25 de novembro de 2008

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Lula quer Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Valores do candomblé, umbanda e vudu receberão mais proteção estatal

Julio Severo

No Dia da Consciência Negra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em evento no Rio de Janeiro onde anunciou o Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, com o objetivo de dar atenção especial às práticas religiosas que sofrem preconceito no Brasil e impor punições drásticas às fontes do preconceito. De acordo com o jornal O Globo, pais e mães-de-santo assim como líderes presbiterianos e católicos participaram do evento.

O babalaô Ivanir dos Santos, sacerdote da tradição iorubá, saiu do encontro satisfeito.

— Foi muito bom. Saímos com a certeza de que o presidente vai elaborar um plano de combate à intolerância religiosa e um projeto de lei para ser enviado ao Congresso, em parceria com esse fórum de religiosos e reunindo os ministérios da Justiça, da Igualdade Racial, das Comunicações e a Casa Civil.

Inclusividade: impondo igualdade entre Cristianismo e as religiões afro-brasileiras

Em nome da CNBB, Dom Antônio Duarte, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio, manifestou o apoio da Igreja Católica aos pais e mães-de-santo na luta para eliminar o estigma que envolve as religiões afro-brasileiras:

— Todos reafirmamos nosso apoio à reivindicação, porque a diversidade e a riqueza religiosa é um fato incontestável.

Tal “diversidade e riqueza religiosa” estão bem ao gosto de Lula. Embora se considere católico, em visita à África antes da eleição presidencial em 2006, Lula teve uma forte experiência espiritual em Benin, país que é berço do vudu.

Ao som de tambores africanos, de acordo com o jornal O Globo, Lula “passou a tarde toda sendo reverenciado com orações e danças feitas por feiticeiros vudus, líderes tribais e pelos descendentes de escravos brasileiros que formam uma espécie de colônia em Ouidá, nos arredores de Cotonou, capital do paupérrimo Benin”.

Os feiticeiros garantiram que Lula ganhou em Benin três fortes espíritos para o “ajudarem”.

Quem é que pode saber agora que tipo de “ajuda” e inspiração esses e outros espíritos andam dando a Lula? Tudo o que se sabe é que a meta do governo dele agora é impor a igualdade dos valores cristãos e os valores ocultistas.

Para onde as leis anti-discriminação levarão o Brasil?

Contudo, sua política de combate à intolerância religiosa provocará dois grandes prejuízos.

1. O Estado imporá uma igualdade artificial, pois não há igualdade real nenhuma entre Jesus Cristo e os falsos deuses do candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras. Além disso, a maioria do povo brasileiro é católico, religião que oficialmente não aceita a bruxaria.

2. Cristãos ex-pais-de-santo que derem testemunhos de sua vida anterior nas religiões afro-brasileiras poderão ser incriminados meramente por expressarem suas opiniões bíblicas sobre essas religiões.

O Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é semelhante ao Programa Brasil Sem Homofobia. Na questão homossexual, o governo vem mostrando sua disposição de transformar em crime até mesmo opiniões e expressões contrárias ao homossexualismo. Em sua política de combate à intolerância religiosa, o governo fará o que em favor das religiões afro-brasileiras?

A pobreza imensa que Lula testemunhou em Benin não é fruto de algum preconceito racial da natureza contra aquele povo. As tradições de Benin estão profundamente enraizadas em práticas que o Cristianismo classifica como bruxaria. O vudu, que teve origem em Benin, não traz amor, paz, vida e prosperidade a seus praticantes. Benin é testemunha disso.

A aceitação da bruxaria leva inevitavelmente uma nação à pobreza e destruição. O Haiti é exemplo disso. Mas os valores do Cristianismo engrandecem um país. O passado glorioso recente da Inglaterra e dos EUA são testemunhas disso.

Colaboracionismo cristão?

Logo depois da reunião no Rio de Janeiro, o pastor presbiteriano Marco Amaral destacou sua presença como representante de “milhões de evangélicos”, dizendo:

— Não queremos apenas tolerância, que pressupõe alguma intolerância. Queremos que haja respeito. O cristianismo dialoga, é inclusivo.

A opinião pessoal de Amaral, porém, contrasta fortemente com a tradição cristã e judaica, que não ensina nem tolerância nem inclusividade com relação a práticas ocultistas. A Bíblia diz:

“Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas.” (Deuteronômio 18:10-12 NTLH)

Essa passagem bíblica, que é normativa para cristãos e judeus praticantes, está em oposição às intenções do governo Lula, que não só deseja tratar como cultura dos afro-descendentes as práticas religiosas vindas da África (como candomblé, vudu, etc.), mas também colocá-las no mesmo nível de importância com o Cristianismo.

Como medida inicial, o Plano de Combate à Intolerância Religiosa afetará diretamente a educação, pois estabelece a aplicação imediata da Lei 10.693, sancionada por Lula em 2003, que obriga as escolas públicas e particulares a ensinar História da África e Cultura Afro-Brasileira. O plano também inclui a ação das delegacias de todo o Brasil para combater a intolerância religiosa.

Lula escolheu o Rio de Janeiro onde anunciar seu plano porque o Rio tem duas características:

1. Transformou em feriado oficial o dia 20 de novembro como Dia da Consciência Negra.

2. Tem aplicado com rigor a Lei 7716/89, a chamada Lei Caó, que estabelece a igualdade racial e o crime de intolerância religiosa.

Além disso, o Rio procura ser pioneiro na criminalização do “racismo religioso”, promovendo campanhas e eventos nessa direção. O evento mais recente é o “III Fórum criminal racismo é crime!”, em que serão abordados os temas da intolerância religiosa, racial e homofobia. O evento, de 26 a 28 de novembro na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, terá a participação do babalaô Ivanir dos Santos, membro da Comissão de Combate a Intolerância Religiosa, e terá o apoio do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro e do Instituto Palmares de Direitos Humanos.

Promovendo o relativismo religioso

A proteção especial à “cultura” afro-descendente é apenas parte de um pacote que envolve também a proteção de práticas que o Cristianismo histórico considera feitiçaria. É a velha estratégia socialista de provocar luta de classes. Nesse caso, é a luta de classes levada ao nível religioso, onde o próprio governo dará favorecimentos a uma cultura religiosa em nome do combate ao preconceito. Apesar disso, alguns cristãos parecem realmente acreditar nas boas intenções do governo.

Fenômeno semelhante vem ocorrendo na defesa estatal ao estabelecimento de leis para proteger os homossexuais do Brasil contra o que parece ser, a julgar pelo modo paranóico com que a mídia liberal trata, um “holocausto” homossexual, ou “homocausto”.

No entanto, a aprovação de leis para dar proteção especial aos homossexuais é apenas parte de um pacote que envolve censura bizarra e a eliminação do direito de expressão dos cristãos. Na mentalidade estatal sob possessão socialista, a dignidade e o valor do homossexualismo são mais importantes do que o direito de dar opiniões.

Apesar disso, alguns cristãos, super-convictos de que Lula e o socialismo têm boas intenções para o Brasil, vendem-se às loucuras politicamente corretas do governo. Embora o Vaticano condene de forma categórica a agenda gay, o Padre Luiz Couto, que é deputado federal do PT, aprovou novas medidas para fortalecer o programa federal Brasil Sem Homofobia e defendeu o investimento de 10 milhões de reais do bolso do trabalhador brasileiro para essa finalidade.

Dessa forma, usando a velha tática socialista do engano, o governo Lula atrai o apoio de evangélicos e católicos para políticas e programas de promoção do relativismo religioso e sexual. No final, essas políticas acabarão demonstrando ser uma grande emboscada para os cristãos, pois ao impor ampla aplicação nacional da Lei Caó, o governo Lula legitimará a perseguição religiosa em nome da tolerância religiosa.

As ameaças dessa lei de igualdade racial são tão grandes que os próprios ativistas homossexuais querem pegar carona nela para poderem oficialmente perseguir os opositores da agenda gay. O PLC 122, que é visto por muitos como armadilha contra os cristãos, nada mais é do que um tentativa de incluir na Lei Caó o “crime” de preconceito contra a orientação sexual.

Poucos, porém, enxergam essas ameaças. Num evento contra o PLC 122 em agosto de 2007 no Rio, ouvi o Dep. Bispo Manoel Ferreira e o Senador Marcelo Crivella dizerem que, embora sejam contra o PLC 122, eles aprovarão todas as leis anti-preconceito. Como aliados do governo, eles têm de fazer isso, mas nesse evento declarei pessoalmente ao Senador Crivella: “Os cristãos que aprovam tais leis estão cavando a própria sepultura”.

Cristãos na contramão do Estado-deus-pagão

De que forma o combate à intolerância religiosa fomentado pelo governo Lula poderá implicar em prejuízos para evangélicos e católicos?

Dois exemplos reais dão amostra do que está por vir:

No Rio, o pastor da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Trabalhadores da Última Hora fez o que o governo, apesar de toda a carga de impostos que cobra, não faz: reabilitar um criminoso. O Pr. Isaías da Silva Andrade recebeu em sua igreja Rodrigo Carvalho Cruz, conhecido como “Tico”, acusado como autor de roubo e a morte do turista italiano George Morassi, em novembro de 2007. Ali, Tico recebeu o Evangelho e aceitou Jesus.

Em seguida, o pastor aconselhou o criminoso arrependido a se entregar para a polícia. Na delegacia, o pastor, inocentemente, relatou: “Tico estava possuído por uma legião de demônios, como o Exu Caveira e o Zé Pilintra. Fizemos uma libertação nele e o convencemos a se entregar hoje”. Por causa dessa declaração, o pastor, que é afro-descendente, caiu vítima da Lei Caó, sendo denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por prática de preconceito religioso contra as entidades do candomblé.

Fazendo aplicação do artigo 20 da Lei Caó, a promotora Márcia Teixeira Velasco fez questão de ser a autora da denúncia contra o pastor afro-descendente, expressando a opinião de que o candomblé e seus praticantes “foram atingidos diretamente com a declaração racista e discriminatória, eis que o denunciado vilipendiou entidades espirituais da matriz africana, com a espúria finalidade de proteção de autor de nefasto crime”.

O caso, que está sendo acompanhado pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, onde o babalaô Ivanir dos Santos é membro, é o primeiro onde um pastor é denunciado criminalmente por “discriminar” religiões afro-brasileiras como o candomblé. Se condenado, o pastor pode pegar de dois a cinco anos de cadeia.

Outro caso surpreendente envolveu o Pe. Jonas Abib, autor do livro, “Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação”, que adverte os leitores contra os perigos do ocultismo, inclusive as religiões afro-brasileiras. De acordo com o site do Pe. Abib, o livro já teve 81 reimpressões e vendeu mais de 400 mil exemplares. O site também diz:

“Pe. Jonas, assim como Paulo, ousadamente denuncia as obras das trevas, levando o leitor a se conscientizar sobre o controle da mente, a ioga, a astrologia, a magia e a evocação dos mortos, revelando a verdade sobre as obras das trevas, com as quais é preciso romper urgentemente”.

Contudo, autoridades baianas confiscaram todos os livros do padre no estado da Bahia. O promotor público Almiro Sena acusou Abib de “fazer declarações falsas e discriminatórias sobre o espiritismo e sobre as religiões da África, como a umbanda e o candomblé, assim como incitação flagrante à destruição e desrespeito a seus objetos de culto”.

Ele acrescentou que a violação é mais grave porque “a Constituição estadual [da Bahia] diz que é obrigação do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores das religiões afro-brasileiras”.

O Pr. Isaías da Silva Andrade e o Pe. Jonas Abib nada mais fizeram do que conscientizar e ajudar pessoas debaixo da opressão e engano de práticas ocultistas.

Deve o destino de Benin ser imposto ao Brasil?

Numa época em que o Estado procura se distanciar tanto dos valores cristãos, é de estranhar sua aproximação aos valores ocultistas. Onde está a tão proclamada separação de Estado e religião?

O preço do combate estatal à intolerância religiosa é a satanização das leis, onde o Estado sob possessão socialista sacralizará o que não é sagrado, trazendo como conseqüência direta a demonização do Cristianismo e seus valores, e a censura e perseguição aos cristãos.

Vale a pena abrir o Brasil ainda mais aos mesmos tipos de espíritos que Lula conheceu e recebeu em Benin? Vale a pena colocar as práticas ocultistas de Benin e outros lugares da África no mesmo nível de importância dos valores cristãos?

Benin prova não só a colossal miséria que essas práticas geram, mas também que uma nação inteira pode ser enganada e amaldiçoada. No que depender de Lula e dos espíritos que ele trouxe de Benin, dias difíceis estão para vir ao Brasil.

Que Deus possa livrar o Brasil de políticos e legisladores que querem impor o destino de Benin aos brasileiros.

Fonte: www.juliosevero.com

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18 comentários :

Anônimo disse...

É um absurdo que com tantos projetos a serem lançados e votados pelo congresso, o presidente Lula está preocupado com questoes anti-cristãs.É impressionante que muitos clamam pela liberdade de expressao, mas no caso do padre que lançou livro contra a pratica da feitiçaria, teve que ser retirado, onde está entao a liberdade de expressao? Quanto mal a feitiçaria faz a milhoes de pessoas, feitiços para amarrar alguem, feitiços para destruir casamentos, feitiços para que alguem morra, sao tantas coisas horrendas, tudo oposto a obra de Jesus.É mentira dizer que práticas como o vodu, a feitiçaria sao boas, é so pesquisar no google sobre simpatias e afins, logo se encontrara so armadilhas diabolicas para fazer mal ao proximo.Entao nao há bondade nisso, nao é preconceito ou discriminaçao, mas sim repulsa a isso.Temos que nos unir todos os cristao, tanto catolicos como evangelicos, contra mais essa insidia di diabo.

Anônimo disse...

PARABÉNS pela denúncia - Júlio!
Gostaria de um contar um fato que aconteceu comigo e que exemplifica como a mentalidade de muitas pessoas, senão da maioria, se descritianizou!
Eu estava andando pela calçada vestido de uma camiseta vermelha, cor símbolo da caridade, com uma representação do Espírito Santo em forma de pomba rodeada por sete línguas de fogo, símbolo dos sete dons do Espírito Santo, como a própria Bíblia representa; e passando ao meu lado um casal, a mulher virou-se para o homem e lhe disse discretamente: "Olha o pai de santo!" E depois também discretamente os dois riram de mim!
Mas foi o bastante para eu me sentir ofendido, pois não sou pai-de-santo. SOU CRISTÃO CATÓLICO!!!

antonio disse...

A Palavra está se cumprindo.Devemos nos preparar para a perseguição.Mas tu se fiel até o fim.

Anônimo disse...

Júlio, Nabucodonossor não estava nas mãos de Deus?O presidente Lula e seu governo está nas mãos de quem?De Deus é claro!Ele sabe o que faz!Estamos e seremos testados, eu era um seguidor dos espíritos e hoje sou liberto em Jesus, se eles me prenderem?Que prendam!Sou preso de cristo desde o dia de minha revelção!Sei o meu destino e eles?Sabem para onde vão?O que eu faço?Jejum e oração!E Vcs o que vão fazer?
OBS_ RASGUEM A BIBLIA, POIS LÁ TEM MUITA INTOLERÂNCIA REGIGIOSA! JESUS MESMO CONDENOU E JOGOU DEMÔNIOS EM PORCOS!

Eduardo Araújo disse...

Ao primeiro comentarista anônimo: não se surpreenda nem ache absurdo um governo que mal disfarça sua cartilha socialista, como esse do PT, ser arraigadamente antagonizador do Cristianismo.

O Júlio indagou bem: cadê a propalada separação de Estado e Religião?

Alguém ainda duvida da farsa cínica dessas alegações de Estado laico? Notem que sempre que alguma instituição religiosa cristã ou algum crente se manifeste em assuntos que confrontam diretamente a agenda esquerdista, logo sem demora aparecem os patrulhadores do estado laico, com esse "cala-boca" cretino. Uma maneira sutil de retirar do debate público os maiores opositores das idéias socialistas defendidas por esse governo: as igrejas cristãs que verdadeiramente pregam o que Cristo ensinou.

Mas quando se trata de promover essas seitas xamãs ou ainda certas "igrejas" como a IURD que afrontam a Doutrina do Cristianismo, imediatamente o Estado "deixa" de ser laico. Onde estão, por exemplo, os patrulhadores laicistas quando a IURD se pronuncia descaradamente a favor do aborto nas suas emissoras de tv, uma delas dada de presente pelo governo "laico"?

Vejam bem: a intenção desses socialistas dissimulados é destruir o Cristianismo e a estratégia de médio/longo prazo tem como uma das medidas corroer as Igrejas por dentro, deturpando pela via de padres, de pastores, o autêntico conteúdo da Boa Nova.

Anderson Gonzaga disse...

Júlio,
Esse pastor presbiteriano é falso profeta! Ensino anti-bíblico é o que ele disse.
Sou presbiteriano, e digo: ele não me representa, não representa os presbiterianos do Brasil que têm a Bíblia como única regra de fé e prática.

Anônimo disse...

Sou ateu e casos como o pastor que foi denunciado por "expulsar demônios" me atingem profundamente.

Nós ateus passamos o tempo a satirizar Jeová, Jesus e a Bíblia. Queremos poder falar das entidades do candomblé também. Acaso as superstições da África são melhores que as superstições do Oriente Médio?

Pq não podemos falar mal DAS ENTIDADES? Deuses e espíritos não existem, eles nao possuem direitos!

ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA disse...

Prezados e Júlio.

Esse tal de Plano Nacional de Combate á Intolerância Religiosa, nada mais é do que o braço estendido da ONU para o controle mundial das religiões e seu enquadramento no esquema laico que está sendo tramado a nível mudial.

Segundo notícia divulgada hoje pelo portal Yahoo.com.br, a ONU adotou uma resolução que pede a todos os países, inclusive por meio de lesgislações, que combatam a xenofobia e a intolerância contra os muçulmanos.

Ora, eu posso até admitir que a grande maioria dos muçulmanos espalhados pelo mundo alimente alguma ilusão acerca dessa notícia, que a princípio pode parecer boa.

Mais quem como eu, que já vem estudando e desvelando a trama que está sendo urdida para se estabelecer um governo mundial laico capitaneado pela ONU, não se deixa iludir: Hoje, querem proteger os muçulmanos; amanhã, vou querer controlar-nos para depois impugnar-nos.

Este filme de terror já está em cartaz, tendo como ator principal o Cristianismo.

Depois que acabarem com o ele, vão partir ferozmente para cima do Islam.

Portanto,todo e qualquer projeto no sentido de estabelecer de uma vez por todas o laicismo como religião oficial do mundo, o seu mentor principal, podem ter a certeza disso, é o próprio SHAITAN em pessoa.

Antônio ahmed Ramdan.

fabio disse...

Quanto mais a igreja é perseguida mais ela cresce.
As igrejas na sua maioria,estao preocupadas com grandes templos,confortos, e estao estacionadas sem de fato fazer o que cristo fez.
Na sua maioria os lideres cristaos sao colocados nao por Deus como os dicipulos,mas por politicas institucionais que de nada aproveita.
Estao preocupados com os cultos e deixando as comunidades de fora,esquecendo que jesus nos disse:vós sois a luz do MUNDO.
Lideres estao virando estrelas e construindo fortunas em cima de pessoas simples.
Sera que o sangue dos martires,nao serviu de exemplo para esta geraçao de cristaos capitalista?
acredito que nao.
Tantas lutas os apostolos passaram,o proprio jesus passou.
Sera que nós somos melhores do que eles?
Jesus disse: se perseguiram a mim,perseguiram a vós,sera o servo maior do que seu senhor?
Precisamos tirar o oba,oba de dentro das nossas igrejas, para poder compreender melhor o que é ser SERVO de JESUS CRISTO.
A igreja precisa DISPERTAR.
Hoje, a maior ARMA de nossas igrejas, sao; os louvores,as mensagens de prosperidade, a vida facil.
A ARMA da igreja primitiva era;a oraçao,o jejun o amor ao proximo e a mensagen do REINO DE DEUS.
Precisamos acordar, pois estamos totalmente afastados do que é ser cristaos,digo SEGUIDOR DE CRISTO.
Acorda igrejas?

Reaça disse...

Façamos então com que os politicamente corretos bebam do próprio veneno: sempre que cristãos forem criticados ou ridicularizados, denunciemos como crime de preconceito anti-religioso, de intolerância.

carloshenrique disse...

Bom, Júlio e demais, essa tal de tolerância religiosa, de proteger essas religiôes como candomblé e umbanda. de dizer que o Estado é Laico, nada mais é do que a formação da Religião Babilônica - a meretriz das abominações da face da terra.
O reino das trevas sempre têm buscado destruir a Igreja de Cristo, e isto nada mais é do que mais uma tentativa do inferno, do próprio diabo, de querer destruir a Igreja de Cristo.
Mas, como bem disse Jesus, agora o digo: as portas do inferno, da infernal tolerância religiosa, do abominável estado laico, não prevalecerão contra a Igreja de Cristo, que sairá mais fortye do que já é e mais vitoriosa do que nunca, pois toda a arma preparada contra a Igreja do Senhor não prosperará, e toda língua que se levantar contra a Igreja do Senhor será condenada.
Mantenhamos firmes na luta, pois os maus ainda que por um pouco de tempo pareçam a estarem a vencer, irão de mal a pior.

Anônimo disse...

Em Filipenses 3- 20, o apostolo Paulo afirmou que a cidadania nossa(Cristaos) esta no Reino dos ceus. E o proprio Jesus Cristo afirmou que o Reino dos ceus e como o fermento. Ao ser colocado na massa, leveda a massa inteira, Mat 13-33.
O fermento somos nos, os Cristaos:

-Trabalha e cresce sob pressao, calor, pancadas e amassos;
-Quanto mais calor, pressao e amassos; maior o crescimento;
-O fermento age na massa, mas JAMAIS se transforma em pao;

A massa e o MUNDO, eo fermento nos os Cristaos verdadeiros. Por isso, nao se preocupem, seremos amassados, somos odiados por hindus, muculmanos, ateistas, comunistas, e etc...
A igreja de Cristo e' persseguida, ateada fogo. Os cristaos, torturados, assassinados... e tudo isso e' para que deixemos de ser CRISTAOS, para que deixemos de ser fermento e nos tornemos massa; para que nos tornemos MUNDO.
Nao se preocupem, a nossa CIDADANIA esta la no ALTO; e voce ? Caro leitor, onde esta sua CIDADANIA ?
Aceite a Cristo, torne-se FERMENTO, a Biblia diz que se voce confessar que JESUS E O SENHOR, voce sera salvo, Rom 10-13.
Faca-o agora, amanha pode ser tarde demais.

Edinei

marcelo victor disse...

Srs,
Não sei se os senhores perceberam, mas, mais uma vez o diabo está pondo a sua "lábia" no meio de uma problemática social para confundir a mente das pessoas.
Uma coisa é o preconceito racial (abominável, anti-bíblico e vergonhoso), outra coisa são as chamadas tradições e costumes AFROS.
A história registra nações africanas que seguiram ao DEUS de Israel (Sabá, por exemplo) e outras que praticavam a idolatria e feitiçaria (assim como outros povos não negros).
Da mesma forma, atualmente, é comum na Europa, nos EUA e em outras nações do mundo a prática da feitiçaria, inclusive com sacrifícios humanos, mostrando-nos que essa vertente do espiritismo não é uma tradição peculiar de uma determinada raça (dos negros).
Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o diabo, que é astuto, está unindo o útil ao agradável para ele.
Nessa triste confusão, "embarcaram" também o presidente e sua comitiva, além, é claro, de alguns negros, que, tomados por espíritos aproveitadores, querem liberdade para praticar e introduzir mais e mais pessoas nos rituais diabólicos de evocação de espíritos (conforme dizem as Escrituras Sagradas).
Pobres dos negros, vítimas de mais uma armação satânica para desafiar e ofender a DEUS, utilizando o homem (feito à imagem e semelhança do Criador).
O intento maligno do diabo (pai de todo o mal) é tão somente aproveitar-se da situação e, de quebra, fazer o mundo associar uma raça tão magnífica (que é a raça negra) com espíritos de feitiçaria.

Veja, baixo, um pouco da história de glória dos negros nas Escrituras Sagradas:

O NEGRO NA BÍBLIA (Claudionor Corrêa de Andrade)
"A Bíblia tem a cor de todas as culturas; é contemporânea de todas as eras. Ela é um livro apaixonadamente humano e comprovadamente divino."

Até a construção do Canal de Suez, não se fazia distinção entre as terras bíblicas. O cenário da atuação divina ia do Nilo ao Eufrates. Para o faraó, a península do Sinai ainda era Egito, e o Egito nunca deixou de ser África. Deste continente, também fazia parte Israel. Aos olhos de Mizraim, os hebreus eram uma nação mais africana que semita.
Esta visão haveria de perdurar até 1859, quando o engenheiro francês Ferdinand de Lesseps pôs-se a construir o Canal de Suez. A partir daí, foi a África separada não somente geográfica, mas sobretudo histórica, cultural e antropolo-gicamente do que hoje chamamos Oriente Médio. De repente, aquela milenária extensão da África passa a figurar nos mapas como se fora Ásia.
Conseqüentemente, muitos cristãos deixaram de atentar para um fato importantíssimo: Israel é uma nação tão africana quanto semita, e a mensagem que legou ao mundo teve, como prelúdio, o continente negro.
Se tais nuanças não são percebidas pelos leitores da Bíblia, atentemos à explícita participação do negro na História Sagrada.
A fim de que a nossa visão se torne mais clara, é mister que comecemos por derrubar alguns mitos tidos como dogmas.

1. Mitos dogmáticos ou dogmas mitológicos?
Já disseram que a cor negra é o sinal que o Senhor colocara em Caim por haver este matado a Abel, seu irmão (Gn 4.15). Outros, interpretando de maneira equivocada a profecia enunciada por Noé aos seus filhos, alimentam a hipótese de que o negro surgiu por causa da maldição imposta pelo patriarca sobre a irreverência de Cam (Gn 9.25).
Erudição alguma é necessária para se constatar a incongruência de tais mitos. Uma leitura atenta e descompromissada do Livro Santo há de mostrar que semelhantes teses não resistem a um exame mais atento. Teológica e historicamente, são falhas, dúbias, perniciosas.
Da História sagrada, infere-se ter sido toda a descendência de Caim destruída pelo Dilúvio. Além disso, a marca que pôs o Senhor no homicida não foi a cor, e, sim, um ideograma, denunciando-lhe o crime. Quanto ao caçula de Noé, o texto do Gênesis não comporta dúvidas: apenas um ramo dos camitas foi amaldiçoado: os cananeus. E a maldição cumpriu-se quando os hebreus tomaram-lhes as terras no século 15 aC.
Os outros filhos de Cam são mencionados na Bíblia como nações fortes, poderosas e aguerridas. Haja vista o Egito, a Etiópia, a Líbia e as cidades de Tiro e Sidom.
De acordo com a concepção hebraico-cristã, não há nenhuma maldição em ser negro nem bênção alguma em ser branco. A bem- aventurança reside em se guardar os mandamentos de Deus, praticar a justiça e observar a beneficência:
"... Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e obra o que é justo.", At 10.34-35.

2. A África no índice Bíblico das Nações
Conhecido como o índice das Nações, o capítulo 10 do primeiro livro da Bíblia faz referências a pelo menos três grandes nações africanas: Cuxe, Mizraim e Pute (Gn 10.6). Ou seja: Etiópia, Egito e Líbia.
Apesar das muitas tribulações de sua história, estes povos vingaram: no passado, império; no presente, o vivo testemunho do vigor das civilizações negras.
Durante toda a História Sagrada, o Egito sempre foi temido como potência mundial. À Etiópia era uma nação tão aguerrida e expansionista que, no tempo dos reis de Judá, invadiu a Terra Santa com um exército de um milhão de homens (2Cr 14.9). Quanto à Líbia, era vista pela Assíria como um contrapeso às ambições babilônicas (Na 3.9).
Se coletivamente os africanos foram marcantes, individualmente destacam-se no texto bíblico.

3. A mulher negra de Moisés
No capítulo 12 de Números, lemos:
"E falaram Miriã e Aarão contra Moisés, por causa da mulher cuxita, que tomara: porquanto tinha tomado a mulher cusita", Nm 12.1.
Não fora o contexto deste triste e lamentável episódio, seríamos levados a pensar que a profetisa e o sumo sacerdote hebreus eram tão racistas quanto os criadores do apartheid. Todavia, mostra-nos o desenrolar da história que a má vontade de ambos não tinha como motivação o fato de Moisés haver tomado uma negra por mulher. O que eles não toleravam eram os privilégios que o grande líder desfrutava junto a Deus. Como não achassem nenhuma falha no legislador, houveram por bem censurar-lhe a união inter-racial que, diga-se de passagem, não era algo incomum entre os israelitas. Afinal, não se unira Abraão com uma egípcia e com uma egípcia não se casara José?

4. Eu sou negra e aprazível
Como você imagina a Sulamita dos Cantares? Uma nórdica encontradiça nas pinturas sacras da Renascença italiana? E se você descobrisse que o maior poema de amor de todos os tempos foi dedicado a uma negra? Ficaria escandalizado? As filhas de Jerusalém indignaram-se quando Salomão elegeu a formosa pastora de Quedar como a predileta de seu coração.
Diante de tão descabida acepção, Sulamita protesta:
"Eu sou morena, mas agradável, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão." (Ct 1.5)
Se o texto em português deixa alguma dúvida quanto à cor da formosíssima jovem, o texto inglês, apesar da infelicidade da partícula adversativa, é concludente: I am black but comely.
Esta tradução parece estar mais de acordo com o original hebraico.

5. O negro que ajudou a Jeremias
Jeremias profetizou no momento mais crucial e ingente do Israel do Antigo Testamento. Em breve, seriam os judeus entregues aos babilônios; perderiam em breve a soberania e em breve ficariam sem os mais caros símbolos nacionais e religiosos. É neste momento que aparece o profeta com uma mensagem impopular e nada patriótica: apregoa a submissão ao opressor e condena qualquer esboço de resistência.
Por causa de sua atitude, foi Jeremias lançado no calabouço de Malquias (Jr 38.6). E só não morreu porque um etíope chamado Ebede-Meleque intercedeu por ele junto ao rei Zedequias. Por sua corajosa postura, o negro Ebede é honrado até hoje.

6. Os negros no Novo Testamento
Muitos africanos ainda vêem a Igreja como típica empresa européia. Ainda se assustam com os pioneiros brancos e barbudos que, desde David Livingstone, cortam a negritude daquelas terras levando a mensagem do Cristo. Em sua origem, porém, a Igreja era tão multirracial quanto hoje.
No Dia de Pentecostes encontravam-se em Jerusalém, além dos gregos, romanos e asiáticos, várias nações negras: Egito, Líbia e Cirene. E, nestes países, o Evangelho floresceu de maneira surpreendente. Haja vista a Igreja de Alexandria. Dela sairiam os teólogos Orígenes, Clemente e Atanásio.
Lembremo-nos também do ministro da Fazenda da Etiópia que se converteu quando retornava ao seu país (At 8.26-38). Acredita-se ter sido com este eunuco que teve início a Igreja Copta.

7. Uma visão universal e transcultural da Bíblia
Durante vários séculos, a Bíblia foi vista como um livro exclusivamente branco e interpretado colonialisticamente pelas nações européias. Deste triste contexto, excetuamos os missionários que sempre tiveram uma visão universal e trans-cultural das Sagradas Escrituras.
Jamais nos esqueçamos de que a Bíblia começou a ser escrita na África. Não é um livro branco, como pensamos; ou exclusivamente negro.
A Bíblia tem a cor de todas as culturas; é contemporânea de todas as eras. Ela é um livro apaixonadamente humano e comprovadamente divino.

por Claudionor Corrêa de Andrade

carloshenrique disse...

Quero parabenizar o senhor Marcelo Vítor pelo comentário que postou acima.
Sou negro e cristão, e creio em Cristo.
E, quero aqui deixar bem claro o meu protesto contra esta atitude racista e discriminatória promovida pelo governo de classificar a umbanda, candomblé, como sendo religiões afros, que não passa de uma atitude racista contra negros que são cristãos, que são a grande maioria de negros brasileiros.
Oras, o certo seria classificar tais religiões que chamam falsamente de afro como sendo apenas outras religiões, outros credos.
E também quero aqui deixar bem claro que não concordo com nenhum sistema de cotas, pois esse tipo de coisa não passa de mais uma forma de discriminação e de racismo.
Todos têm direito a liberdade de credo, e querer, como esse governo quer, classificar certos grupos religiosos como sendo afros, nada mais é do que querer cercear a liberdade de crença e de credo religioso. Esse governo deveria ser processado por tamanha tentativa de querer camufladamente cercear a liberdade de crença religiosa, de credo, e de querer impor para cada raça a crença que ele bem lhe acha conveniente.

Julio Severo disse...

Prezado Carlos Henrique, o ponto de vista socialista do governo é que quando os negros chegaram da África, nenhum deles era cristão. Todos eles eram adeptos de religiões mais ou menos parecidas com o vudu. Daí, o governo e seu exército de antropólogos doentes enxergam um "massacre" cultural, pois os negros vindos da África deveriam todos perpetuar seus valores religiosos trazidos da África. Se depender do governo Lula, os negros deverão voltar às suas raízes religiosas. Assim, o governo quer reverter o "massacre". Esse é o Estado laico, trabalhando ativamente para ressuscitar as raízes religiosas afros em sua plenitude, doa a quem doer.

Eu acho que quem deveria se levantar para denunciar essa satanização estatal são os cristãos negros. Parabéns pela sua coragem de confrontar o Estado "laico".

carloshenrique disse...

Obrigado, Júlio Severo.
Não posso, como cristão, ver tudo isso ocorrendo nesse país em que vivo, e ficar calado.
Só quero levantar ainda mais minha voz e denunciar toda essa injustiça, para que tenhamos um futuro melhor.
No amor de Cristo, Carlos Henrique Xavier.

Hans Bonfá disse...

Caros Amigos,

como Umbandista, me sinto envergonhado com atual sistema de coisas. O estado não quer defender ninguém contra a intolerância religiosa, o que ele quer é enganar mais pessoas ainda, como fez com os pobres, com os negros, com os trabalhadores rurais, com os gays, insuflando um sentimento que é natural em qualquer ser humano, o de defender algo em que se acredita. Sendo assim, quando alguns religiosos exageram no tom isso vira desculpa para controlar a todos. Isso é um acinte, um absurdo. Não quero que o governo me defenda, acredito que as críticas fazem as religiões evoluirem, melhorarem e ter mais critério. Se alguém me agredir por ser umbandista vou a polícia, é simples, não vou ficar choramingando ajuda estatal, principalmente de um governo notóriamente comunista e por consequência ateu. Não me envolvo em bruxarias e feitiços, pois a verdadeira Umbanda assim o proíbe, mas as pessoas que o fazem,só poderão deixar de dizer que são Umbandistas quando a religião evoluir. Evolução vem com o tempo, com uma imensa reforma íntima e espiritual. Por mais que tenhamos diferenças religiosas e formas diferentes de interpretar a Deus, nunca devemos nos esquecer:
Deveis amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a tí mesmo, que é o primeiro mandamento com promessa. Diferenças, por maiores que sejam, nunca devem nos impedir de seguir este mandamento.
Que o nosso Senhor Jesus Cristo abençõe a todos e nos livre, o quanto antes, desse governo maligno e servo do mal, que sobre o pretexto de proteger alguns prejudica a todos.

parahugo disse...

Ao Reverendo Júlio Severo,
Que Deus o proteja mais e mais, e que você continue sendo o Atalaia que o Senhor tem levantado nestes últimos dias.
Toque a trombeta em Sião, perturbem-se todos os moradores da terra!