5 de outubro de 2008

Pastor homossexual é preso por abusar sexualmente de meninos

Pastor homossexual é preso por abusar sexualmente de meninos

Acusado admite apenas gostar de fazer sexo com garotos de 11 a 15 anos de idade. Para delegado, prática é antiga e número de meninos é “incalculável”

TAUANA SCHMIDT, da Reportagem/Sinop

O pastor da Igreja Nova Jerusalém, de Marcelândia (710 quilômetros de Cuiabá), preso no último fim de semana, admitiu à polícia ter mantido relações sexuais com seis garotos menores de idade. Antônio Hilário Filho, de 53 anos, confessou que praticava sexo com meninos de idade entre 11 e 15 anos desde 1995. Durante depoimento, ele identificou as seis vítimas, sendo que cinco já foram ouvidas e os casos, comprovados pela Polícia Civil de Marcelândia.

O pastor ainda afirmou ter um distúrbio mental, que se trata de sentir atração apenas por meninos com essa faixa etária, e que nunca sentiu atração por mulheres ou homens. Ele também confessou que é apenas homossexual passivo.

De acordo com o delegado do município, Luiz Henrique Oliveira, as investigações começaram quando o pastor atuava nessa mesma igreja, porém com sede no distrito Comunidade Bom Jaguar, de Marcelândia, entre 2004 e 2005. Havia denúncias de crianças que freqüentavam a entidade e o acusavam de abuso sexual. Inclusive, existe um inquérito, aberto em 2006, que apura a denúncia de um garoto que teria sido ameaçado pelo pastor, com arma de fogo, para manter relação sexual com o pedófilo. “Sabemos que 80% do público da igreja é de crianças e adolescentes do sexo masculino. Isso porque o pastor tem um atendimento diferenciado com esses garotos. Ele é professor de música e tem dois times de futebol categoria mirim. Esse é o atrativo que ele usa. Na maioria dos casos, ele alicia os garotos. Até o momento só sabemos de um caso de ameaça grave”.

Essas seis vítimas identificadas pelo pastor são apenas aquelas que ele revelou os nomes. O delegado acredita que possa haver muitas outras, já que há 13 anos o pastor pratica o crime no município. “É muito tempo. Só poderemos confirmar no fim das investigações. Mas como era uma prática habitual dele, acredito ser incalculável o número exato de vítimas”.

Após a prisão do pastor, a polícia apreendeu diversos materiais que fazem referência aos garotos, como fichas de cadastros e fotografias, além de uma agenda com anotações em que ele descreve a relação que tinha com a primeira vítima, ainda em 1995. “Ele escreveu frases dizendo que ele irá servir a essa vítima para o resto da vida e vice-versa. Também escreve que mulheres não o satisfazem. Também encontramos um bilhete de um garoto o ameaçando. No papel está escrito que o menino queria R$ 50 para não contar ao Conselho Tutelar o ‘segredo deles’”, completou o delegado.

A polícia também localizou duas espingardas calibre 28, algumas munições e animais silvestres abatidos, como pacas e perdizes. O Ibama multou o pastor em R$ 3 mil por crime ambiental. O acusado será transferido para um presídio da região e responderá pelo crime de atentado violento ao pudor, podendo pegar de seis a dez anos de reclusão.

Fonte: Diário de Cuiabá

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Um comentário:

Daniel O. e Monica K. disse...

O cara confessa o crime e o que fazem? Levam para averiguar se é verdade, para depois tomar providencias.

Não obstante, os bichos mortos foram considerados provas cabais de crime ambiental e portanto punidos imediatamente.

Como diria o Kiko do Chavez:
"Que coisa, não?"