15 de maio de 2008

Funai exclui igrejas evangélicas de reservas indígenas

Funai exclui igrejas evangélicas de reservas indígenas

Julio Severo

Os socialistas, os militantes pró-aborto, os ativistas homossexuais e outras criaturas socialmente insatisfeitas vociferam que o Estado é laico, que na interpretação deles é que o Estado é um lugar onde os valores, princípios e ideologias deles podem permanecer à vontade. O que não pode ter essa mesma liberdade são os valores cristãos que defendem a vida e a família.

Assim, quando eles gritam e esperneiam que o Estado é laico, sua declaração diz: “O Estado é nosso, só nosso. Fiquem de fora os cristãos e seus valores. Engulam goela abaixo tudo o que vamos impor!”

A característica importante deles é que eles são grandes defensores da morte. Eles defendem políticas e leis de aborto para matar crianças inocentes e de eutanásia para matar doentes, deficientes e idosos. O único tipo de morte que eles acham inaceitável é a pena capital para assassinos comprovados.

Os cristãos genuínos têm outra direção: eles são grandes defensores da vida. É por isso que a luta e o sucesso pela emancipação dos escravos (de todas as raças) não pertencem aos ateus, aos socialistas nem aos agnósticos. Foram os cristãos que iniciaram e venceram essa luta.

É pelo fato de que em Cristo há libertação que os cristãos levam o Evangelho a todos: brancos, pobres, negros, ricos, índios, etc. Todos, indistintamente, merecem conhecer a mensagem de amor, esperança, salvação e libertação de Jesus Cristo.

É por isso que missionários cristãos, com muito amor, procuram conduzir os índios ao conhecimento e experiência da Pessoa de Jesus Cristo. Os índios que acolhem no coração o Espírito Santo se tornam novas criaturas, rejeitando um passado de escravidão moral e espiritual.

Um dos grandes resultados e benefícios da evangelização é o questionamento e rejeição, entre índios cristãos, aos costumes tribais de sacrificar e matar crianças índias. Esse resultado é apenas uma extensão natural do poder que o Evangelho tem de defender a vida.

Em todas as sociedades onde entra, o Evangelho genuíno opera liberdade e defesa da vida. É por isso que os maiores defensores das crianças hoje contra a ameaça de aprovação de insanas leis de aborto não são os agnósticos, nem os ateus, nem os nazistas, nem os socialistas. São os cristãos.

O Evangelho puro é pura cultura da vida. Não sendo racistas nem preconceituosos, os cristãos genuínos não querem negar aos índios — ou aos negros e a qualquer outra raça — a oportunidade de receberem a cultura da vida que o Evangelho oferece.

Só um preconceito cego e irracional imporia impedimentos para que os índios conheçam o Evangelho. Esse preconceito é hoje observado nas atitudes da Funai, o órgão do governo federal responsável por decidir o que os índios podem ou não ter.

No Brasil, embora a Constituição estabeleça direitos iguais a todos, parece que os índios não têm a liberdade de decidir se querem ou não o Evangelho em seu meio. Conforme informação do blog Holofote, em janeiro de 2008 a Funai (Fundação Nacional do Índio) decidiu excluir as igrejas evangélicas das reservas indígenas.

Em reação à evidente hostilidade estatal contra a presença evangélica entre os índios, o Senador Magno Malta, mesmo sendo um aliado de Lula, fez pronunciamento criticando a dura decisão do órgão do governo Lula privando os índios do Evangelho. De acordo com notícia da Agência Senado, no dia 7 de maio de 2008 Malta disse:

“As igrejas evangélicas trabalham, sobretudo, com a recuperação de índios vítimas da sua própria socialização, principalmente alcoólatras e depressivos que, sem a orientação dos pastores, acabam optando pelo suicídio”.

Os seguidores de Cristo não praticam preconceito nem discriminação. É por isso que eles não excluem os índios da oportunidade de conhecer o Evangelho, pois os índios também são seres humanos.

Contudo, ao excluir a presença evangélica entre os índios, o Estado pratica a pior forma de preconceito. Aliás, é sempre o Estado que consegue praticar a pior forma de preconceito e ódio, como bem comprovam os exemplos da Alemanha nazista e da União Soviética, que em nome de um Estado laico excluíam, perseguiam, difamavam, atacavam e trucidavam os cristãos e seus valores.

O Estado laico brasileiro, atribuindo a si prerrogativas essencialmente divinas, está decidindo o que os índios podem ou não ter, inclusive Jesus.

O Estado assim se enxerga acima de Deus, removendo dos índios a liberdade e a necessidade de Jesus, mas não lhes permitindo a liberdade e a necessidade de se verem livres de um Estado totalitário que lhes nega o maior de todos os direitos: conhecerem seu Criador.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Índios estatizados: o papel do Estado no sufocamento do Evangelho entre as tribos

4 comentários :

Robsn Ramos da Cruz disse...

Chega de Imparcialidade!

Está mais do que na hora de os Evangélicos se posicionarem, Liberdade Religiosa, Liberdade de Crença é um direito Constitucional, e mais, a Palavra de Deus é a mais expressiva forma de Democracia "Quem Crer...". O Evangelho não será aceito por todos, infelizmente, mais nao se pode privar o homem brasileiro, seja ele de origem nordestina, caboclo, bugre ou indio. chegou a hora e a ahora é agora de Cristão se posicionarem na defesa do Evangelho, na defesa da fé, na defesa da crença do conteúdo bíblico. E se a Bíblia condena e se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, então temos o direito e o dever de condenar. Seja Aborto, Homosexualismo, Pederastia, ou quaiquero outros atos. E se a Bíblia diz para levarmos a Mensagem Salvadora, então temos o Direito e o Dever de defender e Lutar por Isto. isto é um Direito e este direito é antes de tudo Constitucional. Há hoje a necessidade de que nossos Líderes sejam da dispertados para a urgencia do posicionamento que este tempo nos impõe.

Robson Ramos da Cruz
prrobsonmt@hotmail.com

UNIVERSO PÚBLICO disse...

Não entendo o que querem para os índios brasileiros. Dizem depreender esforços para preservar a cultura deles fechando-os numa cúpula de vidro enquanto a nossa é bombardeada é transformada constantemente por diversos fatores.
Todos sabem o que acontece quando superprotegemos nossos filhos. Quando se deparam com alguma dificuldade não sabem qual atitude tomar. A Funasa já não consegue manter essa proteção. Os índios estão sendo cometidos por problemas comuns a cultura contemporânea... e por que?? Dã.... eles estão inseridos nela.. querendo ou não.
Me parece que medidas como essas, não passam duma tentativa de amenizar a culpa por tantas agressões deferidas contras os índios no decorrer da história. Eles precisam ser inseridos na sociedade...
Se querem que eles permaneçam como eram no século XV talvez tenhamos, nós mesmo que nos fechar também...
Sou católico e acredito que haja Evangélicos sérios que conseguem respeitar as diferenças. Por isso continuem lutando...

Ribamar Bezerra disse...

Engraçado que sempre leio e ouço o mesmo blá,blá,blá. "As pessoas precisam de jesus", quem precisa de jesus cara pálida?! Vc tem suas limitações e precisa de um ícone sobrenatural p/ lhe ajudar a sair delas tudo bem, mas querer impô-lo aos demais é sim exagero absurdo que não se pode tolerar, querem destruir a cultura de todos p/ a unificação a uma única perspectiva, que mundo triste teremos qdo todos pensarem do mesmo jeito ¬¬

Anônimo disse...

Acredito que os índios que realmente queiram preservar sua cultura devam começar por retirar a TV de dentro de suas casas. Mas nem só a TV, tb o rádio, celular, luz, água encanada e todas as benfeitorias inventadas pelo homem branco. E ao proibir pregadores cristãos de ensinar o amor de Cristo, até por questão de isonomia... Tb deveriam varrer de seus territórios todas as ONGs que proporcionam vantagens e publicidade, afinal de contas, são manobras criadas por "caras pálidas", além dos conhecidos organismos socialistas infiltrados nestas comunidades, pois ambos contaminam a população indígena com suas ideologias, logística, e dogmas da cultura ocidental. Eis aqui, um perigo real e iminente de mudanças culturais na população indígena. Estão dominando suas tribos e seus territórios de forma sutil,silenciosa e organizada.