12 de agosto de 2008

O que está por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”?

O que está por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”?

Por causa de somente 17 casos de rubéola em bebês em gestação por ano, ministro pró-aborto do Brasil quer a vacinação forçada de 70 milhões de brasileiros, mesmo em quem já teve a doença e em que já foi vacinado. Quais os reais interesses por trás de tal atitude?

Julio Severo
De 9 de agosto a 12 de setembro de 2008, toda a população de homens e mulheres na faixa etária dos 12 aos 39 anos no Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte será obrigada a ser vacinada. Será a maior vacinação na história do mundo. Qual o motivo de uma vacinação tão grande contra uma doença que não é mortal nem representa risco para a vasta maioria da população do Brasil?

UNICEF, aborto, controle populacional e vacinas

A campanha “Brasil Livre da Rubéola” conta com o apoio do UNICEF, agência da ONU que tem sido acusada de fazer parte de uma agenda mundial de controle de população. Não é novidade o envolvimento da ONU e do UNICEF em iniciativas para reduzir a população mundial por meio do aborto, o controle da natalidade e até mesmo medidas de introduzir agentes esterilizantes em vacinas em massa. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html]
Entretanto, embora quase 100% da população brasileira esteja livre de sofrer quaisquer danos da rubéola, 100% da população têm um sistema reprodutivo. Essa é uma grande preocupação para os militantes pró-aborto. Em campanhas de vacinação semelhante em outros países, que as realizaram em nome de uma suposta preocupação com uma doença sem risco significativo, testes indicaram agentes esterilizantes nas vacinas. Como no caso atual da campanha “Brasil Livre da Rubéola”, o alvo eram pessoas em idade reprodutiva. Como no caso do Brasil, o UNICEF estava por trás de todas as campanhas de vacinação que envolviam vacinas contaminadas com agentes esterilizantes.
Na campanha de vacinação em massa contra a rubéola na Argentina em 2006, foi confirmada a presença de agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.diario7.com.ar/nota_completa.php?id=1536] O UNICEF estava por trás da campanha.
Em 2004, numa campanha estatal de vacinação em massa contra a pólio na Nigéria, um cientista constatou agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html] A campanha contou com o apoio do UNICEF.
Durante os anos, o UNICEF tem deixado claro que, por trás de sua suposta preocupação com as crianças, o interesse maior é o aborto e outros meios de redução da população. Nessa questão, o UNICEF é bem parecido com Temporão. Para entender o que realmente quer o UNICEF, considere:
Em 1987, o UNICEF oficialmente apoiou “serviços de aborto de boa qualidade” na Conferência Internacional de Melhores Políticas de Saúde para as Mulheres e Crianças em Nairóbi, Quênia.
Em 1993, o UNICEF aumentou — de 2 para 5 milhões de dólares — sua contribuição para o UNFPA, órgão da ONU que vem apoiando a política da China comunista de forçar esterilização e abortos em mulheres com mais de um filho.
Em 1995, o Supremo Tribunal Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF, envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas.
Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html
Os exemplos da Nigéria, Filipinas e Argentina mostram que vacinas contaminadas com agentes esterilizantes podem fazer parte de “inocentes” campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. Essas vacinas são administradas sem que os vacinados tenham consciência do que lhes foi injetado. Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional.

Programando o corpo humano para combater a reprodução

Desde a década de 1970, experimentos de controle da natalidade têm sido conduzidos em países do Terceiro Mundo. Esses experimentos eram realizados por ricos grupos de controle populacional com a finalidade de se desenvolver substâncias esterilizantes que pudessem atuar conjuntamente com a fórmula das vacinas existentes. As experiências iniciais, com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU, foram com vacinas contra o tétano e difteria. (Proc. Nati. Acad. Sci. USA Vol. 91, pp. 8532-8536, agosto de 1994)
O propósito declarado dos agentes anti-fertilidade é induzir esterilidade temporária fazendo com que o sistema imunológico da mãe se volte contra a gravidez. Não se sabe exatamente quantos tipos de métodos esterilizantes foram desenvolvidos por grupos de controle populacional, mas anos atrás a OMS ajudou a produzir um agente que neutraliza o hormônio humano da gravidez hCG (gonadotropina coriônica humana), um hormônio que o óvulo fertilizado produz no corpo da mulher logo após a concepção. O agente, que geralmente é atrelado às vacinas contra doenças (como tétano, difteria, rubéola, etc.), faz com que o sistema imunológico confunda o hormônio natural da gravidez como se fosse um germe de infecção. Daí, o corpo da mulher não reconhece o sinal da natureza que é hora de se preparar para a gravidez. O resultado é que o óvulo fertilizado acaba sendo rejeitado pelo corpo da mulher, ocorrendo assim um micro-aborto bem no início da gravidez.
A função dos agentes esterilizantes em vacinas contra doenças é fazer com que o sistema imunológico humano reaja contra a reprodução ou o início de uma gravidez do jeito que reage a uma infecção: combatendo e rejeitando.
Por sua interferência no funcionamento do delicado e complexo sistema imunológico e reprodutivo, os agentes anti-fertilidade nunca são inofensivos. Pode haver muitos riscos potenciais: indução de doenças no sistema imunológico e alergias, agravamento de doenças infecciosas, etc.
Há agentes anti-fertilidade nas vacinas da campanha “Brasil Livre da Rubéola”? É difícil responder, até porque quem criou esses agentes teve a clara má intenção de usá-los da forma mais indetectável e imperceptível possível. Mas o que não é segredo são os sentimentos de Temporão e UNICEF com relação à vida dos bebês em gestação.
Assim, o que temos hoje no Brasil é o presidente de um partido pró-aborto, com um ministro da saúde pró-aborto juntamente com um UNICEF pró-aborto promovendo a inocente campanha “Brasil Livre da Rubéola” ou a “Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola”.

Tudo pelo bem-estar dos bebês em gestação?

O suposto objetivo da campanha é a erradicação da rubéola e proteger bebês em gestação de contágio possível de suas mães. Quer maior motivo de riso (ou de tristeza) do que um ministro de saúde pró-aborto dizer que quer o bem-estar de bebês em gestação?
Se Temporão tivesse uma preocupação genuína com os bebês em gestação no Brasil, ele sem dúvida lançaria uma campanha para erradicar do Brasil todas as clínicas clandestinas de aborto — sem mencionar, é claro, os próprios serviços do SUS que realizam abortamentos médicos. Além disso, ele também repreenderia Lula pelo apoio, no Brasil e na ONU, que seu governo tem dado ao aborto.
Pesquisa após pesquisa indica que, muito longe de apoiar a ideologia de implantação do aborto no Brasil, a população brasileira é pró-vida. Talvez a propaganda da campanha de vacinação de José Temporão esteja apenas espelhando esse popular sentimento pró-vida brasileiro.
Entretanto, há apenas um problema. Embora a campanha de vacinação seja apresentada como medida para proteger bebês em gestação — razão suficiente para atrair todo o apoio da população que é majoritariamente pró-vida —, Temporão em nada mudou seus sentimentos para com esses bebês. Ele ainda quer a legalização do aborto no Brasil.
Então, o que está por trás de sua suposta preocupação com o risco de alguns poucos bebês pegarem rubéola? Embora o Brasil tenha uma população enorme de quase 200 milhões de habitantes, em 2007 foram registrados apenas 17 casos de defeitos congênitos em todo o Brasil provocados pela rubéola. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_rubeola140708.pdf
Esse número é muito inferior ao número de casos registrados na Inglaterra, que tem uma população muito menor do que a do Brasil. Em comparação com o Brasil, que tem 17 casos por ano, a Inglaterra tem 43. http://www.patient.co.uk/showdoc/40024887/
Além disso, os casos de rubéola — que não representam perigo de saúde pública — caíram de 30 mil em 1997 para 326 em 2005. [http://www.cives.ufrj.br/informacao/rubeola/rubeola-iv.html]

Onde estão as campanhas estatais para erradicar o aborto?

Considere agora que se o número de 17 bebês atingidos por rubéola é justificativa suficiente para obrigar um número elevadíssimo da população a se vacinar, então os milhares de abortos por ano não deveriam ser usados como motivo suficiente para se proibir toda propaganda e projeto pró-aborto no Brasil?
Será que as intenções de Temporão são obscuras? Aborto, segundo a ideologia dos engenheiros sociais, é uma medida social para reduzir a população mundial. Daí, o interesse de Temporão na legalização do aborto tem — debaixo de todo o confete de “preocupação com questões de saúde pública” — a marca registrada e óbvia de interesses internacionais que querem reduzir a população brasileira. Para essa finalidade, vale qualquer justificativa, por mais fictícia que seja.
Parece loucura. Um ministro pró-aborto em nome do bem-estar de alguns poucos bebês em gestação forçando uma vacinação em massa, enquanto em nome de um direito ao aborto ele quer sacrificar centenas de milhares de bebês ao aborto. Faz sentido?

Mistérios, mistérios e mais mistérios

O que está então por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”? Há boas intenções na “Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola”?
A iniciativa estatal tem a meta de vacinar 70 milhões de brasileiros e abrangerá os estados do Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, além de toda população indígena que vive em aldeias. Nenhum brasileiro das áreas selecionadas terá direito ou a opção de isentar-se, a não ser os aidéticos e pessoas com problemas imunológicos.
Embora seja perda de tempo esperar que o Ministro da Saúde decida aparecer em público para revelar suas reais intenções, é possível obter pistas importantes através da imprensa secular, geralmente atrelada aos interesses do Estado. Vejamos então o que a imprensa está dizendo:

Eliminação da rubéola:

“A campanha faz parte de uma ação preventiva para evitar a disseminação da doença. A ação está dentro do compromisso firmado pelos países das Américas durante a 44ª reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de eliminar até 2010 a rubéola e a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) – que pode causar aborto ou malformações no bebê”. Patrocínio Hoje
“Além da meta de eliminação até 2.010 e dos surtos ocorridos no País, outros motivos que levaram à decisão do Ministério da Saúde pela Campanha são: a gravidade da rubéola em gestantes, com a possibilidade de abortos e natimortos e de seqüelas irreversíveis”. Portal Novidade
“A campanha nacional, promovida pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo erradicar a rubéola até 2010 e terá início no dia 9 de agosto, estendendo-se até 12 de setembro. Em Mogi, serão vacinadas 127.719 pessoas. Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes
“A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas de ambos os sexos durante cinco semanas. Essa é a maior campanha de imunização
já realizada no mundo.”
Capital News
“No Brasil, serão aproximadamente 70 milhões. Trata-se da maior campanha de imunização já realizada no mundo”. Portal Novidade
“O Ministério da Saúde (MS) está preparando uma campanha inédita e de grande dimensão que começa no dia 9 de agosto. A Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas de ambos os sexos durante cinco semanas. Essa é a maior campanha de imunização já realizada no mundo”. Diário da Serra
Embora a vacinação seja obrigatória, para efeito de propaganda e para não deixar a população assustada, a campanha, segundo o Portal Novidade, terá “um enfoque da vacinação da família”. Será então uma campanha supostamente para o bem-estar das famílias e dos bebês em gestação. Quer propaganda mais linda que essa?

Em que lugares a campanha governamental forçará os cidadãos à vacinação?

“Estão sendo planejadas estratégias como vacinação em trânsito e em lugares de alta concentração de pessoas; na população institucionalizada; pós-parto e pós-aborto; entre outras”. Portal Novidade

Quem será obrigado a tomar as vacinas?

“A vacina deve ser tomada por todas as pessoas de 20 a 39 anos, mesmo as que receberam recentemente imunização contra a doença”. — Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes
“Todos os cidadãos nestas idades, independente de terem tomado doses anteriormente ou de terem tido ou não a doença, devem tomar a dose.” Portal Novidade
“É importante ressaltar a importância da vacinação em massa das pessoas entre 12 e 39 anos, mesmo que já tenham sido vacinados anteriormente, tanto na fase adulta quanto na infância”. Só Notícias

A rubéola é tão mortal e perigosa assim para justificar a vacinação compulsória de 70 milhões de brasileiros?

“A rubéola em si não é considerada perigosa para os adultos”. Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes
“[A rubéola] não apresenta grandes riscos para o indivíduo, sendo a grande preocupação com as mulheres em idade fértil (até os 49 anos) que não tiveram a doença ou que nunca tomaram nenhuma dose da vacina e que devem ser vacinadas antes de engravidar. Nas mulheres não-imunizadas a aplicação é feita até os 49 anos e, nos homens, até 39 anos de idade na rotina”. O Estadão Matogrossense

Dúvidas:

Se o objetivo da campanha é realmente eliminar a rubéola, então por que vacinar quem já foi vacinado? Por que obrigar a vacinação de quem já teve a doença? É fato mais que comprovado que a pessoa que já teve rubéola nunca mais a terá. Mesmo assim, o governo insiste em forçar a vacinação de todos, mesmo dos que já tiveram rubéola no passado.

Mais dúvidas:

Apesar de a rubéola não representar sério risco de saúde para a população, o governo Lula, com seu ministro pró-aborto da saúde, está investindo milhões de nosso bolso para pagar às poderosas empresas farmacêuticas, que muito lucram com campanhas de vacinação. Como explicar o Brasil ter a maior vacinação do mundo (e também provavelmente a vacinação mais cara do mundo) para combater uma doença que não é séria, enquanto pacientes morrem diariamente nos hospitais públicos por falta de medicamentos e equipamentos adequados? Pacientes morrem até por falta de vaga em UTI, porque não há recursos. [http://www.camacarifatosefotos.com.br/cff_fatos.php?cod_fato=8172]

Questionamento:

A população alvo da vacinação são mulheres de 12 a 49 anos e homens de 12 a 39 anos. Essa faixa etária é o que se define como idade reprodutiva.
Se 100% da população fosse atingida por uma doença séria e fatal, talvez fosse justificável uma vacinação em massa. Mas a rubéola não é séria nem fatal na vasta maioria dos casos. Na vasta maioria dos casos, essa vacina será inútil, pois a vasta maioria da população não tem problemas com a rubéola. Além disso, 17 bebês em gestação afetados por ano justificam tamanha campanha? Uma preocupação genuína pelos bebês em gestação deveria fazer com que o governo lançasse, em vez de uma desnecessária campanha “Brasil Livre da Rubéola”, uma campanha necessária “Brasil Livre do Aborto”.

Controlando através de mentiras

Quando um Estado controlador precisa levar a população a aceitar suas imposições, a propaganda usual é que é para o bem dos cidadãos. As piores intenções são acobertadas pelas máscaras mais atraentes e agradáveis. É nesse sentido que, para “salvar” as mulheres que morrem em clínicas clandestinas de aborto, os cidadãos são convencidos de que a legalização do aborto é benéfica para todos.
É nesse sentido que, para dar auto-estima a quem fez a opção homossexual, o governo usa o dinheiro do povo para realizar nos hospitais públicos caras cirurgias de troca de sexo, enquanto cirurgias menos caras para salvar vidas perdem na prioridade, por causa de interesses politicamente corretos. Nos hospitais públicos, onde os recursos são escassos até para necessidades urgentes, vidas são literalmente sacrificadas para que homossexuais possam realizar seus desejos. Como disse o escritor Diogo Costa, cada sonho transexual de mudança de sexo custa o pesadelo de um paciente entre a vida e a morte. Quando o assunto é aborto e cirurgia de troca de sexo, ninguém melhor (ou pior) para entrar em cena do que o Ministro da Saúde José Temporão.
Aborto e contracepção são o primeiro item na lista de objetivos dos controlistas — indivíduos e instituições dedicados a promover a redução da população mundial. Para levar a população mundial a apoiar políticas pró-aborto, os controlistas apelam para a propaganda da explosão populacional e outras estórias de horror. Tudo é válido para se controlar e reduzir a fertilidade humana, até mesmo a promoção do homossexualismo. Do contrário, num país onde o sistema da saúde é um caos, como explicar tantos gastos em cirurgias desnecessárias cujo único objetivo é tentar dar auto-estima a quem pratica o homossexualismo? Pela própria natureza, o homossexualismo é infértil, sendo o sexo “ideal” para alcançar o objetivo da redução da população mundial.
Se aborto, contracepção e homossexualismo têm tudo a ver com controle de população, então evidentemente o Brasil tem um governo de orientação controlista. Um governo controlista usará qualquer meio — por mais benéfico que pareça — para diminuir a fertilidade de sua população.
Vivemos num mundo de ilusórias boas intenções. O diabo se disfarça de anjo de luz e promete o paraíso na terra. Em troca de falsas promessas, ele leva almas à destruição.
Nas campanhas de vacinação em massa na Argentina, Nigéria, Filipinas e outros países, o UNICEF mostrou que sabe aliar as piores intenções com as aparências mais angelicais. No Brasil, temos o compromisso de Temporão de que a campanha de vacinação em massa é apenas para proteger bebês e ajudar as famílias.
Não sei quantas justificativas inocentes e outros coelhos estranhos o UNICEF e Temporão conseguem tirar da cartola. Só sei que é arriscado participar de um espetáculo que pode prejudicar a fertilidade de homens e mulheres que vêem filhos como bênçãos, não como seres descartáveis.
Para mais informações sobre vacinas, siga este link: http://escolaemcasa.blogspot.com/2005/09/informaes-sobre-vacinas-infantis.html

59 comentários :

Leco disse...

Isso é vergonhoso, pena que não fiquei sabendo disso antes da campanha, mas, graças a Deus, não deixei que ninguém lá de casa fosse vacinado, pois tive uma experiência traumática com a vacina anti-meningite, precisamos estar atentos. Mais uma vez, Obrigado Julio, por nos manter informados.

Alex Souza

Tiago Moraes disse...

Não tomei, e depois que li esse post não vou tomar.
Obrigado Julio.

bebeto_maya disse...

Julio, acabei de ler a notícia no Estadão: É obrigado ou podemos dizer não? De qualquer forma, meu conselho para todos os pais é que vacinem seus filhos em clínicas particulares reconhecidas.

Marcelo disse...

Só sei de uma coisa, tomei uma vacina anti-tetano e anti-febre-amarela só para entrar num emprego em 2006, nunca mais tomo vacina na vida. Chega até a ser engraçado essa obrigatoriedade, o agente vai chegar em casa e se eu recusar vão chamar a polícia? Eu é que chamo a polícia por tentativa de agressão!

carloshenrique disse...

É um verdadeiro absurdo! É a maior demonstração da falta de democracia.
É algo vergonhoso.
Tal tipo de atitude de se obrigar a população a se vacinar é pior do que Nazismo. É terrorismo do pior tipo e da pior espécie, e feita por um Governo que busca se parecer democrático, mas que cada dia mais se demonstra ser totalitário e ditadorial.
Bem, que deveria haver o seguinte tipo de lei:
"O Estado não obrigará a nenhum cidadão brasileiro a se vacinar seja por quais motivos for. A vacinação será totalmente facultativa. E quem não quiser ser vacinado terá sua decisão totalmente respeitada e protegida pelo Estado Brasileiro. E, não cabe ao Estado a área de saúde. E, o Estado não interferirá sob espécie e argumento algum na área de saúde, pois a partir da vigência desta lei há total e irrevogável separação entre Estado e Saúde. E a saúde é totalmente função exclusivamente da família e não do Estado.
E, qualquer governante que desrespeitar esta lei perderá o seu mandato automaticamente e perderá todos os seus direitos políticos para sempre. E esta lei é por estatuto perpétuo e irrevogável, a qual não se pode revogar por nenhuma outra lei ou Constituição."
Bom. Com uma lei dessas evitaria-se tais males e malefícios, e seria muito melhor para toda a população brasileira, e se colocaria o Estado em seu devido lugar, evitando-se com isto um Estado que interfere no seio familiar sob o pretexto de querer dar melhor saúde para a população e preservar a saúde da população. Pretexto este enganoso, pois a verdade sobre tal argumento é uma tentativa camuflada de querer controlar as famílias, as pessoas, o cidadão, e ter total controle sob o mesmo.

beatris gonçalves disse...

Olha isso é uma grande vergonha para o país...

Minha mãe queria q eu tomasse de novo...

Mas por conta própria eu liguei p/ a minha médica...
Ela disse que não nenhum pouco necessário, já que eu tive uma vez e já era vacinada...

O vírus q causa é o mesmo, e a doença não é grave...

É um absurdo o que eles querem fazer com mulheres e homens...
Esterilizar uma pessoa a força, não é a saída para o controle da natalidade... Muito pelo contrário... O Certo seria uma campanha com formas de prevenção (o que se vê na maioria das vezes apenas em carnaval, e umas poucas e raras outras épocas do ano).. Mas infelizmente esse governo pró-aborto prefere agir da pior e mais criminosa maneira possível..

Estou mandando esse site para todos os meus amigos e familiares... Para que eles saibam qual é a verdadeira intenção da campanha ^^

Agradeço por disponibilizar tais informações.. para abrir os olhos de todos..

R. M. Ben disse...

Estas informações são quentes, hein? Desculpe-me o ceticismo, mas quais são as fontes delas? Há algum médico que pode ser ouvido em relação a isto? Algum grupo manifestou o interesse em fazer o teste nesta vacina em particular e averiguar se ela também contém os agentes esterelizantes?

Reclamar contra uma medida ditatorial do estado é uma coisa - e no caso, que cabe mito bem. Agora, acusar o estado de esterilização é algo bem mais complexo - e que, se for confirmado, com certeza gerará uma polêmica interessante.

Ronaldo Müller Soares disse...

Júlio! Não tomei a vacina e estou satisfeito!!!
Mas tenho vários colegas que tomaram e passaram mal na semana seguinte, reações típicas de gripe e dor de cabeça intensa!!!
Eu não acho legal tal prática se for confirmada para contenção de aumento populacional!! Agora imagine, não teremos aumento populacional, mas não temos também nenhum combate à propagação do HIV, como postou uma pessoa acima, se o governo investir em educação e métodos de prevenção, ele pode fazer conjunto o controle de aumento populacional e de contenção do HIV. É uma pena a falta de competência nesse caso!!
Ótimo texto! mas desejo que não seja esta a vontade do governo e estejamos errados com relação ao artigo!
Abraços!!

Ana Paula disse...

Olá Júlio!
Adorei seu texto
Tudo a ver mesmo!
Estou gravida e imaginei...imagine se as gravidas tivessem ido se vacinar e de repente todas abortassem , ia ser uma denúncia deste ministro nojeto...
e fico imaginando a ação deste hormonio nos homens...deixando-os mais afeminados
é só pensar um pouco mesmo para ver que esse ministro é um demônio!
Parabéns pelo seu blog e coragem ! Cristo venceu o mundo!

Abraços

Anônimo disse...

Quem sabe se na vacina anti-gripe não há substâncias estranhas?

Anônimo disse...

Júlio, pelo o q entendi, a vacina contém o hormônio HCG, podendo causar aborto em mulheres no primeiro estágio de gestação ou impedir a gravidez, impedindo a fixação do óvulo no útero... o q quero saber é por quanto tempo esse efeito ocorre e se o governo está salientando a não vacinação de mulhers grávidas?

Julio Severo disse...

Aparentemente, o governo não obriga a vacinação de mulheres grávidas, por motivos óbvios. Haveria muitos abortos, de fetos já formados, e isso séria péssima publicidade para o governo e para as ricas indústrias das vacinas. O efeito esterilizante, assim chamado por pelos adeptos do controle populacional, é na verdade um efeito micro-abortivo: a mulher experimenta um aborto sem nem mesmo perceber, pois no início da gravidez a criança é tão pequena que mal dá para enxergá-la. Quanto às outras questões, meu texto não diz que as vacinas da atual campanha têm elementos desse tipo. Meu texto apenas levanta questionamentos.

Sabemos só em parte o que estão fazendo, e, se de fato houver contaminação nas vacinas dessa campanha, não sabemos por quanto tempo o efeito esterilizante atua de modo parcial ou total. Além disso, não sabemos se todos ou alguns lotes de vacinas estão contaminados.

Não sei se você é cristão, mas a Bíblia diz que o mundo jaz no maligno. É de se esperar essas coisas no mundo. Recebi ontem mensagem de uma bióloga. Veja o que ela diz:

oi julio!
sou bióloga e acabei de ver seu blog sobre essa campanha de vacinação... isso tudo explica o pq de uma vacinaçao obrigatoria, inclusive para quem já tomou antes, ou teve a doença. sobre o ponto de vista biólogico isso é irracional! o sistema imunologico tem celulas de memória, nao precisa ser reforçado!

parabens pelo texto!

Cris Santana disse...

Caramba!!! Eu tomei a vacina neste ano (no ano passado não tomei porque estava grávida).
Não quero nem comentar sobre a minha indignação sobre o assunto...
Mas, gostaria de saber (se alguém souber responder neste momento), essa esterilização em massa é temporária ou permanente?
Abraços a todos!

Julio Severo disse...

Para Marcelo Campinas, favor encaminhar sua mensagem diretamente para juliosevero@gmail.com de modo que suas dúvidas sejam resolvidas.

Gizelle disse...

Queria saber quem é que vai me obrigar a tomar a vacina. Moro em frente a um posto de vacinação e até agora não vi ninguém sendo agarrado e vacinado contra vontade. Ano passado minha cunhada se vacinou e hj minha sobrinha está linda e saudável.
Alguém aqui conhece alguém que foi vacinado a força?
A vacinação não é obrigatória, vai quem quer.

Anônimo disse...

Por que uma grávia abortaria ao tomar uma injeção com HCG, sendo que ela por estar grávida já está impregnada de HCG ? Não sou médico nem nada.. só estou fazendo uma observação em relação aos outros comentários.

Conspiração ou não, por via das dúvidas, não tomem a vacina, claro!

Anônimo disse...

não significa que todas as vacinas, mas suficientes para gerar alguma estatistica já determinada ou planejada. Se todas possuirem, ficara na cara esse plano. Regiões determinadas podem ter sido selecionadas, em funções de indices do proprio governo.

Anônimo disse...

afew.. tenho uma leve impressão q eu li esse seu texto um pouco tarde de mais! rsrssrs
Minha namorada e eu fomos vacinados, pois ainda não tinhamos adquirido tal doença, nem haviamos sido vacinados contra ela em tempos passados.
Isso realmente me preocupa muito, pois vendo por este lado, vc (Julio Severo) tem toda razão. O que eu queria mesmo... é ter certeza de que estas vacinas estão mesmo contaminadas com tais esterelizantes. Serão feitos testes e análizes para realmente termos certeza de que as vacinas estão contaminadas com os esterelizantes?

Anônimo disse...

Uma dica pessoal..e se possivel ao julio tbm...
mandem essa noticia citada pelo julio ao CQC da Band...se mandarmos bastante vezes, entenderão nossa preocupação e se forem realmente serios divulgarao.

rafael disse...

"Até a semana epidemiológica 52 de 2007, foram confirmados surtos de rubéola em 20
(74%) estados e em 577 (10,3%) dos municípios, perfazendo um total de 8.683 casos confirmados."

Isso é bem coisa de quem quer subir page rank!

Renata disse...

Olá Julio, e obrigada pela informação, porém eu já tomei a vacina, e agora preciso saber se
estas vacinas estão mesmo contaminadas com tais esterelizantes. Serão feitos testes e análizes para realmente termos certeza de que as vacinas estão contaminadas com os esterelizantes?

Julio Severo disse...

Olá, Renata! O Ministério da Saúde tem sido pressionado para fazer os testes necessários. Não sei até que ponto podemos confiar no Ministério do Ataúde, mas fazer o quê. Contudo, mesmo que não achem agentes esterilizantes (que na verdade provocam micro-abortos), é fato que essas vacinas são da linha de célula fetal RA273. Isto é, injetaram em você uma vacina que foi produzida com células de um bebê abortado. Veja mais informações aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/06/vacinas-de-aborto-verdade-escondida.html

Dede disse...

Seria uma boa o pessoal mandar pro CQC mesmo manda a sujestao ai galra, so um porem que o dono faca copia do blog, causo apaguem "nem eh preciso dizer o que pq" eh so criar outro

Abraco a todos

Dra. Jessica disse...

Sr Julio, sou medica pediatra e especialista em recem nascido. Gostaria de lhe informar que apenas UM CASO de rubeola congenita é inadimissível! É uma doença que podemos prevenir!!! Se o senhor e seus leitores não sabem o que é a doença e o impacto para uma mãe ter um bebê mal formado, surdo, com problema no coração, é porque não têm um caso deste na familia!!! A vacina é segura e todos devem tomar para que seja alcançada uma alta cobertura vacinal e assim possamos acabar com esta TERRÍVEL doença em nosso país! Isto que o senhor está dizendo e deixando ser dito é contra a saúde do BRASILEIRO!!! O Sr deveria se envergonhar deste tipo de comunicação e desejo, sinceramente, que o Sr nunca tenha na familia uma criança mal formada por rubeola, porque é 100% dos casos para a mãe dela! Espero que o Sr seja democratico e coloque esta mensagem no blog e não a exclua por ser contraria ao seu pensamento. Jessica

Julio Severo disse...

Prezada Dra. Jessica, atendendo ao seu pedido, aqui está sua opinião. Agora, também lhe peço por amor aos seus clientes, que você não censure o outro lado da questão.
Você disse que a “vacina é segura”. Mesmo desconsiderando totalmente a questão da esterilização, a própria Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos, de 4 mil membros e fundada em 1943, vem pedindo uma moratória nas políticas governamentais de forçar a vacinação em todos os americanos, advertindo: “Nossos filhos enfrentam a possibilidade de morte ou graves efeitos colaterais de longo prazo”.
Olha, mas isso é EUA. Aqui, brasileiro é rebanho e quando mandam o gado ir para o matadouro, o brasileiro não questiona. Pelo contrário, questiona quem questiona.
Gostei quando recentemente um escritor fez o seguinte questionamento sobre a situação de um homem que, depois de receber a vacina da rubéola, foi internado em estado grave com os rins trancados. Ele disse: “Curiosamente, os efeitos colaterais da vacina — apesar de raros — são mais graves que a manifestação da própria doença. Mas ninguém diz isso na campanha de vacinação ”. http://colunas.imirante.com/marcosdeca/2008/08/29/vacina-contra-rubeola-leva-dois-em-sao-luis-a-hospital/
Democracia é poder questionar: governo, vacinas, médicos, pediatras, pastores, padres, etc. Isso é democracia. E com informações democráticas, sabemos que a vacina pode não ser tão segura quanto se promete.
Seus clientes já sabem a opinião estatal de que a “vacina é segura”. Agora, por favor, dê a eles a oportunidade de conhecerem a opinião de médicos e pediatras que mostram que a vacina não é segura e vem causando doenças, deficiências e mortes em crianças e adultos vacinados.
Fiz a minha parte. Postei sua opinião. Agora, faça a sua parte.

Anônimo disse...

Boa noite.
Sou biólogo. Com relação ao sistema imunológico, ele reconhece o que é próprio e rejeita o que é não-próprio. No caso em questão, se hCG estranho aparecer no organismo, será rejeitado e criada célula de memória para reconhecê-lo e combatê-lo, no momento e no futuro. Mas o hCG próprio da mãe não será combatido; ele sempre será reconhecido como PRÓPRIO!
Quanto à campanha, creio que é um aberração; não há epidemia nem suspeita de que possa haver proximamente.
Raul Osório Pinto

Leco disse...

Dra. Jéssica.

Eu li seu depoimento e até o respeito, porém tenho caso na família, mesmo assim sou contra a campanha "forçada", o que acho muito estranho. Porque o governo não faz a mesma campanha para os riscos de "toxoplasmose" que fazem mais vítimas entre os nascituros do que a própria rubéola ou campanha de vacinação contra a gripe (que só aplicam em idosos e alguns privilegiados) já que a gripe em seu efeito mais devastador (pneumonia) mata por ano milhares de pessoas, principalmente crianças???

Sou desconfiado e na desconfiança, digo não à essa vacinação suspeita, pelo histórico de esterelização em massa ocorrido em outras campanhas semelhantes em países do terceiro mundo.

Igor disse...

Ainda bem q eu não tomei esta 'bendita' vacina.

Layana - laybrasil@gmail.com disse...

Olá Júlio, cheguei ao seu site através de um e-mail que recebi. O texto está muito bom - tanto é que conquistou muitos leitores e persuadiu muita gente.

Estava indo bem na leitura e tentada a acreditar em tudo quando me deparo com tal arqgumento: "É difícil responder, até porque quem criou esses agentes teve a clara má intenção de usá-los da forma mais indetectável e imperceptível possível. " Por favor né? Não há nada mais que conste numa fórmula que não possa ser detectado por cientistas. Dizer que não dá para provar porque a fórmula é secreta e indecifrável me fez dar boas risadas. Ainda bem, pois já começava a ficar preocupada!

É por isso que isso não sai da internet. Esterelizados ou não, estamos - quem tomou e quem não tomou - todos bem e duvido que a tava de natalidade das regiões pobres caia a curto ou médio prazo.

Jane disse...

Muito interessante este questionamento. Já estava sem entender o porquê deta campanha e, agora, me sinto idiota.... Só me restam suspeitas e dúvidas : Por que os homens também tem que ser vacinados ? e somente até 39 anos ? Essa doença não atinge pessoas acima de 40 anos ???? e as mulheres que estão engravidando cada vez mais tarde, não deviam tomar a vacina mesmo tendo mais de 39 anos ??? Não há uma lógica nesta campanha ou há falta de esclarecimentos para nós, simples mortais e ignorantes na área médica.
Jane

Segunda Vista disse...

Bom...

Como uma possível comprovação de "esterilização" na vacina não será comprovada antes que se tenha o término desta campanha, então eu vou ficar com o que é perfeitamente lógico:

Como alguém que não se importa com a vida antes do parto, pode se importar com a mesma vida frente ao perigo da rubéola? Na verdade este alguém não se importa, pois é indiferente um feto que morre por uma doença ou abortado, ambos morrem. Para quem não se importa, mais ainda que o aborto venha a calhar quando se constata má formação do feto devido à rubéola, evitando assim que se coloque no mundo alguém deficiente.

Seria muito digno da parte do ministro tentar salvar 17 vidas por ano, investindo 200 milhões de reais, até mesmo para salvar uma única vida se não tivesse outra forma. Quando é dito neste blog, ou em qualquer outro lugar, que 17 vidas não seriam suficientes para tanto investimento, eu discordo. Mas o que acontece é que, invariavelmente, a campanha é de fato uma mentira: vem de um partidário do aborto. Para este ministro, e para o seu presidente, 17 vidas também pouco importam. Não é por isso tal campanha.

Logo, se trata de argumento lógico e suficiente, que independe de comprovar o que está por trás.

Como alguém disse acima, é melhor confiar numa clínica particular para tomar a vacina, pagando por ela, do que confiar no governo.

Se para o governo, tudo não passa de "rumores", isso é culpa dele próprio que não é capaz de passar confiança para esta "parte da população" (já que a "parte maior" trocou seu voto por "bolsa família" e "injeções na testa": pois que agora a tomem!).

Anônimo disse...

Atenção a todos!
Pelo que entendo de epidemias, a rubéola não é uma doença epidêmica. Além disso, para "eliminar" a doença, ou seja, a rubéola, você teria, em tese, que vacinar toda a população, já que os que ficam de foram podem contrair a doença e transmitir para os demais, e assim sucessivamente.
Não faz sentido vacinar uma faixa de idade, incluindo homens! Eu considero fundamental que todas as jovens meninas a partir de 12 anos se vacinem, como era até então. Aí faz sentido!

Guilherme Ximenes disse...

Olá. Gostei muito do que foi apresentado sobre a campanha 'Brasil livre da Rubéola'. Tenho 15 anos e fico me perguntando se isso pode mesmo estar acontecendo. O Governo Federal deveria estar nos protegendo e não soltando campanhas com 'segundas intenções'.
Quando li a reportagem acima, fiquei um pouco assustado, mas após ler alguns comentários já comecei a ficar em dúvida se pode ou não ser verdade.
Não tenho conhecimento sobre a gravidade da doença, mas acredito que não seja tão preocupante quanto o governo está tratando-a. Com casos já registrados de companhas de vacinação com substâncias esterilizantes, não duvido que o governo brasileiro tenha feito isso,os brasileiros deveriam acordar e ver a MERDA que é o nosso país está.
Esse tipo de acontecimento deveria ser expandido e publicado em jornais e meios de comunicação para que o governo veja que não estamos aceitando calados. Mesmo que não tenha nenhum problema nas vacinas deveríamos mostrar que ainda estamos de olho no que está acontecendo.

Anônimo disse...

Secretaria convoca população de Caxias para últimos dias de vacinação contra Rubéola

Rio - A Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias informa que esta é a última semana que todos os postos de saúde do município, além das unidades do Programa de Saúde da Família (PSF), vacinarão a população contra rubéola. Segundo a Secretaria, muitas pessoas ainda não foram vacinadas, a maioria homens, mas poderão fazê-lo até sexta-feira, dia 12 de setembro.

Para a responsável pela campanha no município, a diretora de Saúde Coletiva, Yolanda Bravim, isso se deve a um boato espalhado em blogs, na internet. De acordo com o conteúdo dos informativos, como o http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/o-que-est-por-trs-da-campanha-brasil.html, onde o autor do mesmo diz que o homem que for vacinado contra a doença, corre o risco de ficar estéril, o que segundo ela não procede.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias, o Ministério da Saúde pretende imunizar, cerca de 420.000 pessoas, entre homens e mulheres de 12 a 39 anos.

Em Duque de Caxias, por exemplo, a meta era de que 95% da população fossem vacinados, mas até o momento apenas 54% procuraram pelos postos de saúde. E os únicos alertas que a Secretária fez para os que forem vacinados é de que as mulheres não devem estar grávidas ou engravidar até 30 dias após a vacinação. Além disso, quem for doador de sangue, deverá esperar 30 dias após a vacinação para nova doação.

Vale lembrar que a vacinação contra Rubéola, Sarampo e Caxumba teve início no dia 09 de agosto e que a mesma será encerrada nesta sexta-feira (12/08).

Fonte: http://odia.terra.com.br/rio/htm/secretaria_convoca_populacao_de_caxias_para_ultimos_dias_de_vacinacao_contra_rubeola_198357.asp

Anônimo disse...

Vão obrigar a força a vacinação? E se eu não quiser vacinar? A polícia vai me prender? Vão me amarrar numa cadeira de força e aplicar a vacina contra a minha vontade?

Meu Deus.. o socialismo ta aí acontecendo na nossa cara, medidas como esta ferem completamente a constituição e o direito de um indivíduo.

Gleice Novoa disse...

Ainda mais vergonhoso que tudo isso é o fato dos bancos de sangue estarem vazios pois que toma a vacina fica um tempo sem poder doar... Não estão permitindo o nascimento de uma nova vida e nem a continuação dela.

Anônimo disse...

gostaria de saber se já fizeram testes com a vacina que está sendo utilizada no Brasil. você tem alguma informação? obrigada por compartilhar seu conhecimento!

Verbo Santo "Dança,Louvor & Adoração disse...

Bem, achei muito estranho essa história de mesmo quem já teve a doença ter que tomar a vacina. E decidi não toma-la.. pois estva grávida quando minha filha mais velha teve a doença e imaginem o que aconteceu???? nada...não peguei a tal rubéula e nem o meu filho no ventre, nasceu perfeito...então que doença é essa???se não é epdemia pq vacinação em massa??? muito estranho pelo q eu saiba morre mais mulheres e crianças em clinicas clandestinas de abortos do que de rubéula...e não vejo campanhas para fechar essas clinicas, pelo q eu saiba acho que nem clandestinas são mais porquê o esforço é grande para liberarem o aborto..e assim será um novo método de controle de natalidade, engravidei sem querer, vai em um hospital público e faz um aborto..só qureia saber quem vai ganhar com isso...a população é q não é....DEUS nos ajude....o mundo vai de mal a pior..

j. noronha disse...

Que bom seria se esse povinho brasileiro parasse de reproduzir por uns 10 anos, não faria mal algum.

Eu seria mais radical se fosse o ministro, lançaria o aborto compulsório para quem não comprovasse recursos para criar um filho.

irradiandoluz disse...

Olá Julio.

Muito interessante sua perspectiva da questão.
Estou pesquisando a questão das vacinas desde que minha filha nasceu, há 3 meses e meio, e desde então estou encontrando algumas opiniões contra as vacinas, mas estas carecem de dados confiáveis, quase tanto quanto o outro lado (pró-vacina).
Infelizmente, é uma questão partidária, em que os lados não se conversam e não se entendem.
Fica difícil julgar em quem confiar, afinal são todos humanos defendendo interesses diversos, nem sempre declarados.
Ainda estou esperando encontrar um fórum de debates em que os dois lados da moeda (pró e contra vacina) dialoguem racionalmente.
Aqui só encotrrei um dos lados, mas ao menos nos comentários pude encontrar o outro.
De qualquer maneira, muito lúcidas suas argumentações, ressoaram em mim.
Não vou tomar a vacina, mas isso foi uma decisão que tomei buscando ser o mais imparcial possível frente a estas questões.
Com relação às vacinas recomendadas à minha filha, acredito que darei algumas vacinas sim, como a anti-tetânica... mas é uma questão muito complexa, que envolve variáveis como:
-gravidade da doença
-ocorrências e surtos da mesma
-efeitos colaterais da vacina
-efetividade da vacina
entre outros.
O site Vacina Veritas
http://vacinaveritas.blogspot.com/
tem muitas informações interessantes com relação a este tópico.
Peço licensa para publicar seu texto em meu blog.

Um abraço
Gabriel Dread

Anônimo disse...

Pois se a vacina evitar novos nascimentos é excelente, pois o mundo está totalmente sobrecarregado de seres humanos.

Ninguém pensa em todas as outras espécies animais e vegetais que ficam sem espaço para existir quando aumenta a população humana???

Anônimo disse...

Hoje soube que a mãe de um aluno meu que não sabia que estava grávida teve um aborto espontâneo após tomar a vacina contra a rubéola, e outra mãe teve a hemorragia da menstruação intensificada depois de tomar a vacina. Foi quando caí em mim da gravidade da situação. Se realmente a vacina administrada pelo Ministério da Saúde tem efeito abortivo, mulheres estão sendo submetidas a uma vacina abortiva sem serem informadas dos efeitos da medicação. Isso é um absurdo! Nenhum governo tem o direito de submeter uma mulher a um aborto, muito menos sem o seu conhecimento e contra a sua vontade em nome da saúde pública.

E, mesmo que a vacina não tenha efeito abortivo, como não há forma de evitar que seja vacinada a mulher que desconhece que está grávida, e como não há forma de evitar um gravidez no período no período posterior a vacinação, mulheres em período fértil não deveriam ser vacinadas dado o alto risco dos bebês sofrerem as conseqüências da doença. A vacina na verdade amplia o número de bebês exposto a doença no período de gestação. O governo certamente não desconhece o fato, o que aumenta a desconfiança sobre o possível o efeito abortivo da vacina. Somente deveriam ser vacinados homens. Também seria perigoso vacinar mulheres durante o período da menstruação porque há mulheres que tem sangramento durante a gravidez e confundem com o ciclo menstrual. Bem como mulheres antes da puberdade, porque não se poderia definir o início desse e uma possível gravidez.

Anônimo disse...

Revoltante! Tive uma péssima reação, três dias depois. Febre alta que demorou a normalizar (quase 39,5ºC). A poir reação em toda minha vida!!! Revoltante!!!

Juli@n@ *** disse...

Eu tomei a vacina e não tive nenhum efeito colateral. Mas como é para dar a minha opinião, não acredito que essa vacina venha a ter efeito abortivo. Pelo menos enquanto nenhum especialista qualificado declare isso depois de ter feito os estudos devidos e tudo mais, não mudarei meu pensamento. O Ministério da Saúde não é burro, pode ser meio alienado, mas burro não. Como eles podem pensar em esterilizar a própria população? Senão tem população, não tem nação, país. Isso então seria suicídio coletivo? É muito estranho, mas se for verdade, mais estranho ainda!

Eduardo de Jesus Gomes disse...

Senhor Júlio Severo:
A vacina aplicada na campanha em questão é a dupla (sarampo + rubéola)ou tríplice viral (sarampo + rubéola + caxumba), protegendo também contra o sarampo, que costuma ser mais perigoso e contra a caxumba. Estas são licenciadas por diversos organismos internacionais e nacionais, inclusive a Anvisa brasileira. Eu não me senti em nenhum momento obrigado a tomar ou prescrever as vacinas.
Não usar as mesmas vacinas pode expor a população como um todo às doenças em questão, como exposto em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/informe_rubeola1.pdf.
Espero a publicação na íntegra deste comentário.

Atenciosamente,

Eduardo de Jesus Gomes Arueira
Médico Santarista.

Julio Severo disse...

Como médico, você também tem a obrigação de saber e divulgar para os pacientes que as mesmas vacinas podem expor a população a uma série de problemas, conforme exposto aqui neste site médico: http://www.aapsonline.org/vaccinenew.htm

Espero que você esteja cumprindo sua obrigação, tornando acessivel aos seus pacientes informações cruciais para a saúde.

Eduardo de Jesus Gomes disse...

Existem os chamados Eventos Adversos Vacinais, conforme manual em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_pos-vacinacao.pdf, que é usado ro tineiramente na vigilância epidemiológica dos mesmos em todos os Municípios do país. O mesmo também é distribuido em edições de papel.
Atenciosamente,
Eduardo de Jesus Gomes Arueira

Julio Severo disse...

Prezado Dr. Eduardo

Você teve o cuidado de colocar aqui link de documento sobre os efeitos adversos das vacinas. Eu li, mas há ali também algumas fantasias.

Eu não sou do tipo que engole tudo, principalmente quando a fonte (o governo) que dá garantias sobre as vacinas é a mesma que oferece à população do Brasil uma péssima assistência de saúde. A realidade estatal de saúde fala por si e fala acima da eloqüente defesa estatal às vacinas.

Não é prudente crer e acolher tudo o que vem do Estado. Por exemplo, só porque o ministro contra a Saúde Temporão acha que o aborto é certo (e tem lá seus argumentes para esse tipo de assassinato), isso não significa que tenhamos todos de respeitar ou baixar a cabeça diante do “ilustre” médico pró-aborto.

Invariavelmente, quando as mães levam seus filhos para vacinar, não é garantido a elas o direito de saber TODOS os efeitos colaterais e adversos das vacinas. Sonegar informações e direitos é crime, e esse crime vem sendo cometido exatamente por quem garante que as vacinas são seguras.

Na questão das vacinas infantis, as medidas estatais são patentemente ditatoriais. Enquanto em países muito mais desenvolvidos do que o Brasil, como a Austrália, os pais têm a liberdade total de vacinar ou não, no Brasil os médicos de hospitais públicos são obrigados a vacinar as crianças e os pais são obrigados a levar as crianças para vacinar.

Não tente mentir sobre isso, pois encontrei seu nome num site menonita. Por falar em menonitas, achei uma informação interessante. Os menonitas que nunca vacinam os filhos não têm nenhum caso de autismo. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/04/autismo-e-vacinao-infantil.html

O autismo é um problema atual gravíssimo e de grandes proporções, cuja ligação com as vacinas é devidamente abafada por grandes empresas farmacêuticas ligadas às vacinas.

Contudo, o documento do link que você mandou, evidentemente, impõe sua própria verdade, assim como Temporão quer impor outra verdade sobre aborto e sobre o valor da vida humana.

Dou-lhe um bom conselho: Não confie em tudo o que o governo ou especialistas ligados ao governo dizem. Se você fizer isso, poderá acabar no mesmo trilho dos especialistas que foram cooptados pelo nazismo e comunismo.

Nosso bom senso sempre tem de estar acima de ditas opiniões oficiais que nos são impostas. Se você é médico a serviço do governo, sei que você não tem a liberdade de ter posturas diferentes sobre vacinas. Pelo menos no Brasil, não lhe é dado tal direito e liberdade. E não tente mentir sobre isso, pois já estou lhe dando aqui um espaço que duvido que você me daria diante dos seus pobres pacientes.

Se quiser conversar mais como cristão, entre em contato comigo: juliosevero@gmail.com

Anônimo disse...

Tomei a vacina sim e continuo tomando e se isso vai dimuir esse bando de pobres que se reproduzem como coelhos e são oportunistas pq tem 2 braços e 2 pernas não trabalham pq preferem ser ajudados pelas igrejas e governo, e parir do que trabalhar. Será ótimo a vacinação. Incentivo todo mundo a tomar. Menos crianças é igual a menos consumo, menos poluição, menos destruição da natureza e menos crimes.

Anônimo disse...

Veja este artigo, Julio:

Vacinação contra doenças:
uma bomba relógio médica

Dr. Robert S. Mendelsohn

A maior ameaça nas doenças da infância
são os perigosos e ineficazes esforços para evitá-las

Ao escrever sobre os riscos da vacinação em massa, sei que se trata de um conceito difícil de aceitar. A vacinação tem sido apregoada de forma tão engenhosa e agressiva, que a maioria dos pais acredita ser ela o "milagre" que eliminou muitas das doenças antes temidas. Assim, parece loucura alguém querer opor-se à vacinação. Para um pediatra, atacar o que se tornou o "feijão com arroz" da prática pediátrica é o mesmo que um padre negar a infalibilidade do papa.

Justamente por isso, peço que os leitores mantenham a mente aberta enquanto exponho meu caso. Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade. Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola.

Mesmo em tais estados, porém, os pais podem tentar persuadir seu pediatra a eliminar o componente referente à pertussis (coqueluche) da vacina tríplice (DPT). Esta imunização, que parece ser a mais ameaçadora de todas, gera tantas controvérsias que muitos médicos estão ficando apreensivos quanto à aplicá-la, temendo um processo por imperícia médica, pois em um caso ocorrido em Chicago, uma criança prejudicada pela vacina contra coqueluche recebeu uma indenização de cinco e meio milhões de dólares.

Embora eu mesmo tenha aplicado as vacinas nos meus primeiros anos de prática, me tornei um oponente ferrenho à inoculação em massa por causa dos inúmeros riscos que apresenta. Vou resumir minhas objeções ao zelo fanático com que pediatras injetam cegamente proteínas estranhas no organismo da criança, sem saber que danos podem causar.

Motivos da minha preocupação

1. Não existe prova científica convincente de que a inoculação em massa eliminou alguma doença infantil. Embora seja verdade que a incidência de algumas doenças infantis, antes comuns, tenha diminuído ou desaparecido desce a introdução das inoculações, ninguém sabe por que, embora melhores condições de vida possam ser a causa. Se a vacinação foi responsável pela redução ou desaparecimento dessas doenças nos Estados Unidos, devemos perguntar por que elas desapareceram simultaneamente na Europa, onde não ocorreram vacinações em massa.

2. Acredita-se, de modo geral, que a vacina Salk (injeção que contem o vírus morto) foi responsável por sustar as epidemias de poliomielite que ameaçavam as crianças americanas nas décadas de 40 e 50. Neste caso, por que a epidemia também teve fim na Europa, onde as vacinas contra poliomielite não eram tão empregadas? E, mais importante, por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.

3. Há riscos graves associados à cada vacinação e numerosas contra-indicações que tornam as vacinas arriscadas para as crianças. Entretanto, os médicos aplicam as vacinas rotineiramente, sem informar os pais sobre os riscos e sem determinar se a vacina é contra-indicada para a criança. Nenhuma criança deveria ser vacinada sem esta determinação. No entanto, formam-se rotineiramente nos postos grandes filas de crianças para serem vacinadas sem que se pergunte nada aos pais!

4. Os inúmeros riscos, a curto prazo, da maioria das vacinas são conhecidos (mas raramente explicados). Ninguém, porém, conhece as conseqüências a longo prazo causadas pela injeção de proteínas estranhas no organismo das crianças. E, o que é ainda mais absurdo, não se faz nenhum esforço para descobrir.

5. Crescem as suspeitas de que a vacinação contra doenças da infância, relativamente inofensivas, sejam responsáveis pelo grande aumento de doenças auto-imunes desde que as inoculações em massa foram introduzidas. São doenças graves, como câncer, leucemia, artrite reumática, esclerose múltipla, esclerose amiotrófica lateral (ALS), lúpus eritomatoso e a síndrome de Guillain-Barré. A doença auto-imune é uma condição em que os mecanismos de defesa do organismo não conseguem distinguir entre invasores estranhos e tecidos normais. Como conseqüência, o organismo começa a se destruir. Teremos trocado caxumba e sarampo por esclerose múltipla e lúpus?

Chamo a atenção para esses aspectos porque é provável que seu pediatra não alertará sobre eles. A amarga controvérsia sobre a vacinação que está se travando na comunidade médica não passou despercebida pelos meios de comunicação. Um número cada vez maior de pais estão deixando de vacinar seus filhos e enfrentando as conseqüências legais. Pais, cujos filhos foram permanentemente lesados por vacinas, não aceitam mais esse fato como destino e estão entrando com processos contra os fabricantes das vacinas e os médicos que as aplicaram. Alguns fabricantes pararam de fabricá-las e outros estão, a cada ano, ampliando a lista de contra-indicações ao seu uso.
_____
Fonte: Revista Just Eat an Apple, nº 16, Primavera 2001

http://www.taps.org.br/Paginas/vacinart01.html

Anônimo disse...

Ola Julio, vc esta de PARABENS
concordo em tudo com vc, esse lance de vacinaçao obrigatoria e´errado, vacinam as pessoas sem ao menos saber se podemos ou nao injetar algo estranho em nosso corpo, digo por experiençia propia, meu filho tomou a triplice quando bebe ainda, e quase morreu, o medico havia me dito na epoca que se passase mais uns 15 minutos sem leva lo as presas ao hospital com certeza ele teria falecido, outro caso aconteceu com uma amiga minha aqui na minha cidade, so´que ela porem nao teve tanta sorte, o menino dela veio a falecer em menos de 12 horas apos a vacina, sendo que ele tinha somente 3 anos de idade, eu resolvi entao nao vacinar mais meu filho, a menos que seja feito exames antes, ou melhor que seja provado que nao havera reaçoes quanto a vacina a ser tomada, essa da rubeola e´´ papo furado, o governo deveria se preocupar mais e´com coisas verdadeiras, tantas gente sem atendimento medico em postos de saude e hospitais, falta de remedios, eu tb nao vacinei e nem vou vacinar, estou esperando os agentes de saude virem bater aqui no meu portao, vao escutar o que nunca escutaram rs, mais e´de pessoas assim como vc que esse País de merda precisa, País onde as pessoas so enxergam bunda de mulher e futebol...
Ha´mais um comentario, enquanto tem pessoas que aprovam a vacina e ate mesmo a diminuiçao dos nacimentos das crianças, seria melhor se os brasileiros pensasem, ou melhor as brasileiras pensasem e parasem de serem tao faceis, vao se entregando a qualquer homem sem conhecer direito, fazendo filhos adoidadas, e jogando em creches e ruas, falta de conciençia dessa mulheres que deveriam em ter no minimo vergonha na cara e conciençia de tomarem anticoncpionais, para evitar sim o nascimento de um ser humano que venha no mundo so pra sofrer e passar necessidades,Julio mais uma vez vc e´um exemplo nesse País.
continue assim.
beijos e um otimo ano 2009.

Anônimo disse...

parabens julio
tambem sou contra essa droga de vacina
kero ver kem vem aki me obrigar a tomar esse lixo.

Marcos Lopes disse...

Sempre estranhei a alta quantidade de abortos expontâneos nos últimos anos.

Poderíamos perguntar, "quantas mulheres vc conhece que abortaram nos últimos 5 anos?"

Eu conheço 15, e mais ou menos uns 20 abortos espontâneos (pois algumas abortaram mais de uma vez)!!!!

Achava que podia ser um efeito colateral de algum produto muito usado pela população, talvez tintura de cabelo, mas este artigo amplia as possibilidades.

Marisa disse...

Prezado Júlio,

Tem sempre lido os seus artigos.
Algo tem me intrigado.
Tenho visto com frequências ouvir de muitas mulheres saudáveis que tem perdidos seus bebês no 2 mes de gestação. Os médicos não identificam nenhum problema, as crianças são amadas e desejadas, todas com pre - natal.

Mas simplismente as crianças se vão.

Somente depois do terceiro aborto se consegue segurar a gravidez.
Seria isso em decorrência de uso da vacina para rubéola.

Pois houve muita polêmica sobre um lote de vacina que provocaria abortos.

Anônimo disse...

Caro amigo Júlio, exatamente como descreveu acima a Marisa, ocorreu com alguem muito intimo de mim,a qual antes da vacinação era fertil e depois teve dois abortos espontaneos de 2,5 meses e 2 meses sem detecção da causa em nenhum exame realizado. O QUE IMPORTA AGORA É PROVARMOS COM A AJUDA DE PROFISSINAIS DA SAÚDE HONESTOS QUE EXISTEM INDIVÍDUOS COM ANTI-HCG (ou anti-trofoblasto) ou outra coisa semelhante, POIS ISTO SERIA NOVIDADE NO MEIO MÉDICO E ASSIM, EVIDENCIANDO AS CAUSAS DE TAIS ABORTOS A MEDICINA LOGO DESCOBRIRA A CURA EM TAIS CASOS. Não sou da área médica, mas pergunto se não bastaria coletar o sangue de voluntárias que tiveram tais abortos (ja tenho candidadata) e misturar com hcg sintético ou mesmo natural (sem conservante) de alguma grávida com sangue compatível e ver se o sangue coletado aglutinaria em contato com o hcg.

Ivan disse...

CUIDADO COM VACINAS LOGO DEPOIS DO PARTO. MUITAS QUE SE RECUSARAM A RECEBER A VACINA DURANTE A CAMPANHA FORAM VACINADAS APÓS OS PARTOS.
Na Quenia foi comprovado atualmente a contaminação por BHCG.
Acho que é hora de retomarmos o assunto.

Anônimo disse...

O que isso pode ter a ver com os casos atuais de microcefalia supostamente ligados ao zika virus??

Anônimo disse...

Não acham coincidência demais cresceram agora como noticiados também os casos de síndrome de Guillain-Barré?

Anônimo disse...

Microcefalia está aí assolando ...
SUSPEITO.