Terroristas no colo do PT
Bruno Pontes
Em 2003, o presidente Alvaro Uribe, da Colômbia, enviou uma carta aos países latino-americanos pedindo a cada presidente que classificasse formalmente as Farc como organização terrorista “e que nos proporcione seu apoio para que o mesmo ocorra nos diferentes fóruns regionais e internacionais”. O PT ficou calado. Assassinato de inocentes, seqüestros (de crianças, inclusive), mutilações em campos minados, decapitações, partos de reféns feitos a faca... Tudo isso é considerado aceitável pelo partido que manda no Brasil. Quando as tropas governamentais de Uribe mandaram os chefões das Farc que operavam no Equador para o inferno, a diplomacia petista exigiu que o presidente colombiano se desculpasse.
Integrantes das Farc já foram recebidos como convidados ilustres do petista Olívio Dutra, durante sua gestão como governador do Rio Grande do Sul, em pleno Palácio Piratini. Quando o petista Antônio Palocci era prefeito de Ribeirão Preto, as Farc tinham na cidade um escritório de representação. As reuniões deviam ser bastante interessantes.
Você sabe quem é Francisco Cadenas Colazzos? Nem adianta procurar o nome. No Brasil ele atende por Olivério Medina e se diz padre. É na verdade um homem das Farc protegido pelo PT. A mulher dele, Angela Maria Slongo, também ganhou um mimo do governo: um cargo comissionado no Ministério da Pesca por indicação de ninguém menos que Dilma Rousseff, que, sinto muito por todos nós, será presidente daqui a dois anos, por absoluta falta de oposição.
Na primeira semana de janeiro, o PT divulgou nota chamando Israel de Estado terrorista e comparando a reação israelense a oito anos de foguetes do Hamas às práticas do exército nazista. Nós já sabemos que, caso a população brasileira fosse atacada por foguetes de um grupo terrorista de um país qualquer, Lula e os companheiros do PT ficariam só olhando. E se algum brasileiro reclamasse, seria devidamente repreendido por Celso Amorim.
Em 14 de janeiro, o governo acobertou outro santo: o italiano Cesare Battisti, chefe dos Proletários Armados pelo Comunismo, condenado pela Justiça italiana à prisão perpétua pela participação em quatro assassinatos cometidos nos anos 70. O crédito é do petista Tarso Genro, o ministro da Justiça especialista em leninismo — o mesmo que retornou à ditadura de Fidel Castro dois atletas que queriam asilo no Brasil.
O ministério italiano de Relações Exteriores apelou ao presidente Lula “para que sejam tomadas todas as iniciativas que possam promover, no quadro da cooperação judiciária internacional na luta contra o terrorismo, uma revisão da decisão judiciária adotada”. Em vão. O PT já marcou posição: solidariedade total aos terroristas. É a moral dessa gente que manda no Brasil.
Fonte: Blog Bruno Pontes
Adaptado por Julio Severo





2 comments:
Depois de cometer tantas aberrações e tudo ficar por isso mesmo (O POVO DO BRASIL NÃO REAGE), a turma do PT começou "quebrar a cara" no caso do Battisti. Já era tenmpo... Abraços JÚLIO.
Aproveito para lembrar que hospedamos outro "santo". Chama-se Achylle Lollo, assassino de crianças -incendiou o apartamento de um sindicalista adversário, matando dois de seus filhos menores.Fugiu para nosso triste país e tornou-se o teórico do PSoL, acobertado pela ética Heloísa Helena.
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