30 de junho de 2008

Desafio Jovem celebra 50 anos

Desafio Jovem celebra 50 anos

Charlie ButtsOneNewsNow

O Desafio Jovem (Teen Challenge), o programa mais bem-sucedido do mundo na recuperação de viciados, está celebrando 50 anos de aniversário.

Mike Hodges serve como presidente da organização, que foi fundada por David Wilkerson, pastor da Igreja Times Square, e que foi expandida internacionalmente por seu irmão, Don. Hodges diz que eles usam a mesma formula para ajudar as pessoas viciadas, que são colocadas num programa residencial.

“E elas passarão até um ano em nosso programa lidando com suas questões, e recebem aconselhamento e terapia ocupacional. Elas seguem um currículo de discipulado e a esperança é que descubram uma nova vida plena em Cristo. Esse é o nosso objetivo”, explica Hodges.

Hodges foi indagado acerca do índice de sucesso do programa. “Anos atrás, uma pesquisa realizada no Desafio Jovem apurou que tínhamos um índice de recuperação de 86 por cento para pessoas que completavam o programa”, acrescentou ele. Subseqüentes pesquisas independentes confirmam esse índice. Hodges atribui o sucesso ao tema central do programa e promessa de esperança em Jesus Cristo.

“Muitos programas de recuperação falam sobre ter algum tipo de intervenção de um poder do alto. Olha, nós especificamente citamos quem é esse poder do alto, e cremos que esse poder do alto é Jesus Cristo. Por isso, levamos as pessoas a um relacionamento pessoal com Jesus Cristo”, diz Hodges.

Esse relacionamento se torna a principal motivação na vida de um ex-viciado.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: OneNewsNow

29 de junho de 2008

Projeto de lei abortista sofre nova derrota

Projeto de lei abortista sofre nova derrota

“O direito à vida constitui o valor supremo da Constituição”, diz relator de comissão parlamentar.

Matthew Cullinan Hoffman

BRASÍLIA, junho de 2008 (LifeSiteNews.com) ― Um projeto de lei para legalizar o aborto, que estava em tramitação no Congresso Nacional por 17 anos, recebeu sua segunda grande derrota em semanas recentes depois de ser rejeitado pelo relator da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados.

“O feto tem o direito de não ser morto”, disse Eduardo Cunha, explicando as razões por que ele havia recomendado um voto negativo à legislação (PL-1135/1991), a qual tem o apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele também recomendou a rejeição de outro projeto de lei, o PL-176/1995, que estabeleceria o aborto como um “direito”.

Em 26 de junho, Cunha apresentou seu argumento diante da comissão, declarando que os projetos de lei buscam descriminalizar os abortos, mas no sistema judicial do Brasil “a inviolabilidade do direito à vida é garantida”.

“O direito à vida constitui o valor supremo da Constituição, pois todos os outros direitos dele derivam”, acrescentou ele. Ele observou que nem mesmo uma emenda constitucional poderá abolir o direito à vida.

A rejeição proposta por Cunha vem após a derrota histórica do PL 1135/1991 na Comissão de Seguridade Social e Família em 7 de maio deste ano por 33 a 0.

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania realizará votação em plenário depois de duas rodadas de audiências públicas, que receberão testemunho de José Gomes Temporão, o ministro da Saúde pró-aborto do presidente Lula, bem como de outros representantes de ambos os lados do debate.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Leitura recomendada:

Derrota esmagadora para os militantes pró-aborto no Brasil

“Foi uma vitória e tanto! Nunca vi isso acontecer no Congresso Nacional!”

27 de junho de 2008

Projeto quer calar a boca dos cristãos criando lei da mordaça

Projeto quer calar a boca dos cristãos criando lei da mordaça

BRASIL ― O deputado Walter Brito Neto (PRB-PB), que integra a Frente da Família e Apoio à Vida, participou do ato contra o PLC 122/06 realizado ontem no Congresso Nacional e defende a rejeição do projeto, por considerá-lo uma violação à Constituição Federal.

"Os padres, as lideranças religiosas, os pastores não podem ter a sua palavra cerceada por um projeto desses, porque ele acaba desrespeitando a liberdade de expressão e também a liberdade religiosa. É importante a união de todos os religiosos neste momento para que possamos preservar um direito garantido pela Constituição", ressaltou.

O vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), pastor Silas Malafaia, considera o projeto “uma afronta à democracia”. “No estado democrático ninguém está imune à crítica”, afirmou.

Segundo o texto da Carta em Favor da Liberdade de Expressão, Liberdade Religiosa e contra a Pedofilia, entregue à Presidência do Senado (leia mais), a proposta, caso aprovada, colocará integrantes de entidades religiosas de todo Brasil sob o risco de serem presos se fizerem afirmações contrárias ao homossexualismo.

O projeto passa a considerar crime de preconceito os motivados por questões de gênero e orientação sexual, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão (veja quais são as penas previstas). Para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais, o projeto de lei prevê detenção de um a três anos.

Opinião diferente não é discriminação

Na avaliação do deputado Miguel Martini (PHS-MG), também integrante da Frente da Família, padres, pastores e outros líderes religiosos podem defender opiniões contrárias ao homossexualismo, e isso não necessariamente caracteriza discriminação à orientação sexual.

"As pregações de padres e pastores são pregações de fé. O projeto está, na verdade, discriminando quem não pensa como os homossexuais", disse. "Querem calar a boca dos cristãos. Nós amamos os homossexuais, mas não amamos o homossexualismo e não vamos aceitar que sejamos discriminados em nome de convicções religiosas."

Muitos manifestantes que estiveram no Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do PLC 122/06 traziam faixas com os dizeres: “Vão rasgar a Bíblia? A Bíblia é homofóbica? Não queremos mordaça aos cristãos!”

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

26 de junho de 2008

SIM SIM e NÃO NÃO

SIM SIM e NÃO NÃO

Dr. Belcorígenes de Souza Sampaio Júnior

Não tenho nenhuma militância política, nem pretendo doutrinar ninguém. Aliás, compreendo com muita clareza a advertência bíblica de que “cada um dará conta de si mesmo a Deus”. Contudo, como cristão e jurista não posso me calar diante desta ameaça que paira sobre todos aqueles que, como eu, possuem a doutrina cristã como regra de fé e vida.

Não obstante ao hercúleo esforço semântico que alguns fazem para dissimular a mascarada intenção de nivelar as verdades eternas da fé religiosa ao plano da mera opinião pessoal, pode-se claramente notar nos textos que tentam veicular a doutrina cristã com o ódio homossexual, a eiva da influência ideológica do academicismo ateísta e amorfo entronizado no nosso país. O principal sintoma disto é a louvação da ambigüidade e o sacrifico da coerência lógica, tudo em nome de uma pretensa “aceitação” do diferente, e sob o epíteto da promoção da “igualdade”. Esquecem-se de que a igualdade, como bem a definiu Aristóteles, é a mera correlação ou equivalência de quantidades. Em outras palavras, ao aferir iguais direitos aos cidadãos em uma determinada sociedade é que se esta promovendo a igualdade, e não ao subtraí-los. Assim, a lei “anti-homofobia” (não é surpresa que o conceito da expressão seja vago), é o supremo dos paradoxos da mediocridade reinante na pretensa “massa pensante” deste país, pois promove exatamente o contrário do que afirma combater. Se aprovada teremos a seguinte situação: Um homossexual poderá afirmar a sua identidade-ideológica de militante da causa gay, já um opositor desta ideologia não o poderá fazer sob pena de prisão. Tal deformação jurídica já nasce sob a égide da inconstitucionalidade, pois sacrifica a liberdade ideológica, religiosa e de manifestação do pensamento, garantidas na nossa constituição de 88. Antes disto, é uma agressão ao bom-senso e à lógica.

Aqueles “cristãos” que permanecem “comprometidos” com algumas ideologias político-partidárias que sustentam tal aberratio fingem desimportância do tema, mancomunados que estão com a nova cartilha política internacional, centrada no relativismo moral e na negação dos valores judaico-cristãos, informadores do cabedal axiológico ocidental. Daí que as ambigüidades de caráter são passivamente toleradas, podendo personalidades anticristãs como Marta Suplicy, por exemplo, assumir a defesa do aborto, da eutanásia, do casamento homossexual, e ato contínuo proferir mimos a líderes e entidades ditas “cristãs”. Aliás, alguns líderes religiosos há muito estão sendo preparados para assumir seu papel de importância nesta Nova Ordem. São “pastores caídos”, grande parte deles enlameados pelos pecados e praticas que esta classe política tenta “normatizar” e “normalizar” entre nós: desagregação da família, corrupção, dossiês, etc. Alguns tão grandiloqüentes se fazem notar que parecem irremediavelmente atingidos pela “síndrome de lúcifer”.

Enquanto a massa ignara marcha entorpecida pelos “chavões” e “palavras de ordem” desta nova era sem Deus e sem os Seus valores, um exército de pequenos frankensteins intelectuais se prepara para deificar o novo homo-saber. Ele é formado por uma multidão de universitários forjados nas entranhas de um aparelho ideológico contaminado pelo entropismo filosófico reinante em muitas universidades brasileiras. A estes falta-lhes por completo a capacidade de perceber algo além do imaginário simbólico da sua cartilha ideológica. Só lhes é permitido enxergar à frente, em uma verdadeira miragem maotsetunguiana, com direito inclusive à total ausência da dialética do bom senso.

Jesus ama o pecador, porém odeia o pecado. Assim toda e qualquer manifestação de violência contra quem quer que seja deve ser combatida, inclusive a violência daqueles que tentam calar e punir os cristãos que “ousarem” exercer o seu direito constitucional de afirmar a sua ideologia, a sua crença, os seus valores e a sua identidade cristã.

Por fim, e a título de clarificação, a “fórmula” de Jesus a respeito do uso dos frutos como critério identificador entre “joio e trigo”, é realmente bem “simples”, não cabendo aqui quaisquer relativizações retóricas. No caso em tela podemos exemplificar assim: nenhum pastor ― líder religioso, sacerdote, etc. ― que defenda a relativização da vida e apóie o aborto e a eutanásia, por exemplo, pode ser considerado trigo. VOCE CONSEGUE IMAGINAR JESUS CRISTO DANDO APOIO A ESTAS CAUSAS?

Belcorígenes de Souza Sampaio Júnior
Advogado
Professor Universitário
Mestre e doutorando em Direito
Sacerdote Cristão

Divulgação: www.juliosevero.com

25 de junho de 2008

PLC 122/06: Governo Lula tenta anular impacto das ligações feitas ao Senado

PLC 122/06: Governo Lula tenta anular impacto das ligações feitas ao Senado

Depois de classificar de doentes perversos todos os que se opõem, pelos mais diferentes motivos, ao homossexualismo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou clara não só a posição favorável do seu governo ao PLC 122/06, mas também declarou que fará tudo o que for possível para que a chamada “homofobia” seja criminalizada.

Pelo visto, não basta o governo Lula ter o programa federal Brasil Sem Homofobia, para hostilizar e pregar ódio contra os brasileiros que não aceitam o homossexualismo. É preciso atropelar dados negativos com dados favoráveis, desprezar a opinião pública, iludi-la e transformar a máquina estatal em instrumento de conquista de “corações e mentes”. Bem, no caso dos ativistas gays, “corações, mentes”… e algo mais.

Governo desesperado com reação popular

Uma avalanche de ligações para o serviço de atendimento “Alô Senado” rejeitando o PLC 122/06, durante um ano, deixou o governo Lula e militantes homossexuais desesperados, levando a direção do Senado a fazer um levantamento nacional pelo seu instituto de pesquisa, o DataSenado, para tentar minimizar a mobilização daqueles que procuram, de forma democrática, se fazer ouvir pelos senadores da República.

Nos últimos 12 meses, o Alô Senado recebeu 140 mil ligações de pessoas se manifestando sobre esse assunto, número recorde nos últimos cinco anos. Do total de ligações e mensagens eletrônicas enviadas, 73% se manifestaram contrários ao projeto de lei e só 13% defenderam. Essa movimentação democrática do público aconteceu depois que o projeto, que já foi aprovado na Câmara, chegou ao Senado.

Pesquisa do governo versus mobilização popular

Contudo, o levantamento feito pelo DataSenado entre apenas 1.122 pessoas, nos dias 6 e 16 de junho ― exatamente logo depois da abertura do presidente Lula da 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, onde ele pediu a criminalização da homofobia (5 de junho) ― mostra o contrário: 70% dos entrevistados concordaram com a aprovação da lei que pune atos de discriminação ou preconceito contra os homossexuais

A pesquisa do DataSenado evitou, porém, mostrar aos entrevistados os aspectos polêmicos do projeto. As duas únicas perguntas foram: “Você tomou conhecimento do projeto? Você concorda ou discorda que a discriminação seja crime?”

Com tal questionamento raso e vago sobre o PLC 122/06, não é de surpreender o resultado: 69% dos entrevistados disseram que tinham conhecimento do projeto e 30% desconheciam a proposta.

Importante lembrar que, dentro da realidade do povo, tomar conhecimento é a mesma coisa que ouvir falar. Se a pesquisa fosse séria e não tendenciosa, não teria receio algum de indagar os entrevistados sobre apenas alguns pontos básicos do teor do projeto. Tal indagação não foi feita, a fim de não anular a tentativa de o próprio governo anular a mobilização popular contra o PLC 122.

Mídia anticristã divulga e dá ênfase à pesquisa governamental

A imprensa anticristã, é claro, optou por ficar com a pesquisa do DataSenado, que é mais confortável aos seus próprios valores e aos valores do governo Lula. Segundo reportagem do jornal “O Globo”, “havia um temor dos próprios senadores de que o resultado da votação do projeto pudesse ser influenciado por uma pressão de caráter religioso. Por isso, a decisão de fazer um levantamento com amostragem nacional. O DataSenado já existe desde 2005 e faz pesquisas para orientar os parlamentares sobre a opinião da população sobre temas determinados.”

“Estava havendo uma irracionalidade no debate. Havia uma forte pressão religiosa sobre o tema. Por isso, é importante esse tipo de pesquisa para ajudar a revelar como pensa a sociedade brasileira sobre o assunto”, defendeu a líder do PT no Senado, Ideli Salvati (SC), que luta pela aprovação do PLC 122/06.

Salvati não deveria estar falando em “irracionalidade”, que é uma acusação falsa e expressão de ódio dela contra os cristãos. O que ela deveria fazer é se preocupar com as denúncias de “irregularidades” contra ela na Polícia Federal. Estranhamente, além de não se ocupar para resolver seus próprios escândalos, ela se esquece de mencionar que, de forma oposta, há literalmente uma fortíssima pressão do governo Lula e dos grupos homossexuais radicais para que o projeto seja aprovado.

Se o Senado tivesse recebido uma avalanche de ligações homossexuais aprovando o projeto, Salvati e outros petistas pró-homossexualismo ― inclusive o próprio Lula ― aplaudiriam e chamariam de “racionalidade”, “expressão democrática” e outros termos elogiosos. Mas quando a manifestação popular se baseia nos sentimentos cristãos da vasta maioria da população brasileira, aí apela-se para uma evidente hostilidade anticristã, classificando cruelmente de “irracionalidade” as opiniões da maioria.

A única posição que o governo Lula aceitará do povo com relação aos projetos pró-homossexualismo é aceitação. Tudo o mais será considerado “irracionalidade” e “doença perversa”, termo que Lula criou para se referir aos que não aceitam o homossexualismo. Se isso não é preconceito praticado pelo governo contra os cristãos, então o que é?

Pesquisa governamental feita sob encomenda

Os grupos homossexuais fizeram grandes campanhas para que as pessoas se manifestassem pelo “Alô Senado”, mas a manifestação popular os venceu, e agora governo e aliados querem vencer a clara vitória da vontade popular por meio de truques. Eles estão determinados a não aceitar nenhum resultado democrático que não seja do agrado deles.

Por “pura coincidência”, o levantamento do DataSenado foi divulgado na semana da manifestação programada por líderes evangélicos em frente do Congresso Nacional. Ao contrário dos entrevistados da pesquisa do DataSenado, a manifestação envolve a participação de pessoas que conhecem bem os perigos do PLC 122/06.

O “Alô Senado” foi criado para ouvir a população brasileira sobre os projetos de lei que estão sendo discutidos entre os senadores. Quem telefona para lá já tem um conhecimento mínimo sobre o assunto e se manifesta justamente porque sabe das conseqüências que uma lei terá sobre o seu dia-a-dia.

Entretanto, o governo Lula, incomodado com os resultados democráticos do “Alô Senado”, preferiu apelar para pesquisas que lhe fossem mais favoráveis.

A pesquisa do DataSenado, feita sob encomenda de pressões políticas e ideológicas, representa a continuidade de esforços que, começando na Câmara dos Deputados quando o PLC 122/06 foi votado e aprovado sem que a grande maioria dos deputados soubesse e pudesse participar, mostram que os militantes homossexuais e seus parceiros políticos estão dispostos a qualquer manobra para trair e passar por cima da democracia que eles tanto defendem.

Adaptado e ampliado por Julio Severo a partir de texto da jornalista Tsuli Narimatsu da Missão Portas Abertas. Colaboração: jornalista Edson Camargo.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A grande desmobilização: O que está em jogo nos acordos envolvendo o PLC 122/2006

Grande mobilização, dia 25, contra a aprovação do projeto!

Grande mobilização, dia 25, contra a aprovação do projeto!

Tsuli Narimatsu, jornalista da Portas Abertas

No próximo dia 25 de junho, quarta-feira, às 14h, haverá uma manifestação contra a aprovação do PLC 122/06 que censura a pregação da Bíblia Sagrada, em nome do “respeito” aos homossexuais, em frente à entrada do Congresso Nacional, em Brasília.

O livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha sobre o que fazer na vida, é um direito dado por Deus a todos os homens. Não cabe aos cristãos a tarefa de julgar comportamentos homossexuais ou impedi-los.

Mas cabe aos cristãos a liberdade de pregar trechos da Bíblia Sagrada, ainda que existam posições discordantes! Sem a ameaça de prisão ou o confisco dos livros!

Entenda o conteúdo do projeto e o impacto sobre a sua vida, aqui.

Diante de uma possível votação nos próximos dias, voltamos a convocar todas as pessoas que estão fora do Distrito Federal a enviarem mensagens de repúdio aos senadores (veja lista completa, aqui) ou telefonarem para o Alô Senado no 0800 61 22 11, a ligação é gratuita.

Atenção à tramitação do projeto

Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia.

Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo.

Votação surpresa

Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo.

Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.

Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei.

Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um “cala boca”.

Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a “contrabandear” Bíblias cujo original não foi censurado!

Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.

Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!

O telefone do Senado é 0800 61 22 11. A ligação é gratuita. Pressione os senadores do seu Estado e manifeste-se contra o projeto!

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A grande desmobilização: O que está em jogo nos acordos envolvendo o PLC 122/2006

24 de junho de 2008

Ano eleitoral: Criminosos batem às portas de igrejas evangélicas

Ano eleitoral: Criminosos batem às portas de igrejas evangélicas

Dr. Zenóbio Fonseca

“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons”[1].

Estamos vivendo uma grande crise ética e de valores morais na política brasileira e em algumas instituições basilares de nossa nação. Todos os dias os noticiários apresentam escândalos de desvios de verbas públicas, obras inacabadas, autoridades envolvidas com a criminalidade, pessoas tentando corromper e corrompendo servidores públicos, etc. Enfim, as pessoas de bem não agüentam assistir tanta imoralidade na administração de nossa sociedade.

Diante desse cenário, a cada 2 anos os brasileiros são chamados, de forma compulsória, a votar em políticos (vereadores, deputados, senadores, governadores e Presidente) para nos representar e fazer leis e administrar a sociedade em geral. Ou seja, a cada 2 anos, novas eleições e novas promessas de melhora social.

É importante destacar que a política é necessária e relevante para o desenvolvimento de nossa sociedade, onde os debates de idéias e valores retratam todas as classes sociais. Não podemos confundir corrupção com política, pois o que existe são pessoas corruptas que se tornam políticos e não políticos que se tornam corruptos.

Nesse contexto, a igreja evangélica encontra-se inserida como um núcleo de transformação social e comunidade de cidadãos eleitores. Nesse particular, temos percebido que a cada 2 anos algumas práticas erradas vêm reiteradamente sendo praticadas por pessoas aspirantes ao cargo político ou pelo próprio político, quando ocorre o “assédio” eleitoral às comunidades cristãs.

No período eleitoral, ainda que a legislação eleitoral proíba que templos religiosos sejam usados como palanque eleitorais, alguns políticos ou aspirantes ao cargo tentam “seduzir” líderes de igrejas com o pretexto de “ajudar” a igreja com doações de materiais de construção, reforma do telhado, cadeiras, aparelho de ar condicionado, lajes, cestas básicas, aparelho de som novo e outras prebendas, exclusivamente para ter o seu nome veiculado como um legítimo representante popular e defensor de valores do segmento social cristã. Um verdadeiro cordeiro com pele de lobo.

Esse pseudo “candidato” a político ou político em exercício, já começa mal a sua caminhada eleitoral, pois possui uma conduta ética e moral ancorada na criminalidade e ilegalidade, pois dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem dinheiro, dádiva ou qualquer outra vantagem para obter ou dar voto é crime eleitoral previsto no artigo 299 da Lei n 4.737 de 1995 do Código Eleitoral [2].

Infelizmente, essa realidade permeia diversos locais e municípios do nosso Brasil, onde pessoas mal intencionadas, com o único objetivo de conseguir votos da comunidade cristã, apresentam-se nos 4 meses anteriores às eleições, com muitos recursos financeiros sem ser contabilizados, tentando realizar obras físicas e troca de favores, com o único objetivo de angariar votos.

Tal imoralidade e ilegalidade devem ser combatidas e denunciadas pelos evangélicos, pois tais “pseudo-candidatos” não devem ser eleitos. Devem, sim, ser expurgados para que a verdadeira representação do povo possa ser eleita de forma ética, com pessoas preparadas, vinculadas a princípios e valores morais cristãs, como missão principal de servir a comunidade local sem apego ao dinheiro.

Preocupamo-nos quando ouvimos dizer que em alguns locais existem líderes trocando apoio político a “candidatos benfeitores”. Eles podem até enganar a comunidade por algum tempo, mas o Senhor Jesus não se deixa escarnecer e no dia certo fará justiça, tal como está escrito pelo salmista em Sl 73:11-17.

Precisamos estar atentos para que de dentro da nossa comunidade possamos identificar e apresentar à sociedade homens e mulheres como “José do Egito”, “Daniel”, “Sadraque”, “Mesaque”, “Abedenego”, “Josué”, enfim, homens preparados tecnicamente, forjados no caráter e na vivência do Cristianismo, para que possam influenciar e ajudar a nossa sociedade, sob pena de sofrermos com a nossa omissão neste momento de mudança nas administrações municipais.

[1] Martin Luther King.

[2] Ver também artigo 41-A da lei 9.504/97, que trata da captação ilícita de voto, “candidato doar, oferecer, prometer, ou entregar, ao eleitor, com fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a 50 mil Ufirs, e cassação de registro ou do diploma”.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Divulgação: www.juliosevero.com

23 de junho de 2008

Congresso Mundial de Famílias seriamente preocupado com resolução brasileira na OEA

Congresso Mundial de Famílias seriamente preocupado com resolução brasileira na OEA

Larry Jacobs, coordenador global do Congresso Mundial de Famílias, expressou “preocupação séria” com uma resolução recente aprovada pela Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenando percebidas violações dos direitos humanos com base na tão chamada orientação sexual e identidade de gênero.

A “Resolução de Direitos Humanos, Orientação Sexual e Identidade de Gênero” (promulgada numa sessão de 3 de junho na Colômbia) foi patrocinada pelo Brasil, cujo presidente Lula declarou publicamente que quer criminalizar toda oposição à agenda gay (que ele designa “homofobia”) e legalizar o casamento gay.

De acordo com uma notícia da Reuters, membros da OEA se encontraram com 20 ativistas de grupos homossexuais antes de adotar a resolução. As organizações pró-família não tiveram oportunidade de acesso aos dados internos.

A resolução nebulosa fala de os países membros adotando medidas não especificadas para acabar com a “violência e discriminação” com base na orientação sexual e “identidade de gênero” (homens que pensam ser mulheres e vice-versa).

Jacobs perguntou: “Discriminação aos gays inclui leis que limitam o casamento a um homem e uma mulher ou limitar a adoção para famílias com mães e pais? Essa resolução exigiria que as escolas apresentassem a homossexualidade e outras perversões prejudiciais como coisas boas? Essa resolução poderia levar à criação de leis anti-discriminação e limitações legais à livre expressão que criminalizarão as opiniões dos que não concordam?”

Jacobs acrescentou: “Mais uma vez, uma instituição política foi cooptada pelo movimento homossexual internacional. Mais uma vez, uma organização transnacional escolheu apoiar um lado da guerra cultural, para o manifesto desprazer da maioria das nações que representa. As sociedades latino-americanas, de forma particular, são conhecidas por sua natureza tradicional e pró-família”.

O Congresso Mundial de Famílias recentemente conseguiu o apoio de 110 líderes pró-família de 23 países em prol de uma petição em apoio a uma medida da Romênia para definir o casamento como a união de um homem e uma mulher.

Para mais informações acerca do Congresso Mundial de Famílias, vá ao site www.worldcongress.org

Título original: World Congress of Families gravely concerned about OAS “sexual-orientation/gender identity” resolution

Traduzido e a adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Organização dos Estados Americanos aprova resolução de “direitos humanos” homossexuais

22 de junho de 2008

Pronasci: a insegurança em nome da segurança

Pronasci: a insegurança em nome da segurança

Pronasci é aprovado no Congresso Nacional sem nenhuma oposição. Novo conceito de segurança pública coloca em perigo cidadãos bons e inocentes ao estabelecer combate sistemático à oposição ao homossexualismo

Julio Severo

Com mais de 50 mil assassinatos ocorrendo no Brasil anualmente, sem contar outros crimes violentos, não é difícil imaginar qual é a preocupação número 1 da população brasileira.

Com tal número elevadíssimo de assassinatos em todo o Brasil, o governo federal deveria ter como prioridade absoluta combater a criminalidade e castigar os criminosos na proporção dos seus crimes. A melhor política de segurança é tolerância zero para com o mal.

Contudo, não existe no Brasil nenhuma política de tolerância zero para com assassinatos, seqüestros, estupros, etc. Assim, apesar da criação de muitas leis, a queda no índice da criminalidade tem sido insignificante. Sem tolerância zero, a queda no índice de criminalidade é zero. É a realidade que o Brasil vem vivendo há anos.

Se não estão impondo medidas eficazes de tolerância zero para com o mal, então o que os programas governamentais de segurança estão fazendo para o Brasil?

A política oficial de segurança pública do Brasil é o Pronasci, uma criação do governo Lula. Pronasci significa Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, e seu objetivo oficial é “articular ações de segurança pública para a prevenção, controle e repressão da criminalidade, estabelecendo políticas sociais e ações de proteção às vítimas”. (Lei nº 11.707, art. 2)

À primeira vista, a proposta é excelente, e arrancará apenas elogios de todos, pois não há nada que o povo mais queira do que a repressão à criminalidade.

No entanto, de que forma o Pronasci pretende fazer essa “repressão”?

Repressão às posturas contrárias ao homossexualismo

A prioridade número 1 do Pronasci é: “Promoção dos direitos humanos, intensificando uma cultura de paz, de apoio ao desarmamento e de combate sistemático aos preconceitos de gênero, étnico, racial, geracional, de orientação sexual e de diversidade cultural”. (Lei nº 11.707, art. 3-I)

Portanto, para combater a criminalidade o Pronasci pretende intensificar uma “cultura de paz”. Por exemplo, quando as escolas públicas do governo Lula ensinarem para todas as crianças que o homossexualismo é normal e saudável, tudo ficará em paz e harmonia se você concordar com ele.

Contudo, e se você não concordar que o homossexualismo é normal e saudável? Daí o Pronasci estabelecerá a “cultura da paz” “combatendo sistematicamente os preconceitos de gênero e orientação sexual”.

Outro exemplo: quando as escolas públicas do governo Lula ensinarem para todas as crianças que as religiões afros são cultura, tudo ficará em paz e harmonia se você concordar com ele.

Mas e se você não concordar? Então, para garantir a “cultura da paz”, o Pronasci estabelece “combate sistemático aos preconceitos de raça e diversidade cultural”.

Repressão à responsabilidade e direitos de os pais disciplinarem os filhos e nenhuma repressão aos assassinos e criminosos menores de idade. Repressão à defesa pessoal

O Pronasci também tem como objetivo a promoção dos direitos humanos e o apoio ao desarmamento. No Brasil, o conceito de direitos humanos veio a ser tornar sinônimo de impunidade privilegiada. Quando um assassino de 16 anos de idade é pego depois de uma lista longa de assassinatos, estupros e crimes violentos, ele não pode ser condenado como criminoso. Ele — e seus crimes — fica automaticamente protegido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Depois de um período curto de “reabilitação”, o monstro volta à sociedade com ficha limpa para recomeçar suas atividades.

Essa impunidade vergonhosa é a própria essência do conceito de direitos humanos na sociedade brasileira.

Não é segredo nenhum que os brasileiros estão à mercê dos criminosos. É por isso que, numa tentativa desesperada de proteger seu mínimo direito à segurança pessoal e familiar, o povo do Brasil votou em massa contra a intenção de o governo Lula desarmar a população civil.

O povo brasileiro é inteligente e quer o desarmamento — não dos inocentes, mas dos criminosos apenas. É nesse ponto que o governo Lula está em desacordo com o povo e em total acordo com a Alemanha nazista e com a União Soviética, ditaduras totalitárias que desarmaram completamente suas populações inocentes, com o resultado desastroso que ninguém conseguiu reagir e confrontar os crimes em massa perpetrados pelo Estado.

Apesar de que o povo brasileiro, que quer meios para se defender, já deu sua opinião clara de que não deseja ser desarmado pelo governo, o Pronasci passa por cima da vontade popular e estabelece como meta o “desarmamento” dos cidadãos de bem.

Para garantir maior segurança — da agenda socialista do governo Lula? —, o Pronasci institui o “fortalecimento dos conselhos tutelares”. (Lei nº 11.707, art. 3-III) Os conselhos tutelares, além de suas atribuições louváveis de combater a prostituição e abuso infantil, também têm a missão nada louvável de combater outras “formas de violência”.

Pais cristãos e até pastores têm sido intimidados ao tentarem aplicar castigos físicos justos em suas crianças, que aprendem na escola a denunciar os pais aos conselhos tutelares por tais castigos. Como implementadores do ECA na sociedade, os conselhos tutelares interpretam essa disciplina como violência contra a criança.

Repressão às mulheres que não viverem de acordo com a ideologia feminista?

Por último, o Pronasci estabelece um programa especialmente voltado para as mulheres: “O projeto Mulheres da Paz é destinado à capacitação de mulheres socialmente atuantes nas áreas geográficas abrangidas pelo Pronasci”. (Lei nº 11.707, art. Art. 8o-D)

Mulheres pela Paz é um projeto cujo objetivo é “a mobilização social [das mulheres] para afirmação da cidadania, tendo em vista a emancipação das mulheres”. (Lei nº 11.707, art. Art. 8o-D-I) É, na verdade, um projeto de recrutamento e inclusão das mulheres em programações de militância feminista do governo federal.

Pronasci: insegurança para a maioria da população e segurança privilegiada aos que escolheram o homossexualismo?

O Pronasci, com todas as suas inovações de combate sistemático aos preconceitos contra o homossexualismo, entrou em vigor em 19 de junho de 2008. O próprio presidente Lula fez muita pressão pela sua aprovação, que não encontrou nenhuma resistência, nem mesmo da bancada evangélica.

Antes da votação final, a bancada evangélica recebeu um alerta intitulado A irrelevância e o perigo das políticas socialistas de segurança. Mesmo assim, não houve reação. Sem nenhuma oposição, a aprovação foi rápida e fácil, pois muitos não conseguiram ver que o Pronasci carrega alguns dos mesmos perigos do PLC 122/2006.

O Pronasci estabelece o “combate sistemático aos preconceitos de gênero e orientação sexual” como se os 50 mil homens, mulheres e crianças do Brasil assassinados por ano fossem todos ou em grande parte homossexuais. Não são. O próprio Grupo Gay da Bahia, um das entidades mais extremistas de militância homossexual do Brasil, estima que os homossexuais assassinados por ano sejam aproximadamente 100 indivíduos. Mesmo assim, com toda a escassez de viaturas policiais e excesso em massa de assassinatos de brasileiros, o governo Lula dá atenção privilegiada a um grupo que se encontra provavelmente com a taxa mais reduzida de vítimas de assassinatos!

O preço da “cultura da paz”: Mulheres pela Paz gerando mulheres pró-aborto?

Quanto ao projeto do Pronasci para o recrutamento das mulheres para atividades de natureza feminista, não é segredo para ninguém que o governo Lula trata o aborto e o homossexualismo como direitos humanos. Aliás, a maioria dos projetos de lei a favor do aborto e do homossexualismo no Congresso Nacional são de políticos do PT e têm apoio do governo Lula. Dá para imaginar então em que tipo de “direitos” o Pronasci vai educar as mulheres? Mulheres pela Paz é paz ao preço e sacrifício da valorização da vida e dos valores da família.

Portanto, o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) não tem como prioridade absoluta combater e castigar os criminosos tradicionais (assassinos, estupradores, ladrões, etc.) e muito menos a redução dos milhares de assassinatos por ano. Aliás, com a inclusão das mulheres em atividades feministas — que fatalmente apresentarão o aborto como direito humano —, haverá um aumento de mulheres que não recearão fazer uso desse “direito”. As estatísticas de assassinatos seriam muito maiores se passassem a incluir os números de crianças propositadamente abortadas por mulheres que foram doutrinadas em seus novos “direitos”.

Alvos preferenciais: “criminosos” politicamente corretos

Com 50 mil assassinatos por ano no Brasil, dá para ver que a meta prioritária do governo Lula não é o combate aos assassinos.

Entretanto, o Pronasci ficará de olho em cidadãos que não colaboram com a “cultura de paz” na sociedade. Por isso, se você não concorda com a pregação do governo Lula de que homossexualismo é normal e saudável, e insistir em posições morais, filosóficas, médicas ou religiosas, você se encaixa perfeitamente na definição politicamente correta de criminoso e perturbador da paz.

O programa Brasil Sem Homofobia, do governo Lula, já estabelece a criação de um clima de tolerância zero para com todo tipo de contrariedade ao comportamento homossexual em toda a sociedade brasileira, e o próprio Lula recentemente declarou que a oposição ao homossexualismo (ou “homofobia”, como ele gosta de designar) “talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano”.

Prepare-se. Para o seu caso, o Pronasci estabelece “combate sistemático aos preconceitos de gênero e orientação sexual”. O conceito de combate à criminalidade agora inclui combate a opiniões e posturas contra o homossexualismo. Em sua essência, o Pronasci estabelece a perseguição aos inocentes.

O governo que não consegue castigar os velhos tipos de criminosos verá o que é capaz de fazer com os “novos” tipos de criminosos. O Pronasci institui inovações perigosas jamais sonhadas antes em toda a sociedade brasileira. Mesmo sem o Pronasci, Silas Malafaia, Jael Savelli, Julio Severo e outros já estavam sob ameaça legal do Ministério Público Federal exclusivamente por causa de suas posturas contrárias ao homossexualismo. Com o Pronasci, o que acontecerá agora?

Esse é o preço que pagamos por eleger um governo que não dá segurança real contra os assassinos, mas cria políticas de segurança que condenam os cidadãos bons à categoria ideologicamente imposta de “criminosos”, um rótulo que coloca os inocentes juntamente com assassinos e estupradores.

Governo injusto gera insegurança e desgraça

Em poucas palavras, a Bíblia explica como foi que chegamos a esse lamentável estado de injustiça nacional:

“Quando o governo é justo, o país tem segurança; mas, quando o governo cobra impostos demais, a nação acaba na desgraça”. (Provérbios 29:4 NTLH)

Um governo que institui programas de segurança para combater a oposição ao homossexualismo é um governo injusto. É por isso que o Brasil tem tanta insegurança. Não temos um governo justo.

O governo Lula pode ser um fracasso na área da segurança, mas não é um fracasso na área de cobrança selvagem de impostos. Os brasileiros são hoje forçados a pagar uma das taxas de impostos mais elevadas do mundo, tornando-os efetivamente escravos a serviço do governo e seus gastos exorbitantes. A Bíblia aponta apenas um destino final para um povo que mansamente aceita um governo injusto: desgraça.

Os inocentes estão trabalhando para sustentar — por meio de impostos abusivamente altos —medidas estatais que cedo ou tarde trarão como conseqüência a repressão sistemática aos bons cidadãos. Além de escravos, eles serão perseguidos e hostilizados.

O governo Lula se encaixa assim na descrição bíblica de um governo injusto que facilita a insegurança, cobra impostos excessivos e gera desgraça para a nação.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A irrelevância e o perigo das políticas socialistas de segurança

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21 de junho de 2008

Igrejas cristãs na Holanda fecham as portas

Igrejas cristãs na Holanda fecham as portas

HOLANDA — Está em curso um movimento maciço de fechamento de igrejas na Holanda. Nos próximos dez anos um quarto das igrejas e monastérios desaparecerão. De acordo com informações do site Mannna-Vandaag (www.manna-vandaag.nl) estima-se que 1200 das 4000 igrejas e 130 dos 150 monastérios do país fechem as portas.

Um simpósio realizado na semana passada na cidade holandesa de Utrecht, que contou com a participação de autoridades governamentais e políticos, discutiu o futuro desses locais que abrigam cerca de 200 mil objetos de arte.

As informações surgiram dias depois da divulgação de estatísticas oficiais dos Países Baixos dando conta que só 20% dos nove milhões de crentes holandeses vão pelo menos uma vez por semana a uma igreja, mesquita ou outro ajuntamento religioso.

Dos três grupos principais de crentes, católicos romanos, protestantes e muçulmanos, os protestantes são mais "fiéis", segundo o relatório. Quase um terço deles freqüenta a igreja pelo menos uma vez por semana.

Só 27% dos muçulmanos holandeses vão à mesquita todas as semanas. Católicos são os menos entusiásticos, com aparentemente só 7% indo à missa no domingo. Cerca de 57% disseram que nunca ou raramente vão a uma missa dominical.

A Portas Abertas da Holanda, que investiga a perseguição mundial no mundo, fez uma advertência especial aos cristãos holandeses, em especial aos evangélicos: "Preparem-se para uma era de perseguição." Segundo a organização, é improvável que a perseguição continue limitada aos cristãos que vivem fora da Holanda. A perseguição está chegando aos países livres.

Tradução: Tsuli Narimatsu

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

Sobre alguns dos problemas da Holanda, assista ao vídeo Fitna aqui.

20 de junho de 2008

Igrejas conservadoras da África dão exemplo às igrejas liberais da Europa e EUA

Igrejas conservadoras da África dão exemplo às igrejas liberais da Europa e EUA

Africanos dão lição de excelência moral aos arrogantes liberais da Europa e dos EUA. A notícia abaixo é do site homossexual MixBrasil.

Igreja Anglicana declara ruptura por homossexualidade

Nesta quinta-feira, dia 19, a versão online do jornal inglês The Telegraph publicou que líderes da Igreja Anglicana declararam o fim da comunhão universal de valores entre seus membros, afirmando que não mais se associarão aos liberais que tolerem a homossexualidade na religião.

O pronunciamento formal da cisão interna da Igreja Anglicana está contido em um documento de 89 páginas intitulado “The Way, The Truth and The Life” (O Caminho, A Verdade e A Vida) que será apresentado no encontro entre religiosos anglicanos na próxima semana.

O documento tem o total apoio de dirigentes das igrejas anglicanas africanas, espcialmente da Nigéria, da Uganda e de Ruanda, três países que possem juntos quase a metade de todos os seguidores da Igreja Anglicana mundial.

Segundo o Arcebispo nigeriano Perter Akinola, não há mais esperanças de unificação. “Se falharmos agora, corremos o risco de guiar milhões de pessoas para longe das Sagradas Escrituras e também, mais seriamente, encarar a real possibilidade de negar Nosso Salvador, o Senhor Jesus Cristo”, disse.

“Queremos a união, mas não pelo preço de renegar Cristo em detrimento de outro ‘professor’, que poder ser obedecido ou desobedecido”, completou.

O Arcebispo disse, ainda, que a cisão interna somente será evitada se as igrejas que toleram a homossexualidade e abençoam as uniões entre pessoas do mesmo sexo deixarem de agir desta forma.

Fonte: MixBrasil

19 de junho de 2008

WND, um dos maiores sites de notícia do mundo, publica entrevista com Julio Severo

WND, um dos maiores sites de notícia do mundo, publica entrevista com Julio Severo

Veja a matéria completa abaixo.

“Opor-se ao homossexualismo faz de você um doente”

Presidente do Brasil realiza conferência para lutar contra a “homofobia”

Christina Miller
© 2008 WorldNetDaily

O presidente do Brasil diz que “se opor” ao homossexualismo faz uma pessoa de doente, e crê que tais pensamentos precisam ser criminalizados.

Poucas décadas atrás, a Associação Psiquiátrica Americana colocou a homossexualidade na lista de doenças mentais, mas logo sucumbiu à campanha pró-homossexualismo para descontinuar essa definição.

Agora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ganhou uma reeleição apertada depois de escândalos envolvendo dinheiro em troca de votos, realizou a 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais para condenar a convicção bíblica de que a homossexualidade é errada.

Lula, em 5 de junho, não só fez a abertura oficial do evento para promover o homossexualismo na nação, mas também convocou a conferência por meio de decreto presidencial.

Ele está exigindo a “criminalização da homofobia”, e ele disse que a oposição à homossexualidade “talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano”.

Ele disse que os “preconceituosos” precisam “arejar a cabeça e a despoluírem”. Outros palestrantes incentivaram os homossexuais a reivindicarem ser parte de uma campanha de direitos civis que já trouxe reformas para o tratamento de negros, idosos e deficientes. Eles também anunciaram que os hospitais públicos da nação começariam a realizar operações de mudança de sexo para as pessoas.

O ativista pró-família Julio Severo, em entrevista por email, disse que o avanço em direção aos padrões de Sodoma e Gomorra é mais forte no Brasil do que nos Estados Unidos — por enquanto — por causa da ausência de princípios fundamentais cristãos para a sociedade.

“Os cristãos envolvidos na política estão sendo dirigidos em massa por filosofias esquerdistas, principalmente a Teologia da Libertação em suas várias formas”, ele disse.

“Os cristãos que não estão envolvidos pensam que a única opção de ação social é imitar o ativismo político de esquerdistas cristãos”, disse ele.

Severo disse que o que precisa ocorrer é as igrejas cristãs renunciarem conjuntamente ao socialismo e se envolverem na política, usando as normas bíblicas como padrão.

“As igrejas precisam se preparar e enviar homens como José, Davi e Daniel para conquistarem funções públicas”, disse ele.

Severo disse que a comunidade homossexual, diferente das reivindicações de muitos grupos de interesses do passado, não está satisfeita com a “aceitação geral” do estilo de vida sexual que escolheu. Essa insatisfação está levando a exigências para que o homossexualismo seja aprovado e apoiado, e para legalmente erradicar a “homofobia” e os pensamentos “homofóbicos”.

O governo Lula adotou medidas ousadas com essa finalidade, disse ele. A Secretária Especial de Direitos Humanos, em conjunto com outros ministérios, lançou a campanha “Brasil Sem Homofobia”, observou ele.

Esse programa é apresentado em sua propaganda como uma iniciativa para promover uma compreensão maior acerca da homossexualidade no Brasil. Contudo, suas ações têm sido bem longe de pacíficas — em maio, um dos seus idealizadores, Luiz Mott, entrou com ações legais contra ativistas pró-família e postou na Internet os endereços residenciais deles.

Por ora, os conservadores têm o direito à livre expressão, relatam os líderes cristãos. No entanto, se a defesa ao homossexualismo se tornar lei, a homossexualidade será classificada como parte da “dignidade da pessoa”. Portanto, esse conceito vencerá todos os direitos de expressão que os cristãos defendem.

Severo confessa ter grandes preocupações com o andamento das coisas.

“Só Deus sabe o que o futuro trará”, ele disse.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Leitura recomendada:

Lula: oposição ao homossexualismo é “doença perversa”

Luiz Mott publica os endereços residenciais de ativistas pró-família

18 de junho de 2008

Piada satânica

Piada satânica

Olavo de Carvalho

Outro dia um amigo meu me perguntou se eu não havia reparado que, no intervalo de uma geração, condutas descritas pela psiquiatria como neuróticas e até psicóticas passaram a ser aceitas como normais. Não apenas como normais – respondi –, mas como normativas, louváveis e obrigatórias. Os passos seguintes são: (a) marginalizar e criminalizar toda reação de repulsa; (b) tornar a repulsa psicologicamente impossível, expelindo-a do repertório das condutas admitidas na sociedade.

Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. No entanto, basta alguém apelar à comparação estatística e instantaneamente ele mesmo, entre gritos de revolta e lágrimas de indignação da platéia, é acusado de homofóbico e apóstolo do genocídio. A hipótese de confrontar o número de gays assassinados com o de gays assassinos, indispensável cientificamente para distinguir entre um grupo ameaçado, um grupo ameaçador e um grupo que não é nem uma coisa nem a outra, acabou por se tornar tão ofensiva que a mera tentação de sugeri-la já basta para você ser processado por homofobia, antes mesmo de haver lei que a proíba.

Mutatis mutandis, o sr. Luiz Mott alega como prova do ódio generalizado anti-gay uns noventa e poucos casos de agressões a homossexuais ocorridos num prazo de quatro meses em São Paulo, mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Raciocinando pelo critério estatístico do sr. Mott, diríamos que os gays são um perigo público. A conclusão é absurda, mas decerto menos absurda do que proclamar que eles estão em perigo.

Proibido o senso das proporções, o fingimento histérico e o hiperbolismo paranóico em favor de grupos de interesse tornam-se deveres cívicos indeclináveis. A loucura tornou-se obrigatória, e quem quer que recuse ser contaminado por ela é um criminoso, um réprobo, um doente mental incapacitado para a vida em sociedade.

O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é "a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana".

S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acreditam, confiram em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por "mérito cultural" (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos força a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. "Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?", perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.

Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.

E há quem acredite que é possível discutir racionalmente, polidamente, com pessoas como os srs. Lula e Mott...

Fonte: Jornal do Brasil, 12 de junho de 2008

Divulgação: www.juliosevero.com

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17 de junho de 2008

Você está pronto para ser perseguido por ativistas gays?

Você está pronto para ser perseguido por ativistas gays?

Rev. D.L. Foster

Você está pronto? Você está em oração? Você já determinou que não importa quais leis sejam aprovadas, você permanecerá fiel à eterna Palavra de Deus? Você já decidiu que não ficará em silêncio não importa quais sejam as penalidades? Você já instruiu sua igreja acerca das ameaças sobre nós? Você está pronto?

O motivo é que a perseguição não está se aproximando. Já está aqui.

Com a aprovação de uma lei no Colorado, de uma declaração formal do governo brasileiro e de uma decisão legal punitiva do governo canadense contra um pastor, os homossexuais começaram o trabalho de silenciar a última oposição sólida ao estilo de vida deles. Eu quero dizer nós, a igreja.

Com a assistência do movimento cristão gay enfraquecendo as defesas internas da igreja e o atual clima espiritual de ganância (também conhecida pelo nome de “prosperidade”) e excessos na igreja, o movimento político gay avançou as pressões externas para silenciar todas as vozes que proclamam o homossexualismo como algo que não seja bom, moral e superior — publicamente. Sua alternativa é ficar de boca fechada ou dizer em segredo.

Você está pronto para fazer o que Daniel fez quando foi ameaçado pelo sistema legal babilônico? Você está preparado para fazer o que João, Pedro e os outros discípulos fizeram quando os magistrados religiosos bateram neles e lhes ordenaram que não falassem mais em Jesus? Você está pronto?

De acordo com WorldNetDaily:

A lei [do Colorado] fornece uma isenção que permite que os grupos religiosos continuem ensinando, dentro de suas portas, a condenação bíblica do homossexualismo. Mas a própria isenção será prejudicial à igreja no final de tudo, argumenta Hausknecht.

“[A isenção] tende a marginalizar a igreja”, disse ele. “Eles dirão: ‘É só uma igreja’. “[A isenção] permitirá que os ativistas gays continuem a marginalizar os cristãos. Eles dirão: ‘Mantenham seus ensinos dentro de suas quatro paredes. Só isso’.”

A igreja está para ser isolada num gueto, tal como foram os judeus de Varsóvia durante o governo de Hitler. A intenção do inimigo é nos encurralar nas nossas igrejas, trancar as portas com cadeado e tornar crime o ato de falarmos “assim diz o Senhor”. Você está preparado para perder seu emprego, ser forçado a abandonar sua casa e até perder a guarda de seus filhos por se recusar a se prostrar diante do altar da aceitação homossexual? Não há como ficar neutro. Eles não deixarão você ficar neutro. Ou escolhemos agora tomar uma posição e ser contados com os profetas que quando se defrontavam com as tramas do diabo permaneciam firmes ou então desapareceremos em humilhante esquecimento.

No Brasil o governo anunciou um plano para limpar o Brasil de toda “homofobia”. O blogueiro Julio Severo, que publica o blog Last Days Watchman, tem testemunhado esse ataque forte liderado pelo governo em recentes anos. Esse ataque culminou na conferência onde participaram representantes de 14 nações estrangeiras.

Acompanhado de seis ministros, ele pediu para que todos os preconceituosos “arejem a cabeça e despoluam-na”. Ele surpreendeu ao manifestar apoio total ao movimento homossexual e dizendo “que fará o possível para que a criminalização da homofobia e a união civil sejam aprovadas”.

Ele defendeu o fim de toda a oposição ao comportamento homossexual e afirmou que a permanência da discriminação sexual “talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano”.

Não tenha a menor dúvida de que o movimento homossexual político dos EUA está envolvido nessa situação, tendo exportado — para países em que os governos estão seduzidos pelo dinheiro deles — seu ódio aos que criticam sua abominação pecaminosa. Você está pronto para ver sua igreja monitorada por ativistas homossexuais secretos? Você está preparado para ver homossexuais fazendo seu emprego de alvo a fim de testar se você aceita ou não o pecado deles? O que você fará quando entrarem com milionárias ações legais contra você? Caso você não tenha ainda percebido, estamos em guerra.

Ao norte, o governo canadense declarou enfaticamente que os que criticam o homossexualismo enfrentarão a lei e serão punidos. Em 30 de maio de 2008, o Pr. Stephen Boissoin foi proibido de expressar sua perspectiva bíblica acerca do homossexualismo e recebeu ordem de pagar 5 mil dólares por “danos envolvendo dor e sofrimento” bem como pedir perdão aos ativistas que se queixaram de que se sentiram magoados. O tribunal disse:

“O Sr. Boissoin e a Coalizão de Cristãos Preocupados cessarão de publicar em jornais, por email, em rádio, em discursos públicos ou na internet comentários depreciativos sobre gays e homossexuais. Além do mais, daqui em diante eles estão proibidos de fazer comentários depreciativos sobre… Lund ou… as testemunhas de Lund em relação ao envolvimento deles na queixa. Além do mais, ordena-se que todos os comentários depreciativos contra os homossexuais sejam removidos dos atuais sites e publicações do Sr. Boissoin e a Coalizão de Cristãos Preocupados…”

Essa não é uma luta para se ganhar com armas carnais. As armas de nossa guerra não são carnais, mas poderosas em Deus para a demolição de fortalezas. Pegue as suas armas e prepare-se.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: GCM Watch

Leitura recomendada:

A grande desmobilização: O que está em jogo nos acordos envolvendo o PLC 122/2006