8 de abril de 2008

A cubanização da dengue e a idiotização dos que confiam no governo

A cubanização da dengue e a idiotização dos que confiam no governo

Julio Severo

Não é só a violência que está fora de controle no Rio. Agora, aparentemente até a natureza se voltou contra o Rio, onde uma epidemia de dengue vem atingindo a população, matando principalmente crianças.

Epidemias de dengue e malária não são hoje incomuns no Brasil. A culpa toda, dizem os ambientalistas, está no aquecimento global.

No entanto, o Dr. Donald Roberts diz no site ICIS que o ressurgimento de grandes doenças como a malária e a dengue é na verdade a maior conseqüência da proibição ao DDT. Ele observa que no Brasil durante a década de 1970, quando esse pesticida era amplamente utilizado, não havia quase nenhum risco de dengue e por muitos anos, menos de 100 mil casos de malária foram diagnosticados no Brasil.

Depois que se proibiu o DDT, essas doenças retornaram. Em 2007, o Brasil registrou quase 500 mil casos de dengue, e centenas de milhares de casos de malária, diz Roberts.

“Epidemias de dengue eram comuns durante a 2ª Guerra Mundial, mas então os mosquitos foram eliminados pelo DDT e a dengue desapareceu. Hoje as pessoas não usam mais o DDT, de modo que os mosquitos estão aí de novo. A dengue ressurgiu e o número de pessoas com dengue está aumentando exponencialmente”, disse Paul Herrling, presidente do Instituto Novartis de Doenças Tropicais.

O Dr. Walter Williams, professor de economia na Universidade George Mason, comenta: “No Sri Lanka, em 1948 ocorreram quase três milhões de casos de malaria e sete mil e trezentas mortes. Com a utilização extensiva do DDT, os casos de malaria caíram para 17, sem nenhuma incidência de morte, em 1963. Depois que a utilização do DDT foi suspensa, os casos de malária no Sri Lanka saltaram para dois milhões e meio nos anos de 1968 e 1969, e até hoje essa doença continua matando nesse país”.

Desde que o DDT foi proibido, por pressão dos ecologistas, aproximadamente um milhão de pessoas morre de malária anualmente. A maior parte das vítimas está na África, e a maioria são crianças.

Como então os ecologistas conseguiram proibir um pesticida que poderia muito bem evitar tamanha mortandade? Na verdade, eles vêem o crescimento humano como praga e apóiam todo tipo de meio para reduzir a população. É por isso que eles são grandes defensores do aborto, homossexualismo e controle da natalidade. Assim, milhões de vidas estão sendo sacrificadas todos os anos porque os ecologistas alegam que a utilização extensiva do DDT deixa a casca de ovo de alguns pássaros mais fina!

Enquanto os ecologistas estão engajados, muitas vezes apoiados em idéias da Nova Era, numa luta feroz para preservar insetos e sapos, a luta no Brasil — principalmente no Rio, onde a dengue se tornou um foco preocupante de crise — deveria ter como alvo prioritário não atender aos caprichos ideológicos do radicalismo ambientalista, mas salvar vidas.

Além da proibição ao DDT, que poderia ter livrado o Brasil da atual crise de dengue, outro problema importante é que o tratamento dado às vítimas pode estar realmente fazendo muito mais mal do que bem. De acordo com o Dr. Renan Marino, o procedimento padrão para curar a dengue (a administração de paracetamol) é o que está matando os pacientes, pois a literatura médica internacional condena o “medicamento” como veneno, com ação tóxica no fígado, que é exatamente o órgão afetado pela dengue. O Dr. Marino é de Rio Preto, cidade paulista que só este ano já contabiliza 10.777 vítimas.

Por que então colocar a vida dos brasileiros em risco insistindo na não-utilização em massa do DDT (para acabar com o mosquito) e insistindo num “tratamento” de paracetamol que enfraquece as vítimas da dengue?

Em vista desses fatos, há duas hipóteses para a crise da dengue no Brasil.

1. Por negligência e incompetência das autoridades (na prevenção, combate e tratamento), a dengue fugiu do controle.

2. Por planejamento de mentes obscuras — a ideologia ambientalista e esquerdista é repleta de extremismo —, o aumento da dengue tem como finalidade provocar terror na população e torná-la fácil de se submeter a medidas de controle estatal.

Nos dois casos, o culpado não é mosquito. O culpado é o governo.

O primeiro caso é o mais comum, onde tudo o que o governo precisa fazer é cruzar os braços e exercer seu habitual descaso.

O segundo caso depende das más intenções do governo e, infelizmente, o que não falta a um Estado ávido de controle é má intenção.

A crise da dengue no Rio está produzindo uma conseqüência alarmante: uma excelente desculpa para intrusões estatais nos lares dos cidadãos.

A questão da privacidade apresenta um contraste assustador no Rio, onde o governador, um defensor público da causa do aborto e do homossexualismo, pensa que o ato de matar um bebê deve ser decisão pessoal de uma mulher. Ninguém pode invadir a privacidade dela. Ele também acha que o ato de um homem enfiar o sexo na traseira de outro homem deve ser um direito pessoal e privativo.

Portanto, o governador do Rio, que não está de forma alguma em discordância com os sentimentos ideológicos do atual governo federal, sente que se deve proteger a privacidade dos que optam pelo homossexualismo e pelo aborto.

Contudo, essas posturas radicais nada têm a ver com uma defesa extremada das liberdades individuais. Um Estado legítimo defende essas liberdades sem violar o direito à vida e sem apoiar ameaças à saúde moral da sociedade. Um Estado com ambições totalitárias tem sede de sangue, protege anormalidades e interfere na privacidade dos cidadãos.

O governo do Rio não quer se intrometer na privacidade dos pervertidos para eliminar o aborto e o homossexualismo, mas quer violar a privacidade dos cidadãos, usando um mosquito como pretexto para vasculhar as residências, saber o que e quem há nelas, etc.

“A partir de agora, agentes de saúde no Rio podem entrar em imóveis mesmo que o proprietário não permita para procurar focos do mosquito Aedes aegypti”, anunciam os noticiários. Já pensou se o governo usasse a mesma truculência para combater a AIDS? Agentes de saúde, acompanhados por policiais militares, invadiriam focos de AIDS em lugares de promiscuidade sexual gay, deixando os homossexuais em saunas e boates em estado de histeria.

No entanto, o governo não pode tratar a AIDS como trata a dengue. Aliás, se AIDS e dengue fossem duas pessoas, seria mais que evidente que uma delas é vítima de preconceito, enquanto a outra é alvo de agrados e favoritismo. Por que? Porque a dengue ainda não foi vacinada com uma imunização politicamente correta. A AIDS e seus promotores são protegidos, e não podem sob hipótese alguma ter sua privacidade violada. A dengue e a população não têm esses privilégios.

A AIDS é uma praga útil para proteger principalmente a privacidade e as vantagens políticas de homossexuais pervertidos e imorais. De forma oposta, a dengue é uma praga útil para violentar a privacidade de toda a população!

Há dois problemas principais relacionados ao aumento da dengue: 1. O sistema de saúde pública é um caos. Por isso, não se sabe se as vítimas da dengue são realmente vítimas do mosquito ou do precário e negligente sistema de saúde estatal. 2. Todo governo ambicioso cria, ou deixa crescer, crises a fim de obter melhor controle sobre suas populações.

Na América Latina, o melhor exemplo de controle sobre a população mediante o sistema de saúde é Cuba, o primeiro país latino-americano a legalizar o aborto.

Agora, por coincidência, o governador do Rio, que apóia o aborto e o homossexualismo, diz que, para enfrentar a “crise” da dengue, vai precisar da ajuda de Cuba. Primeiro, com a ajuda da mídia esquerdista, aterroriza-se a população a fim de cubanizá-la, utilizando-se os serviços de saúde para eliminar a liberdade e a privacidade dos cidadãos. Essa medida é apenas o passo inicial. Ainda falta mais para o sistema público de saúde no Brasil alcançar o nível sofisticado da KGB cubana.

Recorrer a Cuba é um apelo fanfarrão e claramente ideológico, pois o “paraíso” cubano, que enriqueceu o ditador comunista Fidel Castro durante 40 anos, empobreceu o povo cubano na ilha prisão. Castro é hoje um dos homens mais ricos do mundo. Embora não seja a melhor do mundo, a medicina cubana é um dos principais instrumentos de exportação do comunismo. Claro que a conta de toda essa “bondade” não é o ditador cubano quem pagou. O povo cubano, que não tem quase nada, vive apenas para pagar as contas do comunismo e sua falsa imagem de caridade.

Além disso, durante muitos anos a extinta União Soviética investiu pesadamente em Cuba, transformando-a em vitrine e garoto-propaganda do comunismo na América Latina. Tal investimento visava exclusivamente melhorar a imagem do comunismo, em nada contribuindo para livrar os cidadãos cubanos de seu miserável estilo de vida imposto pelo socialismo. Portanto, a fama do sistema de saúde de Cuba, que tanto atrai os idiotas latino-americanos, é nada mais do que esquema de marketing ideológico.

É desse jeito que Cuba, que mantém sua população vigiada através dos intrusivos agentes de saúde, trabalha há anos para exportar seu paraíso de vigilância sanitária.

Entre os que anseiam no Brasil ser consumidores do esquema made in Cuba estão o Rio e outras localidades governadas por esquerdistas. Lugares como Rio, Campinas e Belo Horizonte são apenas alguns dos pálidos exemplos que parecem estar aos poucos adotando a cubanização da dengue. Por pura coincidência, incompetência ou má intenção, a dengue saiu de controle justamente durante administrações esquerdistas admiradoras da múmia cubana.

Entretanto, não são somente os esquerdistas que sabem tirar vantagem das crises. Os ativistas homossexuais já estão aproveitando para, em nome da dengue, reivindicar o “direito” de doar sangue — supostamente para ajudar as vítimas. No tratamento da dengue, há a necessidade de transfusão de sangue. E por causa da AIDS (que é uma doença predominantemente homossexual), a população tem medo de doar sangue, sabendo muito bem as condições de higiene e caos dos hospitais públicos, onde o risco de se pegar infecções hospitalares é uma preocupação legítima.

Mas os homossexuais promíscuos, muitos provenientes de ambientes de drogas, orgias e contágio de várias doenças (inclusive AIDS), não têm medo de doar sangue. Aliás, eles também não têm medo de pegar ou transmitir a AIDS.

A própria Cruz Vermelha Internacional não aceita doações de sangue de homens homossexuais a fim de se proteger contra a disseminação do vírus da AIDS. Essa precaução é mais do que necessária, pois como já estão reconhecendo alguns importantes ativistas gays: “O HIV é uma doença gay”.

Além de correrem o risco da dengue e serem internados em hospitais superlotados com recursos precários e higiene duvidosa, os pacientes, mesmo crianças, serão forçados a receber sangue contaminado?

Como se já não bastasse o mosquito da dengue e as loucuras dos ambientalistas radicais, agora surgem os aproveitadores, que usam a doença para impor políticas oportunistas e invasivas sobre o povo.

A dengue pode ser ruim para o povo brasileiro, mas não é ruim para o avanço da ideologia comunista, seja de Cuba, do PT ou de algum fanático esquerdista.

Quer ou não tragam médicos cubanos para o Brasil, quer ou não o Rio e outros estados aceitem a “ajuda” médica de Cuba, permanece o fato de que, bem ao estilo comunista, os brasileiros estão perdendo sua privacidade, a qual está começando a ser sacrificada no altar dos interesses estatais.

Muito pior do que a praga da dengue é o governo que a usa para cubanizar e controlar a população.

A tragédia maior é que quando não busca o conhecimento revelado de Deus um povo acaba fatalmente confiando em seres humanos que o idiotizam, permitindo que os loucos e suas loucuras governem com soluções ilusórias que mais destroem do que ajudam. Esse é o preço de se entregar a alma no altar do Estado-deus camuflado de Estado laico.

Se o mandamento da Bíblia previne que “maldito o homem que confia no homem”, infeliz então é o povo que coloca sua vida nas mãos do Estado-deus.

Fonte: www.juliosevero.com

Versão em inglês deste artigo: The cubanization of dengue and the idiotization of those trusting in the Brazilian government

Leitura recomendada:

Governo Lula adota medidas para fortalecer Programa Saúde da Família

Ativistas gays arriscam nossa vida — e somos obrigados a tolerar

As destrutivas políticas anti-DDT do Ocidente

A maior organização gay dos EUA confessa a verdade: “o HIV é uma doença gay”.

Um comentário :

antonio disse...

Onde estiver o cadáver,aí se ajuntarão também os abutres.