23 de dezembro de 2008

Aguinaldo Silva: Um abuso que não virou novela

Aguinaldo Silva: Um abuso que não virou novela

Famoso escritor de novelas da Rede Globo confessa que foi sexualmente abusado por um homossexual quando tinha apenas 13 anos. Hoje, porém, em vez de fazer novelas desestimulando o homossexualismo, ele investe em cenas contra os cristãos

Julio Severo

Freqüentemente, homossexuais entrevistados em pesquisas admitem que foram abusados quando eram crianças. É um padrão onde um menino que se torna vítima de um maníaco homossexual acaba depois caindo nas práticas homossexuais, inclusive cometendo os próprios abusos dos quais ele foi vítima.

No caso de Aguinaldo Silva, tudo o que a sociedade brasileira sabia dele e da questão homossexual era o que ele mostrava em suas novelas, especialmente “Duas Caras”.

Propaganda pró-homossexualismo e anti-Cristianismo de Aguinaldo Silva

A novela “Duas Caras” mostrou cena onde Bernardo, o personagem interpretado pelo ator Nuno Leal Maia, viveu um drama desde que flagrou o filho — Bernardinho (Thiago Mendonça) — com um homem na cama. O propósito do drama foi desenvolver a idéia de que Bernardinho estava apenas exercendo um direito sexual enquanto que seu pai Bernardo precisava aprender a aceitar dentro de casa as escolhas sexuais do filho.

Mas, conforme diz Euder Faber, diretor da VINACC, “Duas Caras” foi muito mais longe. Faber diz:

Parte da grande mídia tem estado a serviço desses movimentos que visam amordaçar o discurso evangélico no país. Uma demonstração de tudo isso se deu na última quarta-feira, dia 12, onde em horário nobre a Rede Globo veiculou em uma de suas novelas (Duas Caras), uma das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV brasileira (http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html).

No capitulo da referida novela é mostrado uma turma, sendo comandada por um grupo de “evangélicos”, se dirigindo a uma casa onde dois homens e uma mulher mantêm um suposto triângulo amoroso — sendo um deles gay. Na cena vemos os “evangélicos” de Bíblia na mão e uma das “irmãs” gritando: “Nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra”. Em outro momento se ouve uma delas dizer: “Eu sou a mão da força divina”. Daí, em certo momento, uma das “evangélicas” atira uma pedra na direção da mulher que estava sendo acusada de manter a aventura amorosa com os dois homens. Depois, ocorre a invasão da casa, onde os “crentes” gritam: “Quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”. O desfecho da cena é lamentável. A “crente” por nome de Edvânia de faca na mão esfaqueia o colchão dizendo: “O sangue de Jesus tem poder”.

Mas o que mais chamou a atenção foi quando um dos homens que é apresentado como suposto homossexual, ao ser agredido, gritou: “O pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”.

Entretanto, por trás da novela defendendo o homossexualismo está um homem que confessa ter sido estuprado por um homossexual pedófilo. Aguinaldo Silva faz essa confissão em seu blog pessoal no site Globo.com, em 19 de dezembro de 2008.

Bullying e estupro homossexual

Ele conta que ele sofria muito preconceito nas escolas e que, estudando no Colégio Americano Batista do Recife em 1957, ele sofreu uma sucessão de eventos negativos que o tornaram presa fácil de um predador homossexual:

“Pobre, feio, esquisito, e efeminado”. Por tudo isso acabei eleito como vítima preferencial de todas as brincadeiras malvadas...

E foi assim que nós chegamos ao tal concurso [Rainha da Primavera].

O colégio era misto, mas separado por sexos. Havia a ala das meninas e a dos meninos, e todos os dias eles só se reuniam no mesmo lugar na hora do culto.

Num desses cultos, por votação direta, seria eleita a tal rainha.

E foi então que um dos meninos mais velhos, ao me ver passar com meu andar de cisne envergonhado durante o recreio, teve a idéia: “vamos votar no Aguinaldo!”

Pra meu desespero sua sugestão se propagou. E vingou de tal forma que, no dia da eleição, o assunto da minha “candidatura” era o mais comentado.

O Pastor Albérico, encarregado da apuração diante do auditório lotado de alunos, professores e funcionários, em nenhum momento citou meu nome. Mas lá no púlpito, cada vez que abria um voto do qual ele constava, tratava de colocá-lo acintosamente de lado. Até que, no final da apuração, pelo tamanho da pilha era mais do que evidente: fora eu o mais votado.

Várias vezes, durante aquela hora de humilhação e escárnio, eu desejei estar morto. Mas - que esperança - continuaria vivo... E sem saber que aquilo fora apenas o começo.

Logo depois da eleição – da qual foi declarada vencedora a menina que teve mais votos depois de mim – era o recreio. E mal a campainha tocou, já prevendo a onda de escárnio que se abateria sobre o meu lombo, saí correndo para o único local que considerava seguro: os banheiros.

Mas não cheguei a me trancar num deles, pois os meninos, excitados por conta da brincadeira, sentindo o gosto de sangue na boca, me perseguiram e me acuaram. Enquanto eu gritava de pavor, não houve nada que eles não me jogassem: pedras, paus, sapatos, terra, cadernos, canetas, livros, a meia porta de um dos banheiros que acabou sendo arrancada... Tudo isso numa gritaria infernal, que só foi interrompida a muito custo quando o Pastor Albérico, temendo o pior – um linchamento – chegou lá e gritou mais alto.

Enquanto ele tentava enquadrar aquele bando de adolescentes histéricos, eu escapei sem ser notado. Em prantos, saí do colégio e fui sentar num banco da Praça do Entroncamento, onde fiquei a soluçar, em estado de choque.

Lembrem-se: eu tinha treze anos.

Enquanto eu estava lá, sentado no banco da praça, num pranto convulso e descontrolado, um homem se aproximou de mim e perguntou:

“Por que choras, linda criança?”

Em vez de lhe responder eu chorei ainda mais alto.

E então ele me tomou pela mão e me levou para o seu quarto, numa pensão ali mesmo na praça. Mas lá, o que ele me deu não foi propriamente consolo.

Quando saí do quarto do homem não chorava mais, porém estava ainda mais arrasado. Um drama sem precedentes acabara de acontecer na minha vida. Eu passara por uma sucessão de sérios, pesados, irreversíveis agravos; mas não tinha ninguém com quem pudesse conversar sobre o fato.

Pior ainda: eu tinha que esconder tudo aquilo da minha família. Não podia chegar em casa e dizer: fui humilhado, espezinhado, quase linchado, violentado... Pois, quando eles me perguntassem: “por quê?!” Eu teria que responder: “porque sou pobre, feio, esquisito, e efeminado!”

Vaguei durante horas, desnorteado, arrasado, me perguntando o que fazer. Até que uma luz se fez e eu descobri que podia fingir, e que talvez isso até me permitisse ficar menos pobre, feio, esquisito e efeminado, e mais parecido com os outros.

Foi assim que, embora tivesse só treze anos, dei meu primeiro passo em direção à dissimulação e o cinismo, os dois pilares sobre os quais se apóia o nosso mundo.

Combatendo o bullying criando outros bullyings

As pressões que Aguinaldo sofreu por parte de outros alunos por ser “pobre, feio, esquisito, e efeminado” são consideradas “bullying”. É claro que, para evitar esse tipo de bullying, os líderes cristãos (e não cristãos) têm de aprender a lidar com duas questões: 1) Ensinar os alunos de suas instituições escolares a não praticarem o bullying. 2) Oferecer acompanhamento moral às crianças que têm problemas de identidade sexual, social, etc.

Se o Estado entrar no cenário, haverá duas conseqüências:

1) O bullying anti-homossexualismo vai acabar, para dar lugar ao bullying estatal pró-homossexualismo. Quem não se prostrar diante da normalização forçada do homossexualismo sofrerá medidas estatais pesadas e cruéis.

2) A normalização do homossexualismo por imposição estatal vai aumentar, e não diminuir, os casos de meninos recebendo “acolhimento” de predadores homossexuais.

Então, vale a pena permitir que o Estado tente intervir no tipo de bullying que Aguinaldo sofreu? O bullying cultural hostiliza o comportamento efeminado em homens. O bullying estatal, que já está em plena fase de implantação, hostiliza a não aceitação do comportamento homossexual, criminalizando até mesmo críticas cristãs contra a sodomia. Por imposição do Estado, as escolas públicas já estão implementando políticas de educação sexual amplamente favoráveis ao homossexualismo.

O bullying estatal é muito pior do que o bullying cultural, pois tudo o que vem do Estado é universal, enquanto que o que não é estatal não é praticado por todos.

Além disso, Aguinaldo não foi a única criança a sofrer bullying na escola. Muitos meninos evangélicos sofreram e sofrem bullying por puro preconceito contra sua religião. Hoje, meninos de 13 anos — a idade em que Aguinaldo sofreu abuso sexual — são perseguidos por outros alunos por não quererem namorar e transar. Sem mencionar o bullying homossexual.

As próprias novelas de Aguinaldo hoje incitam a um bullying doentio contra pessoas que têm valores cristãos. O normal em suas novelas é ser depravado e anticristão. Em suas novelas é bonito ser homossexual. Em suas novelas o casal normal homem e mulher é o caso problemático com brigas, traições, separações e divórcios. O “casal” gay é exemplo de felicidade e harmonia, sem um pingo de traição.

Poderíamos achar que cenas pró-homossexualismo em novelas e programas da Rede Globo e outras emissoras não têm efeito, porém recente notícia da BBC mostra que o simples fato de a Globo apresentar nas novelas casais apenas com dois filhos está levando os telespectadores a querer dois ou menos filhos em suas próprias famílias. A audiência é tratada como robôs a serem programados. Aguinaldo Silva está feliz com sua posição de programador na área homossexual.

Abuso sexual de meninos: o crime que está superando o bullying

Aguinaldo teve sorte de não estudar numa escola moderna. Com as descaradas políticas pró-homossexualismo do governo federal, os alunos teriam medo de chamá-lo de “boiola” ou coisa parecida. Mas ele poderia enfrentar outro tipo de problema: predadores homossexuais. Aguinaldo encontrou seu predador homossexual adulto fora da escola. Com todas as suas deficiências, a escola dele não tinha esse problema. Mas hoje tudo é diferente.

Apesar de que a mídia prefere colocar os holofotes quase que exclusivamente nos abusos cometidos dentro da Igreja Católica, num sutil esforço de exterminar os valores cristãos da esfera pública, o maior índice de abusos contra as crianças não é cometido em instituições cristãs, mas exatamente em instituições estatais. Entre apenas 1991 e 2000, um número elevadíssimo de 290.000 crianças e adolescentes sofreu abuso sexual físico no ambiente escolar nos EUA. (Veja: http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=83705)

Em matéria de abusos, a Igreja Católica perde de longe para a educação pública. Um estudo feito pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA concluiu que 10.667 jovens foram sexualmente abusados por padres entre 1950 e 2002. A maioria das vítimas era do sexo masculino, comprovando assim o papel dominante do homossexualismo na área da violência sexual contra os meninos.

O mesmo padrão se revela na educação. Um estudo internacional sobre crimes sexuais entre 1980 e 2006 revelou 902 professores abusadores de alunos. Os professores envolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular assustadoras considerando que os homossexuais perfazem menos de 3% da população. (Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2007/10/estudo-revela-que-professores.html)

A maior ameaça hoje para os meninos são exatamente os predadores homossexuais, e as iniciativas estatais de combater o bullying protegendo o homossexualismo apenas aumentam as oportunidades para os predadores homossexuais espreitarem meninos nas escolas.

Se em escolas, que não são ambientes exclusivamente homossexuais, ocorrem muitos abusos de natureza homossexual, e se até nas igrejas os meninos não estão a salvo de predadores homossexuais, o que dizer então de ambientes exclusivamente homossexuais?

Abusos iguais, porém histórias diferentes

Com sua experiência trágica, Aguinaldo Silva poderia, em vez de atacar ferozmente os evangélicos em suas novelas, usar sua inteligência para pedir que os pastores se envolvam no cuidado e atenção espiritual dos meninos em suas instituições de ensino.

Contudo, embora não poupe os evangélicos, ele poupa os homossexuais, se esquecendo completamente de que quando ele se sentou num banco de praça chorando, tudo o que um homossexual lhe ofereceu foi violência sexual.

Depois disso, Aguinaldo confessa que se entregou à dissimulação e ao cinismo. Dissimulação, de acordo com o Dicionário Aurélio, significa “encobrimento das próprias intenções”.

No entanto, nem todo menino que foi abusado acaba na vida adulta praticando ou defendendo o homossexualismo. O Dr. Paul Cameron, especialista americano em psicologia, foi abusado na infância e hoje, em vez de planejar novelas contra os cristãos e a favor da sodomia, ele dedica sua vida a pesquisas sobre os efeitos do homossexualismo nas pessoas, inclusive estudos sobre abusos sexuais de meninos. Não é necessário dizer que ele é detestado pelos militantes gays.

Mesmo quando a vida adulta perde o rumo por causa do abuso sexual na infância, o homem não é obrigado a optar pela permanência no comportamento homossexual. No Brasil, Claudemiro Soares, que também era “pobre, feio, esquisito, e efeminado”, acabou na adolescência e juventude conhecendo o mundo da depravação gay. Mas depois que aceitou Jesus, sua vida mudou e hoje ele tem uma linda esposa e filha.

Vindo da mesma origem “pobre, feio, esquisito, e efeminado”, Claudemiro encontra-se ainda hoje — muito diferente de Aguinaldo — sofrendo bullying. Uma palestra recente dele em Brasília para divulgar seu livro “Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino?” foi hostilizada por militantes gays que estiveram presentes com o único objetivo de gritar e atrapalhar. Claudemiro assim sofre bullying não só de grupos homossexuais que rejeitam ferozmente a transformação de Jesus na vida de homossexuais, mas também da caracterização maldosa de novelas como “Duas Caras” que retratam evangélicos como Claudermiro como pessoas insuportáveis e desagradáveis.

“Duas Caras” omite a existência de predadores homossexuais, mas faz questão de pintar de bonzinho qualquer indivíduo que pratica o homossexualismo. E faz questão de pintar de fanática, irracional e violenta toda pessoa que discordar da visão de dissimulação e cinismo que Aguinaldo Silva impôs sobre si mesmo logo depois que se tornou vítima de um predador homossexual.

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

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8 comentários :

Liz disse...

O que tem que acabar é o machismo/sexismo e outros "ismos" na educação das crianças.
Hoje em dia as crianças são educadas para serem abusadoras, em todos os sentidos. Não se educa mais para a virtude.
É inacreditável que crianças compreendam o que seja efeminado e persigam outras crianças.
Não existem meninos efeminados, existem alguns mais sensíveis, mais doces ou com interesses não tão agressivos como o machismo exige. São as diferenças entre as pessoas.
O que vemos atualmente é que se a criança não se enquadra no tipo bruto, acaba sendo forçada assumir-se gay, mesmo antes de sequer pensar nisso. E, isolada, não demora muito para que essa criança encontre um abusador que a faça acreditar nessa mentira.
Essa pressão social é um dos fatores mais importantes, que desaparecerá quando educarmos as crianças para o respeito.

Julio Severo disse...

Olá, Liz! Vc acertou num ponto e não acertou no outro. Existem meninos mais sensíveis, e isso nada tem a ver com homossexualismo. Contudo, há meninos cujo interesse não é a sensibilidade, mas focar na força, etc. Devemos respeitar tais características e diferença. Condenar radicalmente as duas coisas é gerar mais problemas. O menino é focado na sensibilidade? Ajude-o a desenvolver seus próprios interesses de forma saudável. O menino é focado na força? Incentive-o de forma saudável nesse rumo. O menino sensível gostará mais de livros, e o mais agressivo gostará de brincar de revólver de brinquedo. Qual é o menino que nunca brincou de bang-bang?

Anônimo disse...

Um bom livro que poderia ser mencionado é do autor Patrick Means, Men's Secret Wars.

Neste livro ele faz revelações surpreendentes!

64% dos ''pastores evangélicos'' e leigos têm problemas com vício sexual, inclusive pornografia e outras atividades sexuais secretas. Especificamente, 25 por cento confessaram ter cometido adultério depois de casados e depois de se tornarem ''evangélicos''.

Handreh disse...

Tenho vergonha por minha família evangélica sentar diante da tv e assistir religiosamente todas as novelas globais e engolirem por livre vontade todos os lixos que são despejados diariamente. Tenho mais vergonha ainda das lideranças religiosas que preferem fazer de conta que isso não existe do que alertar as pessoas sobre o pecado da conivência com os padrões do mundo.

Liz disse...

Júlio, não condenei que se direcione a educação dos meninos focados na força, me expressei mal, esqueci de menciona-los.
O que queria dizer, em síntese, é que a força não é o único modelo de masculinidade. Que não devem querer encaixar todos os meninos nesse modelo, porque não são iguais. Na verdade, faltam estudos sobre o masculino, enquanto abundam as teses sobre o feminino.
Mas as crianças precisam saber que existem os soldados e os poetas...com igual valor.
Parece que na antiguidade isso era mais claro. Os pais identificavam em um filho a vocação para a força e esse era direcionado para a carreira militar enquanto um mais sensível era educado para as letras ou o sacerdócio.

Julio Severo disse...

Sim, Liz, agora você realmente acertou bem no centro da questão! É preciso ajudar os meninos, antes que o próprio movimento homossexual, com todo o seu oportunismo político e sexual, queira jogar sobre os meninos mais sensíveis o rótulo de homossexuais. Muito inteligente sua afirmação: "Na verdade, faltam estudos sobre o masculino, enquanto abundam as teses sobre o feminino". Você conhece o livro "The War Against Boys"? Este livro, escrito pela feminista Christina Hoff Sommers, mostra como a educação e o sistema de hoje promovem o feminismo e destroem a masculinidade, deixando os meninos virtualmente abandonados. Vc devia ler esse livro! Eu o li e fiquei chocado com o que está acontecendo.

Anônimo disse...

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Ignorado pela crítica, Aguinaldo Silva reclama de lista de melhores de 2008

[Como é triste um idoso a caminho do fim de uma carreira que pouco contribuiu para os valores familiares estar choramingando porque sua trama repleta de factóides está excluída da lista com os melhores da televisão... Ou seja: A idade chegou e o cara não se toca em produzir algo útil à educação, à família, à moral e aos bons costumes. E ainda acha que alguém vai promover a sua obra-madrasta. "Gerar debates" por mostrar comportamentos e práticas controversas merece o quê?]

Aguinaldo Silva desabafou sobre a lista publicada recentemente com os melhores da televisão, dos jornais e das revistas deste ano.

O autor da novela "Duas Caras", que antecedeu a atual "A Favorita" no horário nobre da Rede Globo, escreveu em sua página pessoal na Internet sobre "o absoluto, quase religioso, silêncio" em torno de sua trama.

Em um trecho do texto, Aguinaldo compara o folhetim de João Emanoel Carneiro ao seu, antecipando que "A Favorita" vai terminar com quase dois pontos de audiência abaixo de "Duas Caras".

Ridículo
"A minha novela foi polêmica, eu sei. Fugiu do convencional como o diabo foge da cruz, e isso pode tornar seus possíveis méritos discutíveis. Mas gerou um debate que transcendeu os limites das colunas especializadas, e chegou até o Congresso; deu carne e músculo ao combalido gênero das telenovelas e merece pelo menos um adjetivo: foi ousada. Mas nem por isso teve lugar nas tais listas", alfinetou o autor.

Aguinaldo deixa claro que este manifesto não é por despeito, pois, de certa forma, não ser citado como melhor autor o faz sentir-se igualmente homenageado pelos críticos.

Ao final do texto, Silva faz referências ao trabalho de Alinne Moraes, que na trama viveu a destemperada Silvia, cheia de manias e loucuras. "Nem vou falar dos outros. Do Juvenal Antena, maior que a vida de Antônio Fagundes, de Dalton Vigh e Marjorie Estiano, sublimes em seu trabalho minimalista, de Marília Pêra e sua inesquecível Gioconda, de Susana, Renata, Betty, Nuno, Stênio, Sharon, Letícia, daquele fabuloso elenco só de feras", finalizou.

[Tá bom amigo, não esqueça que a sua hora está chegando. O acerto de contas na passagem pelo estreito mortal comum a todos. A hora de olhar para trás e perceber que sua vida serviu para desconstruir bases da célula-mãe da sociedade, logo da própria sociedade].

http://gentesemfuturo.blogspot.com/2008/12/ignorado-pela-crtica-aguinaldo-silva.html

Juan Pla disse...

Olá Julio,

Apesar de não ser evangélico, reconheço a importância destes ao tentar viver de forma íntegra, seguindo a palavra de Deus. Tenho certeza que, se houvesse um culto na praça onde o Aguinaldo foi chorar, as chances dele ter sofrido abusos seriam bem menores.