30 de novembro de 2008

Barack Obama consultou várias vezes bispo anglicano homossexual

Barack Obama consultou várias vezes bispo anglicano homossexual

Matthew Cullinan Hoffman

LONDRES, Inglaterra (LifeSiteNews.com) — Durante sua campanha presidencial Barack Obama consultou várias vezes Gene Robinson, um homossexual praticante cuja nomeação como bispo anglicano dividiu a denominação anglicana mundial.

De acordo com uma entrevista publicada no Times Online, uma parte do jornal inglês Times de Londres, a equipe de Obama fez tudo o que pôde para chegar até Robinson, e Obama se encontrou com o bispo polêmico em três ocasiões separadas.

Robinson disse ao Times que Obama comparou sua próprio nomeação pioneira como o primeiro candidato negro de um grande partido político à nomeação de Robinson como o primeiro bispo anglicano que vive abertamente com seu amante homossexual.

“Uma das coisas sobre as quais Barack eu conversamos quando estávamos reunidos era exatamente a experiência de ser primeiro e o perigo disso e conversamos sobre sermos demonizados por um lado e, não sei se a palavra consta no dicionário, pelo outro”, disse Robinson.

“As pessoas têm sobre nós expectativas negativas e positivas, e nada disso é real. E é importante permanecer no centro e firme no meio disso, de modo que não comecemos a crer na imprensa negativa ou na imprensa positiva”.

Robinson também disse ao Times que Obama lhe deu garantia de “seu apoio amplo e profundo em prol de plenos direitos civis para gays e lésbicas” e disse que Obama concorda com ele que os valores religiosos não devem ser “impostos” no governo.

“A coisa que eu gosto nele e o que ele disse acerca dessa questão é que ele e eu concordamos acerca do lugar devido da religião frente ao Estado secular. Isto é, não impomos nossos valores religiosos no Estado secular porque assim disse Deus”, disse Robinson, que acrescentou que ele crê que as pessoas não podem argumentar em favor de suas posições políticas com base em suas convicções religiosas.

“E penso que o governo Bush pode ter passado dos limites em termos de oferecer apoio a grupos de natureza religiosa que estavam usando seus serviços sociais para fazer proselitismo e evangelismo. Eu diria que isso é impróprio”, acrescentou Robinson.

Como conseqüência da nomeação de Robinson como bispo anglicano de New Hampshire em 2003 assim como outras mudanças no ensino e prática da Igreja Anglicana, grande parte da denominação anglicana na África, Ásia e América do Norte ameaçou se separar da denominação anglicana.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Leia também:

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde

29 de novembro de 2008

O fim da solidão

O fim da solidão

C. D. Carter

Recentemente ouvi uma assistente social dizer: “A solidão transformou-se num dos maiores problemas da nossa época. Temos de fazer algo para combatê-la”. Não imagino o que ela pretende realizar, mas sei que nenhuma iniciativa humana solucionará definitivamente a solidão.

Quando Deus criou o ser humano, Ele mesmo queria preencher o coração do homem. Se, entretanto, as pessoas decidem excluir Deus da sua vida, não é de admirar que se sintam solitárias, que seu coração esteja vazio ao invés de repleto da presença divina.

Você não precisa estar necessariamente sozinho para se sentir solitário. Todo coração humano necessita de um amigo — alguém em que possa confiar. Precisamos de alguém que realmente nos conheça e nos entenda, que nos envolva com cuidados, quaisquer que sejam nossos problemas. Onde, entretanto, podemos achar tal amigo? É impossível encontrar um ser humano que nunca nos decepcionará — somente Jesus é o Amigo perfeito!

Apenas Ele tem a resposta para seus problemas. Ele o conhece melhor do que você mesmo. Apesar de tudo, Jesus o ama e cuida de você, de uma forma como ninguém mais seria capaz. Aceite-O como Amigo, e você nunca mais se sentirá solitário. Aliás, como seria possível sentir-se sozinho, se seu melhor Amigo estará sempre com você?

Essas não são teorias, mas certezas baseadas na experiência. É maravilhoso estar sozinho quando você estiver só com Ele. Não é possível expressar esse sentimento em palavras. A companhia humana é algo muito pobre se a compararmos à comunhão com Jesus. Se você estiver consciente da Sua presença dia após dia e hora após hora, seu coração ficará repleto de paz e de alegria indescritíveis.

Você se sente solitário? Precisa de alguém que o ame e cuide de você? Aceite agora mesmo a Jesus como seu Salvador e Amigo! Entregue-se completamente a Ele e confie nEle como seu Redentor. Pense em como Ele sofreu em seu lugar na cruz e removeu de uma vez por todas os seus pecados “pelo sacrifício de si mesmo” (Hebreus 9.26).

Olhando agora para Jesus, confie nEle e no sacrifício perfeito que realizou por você lá na cruz. Então seus pecados serão perdoados, sua vida será salva, renovada e transformada pelo Espírito Santo que passará a habitar em você: “...o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).

Aceite Jesus agora como seu Salvador, para que seja eternamente seu Amigo, seu Companheiro e seu Guia! Ele acabará com sua solidão. Ninguém precisa continuar solitário, pois é possível ter Jesus, o Filho de Deus, como seu melhor e mais próximo Amigo!

Fonte: Chamada da Meia-Noite

Divulgação: www.juliosevero.com

28 de novembro de 2008

Israel: a questão moral decisiva

Israel: a questão moral decisiva

Conno Malgo

A maneira como o mundo trata Israel nos dá uma idéia da corrupção moral global, que ignora ou ataca a verdade e a bondade enquanto mentiras e baixezas são aplaudidas e apoiadas juntamente com seus fomentadores.

O “clube dos apoiadores” do terrorismo internacional, ou seja, a ONU, exigiu que Israel demolisse a cerca de segurança. Essa exigência se deu após a sentença do Tribunal Internacional de Justiça de Haia, que declarou a cerca ilegal. A sentença e a exigência dela derivada não são de cumprimento obrigatório. Mesmo assim, elas têm como alvo a demonização global de Israel e sua transformação em um Estado-pária — um estágio preliminar necessário para sua destruição. Enquanto muitos cristãos americanos convictos apóiam e fortalecem Israel, a convenção geral da Igreja Presbiteriana dos EUA (www.pcusa.org) comparou Israel com “a África do Sul no tempo do apartheid” e conclamou à retirada geral de investimentos no Estado judeu.

Esses sintomas mostram que o mundo resvala cada vez mais profundamente para uma assustadora escuridão moral. Os judeus sempre foram semelhantes aos canários que os mineiros levavam para as minas subterrâneas: quando os canários morriam, os trabalhadores sabiam que o ar estava contaminado. No passado, as restrições aos judeus sempre indicaram claramente a decadência de uma sociedade e atualmente o Estado de Israel faz o papel de “canário” nas “minas” do mundo.

O tratamento dado a Israel revela uma doença mortal. O Estado de Israel é vítima de meio século de tentativas de destruição. Entretanto, seus esforços de se auto-proteger são condenados, suas ações são avaliadas de maneira distorcida e sua imagem é manipulada negativamente. Israel é avaliado segundo um padrão doentiamente parcial, para que possa ser caracterizado falsamente como um país vilão.

Enquanto olha acusadoramente para Israel, o mundo desvia o olhar ignorando o genocídio que está acontecendo no Sudão, apresentado pelos jornais como uma mera “catástrofe humanitária”. Em um comentário no Telegraph, Mark Steyn captou bem essa inversão moral:

“O sistema da ONU está irremediavelmente doente e deteriorado. Enquanto seus líderes chegaram a um impasse nas discussões acerca da limpeza étnica que está acontecendo em Darfur, o Sudão foi eleito para um mandato de três anos na Comissão de Direitos Humanos da ONU. Esse não é um caso isolado, pois o Zimbábue também é membro da Comissão. A própria estrutura dessa organização, em que nações agem de acordo com interesses regionais próprios, incentiva essas afrontas à dignidade”.

Essa mesma ONU exige que Israel, na luta contra a matança de seus cidadãos, não defenda a si mesmo. Esse tratamento dispensado a Israel vai muito além da decisão sobre o destino de uma certa região. Israel é estigmatizado e vilipendiado com malícia obsessiva, os ataques contra seus cidadãos são encorajados aberta ou dissimuladamente, enquanto os crimes cometidos na África são ignorados e seus perpetradores chegam a receber a honraria de se tornarem membros da Comissão de Direitos Humanos da ONU. Isso permite apenas uma única conclusão: a ONU e a ordem mundial que essa organização representa estão falidas e arruinadas.

A ONU é uma paródia obscena de uma organização mundial que deveria incentivar a paz e a justiça. Ao invés disso, ela ignora, apóia e defende o genocídio, a matança em massa, a tirania, o terrorismo e a corrupção. As democracias ocidentais não apenas desconsideram essas evidências, mas também continuam se apegando à ilusão de que a ONU é um exemplo de virtude moral, sem cuja aprovação as guerras são ilegítimas, e que qualquer ação ou declaração sua possui autoridade moral inquestionável. Mas a única atitude correta seria dissolver a ONU. Enquanto o mundo for dominado por tiranos — mesmo que, de tempos em tempos, os Estados Unidos imponham seu veto na ONU — ela favorecerá as tiranias, de modo que o terrorismo e os genocídios prosseguirão. Ao mesmo tempo, as vítimas são tratadas, na melhor das hipóteses, com indiferença, mas geralmente satanizadas — sempre para proteger os reais culpados. Esse é o fenômeno fatal de que Israel é tanto vítima como símbolo.

A dimensão da decadência moral é gigantesca, abrangente e fundamental. A decisão dos presbiterianos norte-americanos acordou algumas pessoas, que ainda acreditavam que ao menos o cristianismo estivesse do lado do bem. Um dos que despertou foi Dennis Prager, que reprovou a obscenidade moral:

“Realmente é necessária uma dose maciça de idiotismo moral e de maldade para denunciar Israel ao invés da Autoridade Palestina, as sentenças de morte por motivos religiosos no Irã ou a degradação das mulheres na Arábia Saudita. Israel, que é uma das sociedades mais irrepreensíveis e uma das democracias mais liberais do mundo, luta pela sobrevivência diante de fascistas islâmicos, que exaltam o que aconteceu durante o Holocausto e conclamam publicamente à aniquilação do Estado judeu. Como é possível que, mesmo assim, os presbiterianos norte-americanos declarem que Israel é um país que pratica o "apartheid"?! Isso se parece com as mentiras propagadas por Goebbels, o ministro da Propaganda nazista, ou aquelas produzidas pelos inimigos de Israel espalhados pelo mundo, principalmente pela esquerda anti-americana associada com os que se propõem a destruir Israel. Essa é agora a doutrina oficial dos presbiterianos norte-americanos! Quase um quarto dos cidadãos do Estado de Israel são árabes, que têm os mesmos direitos que seus concidadãos judeus, podem votar e ser votados e mantêm partidos políticos próprios. O árabe é a segunda língua oficial do país, ou seja, a língua materna daqueles que querem destruir o Estado judeu. Esse país mantém ocupada uma pequena área, conhecida como a Margem Ocidental do Jordão, apenas porque em 1967 a Jordânia, habitada majoritariamente por palestinos, tentou destruir Israel, perdendo seus direitos sobre esse minúsculo território”.

As conclusões formuladas por Prager são esmagadoras, pois apresentam a verdade em palavras claras:

“Israel é um dos assuntos pelos quais podemos aferir nossa moral. Acusar Israel de causar prejuízos econômicos ao mundo enquanto o país apenas luta pela sobrevivência revela uma imoralidade tão condenável que os defensores dessa teoria perdem o direito de se atribuirem os adjetivos ‘bons’ e ‘tementes a Deus’. Mas eles têm outra concepção. Se eles são ‘bons’, então eu, como defensor de Israel, passo a ser ‘mau’. Se a Bíblia deles manda que condenem Israel e apóiem a AP, então eu sigo uma outra Bíblia. Eles deixaram bem evidente quais são suas posições. É chegada a hora das pessoas de bem, os cristãos em geral e os presbiterianos norte-americanos em particular, distanciarem-se abertamente dessa igreja moralmente enferma. Além disso, é hora dos judeus entenderem que seus atuais inimigos são encontrados na Esquerda cristã e que seus amigos estão principalmente entre os cristãos da Direita”.

Israel é o tema moralmente decisivo de nossos dias. Isso não deriva do fato da situação em Israel ser a pior do mundo — o genocídio em Darfur colocou o Sudão numa categoria inteiramente diferente. Mas, o modo como o mundo trata Israel exemplifica uma decadência moral na qual a verdade, o bem e as vítimas são ignoradas, desumanizadas ou atacadas, enquanto mentiras e baixezas são aplaudidas e apoiadas juntamente com seus fomentadores. (Melanie Phillips)

É do conhecimento de todos que Israel é cada vez mais encurralado e colocado de lado na cena mundial. Infelizmente, esse processo perdurará até a volta de Jesus em grande poder e glória. Cristãos que se orientam pela Bíblia conhecem as causas dessa animosidade contra Israel. Em resumo: Israel é a prova de que Deus existe. Em outras palavras: a Bíblia tem razão. Mas o mundo não quer nem pode aceitar isso. Porém, no mais tardar quando o Messias vier, todos terão de reconhecer essa verdade.

Entretanto, é uma grande tragédia ver cada vez mais cristãos sendo arrastados por essa onda anti-semita e se distanciando de Israel. Precisamos nos questionar seriamente se essas pessoas que se voltam contra Israel ainda lêem sua Bíblia ou apenas dão ouvidos à gritaria que o mundo levanta contra Israel. É da maior importância estudarmos a Palavra Profética, pois Deus age ainda hoje em Israel e através de Israel, como prometeu na Escritura. Somente através da Bíblia reconhecemos os propósitos de Deus para com Seu povo e com todo o mundo. Quando um cristão reconhece isso, torna-se “obrigatoriamente” amigo de Israel.

Fonte: Beth-Shalom

Divulgação: www.juliosevero.com

27 de novembro de 2008

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais a menores

Lula culpa hipocrisia religiosa por abusos sexuais de menores

Ao participar do 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Lula critica “hipocrisia religiosa” em relação a temas ligados à educação sexual de crianças

Julio Severo

De acordo com o noticiário eletrônico G1, da Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontou a hipocrisia religiosa como uma das principais responsáveis pelos casos de abuso sexual infanto-juvenil.

Hum. Pastores e padres pregam que valorizam a família, mas têm a cara de pau de distribuir cartilhas pornográficas e livros didáticos pró-homossexualismo às crianças das igrejas. Eles dizem ter preocupação com o bem-estar das crianças, mas têm o descaramento de usar modelos de pênis de borracha para ensinar meninos e meninas das igrejas a usar camisinha. Sem mencionar que, dizendo-se totalmente contrários ao abuso sexual infantil, eles mandam instalar dentro das igrejas máquinas de camisinhas a fim de facilitar o acesso às crianças! Isso é ou não é hipocrisia?

Como é que o governo vai conseguir combater a exploração sexual das crianças quando padres e pastores incentivam meninos e meninas ao sexo?

Ops! Errei! Quem está fazendo isso não são os pastores e padres, mas sim os professores de escolas públicas. Talvez, assim como eu, Lula também tenha se enganado, confundindo igreja com escola pública.

Os pastores e padres não estão distribuindo camisinhas nem cartilhas pornográficas, pois não existe ordem de Deus para isso. Mas quando professores distribuem camisinhas e cartilhas pornográficas para crianças nas escolas, é porque existe uma ordem. Essa ordem vem do governo Lula. E essa ordem, que incentiva crianças ao sexo, contribui para a exploração sexual infantil. Nesse caso específico, essa exploração é perpetrada pelo próprio Estado.

A declaração de Lula atribuindo o abuso sexual infantil à “hipocrisia religiosa” ocorreu no dia 25 de novembro no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, realizado no Rio de Janeiro.

No mesmo evento, onde participam delegações de vários países, a representante alemã Ekin Deligöz, do Partido Verde, declarou: “Tanto meninos quanto meninas são vítimas de abusos, embora em intensidades diferentes. Acredita-se que os meninos sejam três vezes mais vítimas de abusos que as meninas. Os delitos são praticados na grande maioria das vezes por homens”.

Assim como Lula, Deligöz é esquerdista. Se ela estiver correta em seus cálculos de um número maior de meninos abusados, então esse enorme problema é evidência do crescimento de estupros homossexuais, pois meninos são abusados exclusivamente por homens homossexuais.

Se o homossexualismo está provocando tantos abusos contra meninos, então por que Lula, em vez de jogar a culpa na “hipocrisia religiosa”, não assume a responsabilidade de seu governo que estimula a homossexualidade entre as crianças com a distribuição de livros didáticos pró-homossexualismo nas escolas e com a estranha tolerância com programas de TV igualmente favoráveis ao homossexualismo?

O Ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável direto pela implantação no Brasil do programa federal Brasil Sem Homofobia, esteve presente no 3° Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apesar de que Vannuchi ouviu a esquerdista Ekin Deligöz dizer que um número grande de meninos é violentado por homens, o programa Brasil Sem Homofobia prossegue doutrinando crianças nas escolas no próprio comportamento homossexual que tem vitimado tantos meninos.

Portanto, Lula tem fundamento e razão para afirmar que o abuso sexual de crianças está ligado à “hipocrisia religiosa”? Ele não estaria mais correto se afirmasse que esse abuso está ligado à hipocrisia estatal? No entanto, ele não tem receio de fazer acusações falsas, com a maior cara de pau. E nenhum cristão tem coragem de confrontar a genuína hipocrisia dele, cujo governo incentiva o sexo entre crianças e promove o homossexualismo, e depois joga toda a culpa das conseqüências nos valores cristãos ou nas próprias famílias.

Dois alvos preferidos dos esquerdistas são a família e o Cristianismo. Um Estado socialista faz de tudo para enfraquecer e incriminar as famílias e os valores cristãos. O Estado quer assim assumir controle total sobre tudo e sobre todos.

Se não fosse pela oposição necessária de homens e mulheres guiados por valores cristãos, o governo sob possessão socialista traria não só camisinhas e cartilhas pornográficas às crianças de escolas públicas, mas efetivamente transformaria as escolas em motéis. Se a atual educação sexual do governo nas escolas não é abuso psicológico e sexual, então o que é? Onde está a hipocrisia, afinal?

Contudo, talvez Lula tenha razão. Existe muita hipocrisia religiosa no Brasil. Os cristãos dizem amar a Deus e sua Palavra, mas por amor a alianças políticas vendem a alma ao diabo, apoiando políticos esquerdistas que acabam não só contrariando os valores cristãos, mas até jogando sobre os cristãos a culpa pelas conseqüências imorais geradas pelo próprio liberalismo e esquerdismo.

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

CPI da Pedofilia de Magno Malta ajuda governo e ONGs radicais a tirar vantagem do combate à pedofilia

O abuso estatal contra a ordem familiar

Uma data que não pode ser esquecida

Uma data que não pode ser esquecida

27 de novembro — Dia Nacional de Luta contra o Comunismo

Dr. Rodrigo Pedroso

O dia 27 de novembro é uma data que nunca deve ser esquecida pelos brasileiros. Nesta data, comemoramos a vitória sobre os traidores que, a soldo de uma potência estrangeira, intentaram transformar o Brasil em uma República comunista, e prestamos homenagens às vítimas dessa sangrenta insurreição. Durante aquela que ficou conhecida como a “Intentona Comunista”, oficiais legalistas foram apunhalados por colegas de farda enquanto dormiam. Moças foram estupradas. Civis foram roubados e mortos.

Trata-se de um caso real, ocorrido no Brasil, e não de informações relativas a terras longínquas.

Na década de 1930, o comunismo dominava apenas dois países em todo o mundo: a União Soviética e seu satélite inexpressivo, a Mongólia. Para o movimento comunista internacional, era vital tirar a Rússia do isolamento e expandir a revolução socialista, conforme o princípio marxista de que o comunismo deve ser implantado em escala mundial. Nesses anos, todavia, abriu-se a possibilidade de “exportar” a revolução: Luiz Carlos Prestes e seus companheiros do PCB (Partido Comunista do Brasil) convenceram o governo de Moscou de que o Brasil estava “maduro” para a revolução comunista.

Brasil foi um dos primeiros países do mundo a se tornar alvo do comunismo soviético

O imperialismo soviético tinha especial interesse pelo Brasil, o país mais importante da América ibérica e do Atlântico Sul, além de contar com imensas reservas de recursos naturais. Num relatório datado de 20.09.1930, enviado a Moscou por Abraham Guralski, então chefe do escritório sul-americano do Komintern, constava que “o Brasil é e continuará sendo o centro de gravidade de todas as batalhas futuras” (cf. WAACK, William. Camaradas; A história secreta da revolução brasileira de 1935 nos arquivos de Moscou. São Paulo, Companhia das Letras, 1993. p. 39).

Margarete Buber-Neumann relata que, antes da realização do VII Congresso da Internacional Comunista, houve em Moscou uma reunião da alta cúpula do Komintern, com a participação de Dmitri Manuilski (Presidente do Komintern), Georgi Dimitrov, Palmiro Togliatti (Itália), Ho Chi Minh (Vietnã), Maurice Thorez (França), Van Min (China) e Luiz Carlos Prestes (Brasil). Nesta reunião decidiu-se que Prestes deveria preparar uma revolução comunista no Brasil (cf. BUBER-NEUMANN, Margarete. La Révolution Mondiale. Paris, Casterman, 1971. p. 349).

O Komintern (abreviatura de Kommunistítcheski Internatsional, Internacional Comunista — IC) era uma organização de revolucionários profissionais, criada por Lênin em 1919 para implantar o comunismo em todas as nações e impor aos partidos comunistas de todo o mundo uma única direção e orientação. Os partidos comunistas que funcionavam nos diversos países deveriam existir apenas como secções destacadas do Komintern. O PCB, fundado em 1922, seguiu à risca essa determinação, adotando a denominação oficial de “Partido Communista do Brasil — Secção Brasileira da Internacional Communista”. A 5a das 21 condições impostas pelo Komintern aos partidos comunistas nacionais era a seguinte: “Todos os partidos comunistas devem renunciar não somente ao patriotismo como também ao pacifismo social”.

Na verdade, o Komintern nada mais foi que uma extensão do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) no plano internacional, um instrumento para manter os líderes comunistas do mundo todo subordinados aos interesses imperialistas de Moscou. Desde cedo, o Komintern foi rigorosamente controlado não só pelo PCUS, mas também pelas agências secretas e órgãos de repressão soviéticos.

O Komintern era dirigido por um Comitê Executivo, o EKKI, composto de 50 membros. Luiz Carlos Prestes foi incluído como membro desse Comitê Executivo em 8 de junho de 1934.

Os agentes do Komintern tinham poderes praticamente ilimitados de intervenção nos partidos comunistas dos diversos países, bem como instruções muito precisas sobre como levar adiante as planejadas ações revolucionárias.

Através do Komintern, o Partido Comunista da União Soviética (PCUS) mantinha sobre estrito controle a direção política do Partido Comunista do Brasil, o modo como eram escolhidas as suas lideranças e seus processos de formação ideológica. O PCB era totalmente submisso aos ditames do PCUS, de quem adotava os símbolos, as bandeiras e as palavras-de-ordem, e nada fazia sem o aval e o financiamento de Moscou. Agora perguntemos: Que valor pode ter aos olhos de um patriota, de alguém que ama a terra em que nasceu e quer o bem da sua gente, uma organização que adota os símbolos e as bandeiras de um partido estrangeiro, e professa uma ideologia exótica, materialista e internacionalista, inimiga de Deus, da Pátria e da família?

Foi decidido em Moscou que Luiz Carlos Prestes deveria preparar uma revolução comunista no Brasil. Para assessorar o planejamento do levante, o Komintern passou a enviar agentes estrangeiros para o nosso País.

Nomes dos agentes comunistas a serviço de Moscou no Brasil

Com a abertura dos arquivos de Moscou soube-se que não eram apenas nove, como inicialmente se pensou, os estrangeiros pertencentes ao Serviço de Relações Internacionais do Komintern que se encontravam no Brasil preparando a revolução socialista, mas sim vinte e dois! O jornalista brasileiro William Waak, que pesquisou os arquivos do Komintern após a desintegração da União Soviética, publicou os seus nomes no livro Camaradas, editado em 1993:

Pavel Vladimirovich Stuchevski, soviético. Usava os nomes de guerra de “Leon Jules Vallée”, “Paul” e “René. Foi deslocado para o Brasil pelo Komintern em 1935. Chefiava o único serviço do Komintern instalado na América Latina. Esse serviço chegou a utilizar 7 pessoas no Rio de Janeiro, 2 em São Paulo e 2 em Buenos Aires, onde funcionava o Birô Sul-Americano (BSA). Foi executado em 1938, em Moscou, pela NKVD, a polícia secreta do governo soviético, depois chamada KGB.

Sofia Semionova Stuchskaia, soviética. Usava os codinomes de “Sofia Semionova Morgulian” e “Alphonsine Vallée”. Casada com Pavel Vladimirovich Stuchevski. Executada em 1938, em Moscou, pela NKVD.

Arthur Ernst Ewert, alemão. Usava os nomes de guerra de “Harry Berger”, “Albert”, “Castro” e “Negro”. Desembarcou no Rio de Janeiro em março de 1934. Após a Intentona foi preso no Rio, sendo libertado em 1945 em decorrência da anistia concedida em abril desse ano pelo Presidente Vargas, viajando para a Alemanha Oriental, onde, em 1959, morreu.

Elise Saborovsky, alemã, também conhecida pelo apelido de Sabo, mulher de Arthur Ewert. Foi presa após a Intentona e, em 1936, deportada para a Alemanha, juntamente com Olga Benário.

Victor Allan Baron, norte-americano. Usava os codinomes de “James Martin” e “Raimond”. Encontrado morto após ser preso pela polícia, em 1935, sendo a morte dada como suicídio.

Rodolpho José Ghioldi, argentino. Usava os codinomes de “Autobelli”, “Luciano Busteros”, “Índio” e “Quiroga”. Membro do escritório sul-americano do Komintern. Foi deslocado para o Brasil em dezembro de 1934, junto com sua mulher Carmen de Alfaya. Após a Intentona foi preso e após a II Guerra Mundial deportado para a Argentina, onde morreu em 1985.

Carmen de Alfaya, argentina, casada com Rodolpho Jose Ghioldi. Após a Intentona foi presa e, durante a II Guerra Mundial, deportada para a Argentina.

Abraham Guralsky, soviético. Codinomes: “Boris Heifetz” e “Rústico”. Foi chefe do escritório sul-americano do Komintern, no início da década de 1930. Em dezembro de 1934 foi deslocado para o Brasil, procedente de Moscou.

Inês Tulchniska, soviética, mulher de Abraham Guralski. Utilizava o codinomes de “Tanina”.

Pierre, não identificado. Enviado ao Brasil em 1930 com a missão de reformular a direção do PCB.

Jan Jolles, alemão. Codinomes: “Alonso”, “Emílio”, “Eoles”, “Cazon” e “Macário”. Deslocado para o Brasil em abril de 1933. Saiu do País em abril de 1935, por incompatibilidade com Rodolpho Ghioldi.

Boris Kraevsky, soviético; atuou no Rio Grande do Sul no início dos anos 1930 com a tarefa de dar assistência política à Juventude Comunista do PCB.

Olga Benário, alemã. Codinomes: “Frida Leuschner”, “Ana Baum de Revidor”, “Olga Sinek”, “Maria Bergner Villar” e “Zarkovich”. Membro do IV Departamento do Exército Vermelho (Inteligência Externa), viajou ao Brasil, em dezembro de 1934, acompanhando Luiz Carlos Prestes, cumprindo missão que lhe fora atribuída pelo Comitê Executivo do Komintern. Foi presa no Brasil em 6 de março de 1936, juntamente com Luiz Carlos Prestes, sendo deportada para a Alemanha, onde morreu, em 1942, em um campo de concentração;

Johann de Graaf, alemão. Codinomes: “Jonny”, “Mattern”, “Franz Gruber”, “Pedro” e “Richard Walter”. Deslocado para o Brasil em 1935. Foi executado em Moscou, em 1938, pela NKVD, polícia secreta do governo soviético.

Helena Kruger, alemã, mulher de Johann de Graaf. Codinomes: “Ema Gruber”, “Lena” e “Lee”. Deslocada para o Brasil junto com seu marido. Teria se suicidado em Buenos Aires, em dezembro de 1936, após receber ordem para voltar a Moscou;

Amleto Locatelli, italiano. Codinomes: “Adolphe Hala”, “Walter” e “Bruno”. Deslocado para o Brasil em outubro de 1935. Morreu em março de 1937, participando da Guerra Civil Espanhola;

Marga, alemã, não identificada; secretária de Arthur Ernst Ewert;

Mendel Mirochevski, polonês. Codinomes: “Losovski”, “lovski” e “Juan”. Deslocado para o Brasil em setembro de 1935;

Steban Peano, argentino. Codinome: “Gras”. Assistente político do Comitê Regional do PCB em São Paulo a partir de 1934;

Maria Banejas, argentina. Codinome “Antonia”. Concubina do brasileiro Honório de Freitas Guimarães (“Martins”), Secretário de Organização do Comitê Central do PCB;

Marcos Youbman, argentino. Codinome: Arias. Correio pessoal de Pavel Vladimirovich;

Carmen, argentina, servia de correio pessoal de Pavel Vladimirovich (não era a mulher de Rodolpho Ghioldi).

O livro de Waack dá detalhes inéditos da história secreta da Intentona Comunista, com base nos documentos dos arquivos de Moscou a que teve acesso.

Olga Benário e Luís Carlos Prestes: a verdade por trás do mito criado por comunistas

A judia alemã Olga Benário nunca foi casada com Prestes, foi apenas sua concubina. Ela era casada em Moscou com um integrante da Academia Militar Frunze, chamado B. P. Nikitin, e acompanhou Prestes ao Brasil cumprindo uma tarefa que lhe fora determinada pelo IV Departamento do Estado-Maior do Exército Vermelho, órgão do serviço secreto militar da União Soviética, hoje conhecido pela sigla GRU. Olga nunca foi uma heroína, mas uma agente estrangeira que veio para o Brasil organizar uma revolução para instaurar um governo comunista e submeter nosso País ao imperialismo da União Soviética.

A abertura dos arquivos de Moscou, após a dissolução da União Soviética, também comprovou que, desde 1935, Luís Carlos Prestes era um assalariado dos soviéticos, um mercenário do movimento comunista internacional, situação que perdurou durante toda a sua vida, visto que nunca desempenhou qualquer atividade remunerada. A quantia de US$ 1.714,00, 11,9% das despesas do Komintern com a conspiração no Brasil, no período de abril a setembro de 1935, representava o salário de Prestes.

Em dezembro de 1934, Prestes saiu da União Soviética para liderar a revolução no Brasil, onde chegou com passaporte português, com o nome falso de “Antônio Villar”. O traidor vinha com a missão que lhe impusera o Komintern: chefiar o movimento armado que se preparava no Brasil. Prestes, que se dizia em Barcelona, estava oculto em lugar ignorado no Rio de Janeiro. De seu esconderijo enviava ordens e manifestos, controlando, passo a passo, o desenrolar dos trabalhos.

Quem realmente dirigia o Partido Comunista no Brasil eram três estrangeiros: o soviético Pavel Vladimirovich Stuchevski, o judeu alemão Arthur Ernest Ewert (que adotava o nome de guerra de “Harry Berger”) e o norte-americano Victor Allan Baron. Eram os homens que mandavam no Prestes, que era um executor das decisões deles.

Prestes e o PCB contavam com simpatizantes em importantes unidades do Exército. O levante dos quartéis seria o sinal para uma greve geral e o início da revolução. Como outras instituições da sociedade brasileira, as Forças Armadas também sofreram a infiltração de agentes do movimento comunista. Células comunistas, envolvendo oficiais e sargentos, funcionavam no Exército e na Marinha.

O Partido Comunista Brasileiro (PCB), com a ajuda financeira do Komintern, e a adesão de simpatizantes em importantes unidades do Exército, dava seguimento aos preparativos finais no planejamento da rebelião político-militar. A intenção era derrubar o Presidente Getúlio Vargas e instalar um governo controlado pelos comunistas. O levante nos quartéis seria o sinal para uma greve geral e o início da Revolução. A ordem para a sua deflagração viria diretamente de Moscou.

Para se ter idéia do que os comunistas pretendiam com a Intentona, basta dar uma lida no anteprojeto de Constituição que o Partido Comunista aprovou em 1932: o artigo XVI proclamava “a liberdade de uniões sexuaes” (ou seja, a abolição da família); o artigo XVII determinava “a expropriação de toda propriedade privada sobre casas, terras, fábricas, minas, quédas d’agua, materiaes de transporte” e a “libertação imediata de (...) todos os presos communs com mais de 2 annos de detenção” (esse negócio de comunista defender bandido não é de hoje...); e, finalmente, o artigo XI proclamava “o não-reconhecimento das igrejas e confissões religiosas” (fonte: A Exposição Anticomunista. Revista O Observador Econômico, n. 36, jan. 1939).

A Intentona em Natal — RN

A Intentona Comunista teve início em Natal, Estado do Rio Grande do Norte.

Tudo estava planejado para o irrompimento simultâneo do levante armado em todo o País. A insurreição deveria eclodir de forma sincronizada, num único movimento. Entretanto, em Natal, a precipitação dos conspiradores acabou por antecipar o levante. Pelas 19h30 de sábado, dia 23 de novembro de 1935, militares ligados ao Partido Comunista assumiram o controle do 21º Batalhão de Caçadores.

O 21º Batalhão, sublevado, e militantes do Partido Comunista armados com material bélico tomado do Exército, distribuíram-se em grupos e assumiram o controle dos pontos estratégicos da cidade. O Governador do Estado, Dr. Rafael Fernandes, sob o tiroteio dos rebeldes, refugiou-se inicialmente no Consulado da Itália, e em seguida em um navio de bandeira francesa.

O Coronel José Otaviano Pinto Soares, comandante do 21º Batalhão de Caçadores, juntamente com o Major Luís Júlio, Comandante do Batalhão de Polícia, organizaram a resistência no quartel da Polícia Militar, que ficou sitiado sob fogo cruzado. O Batalhão da Polícia Militar resistiu durante 19 horas, até queimar o último cartucho, rendendo-se às 15h de domingo. Depois de tomado o quartel da Polícia, foi morto o soldado Luís Gonzaga, considerado hoje um herói da reação ao movimento.

Os revolucionários ocuparam o palácio do governo e instalaram um “Comitê Popular Revolucionário”, que foi o primeiro governo comunista das Américas. Nesse comitê se destacavam Lauro Cortez do Lago (“Ministro do Interior”), o Sargento Quintino Clementino de Barros (“Ministro da Defesa”), José Praxedes de Andrade (“Ministro do Abastecimento”) e João Batista Galvão (“Ministro da Viação”). José Praxedes, posteriormente, foi afastado do próprio Partido Comunista, por ter praticado irregularidades na administração das finanças do partido.

O primeiro ato do “governo revolucionário popular” foi determinar o arrombamento dos cofres do Banco do Brasil, do Banco do Rio Grande do Norte, da Delegacia Fiscal e da Recebedoria de Rendas, o que foi efetuado a maçarico. Calcula-se que os rebeldes se apoderaram de quantia superior a 5 mil contos de réis (algo em torno de 350 mil dólares). Em entrevista publicada no jornal “O Poti”, em 30.06.1985, Giocondo Dias, um dos participantes da Intentona em Natal e sucessor de Prestes na Secretaria-Geral do PCB, confirmou que o dinheiro retirado do Banco do Brasil foi repartido entre participantes do “governo revolucionário”, o que teria sido um “erro” do movimento... Na terceira parte da entrevista, publicada no mesmo jornal em 07.07.1985, Giocondo reconheceu que também ordenou prisões e fuzilamentos.

Outra decisão notável do governo comunista foi determinar a soltura de centenas de criminosos comuns que estavam na Casa de Detenção.

Um clima de terror foi estabelecido em toda a cidade. Moças foram estupradas. Dois civis, o Sr. Otacílio Werneck de Castro e o funcionário de uma companhia de navegação, foram covardemente executados, sob a acusação de que teriam ridicularizado a “Revolução”. Estabelecimentos comerciais e residências particulares foram saqueadas e depredadas. Navios no porto foram ocupados. Pilhagens e roubos se generalizaram. Caminhões e automóveis particulares eram “requisitados” pelos revolucionários. Cenas jamais vistas de crueldade e vandalismo tiveram lugar. A cidade virou terra de ninguém. A população, apavorada, permanecia em casa, com medo de sair à rua.

Rapidamente, o movimento comunista procurou controlar o interior do Estado. Os rebeldes organizaram três colunas, que deveriam partir, respectivamente, em direção de Recife, Mossoró e Caicó. As colunas revolucionárias conseguiram ocupar as localidades de Ceará-Mirim, São José de Mipibu, Santa Cruz e Canguaretama, mas encontraram resistência.

A população do interior imediatamente começou a organizar-se para reagir aos comunistas. O comerciante Dinarte Mariz e o advogado Dr. Enoch Garcia, cada um com uma metralhadora de mão, chegaram em Caicó e passaram a fazer discursos, conclamando o povo a pegar em armas para defender a sociedade contra o comunismo. Em poucas horas Dinarte conseguiu formar uma coluna com 180 decididos sertanejos. O Padre Walfredo Gurgel, de Acari, também foi um dos que tomaram a frente na reação contra os comunistas, organizando um corpo de cerca de trinta voluntários.

Em 25 de novembro, em Serra Caiada, ocorre o primeiro embate entre os soldados revoltosos e os sertanejos de Dinarte Mariz, que vencem a luta e ainda ficam com boa parte do armamento dos soldados. No dia 26, ocorrem combates no povoado de Panelas e na Serra do Doutor, ambos vencidos pelos sertanejos. Da luta na Serra do Doutor participaram os trinta voluntários do valente Padre Walfredo, que comandou os serviços preparatórios do combate.

Enquanto isso, na capital, os comunistas recebiam a notícia de que tropas da Paraíba e de Pernambuco estavam chegando para reprimir o movimento. O tal ”Comitê Popular Revolucionário” dissolveu-se rapidamente, sem a menor resistência. Todos os “comissários do povo” debandaram covardemente, levando o que podiam, ao mesmo tempo em que se desfaziam de tudo o que pudesse comprometê-los.

No dia seguinte, os sertanejos com as tropas legalistas, vindas de Recife e João Pessoa, entravam em Natal, sem encontrar resistência.

A Intentona no Recife

Em Recife, a Intentona eclodiu na manhã do dia 25 de novembro, quando chegaram à cidade as notícias do levante de Natal. Aproveitando-se da ausência do Governador do Estado, Dr. Carlos Lima Cavalcanti, do Comandante da Região Militar do Exército e do Comandante da Polícia Militar, que encontravam-se fora do Estado, os oficiais comunistas Lamartine Correia de Oliveira e Roberto Bomilcar Besouchet conseguiram sublevar o 29º Batalhão de Caçadores.

O Secretário de Segurança Pública, Capitão Malvino Reis Neto, e o Subcomandante da Brigada Militar, Afonso Albuquerque de Lima, organizaram a reação contra a Intentona. No dia seguinte, chegaram reforços de tropas legalistas, vindas de João Pessoa e Maceió. Em 26 de novembro, Recife já estava completamente dominada pelas forças legais e os comunistas, derrotados, debandaram para o interior. Seus principais líderes foram presos.

O levante em Recife foi dominado em apenas um dia.

As tropas legalistas foram em seguida deslocadas para Natal, onde puseram fim ao “Comitê Popular Revolucionário”.

A Intentona no Rio de Janeiro

Notícias confusas e alarmantes chegavam ao Rio de Janeiro (na época, a capital federal) sobre os acontecimentos de Natal e Recife. Esperava-se que uma ação comunista se desencadeasse a qualquer momento, sem que se pudesse precisar onde surgiria. Em 26 de novembro o Presidente Getúlio Vargas declarava em estado de sítio todo o território nacional.

As autoridades não ignoravam que elementos comunistas infiltrados em vários quartéis estavam na iminência de uma insurreição. Mesmo assim, houve surpresas. Muitos dos comprometidos não figuravam nas listas de suspeitos.

No dia 26 de novembro, Luiz Carlos Prestes, Arthur Ernst Ewert e “Miranda” (codinome de Antônio Maciel Bonfim, Secretário-Geral do Partido Comunista do Brasil) se reuniram e decidiram deflagrar o movimento armado em outras unidades militares, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, na madrugada do dia seguinte. Prestes marcou a hora H para o desencadeamento das ações, conforme a mensagem enviada ao Capitão Agildo Barata, encarregado de comandar o levante no 3º Regimento de Infantaria:

“O 3º Regimento Popular Revolucionário deverá levantar-se às duas da madrugada de 27 de novembro e a partir de 3 horas deslocar tropas para as proximidades do Arsenal de Marinha e do Palácio do Catete, devendo outras impedir a ação da Polícia Especial e do Batalhão da Polícia Militar da rua São Clemente.”

Prestes redigiu um manifesto que foi distribuído à população, convocando-a para a revolta. Com isso foi admitida pela primeira vez a presença dele no país. À noite do dia 26 de novembro, Barron ligou a estação de rádio e transmitiu ao Comintern a desencadeação do levante. A revolução comunista brasileira iria começar no Rio às 3 horas da madrugada do dia 27 de novembro.

No Rio de Janeiro os comunistas prepararam a insurreição em várias unidades militares. Prestes despachou mensageiros para todas as guarnições onde havia oficiais comunistas, esperando pela ordem dele para iniciar o levante. No momento que os revoltosos tomassem as unidades, bastariam poucos minutos para que Prestes assumisse, da Vila Militar, o comando do País. Todavia, apesar das previsões otimistas dos revoltosos, o movimento ficou restrito ao 3º Regimento de Infantaria e à Escola de Aviação Militar, falhando os planos de ampliá-la para outras unidades do Exército.

No 3º Regimento de Infantaria (3º RI), na Praia Vermelha, os Capitães Agildo Barata e Álvaro de Souza e o Tenente Leivas Otero iniciaram o levante na hora prevista, chegando a aprisionar os oficiais legalistas e a dominar quase totalmente o quartel. O Regimento possuía 1.700 homens, dos quais cerca de dois terços aderiram aos oficiais revoltosos.

A reação dos legalistas do próprio 3o Regimento teve grande importância, pois impediu que a unidade rebelada atacasse o Palácio do Catete (na época, a sede do Governo Federal), conforme Prestes havia determinado no plano da insurreição.

O Comandante da 1ª Região Militar, General Eurico Gaspar Dutra, estava com sua tropa de prontidão e mobilizou-a contra os revoltosos, dirigindo e coordenando pessoalmente o assalto à unidade rebelada. As primeiras tentativas dos rebeldes de sair do quartel foram frustradas pelas tropas legalistas. O quartel foi bombardeado por canhões da Marinha de Guerra e pela aviação. Finalmente, às 13h30, bandeiras brancas improvisadas foram agitadas nas janelas do edifício, parcialmente destruído.

Na Escola de Aviação Militar, no Campo dos Afonsos, os oficiais comunistas Sócrates Gonçalves da Silva, Ivan Ribeiro, Dinarco Reis e Agliberto Vieira de Azevedo iniciaram o levante. Na ocasião, o Major Armando de Souza e Melo, e outros oficiais legalistas, foram covardemente apunhalados e mortos enquanto dormiam (cf. CARNEIRO, Glauco. História das Revoluções Brasileiras. Rio de Janeiro, Edições O Cruzeiro). O Capitão Agliberto ainda matou friamente o seu amigo Capitão Benedito Lopes Bragança, quando este já se encontrava preso, desarmado e incapaz de qualquer reação.

Em seguida, os rebeldes passaram a atacar o 1º Regimento de Aviação, para tomar os hangares a fim de acionar os aviões e com isso alastrar o movimento. O comandante do 1º Regimento, o Tenente-Coronel Eduardo Gomes enfrentou-os, no primeiro momento sozinho, tendo sido ferido na mão; logo após outros oficiais e soldados se juntaram a ele. A rápida intervenção das tropas legalistas determinou a rendição dos revoltosos, após algumas horas de violenta fuzilaria e bombardeio.

Dentro das Forças Armadas, no balanço geral em todo o País, os acontecimentos de Natal, Recife e Rio de Janeiro, somados, custaram a vida de 28 militares legalistas, entre oficiais e soldados.

Do plano do PCB constava a deflagração de greves em todo o país para dar cobertura aos levantes armados. Entretanto, as greves não tiveram a dimensão que delas esperavam os chefes revolucionários.

Depois da Intentona

Devido à reação enérgica do Presidente Getúlio Vargas a Intentona foi prontamente dominada e os responsáveis foram presos, julgados e condenados. O arquivo do Partido Comunista foi apreendido, e bem assim grande parte dos relatórios e esquemas elaborados pelo secretariado sul-americano da Internacional Comunista.

Luiz Carlos Prestes precisava encontrar um bode expiatório para o seu fracasso revolucionário. E este foi encontrado na pessoa de “Elza Fernandes”, namorada de “Miranda”, Secretário-Geral do Partido Comunista.

“Elza”, na verdade se chamava Elvira Cupelo Coloni, tinha cerca de 15 ou 16 anos, era pouco politizada e analfabeta. De família operária, três de seus irmãos também participaram do Partido Comunista. Foi presa juntamente com “Miranda”, em 13 de janeiro de 1936. Por ser menor de idade e não poder ser processada criminalmente foi liberada pela Polícia, enquanto “Miranda” continuou preso. “Elza”, ao ser solta, ainda teve tempo de queimar e destruir muitos papéis comprometedores, livrando muita gente da prisão.

A direção do Partido entendeu que Elza punha em risco a segurança da organização e, depois de alguma vacilação, tomou a decisão extrema de eliminar a moça. Um “tribunal revolucionário” condenou à morte a companheira do Secretário-Geral do PCB, que continuava preso e sem saber do que se passava. Participaram do “tribunal revolucionário”: Honório de Freitas Guimarães (o “Milionário” ou “Martins”), Lauro Reginaldo da Rocha (o “Bangu”), Deicola dos Santos, Eduardo Ribeiro Xavier (o “Abóbora”), Francisco Natividade Lira (o “Cabeção”) e José Cavalcanti (o “Gaguinho”). O “Cabeção”, que era do “corpo de segurança” do Partido Comunista foi encarregado de executar a “sentença”. De acordo com Affonso Henriques, que foi diretor-tesoureiro da Aliança Nacional Libertadora (frente ampla formada pelo Partido Comunista com outras correntes de esquerda, em 1935), “Elza” foi morta a machadadas (cf. HENRIQUES, Affonso. Ascensão e Queda de Getúlio Vargas. Rio de Janeiro, Record, 1966. I vol. p. 350), tendo sido seu corpo enterrado no quintal da residência de um militante do Partido.

Honório de Freitas Guimarães (que usava os codinomes de “Milionário” e “Martins”) foi condenado a trinta anos de prisão pela morte de “Elza”, aos quais se somaram mais trinta pela eliminação de outro membro do Partido, Tobias Warchawiski (cf. LEVINE, Robert. The Vargas Regime. New York, Columbia University Press, 1970. pp. 63 a 65).

Houve no Partido quem se opusesse à execução de “Elza”. A reação de Luiz Carlos Prestes foi imediata: escreveu uma carta aos membros do “tribunal revolucionário” tachando-os de medrosos e sentimentalistas, e exigindo o cumprimento da sentença:

“Fui dolorosamente surpreendido pela falta de resolução e vacilação de vocês. Assim não se pode dirigir o partido do proletariado, da classe revolucionária. (...) Por que modificar a decisão a respeito da ‘garota’? Que tem a ver uma coisa com a outra? Há ou não uma traição por parte dela? É ou não é ela perigosíssima ao Partido, como elemento inteiramente a serviço do adversário, conhecedora de muita coisa e testemunha única contra um grande número de companheiros e simpatizantes? (...) Com plena consciência de minha responsabilidade, desde os primeiros instantes tenho dado a vocês a minha opinião sobre o que fazer com ela. Em minha carta de 16, sou categórico e nada mais tenho a acrescentar, nem creio que os últimos bilhetes possam modificar uma tal decisão (...). Uma tal linguagem não é digna dos chefes do nosso partido, porque é a linguagem dos medrosos, incapazes de uma decisão, temerosos ante a responsabilidade. Ou bem que vocês concordam com as medidas extremas e neste caso já as deviam ter resolutamente posto em prática, ou então discordam mas não defendem como devem tal opinião”.

Em bilhete anterior ao julgamento de “Elza”, Prestes já teria escrito:

“Revolução tem que ser implacável. Não há que ter piedade, há que julgá-la para servir de exemplo.”

Esse era o “romântico” Luiz Carlos Prestes, que o cinema não mostrou. Comunismo é isso.

O assassinato de “Elza” não foi o único. Na mesma época, outros militantes comunistas foram executados por não serem mais considerados merecedores da confiança do Partido: Tobias Warschavski, Bernardino Pinto de Almeida, Afonso José dos Santos, Maria Silveira e Domingos Antunes Azevedo. Estranho como a vida de nenhuma dessas vítimas do comunismo foi parar nas telas do cinema.

Ao que parece, o verdadeiro traidor do Partido, que teria passado informações secretas à polícia brasileira a respeito dos revolucionários, seria um dos agentes estrangeiros enviados pelo Komintern: Johann de Graaf, que usava o codinome de “Franz Gruber”, e seria um agente duplo do serviço secreto britânico. Gruber era estrangeiro e pela lei em vigor só conseguiria atestado de residente no Brasil quem estivesse aqui há mais de cinco anos ou então “quem tivesse prestado um grande serviço à Nação”. “Gruber”, que não estava há cinco anos no Brasil, ganhou o atestado logo após a prisão de Arthur Ewert. Ademais, quando os policiais invadiram a casa de Prestes e abriram o cofre em que estavam os documentos comprometedores do partido, falharam as dinamites colocadas para explodi-lo em caso de arrombamento — as quais foram instaladas por Graaf, dito “Gruber”.

A partir desse momento, Antônio Maciel Bonfim, o “Miranda”, o namorado de “Elza”, passou a ser alvo de calúnias e de difamação por parte do Partido Comunista, numa verdadeira perseguição. Antônio posteriormente converteu-se ao catolicismo e empregou-se como funcionário de um sindicato de fabricantes ou comerciantes de materiais de construção no Rio de Janeiro. Num evento realizado neste sindicato, ele foi encontrado pelo jornalista e político Carlos Lacerda, que em seu depoimento autobiográfico, registrou a declaração de Antônio Bonfim, o ex-“Miranda” do PCB:

“Eu quero informá-lo de que hoje sou católico apostólico romano e, como sabe, sou considerado traidor pelo Partido Comunista que matou minha companheira. Sou funcionário do sindicato”. (LACERDA, Carlos. Depoimento. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1977. p. 45-46).

O comunismo hoje

Depois da desintegração da União Soviética, alguns ingênuos pensam que o comunismo morreu. Ele se finge de morto, mas continua muito vivo. O comunismo ainda domina a China, Cuba, a Coréia do Norte e Laos, o que equivale a mais de um quinto da população mundial. Na Colômbia, vizinha do Brasil, a guerrilha comunista das FARC, ligada ao narcotráfico, domina mais de 40% do território do país. Na Venezuela, também vizinha, o regime do Coronel Hugo Chávez, através da promoção da luta de classes e da demagogia, tem levado o país ao caos e dividido a sociedade, criando condições propícias para a instauração do comunismo. Não se pode dizer que a influência do comunismo tenha acabado nem mesmo na Rússia, onde o Presidente, Vladimir Putin, fez carreira na KGB, antiga polícia secreta do governo comunista.

No Brasil, os comunistas não apenas existem, como estão no governo. O PCdoB (Partido Comunista do Brasil), apesar de minúsculo e de não ter a mínima representatividade eleitoral, logo no começo do governo Lula ganharam dois Ministérios, entre eles o estratégico Ministério da Articulação Política, sob Aldo Rebelo, o mesmo que foi responsável pela emenda da permissão da clonagem no projeto de lei da biossegurança. O próprio Presidente Lula é amicíssimo do ditador comunista Fidel Castro. Há poucos anos, a então Deputada comunista Jandira Feghali (PCdoB/RJ) apresentou projeto de lei na Câmara Federal para permitir o abortamento das crianças anencéfalas (ver http://www.jandirafeghali.com.br/site/index.php?option=content&task=view&id=510&Itemid=2). Os comunistas continuam inimigos de Deus, da Pátria e da família.

O comunismo conduz inelutavelmente à estagnação econômica. Como esclareceu o Papa Leão XIII: a teoria socialista da propriedade coletiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles mesmos a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do estado e perturbando a tranqüilidade pública. (...) Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas conseqüências: a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão a todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como conseqüência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria.” (Rerum Novarum, 22)

Por tender necessariamente à estagnação econômica, o comunismo precisa se sustentar de outras forças econômicas para sobreviver. A China, por exemplo, permitiu a introdução de mecanismos de mercado em certas regiões do país unicamente para impedir a morte do socialismo.

É aí que entra o Brasil no plano dos comunistas. Nenhuma outra nação foi mais bem aquinhoada de recursos naturais pelo Criador. O Brasil é o país que possui o maior índice de minérios no subsolo, a maior extensão de terras aráveis, o maior rebanho bovino comercial e a maior biodiversidade do planeta. E seria de extremo interesse para o movimento comunista internacional usar as riquezas do Brasil para sustentar esse sistema falido nos cantos do planeta em que ele ainda mantém-se de pé.

Infelizmente, parece que a política de relações econômicas internacionais do atual governo tende nesse sentido: prejudicar os interesses nacionais do Brasil para favorecer os países comunistas. Em outubro de 2003, o Diário do Comércio denunciou que verbas do SEBRAE, criado para fortalecer a micro e a pequena empresa brasileira, estavam sendo desviadas para Cuba, para desenvolver o turismo naquele país — isso enquanto milhões de famílias brasileiras sofrem com o drama do desemprego. Imediatamente após a viagem do Presidente Lula à China Comunista, supostamente para incrementar as relações comerciais entre os dois países (só não se sabe em benefício de quem), o governo chinês embargou as importações de soja brasileira, só suspendendo o embargo após o preço do produto desabar no mercado internacional (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u85808.shtml). O embargo chinês causou um prejuízo de US$ 1 bilhão para a agricultura do Brasil. Na oportunidade, o Governador do Estado do Mato Grosso, Blairo Maggi declarou que o Governo Federal foi passivo em relação às exigências descabidas da ditadura comunista chinesa, abrindo um péssimo precedente (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u85645.shtml). Mais recentemente, sabe-se lá por que, o Governo Lula concedeu à China o reconhecimento do status de “economia de mercado” (!?), dando passe livre ao dumping chinês: mais uma decisão do Governo que prejudica os interesses da economia nacional: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u90877.shtml

Em 5 de dezembro de 2.003, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça premiou o militante comunista Apolônio Pinto de Carvalho, um dos traidores que participaram da Intentona Comunista, com uma pensão mensal perpétua de R$ 8.000,00, além de uma indenização retroativa. Esse foi o prêmio que Apolônio recebeu do atual governo por ter traído a Pátria em 1935. Eu gostaria de saber quantos brasileiros têm o privilégio de receber R$ 8.000,00, todos os meses, sem precisar trabalhar nem nada. E ele mereceu isso por ter traído a Pátria. Que governo é esse que premia os traidores? Premiar os maus é castigar os bons. Esta decisão do Ministério da Justiça é uma afronta aos trabalhadores e aposentados brasileiros.

Quando você vir a bandeira vermelha dos comunistas, medite nisso. Ela está tingida com o sangue de brasileiros.

Fonte: www.juliosevero.com

26 de novembro de 2008

Tzipi Livni alerta para perigo na América do Sul

Tzipi Livni alerta para perigo na América do Sul

A Ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, está muito preocupada com as atividades do Irã na América do Sul, compreendendo um número elevado de funcionários em suas embaixadas, que poderiam participar em atos de terror, de acordo com uma avaliação feita por seu ministério.

A semana passada marcou os 13 anos do ataque ao edifício da comunidade judaica em Buenos Aires, AMIA, em que 85 argentinos foram mortos e mais de 300 feridos. Há alguns meses atrás, um juiz argentino determinou que o Irã e o Hezbollah foram os responsáveis pelo ataque, e a Interpol emitiu pedidos de prisão internacionais, para sete oficiais superiores iranianos e para Imad Mughniyed, chefe da unidade islâmica do Jihad do Hezbollah, assassinado em fevereiro de 2008 numa misteriosa explosão em Beirute.

Os peritos em segurança vêm, há anos, considerando as áreas fronteiriças entre Paraguai, Argentina e Brasil como um foco do terror dos iranianos e do Hezbollah. O Irã tem aberto embaixadas na Nicarágua, Equador e Chile, e tem aumentado laços comerciais e visitas por oficiais militares a estes países. O Irã igualmente ampliou suas missões na Venezuela, Uruguai, México e Colômbia.

A ministra Tzipi Livni disse que estas embaixadas têm um numero astronômico de diplomatas, absolutamente desproporcional às suas necessidades. Na Nicarágua, por exemplo, há 30 diplomatas iranianos, com um número similar na Venezuela e em outros países. Israel teme que estes sejam agentes dos serviços de informação igualmente envolvidos no terror.

Jerusalém está igualmente alerta com a aliança emergente entre o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad e o presidente venezuelano Hugo Chavez. Nos últimos dois anos, Chávez foi a Teerã seis vezes, e Ahmadinejad visitou Caracas duas vezes. Um vôo direto entre Teerã e Caracas, que reabastece em Damasco, já transportou milhares de iranianos.

Livni acrescenta que, de acordo com relatórios internacionais dos serviços de segurança, a Venezuela pretende vender urânio ao Irã para avançar o programa nuclear dos iranianos, e tem forjado documentos para transporte de equipamentos que envolvem o programa nuclear do Irã.

A Venezuela igualmente pretende ajudar a produção de energia nuclear pelo Irã, ao vender óleo destilado para esta finalidade. Por causa dos fundos iranianos no exterior que foram congelados, Teerã está transferindo algumas de suas contas para bancos venezuelanos. O Irã é fornecedor de armas para a Venezuela, e suporta o programa de armamento de Chávez.

Israel tem dito para alguns países latino-americanos que o Irã está pondo em perigo a paz no mundo com o terror e com seu programa nuclear.

Fonte: www.owurman.com/blog

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia também:

Governo Lula se aproxima de ditador que quer a destruição de Israel

Diante do silêncio covarde dos liberais e esquerdistas, levanta-se outro Hitler contra Israel

Irã, Petrobras e Lula: desafiando as leis de Deus

Julio Severo recomenda: Teologia Sistemática, de Franklin Ferreira e Alan Myatt, Editora Vida Nova

Julio Severo recomenda: Teologia Sistemática, de Franklin Ferreira e Alan Myatt, Editora Vida Nova

A Teologia Sistemática é uma excelente obra teológica abordando de forma prática e bíblica várias questões importantes, inclusive políticas, no contexto da realidade brasileira. Recomendo porque eu mesmo li e tenho contato com o autor há anos.

A seguir, trecho de Teologia Sistemática:

Na mesma medida em que a fé cristã tem entrado em declínio no Ocidente, tem se tornado popular a idéia de um governo amplo e abrangente, que interfere em todos os assuntos do dia-a-dia das pessoas. Esta idéia tem sido defendida e apresentada como a resposta aos males da sociedade, sendo que governantes e ideólogos estimulam sua popularização, pois ela acaba lhes conferindo maior poder. O povo, sem entender bem as implicações políticas, considera um governo como bom quanto maiores forem suas promessas de intervenção em todas as esferas da sociedade. As promessas desses políticos, entretanto, raramente são cumpridas, e a memória curta dos eleitores, somada à costumeira avidez popular por soluções miraculosas, vão perpetuando e agravando o quadro de um governo cada vez maior e mais opressor, uma gigantesca máquina burocrática, cujos tentáculos acabam alcançando toda a sociedade, mas que age “pifiamente naquela área que seria a sua finalidade principal: garantir a segurança dos cidadãos”. O resultado disso é a supressão gradativa das liberdades individuais, a excessiva intervenção do Estado em outras esferas, como a família e a igreja, a preparação para o surgimento de governos totalitários e o abandono dos objetivos primordiais do Estado, pela falta de foco e pela ocupação indevida com as demais áreas.

(Extraído, com permissão do autor, do livro Teologia Sistemática, página 988)

Para adquirir a Teologia Sistemática, clique aqui.

25 de novembro de 2008

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Valores do candomblé, umbanda e vudu receberão mais proteção estatal

Julio Severo

No Dia da Consciência Negra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em evento no Rio de Janeiro onde anunciou o Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, com o objetivo de dar atenção especial às práticas religiosas que sofrem preconceito no Brasil e impor punições drásticas às fontes do preconceito. De acordo com o jornal O Globo, pais e mães-de-santo assim como líderes presbiterianos e católicos participaram do evento.

O babalaô Ivanir dos Santos, sacerdote da tradição iorubá, saiu do encontro satisfeito.

— Foi muito bom. Saímos com a certeza de que o presidente vai elaborar um plano de combate à intolerância religiosa e um projeto de lei para ser enviado ao Congresso, em parceria com esse fórum de religiosos e reunindo os ministérios da Justiça, da Igualdade Racial, das Comunicações e a Casa Civil.

Inclusividade: impondo igualdade entre Cristianismo e as religiões afro-brasileiras

Em nome da CNBB, Dom Antônio Duarte, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio, manifestou o apoio da Igreja Católica aos pais e mães-de-santo na luta para eliminar o estigma que envolve as religiões afro-brasileiras:

— Todos reafirmamos nosso apoio à reivindicação, porque a diversidade e a riqueza religiosa é um fato incontestável.

Tal “diversidade e riqueza religiosa” estão bem ao gosto de Lula. Embora se considere católico, em visita à África antes da eleição presidencial em 2006, Lula teve uma forte experiência espiritual em Benin, país que é berço do vudu.

Ao som de tambores africanos, de acordo com o jornal O Globo, Lula “passou a tarde toda sendo reverenciado com orações e danças feitas por feiticeiros vudus, líderes tribais e pelos descendentes de escravos brasileiros que formam uma espécie de colônia em Ouidá, nos arredores de Cotonou, capital do paupérrimo Benin”.

Os feiticeiros garantiram que Lula ganhou em Benin três fortes espíritos para o “ajudarem”.

Quem é que pode saber agora que tipo de “ajuda” e inspiração esses e outros espíritos andam dando a Lula? Tudo o que se sabe é que a meta do governo dele agora é impor a igualdade dos valores cristãos e os valores ocultistas.

Para onde as leis anti-discriminação levarão o Brasil?

Contudo, sua política de combate à intolerância religiosa provocará dois grandes prejuízos.

1. O Estado imporá uma igualdade artificial, pois não há igualdade real nenhuma entre Jesus Cristo e os falsos deuses do candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras. Além disso, a maioria do povo brasileiro é católico, religião que oficialmente não aceita a bruxaria.

2. Cristãos ex-pais-de-santo que derem testemunhos de sua vida anterior nas religiões afro-brasileiras poderão ser incriminados meramente por expressarem suas opiniões bíblicas sobre essas religiões.

O Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é semelhante ao Programa Brasil Sem Homofobia. Na questão homossexual, o governo vem mostrando sua disposição de transformar em crime até mesmo opiniões e expressões contrárias ao homossexualismo. Em sua política de combate à intolerância religiosa, o governo fará o que em favor das religiões afro-brasileiras?

A pobreza imensa que Lula testemunhou em Benin não é fruto de algum preconceito racial da natureza contra aquele povo. As tradições de Benin estão profundamente enraizadas em práticas que o Cristianismo classifica como bruxaria. O vudu, que teve origem em Benin, não traz amor, paz, vida e prosperidade a seus praticantes. Benin é testemunha disso.

A aceitação da bruxaria leva inevitavelmente uma nação à pobreza e destruição. O Haiti é exemplo disso. Mas os valores do Cristianismo engrandecem um país. O passado glorioso recente da Inglaterra e dos EUA são testemunhas disso.

Colaboracionismo cristão?

Logo depois da reunião no Rio de Janeiro, o pastor presbiteriano Marco Amaral destacou sua presença como representante de “milhões de evangélicos”, dizendo:

— Não queremos apenas tolerância, que pressupõe alguma intolerância. Queremos que haja respeito. O cristianismo dialoga, é inclusivo.

A opinião pessoal de Amaral, porém, contrasta fortemente com a tradição cristã e judaica, que não ensina nem tolerância nem inclusividade com relação a práticas ocultistas. A Bíblia diz:

“Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas.” (Deuteronômio 18:10-12 NTLH)

Essa passagem bíblica, que é normativa para cristãos e judeus praticantes, está em oposição às intenções do governo Lula, que não só deseja tratar como cultura dos afro-descendentes as práticas religiosas vindas da África (como candomblé, vudu, etc.), mas também colocá-las no mesmo nível de importância com o Cristianismo.

Como medida inicial, o Plano de Combate à Intolerância Religiosa afetará diretamente a educação, pois estabelece a aplicação imediata da Lei 10.693, sancionada por Lula em 2003, que obriga as escolas públicas e particulares a ensinar História da África e Cultura Afro-Brasileira. O plano também inclui a ação das delegacias de todo o Brasil para combater a intolerância religiosa.

Lula escolheu o Rio de Janeiro onde anunciar seu plano porque o Rio tem duas características:

1. Transformou em feriado oficial o dia 20 de novembro como Dia da Consciência Negra.

2. Tem aplicado com rigor a Lei 7716/89, a chamada Lei Caó, que estabelece a igualdade racial e o crime de intolerância religiosa.

Além disso, o Rio procura ser pioneiro na criminalização do “racismo religioso”, promovendo campanhas e eventos nessa direção. O evento mais recente é o “III Fórum criminal racismo é crime!”, em que serão abordados os temas da intolerância religiosa, racial e homofobia. O evento, de 26 a 28 de novembro na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, terá a participação do babalaô Ivanir dos Santos, membro da Comissão de Combate a Intolerância Religiosa, e terá o apoio do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro e do Instituto Palmares de Direitos Humanos.

Promovendo o relativismo religioso

A proteção especial à “cultura” afro-descendente é apenas parte de um pacote que envolve também a proteção de práticas que o Cristianismo histórico considera feitiçaria. É a velha estratégia socialista de provocar luta de classes. Nesse caso, é a luta de classes levada ao nível religioso, onde o próprio governo dará favorecimentos a uma cultura religiosa em nome do combate ao preconceito. Apesar disso, alguns cristãos parecem realmente acreditar nas boas intenções do governo.

Fenômeno semelhante vem ocorrendo na defesa estatal ao estabelecimento de leis para proteger os homossexuais do Brasil contra o que parece ser, a julgar pelo modo paranóico com que a mídia liberal trata, um “holocausto” homossexual, ou “homocausto”.

No entanto, a aprovação de leis para dar proteção especial aos homossexuais é apenas parte de um pacote que envolve censura bizarra e a eliminação do direito de expressão dos cristãos. Na mentalidade estatal sob possessão socialista, a dignidade e o valor do homossexualismo são mais importantes do que o direito de dar opiniões.

Apesar disso, alguns cristãos, super-convictos de que Lula e o socialismo têm boas intenções para o Brasil, vendem-se às loucuras politicamente corretas do governo. Embora o Vaticano condene de forma categórica a agenda gay, o Padre Luiz Couto, que é deputado federal do PT, aprovou novas medidas para fortalecer o programa federal Brasil Sem Homofobia e defendeu o investimento de 10 milhões de reais do bolso do trabalhador brasileiro para essa finalidade.

Dessa forma, usando a velha tática socialista do engano, o governo Lula atrai o apoio de evangélicos e católicos para políticas e programas de promoção do relativismo religioso e sexual. No final, essas políticas acabarão demonstrando ser uma grande emboscada para os cristãos, pois ao impor ampla aplicação nacional da Lei Caó, o governo Lula legitimará a perseguição religiosa em nome da tolerância religiosa.

As ameaças dessa lei de igualdade racial são tão grandes que os próprios ativistas homossexuais querem pegar carona nela para poderem oficialmente perseguir os opositores da agenda gay. O PLC 122, que é visto por muitos como armadilha contra os cristãos, nada mais é do que um tentativa de incluir na Lei Caó o “crime” de preconceito contra a orientação sexual.

Poucos, porém, enxergam essas ameaças. Num evento contra o PLC 122 em agosto de 2007 no Rio, ouvi o Dep. Bispo Manoel Ferreira e o Senador Marcelo Crivella dizerem que, embora sejam contra o PLC 122, eles aprovarão todas as leis anti-preconceito. Como aliados do governo, eles têm de fazer isso, mas nesse evento declarei pessoalmente ao Senador Crivella: “Os cristãos que aprovam tais leis estão cavando a própria sepultura”.

Cristãos na contramão do Estado-deus-pagão

De que forma o combate à intolerância religiosa fomentado pelo governo Lula poderá implicar em prejuízos para evangélicos e católicos?

Dois exemplos reais dão amostra do que está por vir:

No Rio, o pastor da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Trabalhadores da Última Hora fez o que o governo, apesar de toda a carga de impostos que cobra, não faz: reabilitar um criminoso. O Pr. Isaías da Silva Andrade recebeu em sua igreja Rodrigo Carvalho Cruz, conhecido como “Tico”, acusado como autor de roubo e a morte do turista italiano George Morassi, em novembro de 2007. Ali, Tico recebeu o Evangelho e aceitou Jesus.

Em seguida, o pastor aconselhou o criminoso arrependido a se entregar para a polícia. Na delegacia, o pastor, inocentemente, relatou: “Tico estava possuído por uma legião de demônios, como o Exu Caveira e o Zé Pilintra. Fizemos uma libertação nele e o convencemos a se entregar hoje”. Por causa dessa declaração, o pastor, que é afro-descendente, caiu vítima da Lei Caó, sendo denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por prática de preconceito religioso contra as entidades do candomblé.

Fazendo aplicação do artigo 20 da Lei Caó, a promotora Márcia Teixeira Velasco fez questão de ser a autora da denúncia contra o pastor afro-descendente, expressando a opinião de que o candomblé e seus praticantes “foram atingidos diretamente com a declaração racista e discriminatória, eis que o denunciado vilipendiou entidades espirituais da matriz africana, com a espúria finalidade de proteção de autor de nefasto crime”.

O caso, que está sendo acompanhado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, onde o babalaô Ivanir dos Santos é membro, é o primeiro onde um pastor é denunciado criminalmente por “discriminar” religiões afro-brasileiras como o candomblé. Se condenado, o pastor pode pegar de dois a cinco anos de cadeia.

Outro caso surpreendente envolveu o Pe. Jonas Abib, autor do livro, “Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação”, que adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras. De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. O site também diz:

“Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente”.

Contudo, autoridades baianas confiscaram todos os livros do padre no estado da Bahia. O promotor público Almiro Sena acusou Abib de “fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a umbanda e o candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto”.

Ele acrescentou que a violação é mais grave porque “a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras”.

O Pr. Isaías da Silva Andrade e o Pe. Jonas Abib nada mais fizeram do que conscientizar e ajudar pessoas debaixo da opressão e engano de práticas ocultistas.

Deve o destino de Benin ser imposto ao Brasil?

Numa época em que o Estado procura se distanciar tanto dos valores cristãos, é de estranhar sua aproximação aos valores ocultistas. Onde está a tão proclamada separação de Estado e religião?

O preço do combate estatal à intolerância religiosa é a satanização das leis, onde o Estado sob possessão socialista sacralizará o que não é sagrado, trazendo como conseqüência direta a demonização do Cristianismo e seus valores, e a censura e perseguição aos cristãos.

Vale a pena abrir o Brasil ainda mais aos mesmos tipos de espíritos que Lula conheceu e recebeu em Benin? Vale a pena colocar as práticas ocultistas de Benin e outros lugares da África no mesmo nível de importância dos valores cristãos?

Benin prova não só a colossal miséria que essas práticas geram, mas também que uma nação inteira pode ser enganada e amaldiçoada. No que depender de Lula e dos espíritos que ele trouxe de Benin, dias difíceis estão para vir ao Brasil.

Que Deus possa livrar o Brasil de políticos e legisladores que querem impor o destino de Benin aos brasileiros.

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

Pastor que incentivou criminoso arrependido a se entregar para a polícia cai na teia das leis anti-discriminação

Juiz brasileiro determina que livro de padre denunciando a bruxaria seja removido de livrarias

Lobo em pele de ovelha: O Estado policial e sua ameaça de leis antidiscriminação

A favor do preconceito seletivo: Quando as leis anti-discriminação tornam alguns mais sagrados do que Deus