29 de fevereiro de 2008

Brasil: Pais educam os filhos em casa e podem perder a guarda

Brasil: Pais educam os filhos em casa e podem perder a guarda

Dois adolescentes educados em casa e não na escola passam no vestibular em Minas, e com uma ótima classificação. Mas os pais correm o risco de perder a guarda dos filhos por isso. Veja a reportagem de Adriana Spinelli.

Fonte: BandNews

Para enviar uma mensagem de solidariedade a essa família, escreva para: cleberdeandrade@pop.com.br

Para conhecer mais sobre educação escolar em casa, visite o blog Escola em Casa

‘Adoração à terra’ cresce entre jovens evangélicos

‘Adoração à terra’ cresce entre jovens evangélicos

Janice Crouse, membra de Concerned Women for America, diz que é muito preocupante que muitos jovens de igrejas evangélicas estejam experimentando a religião Wicca. Os líderes evangélicos e os pais, adverte ela, precisam estar preparados para reagir a esse interesse crescente entre seus jovens.

Crouse cita um artigo publicado em Religion Journal que dizia que os pastores de jovens da Convenção Batista do Sul estavam preocupados com o grande número de evangélicos participando da Wicca, uma religião que envolve adoração à natureza, salienta autonomia moral e inclui remédios e encantamentos — crenças que Crouse aponta são distintamente diferentes do Cristianismo ortodoxo, sem mencionar que são incompatíveis com a Bíblia.

“… Os adeptos da Wicca crêem em autonomia moral — que ‘ninguém pode me dizer o que fazer’. E eu acho que principalmente os jovens… desejam muito isso; eles que não querem a igreja lhes dizendo que há limites, que há coisas que eles não podem fazer”, explica ela. “Outra coisa é que eles não crêem em ter autoridades além dos conceitos humanos; que nós como indivíduos temos a responsabilidade de moldar nossas próprias crenças e que não há nenhum mal além disso”.

Crouse, que dirige o Instituto Beverly LaHaye de Concerned Women for America, diz que o interesse na Wicca pode ser atribuído aos recentes livros retratando bruxaria e assuntos semelhantes.

“Algumas pessoas pensam que a origem de tudo isso são os livros que se tornaram famosos recentemente, e muitos games e programas de TV que retratam feitiçaria, magia e contos de fada que têm uma dimensão que faz parecer que basta lançarmos algum tipo de encantamento que algo acontecerá”, diz ela. “Essa idéia está bem enraizada em muitos grupos de jovens, de modo particular os evangélicos”.

De acordo com Crouse, a “adoração à terra” — como ela descreve a Wicca — apela para as pessoas que não querem ser restringidas por nenhum livro de autoridade e não querem imposições e requisitos para serem “crentes”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: OneNewsNow

28 de fevereiro de 2008

Abaixo-assinado em favor da vida

Abaixo-assinado em favor da vida

Estimados amigos

O link abaixo é o do abaixo-assinado online em favor da vida humana e de sua dignidade, desde a concepção.

http://www.petitiononline.com/vidasim/petition.html

Precisamos muito de sua assinatura e de todos os seus amigos.

Por amor à vida e para influenciar o Supremo Tribunal Federal, assine e divulgue.

Esta campanha de abaixo-assinado começa hoje e termina no dia 4 de março. Precisaremos de 50.000 assinaturas, no mínimo.

Julio Severo

www.juliosevero.com

27 de fevereiro de 2008

Revista Show da Fé menciona Julio Severo

Revista Show da Fé menciona Julio Severo

“Dois projetos de lei seguem seu curso, um em cada casa legislativa — o PLC 122/2006 no Senado e o PL 6.418/2005 na Câmara. Ambos propõem penas pesadas em resposta a ações discriminatórias em função de discriminação ou preconceito de raça, cor, nacionalidade, religião, sexo e orientação sexual. O PLC 122/06, o qual foi aprovado na Câmara no final de 2006, está na Comissão de Direitos Humanos (CDH), onde sua relatora, a senadora Fátima Cleide (PT-RO), pretendia aprová-lo ainda em março de 2007. Seus planos parecem ter mudado depois de uma campanha de mobilização desencadeada pelo ativista evangélico Julio Severo, autor do livro O Movimento Homossexual, que alertou o povo cristão…”

— Revista Show da Fé de janeiro de 2008

Leitura recomendada:

A criminalização da homofobia no Brasil e as igrejas cristãs

Alerta de Julio Severo

Lei da Mordaça - Projeto pretende pôr na cadeia quem fala mal do homossexualismo

Alerta gravíssimo: O Brasil está sob o sério risco de dar o último suspiro de liberdade religiosa

26 de fevereiro de 2008

Debaixo da “bondosa” proteção estatal às minorias e às mulheres, a matança dos inocentes

Debaixo da “bondosa” proteção estatal às minorias e às mulheres, a matança dos inocentes

Julio Severo

Resumo: Deficientes, negros, mulheres, homossexuais e todo o restante da população precisam muito mais de Jesus do que do Estado. Ao contrário do Estado que, quando não mata, é indiferente, Jesus não mata nem é indiferente. Ele não faz vista grossa aos bebês em gestação e às crianças índias ameaçadas de assassinato. É por isso que Seus seguidores são campeões na luta contra o aborto e o infanticídio.

O modismo politicamente correto da atualidade é defender as minorias. Supostamente, alguns grupos humanos são frágeis e vulneráveis e merecem proteção. Não, os modistas não querem dizer as centenas de milhares de inocentes bebês em gestação que precisam de real proteção contra as insanas intenções de políticas, legisladores, médicos e mulheres que aprovam cruéis procedimentos de aborto. Eles também não estão se referindo às criancinhas que se encontram ameaçadas de serem adotadas por homens que praticam o homossexualismo.

Os legisladores querem que entendamos que as leis de proteção às minorias têm o propósito de atender às necessidades dos fracos. Não, definitivamente eles também não estão pensando nos bebês em gestação… Por algum motivo que só o diabo poderia explicar, a mente estatal remove os bebês da lista de seres humanos em necessidade de proteção. Aliás, os legisladores chegam a colocar os bebês em gestação na sua lista de itens a serem descartados. Não é a toa que o Ministro da Saúde defenda a legalização do aborto como questão de saúde — como se aprovar a matança de bebês fosse melhorar a saúde das mulheres. Se o Estado continuar com essa mentalidade, os idosos, os deficientes e outros “inúteis” poderão também entrar na lista dos descartáveis — para melhorar a saúde econômica da nação.

Se as leis de proteção às minorias não defendem os fracos e indefesos, então qual é seu propósito?

Essas leis beneficiam principalmente 4 grupos: Índios, homossexuais, negros e aidéticos (que querem a etiqueta de deficientes). Embora sejam maioria, as mulheres também são alvo dos “benefícios” do Estado.

Para cada um desses grupos, o Estado dá um tipo especial de “proteção” — não que tudo o que o Estado faz seja totalmente errado, mas o papel de bonzinho nunca lhe caiu bem e nunca conseguiu camuflar suas más intenções. A verdade é que a “bondade” do Estado sempre tem um preço amargo para os cidadãos. De que maneira então a “bondade” estatal acaba virando opressão por meio de suas leis que favorecem as minorias e as mulheres?

DEFICIENTES: Os ativistas homossexuais lutam para que os aidéticos sejam, mesmo não o sendo, classificados como deficientes físicos. A maioria dos aidéticos escolheu propositadamente viver um estilo de vida imoral, porém são agraciados com proteções especiais por sofrerem as conseqüências de suas más escolhas. Não há nenhuma lei para proteger a população contra alguns imorais portadores do HIV que, como maliciosa vingança, continuam arrumando e infectando parceiros — entre os quais há maridos adúlteros que acabam prejudicando esposas inocentes. Recebendo tanta proteção, como é que os números da AIDS diminuirão? O aidético imoral tem carta branca estatal para matar. Sem mencionar, é claro, que considerável parte das gigantescas verbas para “combater” a AIDS acaba justamente nas mãos de grupos que promovem o sexo antes do casamento e de grupos gays que promovem leis anti-homofobia, “casamentos” gays, etc. Numa só cajadada, esses grupos promovem o homossexualismo e a imoralidade geradora de AIDS, com pleno patrocínio estatal. Apesar da propaganda enganosa, a propagação da AIDS continua ocorrendo predominantemente através das condutas de alto risco dos homossexuais, conforme recente confissão de um dos maiores ativistas gays dos EUA. É preciso dizer mais?

NEGROS: A bruxaria está tão impregnada na “cultura” afro-descendente que é praticamente impossível distingui-las. O Estado se recusa a ver a bruxaria como problema. Assim, de acordo com a suprema sabedoria estatal, milênios de bruxaria dominante nas sociedades africanas não tiveram nenhum impacto negativo nas condições de vida dos descendentes de africanos. O problema da pobreza e vícios entre eles é, segundo o Estado, resultado da escravidão que acabou há mais de cem anos, não dos milênios de bruxaria. Para compensar tal “injustiça”, o Estado dá preferência à bruxaria africana! A sociedade moderna, por imposição das leis de minorias, obriga todos a respeitar tal bruxaria como cultura dos negros, inclusive tornando-a matéria obrigatória para crianças de escola. Ai de quem se atrever a criticar a bruxaria — correrá o risco de ser flagrado como criminoso preconceituoso! Usando o pretexto da valorização dos costumes e cultura dos negros, o Estado pode promover a bruxaria à vontade. Entretanto, uma genuína conversão ao Evangelho pode fazer por um negro em um único ano o que o Estado não conseguiria fazer em mil anos.

HOMOSSEXUAIS: Com toda essa onda de proteger as minorias, os que adotam as práticas homossexuais não querem ficar de fora da festa. Se os negros e os aidéticos podem ter direitos especiais, por que os homossexuais também não podem ter uma parte do bolo? Alguns ficarão até com acúmulo de privilégios. Já pensou nas possibilidades de um pai-de-santo negro, homossexual e aidético? Sim, já soube de um caso assim, de um pai-de-santo negro, homossexual e aidético que aliciava meninos. Só lhe faltava o direito à pedofilia. Para deixar bem claras as suas intenções, o Estado tem seu programa oficial “Brasil Sem Homofobia”. Se o clima social lhe permitisse, o Estado alegremente trocaria esse título por “Brasil Sem Cristianismo” ou “Brasil Sem Deus” — um programa federal para erradicar o maior concorrente, nos corações das pessoas, às ambições estatais.

MULHERES: A Bíblia diz que as mulheres são o sexo fraco, porém o Estado não reconhece essa verdade. O Estado impõe uma igualdade artificial, desafiando as leis de Deus. Mas ao estabelecer leis de proteção às mulheres, o próprio Estado acaba reconhecendo que as mulheres são mais vulneráveis do que os homens! Por isso, para impor sua igualdade artificial, o Estado faz três coisas pelas mulheres: enfraquece o casamento, destrói a liderança masculina no lar (que existe por determinação divina) e dá as mulheres o “direito” de interromper a gravidez. Assim, um caso de violência doméstica (que a Bíblia jamais aprova) acaba virando desculpa para as feministas e o Estado intervirem para destruir o papel de cabeça do marido no lar e exigir o direito de as mulheres abortarem bebês em gestação. O marido que dá um tapa na esposa vira criminoso, porém a mulher que aborta os filhos não cometeu crime algum: ela está apenas exercendo um direito legal! A mulher passa de “oprimida” para opressora e assassina de seus próprios filhos. Utilizando as questões das mulheres, o Estado pode promover o aborto e ainda ocupar o lugar de “cabeça” e “provedor” em cada lar — que passa a ser uma entidade onde homens e mulheres devem se submeter aos caprichos estatais.

ÍNDIOS: No que depender do Estado, o único tipo de representação aceita dos índios é a imagem de pessoas inocentes que desconhecem a maldade e vivem em pureza angelical, necessitando ser protegidos da cultura branca (Cristianismo). A fim de proteger a originalidade dos índios da “selvageria” de missionários cristãos que querem destruir as “culturas” indígenas, o Estado intervém com sua habitual justiça, condenando como prejudiciais e ameaçadores os esforços dos missionários que levam o Evangelho aos índios.

A “interferência” missionária reduz a clientela dos pajés — feiticeiros tribais — e atrapalha a continuidade de costumes que, por incrível que pareça, são protegidos pelo Estado como “cultura” inofensiva, sem maiores conseqüências. Um desses “costumes” é matar crianças depois do nascimento.

Em matéria importante intitulada “O garoto índio que foi enterrado vivo”, a revista Istoé relata: “A Funai esconde números e casos, mas os pesquisadores já detectaram a prática do infanticídio em pelo menos 13 etnias, como os ianomâmis, os tapirapés e os madihas. Só os ianomâmis, em 2004, mataram 98 crianças”.

Istoé prossegue na chocante denúncia: “Os motivos para o infanticídio variam de tribo para tribo, assim como variam os métodos usados para matar os pequenos. Além dos filhos de mães solteiras, também são condenados à morte os recém-nascidos portadores de deficiências físicas ou mentais. Gêmeos também podem ser sacrificados. Algumas etnias acreditam que um representa o bem e o outro o mal e, assim, por não saber quem é quem, eliminam os dois. Outras crêem que só os bichos podem ter mais de um filho de uma só vez. Há motivos mais fúteis, como casos de índios que mataram os que nasceram com simples manchas na pele – essas crianças, segundo eles, podem trazer maldição à tribo. Os rituais de execução consistem em enterrar vivos, afogar ou enforcar os bebês. Geralmente é a própria mãe quem deve executar a criança, embora haja casos em que pode ser auxiliada pelo pajé”.

É um duelo espiritual mortal. A “cultura” que é insistentemente classificada de inocente mata crianças, enquanto o Cristianismo, que é acusado de intrometido e ameaçador, as resgata. Debaixo dos olhos, nariz e indiferença da FUNAI (um órgão estatal), tribos do Brasil estão assassinando impunemente crianças indefesas. Mas com a ajuda de missionários evangélicos, corajosos índios convertidos ao Evangelho estão ajudando a salvar essas crianças da morte.

Contudo, mesmo quando são levadas para longe da tribo, as crianças correm perigo — exatamente por causa das leis de minorias. A política oficial da FUNAI é enviar de volta essas crianças à selva, efetivamente entregando-as nas mãos de seus executores. Aliás, a política da FUNAI — que reflete perfeitamente a futilidade estatal em questões de vida e morte — hostiliza os esforços dos missionários que querem resgatar as crianças índias.

“É um absurdo fechar os olhos para o genocídio infantil, sob qualquer pretexto”, diz Edson Suzuki na matéria da revista Istoé. Ele é evangélico e diretor da ONG Atini. “Não se pode preservar uma cultura que vai contra a vida”.

Suzuki cria a garota índia Hakani, que tem 13 anos hoje. A menina nasceu com dificuldades para caminhar e foi condenada à morte por costumes tribais reforçados por feiticeiros, mas foi resgatada por cristãos.

Nesse duelo espiritual, o papel do Estado é atrapalhar os resgatadores e ajudar os executores. Mas, segundo a reportagem da Istoé, vozes estão se levantando:

“E o pior é que a Funai está contagiada com esse relativismo cultural que coloca o genocídio como correto”, ataca o deputado Henrique Afonso, do PT do Acre, autor de um projeto de lei que pune qualquer pessoa não índia que se omita de socorrer uma criança que possa ser morta.

Por trás das leis de proteção às minorias, está o Estado com cara de bonzinho. É o mesmo Estado que hostiliza os missionários cristãos que ajudam os índios. É o mesmo Estado que faz vista grossa ao infanticídio entre os índios. É o mesmo Estado que condena criminalmente um tapa, mas quer o assassinato de bebês em gestação consagrado como direito legal das mulheres, transformando-as em opressoras e assassinas.

Quanto mais se moderniza, mais a sociedade volta às sombras de um passado pagão, cruel e ignorante.

Nos tempos do Antigo Testamento, Israel, que tinha as leis de Deus, era cercado de nações pagãs que sacrificavam crianças aos deuses da bruxaria. Essas nações adotavam o sistema matriarcal, onde as mulheres podiam ocupar importantes posições de liderança, onde a prostituição era comum, onde o sacrifício de bebês era uma prática normal e sagrada e onde o homossexualismo estava intimamente ligado à bruxaria. O sistema patriarcal de Israel (onde o homem era cabeça e líder) se distinguia do sistema matriarcal das nações pagãs, onde a liderança não pertencia exclusivamente ao homem.

Um exemplo notável do poder matriarcal é a rainha Jezabel, considerada até hoje como a mulher mais má de toda a Bíblia. Ela era originária de uma nação matriarcal pagã, mas havia se casado com o rei de Israel. Ela exercia um poder maligno enorme no governo de Israel. Sua filha, a rainha Atalia, foi a segunda mulher mais má da Bíblia, tomando o governo e imediatamente ordenando a execução de seus próprios netos, para que nenhum homem usurpasse sua liderança feminista. Tanto mãe quanto filha eram frutos do sistema matriarcal.

No passado, Jezabel era ávida por poder e liderança, era promotora da “cultura” de Baal (que o Judaísmo condenava como bruxaria) e praticante do sacrifício de crianças a essa cultura. Atualmente, ela seria apenas um feminista, ávida por poder e liderança, promotora das religiões sincréticas afro-brasileiras (que o Estado laico-louco classifica e protege como “cultura” dos negros e que o Cristianismo condena como bruxaria) e defensora do direito de a mulher abortar, onde igualmente crianças são sacrificadas a uma cultura!

As diferenças entre o sistema matriarcal pagão e o sistema patriarcal da Bíblia eram abismais. No sistema matriarcal, a feitiçaria era uma prática predominantemente feminina e homossexual protegida pelo governo, o homossexualismo era um estilo de vida sagrado (que não se podia criticar, sob pena de morte), a matança de crianças era aprovada pelo governo e pelas religiões pagãs e as mulheres podiam também liderar, tanto no governo quanto nas religiões.

No sistema patriarcal da Bíblia, oficialmente a feitiçaria era proibida, o homossexualismo era condenado, a matança de bebês não tinha aceitação nem do governo nem do Judaísmo e as mulheres não tinham o espaço de liderança que o sistema matriarcal lhes proporcionava.

Hoje, o direito ao aborto está se tornando legalmente sagrado, e com a proteção ao homossexualismo vem a proteção à “cultura” afro, que aceita muito bem o homossexualismo. É a volta do paganismo, com o apoio do Estado, que também promove descaradamente na sociedade o feminismo (que nada mais é do que o sistema matriarcal pagão em embalagem moderna).

O Estado moderno, que se orgulha de ser “laico”, está — reconhecendo ou não — abraçando e promovendo o paganismo e está mais do que pronto para classificar o aborto como direito das mulheres. (O direito das mulheres é supremo no sistema matriarcal.) O Estado está também pronto para criminalizar a oposição bíblica ao homossexualismo e à “cultura” afro e anular completamente o papel do marido como cabeça da família, e ao mesmo tempo isentar de crime de assassinato os casos de aborto propositado e infanticídio entre os índios.

No entanto, se as leis não protegerem os seres humanos mais indefesos e sancionarem matanças de crianças, para que servirá o Estado? Para que tantas leis de minorias e de mulheres quando os inocentes continuam sendo massacrados?

Para que leis para proteger portadores do HIV imorais e irresponsáveis, que continuam disseminando impunemente o comportamento homossexual e uma doença infecciosa mortal? Para que leis de negros, para proteger como cultura o paganismo e a bruxaria vindos da África? Para que leis de mulheres, para proteger um suposto direito de aplicar a pena de morte do aborto em bebês inocentes e indefesos? Para que leis de índios, para proteger o “costume” do infanticídio?

Quem de fato está ajudando e resgatando as crianças inocentes são aqueles que colocam Deus acima do Estado, pois eles obedecem a leis maiores e sabem que um dia, tanto eles quanto os mortais legisladores estatais, terão de prestar contas ao Supremo Juiz do universo.

Aidéticos, negros, mulheres, homossexuais e todo o restante da população precisam muito mais de Jesus do que do Estado. Ao contrário do Estado que, quando não mata, é indiferente, Jesus não mata nem é indiferente. Ele não faz vista grossa aos bebês em gestação e às crianças índias ameaçadas de assassinato. É por isso que Seus seguidores são campeões na luta contra o aborto e o infanticídio.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

25 de fevereiro de 2008

Virilidade

Virilidade

Norma Braga

Sinto falta da virilidade. (Não minha, lógico. Nos outros – nos homens.) Sinto que a força masculina é a grande qualidade recalcada de nossos tempos. Mirados pelo dedo dos descendentes ideológicos de Marx, os homens estão fugindo como loucos da pecha de opressores. “A culpa é do macho heterossexual”, bradam os totalitaristas encampadores do pensamento na mídia e nas universidades. Como resultado, os homens estão se tornando... menos homens, mais meninos. E sensibilidade sem maturidade é alijamento emocional: algo que, no relacionamento, obriga a mulher a ser mãe acima de qualquer atributo.

Sim: as mulheres têm sido chamadas, na modernidade, a ser fortes, enquanto os homens, sufocados de culpa, precisam se enfraquecer. O resultado é isso que vemos por aí. Que as leitoras do blog sejam sinceras consigo mesmas: Tiveram quantos namorados realmente adultos, decididos e seguros de si? Quantas foram as vezes em que foram mais mães que namoradas?

Outro dia, assistindo à tv daquela forma totalmente descompromissada – mudando de canal o tempo todo – , eu ri de mim mesma ao perceber que havia parado por alguns minutos em uma mesa-redonda futebolística. Não gosto nem de jogos de futebol, quanto menos de discussões sobre jogos de futebol. Mas me chamou a atenção que talvez um dos únicos sinais de virilidade assim tão flagrantemente exercidos, sem peso nem medo, esteja nos esportes. De assustar, essa conclusão.

Cristãos do sexo masculino, não me decepcionem. Sejam machos, para compensar essa excessiva fragilidade em que os homens modernos têm se refugiado. Jesus chorou, sim, mas era forte e viril quando precisava ser. Peçam a Deus esse equilíbrio.



Quanto a mim, não me isento da responsabilidade quanto a minha própria identidade sexual. Tenho orado a Deus para que não me deixe reproduzir a ânsia por reconhecimento masculino acima da valorização de meus atributos femininos. Tenho orado por plenitude de consciência sobre minha presença no mundo como mulher. Creio que Deus deseja essa consciência para os seus. Se não fosse assim, a diferença entre os sexos estaria tão esmaecida na Bíblia como se encontra em nossos dias. Se não está, é porque há algo nessa diferença que ultrapassa a simples idéia de função social. Para descobrir o que é isso exatamente, precisamos desejar ser homens e mulheres plenos em Deus. Essa reflexão não tem fim, e deve continuar pelos próximos posts.

Fonte: Norma Braga

Leitura recomendada:

Como as igrejas castram os homens

Adquira também o livro De Volta Ao Lar, escrito por uma ex-feminista e totalmente traduzido por Julio Severo. O livro expõe como o feminismo está mudando as igrejas cristãs e destruindo o papel das mulheres e dos homens.

23 de fevereiro de 2008

Sob o império das “minorias”

Sob o império das “minorias”

Graça Salgueiro

Resumo: O governo sem freios e amoral do sr. Luiz Inácio se condói com o assassinato de três travestis e algum vexame passado por um representante da casta gay, mas dorme tranqüilo com o assassinato de 50 mil brasileiros por ano pois, afinal o que são cinqüenta mil brasileiros senão mera estatística?

© 2008 MidiaSemMascara.org

No último dia 13 de fevereiro o governo do Sr. Lula, através do site do Partido-Estado – o PT – , emitiu uma nota de repúdio à agressão sofrida pelo presidente da “Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo” (APOGLBT), Alexandre Peixes, bem como ao assassinato de três travestis na cidade do Recife. Segundo a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, tais atitudes ferem os princípios básicos da Declaração dos Direitos Humanos. Diz a nota:

“A homofobia, explícita na violência física ou moral, limita o exercício dos direitos de todo cidadão e não pode encontrar espaço em nossa sociedade. Um Estado Democrático de Direito não pode ser conivente com práticas sociais e institucionais que criminalizam, estigmatizam e marginalizam pessoas por motivo de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.

Não sou apologista da violência – de qualquer tipo – e muito menos de crimes de morte, admitindo como “justificáveis” apenas em caso de guerra ou em legítima defesa. Entretanto, o que se vê na nota do Partido-Estado é de uma exacerbação sem tamanho, primeiro porque, como diz no texto, os exames de corpo de delito realizados no “agredido” presidente da APOGLBT “não apontaram nenhum traumatismo”, o que significa que não foi nada além de algum xilique. Depois, porque não há qualquer prova de que os travestis foram assassinados por sujeitos homofóbicos sedentos de sangue.

Os dois primeiros foram mortos a tiros por três homens que estavam dentro de um carro em Boa Viagem, dia 9 de fevereiro, e o terceiro morto a facadas no bairro do Pina no dia seguinte. O que se sabe dos criminosos? Nada até agora. Seriam agressores homofóbicos de fato? O escritor Júlio Severo publica em seu blog excelentes análises sobre a questão do movimento homossexual no Brasil e no mundo, cujas formas de abordagem e pontos de vista nem sempre concordo, mas que não posso deixar de referendar como fonte de pesquisa séria e confiável.

Nesta postagem “Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?”, por exemplo, ele aponta a parcialidade e camuflagem da mídia quando os crimes cometidos contra homossexuais são praticados por outros homossexuais, prática muito comum entre a “espécie” mas jamais divulgada para não atrapalhar a aprovação da lei anti-homofobia em curso.

E por que estou criticando esta nota de repúdio? Porque no dia 07 de fevereiro pp. completou-se um ano do brutal assassinato do menino João Hélio Fernandes de apenas 6 anos, quando o carro em que viajava em companhia da mãe e de uma irmã foi assaltado. Por cerca de 7 km João Hélio foi arrastado pelo asfalto preso ao cinto de segurança do carro durante 15 minutos, passando por 14 ruas, sob os gritos desesperados dos que viam a cena dantesca, ficando completamente dilacerado. Foi um dos crimes mais hediondos já ocorridos e que provocou grande comoção no país inteiro, e o que disseram as autoridades da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República? NADA! Que nota de pesar emitiu o presidente da República à família? NENHUMA! Que palavra de consolo à mãe de João Hélio ouviu-se da boca da primeira dama – também mãe -, dona Mariza Letícia? ABSOLUTAMENTE NENHUMA e após um ano do fato ocorrido, esta nota de pesar ainda continua inaudita!

Também nunca se ouviu ou leu qualquer nota de repúdio por parte desta Secretaria quando um policial da Brigada do Rio Grande do Sul foi degolado em praça pública por hordas de criminosos do MST que permanecem impunes até hoje. Do mesmo modo que NADA foi dito às famílias dos PMs mortos durante a rebelião promovida pelos narco-traficantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) em 13 de maio de 2006, mas os bandidos mortos em confronto foram largamente pranteados por uma imprensa venal e conivente, sem contar com as notas de repúdio dos “defensores” dos direitos humanos dos bandidos.

Tampouco mereceu tratamento de pesar o assassinato do segurança da fazenda Syngenta, Fábio Ferreira, morto com um tiro na cabeça pelos marginais do MST em Santa Tereza do Oeste no Paraná, em outubro do ano passado. Ao contrário, houve até homenagem na Câmara dos Deputados pela morte do militante do MST Valmir Mota de Oliveira, vulgo “Keno”, (não por coincidência, no mesmo dia em que aquela casa legislativa homenageava a “máquina de matar” Guevara) que morrera em confronto ao invadir a fazenda.

Desta barbárie, resultou indiciado o dono da fazenda pela morte do sem-terra e sete funcionários presos, apesar de trabalharem em uma empresa de segurança legal, com autorização para portar armas e que faziam a segurança de uma empresa privada que estava sendo assaltada, sob a alegação de “formação de quadrilha”. E, mais uma vez, nenhum dos invasores foi indiciado pela morte do segurança Fábio. Até a imprensa colaborou, citando o caso sem dar nome à vítima que era tratado apenas como “o segurança”.

Estamos nos transformando num país sob o império das “minorias”, estas novas castas que sob os auspícios do próprio governo impõem padrões de comportamentos a toda uma sociedade estupidificada e silente: são os quilombolas, os “afro-descendentes”, os gays, as lésbicas, os sem-teto, sem-terra, sem-moral ou vergonha na cara, os narco-traficantes que determinam toque de recolher ou quando o comércio pode abrir as portas. Estamos nos transformando num país sem Lei, numa terra de ninguém onde vale mais quem grita mais alto.

E o governo sem freios e amoral do sr. Luiz Inácio se condói com o assassinato de três travestis e algum vexame passado por um representante da casta gay, mas dorme tranqüilo com o assassinato de 50 mil brasileiros por ano pois, afinal o que são cinqüenta mil brasileiros senão mera estatística?

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

22 de fevereiro de 2008

Lei anti-homofobia de São Paulo multou jovem bêbado em 14.880 reais

Lei anti-homofobia de São Paulo multou jovem bêbado em 14.880 reais

Julio Severo

Um jovem bêbado de 27 anos foi multado em 14.880 reais por chamar de “veado” um homem de 48 anos, homossexual declarado, em um posto de gasolina de uma cidade do interior de São Paulo.

Será que é uma nova lei visando punir palavrões? Se fosse, é de se temer que mais da metade da população viveria a maior parte de suas vidas pagando multas pesadas e indo à falência — sem contar que a vasta maioria dos bêbados estaria perdida. Já pensou 14.880 reais por palavrão? O homem que dissesse apenas 2 palavrões num ano perderia quase 30 mil reais, o que daria para comprar uma casa popular!

O governo do Estado de São Paulo quer dar o exemplo para toda a nação. Boca suja dá multa. Ai do homem que abrir a boca para soltar um palavrão. Os governadores e deputados estaduais de São Paulo estão incluídos nessa campanha compulsória da boca limpa?

Na verdade, não existe nenhuma campanha para limpar a boca dos paulistas. O que existe no Estado de São Paulo é a lei estadual nº 10.948, de 2001, que julga os casos de homofobia. Essa lei foi inspirada por um deputado do PT, que estava preocupado com os homossexuais que estavam se sentindo “constrangidos” porque o público estava rejeitando beijos e outras “carícias” homossexuais em lugares públicos.

A mídia quer vender a idéia de que sem leis anti-homofobia, multidões de inocentes homossexuais poderiam se tornar vítimas de pastores e padres assassinos sádicos, que passam dia e noite maquinando novas maneiras de torturar e matar viciados em sodomia.

A lei paulista, indo muito além da realidade, impõe a idéia de que a simples menção de uma palavra desagradável aos ouvidos dos sodomitas já é crime de homofobia.

Pela legislação brasileira, os estados não têm poder para punir delitos à lei. Só o governo federal tem esse poder. O que os estados podem fazer é aplicar multas.

Nesse sentido, o jovem embriagado que por algum motivo chamou de “veado” um homossexual pode se sentir feliz: se a lei anti-homofobia que o pegou em flagrante fosse federal, ele não seria multado em 14.880 reais, mas sim punido. Ele perderia o emprego, pagaria multa e acabaria na cadeia, sendo tratado como alguém que matou ou estuprou.

Os botecos e outros lugares de São Paulo onde as bocas sujas soltam milhares de palavrões que se cuidem. Pela lei de São Paulo, palavrões com conotação homossexual servem para esvaziar os bolsos dos infelizes e encher os cofres do ávido urubu estatal.

Que os brasileiros acordem: se as leis anti-homofobia passarem em nível federal, palavras como “bichinha”, “bambi”, “boneca” e “menino alegre” vão render condenações pesadas com um simples olhar de desagrado de um homossexual.

Não sou a favor de palavrões. Mas sou a favor do bom senso. Nem mesmo a Bíblia condena a multas ou prisão palavras impróprias de natureza pessoal. Tal atitude, é mais que evidente, é grosseria que deve ser lidada a nível pessoal, não a nível de monstruosas intervenções estatais. Do contrário, atitudes impróprias mínimas tornarão por leis imbecis a convivência entre seres humanos impossível.

Eu não xingo homossexuais de palavrões, mas perdi a conta de quantos palavrões já recebi de raivosos e ignorantes militantes homossexuais.

Por que não multar e punir homossexuais que afrontam as pessoas? Por que não multar os homossexuais que rotineiramente usam banheiros e outros lugares públicos para fazer o nojento sexo anal? Por que não multar os indecorosos beijos homossexuais em público? Tais obscenidades são muito piores do que um palavrão!

Se um homossexual pensa que a palavra “veado” é feia, então que ele tire esse estigma de si abandonando sua conduta sexual imprópria, escandalosa, prejudicial e imoral. O homem responsável pela absurda multa ao jovem bêbado é homossexual declarado. Isto é, ele não tem vergonha nenhuma de viver uma conduta que a Bíblia classifica como nojenta. Mais nojento do que a palavra “veado” é um homem usando ou sendo usado por outro homem como se fosse mulher.

Não quer ser chamado de “veado”? Abandone o vício do sexo anal.

Mas a mensagem da lei do Estado de São Paulo é: não abandone o vício homossexual e ameace quem importuná-lo com palavras desagradáveis que o façam lembrar de que o homossexualismo é anormal.

Por enquanto, se você tem a infelicidade de morar no Estado de São Paulo, o risco maior são multas. Se você disser “boiola” e “veado” umas 5 vezes, a multa é apenas 74.400 reais! Se as leis anti-homofobia no Congresso Nacional passarem, as conseqüências serão muito mais do que multas — para qualquer um em qualuqer lugar do Brasil. “Boiola” e “veado” poderão ser o suficiente para destruir um cidadão.

Os brasileiros de boca suja terão permissão de continuar falando palavras constrangedoras, mas terão de riscar da língua palavras que os sodomitas não gostem. Os outros palavrões estarão isentos de multas.

Quais as palavras que os sodomitas não gostam? De acordo com a comissão paulista que julgou o caso de “homofobia”, a multa de 14.880 reais foi necessária porque a palavra “veado” provocou no homossexual declarado “constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual, na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto”.

Se houve agressão física confirmada, que o jovem bêbado seja devidamente tratado na justiça comum. Mas multá-lo em 14.880 reais pela palavra “veado” é evidência de que os legisladores estão igualmente bêbados ou coisa pior.

Provavelmente, o terrorismo homossexual não vai parar por aí. Além de “boiola” e “veado”, poderão entrar facilmente na lista de multáveis termos como “sodomita” e menções negativas bíblicas sobre o destino eterno dos que praticam o homossexualismo.

Daí, se um pastor ou padre de São Paulo citar uma única vez a passagem de 1 Coríntios 6:9-10 — que diz que os efeminados e os sodomitas não herdarão o Reino de Deus —, a multa será de quase 30 mil reais se algum homossexual na igreja sentir “constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual…”

Se eles pregarem outras passagens bíblicas contra o homossexualismo, as multas aumentarão? Já pensou uma pregação ou artigo cristão que mencione a palavra efeminado e sodomita umas 5 vezes?

Contudo, os ativistas homossexuais não querem apenas multas sobre a população. É por isso que eles estão lutando tanto pela aprovação das leis anti-homofobia no Congresso Nacional. O alvo deles é castigar com prisões e outras penas pesadas todos os que ousarem expressar mesmo que seja uma única palavra que lhes traga à memória a incômoda verdade da anormalidade de suas escolhas sexuais.

Boca suja se lava com água e sabão, diziam nossos avós. E sodomia, lava-se com o que?

Preciso parar este texto imediatamente. Sendo paulistano, estou sob o risco de ser multado em mais de 200 mil reais por ter usado vários termos que podem causar “constrangimento de ordem moral” em algum leitor viciado em sodomia!

Fonte: www.juliosevero.com

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21 de fevereiro de 2008

A maior organização gay dos EUA confessa a verdade: “o HIV é uma doença gay”.

A maior organização gay dos EUA confessa a verdade: “o HIV é uma doença gay”.

Washington, D.C., EUA — Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.

Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar: “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.

Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.

A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay. A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.

Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman: “É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.

“Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude. Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida ‘gay’.

“É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação. A evidência está aí para todos verem. Homossexualismo não tem a ver com ‘quem’ são eles, mas com ‘o que’ fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada”, concluiu Barber.

Título do original: Top “Gay” Organization Comes Clean: “HIV is a gay disease.”

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Concerned Women for America.

20 de fevereiro de 2008

Estatuto de destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

Estatuto de destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

Julio Severo

Salvar um bebê de perigos e ameaças é verdadeiramente um ato de bondade que só merece elogios. Homens e mulheres que praticam tais atos são dignos de nosso respeito.

O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, teve tal atitude heróica: Ele fez pedido à Justiça para que um bebê fosse tirado das mãos de um “casal” homossexual em São José do Rio Preto.

O promotor entendeu que não seria justo deixar o bebê com um “casal” anormal. Ele disse: “Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo. Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?”

Milhares de casais normais lutam, com suor e lágrimas, para adotar uma criança e enfrentam filas de dificuldades e burocracia. Por isso, não há motivo algum para se entregar um bebê inocente em adoção a homens que praticam atos homossexuais. E há motivos de sobra para se empenhar em resgatar um bebê de um padrão de vida totalmente anormal e sujeito a ameaças à saúde física, psicológica, moral, etc. Todos os bebês têm o direito a uma família minimamente normal.

Guerra ideológica contra a família natural

Portanto, o promotor acertou na decisão. Ele colocou o bem-estar do bebê acima das ideologias politicamente corretas. Não é de surpreender então que ele tenha sido criticado pela mídia esquerdista. Fazendo coro, a representante do Conselho Tutelar local se opôs à atitude do promotor, dizendo: “A criança precisa de amor e o seu desenvolvimento não necessariamente precisa seguir padrões de comportamento obsoletos”. Isto é, bebês não precisam de um pai e mãe amorosos. Eles podem, de acordo com a funcionária estatal, ser criados por dois homens que vivem uma sexualidade desviada, anormal e imoral, sem condição alguma de garantir o pleno desenvolvimento da sexualidade de uma criança.

Não se pode esquecer que a missão principal do Conselho Tutelar é defender o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante impunidade a estupradores e assassinos menores de idade. É patente então que o objetivo desses conselhos não é o bem-estar, mas instituir padrões anormais de vida.

A reação da funcionária do Estado é perfeitamente normal. O governo Lula e o PT são autores de muitas leis e projetos que ameaçam a família, com ampliação de “direitos” de abortar, praticar atos homossexuais, separar casais normais, etc. Assim, é natural que quem vive de salário do governo defenda os interesses e absurdos do governo.

Contudo, a defesa da anormalidade não é só feita por funcionários estatais. Em artigo intitulado “Família anormal?”, em reação à atitude do promotor que havia pedido a retirada do bebê do “casal” homossexual, a Dra. Maria Berenice Dias vocifera: “Casamento, sexo e procriação deixaram de ser os elementos identificadores da família”. Enfim, ela defende que dois homens homossexuais recebam a adoção de bebês, enquanto milhares de famílias normais enfrentam montanhas de dificuldades e humilhações para adotar.

Essa posição dela, porém, não está restrita apenas às suas opiniões pessoais. Ela está engajada num movimento que visa “revolucionar” o conceito de família nas leis do Brasil. Ela é, na verdade, fundadora do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM).

Bem-estar da família como estratégia camuflada para destruir a família

Apesar do título atraente, que dá a entender que é um instituto que de alguma forma está interessado nos direitos da família, a realidade é que seu objetivo é garantir direitos de novas versões de famílias. A proposta do instituto, por exemplo, é mostrar que dois homens homossexuais que vivem juntos também merecem o título de “família”. De acordo com o IBDFM, essa visão deve ser consagrada em lei. Para tal finalidade, o IBDFM elaborou, com a ajuda de “especialistas” liberais, o projeto Estatuto das Famílias, para “consolidar e garantir os direitos das mais variadas configurações familiares do Brasil”.

O IBDFM conseguiu o apoio do PT para introduzir seu ambicioso projeto no Congresso Nacional. Em 25 de outubro de 2007 começou a tramitar na Câmara dos Deputados o projeto 2.285/07 (com o título de “Estatuto das Famílias”), apresentado pelo Dep. Sérgio Barradas Carneiro, do PT. Do PT também é a vasta maioria dos projetos de aborto e homossexualismo no Congresso. São projetos que, sob a pretensão de defender novos direitos para uns, agridem, mutilam e destroem os direitos fundamentais da maioria, transformando o normal em anormal e vice-versa. Além de petista, o Dep. Carneiro é membro do IBDFAM.

O que diz o projeto Estatuto das Famílias? Alguns trechos revelam seu caráter revolucionário:

Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.


Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.


Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.

Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: “O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 , abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais”. Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.

Se por um lado é promovida a união legal de “casais” homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: “Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade”. Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.

Uma agenda de homossexualismo?

O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: “Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba”.

O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os “casais” anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.

Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.

Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro “Homoafetividade: o que diz a Justiça”. Ela é também autora do artigo “Direito fundamental ao aborto”. Além de defender o aborto e o homossexualismo, ela é simpatizante da eutanásia. Só não dá para dizer que, no caso da eutanásia, ela vive o que prega, pois executando em si mesma a eutanásia uma única vez, ela conseguiria destruir de uma vez por todas sua vida religiosamente dedicada às causas mais radicais.

Abolição e redefinição da família natural

Não há dúvida alguma sobre os objetivos do IBDFAM. O próprio site homossexual GLS Planet reconhece a importância dos dois maiores membros do IBDFAM: “A desembargadora Maria Berenice Dias, do Rio Grande do Sul, e o advogado especialista em Direito de Família, Rodrigo da Cunha Pereira, também defendem a ampla adoção de crianças por casais homossexuais”.

Para que tal idéia seja aceita, é preciso desconfigurar legalmente a família natural e introduzir novas configurações de família. É exatamente aí que entra o IBDFAM, que tem como papel principal modificar a imagem legal do que significa família. Essa entidade desfiguradora da família natural conta atualmente com 4.000 membros.

Tradicionalmente, o papel da família é cuidar e decidir a educação, saúde e criação dos filhos. E a única família que tem tal responsabilidade é a família natural, composta de um homem e uma mulher unidos em compromisso de vida para gerar e criar filhos. Essa é a única definição verdadeira e legítima de família.

Com a redefinição do significado de família, muda o papel do Estado, que estenderá aos anormais os direitos e proteções devidos à família natural, sugando os recursos que deveriam estar limitados apenas às necessidades legítimas e exclusivas de uma família verdadeira composta de pai, mãe e filhos.

Entretanto, o papel do Estado não é redefinir a família. O papel do Estado é lidar com problemas criminais e ordem na sociedade, sem interferir na vida das famílias. Mas, tradicionalmente, o Estado sempre ambicionou dominar a vida de seus cidadãos. O nazismo e o comunismo são exemplos de formas de governo que usaram atraentes e ilusórias políticas de proteção à família para promover controle e destruição.

Hoje vemos com clareza as más intenções das políticas nazistas e comunistas para com a família. Contudo, o inimigo se torna mais astuto quando suas antigas estratégias são descobertas, de modo que em cada geração ele emprega novas armas com novas seduções.

Destruindo a família natural em nome dos direitos humanos e dos direitos das minorias

A nova sedução é oferecer direitos e privilégios especiais à população. Em nome dos direitos humanos, são oferecidos direitos e privilégios especiais aos que vivem nas práticas homossexuais, e aos poucos a população começa a enxergar que esse oferecimento significa muito mais do que só ajudar vítimas oprimidas, pois a concessão de direitos a alguns está sendo feita propositadamente para enfraquecer e eliminar a liberdade e os direitos básicos da maioria da população, subjugando-a efetivamente aos interesses e caprichos do Estado controlador.

A bandeira atual do Estado controlador é a defesa das minorias e dos direitos humanos. No Congresso tramitam vários projetos de lei que aparentemente têm apenas a intenção de combater a violência aos homossexuais, porém só agora algumas mentes mais alertas percebem que sua intenção é também combater toda atitude, opinião e expressão filosófica, moral e religiosa contrária ao homossexualismo, classificando a própria oposição a esse comportamento como componente da violência aos homossexuais.

Todos esses esforços estatais estão sendo feitos, supostamente, para o bem-estar dos homossexuais. Agora, com a falsa preocupação pelo bem-estar da família brasileira, tramita no Congresso o projeto “Estatuto das Famílias” que, se aprovado, basicamente empreenderá o enfraquecimento da família natural e dará vida e respeitabilidade às uniões entre indivíduos do mesmo sexo.

Desde o começo da humanidade, o padrão de família mais sólido, que sobreviveu a muitas eras de instabilidade, guerras e extinções, é a família natural, composta de um homem comprometido com uma mulher, unidos no amor e propósito de gerar e criar filhos. Opções diferentes se extinguiram no tempo. Sociedades que aceitaram e adotaram um modelo sexual diferente viraram escombros. Apesar disso, o projeto ousado do IBDFAM propõe a redefinição do casamento e família.

Todos têm o direito de formar uma família?

O presidente do IBDFAM afirma: “O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família. Ele por certo trará incômodo e talvez até arrepios. Ele certamente encontrará resistências de alguns parlamentares. Ele faz alterações profundas na estrutura e no sistema jurídico. É um estatuto que inclui e legitima todas as formas de famílias conjugais e parentais. Dentre as famílias conjugais, estão aquelas constituídas pelo casamento, pela união estável entre homens e mulheres e também as homoafetivas”.

De acordo com o Estatuto das Famílias, todos homossexuais, bissexuais, transexuais e qualquer outra invenção que surgir têm o direito de estabelecer variadas formas de família:

Artigo 2: “O direito à família é direito fundamental de todos”.

Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.

Estatuto da Criança e do Adolescente + Estatuto das Famílias = Estatutos de destruição

O povo brasileiro já foi enganado antes. Quando se aprovou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ninguém disse nada, porque ninguém viu nada. Não porque não houvesse ameaças e perigos. O problema é que nenhum brasileiro os viu. O ECA é fruto direto do compromisso do governo brasileiro de se adaptar às normas da ONU depois de assinar a Convenção dos Direitos das Crianças, documento da ONU que até hoje não foi assinado pelo governo dos EUA, por pressão de grupos evangélicos pró-família.

Naquele tempo, não houve nenhuma voz profética para alertar os cristãos do Brasil com relação às ameaças da ONU, da Convenção dos Direitos da Criança e de sua cria maligna para o Brasil, o ECA. Nenhum pastor levantou questionamentos ou oposição ao ECA. Todos achavam, na verdade, que se a intenção era proteger as crianças, então não deveria haver oposição nem dúvidas. O diabo, que se disfarça de anjo de luz, nesse caso simplesmente disfarçou suas intenções como proteção e direitos para as crianças!

É desse jeito que, a pretexto de proteger famílias e crianças, o Estado na verdade destrói moral, física e espiritualmente a ambos, fortalecendo suas posições de controle social.

Se o Estatuto das Famílias for aprovado, dois homens homossexuais poderão adotar um bebê inocente e será um crime tentar salvá-lo. Promotores e juízes moralmente honestos que tentarem resgatar um bebê das mãos de dois homens homossexuais serão automaticamente enquadrados como criminosos. Os papéis serão invertidos. Os vilões serão heróis. Os heróis serão transformados em criminosos. Mas as vítimas serão vítimas.

Famílias cristãs que dão aos seus filhos educação escolar em casa ou que seguem a orientação da Bíblia de disciplinar os filhos com a vara já são considerados “anormais” pelo ECA. Nada mais natural então, com a colaboração de uma legislação que transforma o normal em anormal e vice-versa, do que o Conselho Tutelar arrancar crianças de famílias cristãs e entregá-las para dois homens homossexuais que serão considerados “normais” e “família” pelo Estatuto das Famílias. Por razões óbvias, a fundadora do IBDFAM apóia completamente o ECA. Coincidência ou não, o Dep. Sérgio Carneiro declarou que o Estatuto das Famílias segue os princípios do ECA na facilitação das intervenções estatais em questões da família.

A família natural é o único, exclusivo e ideal lugar para o nascimento e criação de bebês. É o único padrão aceitável e desejável de família. Tudo o mais é anormal e trágico. Dois homens no homossexualismo que insistem, com amparo estatal e midiático, em se intitular como família representam na verdade não uma família, mas a aberração das aberrações.

A sociedade brasileira precisa ser alertada, a fim de não cair em mais um conto do vigário estatal. A primeira vez que se acreditou que um estatuto traria benefícios, não problemas, foi com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que pelo nome parecia uma legislação que ajudaria na criação de crianças e adolescentes. Hoje vemos adolescentes estupradores e assassinos legalmente protegidos, enquanto a população fica desprotegida e a mercê de seus crimes. É o estatuto que enganou o Brasil. Agora, vem outro estatuto para trazer novas enganações, impunidades e a banalização do normal e a consagração do anormal.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A Famí­lia Natural: Um Manifesto

O abuso estatal contra a ordem familiar