8 de janeiro de 2008

Estranha graça: Philip Yancey e o homossexualismo


Estranha graça: Philip Yancey e o homossexualismo

Julio Severo
A Bíblia chama o pecado de pecado. Por exemplo, o homossexualismo é chamado de pecado e quem o pratica perde o direito de entrar no Reino de Deus.
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar:… nem homossexuais passivos ou ativos… herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9,10 NVI)
No entanto, e quando uma igreja inteira crê diferente, minimizando as declarações da Bíblia ou então aceitando uma falsa realidade onde as condenações da Bíblia ao pecado não são o que são? Esse é o caso de igrejas cristãs gays, onde homossexuais praticantes que se consideram pastores interpretam a Bíblia não no temor de Deus, mas puramente na paixão de seus desejos sensuais.
E quando líderes evangélicos famosos, talvez tentando provar que são moderninhos, cheios de graça e amor, seguem o dogma politicamente correto da tolerância e diversidade e já não mostram disposição de condenar o pecado? Pior: e quando eles dão entrevistas para igrejas onde o pecado é celebrado como bênção em vez de maldição?
Não há dúvida de que uma igreja gay não tentaria entrevistar um cristão que crê e prega que Jesus liberta os homens do pecado homossexual. Tal entrevista poderia expor muitos à chance de conhecer a graça salvadora e libertadora do Evangelho. Mas quando uma igreja gay percebe que um evangélico famoso tem, de uma forma ou de outra, posicionamentos religiosos que se desviam do padrão bíblico, uma entrevista é uma possibilidade grande.

Uma entrevista reveladora

É o que aconteceu no caso de Philip Yancey. Ele deu uma surpreendente entrevista para Candace Chellew-Hodge, fundadora de Whosoever, uma revista eletrônica para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros... cristãos. Essa não é uma revista para cristãos que lutam contra tendências homossexuais, mas para que gays possam se sentir confortáveis e tranqüilos com seu pecado e ao mesmo tempo professar uma fé pretensamente bíblica.
Aliás, Candace argumenta ao explicar sua missão: “A homossexualidade, como conhecemos hoje, não é condenada em nenhum lugar da Bíblia”. Candace é pastora de uma igreja que aceita gays assumidos e não-arrependidos não só entre o povo, mas também na liderança.
Philip Yancey
A conversa entre Candace e Yancey, intitulada “Impressionado com a Graça”, é bastante amigável e mostra dois lados de uma mesma moeda: de um lado, alguém que está satisfeita com sua condição homossexual, não quer se arrepender nem mudar de vida, mas não abre mão de sua identificação cristã; do outro lado, um famoso escritor evangélico que está tranqüilo quanto a essa postura. As declarações a seguir são do próprio Yancey, em sua entrevista à pastora lésbica:
“Tenho freqüentado igrejas gays e lésbicas e fico triste que a maioria das igrejas evangélicas não tenha espaço para os homossexuais. Encontrei cristãos maravilhosos e comprometidos nas igrejas ICM (Igreja Cristã Metropolitana, uma denominação que defende o estilo de vida homossexual). Eu queria que as outras igrejas se beneficiassem da fé desses cristãos gays”.
“Durante anos, Mel White foi um dos meus amigos mais íntimos antes que ele me revelasse sua orientação sexual. (A propósito, ele ainda é meu amigo.)… Quando as pessoas me perguntam como é que consigo manter amizade com um pecador como Mel, responde perguntando como Mel consegue manter amizade com um pecador como eu. Mesmo se eu concluir que toda conduta homossexual é errada, como querem muitos cristãos conservadores, sou compelido a responder em amor”.
“No que se refere a assuntos de doutrinas, como a ordenação de pastores gays e lésbicos, fico confuso… Francamente, não sei a resposta para essas questões”.
“Obviamente, se uma igreja está dizendo que você precisa abandonar a orientação sexual, essa igreja precisa receber educação”.
“Já estive em igrejas gays e lésbicas cujo fervor e compromisso deixariam a maioria das igrejas evangélicas mortas de vergonha”.
Em outra entrevista igualmente reveladora ao site Interference, de fãs da banda U2, Yancey respondeu que seu autor favorito é Frederick Buechner. Buechner é pastor e teólogo da PCUSA, a maior denominação presbiteriana dos Estados Unidos. Essa denominação “abençoa” uniões homossexuais, e tal postura tem custado a perda de algumas congregações mais conservadoras, que se recusam a abandonar os ensinamentos da Bíblia sobre o homossexualismo.
Buechner está em perfeita sintonia com sua denominação. Ele declarou: “Dizer que moralmente, espiritualmente e humanamente a homossexualidade é sempre má parece tão absurdo quanto dizer que nos mesmos termos a heterossexualidade é sempre boa, ou vice-versa”.
A predileção de Yancey por Frederick Buechner indica também uma sintonia. Isso mostra que Yancey não está sozinho em sua “graça”. Buechner e sua denominação parecem estar bem perto ou junto dele em pensamentos e ideais.

Graça sem transformação?

Em entrevista à revista Enfoque Gospel, Yancey assegura que seu compromisso com a tolerância e a diversidade (conceitos sagradíssimos na sociedade neopagã moderna) tem como motivação a graça e o amor:
Procuro não fazer um julgamento rígido sobre [o homossexualismo], porque, a partir do momento em que julga, você perde metade das pessoas que devem ouvir o que tem a dizer. Falo do que tenho certeza, e tenho certeza da maneira como devemos tratar as pessoas que fazem as coisas de uma forma diferente da que a gente faz e até mesmo com as pessoas que fazem coisas que desaprovamos fortemente. É isso que significa graça. Se alguém é igual a mim, não preciso de graça. Eu preciso da graça para quem é diferente de mim. Então, o que aprendi com o meu amigo foi que ele teve de ter muita graça em relação a mim, também, porque eu trabalho para a revista Christianity Today, que é uma revista que faz afirmações contra o homossexualismo. Então, é tão difícil para o Mel White ser meu amigo quanto é para mim ser amigo dele. Ao contrário de algumas pessoas, não acho que o homossexualismo seja uma opção, que Mel White e outras pessoas simplesmente decidiram ser homossexuais. É algo que está profundo na identidade dele, assim como a minha heterossexualidade é profunda em minha identidade. Não acordei pensando: “Acho que eu vou ser heterossexual.” Eu sou! Penso que com o Mel é a mesma coisa.
Não, Yancey não está falando de mostrar graça e amor para homens e mulheres que têm desejos homossexuais e querem se libertar de seu pecado. Ele está falando de homens e mulheres que estão determinados a viver no pecado homossexual e a defender sua escolha errada com interpretações distorcidas e cruéis da Palavra de Deus.
Ele fala de indivíduos que buscaram igrejas homossexuais para poderem exercer livremente seus impulsos sexuais. Ele está falando de pessoas que, com uma interpretação pervertida da Palavra de Deus, conciliaram o Cristianismo e o homossexualismo em suas mentes. Ele está falando de gays que namoram e se “casam” crendo receber a bênção de Deus.
Yancey se esquiva de dar respostas diretas, objetivas e claras sobre o homossexualismo. Ele prefere, diante do público e da fama, manter-se ambíguo, como se fosse possível conviver com a verdadeira graça sem experimentar nenhum tipo de transformação.
Será que Yancey já leu a primeira epístola de João? Será que ele crê na Bíblia? O quanto em Yancey é ignorância? O quanto nele é estratégia deliberada?
Yancey se esconde atrás da ambigüidade, mas a Palavra de Deus é muito objetiva e clara sobre o pecado homossexual. Crer que “a homossexualidade, como conhecemos hoje, não é condenada em nenhum lugar da Bíblia”, tal como afirma a pastora lésbica que o entrevistou, equivale praticamente a assumir uma fé esotérica ao atribuir significados diferentes a passagens tão claras como Gênesis 1:27, Marcos 10:6, Levítico 18:22, 1 Coríntios 6:9 e Romanos 1:18-32. Os esotéricos são aqueles que seguem orgulhosamente sistemas de crenças que dependem de conhecimentos e estudos especiais, fora de alcance dos simples. Mas a fé bíblica é para os simples. Nunca perca isso de vista.

Amor sem necessidade de obediência?

Onde não há obediência ao que Deus manda, não há fé verdadeira na Pessoa de Jesus Cristo. Em Deus, amor e obediência se complementam. É o que enfatiza o mesmo apóstolo João: 
“Assim sabemos que amamos os filhos de Deus: amando a Deus e obedecendo aos seus mandamentos. Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados. O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”. (1 João 5:2-5 NVI) 
Em sua primeira epístola, João — que é conhecido como Apóstolo do amor — faz a diferença entre dois tipos de postura diante do pecado. Na primeira, o pecador reconhece que é pecador, arrepende-se e luta com lágrimas diante de Deus para se santificar. É a postura dos cristãos: quedas ocasionais caracterizam sua jornada, mas ele tem a garantia da vitória final em Cristo. A eles o apóstolo diz: 
“Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo”. (1 João 2:1) 
Na segunda postura, o pecador não reconhece que é pecador — pelo menos, não a ponto de desejar mudança. Continua insistindo nos mesmos pecados e jamais se arrepende. É a postura dos incrédulos que freqüentam igrejas. Precisam ser alertados e confrontados para que se convertam verdadeiramente. A eles João diz: 
“Todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu”. (1 João 3:6)
É certo que devemos ter paciência com os freqüentadores da igreja que ainda não se converteram. O ensino e a pregação da Palavra são poderosos instrumentos de mudança na vida das pessoas. Em outras situações, se conhecemos cristãos em pecado, é necessário exortar, com carinho, para que deixem o pecado.

A verdadeira graça transforma

O fator essencial de mudança é a graça de Deus.
“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo”. (Tito 3:11-13 NVI)
A verdadeira graça de Deus não deixa ninguém atolado no pecado, nem é contrária aos mandamentos claros de Deus. A graça dele salva e nos ensina a renunciar ao pecado e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente. Com relação às graças estranhas que são vividas e pregadas por celebridades evangélicas, há quase 2.000 o Apóstolo Paulo já alertava:
“Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. (2 Timóteo 4:3-4 NVI)
“Alguns se infiltraram no meio de vocês sem serem percebidos… Eles usam a graça de Deus como desculpa para a liberdade sexual…” (Judas 1:4 GW)
Infelizmente, os ídolos que o público segue não são apenas artistas e cantores que são imitados e viram moda. São também personalidades evangélicas que fazem sucesso por dizerem o que está na moda, por pregarem um “evangelho” agradável, sem compromisso, sem cruz, sem sangue, sem dor e sem libertação.
“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”. (1 João 5:21)

Sucesso garantido pela ideologia

Yancey não é ídolo por acaso. Ele tem sido aclamado nos círculos cristãos esquerdistas do mundo inteiro. No Brasil, basta que se recite enfadonhamente o menu da esquerda para se virar ídolo. Qualquer evangélico que ouse contrariar essa ideologia atrai a ira das galinhas politicamente histéricas, que só se contentam com a Teologia da Libertação, que fatalmente liberta os homens da Verdade, roubando-lhes toda chance de salvação no Evangelho de Jesus Cristo. É por isso que Yancey não é alvo de crítica de evangélicos esquerdistas. Seu “evangelho” (ou seja lá o que ele chame sua pregação) traz uma graça colorida que não incomoda nem o diabo nem os esquerdistas nem o pecado.
E quando o pecado não incomoda, tudo se torna possível. O ultra-esquerdista Jim Wallis, presidente de Sojourners e amigo de Yancey, está participando de uma iniciativa de aproximação cristã aos muçulmanos. Não por acaso, o próprio Yancey tem essa maneira de pensar, conforme ele mesmo declarou na revista Christianity Today:
“Talvez nossa época precise de um novo tipo de movimento ecumênico: não de doutrina, nem mesmo de unidade religiosa, mas um movimento ecumênico que seja edificado no que judeus, cristãos e muçulmanos têm em comum… Aliás, judeus, cristãos e muçulmanos têm muito em comum”.
Em entrevista à revista ultra-esquerdista Sojourner, Yancey fez um comentário que revela que ele está consciente do que está fazendo. No comentário, ele próprio indica que as pessoas é que não estão conseguindo ver o que ele está fazendo! Ele diz:
Eu mesmo me surpreendo com o fato de que consigo escapar de críticas e rejeições pelas coisas que escrevo. Quando enviei meu manuscrito de “Maravilhosa Graça”, eu disse para minha esposa Janet: “Acho que provavelmente este é o último livro que o mercado evangélico vai tolerar de mim”. Meu livro tem um capítulo inteiro sobre Mel White, que é agora um ativista gay, e tem um capítulo inteiro sobre Bill CIinton, que não é o presidente mais favorecido dos evangélicos.
Mesmo se considerando evangélico, Bill Clinton é fã das obras do bruxo Paulo Coelho. Ele foi também o presidente mais pró-aborto e pró-homossexualismo que os EUA já tiveram. Apesar disso, num artigo em Christianity Today, Yancey elogiou Clinton como “um homem de fé num mundo que não tem consideração pela fé”. Elogiar o esquerdista Clinton e criticar o conservador Bush é atitude padrão para garantir a própria sobrevivência, sucesso e prestígio no meio da mídia esquerdista. Yancey tem feito as duas coisas.
No mundo secular, os esquerdistas são amigos de ativistas homossexuais. Por pura coincidência, Yancey tem a mesma inclinação. Mel White, amigo de Yancey, dirige o grupo homossexual radical Soulforce, que faz pressão para que instituições evangélicas conservadoras abandonem suas posições bíblicas e incorporem a agenda homossexual.
Não há dúvida de que ao defenderem e conciliarem o Cristianismo com comportamento homossexual, casamento gay, adoção de crianças por “casais” gays e ordenação de pastores gays, Mel White, Candace Chellew-Hodge e outros ativistas homossexuais encapuzados de cristãos estão pregando heresia. E a Palavra de Deus tem apenas um conselho para os cristãos genuínos lidarem com heresia:
“Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o”. (Tito 3:10 ACF)
O problema não é que White e outros ativistas homossexuais “cristãos” sejam pecadores. O problema é que eles se dizem cristãos e estão determinados a usar a Bíblia para continuar no pecado homossexual. Eles não querem nada com arrependimento! De novo, a Palavra de Deus reforça o conselho de afastamento:
“Estou lhes escrevendo que não devem associar-se com qualquer que, dizendo-se irmão, seja imoral, avarento, idólatra, caluniador, alcoólatra ou ladrão. Com tais pessoas vocês nem devem comer”. (1 Coríntios 5:11 NVI)
No entanto, Yancey insiste em não admoestar nem evitar. Ele defende que manter amizade com um ex-evangélico que hoje militantemente promove e impõe a agenda homossexual sobre as igrejas evangélicas é mostrar graça e amor. Ele não vê como amor a orientação da Palavra de Deus em Tito 3:10 e 1 Coríntios 5:11.
Acerca dessa questão, Andy Comiskey, que dirige um ministério de resgate para pessoas que desejam abandonar o homossexualismo, diz:
“Yancey, autor de vários livros, apresentou White em seu livro What’s So Amazing About Grace?, exibindo White e sua amizade com ele como exemplo forte da graça de Deus. Embora o autor não abrace todas as escolhas de White, Yancey dá destaque a um homem que se tornou o mais influente cristão gay de nossa época. Inadvertidamente, o autor cria uma ponte maligna entre um falso profeta (White) e milhares de leitores que estão buscando clareza na área da homossexualidade. Talvez o fato de que Yancey tenha incluído White em seu livro seja exemplo de alguém que “se introduziu com dissimulação” em nosso meio a fim de “transformar em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4).”
A graça de Yancey ensina a aceitar os pecadores não-arrependidos sem necessidade e abertura para salvação e libertação, e sem nenhuma necessidade de admoestar e evitar os que defendem o homossexualismo com argumentos bíblicos.
Entretanto, existe uma verdade biblicamente inegável, que supera todas as fantasias que cultivemos sobre a graça: Quem conhece de fato a graça de Deus muda de vida. Quando era homossexual, Andy Comiskey conheceu essa graça. Depois de experimentá-la, ele abandonou o homossexualismo e agora se esforça para transmitir aos seus amigos a graça que salva e liberta. Hoje ele faz o que pode para alertar contra o perigo da graça sem a verdade, onde ele destaca três expoentes desse tipo de graça: Brennan Manning, Lewis Smedes e o próprio Yancey.            
O testemunho ambíguo e fácil de Yancey faz multidões de fãs e deixa os pecadores homossexuais confortáveis e tranqüilos em sua condição. E deixa o próprio Yancey confortável e tranqüilo na fama, no bolso e na vendagem de seus livros. O testemunho do ex-homossexual Comiskey simplesmente os desafia a experimentar a mesma transformação que ele próprio recebeu.
A graça que transforma é inconfundível e inigualável.
Leitura recomendada:

16 comentários :

Vitor Pereira disse...

Fico triste...
Yancey é o meu autor preferido, e até então um referencial de vida cristã

Matias Borba disse...

Graça e Paz a todos!

Muito bom seu artigo, parabéns!
Philip Yancey é um grande escritor, homem dotado de grande inteligencia e isso me faz admirar seu trabalho e escrita.
Sua forma de expressar idéias sempre são bem colocadas, porém sempre tive o cuidado de ler cada livro seu publicado, pois em várias ocasiões me deparei com posturas e pensamento que discordei por crer que foge dos príncipios Bíblicos.

Infelizmente ele tem adotado alguns pensamentos que não são muito bem apropriado para a regeneração verdadeira do homem, tal postura é vista neste em suas recentes entrevistas.
Creio que ele ainda tem muito que ensinar em seus livros, poré, o que recomendo é um leitura critíca para que ninguém se deixe levar por um ensinamento errado pois o próprio apóstolo Paulo afirma que devemos observar tudo mas reter só o que é de bom proveitoso para nossas vidas.

Mas é importante resaltar que não devemos de forma alguma julgar o Philip nem os homoxessuais, pois isso não é uma etitude Cristã. Tenho amigo que é homoxessual, mas procuro sempre falar do plano de salvação de Deus para ele, a mim ele ouve sem problemas e creio que Deus fará a obra em sua vida,pois procuro ser o mais claro para ele, sempre afirmando que sua prática é abominável diante de Deus, porém a muitos Cristãos ele ja não ouve e até tem muita raiva, pois os mesmos não sabem falar da graça de Deus para eles.

Em Cristo.
Deus ebençoe!

http://encontrobiblia.blogspot.com

zaira disse...

há alguns anos atrás quando li o livro Maravilhosa Graça,percebi esse vies "homo" do escritor. Ao ler esse pertinente artigo fiquei satisfeito de saber que mais alguem já tinha indentificado essa aberração. Gostaria de fazer uma pergunta: O que pretende a Editora VIDA QUANDO PUBLICA LIVROS COM ESSAS TENDENCIAS? Oremos a DEUS PARA QUE MAIS PROFETAS LEVANTEM SUAS VOZES CONTRA A APOSTASIA... Abraços.

Theo disse...

Na verdade, normalmente eu evito autores quando se tornam famosos, Mark Twain (ateu mas um belissimo escritor) diz "Quando se você se encontrar no lado da maioria, é hora de parar e refletir" e eu sigo isso, e creio que a Biblia afirma isso que nunca estaremos na maioria, na moda... Yancey ficou famoso e pelos títulos que ele apresentava já não me agradavam mais, Manning eu apenas li o evangelho maltrapilho e foi uma experiencia positiva mas eu também deduzia que ambos tendiam para isso, pscicologia/etc é uma área perigosa para a fé (outras tbm mas...)

Marcio disse...

"Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora. Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos. (1 João 2.18-19)

Júlio, são os últimos dias...!

marcia disse...

Quem é o pai da mentira? que veio para roubar; matar e destruir?
Pois é isto. Se não vigiarmos, estaremos sujeitos a considerar os costumes mundanos!(relativismo)
Os cristãos , qdo apoiados pela palavra, andam na contramão do mundo e sendo assim, podem ser "seduzidos"!(pois a pressão é grande).
Sim, devemos tratar com amor a todos, porém isto não significa ter que concordar c/ condutas antibiblicas.

Anônimo disse...

LAMENTÁVEL MAIS ESSA VERDADE SOBRE Philip Yancey.

O primeiro livro do Yancey que li foi "A maravilhosa graça"(ainda bem que não completou com "Deus") em 2002. Nesse livro achei muito estranho o fato dele se dizer à vontade assistindo a uma passeata gay!

Terminei de ler "decepcionado com Deus" e, nesse livro encontrei um autor preocupado em explicar os "senões" da vida cristã.

Mas de qualquer forma temos que estar atentos para essas "árvores estranhas e inseminadas" que geram "frutos diferentes", bons e maus!

TENHO CERTEZA QUE ACHAREI OUTROS AUTORES QUE FAZEM PARTE DOS "7.000" QUE NÃO "VENDERAM SUAS ALMAS"!

ATÉ QUE VOCÊ MUDE, TCHAU, PHILIP YANCEY!

Joel Souza disse...

Li a entrevista à Candance no ano em que foi publicada no site em inglês. Fiquei "decepcionado com yancey".
Acredito na Maravilhosa Graça transformadora de Cristo, não em discursos simpatizantes. Desde então deixei os livros dele de lado para não dar ibope para quem vive tentando agradar cristãos e pagãos.

Enio disse...

Sr. Julio Severo!
Tenho lido seus artigos e comentários ha' apenas um mês e gostaria de parabeniza'-lo pela "lucidez bíblica" com que o Sr. Argumenta.
Entretanto, li um comentário sobre uns livros dida'ticos para Escola em Casa e, se nao me falha a memória, usou a expressão "apesar de ser escrito por adventistas" ou algo semelhante, afirmou ser o material bom. Gostaria de saber sua opinião sobre os adventistas. E' por causa do sábado?

Anônimo disse...

É lamentável essa postura do Philip yancey, creio que ele está fazendo isso porque deve ter algo de muito errado que ele crê e essa postura vai dar margens a outros pecados condenador pela bíblia. Só falta ele dizer que a bíblia está equivocada. Que o Senhor tenha misericórdia dele e de todos nós.

Wanessa disse...

meu coração dói...
me pergunto, onde estão os "Paulos e joãos Batista" desta geração???
Yancey...foi um escritor cheio da graça e hoje corrompido por uma falsa graça! (Lamentável..)
Meu Deus! MARANATA!!

Kaio Esteves disse...

Triste é vermos que estamos mais preocupados em atacar que abraçar.

A leitura deturpada do Julio, não apenas desse texto expressa seu viés xiita de cristão anti-reforma e impactado pela imensurável graça do pai.

Espero que esse comentário não seja censurado.

J. disse...

Fiquei bastante triste com essa entrevista. Para ser sincero nem consegui terminar de ler.
Lia um livro dele que ele se referia a um amigo que ele tinha que optou pelo homossexualismo e ele teve uma postura de um verdadeiro cristão, ao condenar sua atitude mas continuar de braços estendidos e coração aberto para ajudá-lo a sair do pecado. Mas parece que ele deixou ser levado pelo bramido dessa sociedade pervertida e devassa que afrontam Deus mudando o uso natural de seus corpos. Que Deus tenha misericórdia do Phillip Yancey para que volte a ter convicção da fé verdadeira, e de nós, para que não caíamos no mesmo erro.
Lamentavelmente, J.

Anônimo disse...

Boa noite a todos. O autor em questão fora meu autor preferido. No entanto, à medida que ia lendo seus títulos, mais e mais se apresentava suas verdadeira convicções.. que não eram as minhas sobre Deus e os caminhos que devemos seguir. Então, não me conduz surpresa a questão ora apresentada. lobo em pele de cordeiro, ainda bem que caiu a pele de vez. Salete

Anônimo disse...

Sou cristã e não julgo nada do que Phillip Yancey disse. O homossexualismo é sim um pecado, não digo que não é, assim como o entrevistado. Mas se formos julgar pecados, como o próprio Jesus disse, "quem não tiver pecados que atire a primeira pedra". O mesmo Jesus que condena o pecado, o perdoa, baseado no amor que as pessoas sentem por eles. Os mandamentos são claros em dizer que Deus ordena que amemos Ele acima de todas as coisas, e amemos ao próximo como nos amamos. E isso não inclui gêneros iguais ou diferentes. Quando o amor é puro e verdadeiro, não importa sexo, cor, orientação sexual, nem nada disso. A atração a sexos opostos, é uma fraqueza, uma simples confusão. É aquele desejo que vem sem permissão, como quando o próprio irmão ao seu lado, casado a propósito, vê uma garota com um vestido decotado e a deseja. O pecado está ao dispor de todos, está em todos, está em você que está lendo esse comentário, e se a pessoa tem uma fraqueza por isso, é muito mais difícil ela voltar atrás. Sou cristã, hétero, não tenho amigos gays próximos, mas teria sem nenhum problema, pois o homossexualismo é um pecado como qualquer outro, e se eu fosse julgar as minhas companhias por pecados, não andaria com ninguém. Jesus em sua época era amigos de mulheres prostitutas, se cercava de cobradores de impostos, que na época eram considerados pessoas não dignas. Agora eu me pergunto, quem seriam os fariseus de hoje? De quem Jesus sentiria mais vergonha? Dos homossexuais que foram levados por seus desejos carnais e seus pecados? Ou de sua própria igreja, que deveria amar a todos, SEM NENHUMA DISTINÇÃO, e principalmente tratar a todos com amor e paciência, no lugar de ódio e repugnância. Eu não julgo a opinião de ninguém aqui, concordo com vcs, mas tbm não julgo a opinião dos gays. Se as igrejas os recebessem de braços abertos e tentassem ajudar, não aceitar ou compactuar com seu pecado, mas ajudar sem julgar, ajudar com amor, aí sim talvez não surgissem igrejas gays, eles não precisariam, pois não seriam rejeitados.
Talvez a gente apenas deva parar pra pensar que talvez todos esses problemas do mundo, que só aumentam, sejam um reflexo dos problemas da igreja. Se nós, não digo aceitar o pecado, mas, se fossemos mais receptivos, amorosos em pregar a mudança, sem julgar, mostrar o erro com paciência, ao invés de apontar o dedo na cara de alguém, talvez se fizéssemos isso, a igreja teria mais sucesso em conquistar pessoas pra Deus, em tirar pessoas do mundo. Essa é uma opinião pessoal, não pretendo discutir com ninguém, e sei que talvez esse comentário nem seja publicado, mas talvez seja, e foram essas as palavras que vieram ao meu coração nessa hora.
Abraços, Évelyn.

Betto Coutinho disse...

Infelizmente, o Philip pode errar em muitos pontos, mas ainda o acho um escritor fenomenal.
Ainda mais se entendendo que ele veio de uma igreja ultra-conservadora ( quem leu "Maravilhosa Graça" sabe do que estou falando ) Uma igreja que nem sequer permitia que um negro se sentasse para assistir um culto no domingo à noite - grande demonstração de cristianismo!!!! ( ironicamente a igreja dele sustentava missões intercontinentais com milhares de dólares, mas fechava a porta da 'casa do Senhor' às suas criaturas ) Há uma atitude hipócrita altamente infecciosa no mundo "cristão" de hoje, onde os chamados 'cristãos' odeiam tanto quanto os ímpios, adulteram tanto quanto os ímpios, subornam e sonegam tanto quanto os ímpios, até mesmo matam tanto quanto os ímpios e ainda assumem de cabeça erguida a postura do fariseu da parábola do 'fariseu e do publicano'. Pra falar a verdade, a cada dia que tomo contato com essa igreja doente de hoje em dia ( a qual estou/estamos inseridos ) mais tomo nojo da terminologia 'evangélico'... E pior ainda, se meu comentário for publicado, levarei mais pedradas que a mulher adúltera ( que felizmente não levou nenhuma ) mas comigo pode ser diferente.