16 de janeiro de 2009

O preço da desintegração do casamento tradicional

O preço da desintegração do casamento tradicional

Ann Coulter

Conforme descrevi em meu novo livro, “Guilty: Liberal ‘Victims’ and Their Assault on America” [Culpados: As Vítimas ‘Liberais’ e Sua Agressão aos EUA], mesmo levando-se em consideração a condição socioeconômica, raça e lugar de residência, o fator que prediz se alguém terminará na prisão é se ele foi criado por uma mãe solteira.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.

Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o fator das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.

Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.

Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.

Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.

Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

Mesmo assim, os liberais adoram a desintegração do casamento tradicional e a situação das mães não casadas ou divorciadas.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

A Famí­lia Natural: Um Manifesto

6 comentários :

Anônimo disse...

Assustador ao mesmo tempo que revela. O que mais me surpreende é que haja esse tipo de estudo nos EUA. Na verdade só poderia sair de lá coisas desse nivel.
Nunca vi nada assim no Brasil, pq p/ se fazer tal estudo deve-se ter como principio o fator da família, claro; coisa que aqui é conversa de ET, restringindo-se aos cidadãos do meio religioso.
Artigo incrivel.
Wálter Assis
Osasco - SP

Edson Camargo disse...

Artigo importante, com dados muito relevantes.

Bem escolhido para a tradução, amigo Julio.

Aí está a prova do que eu sempre digo: "moleque sem pai, ou com um pai ausente ou bananão, tem tudo para ser um adulto canalha". Eu já tinha notado, mas com números e estatísticas, confirmo minha análise.

Abraço, cara!

paulo silveira disse...

Total acordo.
Observei nos anos 90 que a imensa maioria das moças adolescentes desandadas que conheci viviam somente com a mãe.
Não só mães solteiras mas também divorciadas.
Tenho no meu blog artigo sobre isto.

FABIANO disse...

Diante dessa estatística estarrecedora, temos motivos sobejos para enaltecer e nos prostrar com humildade, concordância, reverência e obediência diante da SANTA PALAVRA DE DEUS que condena com veemência o não investimento na família, dizendo: "Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel. (1Tm 5:8), pois ela nos mostra e comprova o verdadeiro caminho da paz, alegria e vida com abundância, sendo que a sua não aplicabilidade na vida particular, familiar e social, trará como resultado essa estonteante estatística. Que DEUS abençoe, guarde e sustente as nossas famílias. AURIFLAMA/SP

Mauro Silva disse...

Julio,

gosto da lucidez dos seus posts, assim como da precisao cirurgica com a qual tratas dos fatos que mascaram as intencoes liberais-comunistas da midia, alem de atacar os princios cristaos. Parabens e conte comigo.

Pr.Mauro Silva

patricia disse...

Fui mãe solteira da minha filha mais velha e apesar de minha filha ser uma menina ótima, super educada,estudiosa e temente à DEUS,concordo que não devemos ter filhos sem pai e fora da célula familiar pois só agora que me casei e tive outra filha e tenho uma família entendo que crianças devem ser criadas com pai e mãe(homem e mulher)um abraço fraterno