8 de maio de 2008

Derrota esmagadora para os militantes pró-aborto no Brasil

Derrota esmagadora para os militantes pró-aborto no Brasil

Comissão legislativa derrota, em votação unânime, a descriminalização do aborto

Matthew Cullinan Hoffman

BRASÍLIA, 8 de maio de 2008 (LifeSiteNews.com) — Numa vitória impressionante para o movimento pró-vida na América Latina, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados do Brasil rejeitou unanimemente uma lei que descriminalizaria o aborto. Os militantes pró-aborto vinham lutando em prol dessa lei desde 1991.

Os dois deputados pró-aborto da comissão se retiraram em protesto sem votar, deixando os deputados restantes rejeitarem a legislação por 33 a 0.

Os membros da comissão se abraçaram em lágrimas enquanto os militantes pró-aborto na audiência gritavam palavras pesadas contra eles e contra a Igreja Católica, que este ano iniciou uma campanha intensa para proteger o direito à vida.

A campanha, junto com importantes iniciativas dos evangélicos, resultou num aumento dramático no sentimento pró-vida no Brasil. Uma recente pesquisa de opinião pública revelou que 68% dos brasileiros agora se opõem à liberalização do aborto. No ano passado, eram 63%.

A legislação, que é conhecida como PL 1135/91, será em seguida considerada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde a expectativa é de que será rejeitada. O texto elimina penalidades criminais para o aborto. Outros projetos de lei que descriminalizam o aborto também estão em andamento no Congresso Nacional.

O voto representou uma derrota esmagadora para os militantes pró-aborto no Brasil, e em particular para o Ministro da Saúde de Lula, José Gomes Temporão. Temporão vem buscando desviar a atenção da questão dos direitos humanos do feto ao redirecionar o debate como questão de “saúde pública” devido aos perigos que ele alega estão associados aos abortos ilegais.

Aparentemente sentindo sua derrota inevitável, Temporão não testificou diante da comissão e em vez disso enviou representantes. Ele usou linguagem diplomática para denunciar a decisão, afirmando que a atual abordagem legal para com o aborto não foi realista e resultaria em “fracasso”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

3 comentários :

rodolpho villas boas neto disse...

viva o bom senso ainda bem que esses assassinos que agòra pedem a morte do pai e da madrasta da pequena isabella nâo poderao fazer a mesma coisa com os seus filhos

Marcelo disse...

Finalmente nossos e-mails que mandamos para os deputados estão ajudando a combater esses movimentos.

Anônimo disse...

Há certas opções pessoais, consciente e livremente assumidas, capazes de revelar quais são e serão as demais em todas as demais esferas da vida.

Se posicionar favorável que uma mulher mate seu filho no útero com respaldo legal, porque existem mulheres que morrem ao tentar faze-lo fora da lei é um tremendo contra-senso.

Como descriminalizar assalto a banco porque o bandido corre risco de vida ao praticá-lo.

Seria menos absurdo, embora ainda cruel e desumano, defender a eliminação dos fetos simplesmente porque, nascendo, atrapalharão a vida de uma mãe com muitas dificuldades.

Confiar pelo sufrágio a tarefa de fazer, discutir e votar leis a uma mulher ou a um homem capaz daquele viés racional é outro contra-senso.

Gostaria de ter a lista dos deputados que se retiraram do plenário durante a votação do projeto de descriminalização do aborto no Brasil, farei o possível para demonstrar ao maior número possível de conhecidos meus, que tais pessoas, incapazes de usar a lógica, devem ser impedidas de participar de uma instituição tão importante como a Câmara Federal dos Deputados, por pura lógica.

Se alguém tiver a lista desses deputados que sairam do plenário para não votar contra o projeto favor indicar aqui no Blog para que possamos também enviar um e-mail para eles, condenando tal atitude.

Por outro lado seria importante enviarmos para os que votaram contra um voto de confiança por escrito.