28 de outubro de 2008

Pastor acusado de criminoso por disciplinar filho

Pastor acusado de criminoso por disciplinar filho

Professora denuncia pai para assistentes sociais depois que ele bate em filho por mentir

© 2008 WorldNetDaily

Um pastor do estado de Wisconsin, EUA, foi acusado de crime de abuso físico de uma criança depois que uma professora notificou assistentes sociais que ele tinha batido em seu filho de 12 anos por mentir.

Barry W. Barnett Jr., de 43 anos, da cidade de Poynette, Wisconsin, foi solto temporariamente da cadeia depois de pagar uma fiança de $10.000, mas ele poderá enfrentar até três anos de cadeia e multas por disciplinar seu filho, noticiou o jornal local Portage Daily Register.

Na audiência do pastor, o filho de Barnett disse que seu pai estava certo em discipliná-lo.

“Ele me deu uma chance de lhe dizer a verdade, e eu só ficava mentindo para ele”, disse o menino.

O menino disse que seu pai lhe deu dois “tapas” que “doeram um pouco” na sua traseira em junho. Ele disse para as autoridades que tanto ele quanto seu pai choraram enquanto ele estava sendo disciplinado.

O menino de 12 anos disse que ele foi avisado de que poderia apanhar se continuasse a desobedecer e que ele entende que o que ele fez é errado.

“Não se deve mentir aos pais e não se deve ir a lugares (que os pais não permitem)”, ele disse.

Um dos seus irmãos mencionou a disciplina a uma professora, que entrou em contato com assistentes sociais, de acordo com o relatório.

Um relatório de 7 de junho da ala de emergência da Clínica Divino Salvador indicou que o menino tinha ferimentos leves nas nádegas, mas disse que não havia inchamento e que ele não estava sentindo dor. A documentação médica disse que o menino relatou para os médicos que ele não achava que havia sido abusado e que ele ama seu pai.

A documentação mostra que o médico do menino não crê que ele foi abusado, e ele chamou o caso de “vexame para as assistentes sociais”.

Barnett é pastor do Lighthouse Family Ministries em Poynette, Wisconsin. Pai de nove filhos, ele fundou a Academia Cristã Guardian.

Um juiz decidiu quinta-feira que o caso deverá ir para julgamento. Agora, os jurados no Tribunal do Condado de Columbia decidirão se a disciplina constituiu “disciplina razoável” permitida sob a lei estadual. Amber, a filha de 21 anos do pastor, ficou do lado de fora do tribunal com um cartaz que trazia a mensagem “Obrigado, papai, por me disciplinar”, em apoio a seu pai.

A promotora pública Jane Kohlwey disse ao jornal Portage Daily Register que a disciplina não foi razoável, pois deixou ferimentos, embora o advogado de Barnett afirme que as fotografias revelam apenas marcas vermelhas.

“Sentimos que ele foi além da disciplina razoável e que isso é feito freqüentemente”, disse Kohlwey.

Como parte da fiança que pagou, Barnett foi proibido de disciplinar qualquer um de seus filhos.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

Outros artigos importantes:

Quando um pai não disciplina o próprio filho

A Disciplina Física Deve Ser Proibida?

O abuso estatal contra a ordem familiar

17 comentários :

Roberto Domingos disse...

Como a filha do Pastor em questão, dou graças a Deus pelas surras que levei de meus pais, e não foram poucas, ssim foi também com minha irmã. Nascemos em pé de morro, filhos de mãe costureira e pai operário, meus pais não tinham tempo para carinhos, mas no educaram. Hoje comparo minha vida e de minha irmã com as vidas daqueles que cresceram com a gente, sem limites, sem advertencias, sem a menor disciplina, pobres amiguinhos, o que vejo me entristece muito.

William disse...

Cada vez mais o Estado está se envolvendo na liberdade individual e ditando a conduta do que é certo ou errado. Estamos perto da "união final" onde todos abrirão mão de sua liberdade de ação e consciência ("...lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte...") em prol de um suposto "bem maior", e então veremos muitos seguindo aquele que é contra o verdadeiro Deus.
Que Deus nos ilumine e proteja nas horas finais deste mundo...
E nos salve para Seu Reino, Amém!

Anônimo disse...

Meu pai raramente me batia, mas quando o fazia era em cheio e sempre nas nádegas para não ferir. Isso não é espancamento nem abuso.

Dou graças a Deus meu porque meu pai soube me disciplinar.

Muralha de Fogo disse...

Pais, Não provoqueis a IRA dos filhos...Destruir, agredir é fácil, não requer inteligência, agora tratar as pessoas, principalmente os filhos com AMOR,isto SIM é um desafio !! ><>

Julio Severo disse...

Disciplinar sem amor não é certo. Da mesma forma, amar sem disciplinar não é verdadeiro amor. "O que não faz uso da vara ODEIA seu filho, mas o que o AMA, desde cedo o castiga". (Provérbios 13:24 ACF)

Muralha de Fogo disse...

A questão do "uso da vara " é bem anterior a Jesus Cristo e ao nosso tempo. Hoje em dia todos sabemos que o uso de violência sobre qualquer motivo, não se justifica mais, porque vivemos um momento de conhecimento onde o ato de " AMOR " cala mais profundamente. Veja o caso de adestramento de animais: - sabemos que obtemos mais resultados positivos, tratando-os com respeito, compreensão, incentivo e " AMOR ". Quando fazemos uso de uma atitude forte, que pode ser, por exemplo, um ato de raiva, ódio, uma força negativa, isto cria uma sinapse forte em nosso cérebro, tipo um calo, um trauma psicológico, que limita o crescimento do individuo em todos os sentidos. Devemos nos colocar cempre na atitude tipo, " O que o Senhor Jesus Cristo faria? Eu prefiro educar os meus filhos com respeito e o maior Dom que Deus nos deu, que é o AMOR...Uma de nossas responsabilidade na educação dos filhos é torna-los " Homens Livres " que venham adorar à Deus de coração, verdadeiramente !! Sem traumas, culpas e sistemas de dominação...><>

Julio Severo disse...

Não faz sentido invalidar o uso da vara porque é antes de Jesus. Se assim fosse precisaríamos invalidar o próprio casamento, pois é bem anterior à vinda de Jesus à terra. Seja como for, preste atenção no que o Novo Testamento ensina e confirma: Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho”. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados. (Hebreus 12:5-11 NVI)

Muralha de Fogo disse...

Bem!! Cada um age de acôrdo com a sua conciência, não é mesmo? Eu prefiro tratar à todos sem distinção com "AMOR", confesso que é dificil, mas me esforço para isto. Eu creio num Jesus Cristo que liberta, porque me libertou também e todo o meu caminhar nesta vida, se baseia no seu ato de Amor por mim e pelo mundo. O Espirito Santo que habita em nós, nos leva em direção da perfeição de Deus, nos fazendo pacientes, amorosos e justos. Nunca fiz uso de violência com meus filhos, porque isto nunca esteve em mim e porque nunca foi necessário. O testemunho que damos à eles, que o Senhor Jesus mora em nossos corações, já basta, é o suficiente...

Julio Severo disse...

O que você imprudentemente chama de violência, a Bíblia chama de "disciplina". E Deus diz que quem ama de verdade, disciplina: "O que não faz uso da vara ODEIA seu filho, mas o que o AMA, desde cedo o castiga". (Provérbios 13:24 ACF)

Note que Deus também diz que quem deixa de usar a vara no filho desobediente demonstra verdadeiro ódio.

O "amor" que não disciplina não vem da Bíblia. Vem da psicologia moderna. Aconselho a ler meu artigo sobre isso: http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/quando-um-pai-no-disciplina-o-prprio.html

Tenho certeza de que os psicólogos parafraseariam assim a Palavra de Deus: "O que faz uso da vara ODEIA seu filho, mas o que o AMA, nunca o castiga". (Provérbios 13:24 ACF)

Entre a Palavra de Deus e a psicologia, eu prefiro ficar com o que é de Deus.

Antônio Ahmed disse...

O Corão é mais abrangente: além do corretivo em crianças, admite também o corretivo em mulheres.

Anônimo disse...

... O estulto não se corrige com palavras. E mais "bate em teu filho com a vara e livrarás a sua alma da morte" Prov 23,14

FERREIRA disse...

Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas näo deixes que o teu ánimo se exalte até o matar. prov:19,18

FERREIRA disse...

Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno.
prov.23:14

FERREIRA disse...

A vara e a repreensäo däo sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mäe.
prov.29:15

Anônimo disse...

O leitor de cognome Muralha de Fogo tem uma concepção errônea de amor. Com efeito, nos dias atuais há uma grande confusão sobre o que é o amor. Bem advertiu Bento XVI: "O termo 'amor' tornou-se, hoje, uma das palavras mais usadas e mesmo abusadas, à qual associamos significados completamente diferentes." ( Encíclica Deus caritas est, nº2) Cito também este verbete: " Amor: Do latim amor, com o mesmo sentido. É o mais nobre sentimento de que é capaz um ser racional. Não se reduz à mera simpatia romântica, e muito menos à atração sexual. Consiste, essencialmente, em querer o bem do outro, empenhando nesta vontade o próprio ser. Por outras palavras, é, essencialmente, o dom do próprio ser para promover o bem maior do outro." Não tenho certeza da referência desse verbete, mas me parece que se encontra na Pequena Enciclopédia de Doutrina Social da Igreja, de Fernando Bastos de Ávila, SJ; Edições Loyola. Concordo com Júlio Severo quando diz que "amar sem disciplinar não é verdadeiro amor". Com efeito, muitos pais ficam no comodismo de um falso amor, porque, de fato, não é fácil, disciplinar um filho no mal caminho. Vejam que o pastor da notícia chorava enquanto disciplinava seu filho.

Anônimo disse...

Sim, conheçam o Corão, visitando o site
http://www.answering-islam.org/Silas/index.htm
Lá, os "sábios" ensinamento islâmicos são comparados com o caridoso Cristianismo.
Pobres aqueles que creem nessa religião medieval, brutal e atrasada!

Anônimo disse...

Se entendi bem a mensagem do artigo, ninguém está por ele propondo espancar ou machucar uma criança: apenas dar-lhe umas palmadinhas em parte do corpo onde não lhe cause seqüelas. Isso para que por meio de uma dor inofensiva entenda o que não é capaz de entender por palavras.
O último comentarista poderia ser mais claro em suas palavras.