31 de outubro de 2008

O candidato do medo

O candidato do medo

Olavo de Carvalho

Chamado de “Messias” pelo líder radical muçulmano Louis Farrakhan e de “Meu Jesus” pela editora-chefe de um jornal universitário, Barack Hussein Obama informa: “Contrariamente ao que diz a opinião popular, não nasci numa manjedoura.” Já pensaram se ele não avisasse?

Qualquer que seja o caso, pelo menos um milagre confirmado ele já fez: é o primeiro candidato presidencial que obtém o aplauso de todos os inimigos dos EUA sem que isto desperte contra ele a menor desconfiança do establishment americano. Entre seus entusiastas, contam-se o Hamas, o presidente iraniano Ahmadinejad, Muammar Khadafi, Fidel Castro, Hugo Chávez e o canal de TV Al-Jazeera. Imagino o que aconteceria à candidatura de Franklin D. Roosevelt em 1932 se ele recebesse o apoio ostensivo de Josef Stalin, Adolf Hitler e Benito Mussolini.

É verdade que Obama promete desmantelar o sistema de defesa espacial dos EUA, desacelerar unilateralmente o programa americano de pesquisas nucleares, transformar em derrota a vitória no Iraque, vetar a abertura de poços de petróleo e oferecer carteiras de motorista e assistência médica gratuita aos imigrantes ilegais, aquele povinho patriota que quer transformar o Texas e a Califórnia em Estados mexicanos. Mas, se você insinua que qualquer dessas coisas é um bom motivo para os comunistas e radicais islâmicos gostarem dele, a mídia em peso diz que você “passou dos limites” e é virtualmente culpado de “crime de ódio”. Ahmadinejad declarou que a vitória do candidato democrata nas eleições dará o sinal verde para a islamização do mundo, Khadafi proclamou que Obama é um muçulmano fiel apoiado por milionários islamitas e Louis Farrakhan, aproveitando a onda de entusiasmo obamista, anunciou que a “Nation of Islam”, a sociedade secreta de radicais islâmicos que ele preside, há décadas funcionando em marcha lenta, está tendo “um novo começo” e logo estará operando de novo com força total. O sentido desses fatos é claro, mas notar isso é imoral: todo cidadão de respeito tem de jurar que o apoio vindo dos inimigos da América é apenas um equívoco da parte deles, já que Obama não lhes deu – oh, não! – o menor pretexto para que simpatizassem com ele. Insinuar qualquer convergência de interesses é imputar a Obama “culpa por associação” – uma perfídia carregada, evidentemente, de “subtons racistas”.

Qualquer palavra mais dura contra o candidato negro é aliás apontada como prova de racismo, e a mínima sugestão de que haja nisso alguma chantagem racial é prova dupla. O próprio John McCain faz questão de manter o debate na esfera “das idéias”, frisando que o oponente é “um homem decente, do qual não há nada a temer.”

Essa declaração é involuntariamente irônica. A coisa que todo americano mais teme, hoje em dia, é alguém suspeitar que ele pensa mal de Barack Hussein Obama. Seguindo o exemplo do líder, a militância republicana capricha nas exibições de respeito e veneração à pessoa do adversário. Um funcionário do escritório da campanha de McCain em Pompano Beach, CA, que colocou atrás de sua mesa um cartaz associando Obama a Marx e Hitler foi instantaneamente demitido. Um cidadão do Estado de Ohio, que fez umas perguntas mais duras ao candidato democrata sobre seu projeto de reforma fiscal, pagou caro pelo atrevimento. Teve sua vida particular vasculhada pelos repórteres e foi severamente criticado pelos crimes hediondos de trabalhar como encanador sem licença e de não ter pago uma multa de trânsito que recebeu no Arizona oito anos atrás. Isso dá uma idéia do zelo exasperado com que a grande mídia protege a imagem de Barack Obama. Samuel Wurzelbacher, ou “Joe Encanador” – o apelido pelo qual veio a ser nacionalmente conhecido –, tira da sua experiência a conclusão incontornável: “Quando você já não pode mais fazer perguntas a seus líderes, é uma coisa temível.”

O temor não é somente psicológico. Vários militantes republicanos já foram surrados por obamistas, escritórios da campanha McCain em vários Estados foram invadidos e destruídos, e só a ação da polícia impediu, a tempo, que centenas de agitadores obamistas bem treinados, armados de coquetéis Molotov, queimassem os ônibus que se dirigiam à Convenção Republicana em St. Paul (mesmo assim os remanescentes conseguiram fazer um belo estrago). Quando um candidato usa de métodos terroristas e ao mesmo tempo o establishment decreta que chamá-lo de terrorista é o suprassumo da demência, está claro que esse candidato tem direitos ilimitados. Ele pode receber 63 milhões de dólares em contribuições ilegais do exterior, e nada de mau lhe acontecerá por isso. Uma ONG que o apadrinha pode fazer uma derrama de títulos de eleitor falsos em treze Estados, e ai de quem sugira que ele tem alguma culpa no caso. Em compensação, McCain foi acusado de violência verbal criminosa pelo simples fato de mencionar a ligação arquicomprovada de Obama com William Ayers. Uma passeata em favor de McCain-Palin, em Nova York, foi recebida com toda sorte de xingamentos e ameaças. Como, em contrapartida, nenhuma violência se observasse contra os militantes obamistas, foi preciso inventar que, num comício de Sarah Palin, alguém gritou “Kill him!” ao ouvir o nome de Obama. A polícia examinou cuidadosamente as gravações do encontro e concluiu que ninguém gritou nada disso.

Outro fator intimidante é a superioridade econômica. A campanha de Obama recolheu nada menos de 605 milhões de dólares em contribuições. Para cada anúncio de McCain, saem quatro de Obama. Mais avassaladora ainda é a propaganda gratuita fornecida ao candidato democrata pela grande mídia.

Até o momento, o único jornal de certa importância que noticiou o processo movido pelo advogado democrata Philip Berg contra Obama foi o Washington Times – nominalmente republicano –, que no entanto classifica as dúvidas quanto à nacionalidade de Obama como meros “rumores da internet” e, aludindo ao processo só nas linhas finais, como se fosse apenas um rumor a mais, se omite de informar que Obama, em vez de apresentar sua certidão de nascimento como solicitado pelo queixoso, preferiu lançar mão de uma complexa argumentação jurídica para se esquivar de fazê-lo. O segundo processo no mesmo sentido, aberto no Estado de Washington, não é nem mencionado.

As maiores empresas de jornais e canais de TV protegem o candidato democrata não somente contra seus adversários, mas contra ele próprio. Atos ou declarações dele que possam mostrá-lo a uma luz desfavorável são cuidadosamente omitidos. Em toda a grande mídia americana não se encontrará uma só palavra sobre a longa carreira de Obama como militante abortista, muito menos sobre a única atividade importante desenvolvida por ele no plano internacional: a campanha montada, com dinheiro público, para elevar ao poder no Quênia o agitador anti-americano e pró-terrorista Raila Odinga, culpado de ordenar o assassinato de mais de mil de seus opositores políticos e de conspirar com líderes muçulmanos para impingir a religião islâmica a uma nação de maioria cristã. Obama não somente ajudou Odinga com dinheiro dos contribuintes americanos e abriu contatos para ele no Senado, mas fez comícios em favor dele no Quênia. Se algo mostra a verdadeira natureza dos compromissos internacionais do candidato democrata, é esse episódio – mas até a FoxNews se omite de tocar no assunto.

Por aqui, todo mundo diz que a vitória de Obama é certa. A mim me parece que, mesmo se perdesse as eleições, Obama seria um vencedor. O partido de seus adversários já estava de joelhos no momento em que, em vez de um conservador autêntico, escolheu como candidato um típico “liberal Republican”, promessa garantida, caso eleito, de um governo fraco, subserviente aos críticos, exatamente como o foi o de George W. Bush. A esse primeiro desatino seguiu-se outro pior: a partir do instante em que os republicanos, em vez de abrir mil processos como o de Philip Berg, aceitaram como adversário eleitoral legítimo e decente um candidato sem nacionalidade comprovada, com uma biografia nebulosa e repleta de mentiras flagrantes, ajudado e subsidiado pelos mais odientos inimigos do país, ficou claro que haviam abdicado de todo sentimento de honra e consentido em legitimar uma farsa. Se perderem as eleições, eles merecerão tantas lágrimas quanto aqueles que preferiram antes deixar Lula conquistar a presidência do Brasil do que contar o que sabiam sobre o Foro de São Paulo.

Quanto à campanha de Obama, seu perfil é claro. O amálgama de promessas utópicas, propaganda avassaladora, beatificação psicótica do líder, apelo racial, controle da mídia e intimidação sistemática do eleitorado é idêntico nos mínimos detalhes à estratégia eleitoral de Hitler em 1933, mas para dizer isso em público – ou mesmo conscientizá-lo em voz baixa – é preciso mais coragem do que se pode esperar do eleitor médio hoje em dia.

Fonte: Diário do Comércio, 24 de outubro de 2008

Divulgação: www.juliosevero.com

30 de outubro de 2008

Empresa Apple, que produz o computador Macintosh, se opõe ao casamento tradicional

Empresa Apple, que produz o computador Macintosh, se opõe ao casamento tradicional

Julio Severo

Em reação às ações dos grupos homossexuais radicais, que conseguiram que o Supremo Tribunal da Califórnia impusesse legislação pró-casamento homossexual, cristãos californianos tomaram a melhor das atitudes. Eles resolveram colocar diante do povo da Califórnia a oportunidade de dizer sim ou não à imposição homossexual via tribunais, num referendo conhecido como “Proposta 8”, que será feito durante a eleição presidencial.

A “Proposta 8” procura orientar os cidadãos da Califórnia sobre as implicações da decisão pró-homossexualismo, dando-lhes a consciência de que eles têm o direito de rejeitar tal imposição e proteger o casamento tradicional..

De acordo com o noticiário G1, os grupos conservadores, que querem a proteção do casamento normal, explicam a necessidade desse referendo:

“A ‘Proposta 8’ protege nossas crianças do que as ensinam nas escolas públicas, que o matrimônio entre o mesmo sexo é igualmente aceitável ao matrimônio tradicional entre um homem e uma mulher”.

Entretanto, algumas celebridades californianas, que defendem o casamento homossexual e se opõem aos esforços cristãos de proteger o casamento normal, já entraram na luta. Brad Pitt, Steven Spielberg, Ellen DeGeneres e a multinacional Apple doaram 100.000 dólares para deter a Proposta 8.

Em declaração oficial, a Apple, que produz o computador Macintosh, explicou o motivo de sua oposição à proteção ao casamento normal:

“A Apple esteve entre as primeiras empresas da Califórnia a oferecer direitos e benefícios iguais aos parceiros homossexuais de nossos funcionários, e cremos fortemente que os direitos fundamentais de uma pessoa — inclusive o direito de se casar — não devem ser afetados por sua orientação sexual. A Apple vê isso como uma questão de direito civil, em vez de apenas uma questão política. Portanto, a Apple se opõe publicamente à Proposta 8”.

Muitos anos atrás, ganhei um Macintosh de uma escritora americana. O computador vinha com um adesivo de uma maçã pintada de arco-íris. Podia ser suspeito, mas eu não liguei. Afinal, o arco-íris é invenção de Deus, não dos ativistas homossexuais. Como no caso da sexualidade, eles distorcem, pervertem e destroem tudo o que podem — inclusive símbolos inocentes.

Contudo, agora sei que o arco-íris na maçã representa a ideologia de uma empresa que quer falir. Boicote na Apple!

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

Supremo Tribunal da Califórnia trai a maioria da população

29 de outubro de 2008

Já ouviu falar do PL 122?

Já ouviu falar do PL 122?

Eguinaldo Hélio de Souza

É melhor eu falar sobre o PL 122 antes que o PL 122 me proíba de falar. Embora nem todos saibam do que se trata, os que têm se manifestado contra esse projeto de lei compreendem a gravidade da situação.

Trata-se do projeto de lei relativo à homofobia. Diferente do que parece, homofobia não é fobia de homens, mas daqueles que sendo homens ou mulheres, por alguma razão que a própria razão desconhece, decidiram não sê-lo. Eram os antigos GLSs que agora são GLBTSs que possivelmente ampliarão a sigla cada vez que encontrarem uma forma diferente de expressar sua aloucada sexualidade.

Se o projeto de lei for aprovado na íntegra, qualquer manifestação científica, cultural, artística ou religiosa contrária às práticas homossexuais será considerada como discriminação, tornando-se dessa forma passível de ações criminais. Os discriminantes serão incriminados. Em outras palavras, falar contra o homossexualismo vai dar cadeia.

Será a tolerância extrema gerando intolerância extrema, o cúmulo da liberdade de expressão proibindo a liberdade de expressão, a verdadeira ditadura da minoria. Estaremos fadados a uma intocável sodomização dos costumes. Discriminados durante toda a história, agora chegou a hora da vingança implacável.

Mais do que respeito, o PL 122 pede uma aceitação passiva, um silêncio conivente, um suicídio dos valores individuais, uma concordância forçada sob a ditadura de uma lei. E a isso temos que manifestar nossa firme recusa. Fim de papo.

Revisado por Julio Severo

Fonte: www.juliosevero.com

Para ler mais sobre o PL 122, clique aqui.

28 de outubro de 2008

Pastor acusado de criminoso por disciplinar filho

Pastor acusado de criminoso por disciplinar filho

Professora denuncia pai para assistentes sociais depois que ele bate em filho por mentir

© 2008 WorldNetDaily

Um pastor do estado de Wisconsin, EUA, foi acusado de crime de abuso físico de uma criança depois que uma professora notificou assistentes sociais que ele tinha batido em seu filho de 12 anos por mentir.

Barry W. Barnett Jr., de 43 anos, da cidade de Poynette, Wisconsin, foi solto temporariamente da cadeia depois de pagar uma fiança de $10.000, mas ele poderá enfrentar até três anos de cadeia e multas por disciplinar seu filho, noticiou o jornal local Portage Daily Register.

Na audiência do pastor, o filho de Barnett disse que seu pai estava certo em discipliná-lo.

“Ele me deu uma chance de lhe dizer a verdade, e eu só ficava mentindo para ele”, disse o menino.

O menino disse que seu pai lhe deu dois “tapas” que “doeram um pouco” na sua traseira em junho. Ele disse para as autoridades que tanto ele quanto seu pai choraram enquanto ele estava sendo disciplinado.

O menino de 12 anos disse que ele foi avisado de que poderia apanhar se continuasse a desobedecer e que ele entende que o que ele fez é errado.

“Não se deve mentir aos pais e não se deve ir a lugares (que os pais não permitem)”, ele disse.

Um dos seus irmãos mencionou a disciplina a uma professora, que entrou em contato com assistentes sociais, de acordo com o relatório.

Um relatório de 7 de junho da ala de emergência da Clínica Divino Salvador indicou que o menino tinha ferimentos leves nas nádegas, mas disse que não havia inchamento e que ele não estava sentindo dor. A documentação médica disse que o menino relatou para os médicos que ele não achava que havia sido abusado e que ele ama seu pai.

A documentação mostra que o médico do menino não crê que ele foi abusado, e ele chamou o caso de “vexame para as assistentes sociais”.

Barnett é pastor do Lighthouse Family Ministries em Poynette, Wisconsin. Pai de nove filhos, ele fundou a Academia Cristã Guardian.

Um juiz decidiu quinta-feira que o caso deverá ir para julgamento. Agora, os jurados no Tribunal do Condado de Columbia decidirão se a disciplina constituiu “disciplina razoável” permitida sob a lei estadual. Amber, a filha de 21 anos do pastor, ficou do lado de fora do tribunal com um cartaz que trazia a mensagem “Obrigado, papai, por me disciplinar”, em apoio a seu pai.

A promotora pública Jane Kohlwey disse ao jornal Portage Daily Register que a disciplina não foi razoável, pois deixou ferimentos, embora o advogado de Barnett afirme que as fotografias revelam apenas marcas vermelhas.

“Sentimos que ele foi além da disciplina razoável e que isso é feito freqüentemente”, disse Kohlwey.

Como parte da fiança que pagou, Barnett foi proibido de disciplinar qualquer um de seus filhos.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Outros artigos importantes:

Quando um pai não disciplina o próprio filho

A Disciplina Física Deve Ser Proibida?

O abuso estatal contra a ordem familiar

27 de outubro de 2008

Mãe enfrenta acusações criminais por recusar custódia de filha à ex-amante lésbica

Mãe enfrenta acusações criminais por recusar custódia de filha à ex-amante lésbica

Cristã ex-lésbica pode enfrentar total perda de custódia ou cadeia por resistir ordem de visitação

Matthew Cullinan Hoffman

27 de outubro de 2008 (LifeSiteNews.com) — Lisa Miller, uma ex-lésbica que rejeitou o estilo de vida homossexual e retornou à sua fé em Cristo, enfrentará acusações criminais hoje por recusar dar à sua ex-parceira lésbica visitações de sua filha sem nenhuma supervisão.

Miller, de 40 anos, disse para LifeSiteNews numa recente entrevista extensa que sua filha de seis anos, Isabella, disse que gostaria de se matar depois de uma visita sem supervisão, e se queixou de ser forçada a tomar banho nua com Janet Jenkins, de 44 anos, de acordo com Miller (veja a entrevista em http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/oct/08102707.html). Seu advogado de Vermont, Steven Crampton, planeja apresentar testemunho jurado de evidência de abuso durante a audiência de hoje.

Os tribunais de Vermont deram liberais direitos de visitação para Jenkins, apesar do fato de que ela não tem nenhum relacionamento biológico ou adotivo com Isabella. Lisa Miller concebeu Isabella por meio de inseminação artificial e diz que Jenkins teve pouco interesse na concepção e gravidez. As duas entraram numa “união civil” sob a lei de Vermont.

Se for condenada pelo tribunal, Miller poderá ser presa na hora, e poderá enfrentar uma multa pesada. O juiz poderá também transferir a custódia total para Jenkins. Miller já pagou uma multa de 10.000 dólares por recusar visitações adicionais para Jenkins.

De acordo com o advogado de Miller na Virginia, Rena Lindevaldsen, a lei de Vermont não faz exceção alguma para a posição da mãe no caso de um cônjuge concebendo por meio de inseminação artificial, até mesmo em casamentos e outras uniões entre heterossexuais. Contudo, um juiz de Vermont decidiu preencher a lacuna declarando que direitos de pais são conferidos automaticamente.

O juiz “disse que não havia lei e ele criou lei para decidir quem é o pai… ele disse que os legisladores não passaram uma lei e ele não sabia o que fazer. Por isso, ele criou uma lei nova e a aplicou a essa criança que nasceu dois anos antes”, Lindevaldsen disse para LifeSiteNews.

Embora a lei da Virginia claramente rejeite todo e qualquer direito e reivindicação de origem de “casamento” homossexual e arranjos de “união civil” homossexual de outros estados, os juízes da Virginia freqüentemente sustentam as decisões dos tribunais de Vermont.

O caso foi também apelado para o Supremo Tribunal duas vezes, mas o tribunal recusou uma audiência para Miller.

Entretanto, apesar da oposição enorme que ela enfrenta dos tribunais de Vermont e Virginia, Miller diz que ela continua a confiar em Deus.

“Creio que Deus está no controle e creio que qualquer coisa que vá acontecer — Ele vai permitir”, ela disse para LifeSiteNews. “Não tenho medo algum. Sinto-me em paz que Deus está comigo. Ele tem protegido a mim e a Isabella nos últimos cinco anos e creio que Ele vai continuar a fazer isso”.

** Veja a ENTREVISTA EXCLUSIVA em inglês com Lisa Miller*** em: http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/oct/08102707.html

Para saber mais sobre a história de Lisa e Isabella, siga este link: http://www.facebook.com/group.php?gid=81022155363

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Outra notícia sobre lesbianismo:

Filho processa mãe e parceira lésbica por abuso horroroso

26 de outubro de 2008

Marta Suplicy, a rainha do radicalismo homossexual, sofre grande derrota eleitoral em São Paulo

Marta Suplicy, a rainha do radicalismo homossexual, sofre grande derrota eleitoral em São Paulo

Mesmo com apelos do presidente Lula e ajuda de sua equipe de governo, Marta obtém estrondosa rejeição dos eleitores paulistanos

Julio Severo

Como nunca antes, desta vez Martaxa Suplício resolveu marcar sua campanha eleitoral em São Paulo pelo apoio escancarado ao homossexualismo. Para ajudá-la, a Senadora Fátima Cleide, relatora do infame PLC 122, realizou panfletagem pró-Suplício em São Paulo. “Ela fez questão de vir a São Paulo para ajudar a lembra quem tem, de fato, história de lutas pelas mulheres e pelos direitos humanos", disse o militante homossexual Julian Rodrigues, do setorial nacional LGBT do PT e do comitê Marta.

A Senadora petista Fátima Cleide é coordenadora da Frente LGBT no Congresso Nacional. Quanto a direitos das mulheres e direitos humanos, é assim que Marta e seus aliados enxergam a prática do aborto e da sodomia. Opor-se à legalização do aborto e à sacralização legal da sodomia é, no entender dos ultra-radicais esquerdistas, desrespeito aos direitos humanos. É nessa linha de pensamento que Lula declarou que a oposição ao homossexualismo é uma “doença perversa” (http://juliosevero.blogspot.com/2008/06/lula-oposio-ao-homossexualismo-doena.html).

Martaxa é antiga defensora do aborto e da sodomia. Por isso, ativistas homossexuais do Brasil inteiro a apoiaram, vendo-a como a maior esperança para a total sodomização do Brasil, pois uma vitória na importante cidade de São Paulo aumentaria as chances de ela tentar a presidência do Brasil.

Até mesmo Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), defendeu publicamente Martaxa depois de sua campanha ter questionado a [homo]sexualidade do candidato concorrente, num golpe baixo que, se tivesse vindo de um pastor ou padre, seria sumariamente condenado por toda a imprensa burra como crime de preconceito.

Em nota oficial à imprensa, Toni disse: “O que declarei para a mídia (e declaro) é que Marta Suplicy tem um histórico inegável de defesa intransigente dos direitos da comunidade LGBT há muito tempo. Em 1995, quando não existia nenhuma parada LGBT no Brasil (hoje há 146), quando no Brasil tinha apenas 40 organizações (hoje tem pelo menos 302), ela sozinha foi quem entrou em defesa da nossa comunidade no Congresso Nacional… Marta Suplicy continuará na lista das personalidades mais aliadas da nossa comunidade. Ela tem um saldo muito grande com a gente”. (http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=71600&Itemid=195)

Edson Camargo, dono do blog Profeta Urbano, comenta exclusivamente para o Blog Julio Severo: “O que dá a entender é que o apoio dela aos homossexuais é só para fazê-los de trouxa e angariar votos, porque se ela REALMENTE achasse o homossexualismo a coisa mais normal do mundo, não zoaria do Kassab”.

Prosseguindo, Camargo declara de forma lúcida: “Os esquerdistas, que falam tanto de ‘inclusão’, só incluem nas suas brigas de bibas quem faz parte da militância… Marta tirou onda do Kassab (num comentário que poderia ser mais que preconceituoso, e sim de boteco) e ainda assim Toni Gays a apóia. Agora, se um hetero de direita diz que um gay é boiola, corre o risco de ser linchado”.

Reis e sua ABGLT tinham mil e um motivos para apoiar Marta. O governo Lula tem saqueado nossos recursos para investir em paradas gays e outras atividades homossexuais. A própria ABGLT recebeu condecoração e apoio do governo para entrar na ONU (http://juliosevero.blogspot.com/2008/10/grupo-gay-perseguidor-de-cristos-recebe.html). Suplício no poder significaria a continuidade dos privilégios estatais ao homossexualismo. Por isso, nenhuma eleição municipal do Brasil recebeu tanta atenção e paixão dos militantes homossexuais do que a de São Paulo.

Apesar do apoio de muitos padres e pastores evangélicos, Martaxa manteve solidamente sua posição pró-homossexualismo, chegando ao ponto de processar um pastor cujo programa de rádio lembrou os eleitores cristãos das atividades pró-aborto e pró-homossexualismo dela. Mas outros eleitores católicos e evangélicos de São Paulo deram para Martaxa a única resposta que ela pode entender: rejeição. Sua ideologia foi esmagada nas urnas, onde o candidato concorrente a derrotou com mais de 60% dos votos.

Se não fosse a propaganda enganosa de padres e pastores da teologia da libertação a favor de Martaxa, a derrota dela teria sido muito pior. O próprio presidente Lula fez vários apelos públicos para tentar salvá-la de um desastre eleitoral, e até enviou seu assessor especial para socorrê-la, mas mesmo com o peso de tantos apoios importantes, Suplício, que ficou famosa por trair e adulterar contra seu marido Eduardo Suplicy, naufragou em suas tolices pró-aborto e pró-homossexualismo.

Talvez ninguém tenha falado melhor de Martaxa e sua campanha do que Clodovil, um homossexual que representa, muitas vezes, o bom senso que tanto falta à vasta maioria dos políticos. Ele disse sobre Marta: “Ela é extremamente mal-educada, extremamente carreirista”.

Comentando o golpe baixo de Marta, que insinuou homossexualidade em Kassab a fim de atrair sobre ele a rejeição que ela mesma acabou recebendo, Clodovil, que integra a base aliada do presidente Lula, opinou: “Bom, primeiro eu acho de extrema falta de elegância mesmo. Nivelar por baixo é muito feio. Em todo caso, como nós estamos num país que é uma desordem, seja o que Deus quiser”.

Foi o que Deus quis.

Marta, que é conhecida por opiniões pervertidas e absurdas sobre sexo, ficou ainda mais famosa ao declarar diante do caos dos aeroportos, que resultou em horrível desastre aéreo: “Relaxa e goza”.

Com a decadência moral e eleitoral da campanha da militante petista, grafiteiros picharam essas mesmas palavras nos muros de São Paulo nos últimos dias da eleição.

Como paulistano, digo para Marta, diante de seu desastre eleitoral e moral: faça agora muito bom uso de suas próprias palavras.

Fonte: www.juliosevero.com

Sobre esse mesmo assunto, leia também:

Assessor de Lula, adepto da teologia da libertação, trabalha para melhorar a imagem de Marta Suplicy entre cristãos

PT e padres preparam manifesto contra rejeição a Marta

Lula diz que evangélicos não devem “retribuir preconceito” e pede votos para Marta

Marta Suplicy questiona [homo]sexualidade de Kassab

Por Que o Mundo Odeia os Judeus e Sua Nação, Israel?

Por Que o Mundo Odeia os Judeus e Sua Nação, Israel?

Escrito por: Thaís Rêgo. 17 anos, estudante do 2° ano do ensino médio. Belém, PA.

Muitos de vocês já devem ter se feito essa pergunta pelo menos mil vezes. O que esse povo fez pra merecer tanto ódio? O fato é que ninguém consegue explicar ao certo o motivo pra tamanha perseguição. Sofremos com a escravidão no Egito, Inquisição, Holocausto e muitos outros. E a toda hora surge uma nova pessoa com a mesma idéia de sempre: acabar com Israel. Quando fazemos essa pergunta para um não judeu eles respondem:

— Desde que chegaram ao mundo, os Judeus só fazem criar problemas por onde eles passam.

Ou então,

— O que é que eles tinham que ter invadido a terra dos outros?

É até irônico ouvir isso, como se o nosso problema começasse dessa época de conflitos árabes e israelenses, como se não fossemos talvez o povo mais antigo no mundo. Como se a terra mesmo fosse da tal "Palestina" e como se nós procurássemos problemas com os outros povos.

Mal eles sabem que a terra nos pertencia antes de sermos expulsos dela. Mal eles sabem que já existiram dezenas de povos (que eram maioria antigamente) que tentaram acabar com os Judeus e por fim sumiram do mapa. Hoje nem sequer sabemos da existência deles.

Sempre fomos minoria, e por incrível que pareça, continuamos firmes e fortes. O que os nossos inimigos não sabem é que eles ajudam no nosso fortalecimento. Quanto mais ódio aos judeus, mais forte nós ficamos! E estes povos acabam por se auto-destruir.

O que acaba com um Judeu? A assimilação! A perda de seus valores e o esquecimento de todo o nosso passado glorioso. Principalmente: um próprio judeu renegar as suas origens. Somos um povo normal como todos os outros (nem superiores e nem inferiores, mas com uma missão diferenciada), com acertos e erros. E ao mesmo tempo não somos. Pois conseguimos coisas que nenhum outro povo sequer pode imaginar ser possível. Quanto mais nos odiaram na história, mais nos abraçamos e isto nos fortaleceu. As vezes, é em tempos de calmaria que esquecemos quem somos. Isso se encaixa naquele ditado, "É com as pedras que você joga em mim, que eu construo o meu castelo".

Será que é tão difícil nos deixar em Paz? Nosso intuito nunca foi de criar guerras, pelo contrário! Aceitamos os 53% (sendo que 80% desses 53% era área desértica) que a ONU nos deu da terra que POR DIREITO era para ser nossa na integralidade.

Colaboramos com o mundo de diversas maneiras: com ajudas humanitárias, descobertas médicas e com as invenções de grandes gênios JUDEUS.

Alias, talvez podemos destacar entre os maiores homens que existiram na humanidade, cinco judeus: Albert Einstein, Freud, Carl Marx, Moisés e Jesus. Sim, Jesus em nenhum momento renegou as suas origens judaicas, apenas não agiu da forma mais correta de acordo com a religião judaica.

Falando nisso, de onde surgiu essa idéia de que fomos nós que o matamos? Engraçado é que naquela época os romanos acabavam com a vida de todo mundo. Os super tiranos foram bonzinhos com Jesus, né? E a crucificação nem era método romano de assassinato capital? É claro que é! Taí mais uma história que inventaram pra aumentar o ódio pelos Judeus. Já chegaram a dizer que até o Holocausto não existiu (e o que aconteceu com os 6 milhões de mortos, REGISTRADOS?) Israel é o país que abre seus hospitais para cuidar de doentes palestinos, sejam eles feridos de combates, ou doentes normais.

Estamos sozinhos nessa guerra, e só podemos contar conosco mesmo. Os EUA não estão do nosso lado por que "vão com a nossa cara". Por sinal, nem sequer estavam ao nosso lado (embora o mito diga o contrário) até a década de 70. Antes, os maiores apoiadores de Israel foram a França e a Rússia, que logo no começo forneceu armas ao país por achar que Israel se tornaria socialista. Após se sentir traído, Moscou passou a abastecer os países árabes. Se hoje os EUA se alinham conosco, é porque somos um ponto estratégico importante, único aliado confiável na região, única democracia e mais alguns valores em comum. Não dá para negar a influência de uma parcela dos judeus americanos neste apoio, sejam políticos, empresários ou artistas. Mas hoje, de fato, até a direita cristã americana faz mais pressão do que os judeus locais neste sentido.

Churchill não nos ajudou por que estava com pena da gente na Segunda Guerra Mundial e sim por que ele queria uma Alemanha livre da ditadura. Assim como outros que nos "ajudaram" ao longo do tempo em troca de favores. A prova disso é que ao mesmo tempo que lutava contra os alemães, a Inglaterra fechava as porta à imigração judaica para a “Palestina”, impedindo que centenas de milhares de judeus se salvassem. É claro que tivemos quem nos desse apoio, principalmente se formos olhar ações individuais e não de governos, e graças a essas pessoas conseguimos salvar muitas vidas. Mas isso lamentavelmente é minoria.

Infelizmente as pessoas não reconhecem o que fazemos de bom ao mundo, "pegam o bonde andando" das notícias que as redes de televisão (parciais e distorcidas) falam e acham que Israel não passa de um estado terrorista fanático com sede de vingança.

Sempre estivemos dispostos a acordos, mas o único resultado que faria a oposição se aquietar seria destruir cada judeu desse mundo junto com a sua nação, Israel. Felizmente hoje em dia temos um dos exércitos mais poderoso do mundo e sabemos bem nos proteger. O judaísmo está vivo e forte. Temos movimentos Juvenis que pregam o Judaísmo no mundo todo. Doações para Judeus de cada canto do mundo irem estudar a Torá em Eretz Israel ( a Terra de Israel). Vale a sábia frase: Se os árabes abaixarem suas armas, teremos paz. Se os Judeus abaixarem suas armas, não teremos mais Israel. D-us nos abençoe!

Fonte: De Olho na Mídia

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia também:

Quem afinal precisa de Israel?

O que todo cristão precisa saber sobre Israel

25 de outubro de 2008

Em encontro de pastores pró-Gabeira, ele é comparado a Moisés

Em encontro de pastores pró-Gabeira, ele é comparado a Moisés

Depois do péssimo exemplo de Marina Silva, outros evangélicos do Rio dão apoio a Gabeira. Provavelmente, os evangélicos do Brasil estão muito bem preparados para recepcionar o Anticristo.

Pastor compara Gabeira com o profeta Moisés

Em encontro para selar o apoio de pastores evangélicos, Fernando Gabeira (PV) teve sua trajetória comparada à história do profeta Moisés. Político sem religião declarada, o verde pediu uma oração por ele e seu projeto para a cidade. Gabeira recebeu o apoio do líder da Igreja Reina, o bispo Hermes Fernandes, e de pastores da Assembléia de Deus e das igrejas Batista e Presbiteriana, em cerimônia em Campo Grande (zona oeste). Na oração solicitada pelo candidato, o reverendo inglês Martin Scott, em visita ao Brasil pela Pioneer Church (igreja pioneira, em inglês), afirmou que “há comparação entre o senhor [Gabeira] e aquilo que Moisés atravessou”.

Fonte: CongressoEmFoco

Veja também:

Marina Silva e Gabeira: nunca se assuste com o que um evangélico ou evangélica na política faz ou deixar de fazer

Começa julgamento de gays acusados de contagiarem parceiros com HIV

Começa julgamento de gays acusados de contagiarem parceiros com HIV

Começou o julgamento de três homossexuais acusados de infeccionarem propositalmente parceiros sexuais com o HIV.

Tudo começou em junho de 2006 na cidade de Groningue, norte da Holanda, após a constatação de um forte aumento da taxa de HIV entre homossexuais.

Três homens com HIV foram presos, acusados de violar e injetar sangue em quatorze homens propositalmente durante orgias sexuais. Os encontros foram marcados através de sites gays na internet. Quatorze homens no total, entre 20 e 40 anos, afirmaram que foram drogados com ecstasy e GHB e depois [estuprados].

Doze foram diagnosticados com o vírus.

Os acusados com 35, 48 e 49 anos, foram presos em 2007, e podem pegar pena de até 21 anos de cadeia.

Fonte: site homossexual Gay1

Outros artigos importantes:

Médico homossexual portador do HIV confessa que abusava sexualmente de meninos

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A maior organização gay dos EUA confessa a verdade: “o HIV é uma doença gay”.

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Nem todos têm AIDS

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24 de outubro de 2008

Assessor de Lula, adepto da teologia da libertação, trabalha para melhorar a imagem de Marta Suplicy entre cristãos

Assessor de Lula, adepto da teologia da libertação, trabalha para melhorar a imagem de Marta Suplicy entre cristãos

O texto abaixo é do jornal O Globo, porém os comentários inseridos em fonte vermelha foram escritos por Julio Severo, exclusivamente para este blog.

Assessor de Lula faz ponte entre Igreja e Marta

Ricardo Galhardo

Gilberto Carvalho tirou férias para mergulhar na campanha e tenta também manter o PT de São Paulo unido

Desde que tirou férias há 15 dias para reforçar a campanha de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo, o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, tem atuado como bombeiro da fogueira de vaidades em que se transformou o PT paulista durante a campanha eleitoral. Além disso, Carvalho, que iniciou a vida política nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja [Carvalho tem muita experiência na teologia da libertação, uma ideologia esquerdista radical que visa “libertar” os cristãos do Evangelho verdadeiro para torná-los seguidores de Karl Marx e outros monstros socialistas], articulou um manifesto de católicos em favor de Marta, desaprovado pela cúpula da Igreja em São Paulo. Carvalho também ajudou a aproximar a petista de evangélicos.

Vim porque houve um pedido da coordenação para ajudar junto às igrejas. Além disso, tenho conversado com deputados e senadores do PT para mantermos a união do partido na reta final — diz ele.

A atuação de Carvalho junto a católicos e evangélicos das igrejas Universal do Reino de Deus e Assembléia de Deus já rendeu frutos. O principal foi a divulgação do “Manifesto de Católicos pela Justiça”, da ala mais progressista, em apoio à candidata. O manifesto, contudo, foi reprovado pelo bispo auxiliar de São Paulo, dom Pedro Luiz Stringhini. No site da CNBB, o bispo diz que “a Igreja não aprova a participação de padres em apoio a um manifesto de caráter político, partidário, eleitoral”.

Defensora de teses como o direito ao aborto, além da união civil entre pessoas do mesmo sexo, Marta foi rejeitada por setores da Igreja que aderiram à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) no primeiro turno.

— Foi armada uma grande intriga de religiosos contra a Marta. Fiquei impressionado com a eficácia da difusão de calúnias contra ela no meio católico — disse Carvalho. [Pobrezinha da Marta! Dizem que ela apóia o aborto e o homossexualismo. Dizem também que ela foi autora do primeiro projeto de lei para legalizar uniões civis para homossexuais. Quantas calúnias!!! Como podem acusar a santa Marta de tantas abominações? Marta é pura demais para fazer essas coisas! Os cristãos deviam ter vergonha de dizer essas coisas da santa Marta.]

A reação da Igreja conservadora é tão forte que o manifesto foi divulgado em 500 mil exemplares sem a assinatura de seus autores para evitar retaliações.

Com a ajuda de Carvalho, Marta fez um aceno aos evangélicos ao aceitar flexibilizar a lei Cidade Limpa para excluir proibições quanto aos templos religiosos, caso seja eleita. O trabalho mais árduo de Carvalho em São Paulo, no entanto, tem sido o de bombeiro das disputas internas do partido na cidade.

Por um lado, ele precisa driblar as resistências do grupo de Marta a outros setores do partido, como o liderado pelo deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP). O coordenador-geral da campanha de Marta, Carlos Zaratini, nega os atritos:

O Gilberto veio ajudar. Pedimos o apoio dele. Além de ajudar junto aos setores religiosos, onde ele tem relações muito boas com católicos e evangélicos, ele faz a ponte com movimentos populares. O partido está unido e funcionando com uma tranquilidade muito grande.

Fonte: O Globo - 22/10/2008

Marina Silva e Gabeira: nunca se assuste com o que um evangélico ou evangélica na política faz ou deixar de fazer

Marina Silva e Gabeira: nunca se assuste com o que um evangélico ou evangélica na política faz ou deixar de fazer

Julio Severo

Já que Marta Suplicy, a candidata do PT e dos militantes homossexuais, está afundando no próprio vômito em São Paulo, podemos dar uma pausa para considerar o que está acontecendo no Rio. O jornal O Globo informa sobre a eleição no Rio:

Marina Silva anuncia apoio a Gabeira

A ex-ministra do Meio Ambiente e senadora Marina Silva (PT-AC) anunciou nesta sexta-feira seu apoio ao candidato a prefeito do Rio Fernando Gabeira (PV/PSDB/PPS). Ela afirmou que a causa ecológica e a amizade de mais de 20 anos a levaram a ser a primeira estrela petista a divergir do apoio oficial ao candidato Eduardo Paes (PMDB/PTB/PP/PSL), decidido pela cúpula do PT no Rio.

— Compreendo a posição do PT, mas me sinto inteiramente à vontade para manifestar meu apoio a Gabeira. Seria uma contradição com a minha trajetória não apoiá-lo — disse a ex-ministra. Leia mais aqui .

Já que no Brasil tudo é possível, inclusive o envolvimento de pastores evangélicos com anticristos e até mesmo com Lula, não seria de estranhar que uma evangélica como Marina Silva esteja apoiando Fernando Gabeira, que é DEFENSOR DA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA E DA PROSTITUIÇÃO no Brasil, atuou como TERRORISTA NO SEQÜESTRO do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Elbrick; e é defensor da união civil entre pessoas do mesmo sexo e da descriminalização do aborto. No Congresso Nacional tramita projeto de lei de autoria de Gabeira que busca legalizar a prostituição como profissão.

Os cariocas não deveriam votar em Eduardo Paes, que recebe o apoio de Lula e apóia a criminalização da chamada “homofobia” — cuja conseqüência direta é a perseguição dos cristãos que não concordam com o homossexualismo. E muito menos deveriam votar em Gabeira. Quanto ao apoio de Marina Silva a Gabeira, não estranhe.

Em se tratando do Brasil, nunca se assuste com o que muitos políticos evangélicos fazem ou deixam de fazer. Tudo é feito por amor ao deus a quem servem.

Fonte: www.juliosevero.com

23 de outubro de 2008

Chamada da Meia-Noite comemora o aniversário de 60 anos do moderno Estado de Israel

Chamada da Meia-Noite comemora o aniversário de 60 anos do moderno Estado de Israel

Marxismo selvagem

Marxismo selvagem

Eguinaldo Hélio de Souza

O que me moveu a escrever sobre o tema é a saturação da presença de Marx no meio acadêmico. Até pichado nas paredes dos banheiros podem ser encontradas frases dele. De Fidel a Lula, sua barba símbolo está presente. Seus escritos, como todo clássico que se preze, são mais comentados do que lidos. São quase livros sagrados. Apenas citações esparsas são encontradas aqui e ali.

Marx não foi um marxista com toda a certeza. Não no sentido em que geralmente se usa essa expressão, para mostrar que os pensamentos do autor foram distorcidos pelos seus discípulos. Ele não foi um marxista porque jamais viveu da maneira como disse que o mundo deveria viver.

Embora condenasse o capitalismo, foi sustentado por um capitalista, Friederich Engels, a quem escrevia “Prefiro cortar um dedo da mão a lhe pedir dinheiro novamente”. E lá vinha a polpuda quantia... As heranças de parentes ricos foram avidamente devoradas e mal administradas por ele. (Sua mãe chegou a escrever uma carta dizendo que preferia que seu filho arrumasse alguma capital, ao invés de somente escrever sobre ele).

Embora descrevesse o proletariado como a classe redentora da humanidade, pintando-a com um colorido messiânico tirado das páginas do profeta Isaías, estava longe do que pode ser chamado de proletário. Isso explica a presença de milionários, artistas e outras personalidades nada proletárias em partidos comunistas-marxistas-comunistas. Como disse Alain Besançon em sua magistral obra A Infelicidade do Século, a revolução comunista jamais é realizada pelo proletariado e sim pela seita ideológica que fala em nome dele.

Ainda diferente dos socialistas utópicos condenados por Engels em sua obra Do socialismo utópico ao socialismo científico, Marx jamais chegou perto de algum experimento real de suas teorias. Roberto Owen, Saint-Simon e Charles Fourier podem ter fracassado em seus experimentos sociais, mas ao menos tentaram sair da letra para a ação. Ele jamais superou o estágio de teórico de gabinete. Tinha uma fé gigantesca em suas teorias, embora não nenhum fato concreto ratificasse essa fé. Sua confiança nas “inexoráveis leis históricas” soa ingênua hoje.

O máximo que a história conseguiu até hoje foi provar que Marx estava errado. O capitalismo continua vivo e todas as tentativas práticas de aplicar Marx terminaram num banho de crueldade e sangue. O socialismo sobrevive hoje apenas em países-prisões como Coréia do Norte e em Cuba.

Se os Titãs acham que o capitalismo é selvagem, precisavam ler sobre os expurgos políticos da União Soviética feitos por Lênin e Stalin, a Revolução Cultural de Mao-Tse-Tung na China ou assistir Gritos no Silêncio, onde aparecem inúmeros esqueletos humanos boiando no rio, vítimas da revolução comunista do Camboja. Se Marx não foi marxista em seu tempo, creio muito menos o seria hoje.

Não consigo entender essa paixão por Che Guevara, Cuba e o socialismo. Os piores cegos continuam sendo aqueles que não querem enxergar. Claro que o capitalismo merece muitas críticas (aliás, o que não merece crítica nesse nosso mundo caído). Entretanto, com certeza as melhores alternativas não estão nas divagações do velho Karl.

Talvez possamos parodiar Winston Churchill e dizer que o capitalismo ainda é o pior dos sistemas econômicos. Com exceção de todos os outros.

Pense nisso.

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia também:

A Grande Mentira: O Socialismo Começou na Bí­blia

Jesus e os pobres: nenhuma semelhança com o socialismo

Não Se Engane: o Comunismo Nunca Foi Melhor do que o Nazismo

Editora Vida & Frei Betto

Marxismo: A Máquina Assassina

EVOLUÇÃO: Uma Heresia em Nome da Ciência

O socialismo é diabólico

Comunismo: De volta ao futuro

O racismo de Karl Marx

Marcelo Crivella: Evangelho “é a cartilha mais comunista que existe”

22 de outubro de 2008

Homossexual é condenado à prisão perpétua por tortura, assassinato e canibalismo

Homossexual é condenado à prisão perpétua por tortura, assassinato e canibalismo

De acordo com o jornal G1, da Globo, um “cozinheiro” matou o amante. Por incrível que pareça, o império global omitiu totalmente aspectos importantes dessa notícia. Se fosse o caso de um heterossexual matando e canibalizando um homossexual, a mídia liberal gritaria por medidas urgentes contra a “homofobia assassina e insana”.

O que o oposto deveria trazer? Medidas urgentes contra o homossexualismo assassino e insano.

A notícia abaixo é de um site homossexual.

Gay acusado de canibalismo é julgado culpado

Depois de três horas de duração, o júri deu a sentença para o ex-Mr.Gay do Reino Unido, acusado de cortar e cozinhar partes do ex-namorado em Leeds, Inglaterra.

Anthony Morley (à esquerda), 36, cortou a garganta de Damian Oldfield (à direita) depois de várias facadas na vítima em abril deste ano.

Morley, que é “chef”, foi preso em um mercado próximo a sua casa, com a roupa suja de sangue. Ele alegou que tinha matado um homem que havia tentado violá-lo.

Morley sustentou que matou a vítima em legítima defesa e encontrava-se inseguro sobre a sua homossexualidade.

No dia do crime, Oldfield, que trabalhava na publicidade de uma revista gay, disse que não queria mais continuar o namoro.

Eles beberam e dormiram juntos na casa de Morley. Pela manhã, o ex-Mr Gay de 1993, disse que acordou com Oldfield fazendo sexo oral nele.

O acusado declarou à Corte que ficou aterrorizado com a idéia de que Oldfield fosse estuprá-lo, alegando um trauma de infância.

Ele contou que não sabe como matou o ex-namorado e não se lembra do que ocorreu após o ataque.

Ele também disse que não se recordava de ter cozinhado partes da vítima, mas poderia tê-lo feito imaginando que estava preparando uma carne no restaurante em que trabalha.

A polícia encontrou na casa seis pedaços de carne humana cozida, temperos, óleo e a faca usada no crime.

Fonte: Gay1

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

Policial gay acusado de abusar sexualmente de menino

Organizador de parada gay pego em operação policial contra abuso sexual de menores

Homossexualismo, pedofilia, animais e meninos: o que tem mais valor?

21 de outubro de 2008

Grupo gay perseguidor de cristãos recebe condecoração e ajuda do governo Lula para entrar na ONU

Grupo gay perseguidor de cristãos recebe condecoração e ajuda do governo Lula para entrar na ONU

Julio Severo

Não é difícil ver que a introdução de leis anti-homofobia tem como objetivo muito mais do que só proteger o comportamento homossexual. Visa também eliminar a liberdade de quem não concorda com essa prática sexual. Esse tem sido o resultado típico no mundo inteiro, onde as maiores vítimas sempre são a liberdade religiosa e o bem-estar das famílias.

Em defesa do casamento: quando direitos são usados para exterminar a liberdade:

http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/em-defesa-do-casamento-quando-direitos.html

Com a introdução na ONU de pioneira resolução brasileira classificando o homossexualismo como direito humano inalienável em 2003, 2004 e 2005, deu para ver também que o governo Lula está determinado a sacralizar o homossexualismo a nível internacional.

Aconteceu em 2003: Ativistas gays ameaçam campanha agressiva para que paí­ses apóiem resolução do Brasil na ONU

http://juliosevero.blogspot.com/2003/06/ativistas-gays-ameaam-campanha.html

Aconteceu em 2004: Governo Lula luta para favorecer homossexualismo na ONU

http://juliosevero.blogspot.com/2004/04/governo-lula-luta-para-favorecer.html

A Agenda Gay e a Sabotagem dos Direitos Humanos

http://juliosevero.blogspot.com/2004/01/agenda-gay-e-sabotagem-dos-direitos.html

Até mesmo na Organização dos Estados Americanos o governo Lula tem levantado a bandeira do Brasil a favor do homossexualismo. Nunca antes o Brasil teve um governo tão obcecado por sexo fora dos padrões normais.

Organização dos Estados Americanos aprova resolução de “direitos humanos” homossexuais

http://juliosevero.blogspot.com/2008/06/organizao-dos-estados-americanos-aprova.html

Agora, para que ninguém tenha dúvida das implicações e ligações da defesa de direitos homossexuais com perseguição de cristãos, o governo Lula acabou de ajudar a entrar na ONU a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais), o mesmo grupo responsável por ações contra Silas Malafaia, VINACC, Julio Severo e outros cristãos.

Toni Reis, o presidente da ABGLT, declarou de forma eufórica: “Estaremos dentro da ONU e levaremos de forma diplomática a nossa questão. Estamos muito orgulhosos. O apoio da comissão brasileira foi fundamental. Mesmo com inúmeros interesses comerciais o governo brasileiro nos defendeu”. (http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=6057)

As ações da ABGLT contra Malafaia, VINACC, Severo e outros cristãos ocorreram exclusivamente porque eles defendem a posição da Bíblia de que o homossexualismo é pecado. A ABGLT mantém a interpretação radical de que tais opiniões são equivalentes a posturas criminosas.

ABGLT entra com ações legais por crime de ódio contra cristãos brasileiros

http://juliosevero.blogspot.com/2007/11/homossexuais-brasileiros-entram-com-aes.html

ABGLT pede providências contra o programa de TV “Vitória em Cristo” do Pr. Silas Malafaia

http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/grupo-gayzista-pede-providncias-contra.html

ABGLT lança múltiplas ações legais para silenciar a oposição cristã

http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas.html

Depois de todas essas ações contra os cristãos, a ABGLT recebeu em 2008 a Ordem do Mérito Cultural do governo Lula (http://www.cultura.gov.br/site/2008/10/02/ordem-do-merito-cultural-2/). No ano passado, quem ganhou essa mesma condecoração foi Luiz Mott que, a semelhança da ABGLT, tem se destacado por ações contra os cristãos.

Luiz Mott publica os endereços residenciais de ativistas pró-família

http://juliosevero.blogspot.com/2008/05/lder-homossexual-publica-os-endereos.html

Os cristãos são obrigados a ficar quietos enquanto grupos gays radicais recebem apoio, dinheiro e condecorações do governo brasileiro por intimidarem os cristãos.

Se as leis anti-homofobia forem aprovadas e cristãos forem presos, mais grupos gays serão condecorados, pois na mentalidade do governo Lula e dos militantes gays a defesa do homossexualismo tem tudo a ver com a eliminação da liberdade de os cristãos expressarem a opinião de Deus acerca da sodomia.

Fonte: www.juliosevero.com