27 de março de 2008

Ativistas gays arriscam nossa vida — e somos obrigados a tolerar

Ativistas gays arriscam nossa vida — e somos obrigados a tolerar

Matt Barber
CNSNews.com

A ciência moderna às vezes serve para confirmar verdades eternas da Bíblia (não que a verdade objetiva precise de confirmação). Romanos 6:23 contém duas verdades nesse sentido, mostrando-nos o outro lado de uma preciosa moeda e oferecendo-nos tanto uma advertência nua e crua quanto uma promessa eterna: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.

Vezes sem conta lançamos essa moeda, apostando nossos melhores interesses na cara ou coroa. Todos nós pecamos, mas pelo fato de que Cristo voluntariamente pagou a pena — sofrendo morte na cruz em nosso lugar — somos redimidos. Precisamos apenas crer nele, e o dom da vida eternal é nosso. Podemos confessar nossos pecados, nos arrepender (o que inclui nos esforçar para não repetir esses pecados) e seguir em frente.

No entanto, há gente que, em vez do lado polido da moeda, prefere o lado manchado. Com coração altivo e “orgulho” cínico, eles deliberadamente escolhem o pecado, em vez de Cristo; a morte, em vez da vida.

É uma verdade que todos vêem e a própria ciência médica a sustenta, mas a Palavra de Deus vai mais além ao nos fazer recordar que tanto no Antigo quanto no Novo Testamento aqueles que escolhem se envolver na conduta homossexual fazem essa opção correndo riscos deliberados.

Considere Romanos 1:26-27 (NVI), que um candidato presidencial esquerdista recentemente mencionou como uma “passagem obscura em Romanos”: “Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”.

É triste quando as pessoas cedem a tentações sexuais descontroladas que podem literalmente matá-las espiritualmente, emocionalmente e fisicamente. Ninguém com algum sentimento de compaixão sente prazer em ver os outros “receberem em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão”. Mas uma das conseqüências do livre arbítrio é viver (ou morrer) com as escolhas que fizemos.

Entretanto, o assunto é totalmente diferente quando condutas depravadas colocam os outros em risco. Isso não deveria — e não deve — ser “tolerado”.

Os atuais regulamentos sanitários dos EUA proíbem homens que têm sexo com homens (HSH) de doar sangue. Estudos realizados pela Vigilância Sanitária (CDC e FDA) confirmam categoricamente que se os HSH tivessem permissão de doar sangue, a população geral seria colocada em risco.

De acordo com o FDA, os HSH “têm uma preponderância de ter o HIV 60 vezes mais elevada do que a população geral, 800 vezes mais elevada do que os doadores de sangue iniciantes e 8.000 vezes mais elevada do que freqüentes doadores de sangue. [Os HSH] também têm risco mais elevado de ter outras infecções que podem ser transmitidas a outros mediante transfusão de sangue. Por exemplo, a infecção com o vírus da Hepatite B é até 6 vezes mais comum, e as infecções do vírus da Hepatite C são até 2 vezes mais comum em [HSH] do que na população geral”, de acordo com o FDA.

Um recente estudo do CDC abalou a população homossexual ao descobrir que embora os HSH sejam apenas um a dois por cento da população geral, eles são responsáveis por 64 por cento de todos os casos da epidemia de sífilis.

E Matt Foreman, ex-diretor executivo da Força Tarefa Nacional de Gays e Lésbicas, abalou mais ainda seus camaradas ativistas gays ao confessar: “O HIV é uma Doença Gay”.

Embora os riscos se estendam muito além da infecção potencial do HIV, o FDA comenta: “Todo o sangue doado é testado para se descobrir a presença do HIV, mas se o sistema imunológico do doador não tiver produzido uma quantidade testável de anticorpos, o vírus pode passar sem ser detectado”. Isso representaria um “risco absolutamente maior para as pessoas que recebem transfusões de sangue, se houver uma mudança nas leis”.

Mas arriscar vidas é ao que tudo indica algo que preocupa muito pouco os ativistas homossexuais radicais, como Joe Solmonese, presidente da tão chamada “Campanha de Direitos Humanos” (CDH), o maior e mais radical grupo homossexual de pressão política dos EUA.

Solmonese recentemente colocou interesses políticos acima da ciência, declarando falsamente que essa precaução prudente de saúde pública é “discriminatória”. Ele exigiu a eliminação da proibição, alegando de forma extremamente irresponsável: “Não há argumento médico ou científico para sustentar essa política discriminatória”.

À luz dos dados médicos irrefutáveis, a exigência de Solmonese não é só negligente, mas incrivelmente perigosa. Infelizmente, seus colegas extremistas também fazem a mesma exigência.

Na África do Sul, militantes homossexuais fazem “manifestações de protesto” deliberadamente e secretamente violando a proibição dessa nação, tencionando inundar os bancos de sangue com 70.000 unidades. Quem é que sabe agora quanto sangue foi contaminado ou quantas pessoas inocentes foram infectadas? Isso não é forma de protestar. Isso é agir com violência.

Recentemente, a deputada estadual Sally Kern, de Oklahoma, foi cruelmente atacada e brutalmente difamada, até mesmo recebendo ameaças de morte, por dizer publicamente que “a agenda homossexual está destruindo a nação”. Ela foi ao ponto de dizer que, em sua opinião, as condutas homossexuais e o ativismo gay representam uma ameaça maior do que o terrorismo.

Pessoas inteligentes conseguem debater essa opinião, mas as ações dos ativistas gays da África do Sul dão um exemplo entre muitos que pareceriam ilustrar o que ela quis dizer. Deliberadamente e dissimuladamente desobedecer a legítimos regulamentos de saúde e segurança — com muita probabilidade contaminando o abastecimento de sangue e infectando incontável número de pessoas inocentes — parece bastante como terrorismo para mim.

Sally Kern não precisa se preocupar, pois sua declaração é bem confirmada, mas Joe Solmonese terá muita dificuldade para defender que não há perigo os homossexuais doarem sangue. Com seu erro estúpido, ele prejudicou seriamente sua própria credibilidade e provocou um tremendo atraso no movimento radical que ele lidera (o que em si é realmente algo muito bom).

É falta de consciência que ele queira colocar uma agenda política enganosa e perigosa acima da saúde e bem-estar de homens, mulheres e crianças. Os ativistas homossexuais que desonestamente clamam por “direitos iguais” deveriam colocar acima de suas próprias ambições egoístas os “direitos” dos outros que são saudáveis.

Não se deve ignorar — nem se deve eliminar — importantes regulamentos de saúde simplesmente para promover alguma noção torcida de “tolerância” e “diversidade” ou de modo que uma minoria pequena de pessoas possa se sentir melhor acerca das escolhas de estilo anormal de vida que fizeram.

Os usuários de drogas injetáveis também são proibidos de doar sangue, mas ninguém em sã consciência exigiria que os viciados tivessem permissão de doar. Não é por causa de quem eles são; é por causa do que eles fazem. Os estudos acima mencionados, e muitos outros como eles, provam que, como no caso do uso de drogas injetáveis, a sodomia anal homem com homem é uma conduta de risco extremamente elevado.

Como eu já disse muitas vezes, condutas anormais geram conseqüências naturais. Lamentavelmente, doenças infecciosas prejudiciais e muitas vezes mortais podem ser exatamente uma dessas conseqüências.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: CNSNews

Um comentário :

bebeto_maya disse...

Caro amigo Julio,

Se a lei da mordaça gay for aprovada, certamente seremos obrigados a fazer transfusões de sangue potencialmente contaminado...Infelizmente, infectologistas preferem fazer jús a agenda "gay" que lutar pela vida. Como o conceito de grupo de risco foi abolido, tanto homo quanto héteros, têm as mesmas doenças na mesma proporção, pelo menos supostamente. Espere pra ver uma enchurrada de campanhas da mídia "pró-sangue" de homossexuais. Porque eles devem ser iguais por fim da força...