30 de setembro de 2008

Diante do silêncio covarde dos liberais e esquerdistas, levanta-se outro Hitler contra Israel

Diante do silêncio covarde dos liberais e esquerdistas, levanta-se outro Hitler contra Israel

Julio Severo

Hoje, temos certeza absoluta de que Hitler queria matar judeus, porque seus desejos foram concretizados.

Inimigo dos judeus, mas amigo dos muçulmanos

O ódio e a obsessão assassina de Hitler eram motivados muito mais do que por racismo, porque o nazismo mantinha harmonia e aliança com muçulmanos, e Hitler chegou até a elogiar o islamismo. Ele conseguia ter amizade com os muçulmanos e com monges budistas do Tibete, mas os judeus não tinham essa “sorte”.

Para a alegria dos muçulmanos radicais, que têm tanto ódio dos judeus quanto os nazistas, ninguém matou mais judeus do que Hitler. Hoje, embora o livro “Minha Luta” do líder nazista esteja praticamente banido na Europa e outros países, em muitas nações muçulmanas seu sucesso é extraordinário. Aliás, ele é visto como herói entre muitos muçulmanos, inclusive os árabes “palestinos”, inimigos mortais de Israel.

Décadas depois de a população judaica da Europa ser quase que exterminada, começou um crescimento assustador da população muçulmana na Europa. Esse aumento muçulmano vem sendo acompanhado por um aumento de hostilidade e perseguição aos judeus, que estão tendo de se mudar para Israel. Na Europa moderna, Israel é considerado o obstáculo número 1 para a paz mundial.

O fato é que Hitler nunca sentiu pelos muçulmanos o que sentia pelos judeus. Até o fim da 2 Guerra Mundial, ele manteve suas alianças e amizade com muçulmanos e monges tibetanos.

O ódio anti-judeu e suas raízes espirituais

Aos judeus, ele reservava um ódio especial e infernal. Apocalipse 12 explica esse ódio: Israel, representado por uma mulher, sempre seria perseguido por Satanás, que move líderes e nações inteiras contra os judeus. Esse ódio é motivado exclusivamente por fatores espirituais: sobre Israel está a aliança de Deus. E hoje sabe-se que Hitler estava envolvido em bruxaria de alto nível.

Antes e durante a 2 Guerra Mundial, Satanás trabalhou seu plano de ódio contra os judeus de modo que eles não tiveram escapatória. Até mesmo os Aliados, que já conheciam a existência dos campos de concentração nazistas, jamais moveram um só dedo, antes ou durante a guerra, para destruir a infra-estrutura maligna responsável pelo Holocausto. Os Aliados chegaram a cometer grandes maldades, pois quando os judeus europeus precisavam de um lugar para fugir e escolheram a Terra Prometida, a Inglaterra os impediu de ir para lá, condenando-os a ficar nas mãos dos nazistas. Tudo colaborou num projeto diabólico para aniquilar a população judaica.

A 2 Guerra Mundial acabou, mas o ódio de Satanás contra Israel permanece. Como no passado, as nações de hoje se ajuntam contra Israel. Embora existam vários países que cometem graves violações de direitos humanos, o país que mais recebe condenações da ONU não é a Coréia do Norte, nem a China, nem Cuba. É Israel.

Levanta-se outro Hitler odiador de Israel

Um líder internacional com o ódio anti-Israel de Hitler teria vez no mundo de hoje? Pergunte à ONU. A ONU não só condena Israel sistematicamente, mas também deu recentemente oportunidade para Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã, falar.

Ahmadinejad tornou-se famoso mundialmente, porque ele e seu governo põem em dúvida o fato de que os nazistas assassinaram 6 milhões de judeus. Ele também já declarou que quer ver a eliminação de Israel da face da Terra. Mesmo depois dessas declarações e intenções, ele já esteve na ONU discursando duas vezes.

Se Hitler estivesse vivo, ele estaria aplaudindo a ONU e o Irã.

Se Hitler estivesse vivo, sem dúvida alguma ele fabricaria bombas atômicas para liquidar de vez todos os judeus de Israel e do mundo. Aliás, os muçulmanos radicais sempre dizem que é preciso terminar o que Hitler começou… É de estranhar então que Mahmoud Ahmadinejad esteja iniciando a fabricação de armas nucleares?

Quem é que está se levantando para denunciar Ahmadinejad e seu ódio contra Israel? Os cristãos conservadores. Sarah Palin, que concorre à vice-presidência dos EUA, declarou:

Ahmadinejad pode escolher [na ONU] suas palavras com muito cuidado, mas debaixo de toda a retórica está uma agenda que ameaça todos os que buscam um mundo mais seguro e livre…

Ele deve ser impedido.

O mundo precisa despertar para a ameaça que esse homem representa para todos nós. Ahmadinejad nega que o Holocausto tenha ocorrido. Ele sonha em ser o continuador da “Solução Final” — a eliminação do povo judeu. Ele chama Israel de “cadáver fedorento” que está “a caminho de sua aniquilação”. (http://www.nysun.com/opinion/palin-on-ahmadinejad-he-must-be-stopped/86311/)

Palin pôde assumir tal posição não só porque é cristã pentecostal, mas também porque é conservadora.

Liberais e esquerdistas: todos unidos no ódio à aliança de Deus com Israel

Já os cristãos liberais estão realizando eventos ecumênicos para dialogar com Ahmadinejad, porque querem paz a todo custo, mesmo que o preço seja dar tempo para o ditador iraniano terminar de fabricar suas bombas.

Os liberais e esquerdistas — sejam ateus, católicos, evangélicos, etc. — são interessantes, porque todos eles basicamente pensam do mesmo jeito.

Juntando-se ao coro secular de acusadores que desprezam Israel e a aliança que Deus tem com o povo judeu, eles também chamam os cristãos conservadores de nazistas e iguais a Hitler, mas não conseguem enxergar quando se levanta um ditador que, como Hitler, tem ódio obsessivo contra Israel. Os mesmos esquerdistas que abrem a boca e vociferam contra os cristãos conservadores ficam em silêncio diante do ódio anti-Israel de Ahmadinejad.

A escritora Ann Coulter bem resumiu a contradição dos liberais e esquerdistas, dizendo:

Depois de décadas comparando Reagan com Hitler e Bush com Hitler, os liberais finalmente decidiram que é errado fazer comparações com Hitler. Mas o único líder ao qual eles aplicaram sua nova norma é: o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

Embora Ahmadinejad não tenha feito nada tão “gravemente maligno” como cortar os impostos dos lucros sobre o capital, ele realmente nega que o Holocausto ocorreu, pede a destruição de Israel, nega que existam gays no Irã e se recusa a abandonar seu programa nuclear apesar dos protestos da ONU. Esse é o único líder mundial que os liberais não nos permitem comparar com Hitler. (http://www.humanevents.com/article.php?id=26724)

A história se repete. Os liberais de ontem, que antes da 2 Guerra Mundial mantinham um silêncio covarde diante de Hitler, hoje não sabem o que fazer quando o ditador iraniano prega a destruição de Israel.

Já que os liberais são incapazes de enxergar ou interpretar os sinais dos tempos, cabe aos cristãos proféticos darem o grito de alerta. O maior odiador de Israel pode mover líderes, nações e a ONU contra os judeus, mas a aliança de Deus com Israel é eterna.

Os Hitleres, os Ahmadinejads e todos os inimigos de Israel vêm e vão, mas feliz é a nação, o líder e a pessoa que entende e apóia a aliança de Deus com Israel.

Fonte: www.juliosevero.com

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29 de setembro de 2008

Entendendo algumas questões homossexuais

Entendendo algumas questões homossexuais

Julio Severo

Origem Genética?

O movimento homossexual costuma citar pesquisas que dizem provar que um indivíduo pode se tornar homossexual por causa de fatores genéticos. O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês especializado em tratamento psicoterapêutico da homossexualidade e problemas de família, oferece a seguinte opinião:

…os padrões de comportamento comprovam a improbabilidade de que a orientação sexual tenha uma origem genética. Sabe-se, por exemplo, que até mesmo em pessoas com cromossomos anormais a orientação sexual depende principalmente do papel sexual em que a criança foi criada. Sem mencionar os tratamentos psicoterapêuticos que têm tido sucesso em mudar radicalmente a orientação de indivíduos homossexuais. Será que esses tratamentos então causam mudanças genéticas nas pessoas? Isso é improvável.[1]

A questão mais séria é que os ativistas gays estão, de uma forma ou de outra, por trás das pesquisas que “provam” que o homossexualismo tem origem genética. Quem diz isso é o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia. Ele afirma:

A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays.[2]

Um Ex-Homossexual Fala

No entanto, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que era homossexual antes entregar sua vida para Jesus Cristo, diz:

Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce ele já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências. Ainda que em certos casos alguns indivíduos se tornassem homossexuais como “produto” da natureza, isso quer dizer que poderíamos desejar o homossexualismo e considerá-lo normal? A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais com depressão, desordens obsessivas, diabetes… mas não consideramos esses problemas “normais” só porque ocorrem “naturalmente”. Então por que é que o homossexualismo é colocado numa categoria diferente? Vale a pena mencionar que há alguns estudiosos sugerindo que a atração sexual de um adulto por crianças poderia ser também produto de alguma influência biológica inerente. Se conseguirem provar isso, então teremos que aprovar a relação sexual entre adultos e crianças?… Por exemplo, alguns cientistas crêem que há pessoas que nascem com influências biológicas para com o alcoolismo, vício de drogas, comportamento criminoso e até mesmo o divórcio. Mas isso significa que tais pessoas são obrigadas a se tornarem e permanecerem viciadas e criminosas? A biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas.[3]

Nem mesmo o famoso Dr. Alfred Kinsey, que os ativistas gays não se cansam de citar para apoiar suas práticas sexuais, parecia acreditar que o homossexualismo tem causas genéticas. Ele disse: “Eu mesmo cheguei à conclusão de que o homossexualismo é em grande parte uma questão de condicionamento.”[4]

A Homossexualidade é Doença?

O movimento homossexual diz que a conduta sexual dos homossexuais não é doença.[5] Concordamos que o homossexualismo não é doença, e também concordamos com o Dr. Sigmund Freud quanto à categoria em que a homossexualidade está. Embora rejeitasse a tradição judaico-cristã, Freud, psiquiatra e fundador da psicanálise, recomendou um critério útil pelo qual podemos avaliar as atividades sexuais. Ele disse:

Nosso dever é oferecer uma teoria satisfatória que esclareça a existência de todas as perversões descritas e explicar sua relação com a chamada sexualidade normal.

Tais desvios do objetivo sexual, tais relacionamentos anormais ao propósito sexual, têm se manifestado desde o começo da humanidade em todas as épocas das quais temos conhecimento, e em todas as raças, das mais primitivas às mais altamente civilizadas. Às vezes têm tido êxito em alcançar a tolerância e a aceitação geral.

Além disso, uma característica comum a todas as perversões é que nelas se coloca de lado a reprodução. Este é realmente o critério pelo qual julgamos se uma atividade sexual é pervertida — quando ela não tem em vista a reprodução e vai atrás da obtenção de prazer independente.

Você entenderá, pois, que o ponto decisivo no desenvolvimento da vida sexual está em subordiná-la ao propósito da reprodução… tudo o que se recusa a se adaptar a essa finalidade e só é útil para a busca de prazer é chamado pelo vergonhoso título de “perversão” e como tal é desprezado.[6]

A Homossexualidade é Natural?

Os ativistas homossexuais declaram que “a homossexualidade é natural.”[7] Os grupos gays, e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual, se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais.

As alegadas “descobertas” básicas de Kinsey são:

Todos os orgasmos são meios de vazão e iguais entre marido e esposa, menino e cão, homem e menino, menina ou bebê — pois não há normalidade e anormalidade.

O objetivo da relação sexual é o orgasmo…

Os tabus sexuais e as leis envolvendo questões sexuais são rotineiramente quebrados. Portanto, todos esses tabus e leis têm de ser eliminados, inclusive na área de estupro de mulheres e crianças, a menos que haja o uso de “força” excessiva e sejam comprovados graves danos.

Todo contato sexual antes do casamento aumentará a probabilidade de um casamento duradouro e bem-sucedido…

Os seres humanos são por natureza bissexuais. O fanatismo e o preconceito religioso forçam as pessoas a viver na castidade, heterossexualidade e monogamia.

As crianças são sexuais e podem ter orgasmos a partir do nascimento. Elas não sofrem nenhum dano quando têm relações sexuais com indivíduos da família e com adultos…

Não há nenhuma razão médica para se proibir o incesto e o sexo entre adultos e crianças.

Todas as formas de sodomia são naturais e saudáveis.

Os homossexuais representam de 10 a 37% da população ou mais.[8]

Um ativista gay, que usou a pesquisa de Kinsey para avançar o movimento homossexual nos EUA, declarou:

“Eu fiz campanha com os grupos gays, nos meios de comunicação em todo o país, para promover a descoberta que Kinsey fez, de que os homossexuais estão em todos os lugares. E as questões que vieram por causa das implicações dos dados de Kinsey se tornaram as chaves para as campanhas políticas, educacionais e legislativas nacionais durante meus anos na Aliança Ativista Gay de Nova Iorque e na Força Tarefa Gay Nacional. Depois de anos trabalhando para educar os meios de comunicação e os legisladores, o conceito de que 10 por cento da população são gays se tornou um fato aceito pela maioria. Embora seja necessário continuar citando esse dado, o número de 10 por cento é regularmente utilizado por estudiosos, pela imprensa e pelas estatísticas do governo. Contar repetidas vezes um mito ou informação faz com que pareça realidade.”[9]

Os homossexuais são realmente 10% da população? De acordo com uma pesquisa nacional realizada nos EUA, só 1% dos entrevistados se declarou exclusivamente homossexual.[10] Então por que a pesquisa de Kinsey não conseguiu refletir a realidade?

Kinsey e os Pedófilos

Dois excelentes livros escritos pela Drª Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.[11]

Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família:

Kinsey zombava da idéia… Kinsey… afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro].[12]

Essa revelação deixa de ser estranha pelo fato de que Kinsey colaborava e mantinha amizade com o filósofo francês Rene Guyon, que era pedófilo. Ele também era amigo do Dr. Harry Benjamin, inglês que apoiava a pedofilia.[13] Pedofilia é o termo geral que define a relação sexual, hetero ou homo, entre adultos e crianças. Pederastia só se aplica à relação homossexual entre homens e meninos.

Guyon, que era jurista, propunha leis para defender o relacionamento sexual de adultos com crianças como necessidade tão normal quanto a alimentação e a respiração.[14] No livro A Ética dos Atos Sexuais, de Guyon, há menções ao Relatório Kinsey e a introdução foi escrita pelo próprio Kinsey.[15]

Fonte: E-book As Ilusões do Movimento Gay, escrito por Julio Severo e disponível gratuitamente no JesusSite: www.jesussite.com.br

Divulgação: www.juliosevero.com

Notas:

[1] Dr. Gerard van den Aardweg, The Battle for Normality (Ignatius Press: San Francisco-EUA, 1997), p. 29.

[2] Drª Judith Reisman, Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990), p. 212.

[3] QUESTIONS I’M ASKED MOST ABOUT HOMOSEXUALITY, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4.

[4] ‘Sexologist’ Alfred Kinsey, quoted in Wardell B. Pomeroy. Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research. New York: Harper & Row, 1972, pages 247 and 273.

[5] Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.

[6] Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), pp. 78,79.

[7] Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.

[8] Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 170,171.

[9] Bruce Voeller. “Some Uses and Abuses of the Kinsey Scale.” Concepts of Sexual Orientation>. The Kinsey Institute Series, June Machover Reinisch (general editor), Oxford University Press, 1990, pages 35 and 36.

[10] J. Gordon Muir, Homosexuals and the 10% Fallacy, The Wall Street Journal, 31 de março de 1993.

[11] Veja os livros Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) e Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998).

[12] Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 234.

[13] Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 313.

[14] Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 221.

[15] Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 222.

28 de setembro de 2008

A visão da esquerda

A visão da esquerda

Thomas Sowell

Tanto conservadores quanto esquerdistas ficariam indubitavelmente mais felizes vivendo no tipo de mundo sonhado pela esquerda.

Muito poucas pessoas têm interesses pessoais ou uma preferência ideológica por um mundo em que haja muitas desigualdades.

Menos ainda prefeririam um mundo em que grandes somas de dinheiro tenham de ser direcionadas para a defesa militar, quando tanto beneficio adviria se tais recursos fossem aplicados na pesquisa médica.

Não é surpresa que os jovens prefiram a esquerda. A única razão para rejeitarmos a visão da esquerda é que o mundo real em que vivemos é muito diferente do mundo que a esquerda percebe hoje e sonha para o amanhã.

A maioria de nós aprende com a experiência — mas experiência é precisamente o que os jovens não têm.

“Experiência” é freqüentemente apenas uma palavra pomposa para os erros que tardiamente percebemos que cometemos, somente depois que as realidades do mundo nos fizeram pagar um doloroso preço por estarmos errados.

Aqueles que estão isolados da dor — por terem nascido em famílias ricas, por estarem protegidos pelo estado de bem-estar social, ou isolados pela estabilidade de emprego na universidade ou no judiciário — podem permanecer num estado de imaturidade perpétua.

Indivíduos podem se recusar a crescer, especialmente quando circundados, no trabalho e na vida social, por outros indivíduos na mesma situação e com o mesmo universo mental.

Até pessoas nascidas em famílias comuns, mas que tiveram a oportunidade, pelo talento ou pela sorte, de ascenderem ao estrelato e à riqueza, podem, de forma similar, se colocar na posição invejável de poder escolher se vão crescer ou não.

Aqueles de nós que se lembram de como foi sua adolescência devem saber que crescer pode ser uma transição dolorosa do mundo protegido da infância.

Não importa o quanto sonhamos com a liberdade dos adultos: há muito menos entusiasmo em assumirmos a carga das responsabilidades da idade adulta e em pesarmos os dolorosos prós e contras num mundo que nos cerceia de todos os lados, muito depois de estarmos liberados das restrições de nossos pais.

Devemos nos surpreender com o fato de que os mais ardorosos apoiadores da esquerda são encontrados na juventude, no mundo acadêmico, dentre os ricos esquerdistas de limusines, celebridades da mídia e juízes federais?

Esses não são os proletários de Karl Marx, que supostamente fariam a revolução. A classe trabalhadora está hoje entre os mais céticos sobre a visão da esquerda.

Os trabalhadores comuns não estão na primeira fila dos apoiadores de Barack Obama, mesmo antes que seu desdém por eles escapou inadvertidamente.

A agenda da esquerda é boa para o mundo que eles acreditam existir hoje e para o mundo com que eles sonham para o futuro.

Esse é um mundo que não é cerceado por todos os lados por restrições e pelos dolorosos compromissos que as restrições implicam. No mundo deles há “soluções” atraentes, em que todos ganham, em vez daqueles horríveis compromissos que se tem de fazer no mundo em que o resto de nós vive.

No mundo deles, nós podemos tão somente conversar com as nações inimigas e resolver a situação, em vez de ter de derramar toneladas de dinheiro na construção de equipamentos militares para mantê-las acuadas. A esquerda chama isso de “mudança”, mas, de fato, é um conjunto de noções que já foi tentado pelas democracias ocidentais nos anos de 1930 — e que nos levou à mais catastrófica guerra da história.

Para aqueles que se preocupam em estudar história, foram precisamente as políticas opostas nos anos 1980 — derramar toneladas de dinheiro na construção de equipamentos militares — que pôs fim à Guerra Fria e à suas ameaças de um aniquilamento nuclear.

A esquerda lutou amargamente contra aquela “corrida armamentista” que, de fato, aliviou o peso da ameaça soviética, em vez de nos levar à guerra, como as elites alegavam.

Pessoalmente, eu preferiria que Ronald Reagan pudesse ter convencido os soviéticos a serem mais bonzinhos, em vez de ter gastado todo aquele dinheiro. Somente a experiência nos faz mais céticos sobre o ponto de vista “mais bonzinho e gentil” e a visão que o fundamenta.

Publicado por Townhall.com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo.

Publicado originalmente em português na newsletter do Mídia Sem Máscara.

Divulgação: www.juliosevero.com

27 de setembro de 2008

Obama: Lúcifer é da minha turma

Obama: Lúcifer é da minha turma

Ann Coulter

É mais uma temporada de eleições nos EUA, e isso significa que é hora de os democratas recomeçarem a fazer declarações bárbaras sobre a Bíblia Sagrada, fazendo assim parecer que eles acreditam em Deus.

Em 2000, Al Gore inverteu uma parábola cristã, quase que transformando-a numa parábola satânica. Defendendo suas idéias doidas sobre a Terra, durante um dos debates ele afirmou: “Segundo a tradição da minha fé, está escrito no Evangelho de Mateus, ‘Onde colocas o teu coração, lá se encontra o teu tesouro’. É por isso que devemos valorizar o meio ambiente”.

Primeiro, só para começar, pessoas que afirmam “tradição da minha fé” são balões vazios, apenas meio crentes, apenas meio cristãos.

Segundo, Jesus estava demonstrando quase que o diametralmente oposto, ao dizer: “Não acumuleis tesouros neste mundo, onde há traças, ferrugem e ladrões”, mas acumulem no Céu, porque, disse Jesus, “onde está o teu tesouro, lá também estará o teu coração”.

Na minha opinião, esse tipo de confusão é o que pode acontecer quando o seu “conselheiro teológico” é Naomi Wolf.

Depois, em 2004, Howard Dean, o candidato democrata a presidência e futuro defensor de banalidades, disse a um entrevistador que a sua parte preferida do Novo Testamento era o Livro de Jó. O repórter perdeu a oportunidade de perguntar se aquele livro seria o seu preferido nos “Três Testamentos”…

Agora, em 2008, os democratas atacam Sarah Palin por ser cristã, ao mesmo tempo em que comparam Obama a Jesus Cristo (E fazem isso com seriedade, não da forma sarcástica que nós fazemos).

Liberais indignados acusam Sarah Palin de pensar que foram os fundadores dos EUA que escreveram o Juramento de Lealdade aos EUA, o qual é “Olbermaníaco” no sentido de que: (a) “se verdadeiro” é banalidade, (b) é falso.

Essas “acusações” baseiam-se no fato de que Sarah Palin, quando candidata ao Governo do Estado do Alaska em 2006, respondeu a um questionário proposto aos candidatos assim: Pergunta — “Você se sentiria ofendida pela frase ‘debaixo da autoridade de Deus’ que consta no juramento de lealdade aos EUA?” Resposta — “De forma alguma! Se foi bom para os fundadores dos EUA, é bom para mim, e eu honrarei e lutarei na defesa do nosso juramento”.

Como qualquer um pode deduzir, Sarah Palin não estava “sugerindo” que os fundadores dos EUA escreveram o juramento de lealdade aos EUA. Ela disse que os fundadores acreditavam que os EUA eram um país debaixo da autoridade de Deus, o que evidentemente é o que nós também pensamos.

Para ajudar os telespectadores que crêem nas piadas que a mídia liberal faz das declarações dos políticos cristãos, o argumento principal da Declaração de Independência dos EUA era deixar claro o fato de que os fundadores dos EUA consideravam que os direito das pessoas não têm origem nos reis, mas em Deus, ou como diz a própria Declaração de Independência, “o Deus da Natureza”, “o Criador”.

Naquele verão de 1776, o General George Washington — um dos fundadores dos EUA — exortou as tropas dizendo: “É chegado o momento que provavelmente decidirá se os americanos serão homens livres ou escravos... O destino de milhões ainda por nascer depende, debaixo da autoridade de Deus, da coragem e conduta do exército”.

Assim, Washington não apenas utilizou a afirmação “debaixo da autoridade de Deus”, mas também deu a primeira referência conhecida ao “Direito dos que estão por Nascer”. Sim, George Washington era um “extremista pró-vida” assim como Sarah Palin.

Não há nenhuma dúvida de que uma nação “debaixo da autoridade de Deus” era “algo muito bom” para os fundadores dos EUA, exatamente como Sarah Palin afirmou.

Enquanto isso, na semana passada, Steve Cohen, deputado federal do Partido Democrata pelo Tennessee, comparou Sarah Palin (governadora do Alaska) a Pôncio Pilatos — e Obama a Jesus Cristo. Cohen disse: “Barack Obama era um líder comunitário como Jesus. Pôncio Pilatos era governador”. É claro, quem não lembra que Jesus fez os samaritanos sem-teto aderirem ao Partido Democrata em troca de promessas vãs?

Cohen deveria ser aconselhado a manter-se o mais afastado possível de referências ao Novo Testamento.

Como qualquer um que conhece bem o Novo Testamento pode facilmente confirmar para ele, não há parábolas sobre Jesus distribuindo coisas em troca de votos, fazendo lobby junto aos romanos por melhores leis trabalhistas, ou mesmo solicitando verbas para projetos comunitários. Ora, para os democratas, é como se Jesus tivesse dito: Não há tempo agora para salvar almas. Primeiro, vamos promover políticas socialistas em prol das comunidades pobres e diminuir os impostos sobre os lucros dos cambistas do Templo.

O maravilhoso livro recente de David Freddoso — The Case Against Barack Obama (Argumentos Contra Obama) — apresenta o famoso Saul Alinsky como antecessor dos líderes comunitários, tais como Barack Houssein Obama e Hillary Clinton.

Alinsky é uma espécie de “George Washington” dos líderes comunitários. Se existisse um panteão dos maiores odiadores dos EUA, a face de Saul Alinsky estaria lá. No seu começo, Alinsky tentou contratar Hillary Clinton logo que ela saiu de Wellesley (Universidade de Massachussets). Uma geração depois, aqueles treinados por Alinsky contrataram Barack Houssein Obama como “líder comunitário”.

No livro de Freddoso, ele cita trecho da dedicatória da primeira edição do livro doutrinatório de Saul Ailinsky “Rules for Radicals” (Regras para os Radicais), em que ele escreveu:

“Devemos olhar para o passado e dar algum crédito ao primeiro verdadeiro radical. De todas as nossas lendas, mitologias e histórias (e quem sabe onde a mitologia termina e a história começa — ou mesmo, qual é o que?), o Primeiríssimo Radical conhecido pelo homem que se rebelou contra o sistema o fez de forma tão eficaz que pelo menos conseguiu seu próprio reino — Lúcifer”.

Suponho que poderia ser pior. Ele poderia ter dedicado seu livro a George Soros (empresário judeu multimilionário que financia o avanço da esquerda nos EUA).

Até os liberais acabaram chegando à conclusão de que eles não deveriam ficar louvando Satanás em público. Por isso, o parágrafo que mostra que Lúcifer é a inspiração deles foi removido de todas as edições posteriores do livro de Alinsky. Mas a mídia liberal nem por isso deixou de adotar o lema: “e quem sabe onde a mitologia termina e a história começa — ou mesmo, qual é o que?”

É exatamente isso que acontece com a maioria das idéias dos democratas — tão logo proclamadas em altos brados, as pessoas reagem com repulsa, de modo que os democratas logo fingem que nunca as propagaram: Eu NÃO estava comparando Sarah Palin a um porco! Eu não tirei vantagem das leis anti-racismo para me auto-promover! Eu não disse que me encontraria com o ditador anti-Israel Ahmadinejad sem pré-condições!

Sarah Palin é o tempo para respirar que os democratas estão precisando. Como uma sólida pró-vida, Palin pode fornecer aos democratas a desculpa de se afastarem daqueles assuntos sobre os quais nada sabem (a Bíblia Sagrada, por exemplo), para abordarem assuntos sobre os quais eles sabem nos mínimos detalhes, como por exemplo, a questão do aborto.

Tradução: Mayr Sampaio Fortuna Neto

Revisão: Julio Severo

Publicado no site do Heitor De Paola

Fonte: WND

Divulgação: www.juliosevero.com

26 de setembro de 2008

As Palins entortadoras dos papéis sexuais

As Palins entortadoras dos papéis sexuais

Olivia St. John

Ela poderia algum dia ser vice-presidente dos Estados Unidos e, se McCain falecer na presidência, ela se tornará a pessoa mais poderosa do mundo. Com isso em mente, a feminista Sarah Palin disse para Charlie Gibson numa entrevista na Rede ABC que ela está pronta para a responsabilidade.

Então, será que Todd Palin está pronto para ser a “primeira dama”?

A porta-voz de Palin, Sharon Leighow, disse ao noticiário Anchorage Daily News que, embora Todd não participe das reuniões de alto nível do governo, ele está envolvido no cumprimento “dos deveres cerimoniais de um primeiro cavalheiro”. Aliás, ele recentemente atuou como mestre de cerimônias para ex-primeiras damas de estado na mansão da governadora em Juneau. Fico pensando se ele tomou chá com elas com toda a delicadeza de uma dama.

Abundam as perguntas acerca do papel que Todd desempenhará se sua esposa for eleita. Um escritor da revista People perguntou: “Então seu marido ficará indefinidamente de licença para ser o Sr. Mamãe?” Sarah respondeu: “Eu diria que sim!”

O jornal L.A. Times noticia que Todd deixou um emprego de administração quando Sarah foi eleita governadora em 2006. Ele voltou a um emprego não administrativo depois de sete meses. Se Sarah assumir um papel vice-presidencial, então, conforme ela mesma vem admitindo, Todd ser tornará um dono de casa.

A ABC News informou que se Todd for para Washington, seus amigos têm certeza de que “ele ficará por trás de sua esposa”. Todd concorda, dizendo que quando sua esposa fala sobre governo, “é melhor simplesmente sair do caminho”.

Scott Davis é o companheiro de Todd em corridas no gelo. Davis declarou para o L.A. Times que Todd trabalhava em seu veículo de andar na neve quando ele não estava “ocupado limpando e cozinhando e cuidando dos filhos”.

Quando o entrevistador da ABC, Charles Gibson, perguntou para Palin como ela conseguia administrar uma família de “sete” junto com a vice-presidência, ela respondeu que os papéis sexuais não são problema e que a pergunta era irrelevante. Ela admitiu que as pessoas têm perguntado como ela conseguia governar com um bebê. “Naquela época, respondi do jeito que responderia hoje. Farei do mesmo jeito que os outros governadores fizeram… Evidentemente, eles são homens, mas eu farei do mesmo jeito que eles fazem”.

É claro que os governadores homens aos quais se refere Palin não faziam do mesmo jeito que ela faz. Eles tinham esposas, enquanto que ela tem um dono de casa. E há uma diferença enorme entre os dois.

Homens não são mulheres com órgãos genitais diferentes, conforme insinua a Dra. Laura Schlessinger no prefácio do livro “No More Christian Nice Guy”, de Paul Coughlin. Coughlin credita um discurso dado pelo sociólogo Dr. Bradford Wilcox dizendo que homens e mulheres são diferentes “fisica, emocional e psicologicamente. As mães possuem uma capacidade maior de compreender bebês e crianças; elas reagem mais aos choros distintos dos bebês; elas têm melhor capacidade do que pais, por exemplo, de distinguir entre um choro de fome e um choro de dor”.

Estamos numa época de confusão sexual, incentivada por engenheiros sociais, feministas e vários tipos de pansexuais. Ensinam-nos que os papéis sexuais podem ser trocados um pelo outro, que eles não são nem biologicamente nem psicologicamente fixos, e que tais papéis não são muito importantes nos relacionamentos humanos. Não há dúvida alguma de que as Palins absorveram esse conceito de “torção sexual” e o estão agora modelando para nossa nação e para o mundo.

Sarah e Todd Palin não adotam os valores pró-família com relação aos papéis sexuais respeitados desde a antigüidade dentro da estrutura familiar. Em essência, tanto quanto Sarah deseja que as pessoas a vejam como uma mulher que pode fazer conquistas profissionais, junto com um elegante “almofadinha” ao seu lado, ela e seu marido trocaram de lugar. Todd assumiu o papel feminino, enquanto sua esposa assumiu o masculino.

O especialista em bioética Leon Kass diz que a atual torção de papéis sexuais é “prejudicial, até mesmo desumanizadora, para o homem, para a mulher e principalmente para as crianças”.

Tanto o homem quanto a mulher são igualmente inteligentes e dignos, mas projetados com forças diferentes que complementam um ao outro e adicionam estabilidade a uma família se entendidos dentro do contexto do casamento. E Todd deve ser elogiado por ser o tipo de pai que passa tempo com seus filhos. Mas seu papel não é ser o Sr. Mamãe conforme declara sua esposa.

A maior realização de um homem é obtida por meio de seu papel de família como guia, protetor e provedor, como declara Aubrey Andelin em “Man of Steel and Velvet”. Provérbios 31 diz que ele é “respeitado na porta da cidade, onde toma assento entre as autoridades da sua terra”.

De acordo com Bryce J. Christensen, autor de “Divided We Fall: Family Discord and the Fracturing of America”, os grupos feministas da década de 1990 “reivindicavam a completa integração das mulheres em todas as operações militares, inclusive unidades de combate”. A meta delas era colocar as mulheres nos cargos dos “machos”, cargos que no passado não eram ocupados pelas mulheres. Essa medida nos aproxima mais do sonho feminista de que um dia uma mulher seja a suprema comandante das forças armadas de nossa nação.

Christensen também declara: “Os projetos utópicos para masculinizar as mulheres, marginalizar os homens e sumir com os lares de família são bem mais do que fantasias literárias. Pelo menos dois reais movimentos políticos mundiais — o marxismo e o feminismo — dedicam esforços consideráveis para promover tais objetivos utópicos”.

É irônico que os cristãos conservadores que estão com justiça acusando Obama de ser socialista prontamente aplaudam Palin, cujas opiniões feministas, quer percebidas ou não, têm muito em comum com o marxismo.

Louvada como virtuosa pelos conservadores desesperados, Sarah e Todd Palin se encaixam bem na versão moderna de Cristianismo onde a verdadeira masculinidade na forma de liderança masculina é ausente, e mulheres abdicam dos papéis femininos no lar.

Christensen diz: “Qualquer um que entende a cultura americana, qualquer um que entende a vida de família americana, qualquer um que entende as forças armadas americanas sabe que os homens — homens masculinos, viris, cavalheiros — são necessários. Nós precisamos desesperadamente de tais homens — exatamente como precisamos de mulheres femininas — para restaurar a sanidade dos papéis sexuais, a integridade da família e a força militar”.

Embora Sarah Palin seja a queridinha do movimento pró-vida, ela não é a favorita do movimento pró-família. Seus líderes podem estar na rota para experimentar algumas surpresas desagradáveis.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Outros artigos sobre Sarah Palin:

A tolice feminista de Sarah Palin

McCain seleciona governadora fortemente pró-vida, mãe de cinco filhos, Sarah Palin, para concorrer como candidata a vice-presidente dos EUA

As mulheres e o futuro da humanidade

25 de setembro de 2008

Supremo Tribunal Federal finaliza audiências inclinado a favorecer abortos eugênicos

Supremo Tribunal Federal finaliza audiências inclinado a favorecer abortos eugênicos

Matthew Cullinan Hoffman

BRASÍLIA, 23 de setembro de 2008 (LifeSiteNews.com) — A última audiência do Supremo Tribunal Federal acerca da questão de abortos eugênicos terminou terça da semana passada com os depoimentos mais polêmicos de testemunhas governamentais.

Como nas audiências anteriores, que estavam inclinadas a favor da posição pró-aborto, as testemunhas deram depoimentos que contradizem as declarações de organizações médicas sobre anencefalia, na qual bebês nascem sem parte da parte superior do cérebro e crânio. Alguns estão argumentando que deve haver permissão para abortar esses bebês.

Luís Roberto Barroso, advogado da pró-aborto Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, repetiu a alegação anterior do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, de que dá para se detectar a anencefalia no útero com 100% de exatidão, uma alegação que está em contradição com o Conselho de Assuntos Éticos e Judiciais da Associação Médica Americana, que diz que “os diagnósticos equivocados de bebês como anencefálicos têm sido documentados na literatura médica e detectados por programas de exames cuidadosos”.

Além disso, os médicos estão ainda debatendo se Marcela Ferreira, que morreu depois de um ano e meio de vida (caso que tem gerado muitas discussões sobre a questão do aborto), era realmente anencéfala (Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2008/09/ministro-da-sade-d-falso-testemunho-no.html). O lado pró-aborto deu depoimento de que ela não era, o que por sua vez mina suas próprias declarações de que estão em condições de diagnosticar com facilidade a anencefalia no útero.

O subsecretário de justiça, depondo em favor do governo Lula, também afirmou que “100% dos casos” de anencefalia morrem “nas primeiras horas” de vida, apesar do fato de que bebês anencéfalos muitas vezes vivem dias ou semanas, e às vezes até mesmo anos, com sua deficiência.

Durante as quatro audiências, o STF ouviu depoimentos de um total de 26 testemunhas, 16 delas a favor de abortos eugênicos, e 10 contra. Embora o Ministro Marco Aurélio Mello, do STF, tivesse anteriormente predito que em votação o STF aprovaria sem demora esse tipo de aborto, na semana passada ele parecia estar voltando atrás em suas confiantes declarações anteriores, confessando que “só com muito otimismo eu manteria a esperança de novembro”.

O atual caso começou quatro anos atrás, iniciado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, mas foi arquivado depois que se tornou evidente que não havia votos suficientes para apoiá-lo. Mello trouxe o caso de novo logo depois da decisão do STF permitindo pesquisas com células-tronco embrionárias no começo deste ano, declarando que ele cria que o STF está agora pronto para fazer decisões a favor do aborto.

Com o término das audiências, o caso agora será analisado pelo Ministério Público Federal, cujo subsecretário, Mário Gise, já declarou sua opinião de que é “tortura” proibir as mulheres de fazer aborto no caso de gravidez anenefálica. O caso será também analisado pela Advocacia Geral da União, o órgão encarregado de lidar com questões legais para o governo.

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Ministro da Saúde dá falso testemunho no caso de aborto eugênico

http://juliosevero.blogspot.com/2008/09/ministro-da-sade-d-falso-testemunho-no.html

Supremo Tribunal Federal ouve testemunho acerca de abortos eugênicos

http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/supremo-tribunal-federal-ouve.html

Bebê anencefálico despedaça mitos pró-aborto

http://juliosevero.blogspot.com/2008/06/beb-anenceflico-despedaa-mitos-pr.html

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

24 de setembro de 2008

Anjos, engano e clamor em prol da verdade bíblica

Anjos, engano e clamor em prol da verdade bíblica

J. Lee Grady

Estranhos ensinos sobre anjos estão se tornando a norma em algumas igrejas renovadas hoje. É hora de se exigir lucidez no assunto.

Numa igreja brasileira grande em Boston, um pastor declarou para sua congregação que ele estava tendo conversas regulares com um anjo. Semanas mais tarde ele colocou uma cadeira na plataforma para o visitante celestial, a quem ele disse estava freqüentando os cultos de domingo, muito embora ninguém conseguisse vê-lo. O pastor acabou escrevendo um livro contendo mensagens que ele supostamente recebeu do anjo. Os ensinamentos desse homem se tornaram tão bizarros que ele acabou sendo expulso de sua denominação por promover heresia.

Esse cenário pode parecer extremo, mas é um exemplo de ênfase comum em anjos e encontros com anjos nas igrejas renovadas hoje. No caso da igreja brasileira, o pastor embarcou numa novidade teológica e sua igreja se tornou uma seita. Resta ver o que acontecerá com outros setores das igrejas neo-pentecostais à medida que líderes promovem ensinos sobre anjos que abrangem de levemente esquisitos a absolutamente loucos:

* O evangelista Todd Bentley, líder do Reavivamento de Lakeland, provocou interesse em anjos quando escreveu sobre Emma, um anjo do sexo feminino que ele afirmava vestia um longo vestido branco, flutuava acima do chão e se parecia com Kathryn Kuhlman.

* Um jovem evangelista que estava pregando no Canadá na última primavera segurou uma jarra com uma pena dentro e declarou para a congregação que a pena pertencia a um anjo que o visitava. Ele disse que o anjo estava vindo ao culto para liberar riquezas e cura para aqueles que queriam oração.

* Líderes do movimento profético muitas vezes falam de anjos que trazem cura, riqueza ou unções especiais. Alguns descrevem os anjos como tão altos quanto prédios arranha-céus enquanto outros dizem que viram mini-anjos do tamanho de insetos. Um profeta falou de anjos que dormem dentro das paredes das igrejas. Outro segmento de crentes afirma que os círculos reluzentes de luz que muitas vezes aparecem em fotos são anjos na forma de “orbes”.

Com o aumento de tais ensinos exóticos, precisamos desesperadamente de algumas diretrizes bíblicas. Se você acreditar em tudo o que ouve nestes dias, os anjos podem ser imensos, miniaturas, esféricos, do sexo masculino, do sexo feminino, com penas ou sem penas. O que virá depois? Anjos cachorros que latem? Anjos sereias com barbatanas? Anjos palhaços?

Desde os meus primeiros anos no movimento de renovação espiritual, sempre me ensinaram que a Bíblia é o nosso manual de doutrina e prática, e que a experiência da igreja primitiva no livro de Atos tem de ser a norma para nós. Isso nos levaria a supor que se uma experiência espiritual não está na Bíblia, então não deve ser considerada como normativa para nós hoje.

Quando olho para o que o Novo Testamento nos ensina acerca de anjos, e especificamente o que o livro de Atos nos mostra sobre eles, eis o que encontro:

* Os anjos que pareciam homens disseram aos primeiros discípulos que Jesus voltaria algum dia (veja Atos 1:11)

* Os anjos trabalham ativamente nos bastidores para ministrar aos santos, principalmente oferecendo proteção (veja Atos 12:7-11)

* Num caso um anjo orientou Filipe onde ele deveria pregar (veja Atos 8:26)

* Os anjos às vezes apareciam em visões para dar instruções, como no exemplo em que um anjo orientou Cornélio (veja Atos 10:3,7,22)

* Um anjo veio até Paulo para fortalecê-lo e assegurar a ele que ele pregaria para César (veja Atos 27:23-24).

Se olharmos para as cartas de Paulo, encontramos muito poucas referências a anjos — e a maioria são realmente avisos para a igreja primitiva acerca de uma ênfase errada em anjos:

* Paulo avisou os gálatas que anjos falsos podem trazer mentiras (veja Gál. 1:8)

* Paulo avisou os coríntios acerca dos “anjos de luz” que são mensageiros de Satanás (veja 2 Cor. 11:14)

* Paulo avisou os colossenses acerca de indivíduos mal-orientados que adoram anjos e enganam pessoas com sua ênfase em experiências místicas enraizadas em egos super-inchados (veja Col. 2:18).

O livro de Hebreus foi escrito para um grupo de cristãos que estavam considerando voltar à adoração da Antiga Aliança. No primeiro capítulo o autor deixa claro que os anjos têm um lugar mais baixo no sistema de Deus em comparação com Jesus Cristo.

Muitos estudiosos da Bíblia acreditam que os leitores dessa carta estavam sendo tentados a voltar a um paradigma da Antiga Aliança em que os anjos desempenhavam um papel mais importante. O autor de Hebreus avisa esses crentes para que centralizem sua atenção em vez disso no Filho de Deus, que é mais glorioso do que os anjos. Podemos obter algumas compreensões básicas acerca de anjos na era da Nova Aliança:

1. Os anjos ajudam a igreja a cumprir sua missão, e eles protegem e guiam os santos. Todos nós provavelmente experimentamos a atividade de anjos em nossas vidas — muitas vezes sem perceber, porque eles são geralmente invisíveis.

2. Os anjos às vezes intervêm com mensagens de direção. Mas não há caso na igreja do Novo Testamento em que um anjo deu seu nome ou trouxe atenção para si mesmo.

3. Os anjos não ensinam nem explicam doutrina. Em nosso movimento hoje, alguns líderes indicam que certos anjos (tais como “Ventos de Mudança”) chegam para inaugurar novos movimentos. Emma é descrita como um “anjo de provisão” que traz um movimento profético. Mas em parte alguma a Bíblia indica que os anjos trazem o mover de Deus. Jesus comissionou a igreja a avançar o Reino pregando o Evangelho. Os anjos sabem disso e eles esperam que cumpramos nossa tarefa.

4. Os anjos não trazem cura. A igreja do Novo Testamento foi comissionada a trazer cura “mediante o nome de Jesus”, e Jesus era sempre o foco para qualquer pessoa que queria cura miraculosa. O caso do Tanque de Siloé fica incluído no sistema da Antiga Aliança, já que esse fenômeno ocorreu antes do ministério de Jesus. E quando Jesus veio até aquele tanque Ele provou ser uma solução melhor para aqueles que aguardavam que as águas fossem agitadas.

5. Os anjos parecem pessoas, e em todos os casos na Bíblia eles pareciam ser do sexo masculino. Contudo, em alguns casos a aparência deles era assustadora porque eles portam a glória dos céus e o temor de Deus.

6. Os anjos falsos pregam um evangelho diferente. Uma das estratégias do diabo é enviar mensageiros falsos que trazem ensinos contrários à verdade bíblica.

Há muitos conceitos inconfiáveis, esquisitos e ridículos circulando em nosso movimento hoje que precisam ser corrigidos. Se não nos apegarmos firmemente à Bíblia, poderíamos sem perceber dar a luz uma seita que poderá trazer grandes danos e divisões às igrejas no mundo inteiro. É hora de voltar à Bíblia!

Título original: Angels, Deception and a Cry for Biblical Truth

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://fireinmybones.com

23 de setembro de 2008

Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão

Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão

Recente programa Antenados tratou como tema o aniversário do ECA — Estatuto da Criança e do Adolescente. O programa, que é produzido pela Rede Boas Novas e dirigido ao público jovem, contou com a presença de dois “barbudos” que desmascararam as falácias do ECA: Julio Severo e o renomado psicanalista Heitor De Paola.
Para defender o ECA foram convidados: Rozangela Justino, psicóloga diretora da ABRACEH; Ezequiel Braça, conselheiro tutelar de Niterói, RJ; Renata Monteiro, psicóloga ligada a conselho tutelar.
Coube ao apresentador Philipe João conduzir o acalorado debate. Foi um embate de três contra dois, mas o público rapidamente se uniu à minoria contrária ao ECA.

O ECA é uma legislação defendida, em todos os pontos, pelo governo e pela ONU, porém a população desconhece quase que totalmente seu significado real e suas conseqüências para as famílias.
No que diz respeito à implantação dos planos da ONU para as crianças e adolescentes, o Brasil foi o primeiro país da América Latina — e um dos primeiros do mundo — a alinhar sua legislação com as normas da ONU, exatamente com a criação do ECA. Nessa questão, O Dr. Heitor De Paola comentou acerca das suspeitas intenções da ONU em suas propostas de direitos das crianças.
Por sua vez, Julio Severo rebateu os participantes que defenderam o ECA, mostrando que os conselhos tutelares vêm sistematicamente perseguindo famílias evangélicas que educam os filhos em casa. Embora o ECA seja anunciado como legislação que protege as crianças, a verdade nua e crua é que bebês em gestação não recebem do ECA nenhuma proteção contra políticas governamentais de aborto. Além disso, as crianças não recebem proteção alguma contra as intenções ideológicas de ativistas homossexuais que querem adotá-las.
No programa Antenados, o conselheiro tutelar não mostrou interesse e simpatia alguma pelas famílias evangélicas perseguidas. Mas telespectadores preocupados ligaram para o programa, muitas vezes contrariados com as posturas do conselheiro tutelar. Severo acusou que a defesa insistente do ECA por parte de conselheiros tutelares é motivada exclusivamente pelo salário que o governo lhes dá.
Repetidas vezes os defensores do ECA argumentaram que as falhas são devido à falta de implementação do ECA em seus mínimos detalhes, ao que Severo e De Paola responderam que o ECA está, sim, sendo aplicado e é essa a principal razão pela impunidade de crimes cometidos por menores. A totalidade dos telespectadores concordou com a resposta de Severo e De Paola.
Renata e Rozangela usaram o velho e surrado argumento coletivista de que “a culpa da criminalidade é inteiramente da sociedade”, porém De Paola as contestou calmamente.
Mesmo não tendo religião alguma, De Paola se solidarizou com as famílias evangélicas que educam os filhos em casa e são vítimas de abusos e repressão dos conselhos tutelares.
Apesar da polêmica em torno dos amplos poderes do ECA sobre as famílias, milhares de municípios já implantaram conselhos para implementar o ECA. Esse é um processo inédito de mobilização de controle sobre as crianças. Nunca uma lei mobilizou tantos órgãos e agentes estatais, em todos os lugares do Brasil, para promover os planos da ONU para as crianças.
O governo e a mídia muito elogiam os “benefícios” do ECA. Contudo, raramente se lê sobre as implicações dessa legislação da ONU no Brasil.
O ECA merece muito mais atenção e preocupação do que se imagina.
Para entender os perigos do ECA, leia