31 de maio de 2008

O nome é Angela Maria Slongo

O nome é Angela Maria Slongo

Diogo Mainardi

“O Palácio do Planalto contratou a mulher de Olivério Medina, representante das Farc no Brasil.
Enquanto uma fatia do estado brasileiro prendia um criminoso internacional, uma outra fatia o protegia, oferecendo à sua mulher um salário de apaniguada”

A mulher de Olivério Medina, o representante das Farc no Brasil, foi contratada pelo governo Lula. Agora só falta arranjar um emprego para a mulher de Fernandinho Beira-Mar, outro criminoso ligado às Farc.

Em 29 de dezembro de 2006, Angela Maria Slongo foi nomeada pelo ministro da Pesca, Altemir Gregolin, para o cargo de oficial de gabinete II, com um salário de DAS 102.2. Angela Maria Slongo é mulher de Francisco Antonio Cadena Collazos, também conhecido como Olivério Medina, ou Padre Medina, ou Camilo López, ou El Cura Camilo. Quando Angela Maria Slongo foi nomeada pelo Palácio do Planalto — sim, o Ministério da Pesca é ligado diretamente ao gabinete do presidente da República —, Olivério Medina estava preso em Brasília, a pedido da Colômbia, seu país de origem, onde era acusado de atos terroristas e assassinatos.

Pausa. Respire fundo. É melhor repetir o que acabei de dizer. Pode ser que alguém tenha passado batido. É o seguinte: enquanto uma fatia do estado brasileiro cumpria a lei, prendendo um criminoso internacional, uma outra fatia — mais especificamente, Lula e seus ministros — o protegia, oferecendo à sua mulher um salário de apaniguada, a fim de que ela pudesse permanecer perto dele, numa chácara em Brasília, à espera do julgamento do STF, que iria decidir sobre sua extradição. Ele só saiu da prisão domiciliar no fim de março de 2007. Angela Maria Slongo até hoje continua aparelhada no Ministério da Pesca, recebendo seu salário de apaniguada, que acumula com o salário pago pelo governo do Paraná. VEJA pediu esclarecimentos sobre a escolha de seu nome para o cargo de confiança. O Ministério da Pesca informou que ela apenas mandou um currículo e foi selecionada por critérios profissionais. Simples? Simples.

Publicamente, Lula tenta se afastar da companhia das Farc. Às escondidas, seu governo dá cada vez mais sinais de irmandade com o grupo terrorista, como nesse caso da mulher de Olivério Medina. Nos computadores de Raúl Reyes, o terrorista morto pelos soldados colombianos, foi encontrada uma mensagem de Olivério Medina em que ele dizia poder contar com o apoio da “cúpula do governo” brasileiro, em particular com o ministro Celso Amorim. O papel de Olivério Medina no Brasil, de acordo com o jornal colombiano El Tiempo, era “trocar cocaína por armas e fazer o recrutamento de simpatizantes”. O recrutamento de simpatizantes podia ser feito até mesmo no Ministério da Pesca. Já a troca de cocaína por armas passava por outros canais. Numa de suas mensagens sobre o tema, Olivério Medina referiu-se a um certo “Acácio”, identificado como o Negro Acácio, sócio de Fernandinho Beira-Mar no narcotráfico.

Um relatório oficial da Abin acusou Olivério Medina de ter oferecido dinheiro das Farc à campanha eleitoral de candidatos petistas. Quando VEJA fez uma reportagem sobre o assunto, um monte de gente chiou. Para os agentes da Abin, os membros do PT que receberiam o dinheiro eram aqueles das correntes mais esquerdistas do partido, como a do ministro da Pesca, que contratou a mulher de Olivério Medina. Sempre que alguém morre no Brasil por um crime relacionado ao tráfico de drogas, pode-se dizer que há um dedo das Farc. O grupo terrorista está perdendo terreno na floresta colombiana. Mas chegou ao poder nos morros brasileiros e na Esplanada dos Ministérios.

Fonte: Revista Veja

Divulgação: www.juliosevero.com

30 de maio de 2008

Fantasias gays e Kassab, o laico

Fantasias gays e Kassab, o laico

Gerson Faria

Resumo: Em 2008, a metade da cidade de São Paulo participou da parada do orgulho gay, afirmam os organizadores. Gays gostam mesmo de fantasias.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Autoridade é isso. A organização da parada do orgulho gay afirma não possuir dados científicos sobre quantas pessoas participaram da última edição do evento, ocorrido domingo, 25 de maio. Mesmo assim, afirmam ser algo em torno de 5 milhões de pessoas. Segundo o movimento, em 2007 foram 3,5 milhões, obtendo assim um aumento de 40% para o ano de 2008.

Isso quer dizer que em 2007, 32% da população da cidade de São Paulo estava lá. Em um ano, 50% da cidade estava lá. Já analisei essa estatística gay para 2007 e não tenho nada mais a acrescentar nesse aspecto. O que era ridiculamente absurdo foi amplificado em 40%.

Só para o leitor ter uma idéia de densidade de pessoas, vai aí uma conta simples:

600 mil pessoas equivalem a uma lotação máxima do metrô de São Paulo nos piores dias (8 pessoas/m2 ) na avenida Paulista inteira (~75.000 m2 de área)

A Companhia de Engenharia de Tráfego não afirma nada, não viu nada. Não quer meter a colher em briga de maridos. Menos polêmico é anunciar os 200 Km diários de lentidão no trânsito paulistano, com precisão de 1%.

E sobre o orgulho gay, o que há para se dizer? Cada um tem orgulho do que enxerga em si como um valor muito alto. É uma idolatria, dirão os cristãos com razão. Lula tem orgulho de não ter estudado, os gays orgulhosos têm orgulho de uma cultura debochada, caricata, artificial. Dizem que são debochados por culpa da sociedade. E eu digo que é mentira pois já frequentei locais de freqüência gay e o comportamento deles lá dentro é tão ou mais debochado do que o comportamento de fora. Se antes me xingavam de homofóbico, agora vão me xingar de gay enrustido. Paciência. O mais estranho é que nunca me chamaram de petista enrustido por criticar o PT.

Não tenho preconceito com gays no geral. Conheci bem seu mundo e já perdi um amigo de universidade e alguns conhecidos pela vida arriscada e libertina que viviam. Tenho uma certa pena da tristeza de suas vidas. Não eram felizes, embora frequentassem festas uma atrás de outras. Começavam na terça-feira. Era salve-se quem puder atrás de sexo e diversão. E sempre ouvia, "sabe não sei quem, então, morreu de aids...", "sabe não sei quem, então, morreu de tanto cheirar...". Não eram poucos, acreditem.

E agora, todos o anos, o barulho da parada do orgulho gay, que passa em frente minha casa, faz com que me lembre desse amigo perdido. Pessoa animada, muito boa e inocente. Divertíamos-nos muito em sua companhia. Antes de iniciar sua vida gay já era assim, radiante. Sua escolha de vida foi pelo gayzismo e seu complemento, as drogas. Não há culpa da sociedade. Sempre fez o que quis. Abandonou estudos, foi ser gerente de Call Center, dava preferência à contratação de 'garotos'.

Há coisas que a sociedade não pode dar, e acredito ser essa a farsa principal da promessa de paraíso terrestre do movimento gay. A aceitação da sociedade não faz a menor diferença na hora de querer fazer sexo com quem ou o que quer que seja. Se não, o que dizer da quantidade de pessoas internadas no Hospital das Clínicas que tentaram sexo com garrafas, lâmpadas fluorescentes, cabos de vassoura etc. sem sucesso? Cada prática tem seu risco e nada, nada pode a sociedade fazer quanto à multiplicidade de escolhas possíveis. Não é a sociedade aceitando a prática de sexo com garrafas que a condição do 'garrafossexual' irá melhorar. Há um problema intrínseco na escolha mesma. E culpar a sociedade por não nos amar é demais. A sociedade de modo geral nos ignora e isso é da natureza do amor e da sociedade. Por isso, não exija amor e reconhecimento dos que o ignoram, será decepcionante.

Os pais desse meu amigo o amavam do jeito que era. Conheci sua mãe, irmão etc. Conheci suas tristezas e, embora distantes, éramos amigos. Sua máxima era o romântico "viver dez anos a mil que mil anos a dez".

Nossas vidas tomaram rumos distintos e só soube de seu estado quando já era tarde. Em seu velório, colegas gays meus e dele não foram olhá-lo pela última vez. Gays não gostam de ver vítimas da aids, são realmente "sidofóbicos". Eu fui e não me esquecerei jamais do que vi. E jamais esquecerei do sofrimento de sua mãe, de seu pai e de seu irmão.

Se escrevo artigo atrás de artigo sobre a mentira cabal chamada 'movimento gay', não é porque eu seja homofóbico, rótulo político infamante. É porque sei que de 'gay' esse movimento não tem nada. Ele rouba a vida das pessoas, seu espírito e seu corpo. Não tenho porque responder a estultices de ser tachado de homofóbico. Fiz o que pude para ajudar esse amigo. O 'movimento gay' não estava lá, acompanhando sua perda de peso acelerada e inexorável. E nem doar sangue o movimento poderia.

Se escrevo artigo atrás de artigo sobre a mentira cabal chamada 'movimento gay', é porque acredito que temos como dever diário tirar o argueiro de nossos olhos e ajudar a tirar o dos olhos de nossos irmãos quando podemos.

Por isso digo: prefeito Kassab, fique lá mesmo na parada do orgulho gay mendigando votos, distribua preservativos a todos, selinho para estabelecimentos gay friendly e ache tudo lindo maravilhoso, alimentando a falsa ilusão dos tolos, que acham que tudo na vida é aceitação social. Deixe a Marcha para Jesus longe de preocupações politicamente corretas, demagógicas e covardes.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

Carta de leitor do Mídia Sem Máscara: Endosso cada palavra do Gerson Faria no seu artigo Fantasias Gays e Kassab o laico. Também tenho a experiência de ter conhecido uma pessoa, homossexual, que morreu de aids e, que perto do fim revelou a todos o mundo de mentira que mostrava por fora, quando na verdade escondia uma realidade tenebrosa. O fato é que há muitos homossexuais desejosos, sim, de reverter essa condição e procuram desde psicólogos a religiosos. No caminho, muito provavelmente enfrentarão uma verdadeira trincheira ideológica contrária, autoritária e invariavelmente truculenta que busca a qualquer custo impedir que o sujeito consiga libertar-se (o termo adequado é esse mesmo), cerceando um direito seu que deveria ser óbvio e indiscutível. Depois, são os mesmos que cinicamente aparecem como vítimas de preconceitos "homofóbicos". A mídia, conjugada com talvez o governo mais imoral da história, confere-lhes todo o apoio e engrossa a patrulha ideológica contra os que deles discordam. Eduardo Giuseppe

29 de maio de 2008

O vermelho e o negro

O vermelho e o negro

Edson Camargo

Tenho tentado evitar escrever sobre as asneiras e idéias criminosas da esquerda e da versão gospel de seus cúmplices: os tais “evangélicos progressistas”, “cristão de esquerda”, “socialistas cristãos” e afins. Quem se alinha com terroristas, narcotraficantes, teóricos e escritores que legitimam o uso da violência, da falsificação histórica, da segregação classista, do aborto e das matanças institucionalizadas que alguns paspalhos ainda teimam em dizer que “aquilo não é o socialismo real”, será o quê, senão cúmplice?

Pois bem, novamente vou eu escrever sobre essa gente. A resenha do romance Le Rouge et le Noir, de Stendhal, fica para outro dia, até porque, ao contrário de muitos de nossos sabidões da nossa mídia anticristã, não escrevo sobre o que desconheço. Mas conheço bem esquerdistas e politicamente corretos, e alguns desses agora me aparecem afirmando que “os negros evangélicos” (sim, eles gostam de falar por todos, pelo povo, por mais que você, amigo negro, não os subscreva. “Democráticos”, não?) EXIGEM um “pedido de perdão por parte das igrejas históricas”. E claro que a revista Ultimato prontamente se fez de megafone para a ladainha dos ressentidos. Jesus mandou seus discípulos perdoarem 490 vezes o irmão ofensor num único dia. Já a “esquerda evangélica” prefere desenterrar agressões de mais de um século atrás e chegar ao limite ridículo e vulgar da sanha acusadora e auto-vitimizatória: exigir um pedido de perdão daqueles que são, em grande parte, os responsáveis pela libertação de suas próprias vidas de uma escravidão muito pior: a do pecado, a das trevas, a do príncipe deste mundo, Satanás.

É lógico que deve haver negros evangélicos que caem nessa lorota que só serve para jogar irmãos contra irmãos, e, com o frisson gerado, enfiar outras tantas esquerdices na cabeça dos evangélicos brasileiros. Burrice não tem cor nem preferência por quantidades específicas de melanina. A esses eu recomendaria a leitura de artigos dos negros Walter Williams e de Thomas Sowell, que, não sendo evangélico, sabe dos estragos causados pela agenda politicamente correta e o quanto é descabido o clichê “a culpa é do homem branco”.

Graças à hegemonia cultural conquistada pelos fãs de Fidel, Lênin e Guevara no Brasil, os evangélicos brasileiros têm cada vez mais dificuldades em pensar em política e cultura em termos bíblicos e livres de ranços ditos “progressistas”. Se a igreja brasileira não despertar e não se posicionar, não só continuará vendo alguns de seus segmentos serem feitos de idiotas por parte de inimigos declarados da fé cristã, como acabará por ver-se reduzida à irrelevância cultural, política e espiritual: o objetivo confesso de teóricos comunistas como Antonio Gramsci, mentor da estratégia da revolução cultural, e Giörgy Lukacs, que via a cosmovisão judaico-cristã como o principal obstáculo ao sucesso de sua mórbida ideologia.

A corrupção e a apostasia começam pelos detalhes, pelos aspectos considerados periféricos, pelos “pontos menores”. Mas o desgaste que a infiltração esquerdista já gerou à igreja brasileira, sobretudo no que concerne ao zelo pela “sã doutrina”, é de difícil mensuração, por ser gigantesco. Que o Senhor levante, em todos os cantos desse Brasil de muitas misturas, homens e mulheres prontos a desmascarar essas ideologias diabólicas forjadas por racistas confessos como Karl Marx, e reafirmem com toda a coragem que “em Cristo, não há bárbaro ou cita, judeu ou grego, circunciso ou incircunciso, mas Cristo é tudo em todos”.

Fonte: Profeta Urbano

Divulgação: www.juliosevero.com

28 de maio de 2008

Mulher desperta depois que família dá adeus final e os tubos de oxigênio são removidos

Mulher desperta depois que família dá adeus final e os tubos de oxigênio são removidos

Cleveland, Ohio, EUA — Uma mulher de Virginia Ocidental está na Clínica Cleveland depois de estar entre a vida e a morte.

Os médicos estão chamando Val Thomas de milagre médico. Eles disseram que não conseguem explicar como ela está viva. Eles disseram que Val sofreu dois ataques cardíacos e não teve nenhuma atividade cerebral durante mais de 17 horas. A 1h30min da madrugada de sábado, o coração dela parou e ela não tinha pulso. Uma máquina de respirar a mantinha respirando e a rigidez cadavérica já havia começado, disseram os médicos.

“A pele dela há tinha começado a endurecer e os dedos dela se encurvaram. A morte havia se iniciado”, disse o filho Jim Thomas.

Eles a levaram às pressas a um hospital de Virginia Ocidental. Os médicos colocaram Val numa máquina especial que induz a hipotermia. O tratamento envolve baixar a temperatura do corpo por até 24 horas antes de aquecer o paciente.

Depois desse procedimento, o coração dela parou de novo.

“Ela não tinha nenhuma função neurológica”, disse o Dr. Kevin Eggleston.

A família dela deu o adeus final e os médicos removeram os tubos de oxigênio.

Contudo, Val foi mantida num ventilador um pouco mais, pois se debateu uma questão de doação de órgãos.

Dez minutes mais tarde a mulher despertou e começou a conversar.

“A enfermeira disse: ‘Lamento, sra. Val’. E mamãe disse: ‘Tudo bem, querida. Está tudo bem’”, disse Jim Thomas.

Val Thomas e sua família crêem fortemente que o Senhor lhes garantiu o milagre deles e eles querem que todos saibam.

“Sei que Deus tem algo preparado para mim, outro propósito. Não sei o que é, mas estou certa de que ele me dirá”, disse ela.

Ela foi levada à Clínica Cleveland para que um especialista faça um exame minucioso nela. Os médicos disseram de forma estupenda que ela não tem nenhuma obstrução e ficará muito bem.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: NewsNet5

Leitura recomendada:

Médico diz acerca de homem “com morte cerebral” que foi salvo pouco antes de lhe removerem os órgãos: a “morte cerebral” nunca é realmente morte

O que é a morte?

27 de maio de 2008

Hugo Chavez e a sedução, monitoração e controle sobre as igrejas cristãs da Venezuela

Hugo Chavez e a sedução, monitoração e controle sobre as igrejas cristãs da Venezuela

VENEZUELA Há poucos quilômetros dentro da abafada floresta venezuelana, que faz fronteira com a Colômbia, grupos guerrilheiros se movimentam sem que as autoridades locais ofereçam nenhum obstáculo. A população civil já se acostumou com o enxame de guerrilheiros que circula pelo local.

Em meio à essa atmosfera tensa, nove pastores confidenciaram seus temores e dividiram suas lágrimas com a Portas Abertas em uma série de reuniões realizadas nos dias 8 e 9 de abril. Juntos, os pastores e a Portas Abertas elaboraram um plano de ajuda aos cristãos da Venezuela.

Na opinião dos pastores e de outras pessoas, o presidente Hugo Chávez quer “colocar ordem” nas organizações independentes — e que, portanto, não podem ser monitoradas. Entre essas organizações está a Igreja. Muitas congregações são arredias no que diz respeito ao controle de qualquer tipo de governo humano.

Desde sua eleição como presidente, em 1998, Hugo Chávez tem dirigido a nação rumo ao socialismo. Apesar de o Reino de Deus ser espiritual e o socialismo, materialista, há pastores que compartilham a ideologia de Chávez e estão dispostos a acomodar seu ensino bíblico a essa ideologia.

Para os chavistas, o governo tem sido bastante generoso, dado dinheiro e ajudado com programas sociais e de desenvolvimento. Em troca, os beneficiados precisam apoiar Chávez e mesmo informar ao governo o que acontece na igreja.

Para aumentar o controle, Chávez estabeleceu Conselhos Públicos em praticamente todas as comunidades venezuelanas. Em abril do ano passado, a Assembléia Nacional aprovou a Lei dos Conselhos Públicos que regula o funcionamento e o financiamento desses órgãos.

Nos conselhos, os cidadãos criam, controlam e avaliam a política pública. Somente as pessoas que concordam com a política de Chávez podem participar dos conselhos, o que inclui muitos cristãos que concordam com a linha social do governo.

Perseguição velada

Recentemente, o Pr. Armando* foi acusado de “obstruir a paz entre vizinhos”. O motivo: ele se encontrou com outro pastor e alguém reclamou que os dois homens estavam orando muito alto.

No dia seguinte ele foi informado que um conselho público estava pronto para expulsá-lo de seu apartamento. Quando Armando disse que não oraria em seu apartamento com seu amigo novamente, o conselho permitiu que ele permanecesse em sua casa.

Desde o dia 11 de janeiro de 2007, cerca de 35.000 conselhos públicos foram estabelecidos. A expectativa é que esse número cresça para 50.000 até o meio deste ano.

Os conselhos, formados por pessoas que respondem ao governo venezuelano, têm poder para tomar decisões locais e judiciais, entre elas o poder de confiscar propriedades. Os conselhos também são apoiados por milícias que também trazem informações sobre pessoas que discordam da política de Hugo Chávez.

Igreja dividida

Atualmente, a Igreja da Venezuela está dividida. Alguns pastores entendem o perigo que essa situação pode trazer para o futuro da Igreja. Outros não. No início de sua campanha pela presidência, Hugo Chávez chorou na frente de pastores e pediu para que orassem por ele. Depois de eleito, entretanto, em seu programa dominical “Olá, Presidente”, Chávez disse que não acreditava no Deus Todo-Poderoso em que os cristãos acreditam.

Ele chamou o Gênesis e o fato de Deus ter criado Eva de uma costela de Adão de “absurdo”, acrescentando que nunca tinha crido naquilo, nem mesmo quando era criança e freqüentava a Igreja Católica romana.

Medidas de Chávez impostas aos cristãos:

O referendo radical de 2007 de Hugo Chávez inclui medidas que pretendem submeter a igreja venezuelana ao controle estatal. As medidas incluem:

• A igreja deve ter o mínimo de 200 membros e ter um certificado dos conselhos públicos.

• Congregações menores precisam alcançar o número mínimo de membros.

• Todas as igrejas de uma comunidade devem utilizar o mesmo prédio.

• Os pastores são obrigados a realizar casamento entre homossexuais.

• Os pastores que pregarem contra o homossexualismo e determinadas questões morais devem ser denunciados e condenados (exatamente como tenta-se implantar no Brasil).

Mesmo que a punição não tenha sido estabelecida, é provável que seja pena de prisão.

No dia 6 de dezembro de 2007, a votação nacional refutou essas medidas com pouca diferença de votos. Mesmo depois de os eleitores estreitarem sua passagem, Hugo Chávez continua em sua caminhada rumo ao controle da Venezuela — e da Igreja venezuelana. O presidente impôs mudanças ao país “por trás dos bastidores” que copiam os modelos chinês, cubano e de outros países socialistas.

Uma das maneiras de impor sua vontade é através do Congresso “de fachada”, constituído por maioria chavista. Logo, o Congresso discutirá as medidas e vai decidir se as transformarão em lei ou não.

Tradução: Priscilla Figueiredo

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Brasil manda, através da TAM, toneladas de armas para a Venezuela comunista

Como as igrejas da Venezuela estão desafiando Hugo Chávez

26 de maio de 2008

Entendendo a esquerda sexual

Entendendo a esquerda sexual

Dale O’Leary

A esquerda sexual é uma coalizão informal de grupos de ativistas que obtiveram poder considerável e usam esse poder para forçar sua agenda no mundo.

A esquerda sexual são os utilitaristas sexuais. Eles crêem que a vida deve ser dedicada à busca do prazer. Para eles, não vale a pena viver uma vida sem prazer. O prazer sexual é o prazer mais elevado e tudo o que frustra a busca do prazer sexual é ruim e deve ser eliminado. Todos devem ser livres (e na verdade incentivados) a buscar o nível mais elevado de prazer sexual independente de sexo, idade, religião, sozinhos ou com qualquer número de pessoas simultaneamente ou seqüencialmente, independente do tipo particular de conduta sexual envolvida, relacionamento ou condição conjugal, por dinheiro, em público ou privado. A única restrição é o consentimento, a qual é respeitada de forma relaxada no que se refere à idade e/ou capacidade mental dos participantes. Eles realmente reconhecem que as crianças pequenas podem não estar em condições de dar um consentimento de fato consciente para ter sexo com adultos, mas sistematicamente favorecem a diminuição da idade de consentimento e incentivam as crianças, até mesmo crianças novas, a se engajar em sexo ou jogos sexuais com colegas da mesma idade.

Os esquerdistas sexuais reconhecem que a liberdade sexual absoluta pode levar à gravidez e a infecções transmitidas por sexo. Portanto, eles têm um compromisso apaixonado pela legalização do aborto, contracepção para moças solteiras e distribuição de camisinhas.

Para promover sua agenda de liberdade sexual absoluta, a esquerda sexual faz campanhas exigindo mudança nas políticas públicas. Essas campanhas eliminarão todas as leis que frustram a busca do prazer sexual. Eles se opõem às leis contrárias à prostituição, pornografia e sexo público. Eles apóiam a tolerância absoluta para todas as aberrações sexuais, a redefinição do casamento, a liberdade de assumir qualquer identidade sexual, as tão chamadas operações de “mudança de sexo” e o direito legal de mudar a designação sexual de uma pessoa.

Reconhecendo a hostilidade que muitas pessoas sentem para com toda ou parte dessa agenda, a esquerda sexual embarcou numa campanha imensa de educação sexual designada para promover sua agenda nas escolas, começando com crianças bem novas. Tal educação sexual abrangente é promovida aos pais como uma medida de prevenção contra a gravidez entre as adolescentes, infecções transmitidas por sexo e abuso sexual de crianças. Aliás, a educação sexual abrangente é designada para eliminar a modéstia e ridicularizar os ensinos cristãos com relação à abstinência antes do casamento, para promover experimentos sexuais, inclusive masturbação, jogos sexuais com o mesmo e outro sexo, tolerância para com a sexualidade não conjugal, inclusive relações homossexuais, e várias formas de perversão sexual.

A meta da esquerda sexual é tornar tal educação sexual abrangente obrigatória para todas as crianças sem que os pais sejam notificados e sem o consentimento dos pais, negando aos pais o direito de retirar uma criança de uma parte ou do programa inteiro. Eles querem que a educação de abstinência seja proibida. Toda menção a essa educação é marginalizada como ineficiente.

As preocupações da esquerda sexual não se limitam à educação sexual direta. Eles também buscam minar as convicções cristãs distorcendo o papel que o Cristianismo historicamente desempenhou na civilização e a importância do Cristianismo no estabelecimento dos direitos humanos. Eles se opõem a todas as referências a um Deus criador, ou ao fato de que Deus criou o mundo. Eles se opõem sistematicamente às escolas particulares, às escolas cristãs, às escolas só para meninos ou só para meninas e à educação escolar em casa, pois essas opções permitem que os pais tenham a liberdade de decidir a educação de seus filhos e restringir o poder da esquerda sexual de influenciar a educação.

Os esquerdistas sexuais reconhecem que o Cristianismo tradicional é inimigo de sua agenda. A fim de enfrentá-lo, eles vêm trabalhando muito para ganhar controle de muitas denominações cristãs, universidades cristãs e outras instituições originalmente fundadas para promover ensinos cristãos. Eles estão pervertendo essas instituições para servirem à sua agenda. Isso é particularmente evidente no fato de que a peça “Monólogos da Vagina” é encenada em universidades supostamente católicas.

Filosoficamente, muitos esquerdistas sexuais adotaram a ideologia de desconstrução pós-moderna, que sustenta que a língua é uma ferramenta dos opressores. De acordo com a opinião deles, as mulheres e as “minorias sexuais” são oprimidas. Quando os esquerdistas sexuais ganham o poder, eles o usam para forçar sua versão politicamente correta nas universidades, nas entidades profissionais e outras instituições. Qualquer objeção à promoção da ideologia da esquerda sexual é rotulada de “intolerante, sexista, homofóbica, heterossexista e equivalente a racismo”. Os esquerdistas sexuais estão agora lutando para que sejam aprovadas leis contra “discriminação com base na preferência sexual”, impondo multas e castigos para qualquer pessoa que se opuser à agenda deles.

A esquerda sexual se afastou dos Princípios Liberais dos Direitos Humanos Universais e das instituições democráticas, e abraçou a perspectiva neo-marxista da dialética da opressão sob a qual só os oprimidos têm direitos. Os opressores não têm nenhum direito. Sob essa cosmovisão, os pais e as instituições cristãs que se opõem à agenda da esquerda sexual não têm nenhum direito de obstruir a liberdade das minorias sexuais oprimidas. Isso é um ataque direto à liberdade religiosa, aos direitos dos pais e à liberdade de expressão. Assim, embora os esquerdistas sexuais afirmem que a liberdade de expressão protege a obscenidade e a pornografia, eles rotineiramente tiram daqueles que se opõem à agenda deles o direito de falar ou participar de debates públicos.

Os liberais modernos não estão conseguindo resistir às exigências da esquerda sexual porque eles adotaram a tolerância como seu valor mais elevado e se acham incapazes de fazer juízos morais acerca da sexualidade. (Por outro lado, eles se acham bem capazes de fazer juízos morais acerca de guerra e meio-ambiente.) Os liberais seculares modernos não só rejeitam as leis divinas com respeito à atividade sexual, mas também rejeitam a lei natural. Eles se apegam à ilusão de que as diferenças entre homens e mulheres são irrelevantes e que a ciência moderna venceu o problema da gravidez indesejada e doenças transmitidas por sexo.

O livro Unprotected (Desprotegido), escrito por um terapeuta que trabalha com estudantes universitários, apresenta um quadro assustador dos efeitos dessas perspectivas em moças vulneráveis. Esse médico preocupado cataloga as formas pelas quais negam sistematicamente aos estudantes informações acerca dos riscos físicos e psicológicos de suas escolhas sexuais.

Os esquerdistas sexuais promovem sua agenda sob o pretexto de Direitos Sexuais e Reprodutivos, que incluem um direito ilimitado ao aborto, contracepção, camisinhas, liberdade sexual absoluta, direitos gays e educação sexual abrangente obrigatória.

Sua ideologia utilitarista também os leva a apoiar tecnologias reprodutivas que não respeitam a dignidade da criança em gestação, pesquisas que envolvem embriões humanos, e eutanásia.

Embora a esquerda sexual comece com uma promoção do prazer, suas políticas inevitavelmente levam ao sofrimento humano — a morte de bebês em gestação, a angústia de suas mães, o flagelo da AIDS e a desordem social provocada por famílias sem um pai. Seria de supor que, considerando o imenso aumento em sofrimento, aqueles que buscam prazeres repensariam os objetivos de suas políticas, mas para eles o sofrimento é simplesmente o preço que tem de ser pago em prol de sua revolução sexual. Eles sabem que bebês morrem, eles sabem que mães sofrem angústia e eles vêem a devastação da epidemia da AIDS. Mas eles não se importam. Eles nem mesmo alegam que sua educação sexual e distribuição de camisinhas impedirão as conseqüências negativas. Eles próprios confessam que seu objetivo são estratégias de redução de riscos. Eles antecipam certo nível de fracasso.

É importante que aqueles que defendem a vida, os valores cristãos e a família compreendam que eles não estão lutando combates individuais acerca de questões de políticas públicas que nada têm a ver uma com a outra. Quer a questão seja aborto, educação sexual, políticas de AIDS na África, pesquisas com células-tronco embrionárias, a redefinição do casamento ou a eutanásia, por trás de todas essas questões está uma cosmovisão que é oposta à verdade cerca da pessoa humana.

Título original: Understanding the Sexual Left

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Publicado no Brasil com exclusividade, com a permissão direta da autora.

25 de maio de 2008

Embrião humano: pessoa ou coisa?

Embrião humano: pessoa ou coisa?

Na quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal deve retomar o julgamento

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Na quarta-feira, dia 28 de maio de 2008, o Supremo Tribunal Federal deve retomar um julgamento que tem por réu o embrião humano. Trata-se da Ação Direta de Inconstitucionalidade 3510 (ADI 3510), ajuizada pelo Ministério Público Federal contra o artigo 5ª da Lei de Biossegurança, que permite a destruição de embriões humanos para fins de pesquisa ou terapia.

Os meios de comunicação social parecem uniformemente tendenciosos. Não se fala de uma ação judicial em defesa do ser humano em estágio embrionário, mas de uma ação "contra as pesquisas com células-tronco embrionárias". Segundo tais veículos de notícia, essa ação teria tão-somente o fim malvado de deixar sem esperança os deficientes físicos, em especial os que sofrem doenças neurológicas.

Sobre esse assunto, a maneira de noticiar também é confusa. Fala-se dos milagres operados com a terapia celular, sem especificar que todos os resultados mirabolantes até hoje foram obtidos com as células-tronco adultas (que não requerem a destruição do embrião humano), ao passo que as células-tronco embrionárias só produziram tumores, rejeição imunológica, desperdício de dinheiro e de vidas humanas. E isso desde 1981, quando foram isoladas as primeiras células-tronco em embriões de camundongos. Ao todo, mais de 25 anos de absoluto fracasso!

Quando se faz uma enquete não se pergunta, como seria honesto: "Você é contrário ou favorável à destruição de seres humanos congelados em nitrogênio líquido?" Em vez disso, pergunta-se: "Você é contrário ou favorável à pesquisa com células-tronco embrionárias?" O modo de perguntar põe a ênfase no suposto fim bom ("as pesquisas") e não no meio mau (a morte de inocentes) que se deseja utilizar para a obtenção desse fim.

Curioso é, por exemplo, o título da matéria "Cientistas e advogados divulgam documento contra pesquisas com células-tronco", publicado pelo Correio Braziliense em 5 de maio de 2008, e ainda disponível em http://cbnews.correioweb.com.br/html/sessao_18/2008/05/05/noticia_interna,id_sessao=18&id_noticia=4436/noticia_interna.shtml. Na verdade, o documento entregue aos Ministros não era "contra pesquisas com células-tronco", como dizia o título, mas contra a pesquisa com células-tronco embrionárias, as únicas que requerem a morte de embriões humanos, e que até hoje nada de útil produziram em termos de terapia. Os subscritores do documento, denominado "Declaração de Brasília", atacam na verdade, não a "pesquisa" em si, mas o meio anti-humano empregado para realizá-la: a morte de inocentes. Exaltam as pesquisas com células-tronco adultas, não só pelos seus resultados promissores, mas sobretudo porque, extraídas do próprio paciente, não são resultantes de um homicídio.

Espalha-se o argumento (falso) de que os embriões humanos "excedentes" das clínicas de fertilização "in vitro", se não forem "doados" para pesquisas, serão inevitavelmente jogados no lixo. Não falam da possibilidade de adotar tais embriões abandonados pelos pais, tal como se faz nos Estados Unidos e como foi recomendado pelo Comitê Nacional de Bioética do governo italiano.

Espalha-se a notíca (falsa) de que os embriões com mais de três anos de congelamento se tornam "inviáveis" para a implantação no útero. Para desmentir essa afirmação, bastaria examinar quantas crianças nasceram depois de terem permanecido congeladas por muitíssimos anos, no Brasil e no exterior. Também o Comitê de Bioética do governo italiano explica que essa afirmação não tem base científica.

No Brasil, "cientistas" reúnem deficientes físicos em cadeiras de rodas, enchem-nos de falsas esperanças e levam-no ao Congresso ou ao Supremo para pressionar a liberação da morte dos embriões. Não têm coragem de explicar aos doentes que a história das pesquisas com células-tronco embrionárias já tem mais de um quarto de século de fracasso completo. E os pobres deficientes não percebem que, assim como hoje se declara que um embrião com alguns dias de concebido não é humano, amanhã poderão dizer que um paralítico não é pessoa, que um portador do mal de Alzheimer não tem direitos, que os anciãos podem ser "doados" para fins de pesquisa.

O que está em jogo no julgamento de quarta-feira não são as pesquisas com células-tronco. Elas vão muito bem, obrigado, sem precisar molestar os embriões humanos. O que está em jogo verdadeiramente é o valor da vida humana. Os Ministros decidirão se um membro da espécie humana só tem direitos após uma determinada idade (por exemplo, 14 dias), após um determinado acontecimento (por exemplo, a implantação no útero ou o nascimento) ou após adquirir um determinado tamanho (como a estatura daqueles que hoje ocupam os tribunais).

Os beneficiários diretos de uma decisão favorável à morte dos embriões serão os abortistas. De fato, se o Supremo decidir que os embriões humanos não são sujeitos de direitos, as portas estarão abertas para a liberação do aborto durante dos nove meses de gestação.

A opinião pública, em sua grande maioria contrária ao aborto, está sendo manipulada pelos abortistas que se dizem defensores das "pesquisas" e da "ciência". Como sempre, a desinformação é a grande arma dos fautores da cultura da morte.

Fonte: http://www.providaanapolis.org.br

Divulgação: www.juliosevero.com

24 de maio de 2008

Ponderações e gratidão a Jesus Cristo

Ponderações e gratidão a Jesus Cristo

“Deus é bom e eu estou contente e agradecido”

Julio Severo

“O mundo ficaria melhor sem Israel?” Os nazistas e neonazistas, com o apoio da vasta maioria dos muçulmanos, responderiam que sim. Com a desinformação dominante hoje da mídia esquerdista, provavelmente a maioria do público poderia dar a mesma resposta.

Entretanto, a realidade é que nenhum povo sofreu tanto ódio irracional quanto os judeus. Sobre eles estão as promessas do Deus de Abraão, Isaque e Jacó. E sobre eles, igualmente, estão os olhares de desprezo de milhões que desconhecem ou rejeitam os interesses de Deus.

Mesmo em nossa época, que aparenta abominar tanto o preconceito, os preconceitos contra os judeus e contra os cristãos fiéis à Bíblia estão aumentando.

Comentando o aniversário de 60 anos de Israel, o ativista gay Tony Goes disse: “Hoje a criação de Israel faz 60 anos, e eu me atrevo a perguntar: será que foi uma boa idéia? É inegável o sucesso da sociedade israelense, que em tão pouco tempo transformou o que era pouco mais do que uma nesga de deserto num país democrático com padrão de vida europeu (e homens lindos, hehe). Mas será que o mundo não estaria um tiquinho mais tranqüilo sem esse foco permanente de discórdia no Oriente Médio?”

Coincidência ou não, o indivíduo mais preconceituoso contra os judeus — que acabou se tornando o maior assassino de judeus do mundo — também era homossexual.

Já pensou se um cristão dissesse: “Será que Israel foi uma boa idéia?” “Será que o mundo não estaria um tiquinho mais tranqüilo sem esse foco permanente de discórdia no Oriente Médio?” Os defensores do Estado laico-louco não perderiam tempo em rotulá-lo de anti-semita ou nazista.

O mesmo Goes declarou num site homossexual: “O que eu mais gosto é o look do Julio Severo: ele quer ser Jesus Cristo. Vamos realizar seu sonho e crucificá-lo, gente!” Nenhum militante pró-Estado laico, pró-aborto e pró-homossexualismo pôs a cara para fora para dizer que o ativista gay foi preconceituoso contra Israel ou contra um cristão que crê que a única sexualidade aceitável e normal é o sexo diferencial, natural e complementar homem/mulher. As declarações dos militantes socialistas, gays e abortistas, por maiores que sejam em escândalos, sempre recebem cobertura e tratamento especial. Linchamentos de camaradas são terminantemente proibidos na mídia liberal. Mesmo quando uma declaração socialista, gay e abortista é patentemente e inegavelmente criminosa, a reação da mídia liberal é uma condenação suave, bondosa e inócua.

Contudo, o líder do movimento homossexual do Brasil foi mais longe, ao fazer uma tentativa de postar meu endereço residencial para todos na Internet. Fica, evidentemente, bem mais fácil crucificar ou intimidar alguém quando se tem seu endereço residencial, não é mesmo?

Já pensou se um cristão usasse semelhante baixaria e ameaças veladas contra um homossexual, desabafando o desejo de crucificá-lo ou postando publicamente seu endereço residencial? O patrulhamento ideológico gritaria imediatamente: “Criminoso homofóbico à vista! Exigimos a intervenção enérgica do Estado e das autoridades policiais! Cadeia para ele!” Ouso supor que o governo Lula, com sua hostil e bem financiada tropa anti-“homofobia” de plantão permanente, jamais perdoaria tal ataque por parte de um cristão. As declarações dos cristãos, por mínimos deslizes que tragam, são prontamente condenadas e seus autores são atirados à cova dos leões liberais e estatais ou a um linchamento midiático.

Não é sem razão, pois, que os radicais militantes homossexuais exigem o direito legal de serem considerados minoria. Assim, eles terão carta branca estatal para cometer “deslizes” à vontade! Eles poderão tratar os cristãos e seus valores exatamente do jeito que os socialistas e liberais querem — pisoteando toda idéia e opinião bíblica que não tem a aprovação das novas imposições sociais.

Esses são apenas três exemplos das contradições da filosofia politicamente correta, onde presumidos preconceitos são combatidos e reais preconceitos são nutridos, onde preconceitos descaradamente anticristãos são protegidos pelo Estado laico-louco e onde opiniões contrárias ao vício homossexual serão tratadas como “crime” de preconceito, com punições estatais que serão tão rigorosas quanto penalidades para estupros ou assassinatos, se forem aprovadas as ambicionadas leis anti-“homofobia”.

Contrariando completamente a mídia esquerdista e o governo socialista de Lula, eu, como seguidor de Jesus Cristo, sou grande defensor de Israel. O nascimento de Israel foi uma idéia excelente, porque veio do coração de Deus. Aliás, meu Mestre Jesus Cristo nasceu em Israel e sempre foi judeu. Assim, Israel sempre tem um lugar especial no meu coração. Uma pessoa preconceituosa jamais teria tal amor por Israel.

Como seguidor de Jesus Cristo, sou também grande defensor dos homossexuais que querem mudar de vida e acredito no Evangelho que traz cura, libertação e salvação para todos os pecadores, até mesmo para os homossexuais que querem ver os cristãos crucificados. Uma pessoa preconceituosa não se importaria com a libertação de homens e mulheres da escravidão homossexual.

Minha missão, como simples servo de Jesus Cristo, é buscar acima de tudo o Reino de Deus e sua justiça e orar incessantemente para que “venha o Reino de Deus e seja feita a vontade de Deus na terra, como ocorre no céu”.

Os governos humanos estão se afastando cada vez mais dos valores e princípios dAquele que criou o mundo, onde eles dominam com tanta perversidade, arrogância, mentira e injustiça, desapontando e arruinando milhões de vidas e se esquecendo de que o mundo onde eles habitam não pertence a eles, mas a Deus. Contudo, o Governo de Jesus Cristo não desaponta ninguém.

Vale a pena ser cidadão desse Governo incomparável! Sinto alegria de ser cidadão do Governo de Jesus Cristo!

Por causa da oração e intercessão de muitos seguidores de Jesus Cristo, tenho tido muitas oportunidades de falar o que Deus tem posto no meu coração. Tenho sido citado ou entrevistado em recentes edições das revistas Comunhão, Casal Feliz, Rio Grande Gospel, Revista Cristã e até mesmo uma revista secular de educação, sem mencionar um número significativo de blogs e sites, inclusive nos Estados Unidos, Canadá, Polônia e até Gana, na África! A revista Irmãos Em Ação, dos menonitas, publicou em sua edição de março de 2008 meu artigo “Defendendo a Responsabilidade da Família na Educação dos Filhos”. É com o coração grato a Deus que pondero essas oportunidades. Contudo, com ou sem revistas, continuarei glorificando o Senhor Jesus.

Pondero também a experiência interessante que ocorreu ontem. Eu tinha uma entrevista marcada numa conhecida FM Gospel da Renascer numa das grandes capitais do Brasil. Antes de me dirigir à rádio, soube providencialmente que Marta Suplicy havia subido ao palco da Marcha para Jesus para se dirigir à multidão de evangélicos em São Paulo.

É de assustar, não? Sendo autora do primeiro projeto de lei de “casamento” gay do Brasil e defensora de causas de aborto e homossexualismo, Marta não tinha direito algum de se dirigir a um público de ovelhas evangélicas. Seu único direito e necessidade é estar na igreja para receber oração de libertação, não para falar de suas idéias mascaradas. Sua presença destacada na Marcha para Jesus ocorreu por convite descuidado do Bispo José Bruno, líder da Renascer e deputado estadual de São Paulo.

Graças a Deus, a fala da Jezabel do Brasil foi interrompida por vaias.

Quanto a mim, na entrevista à radio falei sobre educação escolar em casa, aborto, pesquisas com células-tronco, projetos anti-homofobia e, no final, o apresentador perguntou a quem eu queria dirigir meu abraço. Aproveitando a oportunidade dada por Deus, respondi:

“Dirijo meu abraço para todos os evangélicos da Marcha para Jesus que vaiaram Marta Suplicy!”

As vaias não foram dirigidas a Marta pelo fato de ela ser mulher ou ser humano, mas exclusivamente pelos seus valores pervertidos.

Deus usou poderosamente o programa de rádio da Renascer, onde não poupei elogios aos evangélicos corajosos que rejeitaram a fala de uma das esquerdistas que mais combatem a família e nossos valores no mundo político.

Que a atual liderança evangélica, que se alia aos corruptos e se acovarda diante da verdade, seja substituída pelos pequeninos que não têm medo de enfrentar os gigantes em nome do Senhor dos Exércitos.

Fonte: www.juliosevero.com

23 de maio de 2008

Por trás do arco íris da homossexualidade

Por trás do arco íris da homossexualidade

Vander Rodrigues

O deslumbrante arco-íris da homossexualidade, aparentemente prazeroso e excitante, com sua obsessão sexual e a constante troca de parceiros, esconde uma verdade incontestável: Não existe amor no estilo de vida gay ou qualquer satisfação emocional no homossexualismo. Tudo não passa de escravidão psicológica e sexual.

Durante os anos em que estive escravizado na homossexualidade, eu procurava mais amor do que sexo ou qualquer outra coisa. Acreditava que seria feliz e encontraria paz em meus sentimentos e emoções, assumindo a homossexualidade como estilo de vida. Pensava que não deveria reprimir meus desejos e que deveria “sair do armário” e viver de acordo com esse desvio sexual, freqüentando os points gays e convivendo com homossexuais.

Contudo, chegou o tempo que compreendi que nada mudava dentro de mim. Aquele enorme vazio, solidão e frustração continuavam ali para me acusar da vida miserável que me oprimia. Vi claramente que não existia um pote cheio de ouro no fim do arco-íris da homossexualidade, mas sim um verdadeiro mercado de carne, no qual quem tem boa aparência, dinheiro e posição social adquire um bom filé. Mas depois que se satisfazem, eles jogam o filé fora, e fingem que nada aconteceu. Em nossa fraqueza humana, temos desejo inegável de ser amados e aceitos, porém é por causa dela que buscamos isso com pessoas erradas e em lugares errados.

A maioria dos homossexuais que conheci é capaz de qualquer coisa — baixaria, vulgaridade, perda do amor próprio — para satisfazer seus desejos sexuais. Eles não se contentam em ter relações sexuais com uma só pessoa. Eles saem à “caça” de outros amantes, mesmo quando estão “apaixonados” por seus parceiros. Para os homossexuais, levar mais um desconhecido para cama é quase uma missão. Satisfazem a carne, mas aprisionam a alma.

Nessa busca desenfreada e insaciável pelo prazer, eles fazem de tudo para se sentirem mais atraentes e desejáveis, até mesmo realizando verdadeiras aberrações nos próprios corpos. Por estarem tão cegos pela obsessão sexual, chega o tempo em que eles nem escolhem mais com quem terão relações sexuais, nem usam mais preservativos e pagam um alto preço por tamanha irresponsabilidade. Alguns são assassinados por seus parceiros ou por alguém que acabam de conhecer. Outros contraem doenças sexualmente transmissíveis e há aqueles que se entregam a outros vícios para fugir da realidade que os oprime.

Tenho certeza que não estou sendo preconceituoso, pois o que escrevo está baseado em minhas próprias experiências na homossexualidade. Ninguém me revelou nada. Descobri através da leitura bíblica e das revelações do Espírito Santo de Deus. As experiências no “fantástico e depressivo” mundo gay me fizeram entender que as relações homossexuais são raramente satisfatórias, porque falta sempre algo importante nesses relacionamentos.

Na homossexualidade, de acordo com o que vivenciei, o amor e qualquer outro sentimento raramente são satisfatórios, porque sobra desconfiança e insegurança. Eles sempre mudam de parceiros porque buscam algo que esperam encontrar, mas jamais descobrem o que é. São, portanto, pessoas carentes, infelizes, solitárias, indecisas em suas vidas, escravizados por uma necessidade compulsiva de entrar em contato sexual com outros. Eles mesmos deploram o que fazem, mas não conseguem controlar inteiramente.

No entanto, como qualquer outro pecado, igualmente proibido pelas Santas Escrituras, existe uma diferença bem clara entre pecado e aquele que comete o pecado. A condenação é destinada para o pecado, enquanto que para o praticante são oferecidos o perdão e a transformação de vida.

É claro que não é minha intenção julgar ninguém ou desrespeitar o livre arbítrio das pessoas, nem tampouco discriminá-las pelos caminhos que trilharam em suas vidas. Também não quero dizer que sou melhor do que os outros, porque não sou. Tenho falhas, cometo pecados e careço da graça de Deus. Também sou contra qualquer manifestação de preconceito e discriminação, e sei que, por causa de muitos tabus, alguns que estão precisando de ajuda redentora, se escondem em seus pecados porque sabem que, mesmo nas igrejas, encontrarão barreiras e condenação. Não é de se admirar que muitos pastores, padres e líderes cristãos prefiram viver “encubados” e escondidinhos dentro de seus “armários”, ao invés de revelar e pedir ajuda em as suas lutas internas. Eu sei o que eles sentem.

Houve época em minha vida — distante, graças a Deus — em que eu acreditava que a escuridão de uma senzala espiritual era o meu destino; que como qualquer escravo eu jamais experimentaria liberdade. Durante boa parte da minha vida, encontrei-me sem esperanças diante de imensos obstáculos e desafios que eu julguei que jamais venceria. Sentia-me a pessoa mais infeliz do mundo — justamente porque eu estava preso no calabouço da homossexualidade. Mas quando identifiquei e dei nome para a escravidão que me afligia, não me esquivei da necessidade de reconhecer a minha parcela de culpa face à essa escravidão. Pelo contrário, lutei contra aquilo que acreditava ser eu mesmo e venci!

Entretanto, não foi uma vitória solitária. Eu tive ajuda e uma ajuda mais do que especial. Jesus apareceu e me ensinou um novo jeito de ter paz e de ser amado. No momento em que tomei consciência do pecado em mim, eu o confessei e lhe dei as costas, com todas minhas forças. Por causa do amor insubstituível de Jesus, os prazeres do mundo perderam seus sabores para mim. Não há nada de encantado nesse arco-íris. Há apenas perversão, dor, lágrimas e imoralidade.

Vander Rodrigues

vanderdoze@yahoo.com.br

Divulgação: www.juliosevero.com

22 de maio de 2008

O povo judeu: uma perspectiva evangélica

O povo judeu: uma perspectiva evangélica

Elwood McQuaid

Há algum tempo acompanhei uma entrevista em que estava sendo abordado o anti-semitismo nos Estados Unidos. O entrevistado, um empresário e deputado estadual de origem judaica, relatava algumas experiências pessoais. Ele disse, por exemplo, que já havia sido barrado em clubes locais e contou vários episódios em que sua família tinha sofrido algum tipo de discriminação.

No meio da conversa, ele parou por um instante e comentou: "Acho que todo judeu, mesmo que não esteja plenamente consciente disso, vez por outra dá uma olhada em volta, para o seu círculo de amigos e conhecidos, e se pergunta: ‘Se um Adolf Hitler subisse ao poder nos Estados Unidos, qual dessas pessoas me ofereceria um lugar para me esconder?"’

Quer gostemos disso ou não, o anti-semitismo continua sendo usado para ameaçar os judeus. No Oriente Médio, em especial, os Protocolos dos Sábios de Sião, uma notória falsificação violentamente anti-semita, tem ampla circulação.

No Ocidente, inclusive nos Estados Unidos, o ativismo antiisraelense/antijudaico está proliferando de uma forma alarmante. Há algum tempo, uma pesquisa telefônica pediu a 7.500 europeus que apontassem qual seria, em sua opinião, a maior ameaça à paz mundial. Cinqüenta e nove por cento responderam "Israel". Entre os holandeses, o índice foi de 74 por cento.

Nos campi das principais universidades européias e americanas, os ataques contra estudantes judeus têm sido cada vez mais freqüentes. Algumas pessoas vêem essas tendências como nada mais que uma evolução inevitável do ativismo de minorias frustradas. Mas, na verdade, elas representam um perigoso retrocesso a tempos de opressão em que pessoas consideradas indesejáveis foram transformadas em bodes expiatórios e comunidades inteiras tiveram a vida posta em risco.

Contrariando essas tendências perturbadoras, a maioria dos cristãos evangélicos tem um sentimento de gratidão e reconhecimento pelo que nos foi legado através do povo judeu: o Salvador, a Bíblia e a herança espiritual. Quando nos lembramos dos tesouros que recebemos através dos profetas judeus – a revelação da glória e as alianças, a outorga da lei e as promessas – devemos sentir um profundo apreço por esse povo. É claro que, para os evangélicos, o fator primordial é a passagem bíblica que diz: "também deles descende o Cristo, segundo a carne" (Rm 9.5).

Os evangélicos não sentem nenhum mal-estar pelo fato de Jesus de Nazaré ter sido judeu. Além do mais, Sua origem étnica tem uma influência tremenda na nossa visão das Escrituras e no modo como elas devem ser interpretadas. Nossa teologia dá a Israel e ao povo judeu o lugar que o próprio Deus lhes concedeu. Reconhecer que Jesus veio à terra como judeu fortalece o conceito de que a Escritura pode ser melhor compreendida se for estudada através do contexto histórico e cultural em que foi produzida.

Jesus não nasceu judeu por acaso. Portanto, é vital examinar Sua vida e Seus ensinamentos sob o ponto de vista de Seu povo e da cultura em que vivia. Acima de tudo, é importante lembrar Suas correlações com as Escrituras hebraicas e as grandes comemorações festivas que constituíam o cerne da vida religiosa e social da nação de Israel.

De vez em quando ouço judeus dizerem que os cristãos "gentilizaram" tanto sua abordagem das Escrituras que os judeus encontram pouca coisa nos ensinos cristãos com que possam se identificar. Infelizmente, isso acontece em grande parcela do Protestantismo. Também é verdade que alguns protestantes têm idéias muito erradas sobre certos ensinamentos do Novo Testamento [a respeito de Israel].

Mas a grande maioria dos evangélicos aceita que os propósitos estabelecidos por Deus para Israel e o povo judeu são irrevogáveis. Da mesma forma, entende que Jesus veio à terra como judeu e que teve o cuidado de comunicar-se conosco a partir de um sistema de referência judaico. Uma vez compreendidos esses fatos, é impossível deixar de sentir afinidade e apreço pelo povo judeu.

"Sou Devedor"!

Essas palavras são interessantes. O apóstolo Paulo, referindo-se à responsabilidade de transmitir a mensagem do evangelho ao mundo, afirmou: "Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes" (Rm 1.14). Era esse o sentimento daquele judeu em relação aos pagãos não-regenerados que ele descreve como "não tendo esperança e sem Deus no mundo" (Ef 2.12).

A expressão da dedicação de Paulo à sua missão é admirável. Todos nós, crentes gentios, podemos afirmar que somos beneficiários diretos desse compromisso. Portanto, deveríamos também entender que somos devedores e, diante disso, sentir-nos motivados a levar a toda a humanidade a mensagem de amor e vida que Jesus nos deixou! (Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

Elwood McQuaid é editor-chefe de The Friends of Israel.

Fonte: Beth-Shalom

Divulgação: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Ao decidir sobre Israel, Bush está decidindo o destino dos Estados Unidos

Deus abençoa quem abençoa os judeus

O que todo cristão precisa saber sobre Israel

Reagan: um amigo sólido de Israel

Bye-bye! Vou morar no Paraguai

Julio, você tem meu apoio integral ao conteúdo de seu blog e à sua fala na TV Boas Novas. Parabéns! Segue um texto que fiz pra mandar pra meus amigos.

Elke Streit

Bye-bye! Vou morar no Paraguai

Elke Streit

Será submetido ao Senado o projeto de lei que torna crime qualquer manifestação que contrarie ou ofenda os GLBTs. Isso inclui a criminalização do que hoje é direito constitucional, ou seja, o direito à liberdade de crença e à liberdade de expressão. Aprovada, essa lei corroborará as ações de policiamento ideológico e caça às bruxas que já ocorrem em todo o país contra a parcela da população que é professamente monoteísta.

Até entendo que muitos de nós brasileiros temos aversão intelectualmente honesta ao monoteísmo, embora o Taoísmo, o Xintoísmo e o Hinduísmo não tenham produzido sociedades melhores que as ocidentais em termos de Liberdade Igualdade e Fraternidade. O que nos leva à aversão a todas as religiões. Mas isso também nos levaria à aversão à nossa própria espécie. Então, vamos nos ater à realidade que temos.

Temos a Holanda, o paraíso de todo mundo que quer ser GLBT sem ter ninguém pegando no pé. A Holanda é pioneira em muitas questões polêmicas como, por exemplo, o consumo de drogas legalizado. E é na Holanda também que temos o primeiro partido de pedófilos, que lutam na arena política pela maioridade aos 8 anos de idade. Assim, não será mais crime “pegar” menininhas e menininhos.

Se é na Holanda que nos espelhamos, então vejamos: eu digo “homossexualismo é pecado” e vou pra cadeia. Meu filho fica sem mim; eu perco meu emprego e, com sorte, só me furam um olho na carceragem (porque minhas companheiras de cela podem ser lésbicas). Mas, meu filho sem mim, com apenas 10 anos de idade, é violentado sexualmente e ao violentador não será imputado crime. Isso é mesmo um paraíso! Concorda?

Eu me pergunto onde foi parar o bom senso das pessoas politicamente corretas. Eu me nego a sê-lo e possivelmente estrelarei no elenco de mártires da lei em questão por acreditar que tal lei, além de inconstitucional, é totalmente insensata. É lei de intolerância contra opiniões contrárias a certas práticas sexuais. E o pior é que eu nunca falei tanto de contrariedade a tais práticas como falo agora. Nunca me ocupei disso. Mas agora é que me vejo na iminência de perder um direito constitucional injustificadamente. Não que a homofobia não seja absurda. Mas porque, com o perdão da minha ignorância, a vida inteira convivi com pessoas em diversos estados do país, de diversas classes sociais e nunca conheci quem fosse capaz de agredir alguém por ser esse alguém GLBT. O que sei, sei pela mídia, o que tenho visto ao longo da minha vida, é que GLBTs são odiados, violentados e mortos por neonazistas e outros GLBTs.

Mas com a nova lei inconstitucional, seminário algum poderá recusar formar padres ou pastores alegando ser o comportamento sexual da pessoa contrário à doutrina de dado grupo religioso. Vamos todos ter que engolir os GLBTs na marra, mais do que tivemos que engolir o Zagalo. Com a nova lei, livros sagrados como a Bíblia, o Corão, a Torá e o Talmude serão considerados homofóbicos (pra você que odeia religião será um paraíso!). E eu nunca vi um cristão ou judeu saindo de um culto doido pra matar um GLBT. Não posso responder pelos muçulmanos, porque convivi somente com um na faculdade de Direito, e era gente boa pra caramba.

Então, me dêem um motivo, um motivozinho só, pra me fazer entender qual é o ponto disso tudo senão perseguição religiosa. Os evangélicos, em especial, sempre tratados com carinho e respeito pela rede Globo (estou sendo irônica, claro), estão sendo vendidos como os antagonistas-mor do movimento GLBT. É uma gente doida, fanática e brega que se ocupa em se reunir em suas igrejas para conspirar contra os GLBTs do mundo. Eu queria saber o que dá na cabeça das pessoas para não questionarem estereótipos tão grotescamente burros. Eu sou evangélica, uso jeans e amo meus amigos gays, apesar de eles saberem de minha posição a respeito da questão. Se meus amigos gays não podem me amar por causa da minha opinião, fazer o quê? Fico com a opinião e procuro outros amigos, gays ou não. Mas será que o que a sociedade realmente quer é colocar gente como eu na cadeia? Então, galera, bye-bye! Eu to indo morar no Paraguai…

Texto adaptado e postado no Blog Julio Severo com a permissão de Elke Streit.

Fonte: www.juliosevero.com

Para saber mais sobre o projeto anti-homofobia, clique aqui.