24 de janeiro de 2008

Escolas públicas: a nova zona de prostituição?

Escolas públicas: a nova zona de prostituição?

Olivia St. John

Se você já passou de carro em qualquer cidade grande (e em muitas menores), provavelmente você já se expôs ao que é chamado de “zona de prostituição”. É uma área pobre e precária da cidade com lojas pornográficas, bares e clubes de strip-tease — um lugar em que ocorre tudo. Poucas pessoas quereriam ter uma dessas áreas desoladas em sua própria vizinhança ou gostariam que seus filhos fossem expostos à sujeira e perversão dali.

Mas a maioria de nós não percebe que temos uma zona de prostituição bem perto de nossos lares. E nossos filhos não só têm permissão de estar ali, mas a lei realmente obriga a presença deles ali.

Graças à apatia pública e aos esforços de legisladores estaduais e federais mal-informados, juízes ativistas e sindicatos liberais de professores, as escolas de nossa nação se tornaram a nova zona de prostituição do século 21.

A prova:

As Alianças de Heteros e Gays (AHG) servem como fomentadores de sexo ilícito em mais de 3.000 escolas públicas nos Estados Unidos. O site Notícias da Rede AHG leva os estudantes para links de eventos sociais, seminários, conferências e outros eventos possibilitando que homossexuais adultos desenvolvam relacionamentos com jovens. Um anúncio recente busca “modelos jovens gays” que sejam rapazes de 15 a 18 anos “ou tenham a aparência de menos de 18”. Outro anúncio ainda convida os jovens para assistir gratuitamente filmes “sexualmente excitantes com prazer sensorial”. Informação de outubro desse site retratava um “Retiro Lésbico para Garotas” grátis para moças abaixo de 24 anos para “dois dias de educação lésbica radical sobre comunidade, corpo e prazer”.

Os ativistas da AHG dentro das escolas públicas introduzem materiais obscenos dignos de zonas de prostituição nas bibliotecas e debates de sala de aula. Considerados como “alfabetismo sexual”, os livros designados exploram as perversões sexuais, inclusive sexo adolescente com adultos. Um livro intitulado “A Caixa de Deus” questiona a “interpretação” de passagens da Bíblia acerca da homossexualidade. O jurista de direito constitucional Matt Barber descreve a irresponsabilidade como nada menos do que “negligência educacional”.

Esse material sexual explícito está agora no centro dos principais debates. A Rede AHG está oferecendo um “Novo Guia de Campanha”, com o título de “Compartilhando Nossas Estórias”, para seus clubes de escolas de ensino fundamental e colegial, planejado para injetar o “currículo GLBT nas aulas de história, ciência social e literatura”.

As iniciativas de recrutamento ativo até oferecem incentivos financeiros aos estudantes. Vários grupos homossexuais estão dando prêmios de 3.500 dólares ao ganhador de um concurso de vídeo sobre educação sexual. Participantes até de 15 anos têm dois temas para escolher. Eles podem compartilhar sua “experiência de educação sexual” e “redesenhar o modo como a educação sexual deve ser dada e imaginar que tudo é possível”.

O abuso sexual perpetrado por professores ou funcionários de escolas públicas é revelado por alguns estudos, que apontam um chocante número elevado de 5 por cento, com índices de assédio sexual subindo até 82 por cento. Um relatório de pesquisa de 1995 das professoras Charol Shakeshaft e Audrey Cohan, intitulado “Abuso Sexual de Estudantes Cometidos por Funcionários de Escola”, determinou que os professores que abusam sexualmente de seus estudantes são muitas vezes “considerados entre os melhores professores e são populares com estudantes e pais”. Em situações em que o abuso sexual havia claramente ocorrido, “os diretores raramente entravam em contato com a polícia ou a promotoria pública, e geralmente não relatavam as alegações para os disque-denúncias…” Aliás, aproximadamente 37 por cento dos professores acusados continuavam em seus distritos, apesar de que seus diretores acreditavam que eles haviam abusado sexualmente de um estudante”.

Lamentavelmente, até mesmo as maiores associações de educação estão no mesmo barco do abuso contra as crianças. A Coalizão de Escolas Seguras da Califórnia promove mudanças pró-homossexualismo nos livros escolares e recebe apoio da Associação dos Professores da Califórnia (APC) e da Associação de Enfermeiras Escolares da Califórnia. A APC representa mais de 340.000 professores de escolas públicas e outras profissões relacionadas.

Em maio de 2007, um palestrante de escola pública no Colorado entendeu melhor a mensagem que permeia a cultura das escolas públicas de hoje ao dizer aos estudantes que “façam sexo, usem drogas, homens com homens, mulheres com mulheres, e qualquer combinação que quiserem”.

Talvez Walter Williams, o distinto professor de economia da Universidade George Mason, tenha feito a melhor declaração: “…o problema é a qualidade geral das pessoas que estão ensinando nossos filhos”.

Ele pode estar fazendo referência aos déficits acadêmicos, mas certamente parece que a maioria dos professores de escolas públicas da nação também tem falta de caráter moral para se levantarem e denunciarem as zonas de prostituição exatamente pelo que são.

Praticamente sem forças, alguns pais (uma fração minúscula) gastam quantidades enormes de tempo abordando diretorias escolares, entrando com processos, avaliando livros escolares, fazendo trabalho voluntário nas escolas, etc. Muitos na Califórnia estão trabalhando em referendos que afetam a legislação que, de acordo com a Campanha em prol das Crianças e das Famílias, infelizmente traz apenas uma vitória temporária, já que logo “mais projetos de leis de doutrinação sexual” retornarão. Mas será que esses grandes gastos de tempo e energia estão obtendo resultados positivos e permanentes?

Considere isto: Se você estivesse preocupado com uma zona de prostituição afetando seus filhos em sua vizinhança, você perderia seu tempo avaliando revistas pornográficas das bancas da rua e dizendo aos fornecedores que você se opõe à pornografia? Você trabalharia para aprovar referendos legislativos sabendo que os cafetões retornariam? Você esperaria que a indústria inteira da pornografia se consertasse por causa de um processo? Você estaria disposto a trabalhar como voluntário em alguma sex shop na esperança de transmitir alguma influência positiva?

Ou você faria tudo o que pudesse para que a zona de prostituição fosse fechada por falta de clientes?

Olivia St. John é escritora free-lance com experiência de quase 20 anos como educadora do lar. Ela está agora escrevendo um livro que promove a educação escolar em casa.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND

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O risco do ativismo gay nas escolas

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