13 de agosto de 2008

As mulheres e o futuro da humanidade

As mulheres e o futuro da humanidade

Julio Severo

A Europa pode hoje se orgulhar de uma sofisticação e modernidade sem paralelo em sua história. As mulheres européias agora ocupam mais do que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios. Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.

Mulher européia: planos e interesses empresariais

O índice de casamentos na Alemanha vem caindo, deixando para os homens alemães a opção de esquecerem completamente essa instituição “falida” ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios. Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa.

Com tal participação ativa das européias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está acabando, trazendo como conseqüência menos filhos e menos cidadãos europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil cada vez menor. É a contagem regressiva para o fim da Europa.

Mulher muçulmana: ela está decidindo o futuro da Europa

Apesar da realidade óbvia, os europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino “tradicional” de cuidar do lar, do marido e dos filhos, dizem claramente: “Vamos ganhar a Europa!”

Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebês agora é… Maomé. E Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução se tornou possível porque as muçulmanas estão comprometidas com sua religião e com suas funções naturais.

A “religião” da mulher européia é o individualismo, o carreirismo e a contracepção. Carreirismo é colocar carreiras profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina européia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina européia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos, mas para focar sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.

Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não está nas mãos das mulheres européias, que estão nas empresas. Os muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão dormindo. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas falam abertamente para as outras: “Fiquem em casa e gerem bebês! Assim, conquistaremos a Europa!” Quem pensou que a mulher profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria civilização européia.

Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polêmicas, as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e dos filhos. Apesar de sua humilde posição, são elas que estão fazendo diferença muito maior e mais importante do que as européias que chefiam empresas. Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam ao chamado de Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as mulheres mais jovens a se dedicarem ao lar e à família. Na questão da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão seguindo muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E sua obediência a princípios tão básicos está decidindo o próprio futuro da Europa.

As européias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos os sentidos, é descontextualizada de sua realidade transformadora, por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o Cristianismo europeu e a própria civilização européia.

Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebês no mundo inteiro é… Maomé.

Governo dos EUA e ONU ativamente envolvidos na promoção dos “direitos das mulheres”

Como explicar o fato de que enquanto as muçulmanas seguem suas funções naturais, as mulheres européias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais atribuem o carreirismo como mover de Deus entre as mulheres de hoje. São eles também que defendem a contracepção, o aborto e o homossexualismo.

Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do sucesso do carreirismo entre as européias e mulheres de outros lugares do mundo. Quase vinte anos atrás, tive oportunidade de estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse importante material, de décadas atrás, estipulava que o governo americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos internacionais, deveria se empenhar na promoção sistemática dos direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.

Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em políticas voltadas às mulheres. Mas sua intenção nunca foi ajudar as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do lar e de sua função natural. Foi assim que, por várias décadas, o governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as mulheres a se dedicarem a carreiras, como forma de desviá-las de realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.

Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte da legislação moderna de cada nação dá “incentivos” ao carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão aos milhões caindo na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da ONU, sem saberem que estão entrando assim nos esquemas cuidadosamente planejados décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controle populacional e engenharia social.

Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos “direitos das mulheres”

É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e seus valores.

A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas européias: lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.

Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir na fila as mulheres européias. Mas no final, quem vai decidir o destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.

Desconhecendo o que está por trás “dos direitos das mulheres”, mesmo mulheres cristãs se deixam levar pela correnteza politicamente correta, onde as carreiras profissionais são ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos de sua religião acima dos planos da ONU disfarçados de “direitos das mulheres”.

Tal uso e abuso dos “direitos das mulheres” não significa que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes se esconde em capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com seduções e enganos.

Reduzindo a população mundial: carreiras para as mulheres e homossexualismo para os homens

Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a entrar em massa no mercado de trabalho — e abandonar suas funções naturais —, o número de homens entrando em massa no homossexualismo — e igualmente abandonando suas funções naturais — está aumentando assustadoramente.

Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir as mulheres ao mercado de trabalho, seu alvo era reduzir a população mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não gastariam tanto de seus recursos naturais em si mesmos, mas os guardariam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA planejam usá-los.

Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem se entupir de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em rótulos elegantes como “direitos reprodutivos”, “direitos sexuais“, “direitos das mulheres”, etc. Resultado: a propaganda está dando certo. As mulheres de hoje são condicionadas a não pensar em família e filhos — e elas estão adorando esse condicionamento. Pergunte às alemãs.

Quanto ao fenômeno moderno da explosão de homossexualismo na população masculina, o que esperar? Além dos fatores espirituais e psicológicos, o homossexualismo também vem sendo promovido como estratégia para deter a explosão demográfica. Homens homossexuais não casam com mulheres. E, o mais importante, homens fazendo sexo com homens jamais geram bebês.

Mulheres e homens abandonando suas funções naturais — é o sacrifício que o governo americano, o socialismo e a ONU planejaram para controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois é bem mais fácil os homens abandonarem suas funções naturais depois que as mulheres abandonam as delas.

“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”. (Romanos 1:26-27 ACF)

Maria: ela disse “sim” a Deus, não aos sistemas humanos

No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas “Preferência para mulheres grávidas”. A própria responsabilidade social impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em primeiro lugar nos botes salva-vidas?

E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus que Maria não era uma moderna mulher européia. Se fosse, em vez de dizer “sim” a Deus, ela diria “sim” à contracepção e ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de uma empresa do que um bebê. Graças a Deus, ela escolheu o bebê, que se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.

Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com sua função natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e planejada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.

Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim como Maria acolheu bebê Jesus em seu ventre, assim também toda mulher que se abre para seu papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também acolhendo a presença de Jesus. O próprio Jesus diz:

"Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou". (Marcos 9:37)

A missão de gerar bebês não envolve mais trazer a presença física de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida alguma, quando uma mulher cristã abraça sua missão em nome de Jesus, ela estará acolhendo muito mais do que um bebê.

Mulher européia carreirista x muçulmana dedicada ao lar

Enquanto as européias querem empresas cada vez maiores em números de empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem vislumbrar a conquista da Europa “cristã” de mentalidade contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é a religião que mais cresce na Europa e no mundo.

Crescimento da população muçulmana no mundo

Ano

1900

1970

1975

1980

1985

1990

2000

Número de muçulmanos

200 milhões

541-615 milhões

593-709 milhões

634-828 milhões

678-986 milhões

800 milhões a 1 bilhão

1 a 1 bilhão e 500 milhões

Fonte: Abd Al-Masih, World Muslim Population Growth 1970-2000, Light of Light, Austria, 1990.

A Bíblia diz que a mulher sábia edifica seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias edificam um país. Com seus muitos filhos, as muçulmanas já estão “edificando” a Europa inteira. E as mulheres cristãs, ocuparão seu tempo edificando o que?

A Bíblia também diz que a mulher tola destrói sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo, ao feminismo e à contracepção, é exatamente isso o que as européias estão fazendo com suas famílias, igrejas e nações.

Fonte: www.juliosevero.com

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6 comentários :

Condenado disse...

Grande texto Julio, já repassei para alguns amigos. Espero que ao menos o cristianismo sobreviva na América.
Deus te abencoe.

Toth disse...

É óbvio que o feminismo está ajudando a destruir o ocidente. Tão óbvio como a luz do dia.
No Brasil, no entanto, o pensamento feminista já entrou tão fundo na alma das brasileiras que já é praticamente impossível pensar em uma reversão.
Falo disso porque conheci a fundo as mulheres brasileiras, de todos os tipos imagináveis. Desde as que se dizem "ultra-conservadoras" até as mais liberais (ou libertinas) possíveis.
Todas possuem basicamente os mesmos giros de pensamento.
Todas consideram a beleza fundamental. Esse é um dado assustador que desnuda por completo a monstruosidade e a fragilidade da alma das mulheres no Brasil.
A chocante constatação de que uma cantora chinesa foi impedida de subir ao palco por ser "feia" durante as festividades de abertura dos jogos olímpicos de Pequim, tendo que ficar escondida para que uma menina "bonitinha" pudesse simular a sua presença ao público não causaria estranheza nas brasileiras. Em geral elas são assim mesmo. E em geral as brasileiras aprovariam a medida do governo chinês. Valorizam a estética, o corpo e a beleza física como um ideal nobre e humano. Basta verificar que cantor e cantora feia no Brasil de hoje não fazem sucesso. Em outros tempos tivemos cantores e cantoras excelentes, mas feios fisicamente (Elis Regina, Calbi Peixoto, entre outros grandes nomes da música). Esses tempos já não existem mais.
Esse ideal "helenístico" de beleza é típico dos regimes mais doentes que já existiram. Hitler, por exemplo, o adotou como política de Estado. Não somente em termos de reprodução (com as famosas clínicas nazistas de reprodução, onde os mais “belos” soldados eram selecionados para “cruzar” com as mais belas alemãs) mas também na arte onde belos bustos e belas esculturas gregas eram vistas com grande exaltação pelos artistas nazistas. Em Esparta, na Grécia antiga, somente os bebês "sadios" eram aceitos. Os “frágeis” eram descartados como lixo e arremessados de cima de um penhasco vivos.
Em geral essa exaltação ao físico, à beleza física, nasce do vazio interior das pessoas. Como não existem valores morais nem sentimentais sinceros às pessoas que assim pensam, passam a exaltar o corpo como forma de distinção entre o que eles consideram uma “boa pessoa” e uma “má pessoa”. Da mesma forma como se avalia um cachorro, um cavalo, um boi, um gato. Enfim, bichos.
Uma pessoa com um corpo "bom", no Brasil, é boa. Já é imediatamente aceita como portadora de boas virtudes. “Ai, ele é lindo não?”. É a ditadura da beleza física.
É a exaltação suprema das superficialidades e das vulgaridades acima do essencial.
A beleza física nas pessoas para Deus é irrelevante. Deus não faz a acepção das pessoas. Deus gosta do essencial e não do superficial e do corruptível.
Eu sei que isso pode parecer meio “fora de moda” para as brasileiras. Meio “chato”, meio “sem graça”. Mas é o pensamento de Deus. Se Deus fosse realmente importante para as brasileiras, elas não agiriam da forma que agem. Pior é que muitas delas estão convictas de que Deus está com elas, que está em suas vidas e que são realmente abençoadas por ele. Muitas por ter dinheiro, outras por ter beleza física e “felicidade” (quer dizer: a realização de seus desejos). Isso é o máximo que elas conseguem conceber , em geral, das obras de Deus nas suas vidas.
O que? Você é gordo ou gorda? Você é vesgo/vesga, tem barriga ou é careca? Não venha ou não nasça no Brasil. A menos que você tenha dinheiro, claro. Porque é de dinheiro o que esse povo mais gosta. Se você tem dinheiro, por mais que você seja feio, ficará lindo imediatamente. Sem exagero nenhum. A bizonha figura do presidente da República é a constatação inequívoca dessa verdade. Elas não o amam pelas suas virtudes, a despeito dele ser feio como a peste. Amam o seu dinheiro ou a possibilidade de ganho$ futuros que ele pode proporcionar e nada, além disso.
Eu só pude verificar como a mulher brasileira está destruída moralmente quando tive contato com mulheres de outras culturas, ainda não tão infectadas pelo feminismo. É absurda a diferença. Nem dá para começar a comparar. É surpreendente como mesmo países e culturas que foram influenciadas pelo socialismo (como os países do Leste Europeu) conseguiram conservar mais as suas raízes tradicionais que o Brasil.
O Brasil constitui uma sociedade de mulheres de "Atenas", como idealizou o puxa-saco mór do genocida cubano, o vagabundo Chico Buarque de Holanda. Experimente falar mal desse sujeito perto delas. Estão totalmente fascinadas pelo desejo libertino, pela realização de suas aspirações pessoais acima de qualquer coisa e apenas com um leve desejo de um dia ter uma família. A família, aliás, geralmente é vista como um “grande problema” um “peso” que um dia talvez tenha que ser suportado.
As mulheres brasileiras não são somente carreiristas e materialistas. Fruto de décadas de propaganda comunista/feminista disseminadas pelas telenovelas, as brasileiras foram transformadas em verdadeiros monstros. Pensam em si mesmas acima de tudo e no dinheiro (não é de surpreender que muitas delas comecem a jogar os filhos recém nascidos nos lixões, nas privadas e pelas janelas dos apartamentos. Os filhos "atrapalham" a vida libertina que elas gostam de levar), são tão amorosas e tão doces quanto uma máquina de caça-níqueis e são absolutamente fascinadas por coisas fúteis e sem a menor importância. Como telenovelas, por exemplo. Ler livros? O quê, sai para lá. Isso dá sono nelas. Família? Sai para lá. Filhos? Deus me livre. O negócio é silicone, roupinhas justinhas que evidenciem a sua baixa moralidade (um tempo atrás mulheres vestidas assim seriam justamente chamadas de prostitutas. Hoje é “a moda”), tatuagens, piercings e outras coisas bizonhas. Algumas são a verdadeira visão da luxúria e da devassidão. O mais chocante é que elas não percebem isso. Estão tão infectadas até a tampa de feminismo que já não entendem que o seu modo de agir, de pensar, de se vestir e de sentir é puro socialismo, ferramenta do demônio para destruir a família e, claro, a sua própria felicidade e a felicidade de seus filhos.
As mulheres brasileiras estão tendo menos filhos? A óbvia constatação desse fato é que a população brasileira vai começar a envelhecer e o país começará um lento processo de degradação (como já acontece na Rússia, um dos primeiros países a adotar o feminismo e o aborto, onde a sua população decresce dramáticos 1 milhão de habitantes/ano) até que o país possa ser dissolvido e assimilado por outras culturas mais fortes e mais conservadoras. O islã, por exemplo, é um forte candidato por possuir fortes laços morais que dificilmente são quebrados. A mulher muçulmana tem filhos e família: a mulher brasileira não gosta de filhos e não gosta de família. Gostam de coisas fúteis enquanto as muçulmanas valorizam o essencial.
O feminismo é a grande consagração do gramscismo, um fato antropológico que poderá ser estudado pelos cientistas humanos no futuro. No Brasil o pensamento feminista virou um imperativo tão categórico (como idealizou Gramsci) que qualquer forma de pensamento levemente divergente já é imediatamente rotulado como machismo (ou fascismo, como eles gostam de dizer). Que homem não foi acusado de machismo no Brasil? Se bobear, devem existir até gays “machistas” no Brasil.
Essas constatações todas não são fruto de “machismo” nem de “achismo” nem de nenhum “ismo”. São uma pura constatação lógica e racional da realidade que existe em nosso país. Talvez ela seja tão feia que muitas brasileiras não suportem aceita-la por completo (daí o apelo ao rótulo para acusar quem “ouse” divergir delas).
A mulher brasileira em geral está totalmente preparada para aceitar o socialismo: fato. São as maiores beneficiárias dos programas assistencialistas do governo e são as maiores beneficiárias da libertinagem e do modo de vida idealizado por uma vida doente, apenas comprometida com a sensualidade e prazeres fúteis. Por isso elas em geral votam e pensam em programas de governo de esquerda.
As mulheres de “Atenas” querem um ditador comunista liderando-as, dando-lhes tudo o que elas precisam para viver a sua vida fácil de prazeres e futilidades. Preferem um ditador comunista que as esmague (síndrome de Estocolmo?) do que um marido que seja chefe do seu lar. Preferem um cafetão (um “cafa”, como elas gostam de dizer) do que um marido bom e fiel.
Não tente esfregar essas verdades na cara delas. Elas não irão entender nunca. Primeiro porque não lêem, ou quando lêem só sabem ler besteira. Paulo Coelho que o diga. Tente encontrar alguma com um Bíblia aberta (mosca branca). Mesmo as crentes e as católicas, em geral, que frequentam a igreja o fazem por uma imposição ou costume da família. Seus sonhos e seus ideais de realização estão, em geral, atrelados aos desejos disseminados pelo feminismo. Acendem velas para Deus, mas desejam mesmo é o erro.
As exceções são tão pequenas e tão raras que não fazem a menor diferença. Um mulher de pensamento “tradicional” no Brasil de hoje seria vista como ET. É exatamente como elas vêem as muçulmanas. As muçulmanas invejam a "liberdade" das brasileiras e das ocidentais? De forma alguma. Elas dizem "vamos ter filhos e vamos honrar nossas famílias para dominar o ocidente um dia".
Pobras brasileiras e pobres mulheres ocidentais: seus filhos varrerão o chão das casas muçulmanas no futuro e suas filhas serão concubinas de algum marido chinês extremamente machista (essa sim uma sociedade totalmente machista) ou de algum muçulmano (lá, eles podem ter várias esposas e várias concubinas). Acham "repressivo" o sistema tradicional cristão? Preparem-se para servir chá na cama para o seu marido enquanto ele está na cama com a sua segunda ou terceira esposa. Preparem-se para submeter-se à violência física e moral dos povos orientais. Esse é o destino que aguarda seus filhos.
Deus não brinca e não gosta de gente que debocha dos seus valores. O débito moral moral dessa geração devassa será pago nas gerações futuras.
Por isso mesmo os socialistas não se cansam de exalta-las. Todos os movimentos sociais possuem alas feministas muito fortes. É a velha tática do demônio: dividir para conquistar. Primeiro separam o homem e a mulher para depois separar o resto. Claro: isso não é por acaso. Feminismo é um dos maiores vetores de destruição da família e da sociedade ocidental e os socialistas (que estudam) sabem perfeitamente bem disso.

Anônimo disse...

Espero ansiosamente por ver esse povo repugnante e ateu da Europa enterrado sob o torpe ismaelita cavaleiro.

VAGS disse...

Meu Deus eu sou mulher e desejo sim ter carreira fora de casa e cheguei sim (antes) a pensar que filhos iriam atrapalhar minha vida... Mas agora tenho eles, tenho família e n penso em trabalhar ate eles irem pra escola, particular, mas me senti muito mal lendo tudo isso... Me senti muito errada. Uma verdadeira endemoniada. Isso é errado. Acho q a mulher tem o direito sim de escolher e, não afetando a rotina de sua família,(em um trabalho de meio período, por exemplo) pode sim ter um dinheiro para coisas pessoais e ajudar o marido nas despesas financeiras da casa. Bem, essa é minha opinião e espero que seja pelo menos publicada.

Lindalva Cordeiro disse...

Sou mulher, cristã, mãe de três filhos, já fui muito criticada por ter tido o terceiro, já que tinha um casal, para essa mentalidade capitalista exacerbada, filho é sinônimo de despesa e perda de prazeres. Trabalho fora de casa, mas prezo o meu lar e a família. Educo meus filhos nos valores cristãos, tanto os dois meninos quanto a menina. Para mim não existe essa de jogar os filhos para a promiscuidade e deixar a filha intacta. E conheço ainda muitas famílias que educam seus filhos dessa forma, as mudanças vêm de acordo com os valores, e precisamos lutar para repassar as crianças valores como castidade, honestidade, caridade e amor ao próximo. Não podemos generalizar, mesmo que sejamos encarados como extraterrestres temos que lutar por aquilo que acreditamos.

MIRAMELES disse...

Concordo em parte com o autor, mas não demonizo as mulheres que trabalham por absoluta necessidade sem descuidar da família (marido, filhos), pois, segundo a Palavra deve ficar sempre em 1º lugar.
Ao leitor Toth: fale por você e pelas mulheres DO SEU CÍRCULO, pois nem todas as mulheres brasileiras pensam só em beleza, beleza e beleza. DEUS nos acuda!