar os alunos de escolas públicas a aprenderem o criacionismo, uma perspectiva baseada na Bíblia que atribui a origem das espécies a Deus. As escolas normalmente ensinam a evolução, a saber, a teoria de que a Terra existe há bilhões de anos e que as formas de vida nela existentes se desenvolveram durante milhões de anos.[14]

Dos três membros do Conselho que votaram contra aquela medida, dois imediatamente renunciaram ao cargo. Eles se utilizaram da decisão tomada pela Suprema Corte dos Estados Unidos no ano de 1987, para alegar que aquele mesmo decreto de inconstitucionalidade do ensino do criacionismo no Estado da Louisiana também se aplicava ao Estado da Pensilvânia.

Enquanto isso, um tribunal federal em Atlanta, Estado da Geórgia, condenou os líderes da Comarca de Cobb por aprovarem a colocação de um adesivo na contracapa dos livros didáticos de biologia, o qual fazia a ressalva de que a evolução é uma teoria, não um fato. O juiz reconheceu que o adesivo não fazia nenhuma referência a Deus ou à religião, todavia escreveu o seguinte:

O adesivo ofereceria ocasião para o avanço do ponto de vista religioso de cristãos fundamentalistas e criacionistas, os quais tinham voz ativa no processo de escolha do livro didático a ser adotado e influenciariam tal escolha segundo sua crença de que a evolução é uma teoria, não um fato.[15]

A concepção evolucionista se enraizou com tanta profundidade no ensino público, que muitos habitantes da Geórgia chegaram a temer que seu Estado viesse a “agir como um bando de caipiras grosseiros”, permitindo qualquer coisa que insinuasse a possibilidade de tal teoria estar equivocada.

Ken Ham acredita que a mídia secular tenha interpretado maliciosamente a reeleição do presidente George W. Bush [em 2004], para dar a entender que nos Estados Unidos há mais pessoas que crêem na criação do que na evolução, uma vez que a maioria votou no partido conservador. Segundo Ken Ham, os conflitos entre criação e evolução prosseguem em mais de vinte Estados do país e “muitos americanos finalmente acordaram para o fato de que os humanistas seculares se apoderaram da civilização”.[16]

Portanto, a batalha pela verdade continua. De um lado, encontram-se os evolucionistas, tais como Richard Dawkins, que riem sarcasticamente do registro de Gênesis e tratam os criacionistas como tolos que rejeitam a ciência com o intuito de empurrar o mundo de volta para a “Idade das Trevas” [i.e., a Idade Média]. Do outro lado estão os criacionistas que crêem no que Deus revelou por intermédio de Moisés e em Jesus: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1).

É uma batalha entre a cegueira espiritual e a luz. Infelizmente, muitas pessoas não conseguem discernir os opostos nesse conflito, pois “...o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14).

Assim, a luta está fadada a se tornar mais ferrenha. (Steve Herzig e Lorna Simcox - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Steve Herzig é o diretor dos ministérios norte-americanos de The Friends of Israel.

Lorna Simcox é redatora-chefe de The Friends of Israel.

Notas:

1. Etologia é “um ramo do conhecimento que trata do caráter humano, inclusive sua formação e evolução”. Definição encontrada em “Ethology”, Merriam-Webster’s Collegiate Dictionary, 11ª ed.

2. Citado em “Unintelligent Debate”, da autoria de John Wilson, publicado na revista Christianity Today, 48, n° 9, edição de setembro de 2004, p. 63.

3. “Poll: Most Americans Don’t Believe Evolution”, publicada em 23 de novembro de 2004, acessível no site: www.newsmax.com/archives/articles/ 2004/11/22/222923.shtml.

4. Richard Dawkins, The Blind Watchmaker: Why the Evidence of Evolution Reveals a Universe Without Design, publicado no site: www.simony.ox.ac.uk/dawkins/ WorldOfDawkins-archive/Dawkins/Work/Books/blind. shtml.

5. “Creationism vs. Sanity”, publicado na edição de 23 de janeiro de 2005, acessível no site: http://scienceweek.com/editorials.htm.

6. “About the Answers in Genesis Creation Museum”, publicado no site: www.answersingenesis.org/museum/about.asp.

7. Andrew Kantor, “Good technology requires good science behind it”, publicado no jornal USA Today, edição de 4 de fevereiro de 2005, acessível no site: www.usatoday.com/tech/columnist/andrewkantor/2005-02-04-kantor–x.htm.

8. Desmond King-Hele, “Evolutionary Theory Before Charles Darwin”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 34-35.

9. Bentley Glass, “Maupertuis: The First Modern Evolutionist”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 44.

10. L. J. Jordanova, “Larmarck’s Theory of Transformism”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 53.

11. “Darwin, Charles Robert”, publicado na Funk & Wagnalls New Encyclopedia.

12. “The Big Bang Theory”, publicado no site: http://liftoff.msfc.nasa.gov/academy/universe/b–bang.html.

13. “The Big Bang Theory: An Overview”, publicado no site: www.allaboutscience.org/big-bang-theory.htm.

14. Martha Raffaele, “School Board Oks Challenge to Evolution”, publicada por The Associated Press, acessível no site: www.msnbc.msn.com/id/6470259

15. Ken Ham, Answers in Genesis Newsletter, edição de março de 2005.

16. Ibid.

Fonte: Chamada da Meia-Noite

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia também:

EVOLUÇÃO: Uma Heresia em Nome da Ciência

11 comentários :

Anônimo disse...

Tudo bem, aceitemos o big-bang e a "consequente" evolução das espécies como verdades absolutas e imutáveis, e não como uma teoria como determinam os dogmatistas do evolucionismo. Mas ainda há uma pergunta que não quer calar: se o big-bang, a grande explosão cósmica, originou o universo, quem (ou o que) acionou o detonador? (ou o tal detonador se acionou sozinho mesmo sem existir?) Tentar explicar o aparecimento do cosmos e seus habitantes por processos apenas naturais, ainda vai; mas não venham os defensores do “santo dogma inquestionável da evolução” falar-me de efeitos sem causa, ainda mais quando se referem a algo tão organizado e complexo quanto é o universo.

“Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” salmos 19:1

JOÃO BATISTA JUNIOR

Allan Ribeiro disse...

Mais um artigo matador!

O autor expõe bem as feridas que, antes abertas, agora sangram devido ao choque entre cosmovisões.

O darwinismo dá seus últimos espasmos, em uma melancólica e lenta agonia fúnebre. Estamos diante de um novo paradigma, como diria Kuhn, e os postulantes do paradigma antigo se recusam a entender o que o novo diz.

Gylnior disse...

Olá, discutir com os evolucionista é complicado a Bíblia mostra isso em Marcos 4:11. Quem esta com Crsito entede isso perfeitamente. A teoria da evolução já morreu e isso é provado pelos próprios cientistas quando acharam pegadas humanas mais antigas do que a propria teoria na Bolívia e no Egito é só procurar no google. ( http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2916486-EI238,00.html ) O que devemos meus irmãos é usar de estratégia para evangelizar essas pessoas mostrando com a própria ciência que eles estão errados. Vivemos graças a Deus Pai todo poderoso criador dos céus e da Terra.

Anônimo disse...

Sem querer, Darwin estabeleceu a Ciência como uma nova religião: tudo o que não se consegue entender por meio da razão, pode ser descartado como não existente. Se Deus não pode ser provado cientificamente, Ele não existe.

Antonio Ahmed Ramadan.

Eduardo Araújo disse...

Se vocês prestarem atenção ao que dizem em discussões da internet, por exemplo, constatarão o motivo pelo quel essa fantasia disfarçada de ciência é defendida com unhas e dentes, chegando-se às vias do desespero fanático de seus apologistas.

Prevalecem, como "argumentos" desses cientificistas agressões ateístas contra a religião ou determinada igreja cristã e, sutilmente (às vezes nem isso) contra os próprios fieís, amiúde atacados com as pechas de obscurantistas, fundamentalistas, cegos mentais e outras.

Percebam, então, a nítida influência de Richard Dawkins e da mídia que lhe dá palco para suas imbecilidades antirreligiosas.

Eis o que está por trás da pretensa "ciência" do evolucionismo: não passa de uma bengala de ateus para fazer de conta que provaram que Deus não existe. Daí a reação estupidamente agressiva contra quem ousar ao menos balançar esse edifício caiado.

A notar, finalmente: não se amedrontem com a arrogância de afirmações sobre uma "confirmação" incontestável da evolução. Para isso, os metidos a senhores ciência citam um rosário de baboseiras que assustam os leigos, tais como espécies-anel, registro de DNA e até fósseis completando cadeias evolutivas. Tudo balela que envergonha a verdadeira natureza da ciência. Por que os evolucionistas quase crucificaram Karl Popper, quando este afirmou que a teoria sagrada deles "talvez" devesse ser revisada para ganhar contornos científicos. Popper enfocou a questão da falseabilidade, coisa que passa ao largo da teoria. Como também passa ao largo mostrar como se daria o mecanismo da evolução. Apelam-se para "evidências", critério subjetivíssimo em ciência. E tudo não passa de fachada para o que se quer de fato: fundamentar o ateísmo.

Conspiracao disse...

É preciso fá tanto para crer na evolução como na criação.
O problema maior da evolução é que ela é apresentada como coisa de cientista e gente inteligente, sem a "burrice" da religião, POREM, ela é financiada e incentivada por movimentos ateistas e agnosticos!!!
Então no final das contas, ela é defendida por um grupo religioso da mesma forma que o criacionismo. Um grupo sordido que até já manipulou provas e forjou evidencias.

Conspiracao disse...

Meu avô,era mecânico de automóveis e tinha o estranho hábito de guardar qualquer parafuso ou arruela que encontrasse no meio da rua,ficava tudo amontoado em um galpão no quintal da casa dele, junto com peças de motores,pneus usados e uma série de outras bujingangas.Quando ele morreu a sua oficina ficou abandonada, ninguém entrava lá,apenas de vez em quando, movido por nostalgia e curiosidade eu ia até a oficina e ficava observando aquela multidão de peças.Eu notei que algumas vezes, por causa do vento ou talvez algum animal que tenha entrado lá algumas peças mudavam de local,as vezes muitos parafusos estavam espalhados pelo chão.Daí minha família se mudou e nós ficamos 15 anos sem voltar aquela velha oficina.Quando retornamos porém , que grande surpresa!As peças haviam se organizado de uma forma surreendente, havia um automóvel bem simples, mas inteiramente montado, com rodas,pneu e até um motor que funcionava perfeitamente.Nesse dia eu tive certeza que a vida surgiu do acaso.

Antonio disse...

Os cientistas podem ser muito inteligentes, mas a verdadeira inteligência deve caminhar de braços dados com o amor e o respeito a Deus. A evolução nega a autoridade e o poder do Criador. Mas por estarmos num mundo virado ao avesso, aqueles que seguem a Deus são chamados loucos, já os que negam Deus com todas as forças são considerados os mais sábios e corretos. Melhor ser "louco" e passar a eternidade com Deus do que ser "sábio" pelos padrões do mundo.

Allan Ribeiro disse...

Caro Julio,

A qualidade dos comentários nesta postagem é excelente. Os leitores estão de parabéns, assim como você!

Rick, Aline e Amanda disse...

Antonio Ahmed Ramadan, concordo contigo, e acrescento, o que os evolucionistas fecham os olhos é pro fato de que a base principal de sua teoria nunca foi e nunca será reproduzida em laboratório de qualquer forma, ou seja, provada cientificamente, nunca podendo passar da qualidade de TEORIA, porém eles, com seus olhos fechados pra esse fato, escolhem em que acreditar, visto que dizem que não se pode provar Deus, por isso Ele não existe, mas não vêem a impossibilidade de provar seu próprio fundamento evolucionista... E ainda chamam os criacionistas de ignorantes...

Perfeita a citação da passagem bíblica no final do artigo, 1 Co 2:14.

Assino embaixo.

Rick Chaves

Ismael Pio Elias disse...

A Teoria da Evolução, que não passa de uma teoria, é a porta de entrada para a negação da vontade divina. O Evolucionismo é uma teoria essencialmente atéia, que, mesmo sem nenhuma prova científica (alguém já ouviu falar de um filhote de jacaré nascer com asas, ou de um filhote de peixes nascer com patas) apregoa ser uma ciência no mais alto grau.

Não posso negar, a fantasia do Evolucionismo é muito cativante. A mente dos homens que a criaram era extremamente fértil, dariam ótimos escritores de ficção científica, mas péssimos biologistas.
A fascinação do Evolucionismo é incrível. Ele, assim como a Bíblia Sagrada, dá a sua resposta de onde viemos, mas demonstra que a superioridade humana na Terra é mera coinscidência. Não tendo o mundo ordem surgem os comunistas para dar-lhe uma organização.

Já fui um crente fervoroso da Evolução mas, com a minha teimosia de buscar a verdade, comecei a perceber que as contas não batiam. Como posso aceitar como verdade científica algo sem provas, o que o Evolucionismo tem de superior ao Criacionismo Bíblico além de uma história mais elaborada? Nada. Digo mais, o Evolucionismo é uma religião e crer nele é uma questão de fé. Aqueles que chamam os crentes no Criacionismo Bíblico de obscurantistas deveriam saber que o Evolucionismo é muito mais obscuro e que não oferece resposta científica alguma, pois não é uma teoria científica e sim espiritual, muito semelhante ao místico Teosofismo.

Que as ciências (não "a Ciência" onipotente, pois isto não existe como bem demonstrou o Olavo de Carvalho) voltem a ser exercidas por homens sérios como Isaac Newton - mesmo sendo passíveis de erros como todo ser humano - e não por sonhadores como Charles Darwin e Richard Dawkins (este está delirando como bem analisou Olavo de Carvalho), que estariam melhor num teatro ou produzindo "Jurassic Park 4" e outras fantasias e "Contos de Fadas para Adultos e Crianças".