31 de janeiro de 2008

O evangelho da prosperidade do governo

O evangelho da prosperidade do governo

Joseph Farah

Noto que o Congresso dos EUA está começando uma investigação nos pregadores de televisão que prometem riqueza aos que dão dinheiro aos seus “ministérios”.

Parece que o Senador Charles Grassley, R-Iowa, o mais importante republicano no Comitê de Finanças do Senado, lançou uma investigação nos que pregam esse “evangelho da prosperidade”.

Grassley está solicitando dos ministérios registros financeiros sobre salários, gastos, jatinhos particulares e outras vantagens financeiras, de acordo com matéria da Associated Press.

Para dizer a verdade, eu provavelmente desprezo esses charlatães mais do que qualquer membro do Congresso. Penso que eles mancham a reputação do Cristianismo.

Mas, não é muita hipocrisia o governo investigar aqueles que praticam as mesmas chantagens?

De forma geral, qual é a diferença entre um artista espiritual trapaceiro que promete prosperidade instantânea em troca de uma “oferta sacrificial” e políticos que prometem para nós saúde e todos os outros tipos de doces se lhes dermos dinheiro e votarmos neles?

Pior ainda, esses políticos, se tiverem êxito, então como se fossem deuses usam a força coerciva do governo para se apoderar de nossos bens e redistribuí-los.

É realmente um caso do roto falando do rasgado.

O governo agora crê que tem a autoridade de se meter em qualquer assunto que queira. Isso para mim é muito mais perigoso do que artistas espirituais trapaceiros ludibriando as pessoas no nome do Senhor.

Ambos são imorais. Ambos são corruptos. Ambos miram sua ganância nos inocentes e ignorantes.

Mas, pense nisso, qual deles representa maior ameaça à nossa vida?

Eu tenho o poder de decidir não possuir um televisor. Eu tenho o poder de decidir não ligar meu televisor se eu decidir possuir um. Eu tenho o poder de decidir mudar de canal se um sorridente vendedor pilantra começar sua vendagem. Eu tenho o poder de decidir dar atenção ao vendedor pilantra e dar gargalhada. Eu tenho o poder de escrever ao vendedor pilantra e dizer-lhe o que Deus tem de reserva para ele no Dia do Juízo. Eu também tenho o poder de alertar no ar as pessoas acerca desses predadores que decidiram que preferem não esperar até chegar ao céu para terem sua mansão.

Como cidadão, tenho o poder e a capacidade de fazer todas essas coisas.

De forma semelhante, tenho o poder de repreender os políticos quando começam a pedir dinheiro para apoiar seus planos para criar o céu na terra, contanto que sejam eleitos.

Contudo, sou impotente para impedir Charles Grassley e seus co-beligerantes de enfiar a mão nos meus bolsos todos os dias e gastar meu dinheiro do jeito que quiserem gastar. Não tenho escolha. Se eu recusar participar da fraude e extorsão deles, serei perseguido por homens armados, capturado e jogado na prisão.

É assim que funciona o “evangelho da prosperidade” do governo.

De novo, qual desses sindicatos criminosos devem nos preocupar mais?

Aliás, suspeito que a motivação real de investigar os corruptos pregadores de televisão é porque eles estão atrapalhando a ladroagem do próprio governo.

Afinal, se escolhemos dar nosso dinheiro para um “ministério” (fraudulento ou não), então seja qual for a quantia, é muito menos do que o governo pode forçadamente extrair de nós na ponta de uma arma.

O moral da história é simples: Jamais confie no governo como seu amigo. O governo não é nosso amigo. O governo não é nosso Bolsa Família. O governo não é nosso meio de obter riqueza e prosperidade. O governo não é amigo da liberdade. O governo é, aliás, o oposto da liberdade.

Não estou aqui pregando anarquia. Mas estou pregando algo bem perto. Chama-se limitado governo constitucional. É o que anteviram os fundadores dos EUA para a sua posteridade.

Se todos os pregadores de prosperidade sumissem da TV amanhã, nossa vida seria significativamente melhor com isso? Duvido.

Mas se Charles Grassley e seus amigos no Congresso dos EUA amanhã de repente percebessem que estão passando dos limites de sua autoridade constitucional ao redistribuir as riquezas dos cidadãos americanos, suspeito que a “busca da felicidade” se tornaria menos difícil a esses cidadãos.

Mais do que qualquer coisa, desejo que os cidadãos parem de olhar para o governo como se fosse Deus. Mais do que qualquer coisa, desejo que os cidadãos reconheçam que há só um Deus verdadeiro, a quem todos daremos contas — inclusive Charles Grassley e seus amigos ungidos. Mais do que qualquer coisa, desejo que os americanos estudem a Palavra de Deus como os fundadores dos EUA faziam e deixem claro tanto para o governo quanto para os pregadores corruptos que eles têm Alguém a quem prestar contas.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND

Leitura recomendada:

Evangelho da Prosperidade sob inspeção

30 de janeiro de 2008

Grupo gay evangélico mira mega-igrejas

Grupo gay evangélico mira mega-igrejas

Soulforce, grupo dirigido pelo militante e pastor gay evangélico Mel White, lança campanha de “diálogo” com mega-igrejas

Allie Martin e Jody Brown

Uma coalizão de grupos homossexuais dirigida pela organização Soulforce está mirando seis mega-igrejas dos EUA numa campanha para promover diálogo acerca das opiniões cristãs sobre a homossexualidade. Caleb Price, de Focus on the Family, diz que a campanha da entidade que defende o homossexualismo tem uma fachada amistosa que camufla a agenda real — e as igrejas miradas precisam ficar vigilantes.

Nos próximos meses, membros do grupo pró-homossexualismo Soulforce e seus aliados visitarão seis igrejas famosas dos Estados Unidos. Batizada de “The American Family Outing”, a campanha mira as igrejas seguintes: Igreja Lakewood (pastoreada por Joel Osteen), Casa do Oleiro (T.D. Jakes), Igreja Esperança Cristã (Harry Jackson), Igreja Batista Missionária Novo Nascimento (Eddie Long), Igreja Comunidade Willow Creek (Bill Hybels) e Igreja Saddleback (Rick Warren).

De acordo com o site de Soulforce, “os gays, as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros” e suas famílias tentarão visitar membros, pastores e líderes das igrejas para conversarem sobre opiniões religiosas acerca da homossexualidade. O objetivo deles? “Começar um processo de mudar corações e mentes” nessas igrejas, diz um documento que descreve a campanha, e “educar o público nacional através dos meios de comunicação acerca de questões de fé, família e sexualidade”. O site explica que uma delegação de “famílias”, inclusive adultos e crianças, visitarão cada uma das seis igrejas.

Caleb Price, analista de pesquisas de Focus on the Family, avisa que as pessoas não devem se deixar enganar pela campanha, cuja meta é disseminar uma “falsa doutrina”.

“Como com toda tentação de desprezar a palavra clara de Deus em qualquer assunto determinado, essa tentativa de Soulforce e seus aliados é uma exemplo clássico do que vemos em Gênesis capítulo 3, quando a serpente tenta Eva perguntando: ‘Deus realmente disse…?’” diz Price. “E acho que talvez a maior lição que podemos aprender com essa história é que é melhor não conversar com cobras. As Escrituras ensinam claramente que haverá uma grande apostasia nos últimos dias e que haverá lobos em peles de ovelhas que tentarão entrar no curral e enganar até mesmo os eleitos”.

Soulforce planeja recrutar “quarenta famílias diferentes” para a campanha, treiná-las durante uma sessão de final de semana em fevereiro, então — depois de visitar as duas igrejas do Texas (Lakewood em Houston e Casa do Oleiro em Dallas) — dividi-las em quatro equipes para viajar às outras igrejas. Os líderes evangélicos que tiverem “demonstrado conhecimento e habilidade para articular uma fé inclusiva”, diz Soulforce, servirão como os principais porta-vozes de cada equipe.

Price oferece um aviso especificamente para as mega-igrejas que são alvos de uma visita durante American Family Outing.

“Essas igrejas que se tornaram alvos de Soulforce precisam ser claras acerca da real agenda por trás dessas ações encenadas”, diz ele. “Não é para diálogo e maior compreensão — é para tentá-las a adotar uma falsa doutrina, que manterá longe da mensagem do Evangelho de esperança e transformação aqueles que estão presos no homossexualismo”.

A campanha Soulforce começa no Dia das Mães e vai até o Dia dos Pais. Colaborando com o grupo de defesa do homossexualismo estão a Comunhão Universal das Igrejas Comunidade Metropolitana, a Coalizão Nacional de Juízes Negros e o grupo COLAGE (Filhos de Lésbicas e Gays em todo lugar).

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: OneNewsNow

Clique aqui para ler artigo que mostra a amizade do Pr. Mel White (o fundador de Soulforce) com Philip Yancey.

29 de janeiro de 2008

Don Feder para presidente dos EUA

Don Feder para presidente dos EUA

Don Feder

Tendo alternadamente sentido tédio e nojo da retórica banal e das posições melosas de candidatos competindo pela presidência dos Estados Unidos, decidi anunciar minha candidatura para presidente.

Já de início, uma promessa solene: não farei propaganda de mim mesmo como agente de “mudança”, como alguém de fora de Washington ou como um homem de negócios que pode trazer seus conhecimentos administrativos para influenciar o colossal monstro federal.

Não falarei de minha visão. Não me engasgarei ao lhe dizer que tudo o que “quero é que os EUA sejam um lugar melhor, e estou fazendo isso por amor às crianças”.

Não exibirei olhos molhados de lágrimas ao recordar minhas origens humildes, nem apresentarei minha adorável família em desfile diante de você para provar que eu realmente não sou um bicho estranho de duas cabeças e cauda. Aliás, não me pareço nem um pouco com Hillary.

Durante a campanha inteira, não olharei as pesquisas de opinião pública nem escutarei aos estrategistas. A única coisa que consultarei é minha consciência.

Eis minhas qualificações: nunca ocupei cargo público algum, por eleição ou por nomeação. Minha vida adulta inteira foi gasta no setor privado. Sempre fui pagador de impostos. Nunca fui consumidor de impostos.

Eu não “anulo minha consciência para se encaixar nas tendências da época”. Eu era um estudante conservador na década de 1960, líder de um movimento anti-impostos na década de 1970 e um colunista reacionário na cidade mais liberal do Gulag do Povo de Massachusetts de 1983 a 2002.

Sou casado com a mesma mulher há 34 anos. Criei quatro filhos e tenho um neto. Para sua informação, para criar crianças não é necessário uma vila ou uma comuna ou uma creche, ou psicólogos e assistentes sociais, apenas dois adultos responsáveis.

Não sou o produto de alguma universidade de altíssimo nível acadêmico. Minhas raízes estão na classe média e minha família, há duas gerações atrás, era pobre. (Tá certo, suponho que estou me gabando de minhas origens humildes.)

Minhas posições hoje se comparam com minhas posições de 25 anos atrás. A única questão em que mudei de idéia durante os anos é a imigração, depois que meu corpo foi golpeado pela realidade.

Creio em Deus, nos Estados Unidos e na família. Creio que a fé, a família e a liberdade se levantarão ou cairão juntos. Creio que os Estados Unidos foram fundados em valores judaico-cristãos e que sem adesão a esse código ético, não temos nenhuma razão de existir.

Creio que junto com o terrorismo, a imigração é a questão mais urgente que nos confronta.

Uma nação que não consegue controlar suas fronteiras perdeu sua soberania.

O terrorismo é o outro desafio importante para nossa sobrevivência nacional. Precisamos recordar constantemente que há pessoas por aí aos milhões que querem nos matar ou nos conquistar, nos governar e destruir nosso estilo de vida. Esses são gângsteres que não dá para apaziguarmos e acalmarmos. Com eles não dá para negociarmos.

Eles não nos amarão se eles nos entenderem melhor. Eles não nos amarão se formos bacanas com eles. Eles não nos amarão se lhes dermos mais território. Em vez disso, eles nos desprezarão por nossa fraqueza. Como os nazistas e os comunistas antes deles, nós os mataremos ou eles nos matarão.

O terrorismo é uma técnica, não uma ideologia. A ideologia se disfarçando como religião que fornece ímpeto intelectual e emocional para o terrorismo se chama Islamismo.

Não estou sugerindo que todos os muçulmanos são terroristas ou potenciais terroristas. A maioria apenas quer ficar longe dessas questões, como a maioria das pessoas no resto do mundo. Mas até mesmo os moderados têm inveja do sucesso do Ocidente, que tem um estilo de vida diferente. Eles reclamam incessantemente acerca de eventos históricos que ocorreram mil anos atrás enquanto ao mesmo tempo desculpam atrocidades cometidas ontem.

É desse jeito que se deve ver o terrorismo. Temos de deter o avanço do Islamismo, quer na África, Ásia, Oriente Médio, Europa ou Estados Unidos. Jamais devemos apoiar um povo muçulmano acima de um povo não muçulmano — quer em Kosovo, a Caxemira ou Israel (a “Margem Ocidental” e Gaza).

Principalmente não em Israel. Israel é nosso aliado desde seu começo. Os palestinos têm sido nossos inimigos desde que declararam sua “identidade” (após 1967). Faz sentido combater terroristas no Iraque enquanto apoiamos a criação de outro Estado terrorista entalhado em Israel?

Nossas duas metas principais são: destruir a infra-estrutura do terrorismo e deter o avanço do Islamismo — não propagar a democracia no mundo islâmico.

Propagar a democracia por meio da força militar é uma ilusão do liberalismo wilsoniano. Como tal, é estranho ao americanismo.

Como presidente, enviarei americanos ao exterior para lutar e morrer apenas para defender nossos interesses nacionais vitais, jamais num esforço inútil de trazer governo representativo àqueles cujo sistema de crenças é mais compatível com a guerra santa, assassinatos de honra e a degolação de reféns do que com reuniões municipais no estilo da Nova Inglaterra.

Mas onde estiverem engajadas, eu apoiarei totalmente nossas tropas até que se alcance uma paz honrosa (semelhante à paz que asseguramos com a Alemanha e o Japão em 1945). E eu não cederei aos selvagens nos mares. Só tenho um conselho para os próximos iranianos que incomodarem nossos navios: é melhor fazerem as pazes com Alá.

Relacionado à guerra contra o terrorismo está a política energética. A RFNA (a Reserva da Fauna Nacional Ártica) poderia estar produzindo 1,4 milhões de barris diários de petróleo. Não está, graças aos aiatolás ambientalistas e seus lacaios no Congresso.

O ultimo reator nuclear comercial entrou online em 1996. A última nova refinaria de petróleo nos Estados Unidos foi construída em 1976. Os fanáticos da ecologia e aquecimento global, os inimigos da revolução industrial e outros trogloditas anti-energia fizeram muito bem o seu trabalho.

Quando a energia é a principal arma do inimigo, opor-se à produção nacional é um ato de traição. Como presidente, tratarei esse caso como tal.

Dizem que nas trincheiras não existem ateus. Nossa moeda diz: “Em Deus Confiamos”. Mas estamos levando isso a sério?

É hora de desmascarar a mentira de que a Primeira Emenda ordena a separação do governo e religião. As palavras “separação da igreja e Estado” não aparecem em lugar algum da Constituição. A república americana foi fundada por pessoas religiosas. A verdade é que foi fundada por cristãos, embora não exclusivamente para os cristãos.

A fantasia de que a Primeira Emenda foi designada para impedir orações nas escolas, exibição pública de símbolos cristãos, menorás e monumentos dos Dez Mandamentos, recitações do Juramento de Fidelidade com “uma nação, sob Deus”, etc., é uma invenção da ACLU e mutantes secularistas no judiciário federal.

Como presidente, lutarei pelo direito de o povo Americano manter a conexão histórica e sagrada dos EUA à fé em Deus — com a ajuda de Deus.

Como presidente, não exigirei um exame ideológico para os candidatos judiciais, apenas um teste de compreensão de leitura.

Pedirei aos candidatos potenciais que leiam a Primeira Emenda e me digam o que significa. Uma resposta errada os desqualificará. Nomearei e lutarei para confirmar juízes que têm o compromisso de interpretar a Constituição conforme foi escrita, em vez de seguirem precedentes deturpados deixados por Earl Warren, Harry Blackmun, David Souter, Anthony Kennedy e Ruth Bader Ginsburg.

Logo que passarem pelo processo de classificação, farei com que os candidatos assinem um juramento de sangue de que eles seguirão firmemente a intenção original, e memorizarão as decisões do Juiz Antonin Scalia.

Juízes ativistas forçaram uma terrível lei de aborto nos EUA há 35 anos. O resultado tem sido mais de 49 milhões de mortes. Já que o feto tem o código genético completo de um ser humano — todos os 48 cromossomos — e já que o processo do óvulo fertilizado até o recém-nascido é uma seqüência contínua, é ilógico negar a humanidade do bebê em gestação.

Não devemos matar seres humanos inocentes — não por conveniência, não como método de controle da natalidade, não para realizar uma artificial igualdade sexual e não por oportunismo político.

Um presidente pode fazer mais para proteger a vida do que apenas nomear juízes honestos. Ele pode designar funcionários para todo órgão relevante que tenham o compromisso de defender a vida humana em cada fase de desenvolvimento. É isso que farei.

Lutarei pela aprovação da Emenda da Vida Humana na Constituição dos EUA. Em meados do século 19, a reação adequada para se lidar com a escravidão não era permitir que os estados decidissem se queriam tratar os negros como seres humanos ou propriedade. De forma semelhante, nos primeiros anos do século 21, a resposta adequada para se lidar com o aborto não é permitir que os estados decidam se sancionarão o assassinato de seres humanos no útero.

Ainda que não tenha chance de aprovação, lutarei por tal emenda como questão de consciência e como instrumento educativo.

O casamento é o alicerce da civilização. A vida é gerada por homens e mulheres, em parceria com Deus. Filhos criados em lares sem homens e mulheres são um tragédia, não uma família “alternativa”. Se dois homens se sodomizando mutuamente são família, então um nanico com uma arma de brinquedo é um exército.

Nas palavras de Alan Keyes, a única reação adequada para o casamento gay é gargalhada.

Se dois homens e duas mulheres podem “se casar”, por que não três mulheres e um homem, por que não um homem e sua irmã, por que não um homem e um cavalo? Se casamento é certo, por que não podemos nos casar com quem — ou com o que — escolhermos?

Como presidente, lutarei pela aprovação da Emenda do Casamento à Constituição, para realizar os desejos da maioria esmagadora dos cidadãos. E nomearei juízes que entendam que o que está em risco nesta batalha não são os direitos das minorias, mas o futuro da família, daí o futuro da civilização.

Falando de emendas à Constituição, a Segunda Emenda significa exatamente o que diz: “O direito do povo manter e portar armas não será infringido”. É difícil ser mais explícito do que isso. A cláusula das milícias é uma explicação (de um objetivo do exercício desse direito), não uma limitação.

Sem armas nas mãos dos cidadãos, os Estados Unidos não teriam tido nenhuma revolução de independência em 1776, daí nenhum país. O direito à vida exige um direito de defender a vida. Não é possível garantir o direito à vida ligando para a polícia quando um assassino já está na porta da sua casa.

Dá para entender quando as raposas no galinheiro não querem que os fazendeiros tenham uma arma.

Para o atual ano fiscal, o orçamento federal proposto é de 2.9 trilhões de dólares, em comparação aos 2.0 trilhões em 2002. Contudo, a dívida nacional está no incrível número de 9.1 trilhões.

Os impostos são excessivamente elevados porque os gastos são excessivamente elevados. O sistema de impostos dos EUA é repulsivamente injusto.

Lutarei também por alternativas privadas na questão da previdência social e escolas socializadas (também conhecidas como educação pública), ambas das quais têm um impacto decidido nos gastos e impostos federais. Os cidadãos estão sendo levados à falência para investirem em fraude e fracasso.

Não estou me candidatando para ganhar a oportunidade de implementar alguma grandiosa visão utopista. Não quero consertar os seres humanos. Minha meta não é um governo que nos salvará de nós mesmos. Não estou numa cruzada.

Minha missão é salvar o governo representativo, a liberdade e nossa soberania nacional.

Sou Don Feder — e nem dá para você imaginar quanto eu aprovo esta mensagem.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: www.donfeder.com

28 de janeiro de 2008

Peter LaBarbera no Brasil!

Peter LaBarbera no Brasil!

Peter LaBarbera será convidado especial do encontro da VINACC durante o Carnaval de 2008

O 10º Encontro para a Consciência Cristã terá a participação do ativista pró-família e palestrante internacional Peter LaBarbera. Ele será convidado especial do I Fórum Nacional para a Capacitação de Lideranças Cristãs sobre Questões Éticas, um dos doze eventos paralelos que acontecerão dentro da programação do X Encontro para a Consciência Cristã, que ocorrerá em Campina Grande, PB, de 30 de janeiro a 5 de fevereiro de 2008.

Ele falará sobre o avanço da militância homossexual no mundo e como podemos agir como cristãos e cidadãos, diante de tais organizações.

Peter Labarbera nasceu em Chicago, Illinois, em 1962. Foi criado em Elmhurst e Winfield até os 12 anos de idade. Formou-se pela Universidade de Michigan em 1985, em Ciências Políticas.

Ele vive na cidade de Naperville, IL, com sua esposa Cristina e seus cinco filhos.

Peter LaBarbera:

Especialista conservador em questões culturais: sua especialidade é no trato as questões ligadas aos movimentos de desconstrução social, enfocando o movimento de ativistas "gays".

22 anos de experiência escrevendo e pesquisando questões culturais. Ele viajou para a América Central para fazer a cobertura jornalística da crise do comunismo na Nicarágua em 1989-90.

Ex-jornalista do jornal The Washington Times, 1987-89 e já foi um dos editores do jornal Human Events.

Ele costuma ser convidado para falar nos seguintes programas seculares de TV nos EUA:

FOX's Hannity & Colmes

National Public Radio

CNN's "The Larry King Show"

CNN's "Crossfire"

Bill O'Reilly national radio program

CNN's "Paula Zahn Show"

E filiais das redes de televisão WETA-TV, WGN; ABC, CBS, FOX

Ele já participou dos seguintes programas evangélicos e conservadores:

CBN News

"Focus on the Family" entrevista com o Dr. James Dobson

American Family Radio

"Coral Ridge Ministries" com o Dr. D. James Kennedy

Agape Press

World Magazine

WorldNetDaily.com

Cybercast News Service

USA Radio News

Os seguintes famosos jornais seculares americanos citam LaBarbera como especialista em questões homossexuais:

New York Times

Los Angeles Times

Washington Post

Washington Times

Associated Press

Reuters

Boston Globe

Associated Press

Chicago Tribune

Chicago Sun-Times

E outros jornais

Ele já trabalhou como especialista cultural para os seguintes grupos pró-família e conservadores:

Illinois Family Institute, ex-diretor executivo

Family Research Council, analista de estudos culturais

Concerned Women of America, editor, escritor e analista

Accuracy in Media, analista dos meios de comunicação

O I Fórum Nacional para a Capacitação de Lideranças Cristãs sobre Questões Éticas será de 3 de fevereiro (domingo), a 5 de fevereiro, nos turnos da manhã e tarde -- sempre de 10 às 12h e 15 às 17, respectivamente.

O evento será restrito a líderes. Os interessados devem enviar email para a VINACC (via página da instituição na internet), solicitando sua inscrição no I Fórum Nacional para a Capacitação de Lideranças Cristãs sobre Questões Éticas, fornecendo seus dados pessoais: nome, sexo, endereço, fone (DDD, fixo e celular), e-mail, denominação da qual faz parte, com o respectivo telefone da Igreja e o contato de sua liderança espiritual (pastor).

A entrada é franca, havendo apenas 100 inscrições disponíveis para todo o Brasil. Para se inscrever, gratuitamente, nas palestras do Dr. LaBarbera, clique aqui.

Realização: VINACC — Visão Nacional para a Consciência Cristã: www.vinacc.org.br

Divulgação: www.juliosevero.com.br

27 de janeiro de 2008

Epidemia entre os homossexuais: a verdade começa a ser encoberta

Epidemia entre os homossexuais: a verdade começa a ser encoberta

J. Matt Barber

Dá para sentir um pouco de pena de Amanda Beck. Ela é a jornalista do serviço noticioso Reuters que estava entre os primeiros a cobrir um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Francisco, que alertava acerca de um surto de uma variante perigosa, resistente a drogas e potencialmente mortal de infecção estafilococa afligindo certos segmentos da comunidade homossexual.

Embora surtos de MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina) tenham sido confinados principalmente aos hospitais no passado, o estudo apurou que, devido a “condutas de alto rico” de fora dos hospitais — tais como “sexo anal” — homens que têm sexo com homens agora têm uma probabilidade 13 vezes maior de contrair a infecção.

Pelo fato de que essa variante específica pode ser transmitida por meio de contato de pele, os pesquisadores temem que o surto “tenha o potencial para disseminação nacional rápida” e se espalhará para “a população geral”. Com a disseminação, eles dizem que será “impossível detê-la”.

As notícias iniciais de alguns nos principais meios de comunicação, inclusive o The New York Times, eram suficientemente precisas e equilibradas. Essas notícias superficialmente tratavam os dados lúcidos e as conclusões válidas do estudo.

Mas tudo isso mudo rápido.

Entenda: só pelo simples fato de noticiarem esse estudo, Amanda Beck e outros jornalistas da mídia se desviaram do roteiro. Eles quebraram as regras. E ao fazerem isso, eles realmente irritaram o gorila ativista homossexual de 250 quilos no trono da mídia

Eis onde Amanda errou. Ela de modo objetivo forneceu informações científicas ao público que retratam negativamente a conduta homossexual de “alto risco”. Ela levou as pessoas a um confiável estudo médico que ressalta as conseqüências potenciais de um estilo de vida demonstravelmente perigoso e desesperadamente vazio.

Ela ousou noticiar as descobertas genuínas do estudo e, por causa disso, Amanda Beck e outros jornalistas condenados sem dúvida alguma terão de trabalhar em seções de óbitos na Sibéria jornalística até que tenham conseguido completar o treinamento obrigatório de “mudança de mentalidade”.

O Dr. Binh Diep, o pesquisador que dirigiu o estudo, declarou para Reuters: “Logo que alcançar a população geral, será verdadeiramente impossível detê-lo… Achamos que se propaga por meio da atividade sexual”.

E aí começaram os problemas.

Agora vem o recuo: “Gente, vamos para outro assunto, pois não há nada de importante nessa questão do surto”, parecia sugerir o The New York Time, Newsweek e outras publicações. Eles não ignoraram os grupos homossexuais de pressão nos bastidores.

Seguindo a liderança de ativistas gays, os meios de comunicação desesperadamente se atropelaram para mudar o assunto, preferindo usar a estratégia de ofender e acusar quem trouxe as notícias desagradáveis. Os pesquisadores que conduziram o estudo foram até atacados, e convites de grupos como Concerned Women for America (CWA) para se eliminar a promoção política das “condutas de elevado risco” associadas ao surto foram deturpadas por meio de um prisma de confusão e desinformação.

Título original: MRSA Outbreak Among ‘Gays’ — Let the Whitewash Begin

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Bactéria mortal e altamente infecciosa está atingindo homens gays

Teme-se a chegada de uma nova epidemia: homossexuais podem propagar infecção estafilococo mortal para a população geral

24 de janeiro de 2008

Escolas públicas: a nova zona de prostituição?

Escolas públicas: a nova zona de prostituição?

Olivia St. John

Se você já passou de carro em qualquer cidade grande (e em muitas menores), provavelmente você já se expôs ao que é chamado de “zona de prostituição”. É uma área pobre e precária da cidade com lojas pornográficas, bares e clubes de strip-tease — um lugar em que ocorre tudo. Poucas pessoas quereriam ter uma dessas áreas desoladas em sua própria vizinhança ou gostariam que seus filhos fossem expostos à sujeira e perversão dali.

Mas a maioria de nós não percebe que temos uma zona de prostituição bem perto de nossos lares. E nossos filhos não só têm permissão de estar ali, mas a lei realmente obriga a presença deles ali.

Graças à apatia pública e aos esforços de legisladores estaduais e federais mal-informados, juízes ativistas e sindicatos liberais de professores, as escolas de nossa nação se tornaram a nova zona de prostituição do século 21.

A prova:

As Alianças de Heteros e Gays (AHG) servem como fomentadores de sexo ilícito em mais de 3.000 escolas públicas nos Estados Unidos. O site Notícias da Rede AHG leva os estudantes para links de eventos sociais, seminários, conferências e outros eventos possibilitando que homossexuais adultos desenvolvam relacionamentos com jovens. Um anúncio recente busca “modelos jovens gays” que sejam rapazes de 15 a 18 anos “ou tenham a aparência de menos de 18”. Outro anúncio ainda convida os jovens para assistir gratuitamente filmes “sexualmente excitantes com prazer sensorial”. Informação de outubro desse site retratava um “Retiro Lésbico para Garotas” grátis para moças abaixo de 24 anos para “dois dias de educação lésbica radical sobre comunidade, corpo e prazer”.

Os ativistas da AHG dentro das escolas públicas introduzem materiais obscenos dignos de zonas de prostituição nas bibliotecas e debates de sala de aula. Considerados como “alfabetismo sexual”, os livros designados exploram as perversões sexuais, inclusive sexo adolescente com adultos. Um livro intitulado “A Caixa de Deus” questiona a “interpretação” de passagens da Bíblia acerca da homossexualidade. O jurista de direito constitucional Matt Barber descreve a irresponsabilidade como nada menos do que “negligência educacional”.

Esse material sexual explícito está agora no centro dos principais debates. A Rede AHG está oferecendo um “Novo Guia de Campanha”, com o título de “Compartilhando Nossas Estórias”, para seus clubes de escolas de ensino fundamental e colegial, planejado para injetar o “currículo GLBT nas aulas de história, ciência social e literatura”.

As iniciativas de recrutamento ativo até oferecem incentivos financeiros aos estudantes. Vários grupos homossexuais estão dando prêmios de 3.500 dólares ao ganhador de um concurso de vídeo sobre educação sexual. Participantes até de 15 anos têm dois temas para escolher. Eles podem compartilhar sua “experiência de educação sexual” e “redesenhar o modo como a educação sexual deve ser dada e imaginar que tudo é possível”.

O abuso sexual perpetrado por professores ou funcionários de escolas públicas é revelado por alguns estudos, que apontam um chocante número elevado de 5 por cento, com índices de assédio sexual subindo até 82 por cento. Um relatório de pesquisa de 1995 das professoras Charol Shakeshaft e Audrey Cohan, intitulado “Abuso Sexual de Estudantes Cometidos por Funcionários de Escola”, determinou que os professores que abusam sexualmente de seus estudantes são muitas vezes “considerados entre os melhores professores e são populares com estudantes e pais”. Em situações em que o abuso sexual havia claramente ocorrido, “os diretores raramente entravam em contato com a polícia ou a promotoria pública, e geralmente não relatavam as alegações para os disque-denúncias…” Aliás, aproximadamente 37 por cento dos professores acusados continuavam em seus distritos, apesar de que seus diretores acreditavam que eles haviam abusado sexualmente de um estudante”.

Lamentavelmente, até mesmo as maiores associações de educação estão no mesmo barco do abuso contra as crianças. A Coalizão de Escolas Seguras da Califórnia promove mudanças pró-homossexualismo nos livros escolares e recebe apoio da Associação dos Professores da Califórnia (APC) e da Associação de Enfermeiras Escolares da Califórnia. A APC representa mais de 340.000 professores de escolas públicas e outras profissões relacionadas.

Em maio de 2007, um palestrante de escola pública no Colorado entendeu melhor a mensagem que permeia a cultura das escolas públicas de hoje ao dizer aos estudantes que “façam sexo, usem drogas, homens com homens, mulheres com mulheres, e qualquer combinação que quiserem”.

Talvez Walter Williams, o distinto professor de economia da Universidade George Mason, tenha feito a melhor declaração: “…o problema é a qualidade geral das pessoas que estão ensinando nossos filhos”.

Ele pode estar fazendo referência aos déficits acadêmicos, mas certamente parece que a maioria dos professores de escolas públicas da nação também tem falta de caráter moral para se levantarem e denunciarem as zonas de prostituição exatamente pelo que são.

Praticamente sem forças, alguns pais (uma fração minúscula) gastam quantidades enormes de tempo abordando diretorias escolares, entrando com processos, avaliando livros escolares, fazendo trabalho voluntário nas escolas, etc. Muitos na Califórnia estão trabalhando em referendos que afetam a legislação que, de acordo com a Campanha em prol das Crianças e das Famílias, infelizmente traz apenas uma vitória temporária, já que logo “mais projetos de leis de doutrinação sexual” retornarão. Mas será que esses grandes gastos de tempo e energia estão obtendo resultados positivos e permanentes?

Considere isto: Se você estivesse preocupado com uma zona de prostituição afetando seus filhos em sua vizinhança, você perderia seu tempo avaliando revistas pornográficas das bancas da rua e dizendo aos fornecedores que você se opõe à pornografia? Você trabalharia para aprovar referendos legislativos sabendo que os cafetões retornariam? Você esperaria que a indústria inteira da pornografia se consertasse por causa de um processo? Você estaria disposto a trabalhar como voluntário em alguma sex shop na esperança de transmitir alguma influência positiva?

Ou você faria tudo o que pudesse para que a zona de prostituição fosse fechada por falta de clientes?

Olivia St. John é escritora free-lance com experiência de quase 20 anos como educadora do lar. Ela está agora escrevendo um livro que promove a educação escolar em casa.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND

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23 de janeiro de 2008

Ao decidir sobre Israel, Bush está decidindo o destino dos Estados Unidos

Ao decidir sobre Israel, Bush está decidindo o destino dos Estados Unidos

Sob a pressão de evangélicos esquerdistas, Bush quer a divisão da Terra Prometida entre judeus e árabes palestinos

Julio Severo

Em sua recente visita a Israel, o Presidente George W. Bush chamou os israelenses a se retirar das “terras árabes”. Isto é, Bush chamou as partes territoriais da Terra Prometida ocupadas pelos árabes palestinos de “terras árabes”. Ele causou sensação entre os muçulmanos ao declarar: “A ocupação [israelense] que começou em 1967 deve terminar. O acordo deve estabelecer uma Palestina como pátria para o povo palestino”. Essa pátria terá de ser criada com grandes sacrifícios dos judeus, que serão obrigados a renunciar a importantes partes da Terra Prometida aos árabes palestinos.

O Coronel Bob Maginnis, aposentado do Exército Americano, diz que como evangélico ele está angustiado com a mudança de política de Bush com relação a Israel. Maginnis comentou: “O presidente reescreveu a história quando fez tal declaração, depois de 60 anos de política americana afirmando bem claramente que nós cremos que aquela terra pertence a Israel”.

Sob a pressão de evangélicos esquerdistas e interesses políticos, Bush está pressionando os judeus a entregar parte de Jerusalém e da Terra Prometida aos árabes palestinos.

Contudo, será que Bush aceitaria a idéia de entregar partes territoriais dos EUA em troca de paz, ou então entregá-las aos árabes palestinos para a formação de um país palestino?

Os países árabes têm muito mais extensão territorial do que Israel e têm as mesmas tradições muçulmanas da maioria dos palestinos, porém não estão dispostos a sacrificar nenhuma parte de suas próprias terras muçulmanas para formar uma pátria para seus irmãos de fé e sangue.

O próprio governo Lula, que apóia ditadores muçulmanos e a causa palestina, estaria disposto a sacrificar a Amazônia para criar uma nação palestina? E não haveria problema algum se Lula assim agisse, pois não há nenhuma promessa bíblica dizendo que a Amazônia é para sempre dos brasileiros. Mas há promessas bíblicas que declaram que a terra inteira de Israel foi prometida por Deus para os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Aliás, aquela terra inteira é chamada de Terra Prometida porque foi prometida aos judeus, não para os brasileiros, não para os americanos e não aos árabes palestinos.

Ao se referir à permanência dos judeus em partes da Terra Prometida de “ocupação militar”, Bush, avançando na política de Bill Clinton de forçar os judeus a entregar suas terras em troca de paz, está também decidindo o destino do seu país.

Ao insistir que Jerusalém deve ser dividida entre judeus e árabes palestinos, Bush está a ponto de selar para sempre o fim da grandeza dos Estados Unidos. Nessa questão, Bush está seguindo os passos do esquerdista Clinton e se distanciando da firme e sensata política anti-esquerdista de Ronald Reagan. Reagan entendia que Jerusalém não poderia ser dividida, e que não pode haver um Estado palestino, porque um país palestino significaria o fim de Israel.

“Em Israel, homens e mulheres livres diariamente demonstram a força da coragem e fé”, comentou Reagan em certa ocasião. “Em 1948, quando Israel foi fundado, os especialistas afirmavam que esse novo país jamais conseguiria sobreviver. Hoje, ninguém tem dúvida disso. Israel é uma terra de estabilidade e democracia numa região de ditaduras e agitações”.

Por trás de Reagan, havia muitos líderes evangélicos sensatos orientando-o e ajudando-o nas questões de Israel. Esses líderes tinham a percepção correta de que a Terra Prometida era apenas dos judeus.

Hoje, há também líderes evangélicos com a mesma mentalidade tentando ajudar Bush, porém surgiram também no cenário outros líderes evangélicos, que pensam que as promessas de Deus para os judeus não têm mais validade e que a Terra Prometida pode ser dividida entre judeus e árabes palestinos, e com quem mais for possível.

Antes da viagem de Bush a Israel, em 8 de janeiro de 2008, a entidade evangélica ultra-esquerdista Sojourners enviou mensagem mobilizando evangélicos progressistas em todos os EUA a assinar uma petição para pressionar o governo americano. A mensagem ideologicamente inflamada diz:

“A extrema direita diz que os cristãos americanos se opõem à paz entre Israel e os palestinos. Diga ao governo americano que esses cristãos não falam por você. Bush está se preparando para viajar para o Oriente Médio pela primeira vez nesta semana. Ele vem escutando muitos evangélicos da extrema direita que se opõem a uma paz justa entre Israel e o povo palestino. Eles gostariam que nossos líderes políticos cressem que sua teologia fundamentalista mal-informada… representa as opiniões de todos os cristãos dos EUA. Diga ao governo americano que a direita religiosa não fala por você… Não subestime o extremismo desses grupos. O líder da entidade ‘Cristãos Unidos por Israel’ chegou ao ponto de sugerir que o Furacão Katrina foi um castigo de Deus porque os EUA [pressionaram] Israel a se retirar da Faixa de Gaza”.

Para reforçar a pressão sobre Bush e seu governo, esses líderes progressistas elaboraram o manifesto “Declaração Evangélica sobre Israel/Palestina”. Esse manifesto diz:

“Como evangélicos comprometidos com a total autoridade das Escrituras, sentimo-nos compelidos a fazer uma declaração conjunta neste momento histórico da vida da Terra Santa. A Bíblia ensina claramente que Deus deseja justiça e paz para todas as pessoas. Cremos que os princípios acerca da justiça ensinados de forma tão forte pelos profetas hebreus se aplicam a todas as nações, inclusive os Estados Unidos, Israel e os palestinos. Portanto… convocamos todos os evangélicos, todos os cristãos e todas as pessoas de boa vontade a se juntarem a nós para trabalhar e orar fielmente nos meses seguintes em prol de uma solução justa e permanente de dois países na Terra Santa”.

A declaração, que finaliza dizendo “Bem-aventurados os pacificadores”, vem assinada por muitos líderes evangélicos, inclusive Tony Campolo, Jim Wallis (editor da revista evangélica ultraesquerdista Sojourners) e David Neff, editor da revista Christianity Today (cuja versão brasileira é a revista Cristianismo Hoje).

No Brasil, a revista Ultimato, imitando ideologicamente a revista Sojourners, declarou:

“Por causa de certa linha de interpretação da escatologia cristã, muitos protestantes colocam-se em geral ao lado de Israel… O correto seria lutar pelo reconhecimento definitivo de ambos os Estados [judeu e árabe palestino dentro da Terra Prometida]”.

A Terra Santa, que foi determinada por promessa de Deus para ser apenas um país — Israel — é agora alvo das determinações de evangélicos esquerdistas, que querem transformar a Terra Prometida em dois países totalmente antagônicos, contrariando frontalmente as intenções de Deus.

O líder evangélico Gary Bauer, um importante ativista pró-Israel e membro de Cristãos Unidos por Israel, declarou: “Penso que os EUA estão pressionando de forma excessiva o Estado de Israel para fazer mais concessões. Penso que isso é muito perigoso e que não só prejudicará Israel, mas no final prejudicará também os Estados Unidos”.

Reagan foi agraciado por Deus com a presidência dos EUA e aproveitou a oportunidade para demonstrar e fortalecer sua amizade com Israel. Entretanto, Bush, que foi igualmente agraciado, está cedendo às pressões de evangélicos que querem que o governo americano dê continuidade às políticas progressistas de Clinton para com Israel.

Ao colocar a paz, a segurança e a estabilidade da Terra Prometida em jogo — sem mencionar as promessas de Deus —, os Estados Unidos estão também colocando em jogo sua própria paz e segurança, para sofrer as maldições que sobrevêm aos que interferem nos planos de Deus para os judeus e sua terra.

A busca pela paz com o sacrifício da Terra Prometida e seus legítimos e únicos herdeiros terá um preço: “Quando disserem ‘Há paz e segurança’, então lhes sobrevirá repentina destruição”. (1 Tessalonicenses 5:3)

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Versão em inglês deste artigo: By deciding on Israel, Bush is deciding the destiny of the United States

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22 de janeiro de 2008

ONU apresenta agenda liberal para 2008

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Family News in Focus

O aborto e o aquecimento global são prioridade na lista.

Direitos de aborto e aquecimento global ficam em primeiro lugar na lista de prioridades da ONU para 2008. Os especialistas pró-família alertam que as agendas por trás da lista podem ser prejudiciais para as famílias.

Wendy Wright, presidente de Concerned Women for America, disse que a ONU quer integrar “direitos e serviços reprodutivos em vários órgãos e programas da ONU a fim de promover o aborto e a libertinagem sexual”.

A ONU está chamando 2008 o Ano Internacional do Planeta Terra. Thomas Jacobson, representante da entidade evangélica Focus on the Family na ONU, questiona as intenções da ONU.

“Penso que a atenção da ONU na questão do meio-ambiente é um mecanismo para ganhar influência ou controle sobre maiores áreas de governo mundial”, ele disse.

Tipicamente, os Estados Unidos não adotam as políticas liberais da ONU, mas a ONU vem influenciando o sistema judiciário americano.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CitizenLink

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21 de janeiro de 2008

Deus abençoa quem abençoa os judeus

Deus abençoa quem abençoa os judeus

Hal Lindsey

Há uma história tradicional com relação a um agitado Frederico o Grande que, em frustração, exigiu de seus ministros que alguém lhe desse prova da existência de Deus. Houve um silêncio momentâneo antes que um de seus conselheiros abrisse a boca: “Vossa Majestade já considerou os judeus?” perguntou ele.

A contínua existência dos judeus é prova clara da existência de Deus, exatamente como a existência de um Estado judaico é prova clara de que estamos vivendo nos últimos dias de governo humano, conforme prediziam os profetas bíblicos da antigüidade.

Há três declarações distintas feitas dentro da promessa de bênção que Deus deu aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

A primeira é que Deus abençoará aqueles que abençoam os judeus.

Os Estados Unidos se tornaram a primeira nação do mundo a conceder plena cidadania aos judeus.

Os Estados Unidos foram a primeira nação a permitir que os judeus tivessem total direito de votar, e foram a primeira nação a reconhecer a bênção incomparável que o povo judeu tem sido para a humanidade.

O segundo presidente dos EUA, John Adams, disse: “Os judeus fizeram mais para civilizar os homens do que qualquer outra nação. Eles são a nação mais gloriosa que já habitou a terra. Os romanos e seu império eram só quinquilharia em comparação com os judeus. Os judeus é quem deram religião a três quartos do mundo e influenciaram a humanidade com mais bênçãos do que qualquer outra nação, antiga ou moderna”.

E nenhuma nação na face da terra hoje, ou em qualquer tempo da história registrada, recebeu bênçãos maiores do que os Estados Unidos.

A segunda declaração é que Deus prometeu que por meio dos judeus “todas as famílias da terra serão abençoadas”.

Sem os judeus, não haveria Bíblia alguma. Jesus veio ao mundo como judeu. Sem o Jesus judeu, não haveria nenhum Cristianismo.

Deixando de fora a questão teológica, uma olhada rápida nos últimos cem e tantos anos prova que a promessa não está confinada apenas às bênçãos religiosas.

De 1901 a 2001, os 6 bilhões de pessoas do mundo competiram pelos escassos 844 Prêmios Nobel que têm sido concedidos. Desses 6 bilhões de pessoas, aproximadamente 2 bilhões são muçulmanos — por volta de 20 por cento da população global.

Desses 2 bilhões de muçulmanos, oito foram selecionados para receber o Prêmio Nobel — (sete se considerarmos que um deles foi uma premiação politicamente motivada dada de modo errado a Yasser Arafat, um terrorista que nunca se arrependeu).

Em qualquer caso, os muçulmanos representam menos de 1 por cento dos Prêmios Nobel totais dados nos últimos cem anos.

Na metade do século 20, os nazistas exterminaram uns 6 milhões de judeus, mais da metade da população judaica do mundo. Restam hoje aproximadamente 14 milhões de judeus.

Mesmo com metade dos judeus exterminados na metade do século passado, 159 dos restantes 836 Prêmios Nobel foram dados para judeus, ou aproximadamente 18.8 por cento de todos os Prêmios Nobel dados na história do Nobel.

(Se você está acompanhando, esse número é 20 vezes tantos prêmios divididos entre 14 milhões de judeus do que foram repartidos pelos 2 bilhões de muçulmanos no mundo inteiro.)

Nos EUA, a influência dos judeus americanos é imensamente desproporcional aos seus números. Os adeptos de teorias de conspiração apontam sombriamente para a “influência judaica” na educação, sistema bancário, direito, medicina, governo, meios de comunicação e entretenimento como evidência de uma conspiração judaica para controlar o mundo.

Eles com precisão chamam a atenção para o fato de que os judeus americanos representam menos de 2 por cento da população geral dos EUA, mas então tiram suas conclusões sem o benefício do discernimento das Escrituras.

A “influência judaica” na vida americana é parte da bênção de Deus sobre os EUA — a ficção da “conspiração judaica” dada a eles em recompensa é parte da maldição de Deus sobre Israel.

“Então os arrancarei da minha terra que lhes dei, e lançarei da minha presença esta casa que consagrei ao meu nome, e farei com que seja por provérbio e motejo entre todos os povos”. (2 Crônicas 7:20)

A maldição foi parcialmente removida em 1948, mas não será totalmente tirada até o fim do Período da Tribulação.

“E há de suceder, ó casa de Judá, e casa de Israel, que, assim como fostes uma maldição entre os gentios, assim vos salvarei, e sereis uma bênção; não temais, esforcem-se as vossas mãos”. (Zacarias 8:13)

Os judeus retornaram para sua terra, mas eles permanecem “por pasmo, por ditado e por fábula entre todos os povos” até hoje.

Finalmente, Deus prometeu que Ele “amaldiçoaria os que amaldiçoassem os judeus”. A precisão com que Deus guardou essa promessa é nada menos do que impressionante.

Durante as Cruzadas de 1095 a 1270, os judeus do Sul da Europa fugiram para a Espanha, Inglaterra, Escandinávia e Europa Oriental como conseqüência de intensa perseguição e massacres de judeus em grande escala.

A Inglaterra acabou demonstrando ser o lugar errado para ir, pois em 1290 o rei Edward I expulsou os judeus. O rei Charles II fez a mesma coisa em 1394, obrigando todos os judeus a deixar a França. O que é interessante é que os judeus encontraram paz e segurança na Espanha e Portugal enquanto esses países estavam sob governos muçulmanos.

Nesse ponto da história, a Europa estava arrebentada, ignorante e em constante tumulto, enquanto o mesmo período de tempo é conhecido na história como a Era de Ouro do Islamismo.

Os mouros [muçulmanos da África que haviam conquistado a Espanha e Portugal] eram mundialmente famosos por seus conhecimentos de astronomia, medicina e ciência, e o mundo islâmico se gabava das bibliotecas mais abrangentes que já haviam existido até aquele tempo.

Nos anos de 1400, os mouros foram expulsos da Espanha pelos exércitos europeus do papa. Em 1492, no mesmo dia em que Colombo navegou para o Novo Mundo, a Espanha expulsou todos os judeus não convertidos que haviam sobrevivido à Inquisição espanhola. Nessa época eles fugiram de novo para a Inglaterra, onde a Reforma protestante agora os acolheu.

O império mundial da Espanha durou menos de um século depois que os espanhóis expulsaram os judeus. No lugar do império espanhol, se levantou o Império Britânico, que era amigo dos judeus, cuja extensão alcançava os quatro cantos do mundo. Em 1917, os britânicos capturaram a Palestina dos muçulmanos. O governo britânico ofereceu aos judeus uma pátria por meio da Declaração Balfour, e um ano depois, a Inglaterra ganhou a 1ª Guerra Mundial.

Depois da guerra, os britânicos quebraram a maior parte de suas promessas aos judeus, restringiram a imigração dos judeus para a Terra Prometida, e desde então os ingleses estão dando as costas aos judeus que lhes trouxeram tão grandes bênçãos por mais de 300 anos.

O Império Britânico alcançava o mundo inteiro em 1900, mas em 1948 tinha perdido sua última colônia quando Burma declarou independência, e o Império Britânico virou poeira.

Em 1933, a Alemanha estava entre as nações mais civilizadas e sofisticadas da Europa. A velha Berlim era o lugar mais famoso, moderno e belo da Europa. Os nazistas se voltaram contra os judeus, junto com a maioria da Europa Oriental, e 12 anos depois, a bela Berlim havia se transformado em pilhas de entulho e chamas.

O mundo árabe, que havia sido tão abençoado durante a Era de Ouro, se desmoronou, estagnando em sua atual situação, onde a maior parte das populações muçulmanas vive na pobreza.

Os muçulmanos árabes apoiaram Hitler, se opuseram à imigração dos judeus para a Terra Prometida, travaram repetidas guerras contra Israel, negaram a Israel o território que por direito é dos judeus, e agora armam uma guerra santa mundial para finalizar a meta de Hitler de exterminar totalmente os judeus. A natureza retrógrada da moderna cultura e sociedade islâmica é fruto desses esforços.

Historicamente, todos os países que acolheram os judeus floresceram e prosperaram. Todas as nações que perseguiram os judeus tiveram dificuldades.

É mais do que coincidência. É um padrão histórico identificável que tem continuado, sem desvio, desde a época do cativeiro dos judeus na Babilônia.

Babilônia prosperou quando seus judeus prosperaram, porém caiu diante dos persas quando Nabopolassar se voltou contra eles. A Pérsia prosperou até se voltar contra os judeus, sendo em seguida derrotada por Alexandre o Grande, da Grécia. E assim vai, em toda a história, até hoje, onde a ONU, que é radicalmente contra os judeus, está para sofrer colapso iminente.

A Palavra de Deus é verdadeira, e as profecias da Bíblia são sempre 100 por cento precisas. Jesus disse que antes de Ele voltar, TODAS as profecias da Bíblia se cumpririam — nos mínimos detalhes.

Ao investigar a história de Israel desde Babilônia até hoje, vemos o detalhe incrível com que Deus guarda Sua Palavra. Embora os EUA continuem a ser o principal protetor de Israel, e continuem a gozar bênçãos relacionadas que acompanham Israel, a boa sorte dos EUA começou a mudar na mesma época em que a Casa Branca forçou Israel a entrar no Acordo de Oslo.

A fórmula “terra em troca de paz” exigia que Israel entregasse partes da Terra Prometida em troca de paz. Em outras palavras, foi uma espécie de chantagem cujos termos foram elaborados em Washington e impostos sobre Israel com o objetivo expresso de desfazer o que Deus já havia feito, inclusive dividir Jerusalém e tirar parte dela das mãos dos judeus.

“E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra”. (Zacarias 12:3)

É claro que as pessoas podem negar conexões bíblicas nesse assunto, mas a dura realidade marcha com a crescente sombra agora caindo em toda a sociedade global. Agora chegou a vez de os EUA descobrirem exatamente como Deus leva a sério a questão toda de “bênção e maldição”.

E quando chegar a hora em que as circunstâncias difíceis forçarem os EUA a reconhecerem o perigo que enfrentam, será tarde demais para fazer alguma coisa para afetar o resultado.

“Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei”. (Isaías 55:11)

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND

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