26 de fevereiro de 2008

Debaixo da “bondosa” proteção estatal às minorias e às mulheres, a matança dos inocentes

Debaixo da “bondosa” proteção estatal às minorias e às mulheres, a matança dos inocentes

Julio Severo

Resumo: Deficientes, negros, mulheres, homossexuais e todo o restante da população precisam muito mais de Jesus do que do Estado. Ao contrário do Estado que, quando não mata, é indiferente, Jesus não mata nem é indiferente. Ele não faz vista grossa aos bebês em gestação e às crianças índias ameaçadas de assassinato. É por isso que Seus seguidores são campeões na luta contra o aborto e o infanticídio.

O modismo politicamente correto da atualidade é defender as minorias. Supostamente, alguns grupos humanos são frágeis e vulneráveis e merecem proteção. Não, os modistas não querem dizer as centenas de milhares de inocentes bebês em gestação que precisam de real proteção contra as insanas intenções de políticas, legisladores, médicos e mulheres que aprovam cruéis procedimentos de aborto. Eles também não estão se referindo às criancinhas que se encontram ameaçadas de serem adotadas por homens que praticam o homossexualismo.

Os legisladores querem que entendamos que as leis de proteção às minorias têm o propósito de atender às necessidades dos fracos. Não, definitivamente eles também não estão pensando nos bebês em gestação… Por algum motivo que só o diabo poderia explicar, a mente estatal remove os bebês da lista de seres humanos em necessidade de proteção. Aliás, os legisladores chegam a colocar os bebês em gestação na sua lista de itens a serem descartados. Não é a toa que o Ministro da Saúde defenda a legalização do aborto como questão de saúde — como se aprovar a matança de bebês fosse melhorar a saúde das mulheres. Se o Estado continuar com essa mentalidade, os idosos, os deficientes e outros “inúteis” poderão também entrar na lista dos descartáveis — para melhorar a saúde econômica da nação.

Se as leis de proteção às minorias não defendem os fracos e indefesos, então qual é seu propósito?

Essas leis beneficiam principalmente 4 grupos: Índios, homossexuais, negros e aidéticos (que querem a etiqueta de deficientes). Embora sejam maioria, as mulheres também são alvo dos “benefícios” do Estado.

Para cada um desses grupos, o Estado dá um tipo especial de “proteção” — não que tudo o que o Estado faz seja totalmente errado, mas o papel de bonzinho nunca lhe caiu bem e nunca conseguiu camuflar suas más intenções. A verdade é que a “bondade” do Estado sempre tem um preço amargo para os cidadãos. De que maneira então a “bondade” estatal acaba virando opressão por meio de suas leis que favorecem as minorias e as mulheres?

DEFICIENTES: Os ativistas homossexuais lutam para que os aidéticos sejam, mesmo não o sendo, classificados como deficientes físicos. A maioria dos aidéticos escolheu propositadamente viver um estilo de vida imoral, porém são agraciados com proteções especiais por sofrerem as conseqüências de suas más escolhas. Não há nenhuma lei para proteger a população contra alguns imorais portadores do HIV que, como maliciosa vingança, continuam arrumando e infectando parceiros — entre os quais há maridos adúlteros que acabam prejudicando esposas inocentes. Recebendo tanta proteção, como é que os números da AIDS diminuirão? O aidético imoral tem carta branca estatal para matar. Sem mencionar, é claro, que considerável parte das gigantescas verbas para “combater” a AIDS acaba justamente nas mãos de grupos que promovem o sexo antes do casamento e de grupos gays que promovem leis anti-homofobia, “casamentos” gays, etc. Numa só cajadada, esses grupos promovem o homossexualismo e a imoralidade geradora de AIDS, com pleno patrocínio estatal. Apesar da propaganda enganosa, a propagação da AIDS continua ocorrendo predominantemente através das condutas de alto risco dos homossexuais, conforme recente confissão de um dos maiores ativistas gays dos EUA. É preciso dizer mais?

NEGROS: A bruxaria está tão impregnada na “cultura” afro-descendente que é praticamente impossível distingui-las. O Estado se recusa a ver a bruxaria como problema. Assim, de acordo com a suprema sabedoria estatal, milênios de bruxaria dominante nas sociedades africanas não tiveram nenhum impacto negativo nas condições de vida dos descendentes de africanos. O problema da pobreza e vícios entre eles é, segundo o Estado, resultado da escravidão que acabou há mais de cem anos, não dos milênios de bruxaria. Para compensar tal “injustiça”, o Estado dá preferência à bruxaria africana! A sociedade moderna, por imposição das leis de minorias, obriga todos a respeitar tal bruxaria como cultura dos negros, inclusive tornando-a matéria obrigatória para crianças de escola. Ai de quem se atrever a criticar a bruxaria — correrá o risco de ser flagrado como criminoso preconceituoso! Usando o pretexto da valorização dos costumes e cultura dos negros, o Estado pode promover a bruxaria à vontade. Entretanto, uma genuína conversão ao Evangelho pode fazer por um negro em um único ano o que o Estado não conseguiria fazer em mil anos.

HOMOSSEXUAIS: Com toda essa onda de proteger as minorias, os que adotam as práticas homossexuais não querem ficar de fora da festa. Se os negros e os aidéticos podem ter direitos especiais, por que os homossexuais também não podem ter uma parte do bolo? Alguns ficarão até com acúmulo de privilégios. Já pensou nas possibilidades de um pai-de-santo negro, homossexual e aidético? Sim, já soube de um caso assim, de um pai-de-santo negro, homossexual e aidético que aliciava meninos. Só lhe faltava o direito à pedofilia. Para deixar bem claras as suas intenções, o Estado tem seu programa oficial “Brasil Sem Homofobia”. Se o clima social lhe permitisse, o Estado alegremente trocaria esse título por “Brasil Sem Cristianismo” ou “Brasil Sem Deus” — um programa federal para erradicar o maior concorrente, nos corações das pessoas, às ambições estatais.

MULHERES: A Bíblia diz que as mulheres são o sexo fraco, porém o Estado não reconhece essa verdade. O Estado impõe uma igualdade artificial, desafiando as leis de Deus. Mas ao estabelecer leis de proteção às mulheres, o próprio Estado acaba reconhecendo que as mulheres são mais vulneráveis do que os homens! Por isso, para impor sua igualdade artificial, o Estado faz três coisas pelas mulheres: enfraquece o casamento, destrói a liderança masculina no lar (que existe por determinação divina) e dá as mulheres o “direito” de interromper a gravidez. Assim, um caso de violência doméstica (que a Bíblia jamais aprova) acaba virando desculpa para as feministas e o Estado intervirem para destruir o papel de cabeça do marido no lar e exigir o direito de as mulheres abortarem bebês em gestação. O marido que dá um tapa na esposa vira criminoso, porém a mulher que aborta os filhos não cometeu crime algum: ela está apenas exercendo um direito legal! A mulher passa de “oprimida” para opressora e assassina de seus próprios filhos. Utilizando as questões das mulheres, o Estado pode promover o aborto e ainda ocupar o lugar de “cabeça” e “provedor” em cada lar — que passa a ser uma entidade onde homens e mulheres devem se submeter aos caprichos estatais.

ÍNDIOS: No que depender do Estado, o único tipo de representação aceita dos índios é a imagem de pessoas inocentes que desconhecem a maldade e vivem em pureza angelical, necessitando ser protegidos da cultura branca (Cristianismo). A fim de proteger a originalidade dos índios da “selvageria” de missionários cristãos que querem destruir as “culturas” indígenas, o Estado intervém com sua habitual justiça, condenando como prejudiciais e ameaçadores os esforços dos missionários que levam o Evangelho aos índios.

A “interferência” missionária reduz a clientela dos pajés — feiticeiros tribais — e atrapalha a continuidade de costumes que, por incrível que pareça, são protegidos pelo Estado como “cultura” inofensiva, sem maiores conseqüências. Um desses “costumes” é matar crianças depois do nascimento.

Em matéria importante intitulada “O garoto índio que foi enterrado vivo”, a revista Istoé relata: “A Funai esconde números e casos, mas os pesquisadores já detectaram a prática do infanticídio em pelo menos 13 etnias, como os ianomâmis, os tapirapés e os madihas. Só os ianomâmis, em 2004, mataram 98 crianças”.

Istoé prossegue na chocante denúncia: “Os motivos para o infanticídio variam de tribo para tribo, assim como variam os métodos usados para matar os pequenos. Além dos filhos de mães solteiras, também são condenados à morte os recém-nascidos portadores de deficiências físicas ou mentais. Gêmeos também podem ser sacrificados. Algumas etnias acreditam que um representa o bem e o outro o mal e, assim, por não saber quem é quem, eliminam os dois. Outras crêem que só os bichos podem ter mais de um filho de uma só vez. Há motivos mais fúteis, como casos de índios que mataram os que nasceram com simples manchas na pele – essas crianças, segundo eles, podem trazer maldição à tribo. Os rituais de execução consistem em enterrar vivos, afogar ou enforcar os bebês. Geralmente é a própria mãe quem deve executar a criança, embora haja casos em que pode ser auxiliada pelo pajé”.

É um duelo espiritual mortal. A “cultura” que é insistentemente classificada de inocente mata crianças, enquanto o Cristianismo, que é acusado de intrometido e ameaçador, as resgata. Debaixo dos olhos, nariz e indiferença da FUNAI (um órgão estatal), tribos do Brasil estão assassinando impunemente crianças indefesas. Mas com a ajuda de missionários evangélicos, corajosos índios convertidos ao Evangelho estão ajudando a salvar essas crianças da morte.

Contudo, mesmo quando são levadas para longe da tribo, as crianças correm perigo — exatamente por causa das leis de minorias. A política oficial da FUNAI é enviar de volta essas crianças à selva, efetivamente entregando-as nas mãos de seus executores. Aliás, a política da FUNAI — que reflete perfeitamente a futilidade estatal em questões de vida e morte — hostiliza os esforços dos missionários que querem resgatar as crianças índias.

“É um absurdo fechar os olhos para o genocídio infantil, sob qualquer pretexto”, diz Edson Suzuki na matéria da revista Istoé. Ele é evangélico e diretor da ONG Atini. “Não se pode preservar uma cultura que vai contra a vida”.

Suzuki cria a garota índia Hakani, que tem 13 anos hoje. A menina nasceu com dificuldades para caminhar e foi condenada à morte por costumes tribais reforçados por feiticeiros, mas foi resgatada por cristãos.

Nesse duelo espiritual, o papel do Estado é atrapalhar os resgatadores e ajudar os executores. Mas, segundo a reportagem da Istoé, vozes estão se levantando:

“E o pior é que a Funai está contagiada com esse relativismo cultural que coloca o genocídio como correto”, ataca o deputado Henrique Afonso, do PT do Acre, autor de um projeto de lei que pune qualquer pessoa não índia que se omita de socorrer uma criança que possa ser morta.

Por trás das leis de proteção às minorias, está o Estado com cara de bonzinho. É o mesmo Estado que hostiliza os missionários cristãos que ajudam os índios. É o mesmo Estado que faz vista grossa ao infanticídio entre os índios. É o mesmo Estado que condena criminalmente um tapa, mas quer o assassinato de bebês em gestação consagrado como direito legal das mulheres, transformando-as em opressoras e assassinas.

Quanto mais se moderniza, mais a sociedade volta às sombras de um passado pagão, cruel e ignorante.

Nos tempos do Antigo Testamento, Israel, que tinha as leis de Deus, era cercado de nações pagãs que sacrificavam crianças aos deuses da bruxaria. Essas nações adotavam o sistema matriarcal, onde as mulheres podiam ocupar importantes posições de liderança, onde a prostituição era comum, onde o sacrifício de bebês era uma prática normal e sagrada e onde o homossexualismo estava intimamente ligado à bruxaria. O sistema patriarcal de Israel (onde o homem era cabeça e líder) se distinguia do sistema matriarcal das nações pagãs, onde a liderança não pertencia exclusivamente ao homem.

Um exemplo notável do poder matriarcal é a rainha Jezabel, considerada até hoje como a mulher mais má de toda a Bíblia. Ela era originária de uma nação matriarcal pagã, mas havia se casado com o rei de Israel. Ela exercia um poder maligno enorme no governo de Israel. Sua filha, a rainha Atalia, foi a segunda mulher mais má da Bíblia, tomando o governo e imediatamente ordenando a execução de seus próprios netos, para que nenhum homem usurpasse sua liderança feminista. Tanto mãe quanto filha eram frutos do sistema matriarcal.

No passado, Jezabel era ávida por poder e liderança, era promotora da “cultura” de Baal (que o Judaísmo condenava como bruxaria) e praticante do sacrifício de crianças a essa cultura. Atualmente, ela seria apenas um feminista, ávida por poder e liderança, promotora das religiões sincréticas afro-brasileiras (que o Estado laico-louco classifica e protege como “cultura” dos negros e que o Cristianismo condena como bruxaria) e defensora do direito de a mulher abortar, onde igualmente crianças são sacrificadas a uma cultura!

As diferenças entre o sistema matriarcal pagão e o sistema patriarcal da Bíblia eram abismais. No sistema matriarcal, a feitiçaria era uma prática predominantemente feminina e homossexual protegida pelo governo, o homossexualismo era um estilo de vida sagrado (que não se podia criticar, sob pena de morte), a matança de crianças era aprovada pelo governo e pelas religiões pagãs e as mulheres podiam também liderar, tanto no governo quanto nas religiões.

No sistema patriarcal da Bíblia, oficialmente a feitiçaria era proibida, o homossexualismo era condenado, a matança de bebês não tinha aceitação nem do governo nem do Judaísmo e as mulheres não tinham o espaço de liderança que o sistema matriarcal lhes proporcionava.

Hoje, o direito ao aborto está se tornando legalmente sagrado, e com a proteção ao homossexualismo vem a proteção à “cultura” afro, que aceita muito bem o homossexualismo. É a volta do paganismo, com o apoio do Estado, que também promove descaradamente na sociedade o feminismo (que nada mais é do que o sistema matriarcal pagão em embalagem moderna).

O Estado moderno, que se orgulha de ser “laico”, está — reconhecendo ou não — abraçando e promovendo o paganismo e está mais do que pronto para classificar o aborto como direito das mulheres. (O direito das mulheres é supremo no sistema matriarcal.) O Estado está também pronto para criminalizar a oposição bíblica ao homossexualismo e à “cultura” afro e anular completamente o papel do marido como cabeça da família, e ao mesmo tempo isentar de crime de assassinato os casos de aborto propositado e infanticídio entre os índios.

No entanto, se as leis não protegerem os seres humanos mais indefesos e sancionarem matanças de crianças, para que servirá o Estado? Para que tantas leis de minorias e de mulheres quando os inocentes continuam sendo massacrados?

Para que leis para proteger portadores do HIV imorais e irresponsáveis, que continuam disseminando impunemente o comportamento homossexual e uma doença infecciosa mortal? Para que leis de negros, para proteger como cultura o paganismo e a bruxaria vindos da África? Para que leis de mulheres, para proteger um suposto direito de aplicar a pena de morte do aborto em bebês inocentes e indefesos? Para que leis de índios, para proteger o “costume” do infanticídio?

Quem de fato está ajudando e resgatando as crianças inocentes são aqueles que colocam Deus acima do Estado, pois eles obedecem a leis maiores e sabem que um dia, tanto eles quanto os mortais legisladores estatais, terão de prestar contas ao Supremo Juiz do universo.

Aidéticos, negros, mulheres, homossexuais e todo o restante da população precisam muito mais de Jesus do que do Estado. Ao contrário do Estado que, quando não mata, é indiferente, Jesus não mata nem é indiferente. Ele não faz vista grossa aos bebês em gestação e às crianças índias ameaçadas de assassinato. É por isso que Seus seguidores são campeões na luta contra o aborto e o infanticídio.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

8 comentários :

Marcelo disse...

Muito bom esse artigo, só que ficou parecendo que a mulher não tem importância alguma. Acho que precisava mencionar a importância da mulher na família, a educação dos filhos, o apoio ao marido. Ela dá força, carinho e compreensão ao homem.

Ednei disse...

Esse problema se tornou uma ameaça mundial. A destruição da família tradicional tornou-se um objetivo cegamente persseguido por entidades, vamos assim dizer "defensoras dos direitos humanos". Interessante notar, que todas essas entidades, quase na sua totalidade são entidades de ideologia esquerdista. Sob o pretexto do "Estado Laico", querem na verdade varrer toda a influência evangélica bíblica para fora, e qualquer crítica a isso rapidamente é taxado de conservadorismo de direita radical e atrasado. Uma batalha aqui nos EUA vem sendo travada desde 1973 quando a suprema corte decidiu sobre aborto parcial nos casos Roe v. Wade and Doe v. Bolton. Desde então batalhas vem sendo travadas entre grupos defensores da vida(principalmente evangélicos), e abortistas( maioria de orientação esquerdista democratas). Pastor Rod Parsley ultimamente tem levantado verdadeira guerra contra "Planned Parenthood". Uma organização fundada por Margaret Sanger sob o pretexto de controlar a natalidade, responsável pela quase totalidade de abortos efetuados aqui nos EUA. E adivinhem com que dinheiro ? Claro, o dinheiro de impostos dos cidadãos. Não se sabe ao certo, mas se estima um número superior 40 milhões de americanos abortados desde de 1973. QUARENTA MILHÕES !!!!! Deus nos perdoe, e nos ajude a vencer esta guerra, ajude-nos a continuar "conservadoristas de direita e atrasados", mas defensores da vida e do evangelho do Reino acima de tudo.

carloshenrique disse...

Realmente é o que está acontecendo nestes últimos dias. E, outra coisa, do jeito que estão indo às coisas, não duvido nenhum pouco que o anti-cristo possa ser o próprio Lula.
E a cultura de um povo ou de uma sociedade não pode estar acima do que diz a Bíblia Sagrada. E, o Estado, com essas atitudes que têm tomado atualmente está se tornando num verdadeiro estado totalitário e ditadorial;
Se continuar assim desse jeito daqui a pouco os cidadãos de bem daqui do Brasil terão que abandonarem o Brasil e irem formarem uma nova Pátria em algum outro lugar desconhecido. Só espero que isso não seja necessário. Mas, se for...

Ricardo disse...

Julio, mais uma vez parábens, seus artigos são muito bons, não fico sem le-los. Creio eu que a tal da " cultura" de um povo é a grande mentira do diabo para mante-los afastados do evangelho e por conseguinte, de Deus. Julio, um dia, todos nós, brancos, assim dizendo, de descendencia italiana, portuguesa, alemã, etc, servimos e adoramos deuses estranhos, pois que
Jesus somente chegou à Europa depois destes povos instalados e é obvio que eles adoravam seus deuses, com o ritual a ele inerentes, logo, portanto, um dia eles também mudaram sua cultura. è atrevo-me a dizer que uma mudança substancialmente para melhor. Por isso, o diabo mantém a grande farsa do direito a manutenção cultural. Com relação aos indigenas nacionais, veja que informações interessantes obtive em um livro, publicado pela Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas, em artigo escrito por uma Juíza Federal do Trabalho, acerca de trabalho escravo, mas precisamente acerca do trabalho escravo praticado entre os indios, quando os portugueses aqui chegaram, citando a Juiza, historiadores como Luiz Felipe de Alencastro, Claude D'Abeville, Pero de Magalhães Gândavo e Hans Stadem, entre outros: o artigo traz a informação de que os indios faziam escravos, não para o trabalho propriamente dito, mas para serem estes escravos, feitos em guerras tribais, DEVORADOS em rituais religosos, pois que sob a direção dos lideres espirituais, os pajés, era revelado que os espíritos se apeteciam em comer carne humana escrava. Assim, provado esta que os indios, nunca foram seres humanos inocentes como hoje se alardeia, mas sendo sim tão terríveis pecadores e adeptos de práticas abomináveis, que levou Deus à destruir os povos que habitavam Canaã. Assim, a religiosidade dos indios não é algo inocente, que não faz mal a ninguem, mas algo diabolico, que os condena a viverem apartados de Deus, e ainda prejudica aqueles que caem nmo seu caminho.
Masinfelizmente, a mentira grassa no mundo moderno, nos meios de comunicação, institutos de ensino, etc, e nada disso é revelado à grande massa. È lamentável que isso ocorra, sendo que por vezes nossas esperanças escorram pelo ralo, pois que rede de TV pertencente à Jesus, comprada com o dinheiro Dele, mas gerida por um " servo", ao invés de mostrar em rede nacional as grandes mentiras escamoteadas pelos filhos das trevas, investe em estorinhas de humanos cruzados com bichos, que viram vampiro, lobisomem, e bebem sangue de suas vitimas, como num ritual satanico.
Lamentável. A tal rede poderia ser usada para mostrar a verdade, pois a Verdade liberta, e mentira, é do diabo.
Abraços.

Cláudius disse...

Sei que vc não vai deixar isso passar. É um fascinora travestido de cordeiro de deus. Eu vou ver vc num tribuibal

Pericles disse...

Vejam Apocalypto do Mel Gibson.Tem muito a ver com a questão dos rituais e práticas dos índios.Excelente filme!!

Pericles disse...

Segue mais um link relacionado ao seu trabalho.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080305_ukpronografiahomossexual_np.shtml

Pericles disse...

Mais uma Júlio.Estamos vivendo tempos bizarros !!
http://odia.terra.com.br/ciencia/htm/homossexuais_poderao_usar_nomes_sociais_em_atendimento_no_sus_155036.asp