5 de novembro de 2008

CPI da Pedofilia de Magno Malta ajuda governo e ONGs radicais a tirar vantagem do combate à pedofilia

CPI da Pedofilia de Magno Malta ajuda governo e ONGs radicais a tirar vantagem do combate à pedofilia

Governo australiano usa campanha contra pedofilia para propor censura geral na internet. Governo brasileiro a usa para propor combate à “homofobia”

Julio Severo

Se o governo empreender uma medida de censura na internet, a reação previsível do público será revolta e oposição geral. Mas se o governo lançar uma campanha ampla contra a pedofilia na internet, a resposta da população será extremamente favorável.

Afinal, a luta contra crimes sexuais contra crianças merece e exige a participação de todos — governo e sociedade. Por isso, o combate à pedofilia encontra uma disposição natural de apoio de todos os tipos de cidadãos, de todas as religiões, de todas as raças e de todas as opiniões.

Qualquer campanha centralizada no combate à pedofilia traz o benefício do consenso geral. Não há oposição, revolta nem desconfianças, pois o bem-estar das crianças é uma preocupação que ultrapassa barreiras, partidos e opiniões. É fácil, pois, unificar forças em torno de uma campanha em prol das crianças vítimas da pornografia.

CPI da Pedofilia & SaferNet: a ameaça oculta

Contudo, e quando há o risco de o governo tirar proveito de algo bom para promover algo pérfido? Com a CPI da Pedofilia, comandada pelo Senador Magno Malta, medidas estão sendo tomadas para combater a pedofilia. Uma dessas medidas foi fortalecer a SaferNet, que assinou em 2 de julho de 2008 acordo de cooperação com o Ministério Público e com a Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, na Senado [1]. A SaferNet é uma organização não-governamental que fiscaliza crimes de pedofilia no país.

Pelo acordo, conforme informação da Agência Brasil, a ONG deverá encaminhar à CPI todos os dados de pedofilia que registrou este ano, além de conceder “outras” informações aos parlamentares. Levantamento apresentado pela ONG mostra que nos primeiros seis meses de 2008, foram feitas 114.961 denúncias anônimas de casos de pedofilia no site de relacionamento Orkut.

Por conta do combate à pedofilia, a SaferNet está recebendo maiores poderes. Indiscutivelmente, é bom que haja medidas contra crimes contra as crianças.

Entretanto, o grande problema envolvendo a SaferNet é que sua área de atuação não é somente a pedofilia. A SaferNet também está engajada na luta contra a chamada “homofobia”. Homofobia, um termo largamente usado e interpretado pelos ativistas gayzistas e seus aliados esquerdistas, define a contrariedade de pessoas que por razões morais, médicas, científicas, religiosas ou filosóficas discordam do comportamento homossexual. Na opinião dos militantes gayzistas, qualquer crítica ao homossexualismo ou às pretensões do movimento gayzista é crime.

O próprio site da ONG informa:

“A SaferNet Brasil oferece um serviço de recebimento de denúncias anônimas de crimes e violações contra os Direitos Humanos na internet, contando com procedimentos efetivos e transparentes para lidar com as denúncias. Além disso, contamos com suporte governamental, parcerias com a iniciativa privada, autoridades policiais e judiciais”. [2]

Entre algumas das áreas de “fiscalização” da SaferNet estão: Pornografia infantil, intolerância religiosa e homofobia.

Na questão da “intolerância religiosa”, a SaferNet afirma que “Deve ser denunciado qualquer material, escrito ou imagens contendo idéias ou teorias que promovam o ódio, a discriminação ou violência contra qualquer indivíduo religião”. Já existem leis que proíbem e punem atos de ódio, porém o argumento da SaferNet atinge idéias e teorias, colocando em sério risco, por exemplo, o testemunho de um cristão que se converteu do candomblé, umbanda e outras práticas do gênero, tachando-o de “idéia que promove ódio, discriminação e violência”.

Daí, além de fiscalizar casos de pedofilia, uma das funções da SaferNet é acolher reclamações contra o testemunho de cristãos ex-pais-de-santos ou de cristãos que, com base na Bíblia, argumentam contra práticas ocultistas. Em seguida, a ONG encaminhará as denúncias às autoridades, provocando problemas parecidos com o que o Pr. Isaías da Silva Andrade (veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/pastor-que-incentivou-criminoso.html) está sofrendo com a brutalidade e insanidade de algumas leis “anti-preconceito”.

SaferNet e “homofobia”

Na questão da “homofobia”, a SaferNet declara:

“As leis penais do Brasil ainda não consideram homofobia como crime, porém a Constituição Federal de 1988 determina que ‘constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação’ e ainda que ’a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais’. Sendo assim, de acordo com a Constituição e considerando que a homofobia fere os Direitos Humanos, a SaferNet Brasil rastreará as denúncias recebidas e as encaminhará para as instituições competentes”. [3]

A SaferNet mostra claramente que, logo que forem aprovadas leis “anti-homofobia”, sua atuação será rigorosa contra toda e qualquer crítica ao homossexualismo ou às pretensões do movimento gayzista. Encorajadas por tal espírito “anti-homofobia” da SaferNet, várias comunidades no Orkut, principalmente homossexuais, pressionam os participantes a denunciar à SaferNet o Blog Julio Severo por crime de “homofobia”.

A comunidade “Abaixo a Alienação Religiosa”, por exemplo, além de postar o site da SaferNet para denúncias contra o Blog Julio Severo, dá espaço a um participante que diz, referindo-se a Julio Severo: “Esse maníaco está acobertado pelo anonimato que a internet proporciona. É claro que, através de denuncias à PF ou à Safernet, criam-se mecanismos para que esse pária seja descoberto e responda por suas sandices.”

Assim, a mira da SaferNet está agora sobre o Blog Julio Severo, que é conhecido por lutar contra a pedofilia. Aliás, anos atrás, o Dep. Pastor Frankembergen (PTB/RR) pronunciou no plenário do Congresso Nacional um discurso intitulado NÃO À PEDOFILIA, onde ele citou Julio Severo e boa parte de um artigo dele sobre pedofilia (veja o artigo completo aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2003/01/lgrimas-no-silncio.html).

Apesar da grave ameaça que a SaferNet já começa a representar para a liberdade dos cristãos, no próprio site do Senador Magno Malta o elogio à SaferNet é patente [4].

Tal elogio é compreensível. A SaferNet é um dos maiores apoiadores da CPI da Pedofilia. A mesma página do senador informa que no dia 6 de novembro de 2008, Malta é palestrante oficial no seminário “A Influência da Pornografia nos Casos de Abuso e Exploração Sexual Infantil”, na Câmara dos Deputados. Outro palestrante oficial é o Ministro Paulo de Tarso Vannuchi, dos Direitos Humanos, principal responsável pela implementação do programa federal “Brasil Sem Homofobia”. Isso indica que, para o governo Lula, criticar o movimento gayzista é um “crime” tão grave quanto molestar sexualmente uma criança, já que duas coisas tão diferentes moralmente são tratadas como ofensa aos “direitos humanos”.

Cristãos que são radicalmente contra a pedofilia, porém discordam do homossexualismo, correm risco sério de serem rastreados e denunciados pela SaferNet

Graças à CPI da Pedofilia, a SaferNet saiu tão fortalecida que, por sua influência, a gigantesca empresa Google recebeu convocação judicial com um dossiê de 150 páginas documentando material “homofóbico” em seu serviço Orkut, um sistema de rede de comunicação social popular no Brasil.

O procurador federal Sérgio Suiama propôs um sistema de compartilhamento de informações para o Google que dará ao governo acesso a informações que identifiquem os usuários que fazem postagens que violam suas restrições. Suiama é famoso por sua militância em prol das causas homossexuais.

“Com esse acordo, que já foi aceito no Brasil pelos provedores IG, Terra, Click 21 e AOL, a empresa Google se comprometeria, sob ordem judicial, a fornecer dados que ajudarão a descobrir aqueles que são culpados de crimes”, Suiama declarou em notícia postada no site da SaferNet. Assim, não só postagens de pedofilia, mas também de preconceito e “homofobia” estão na mira das autoridades, com a ajuda da SaferNet, que vem registrando os dados dos autores.

Não é a primeira vez que uma campanha contra a pedofilia acaba sendo usada para violar os dados e ameaçar até mesmo pessoas que nunca defenderam a pedofilia. Na Austrália, depois de uma medida governamental combatendo a pornografia infantil, o governo propôs censura obrigatória da internet para todos os cidadãos [5].

Lutar contra a pedofilia é um dever moral de todos nós. Por isso, é muito fácil — ao menos para um Estado mal-intencionado — manipular uma campanha contra a pedofilia para fortalecer a perseguição às críticas ao comportamento homossexual ou às pretensões do movimento gayzista. Mas quantos lutarão para que o combate à pedofilia não seja usado como um instrumento de censura e perseguição draconiana a todos os cristãos que, mesmo sendo radicalmente contra a pedofilia, não aceitam a nociva agenda gay?

A pornografia infantil é um problema muito sério, mas para o Senador Magno Malta e outros, o Estado — ou a SaferNet ou o ECA — é a solução. Para uma menininha de 4 anos, o Estado foi o problema. Ela foi estuprada enquanto vivia com um “casal” gay.

O Estado havia entregado definitivamente a guarda dela a um ambiente com AIDS, homossexualismo, abuso sexual e padrões sexuais e familiares pervertidos. O Estado, que se diz tão preocupado com a segurança e bem-estar das crianças; o Estado, que diz ter tanta disposição de combater o abuso contra as crianças, entregou uma menininha inocente a um homossexual portador do HIV que vivia com um parceiro com ficha suja na polícia por crime de abuso sexual de crianças.

As assistentes sociais do Estado, tão rotineiramente intrometidas e tão radicalmente comprometidas com a agenda do ECA, foram gentis o suficiente para fazer concessões a um “bonito” “casal” gay. É o típico comportamento que atrai os aplausos das elites loucas.

A menina, porém, não está aplaudindo. Ela passou por uma cirurgia devido à gravidade da agressão sexual.

O que as crianças terão a ganhar com um combate à pedofilia promovido por um Estado obcecado por promover e proteger o homossexualismo e a radical agenda gay? Pergunte à menininha… [6]

Fonte: www.juliosevero.com

Notas

1. http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072008/02072008-12.shl

2. http://www.safernet.org.br/site/institucional/projetos/cnd/o-que-denunciar

3. Idem.

4. http://www.magnomalta.com/site/index.php?option=com_content&task=view&id=20&Itemid=39

5. http://www.news.com.au/heraldsun/story/0,21985,24568137-2862,00.html

6. http://juliosevero.blogspot.com/2008/11/menina-de-4-anos-que-vivia-com-casal.html

6 comentários:

marcelo victor disse...

Srs,
Reproduzo, abaixo, uma notícia recente obtida na UOL, a respeito de um instrumento legal que existe nos EUA e que permite aos cidadãos decidirem eles mesmos sobre assuntos que os interessa e afetam suas vidas pessoais.

Será que esse instrumento (plebiscito) seria aplicável ao Brasil, mesmo considerando os altos índices de miséria e analfabetismo? Ou será que padrões morais não têm a ver com pobreza e ignorância, sendo, portanto aplicáveis aqui? Seria a solução para evitar manobras políticas em assuntos que influenciam coisas tão imporantes relacionadas a liberdade de credo?

Deixar a decisão de questões fundamentais para a nossa própria sobrevivência (nossa e dos nossos filhos) nas mãos de pessoas que, volta e meia, estão envolvidas em vergonhosos escândalos amplamente noticiados pela imprensa, é uma medida inteligente ou representa, de fato, um perigo para as nossas liberdades individuais, de expressão e de credo?

Se for chegado o tempo, seremos obrigados a calar...ou não, para os que estão dispostos a seguir o exemplo da igreja primitiva, preferindo ser lançados aos leões a negar o nome do Senhor Jesus. Mas se ainda resta um pouco de tempo para que se pregue livremente a verdade (a Palavra de DEUS), então, entendo que o tema merece ser discutido e divulgado.

Meu temor é de que, por um prato de comida ou por um emprego, os desfavorecidos sejam "influenciados" (condicionados) a dizerem “sim” para a ABOMINAÇÃO DESOLADORA”, referida pelo profeta Daniel.
Respeitosamente.


05/11/2008 - 17h04
Plebiscitos sobre aborto e maconha tiveram resultados diversos nos EUA

Washington, 5 nov (EFE) - O direito ao aborto em Dakota do Sul, o uso medicinal da maconha em Michigan e as punições para as pessoas que contratarem imigrantes ilegais no Arizona foram algumas das questões decididas pelos eleitores na terça-feira, no mesmo dia em que escolhiam o futuro presidente dos Estados Unidos.

O sistema americano permite às legislaturas estaduais ou aos cidadãos, por meio da coleta de assinaturas, submeter a plebiscito propostas sobre diversos assuntos na cédula eleitoral, e na última terça-feira houve 153 consultas desse tipo em 36 estados.

O que chamou mais a atenção nacional foi a chamada "Proposta 8" na Califórnia, que perguntou aos eleitores se concordavam ou não com a proibição do casamento entre homossexuais, legalizado pela Corte Suprema do estado em maio.

No total, 52% dos eleitores respaldaram a proposta, e, apesar de ainda não terem sido contabilizados os votos por correio, o casamento gay foi proibido no estado.

O presidente eleito Barack Obama tinha expressado sua oposição à proibição e seu adversário na corrida presidencial, o republicano John McCain, a respaldava, mas ambos evitaram falar sobre o assunto durante a campanha eleitoral.

Os eleitores do Arizona e Flórida também se pronunciaram este ano sobre emendas a suas constituições estaduais que proíbem esse tipo de uniões. No total, 52% dos eleitores no Arizona e 62% dos da Flórida apoiaram essas iniciativas.

Em Califórnia, Colorado e Dakota do Sul se votou sobre o direito ao aborto, um tema que costuma aparecer em todo ciclo eleitoral.

No Colorado, 73% dos eleitores rejeitaram uma proposta que teria estabelecido que a vida humana começa no momento da concepção, e 55% dos cidadãos de Dakota do Sul rejeitaram uma proposta que imporia limites ao aborto.

Na Califórnia, 52% votaram contra uma restrição similar.

Já em Michigan, 63% dos eleitores apoiaram uma proposta para a legalização do uso da maconha com fins médicos. Em Washington, 59% dos eleitores respaldaram a descriminalização da assistência médica para o suicídio de pacientes terminais.

A imigração também teve seu lugar. No Arizona, 59% dos eleitores disseram não a uma proposta para aumentar as multas a empresas que contratem imigrantes ilegais.

Roberto Domingos disse...

Como o Senador Magno Malta, tão antenado com este governo Amoral corrupto de Lula, chega a Presidencia de uma CPI deste tipo?
Um pouco sobre Malta:
http://folhadanoite.blogspot.com/search/label/POL%C3%8DTICA

O líder do PR na Câmara, deputado Luciano Castro (RR), protegido de malta em suposto envolvimento com rede de pedofilia: http://congressoemfoco.ig.com.br/Ultimas.aspx?id=22942

Me falta animo, para me extender mais...é muita sujeira.

Anônimo disse...

Marcelo Vitor, os EUA são uma federação que respeita a individualidade de seus estados-membro.
A federação do Brasil não.
Aqui, todos os estados são "encilhados" (recebem arreios...) do governo central, que coleta o fruto dos estados trabalhadores e os distribui a seu bel-prazer.
Inclusive aos estados mais "alegres", que passam o ano todo fazendo Carnaval, fazendo filhos...
Se um determinado estado quiser fazer uma lei local - como foi o caso recente dos depoimentos via teleconferência - é vetado pelo "governo central", que se arvora o direito de decidir sobre matérias importantes como a segurança pública, deixando para os estados assuntos secundários.
UM absurdo total!
Essa é a farsa republicano-democrática na qual vivemos.
Prevejo que a única solução para os estados mais civilizados seja a secessão.
Isso mesmo, como foi na antiga Iugoslávia.
Esperar que essa ficção chamada Brasil se recupere é perda de tempo.
Que Deus dê coragem aos homens de bem para preservarem suas famílias, seus filhos e seu futuro!

Leonardo Pereira Araujo disse...

Querido Senhor Júlio Severo, vamos dizer não às pedofilias, aos homossexualismos, aos lesbianismos, às baixarias midiáticas, aos abortos (sem exceções), às pesquisas com células-troncos embrionárias, às fertilizações em vidro, às gerações de bebês de proveta, às eutanásias, às distanásias, às ortotanásias, às tanatopenas injustas e a outros males. Presta atenção num versículo da Bíblia (Apocalipse 22:15): "Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os prostitutos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e cometem mentiras."

Leonardo Pereira Araujo disse...

Senhor Júlio Severo, não somente os Estados e as mídias em geral têm culpa, mas também as humanidades pelas pedofilias e pelos outros crimes. Esses ECAs de verdade mesmo deveriam combater as imoralidades midiáticas, que erotizam, bierotizam, homoerotizam, pan-erotizam, transerotizam, travestem, bissensualizam, homossensualizam, pansensualizam, sensualizam e transensualizam nossas crianças e nossos adolescentes, incentivam namoros, noivados e/ou casamentos precoces (e/ou anteoctodecimais), fornicações (erotismos e/ou sensualidades pré-conjugais, extraconjugais), adultérios, homossexualismos, heterossexualismos incontinentes, celibatos incontinentes, bissexualismos, transexualismos, travestismos, pansexualismos, transgenericismos (transgenericidades), lesbianismos ou lesbicismos (lesbianidades ou lesbicidades) e outros males, as vendas de bebidas alcoólicas, fumos a anteoctodécimos, as permanências de anteoctodécimos em boates, casas de bilhares e sinucas apostados e outras de apostas e assim sucessivamente. Casamentos homossexuais são aberrações perante a Bíblia. Nossos ECAs e nossos Conselhos Tutelares são uns dos piores do mundo, por uma série de abusos executivos, legislativos e judiciários, por educações públicas e/ou privadas de péssimas qualidades e assim sucessivamente. É bom que demos um BASTA a esses problemas. Um abraço, Senhor Júlio Severo!

Anônimo disse...

A SAFERNET não move uma palha contra o ódio aos cristãos, aos heterossexuais e aos brancos. É uma organização tendenciosa que trabalha para o atual governo.

Você pode dizer o que quiser contra cristãos, católicos, evangélicos e brancos. Pode praticar heterofobia à vontade, fazer ameaças a quem discorda do homossexualismo e, se for denunciado, a SAFERNET não está nem aí.