30 de dezembro de 2007

Por que ocorreu a extinção dos orixás entre os descendentes de escravos africanos nos EUA?

Por que ocorreu a extinção dos orixás entre os descendentes de escravos africanos nos EUA?

Julio Severo

Em entrevista ao jornal esquerdista Folha de S. Paulo, o antropólogo Antonio Risério se queixa do “assassinato espiritual dos africanos nos EUA. Se tivesse acontecido no Brasil e em Cuba o que aconteceu nos EUA, não teríamos hoje um só orixá em toda a vastidão territorial das Américas”.

O Brasil é abundante de seguidores (negros e brancos) de religiões sincréticas afro-brasileiras e seus deuses. Cuba tem a Santeria, religião de Fidel Castro e Hugo Chavez, semelhante ao Candomblé. Contudo, fenomenalmente, os descendentes de escravos negros nos EUA não têm nenhuma herança semelhante ao Candomblé ou Santeria.

Apesar dos muitos escravos negros no passado dos EUA, a “espiritualidade” deles vinda da África — juntamente com todos os seus orixás, deuses e demônios —, sucumbiu diante da cultura cristã dos americanos. Realidade oposta ocorreu no Brasil, onde a “espiritualidade” dos africanos se misturou à fraca e doente espiritualidade dos portugueses.

A extinção dos orixás entre os escravos negros dos EUA e a proliferação deles no Brasil é um assunto tratado no meu artigo Fatos Curiosos e Pouco Conhecidos sobre a Escravidão.

Fonte: www.juliosevero.com

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29 de dezembro de 2007

A seita suicida do aquecimento global

A seita suicida do aquecimento global

Don Feder

O movimento do aquecimento global vem sendo comparado a uma religião — apesar de não ter Deus, tem uma visão sobre pecado e arrependimento, condenação e salvação.

Imita de maneira péssima uma religião.

Uma religião de verdade melhora a condição humana incentivando comportamento moral em obediência à vontade de Deus. Os proponentes do aquecimento global estão criando uma seita suicida, que — se for seguida até sua conclusão lógica — levará à extinção dos seres humanos.

Esqueça o Tratado de Kyoto. Esqueça o destrutivo projeto de lei Lieberman-Warner que corta as tão chamadas emissões do gás estufa em 70% até o ano 2050, o que custaria aos EUA aproximadamente $1 trilhão e traria como conseqüência a perda de 3.4 milhões de empregos. Isso é só o começo.

No final, a cruzada do aquecimento global é um ataque frontal à procriação, à família e ao futuro da humanidade.

Na edição de 9 de dezembro da Revista Médica da Austrália, o Professor Barry Walters recomenda “o imposto do bebê”, que taxaria em $5.000 o primeiro bebê e um imposto anual de $800 por cada bebê adicional, sobre as famílias com mais de dois filhos.

“Todo bebê recém-nascido na Austrália representa uma fonte potente de emissões de gás estufa por uma média de 80 anos, não simplesmente por respirar, mas por consumir de modo esbanjador os recursos típicos da nossa sociedade”, escreve Walters, que chama a procriação de “conduta anti-social que provoca o efeito estufa”.

Walters terá dificuldade de encontrar famílias a quem taxar. O índice de fertilidade da Austrália (o número de crianças que em média uma mulher tem) é 1.75 — bem abaixo do nível de substituição (2.1) e menos da metade do que era em 1960 (3.6).

Angela Conway, da Associação da Família Australiana, acha que Walters deveria pagar seu próprio imposto de gás. “Penso que professores que se julgam importantes e que têm idéias idiotas deveriam pagar imposto de carbono por todo o ar quente que eles criam“, diz Conway.

Além do açoite de impostos a serem administrados às famílias que teimosamente continuam a procriar, Walters diz que ele quer que o governo australiano considere medidas de controle populacional semelhante às medidas da China comunista, com sua política que impõe um único filho por família. Essa política é reforçada com penalidades draconianas, esterilização e abortos forçados.

Na Inglaterra, um grupo chamado Fundo de População Ótima tem a mesma agenda. O Fundo está horrorizado com um insignificante aumento no índice de nascimentos — de 1.8 em 2005 para 1.87 em 2006.

O Fundo observa que o consumo de energia, ou “pegadas de carbono”, durante a vida inteira de uma criança que nasce na Inglaterra hoje é o equivalente de 620 viagens, de ida e volta, entre Inglaterra e EUA. O Fundo pede ao governo que use a força nos ingleses que não seguem o modelo da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que promove políticas de aborto e apóia a política chinesa de controle da natalidade compulsório.

Os alarmistas do aquecimento global vêem as pessoas apenas como consumidoras de energia (ou geradoras de poluição), jamais como criadores em potencial — por exemplo, de uma lâmpada ou motor mais eficiente, ou de um novo meio de limpar o meio-ambiente.

A turma do efeito estufa está numa paixão cega, que virou moda.

“O crescimento da população humana é a suprema questão ambiental”, diz Ric Oberlink, porta-voz da entidade (de nome sinistro) Californianos a favor da Estabilização da População. “O aquecimento global é um problema bem sério, mas é apenas um componente do problema do excesso de população”.

Ric (a eliminação da vogal “o” é a contribuição dele para conservar o meio-ambiente) afirma que o problema não é apenas pessoas em excesso, mas também americanos em excesso que, por sua própria natureza má, consumirão energia demais durante suas vidas. Os americanos são “de longe os consumidores mais vorazes e os maiores produtores de gases estufa per capita entre países do mundo”, observa Ric.

Para Ric, é irrelevante o fato de que os EUA passaram o século passado despejando prosperidade no resto do mundo (sem mencionar que os EUA derrotaram os dois sistemas totalitários de governo que mais espalharam o terror no século 20). O negócio dele é só o consumo voraz e a grande produção dos americanos.

“Uma solução para resolver a crise (um globo quente) é as pessoas pararem de ter tantos bebês”, diz um texto de 14 de março escrito por Dave Johnson naquela fonte de idiotices, o jornal The Huffington Post. “Já gastamos todas as áreas de pesca. O gado sendo criado para alimentar tantos comedores de carne é um problema tão grande quanto os carros que estamos dirigindo”. Assim, a solução é pararmos de ter bebês e nos tornarmos vegetarianos que andam só de bicicletas.

“A explosão populacional provocou transtornos graves nas relações ecológicas entre os seres humanos e o meio-ambiente”, adverte o Sierra Club. “Em reconhecimento da crescente magnitude dessa questão de conservar o meio-ambiente, o Sierra Club apóia um programa bem expandido de educação sobre a necessidade do controle populacional”. A esquerda está realmente envolvida na questão de controle.

O fanatismo do aquecimento global parece chegar ao ponto de ter nojo de si mesmo. Em 1989, David Graber, então biólogo do Serviço Nacional de Parques, foi citado no jornal Los Angeles Times com a seguinte observação: “A felicidade humana e certamente a fecundidade humana não são tão importantes quanto um planeta selvagem e saudável. Conheço cientistas sociais que me recordam que as pessoas são parte da natureza, mas isso não é verdade… Nós nos tornamos uma praga sobre nós mesmos e sobre a Terra. Até que chegue tal tempo em que o homo sapiens decida se juntar novamente à natureza (vestindo fibras naturais e vivendo em árvores?), tudo o que alguns de nós poderão fazer é esperar que surja o vírus certo”.

E eles se chamam misantropos [indivíduos que têm aversão à sociedade humana].

Em 1991, Jacques Cousteau escreveu: “A fim de se estabilizar a população mundial, temos de eliminar 350.000 pessoas por dia. É uma coisa horrível de se dizer, mas é igualmente ruim na dizê-la”. Será que o que Cousteau tinha em mente era a praga certa? Um palestrante no Fórum da Condição Mundial de Gorbachev em 1996 em San Francisco propôs a redução da população mundial em 90%. Ele não especificou o método.

A maioria dos alarmistas do aquecimento global contenta-se em fazer predições absurdas e induzir pânico, enquanto ao mesmo tempo eles se negam a declarar ao público seus planos mais importantes.

Assim, ao aceitar seu prêmio Nobel politicamente correto, Al Gore (o “Herman, o Monstro” do aquecimento global) declarou: “Começamos a travar guerra contra a própria Terra”. Gore prediz que “a destruição da camada de ozônio poderia fazer com que os níveis dos mares subissem 6 metros neste século”. Isso ocorreria antes ou depois de a cidade de Nova Iorque ser coberta por uma geleira, do jeito que mostra o filme “The Day After Tomorrow” (O Dia Depois de Amanhã)?

Numa coluna de domingo no jornal New York Times (“É tarde demais para depois”), Thomas L. Friedman chia: “O fato de que o aquecimento global está agora tendo tal efeito observável nas colunas de nosso ecossistema — como o gelo do mar dentro do Círculo Ártico, que um novo estudo (convenientemente não mencionado) diz que poderia desaparecer inteiramente durante os verões até o ano de 2040 — é com certeza um grande fator (na mudança da “consciência global”). Mas o outro lado é o poder voraz da economia global de hoje, que vem criando uma situação em que o mundo não só está ficando quente, mas está sendo estuprado”. Olhe para o lado positivo: Quando Friedman está tagarelando sobre o meio-ambiente, pelo menos ele não está dizendo besteiras sobre o Oriente Médio.

Apesar dos pessimistas, o aquecimento global não é um fenômeno observável. É por isso que a histeria é parte essencial da campanha publicitária. Escrevo este artigo observando, através da janela da minha casa na Nova Inglaterra, 30 cm de neve e gelo — em plena metade de dezembro!

Conforme informou um grupo de cientistas num estudo publicado na edição online da semana passada da Revista Internacional de Climatologia, durante as três décadas passadas, as previsões de modelos de mudanças climáticas geradas por computador (nas quais confiam os alarmistas do aquecimento global) não têm uma correlação com dados reais e mensuráveis de balões meteorológicos e satélites em orbita.

Mas essa é apenas a ponta da cobertura de gelo do Ártico (que, a propósito, não está diminuindo).

De acordo com o Centro Meteorológico MetSul do Brasil, neste ano a cobertura de gelo do Ártico está dentro do 1% da norma de inverno, e o inverno acabou de começar. O gelo na camada de gelo polar sul cresceu de modo significativo, comparado ao ano passado.

O cardeal australiano George Pell, arcebispo de Sydney, comenta que a temperatura atmosférica de Marte subiu 0.5 graus Celsius. Se tão somente os marcianos parassem de ter tantos bebês com imensas pegadas de carbono e começassem a andar de bicicletas…

O especialista em furacões William Gray da Universidade Estadual do Colorado crê que a terra começará a se esfriar dentro de 10 anos. Neil Frank, ex-diretor do Centro Nacional de Furacões, chama o aquecimento global “um trote”.

Richard Lindzen, professor de meteorologia no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, indica que a Europa era bem mais quente na Idade Média do que é hoje. Mas o século XVII era muito mais frio. (Então, não era raro o rio Thames congelar no inverno.) Em outras palavras — por favor, preste atenção, Al Gore — a Terra passa por ciclos periódicos de aquecimento e esfriamento, sem nenhuma relação com emissões de carbono.

Há hoje aproximadamente 22.000 ursos polares, em comparação com os 5.000 que havia há 60 anos. Ao que tudo indica, os ursos adoram os efeitos do aquecimento global em seu meio-ambiente — veja a preferência deles por óculos de sol e camisetas havaianas.

A temperatura na Groelândia é mais baixa hoje do que era em 1940.

Mil anos atrás, os colonizadores vikingues preparavam colheitas na Groelândia, que era uma região realmente verde. Lamentavelmente, eles começaram a dirigir modernos pick-ups e a queimar combustíveis fosseis para fazer funcionar suas fábricas do século XI. Brincadeiras de lado, com tanta produção e colheitas dos vikingues, a Groelândia teria de ser um lugar quente hoje, certo? Mas hoje é uma região cheia de gelo.

Reid Bryson, professor emérito da Universidade de Wisconsin em Madison, considerado o pai da climatologia científica, explica: “Nos 300 anos passados, estamos saindo de uma Pequena Era Glacial. Por 300 anos, não estamos fazendo dióxido de carbono demais”.

Com as informações que temos hoje sobre mudança climática durante os 12.000 anos passados (com base em relatos e dados históricos como anéis de crescimento nas árvores) os ciclos de aquecimento e esfriamento da Terra coincidem exatamente com a atividade magnética do sol.

E quanto ao consenso científico em favor de um aquecimento global provocado pelo homem, agenciado por Al Gore e companhia? É um mito. Há muitos cientistas com a coragem de chamá-lo de fraude — o equivalente do século XXI do Homem de Piltdown. Outros ficam em silêncio porque foram intimidados. Os cientistas que estão dispostos a seguir a idéia do aquecimento global recebem estabilidade profissional, assistentes de pesquisa, verbas e reconhecimento de seus colegas.

Conforme explica Lindzen: “Os cientistas que divergem do alarmismo viram seus financiamentos desaparecerem, seu trabalho ridicularizado e eles mesmos classificados como palhaços”. Os insultos são cruéis. Lindzen diz: “Posso agüentar ser chamado de cético porque todos os cientistas têm de ser céticos, mas então começaram a nos chamar de negadores, com todas as conotações do Holocausto (negadores). Isso é grosseria”.

Lindzen é um daqueles que comparam o dogma do aquecimento global a uma religião. “Você crê no aquecimento global? Essa é uma questão religiosa. A segunda parte da questão também é: Você é um cético ou crente?”

O professor está enganado. O aquecimento global é uma religião apenas no sentido das religiões suicidas de Jim Jones e Heaven’s Gate.

Em sua variação mais extrema, o aquecimento global é uma seita suicida cujos profetas e sacerdotes empolgam-se com a idéia da extinção em massa da humanidade.

Embora muitos alarmistas do aquecimento global se contentem apenas em repelir a revolução industrial, e outros favoreçam o fim da civilização por meio de uma redução gradual da população (a nível mundial, os índices de fertilidade caíram em 50% no século passado, mas eles continuam com sua propaganda de uma explosão populacional), outros são mais ambiciosos.

O ódio para com a humanidade sempre esteve por trás da agenda da esquerda. Os filósofos do Iluminismo odiavam a humanidade porque nossa natureza não queria se adaptar às idéias utópicas deles.

Os marxistas nos odiavam porque éramos animais egoístas que estupidamente se recusavam a adotar o socialismo científico. Ah, o mau uso da ciência.

Uma geração anterior de ecologistas nos odiava por poluir, por saquear as florestas virgens com arranha-céus e shopping centers, por não permitir que eles contemplassem a natureza original de suas casas de férias.

Os ativistas de direitos dos animais nos odeiam por dominar outras espécies.

E os alarmistas do aquecimento global nos odeiam por ter filhos, por não dirigir carros híbridos, por destruir a camada de ozônio com emissões de CO2, por tornar a vida de pingüins e ursos polares miserável e — de acordo com o cenário de pesadelo que eles pintam — por acabar fazendo a Terra inabitável.

Daí, a conclusão inevitável: O mundo ficaria melhor se todos nós estivéssemos mortos.

“Considerando o desaparecimento total e absoluto do homo sapiens, então não só a comunidade de vida da Terra continuaria a existir, mas com toda a probabilidade, seu bem-estar melhoraria. Em resumo: nossa presença não é necessária”, comenta Paul Taylor em “Respeito pela Natureza, uma Teoria de Ética Ambiental”.

“Não temos problemas em princípio com seres humanos reduzindo seus números matando uns aos outros. É um excelente jeito de extinguir os seres humanos”, disse uma criatura porta-voz da Frente de Liberação Gaia.

“Os seres humanos, como espécie, não são mais valiosos do que uma lesma”, declarou John Davis, editor da revista Earth First (Em Primeiro Lugar, a Terra).

No livro “O Mundo Sem Nós”, Alan Weisman celebra o que ele vê como a extinção inevitável da humanidade, à medida que as florestas e os animais selvagens reivindicam nossas cidades.

Há até um Movimento Voluntário da Extinção Humana (MVEH), que se descreve como “a alternativa humanitária aos desastres humanos”. O MVEH explica que “a alternativa promissora para a extinção de milhões de espécies de plantas e animais é a extinção voluntária de uma espécie: Homo sapiens… nós”.

Continuando com essa linha bem humorada de pensamento: “Quando todo ser humano decidir parar de procriar, a biosfera da Terra poderá voltar à sua glória original, e todas as criaturas restantes serão livres para viver, morrer, se desenvolver… e talvez se extinguir, como tantos dos ‘experimentos’ da Natureza fizeram durante as eras”. Será que é por isso que os liberais parecem estar desaparecendo?

O movimento em favor da extinção dos seres humanos pode ser apenas um bando de extremistas da ideologia do aquecimento global. Mas a conclusão deles é a expressão lógica da natureza do movimento do aquecimento global. Por que se contentar com a extinção gradual da humanidade por meio de índices de nascimento abaixo do nível de substituição e por meio da desindustrialização quando podemos realizar a mesma coisa numa geração? (Para outros alarmistas do aquecimento global, o desejo deles de morte ocorre mais no subconsciente.)

Mas em vez de terem a decência de simplesmente se matarem, eles sentem necessidade de deixar uma mensagem — como os pobres caras insociáveis que foram a um shopping center com um rifle para ver quantos inocentes eles poderiam levar junto com eles.

Se você vir Al Gore num shopping center com o que parecer um rifle — corra.

Don Feder é um famoso colunista social judeu dos EUA.

Artigo original: The Global Warming Suicide Cult

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: DonFeder.com

Leitura recomendada:

A Bíblia e o aquecimento global

Líderes Evangélicos Formam Aliança Profana com os Globalistas Pró-Homossexualismo e Pró-Aborto para Lutar contra o Aquecimento Global?

O aquecimento global e os evangélicos

28 de dezembro de 2007

Tim LaHaye & Ronald Reagan

Tim LaHaye & Ronald Reagan

“Deus, em sua graça maravilhosa, salvou os Estados Unidos. Lembro-me de que eu, junto com Jerry Falwell e alguns outros pastores nos encontramos no lar de Ronald Reagan quando ele estava tentando se eleger em 1980, e oramos, e eu tinha dúvidas. Eu não pensava que havia chance de Ronald Reagan se eleger e ficar ali oito anos. Foi Deus quem agiu. Reagan foi o melhor presidente que tivemos em 100 anos”.

Tim LaHaye, autor da famosa série Deixados para Trás

Para conhecer mais sobre Reagan, leia:

FHC elogia Roosevelt e Lula é o melhor candidato para elogiar Clinton, porém nenhum dos dois socialistas quer saber de Reagan

O Legado Político de Francis Schaeffer

Anjos salvaram Reagan?

Reagan: um amigo sólido de Israel

Profecia sobre Reagan:

Falece George Otis Sr

27 de dezembro de 2007

Não dê uma resposta

Não dê uma resposta

Kenneth Copeland

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. (Romanos 12:2 ACF)

Não seja conformado com este mundo. Se você viver como o mundo, o mundo vencerá você. É simples assim. Por isso, não deixe o mundo comprimir você em seu próprio molde.

Em vez disso, “seja transformado” pela renovação inteira de sua mente. Vença o mundo permitindo que sua mente seja transformada para pensar como Deus pensa. Em outras palavras, quando você vir algo na Palavra, diga: “Concordo com isso. De agora em diante, vou praticar isso, em vez do que eu costumava pensar”.

Por exemplo, quando o pecado chamar seu nome, não dê uma resposta. Em vez disso, concorde com a Palavra e diga: “Estou morto para isso, diabo. Você não pode mais me puxar para isso!”

À medida que você for agindo assim, você se verá mudando mais e mais. Você se verá vivendo como o vencedor no final!

Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com

26 de dezembro de 2007

Quem provoca briga entre as pessoas?

Quem provoca briga entre as pessoas?

Episódio de famoso desenho animado mostra que quando as pessoas dão espaço para o diabo tentá-las com imaginações maliciosas e sentimentos de desconfiança contra os outros, o resultado é desentendimentos e brigas.

Como resolver? Seguindo a orientação da Palavra de Deus:

“O orgulho só traz brigas; é mais sábio pedir conselhos”. (Provérbios 13:10 NTLH)

“Quando vocês ficarem irados, não pequem. Apazigúem a sua ira antes que o sol se ponha”. (Efésios 4:26 NVI)

“Não dêem ao diabo oportunidade para tentar vocês”. (Efésios 4:27 NTLH)

“Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês”. (Tiago 4:7 NVI)

25 de dezembro de 2007

A longa marcha para Belém

A longa marcha para Belém

Joseph Farah

No passado, quando eu tinha um programa de rádio, na época de Natal eu sempre adorava ler acerca do nascimento de Jesus no livro Lucas.

É uma história poderosamente comovente, não importa de que modo nós a leiamos.

Mas eu gostava de colocar ênfase adicional em palavras que eu penso os leitores cristãos mais negligenciam.

Lucas 2:1-6 começa:

E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo fosse taxado. (Essa primeira taxação foi feita sendo Quirino presidente da Síria.) E todos iam para ser taxados, cada um à sua própria cidade. E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), A fim de ser taxado com Maria, sua esposa, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz.

Note quantas vezes o assunto de taxas aparece nessa primeira seção da história de Natal. Esse foi o motivo por que José e Maria foram forçados — e eu uso essa palavra intencionalmente — a viajar para Belém. Eles foram obrigados a sair de Nazaré, fazendo uma difícil viagem de 112 km para uma jovem em seu sexto mês de gravidez. Eles tinham de preencher um formulário de imposto de renda.

O evento deveria ser lembrado como “a Longa Marcha para Belém”, por causa da semelhança com os deslocamentos forçados de pessoas de tantas ditaduras modernas. O nascimento de Jesus foi marcado pela primeira taxa (ou imposto) mundial. O Império Romano estava pronto, disposto e apto a obrigar milhões de pessoas no mundo inteiro a enfrentar sol, chuva, fome, sede, tempestades e tudo o mais, viajando longas distâncias, independente de suas condições físicas ou financeiras, de modo que elas fossem contadas e taxadas. Os romanos não toleravam nenhuma desculpa. Foi uma ação governamental dura até o fim.

José e Maria não eram “moradores de rua”, conforme alguns artistas modernos sugerem. Eles foram forçados a acampar num celeiro porque esse deslocamento de pessoas em massa, provocado pela ganância do império, trouxe como conseqüência falta de camas para os visitantes.

Observe o versículo seguinte: “E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem”.

José era um carpinteiro — um homem que trabalhava — que tinha dinheiro para pagar um quarto numa pousada em Belém. O que aconteceu é que não havia mais nenhuma vaga, devido às condições de superlotação causadas pelo deslocamento forçado de pessoas.

O governo não é seu amigo; o governo é o inimigo da liberdade. O governo não é o Papai Noel; o governo é um estraga-prazeres. O governo não é seu servo; na vasta maioria das vezes, o governo tende a ser o senhor de engenho. O governo raramente ajuda as pessoas; o que o governo mais sabe fazer é escravizá-las.

Até mesmo no passado, há 2.000 anos, o governo era insensível e cruel. Forçava mulheres a marchar longas distâncias nos últimos meses de gravidez. É desse jeito que o governo sempre foi, e é desse jeito que sempre será — até que Jesus volte.

A propósito, acho interessante que foi a primeira taxa mundial que precipitou a primeira vinda do Salvador.

Parece que o mundo, com o apoio da ONU, está para impor a segunda taxa mundial. Graças ao mito do aquecimento global e várias conspirações para tornar as fronteiras internacionais virtualmente insignificantes, faltam poucos anos para se impor a segunda taxa mundial na história humana.

Portanto, vamos ficar de olhos bem abertos. Uma taxa global antecedeu o nascimento de Jesus 2.000 anos atrás. Será que a história poderia se repetir? Será que Deus poderia usar essa idéia extraordinariamente opressora e pesada como a preparação para a Sua volta dramática?

Se esse for o caso, mais uma vez comprovará a verdade do que a Bíblia diz em Romanos 8:28: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

Por isso, “Não temais“, como disse o anjo aos pastores naquela noite em Belém. Nesta época de alegria, há boas notícias. A verdade é verdade. A luz é luz. E Deus, não César, ainda está no trono.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND

Leitura recomendada:

O papel do governo e os cristãos

A seita suicida do aquecimento global

Especial de Natal com Michael Sweet

Especial de Natal com Michael Sweet

24 de dezembro de 2007

O evento político mais importante na história do mundo: o nascimento de Jesus Cristo, o primeiro e verdadeiro defensor da liberdade

O evento político mais importante na história do mundo: o nascimento de Jesus Cristo, o primeiro e verdadeiro defensor da liberdade

MEDIA ADVISORY, dezembro de 2007 /Christian Newswire — A declaração seguinte foi dada por John Lofton, editor de TheAmericanView.com:

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele”. (Marcos 12:17)

A importância religiosa do nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é bem conhecida. Mas, o que não é tão bem conhecido e compreendido é que o nascimento de nosso Senhor é “o evento mais importante da história mundial”, conforme diz o Dr. R.J. Rushdoony em seu livro “The Foundations Of Social Order: Studies In The Creeds And Councils Of The Early Church” (1968). Ele diz que o fato de que Deus veio em carne “foi uma grande derrota para o estatismo na história do homem” porque estabeleceu Deus como “o verdadeiro soberano e verdadeira fonte da lei”.

O Dr. Rushdoony comenta: “A liberdade no mundo ocidental começou quando homens de Deus começaram a repudiar a pretensão do Estado de ser o salvador dos homens. O Estado então, de acordo com a Bíblia, foi colocado como ministério da justiça. Mas, em todo lugar em que Cristo é rejeitado como o Salvador dos homens, ali a liberdade perece à medida que o Estado de novo insiste em suas pretensões messiânicas. Os homens estão encrencados, e a história é o registro das tentativas de eles encontrarem a salvação. Os homens precisam de um salvador, e a questão é simplesmente qual salvador eles escolherão: Cristo ou o Estado? Ninguém consegue escolher um sem negar o outro, e todas as tentativas de se fazer concessões são pura ilusão.

“Portanto, a questão chave de nossa época é senhorio e soberania: Quem é senhor e soberano, Cristo ou o Estado? O Natal nos faz recordar mais uma vez o nascimento do único e verdadeiro Senhor e Soberano deste mundo. Nossa escolha é reconhecê-Lo ou sermos por Ele julgados”

Assim, todo falatório sobre “emancipação” e “liberdade”, como se ambas pudessem ser obtidas sem o governo do Rei Jesus, é mentira. Conforme nos diz a Palavra de Deus, é só quando o Filho de Deus nos liberta que somos “verdadeiramente livres” (João 8:36), livres do poder do pecado.

Ser livre do pecado é a definição cristã para “emancipação” e “liberdade”. Essa definição é radicalmente diferente da definição moderna que vê “emancipação” e “liberdade” como simplesmente a ausência de todas as limitações — que é licenciosidade, não liberdade verdadeira. Veja também 2 Coríntios 3:17, onde Deus nos diz que “onde está o Espírito de Deus, aí há liberdade”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosever.com.br; www.juliosevero.com

Titulo original: The Lord Jesus Christ The First, True Libertarian; His Coming Most Important 'Political' Event in History

Evangélicos ganham respeito de criminosos no Rio, diz jornal americano

Evangélicos ganham respeito de criminosos no Rio, diz jornal americano

da BBC Brasil

Os cristãos evangélicos vêm ganhando o respeito dos membros do crime organizado nas favelas do Rio de Janeiro e estão entre os poucos que conseguem enfrentá-los, segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário americano “The Christian Science Monitor”.


O jornal relata o trabalho de um grupo de evangélicos da favela da Mangueira que tenta convencer traficantes de drogas a deixarem as armas e se converterem.


“O propósito do grupo não é combater o crime, mas converter o máximo de gente possível. Mais lei e ordem são comumente um subproduto”, diz a reportagem.


“Nas favelas do Rio, abarrotadas de homens e mulheres às margens da sociedade, eles encontram um campo fértil. Para gente de fora, eles são chamados de ‘os evangélicos’, e em sua maior parte as pessoas das favelas não contestam seu trabalho missionário”, afirma o jornal.


Segundo a reportagem, por razões “teológicas, culturais e pessoais”, os evangélicos ganharam o respeito "dos mesmos criminosos que não pensam muito antes de matar um vizinho de longa data".


“Então, em uma cidade considerada uma das mais perigosas do mundo, que registra 6.000 assassinatos ao ano e onde a polícia e os militares são vistos, na melhor das hipóteses, com desconfiança, os pentecostais estão entre os poucos que enfrentam o crime organizado”, diz o jornal.


O “Christian Science Monitor” comenta que o Brasil tem mais evangélicos pentecostais do que qualquer outro país da América Latina, com mais de 10% da população se identificando como pentecostais no censo populacional de 2000, quase o dobro do que uma década antes.


Segundo o jornal, uma das razões pelas quais os evangélicos conseguem se aproximar dos traficantes de drogas é que "muitos deles já foram eles mesmos criminosos violentos".


“Alguns cometeram assassinatos. Seus pastores cumpriram pena de prisão. E, renascidos, eles agora acreditam que sua missão é levar a palavra de Deus às mesmas ruas que antes aterrorizavam”, diz a reportagem.


O jornal diz que, segundo os pesquisadores, “os membros das gangues poupam os evangélicos porque, embora não sigam necessariamente nenhuma doutrina religiosa, eles ainda acreditam em Deus, em sua maioria”.


Uma antropóloga da Universidade do Rio de Janeiro ouvida pelo jornal comenta que o catolicismo tradicionalmente reflete a elite política nas favelas e é visto como tendo feito pouco para combater o crime, enquanto os evangélicos são vistos pela comunidade como uma entidade separada e incorruptível.


“Acadêmicos que estudam o fenômeno dizem que os pentecostais conseguem entrar em áreas onde até mesmo os pesquisadores do censo não vão, não apenas porque vêm dos mesmos bairros violentos, mas porque a maioria das igrejas são entidades independentes e formadas na base, ao contrário da Igreja Católica, que é gerenciada sob estrita hierarquia que começa no Vaticano”, afirma o jornal.

Fonte: Folha Online

Divulgação: www.juliosevero.com.br

23 de dezembro de 2007

Alemanha quer deportar família missionária batista

Alemanha quer deportar família missionária batista

Peter J. Smith

UELFELD, Alemanha, dezembro de 2007 (LifeSiteNews.com) — Uma família americana de missionários batistas quase foi deportada da Alemanha por seu compromisso de educar seus filhos em casa. Graças a negociações bem-sucedidas de última hora envolvendo defensores da educação em casa, a deportação foi adiada.

O Grupo Internacional de Direitos Humanos (GIDH) informa que seu advogado europeu, o Dr. Ronald Reichert, convenceu as autoridades alemãs a desistir de uma ordem de deportação que teria exigido que o Pr. Clint Robinson, sua esposa Susan e seus três filhos saíssem da Alemanha na quinta-feira, pelo único motivo de que eles educam seus filhos em casa, prática que é crime na Alemanha.

“A deportação foi adiada enquanto continuamos a negociar um acordo na questão do visto e da educação escolar em casa”, Joel Thorton, Presidente do GIDH, declarou para LifeSiteNews.com. “Penso que eles foram convencidos porque Ronald Reichert os convenceu de que era melhor resolver a questão do que agir imprudentemente”.

Thorton explicou que as autoridades estão sentindo pressões de muitas frentes de batalhas políticas também.

“Ronald está trabalhando com órgãos administrativos na Alemanha para resolver a questão o mais rápido possível. Encontrei-me com autoridades do governo americano que disseram que pedirão aos alemães que permitam que um americano dê a educação escolar em casa”.

De acordo com a Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa, a família Robinson havia vendido tudo o que tinha nos Estados Unidos e se mudou para a Alemanha com o propósito de iniciar uma igreja batista em 2 de março de 2007. Contudo, as autoridades locais sabiam que os missionários batistas independentes educariam seus filhos em casa e, confirmando que esse era o caso, se recusaram a dar à família Robinson o licença de residência que se exige. Em meados de agosto as autoridades haviam negado visto aos Robinsons por escrito, alegando que a Alemanha tinha de se proteger de “Parallelgesellschaften” ou “sociedades paralelas” e lhes deu 45 dias para sair da Alemanha ou serem “deportados à força”.

A família Robinson pôde adiar a deportação depois que Schulunterricht Zu Hause, uma organização que defende a educação em casa, entrou com uma ação no Tribunal Administrativo de Ansbach. Essas iniciativas combinadas com a mais recente vitória do advogado do GIDH, Dr. Reichert, deram aos Robinsons adiamento e tempo para seus advogados elaborarem um acordo.

“Estamos tentando achar um jeito de manter a família Robinson no país por pelo menos ainda mais um ano com o direito de educar seus filhos em casa ao mesmo tempo”, explicou Thornton. “A família Robinson quer plantar uma igreja na Alemanha e precisa de tempo para começar esse processo sem pressão do governo. Logo que conseguirmos isso, trabalharemos para ampliar o tempo deles ou os termos do visto e do acordo”.

A educação escolar em casa é ilegal na Alemanha desde os dias do nazismo. Adolf Hitler proibiu a prática em 1938 a fim de doutrinar todas as crianças e adolescentes alemães na ideologia nazista por meio das escolas públicas. O Jugendamt ou o Ministério do Bem-Estar dos Jovens foi criado por Hitler em 1939 para supervisionar e controlar as famílias politicamente. O Jugendamt é o principal órgão governamental que obriga o cumprimento da lei, chegando ao ponto de assumir a custódia de crianças educadas em casa, como no caso de Melissa Busekros, uma adolescente de 15 anos arrancada de sua família por causa da educação escolar em casa. Depois de três meses de isolamento, a menina conseguiu fugir e voltar para sua família.

Cada vez mais, as autoridades da Alemanha estão lidando com os estimados 300-500 crianças e adolescentes educados em casa de uma maneira que combina com a Alemanha Nacional Socialista (nazista), enquanto pais e mães enfrentam prisão, multas pesadas, tomada estatal de seus filhos, ou serem forçados a buscar asilo por suas convicções em países vizinhos.

Titulo original: Homeschooling Missionary Family Narrowly Avoids German Deportation for Now

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Leitura recomendada:

Alemanha, ONU e educação em casa: controle, perseguição e violência contra os inocentes

Paranóia alemã: crianças podem optar pelo homossexualismo, mas não podem optar por uma educação escolar cristã em casa

Para mais informações sobre a educação escolar em casa, visite o Blog Escola em Casa.

22 de dezembro de 2007

Frank Schaeffer envergonha seus pais

Frank Schaeffer envergonha seus pais

“Eu estava no lar da mãe de Frank Schaeffer em Minnesota logo depois que ele escreveu sua autobiografia, Portofino. Esse livro a deixou mogoada”.

Ingrid Schlueter

Para entender como Frank Schaeffer se apostatou da fé evangélica, leia o artigo “O triste legado do filho de Francis Schaeffer”.

A capa e a espada

A capa e a espada

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio (editorial), 20 de dezembro de 2007

Nos dias que se seguiram ao 11 de setembro, a mídia mundial fez um barulho dos diabos alertando contra a suposta onda de ódio anti-islâmico que estaria assolando os EUA. A base factual da notícia eram seiscentas e poucas queixas de “discriminação” apresentadas à polícia americana. Nenhuma delas envolvia morte, agressão, nem mesmo demissão de emprego: os atos mais violentos consistiam em insultos, a maioria em meras palavras ambíguas interpretadas ex post facto em sentido discriminatório.

Mas desde então várias dezenas de cristãos já morreram nos EUA — e alguns milhares nos países comunistas e islâmicos — em ataques homicidas motivados por ódio anticristão explícito e documentado, sem que em nenhum desses casos a grande mídia européia e americana (da nacional nem falo) consentisse sequer em usar a expressão “crime de ódio” para descrever o ocorrido.

Mutatis mutandis, nem um único caso de agressão a homossexuais comprovadamente motivada por excesso de zelo cristão foi jamais citado para dar fundamento à mentira sórdida de que as convicções religiosas do povo brasileiro estão colocando em risco a vida da comunidade gay .

Mas, exatamente como em Columbine — aquele episódio que Michael Moore falsificou por completo —, a investida assassina contra a Igreja New Life do Colorado foi obra de um jovem homossexual intoxicado de idéias anticristãs, e ai de quem ouse insinuar que a ideologia gayzista ou a campanha furibunda dos Dawkins e Hitchens contra a fé religiosa têm alguma responsabilidade nisso. Em geral, nem mesmo padres, bispos e pastores ousam ver aí alguma relação de causa e efeito.

No caso específico da New Life, o cuidado da grande mídia brasileira em impedir que os fatos induzam a conclusões reacionárias chegou ao requinte de falsificar a identidade da heroína do episódio, Jeanne Assam, apresentando-a como “agente de segurança” para atenuar o escândalo de que uma cidadã comum, com uma Beretta 92, salvasse da morte certa mais de cem pessoas ameaçadas por Mathew Murray e se tornasse assim uma heroína dos grupos de autodefesa cristã e dos americanos armados em geral. Mas Jeanne não é profissional de segurança, licenciada para portar arma na Igreja em função do seu emprego. É apenas uma fiel cristã que se ofereceu para zelar pela vida de seus irmãos, voluntariamente, gratuitamente, assumindo para isso a responsabilidade de andar armada. Se para isso teve de obter da polícia uma licença especial, foi pela simples razão de que leis criminosamente idiotas proíbem o porte de armas em igrejas, escolas, clubes, shopping centers, etc., tornando esses locais o alvo preferencial e indefeso para tipos como Mathew Murray, Cho Seung Hui ou Tim McVeigh (um anticristão, um antibranco e um anticapitalista).

Em 25 de julho de 1993, Charl van Wyck também não trabalhava de segurança. Era apenas um fiel que assistia ao culto quando a igreja de St. James, na África do Sul, foi atacada por terroristas com granadas e tiros de fuzil AK-47. Onze pessoas morreram, mas muitas mais teriam morrido se van Wyck não estivesse armado e, com disparos do seu 38, não pusesse os atacantes em fuga. Ele conta sua experiência no livro “Shooting Back: The Right and Duty of Self Defense”, que se tornou um best seller no seu país.

No momento em que escrevo estas linhas, a comunidade cristã no mundo está ameaçada por perigos incalculavelmente maiores que a loucura avulsa — ainda que ideologicamente induzida -- de um Murray ou de um Cho Seung Hui. Na Coréia do Norte, uma nova onda de prisões e execuções de fiéis, em plena época do Natal, suscita apelos desesperados que a grande mídia, especialmente no Brasil, sufoca por completo (v. Martyrdom awaits North Koreans on Christmas). Ao mesmo tempo, do outro lado do mundo, a prefeitura de Okkahoma anuncia que seus funcionários serão proibidos de celebrar o Natal no local de trabalho, o shopping center Pembroke Pines na Flórida veta os presépios e cenas natalinas em geral nas suas instalações, e jornais populares como “USA-Today” soltam artigo em cima de artigo para proclamar que não existe nenhuma guerra cultural anticristã, que é tudo invenção de paranóicos como Bill O'Reilly.

Não sei se Jeanne Assam está sabendo dessas coisas, nem se leu o livro de van Wyck. Mas leu decerto o Evangelho de Lucas, capítulo 22, versículo 36, onde Jesus ordena aos apóstolos: “Aquele que não tem espada, venda sua capa e compre uma”.

O sentido do versículo é claro: a defesa armada do rebanho é obrigação estrita dos pastores, dos sacerdotes e de cada fiel. Aquele que foge a essa responsabilidade é indigno da confiança da comunidade cristã. Neste momento, nenhuma outra mensagem de Natal pode ser mais oportuna.

Divulgação: www.juliosevero.com

21 de dezembro de 2007

Mensagem de Natal do Presidente George W. Bush

Mensagem de Natal do Presidente George W. Bush

WASHINGTON, EUA, 21 de dezembro de 2007 /Christian Newswire/ -- A seguir, mensagem do Presidente Bush:

Natal de 2007

“Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo… o seu reino não terá fim”. (Lucas 1:30-33 ACF)

Durante a época do Natal, nossos pensamentos se voltam para a fonte de alegria e esperança que nasceu numa humilde manjedoura na noite santa há mais de 2.000 anos. Anualmente, cristãos em todos os lugares celebram essa única vida que mudou o mundo e continua a mudar corações hoje. A história simples e inspiradora do nascimento de Jesus nos enche a alma de gratidão pelas muitas bênçãos em nossas vidas e promete que o propósito de Deus é justiça e Seu plano é paz.

Nessa época especial do ano, damos graças pela mensagem de Cristo de amor e misericórdia, e recordamos nossa responsabilidade de servir. Os Estados Unidos receberam a bênção de ter cidadãos admiráveis que estendem a mão de compaixão para ajudar irmãos e irmãs em necessidade. Recordamos também nossos homens e mulheres corajosos nas forças armadas que escolheram voluntariamente nos defender em terras distantes. Muitos daqueles que responderam ao chamado militar passarão o Natal longe do lar e separados da família. Honramos o sacrifício deles, pedimos que Deus cuide deles e de suas famílias e oramos para que eles voltem em segurança.

Natal é uma época de se alegrar e lembrar o nascimento de Jesus Cristo. Laura e eu oramos para que você tenha um Natal abençoado com a família e em comunhão com outras pessoas, e desejamos a você um dia de boas novas.

Feliz Natal.

GEORGE W. BUSH

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Por que os políticos não querem mandar seus filhos às escolas públicas?

Por que os políticos não querem mandar seus filhos às escolas públicas?

Julio Severo

Todo político deveria representar o povo e seus interesses. Assim, nada mais natural do que deputados, senadores, governadores e outras autoridades demonstrando humildade e se misturando no meio do povo. Nada melhor do que o convívio para conhecer as realidades da vida.

Surpresa das surpresas, Cristovam Buarque, um político socialista radical, teve a idéia de criar um projeto de lei para que todo político eleito no Brasil seja obrigado a matricular os filhos em escola pública.

A surpresa, é claro, não é a obrigatoriedade nem as escolas públicas, pois os políticos socialistas têm o conhecido hábito de obrigar os cidadãos comuns a uma infinidade de serviços. Os cidadãos comuns, sem recursos, há muito tempo não têm nenhum poder ou direito de escolha diante dessa obrigatoriedade e da educação pública. A surpresa é que o alvo do projeto são os próprios políticos.

O brasileiro só ficará surpreso no dia em que for aprovada uma lei que o desobrigue de tais imposições, pois ele está cansado de ser alvo de experimentos e abusos legais nas mãos de políticos que ditam, mediante seus projetos, obrigações que eles mesmos não cumprem nem gostariam de cumprir.

O brasileiro está cansado de ver seus filhos voltando da escola contando histórias de terror como violência, drogas, sexo livre, etc.

A escola pública se tornou um mal necessário — apenas para os cidadãos comuns. Paras os políticos, é um mal totalmente desnecessário. Se não fossem as leis que obrigam, muitos pais e mães evitariam esse mal. Até mesmo professores de escolas públicas não têm coragem de enviar seus filhos a esses lugares. No caso dos políticos, seria impensável que eles cometessem a loucura de enviar seus filhos a esses lugares.

Não que a violência seja um mal insuperável. Os políticos e seus filhos sempre conseguem os privilégios do Estado. Os meninos dos deputados poderiam tranquilamente ir para as escolas públicas acompanhados de escoltas armadas da polícia.

Não que as drogas sejam um problema insuperável. Mas são inegavelmente um problema difícil, principalmente quando no Brasil há estranhas facilidades políticas e ideológicas para que o império das drogas sobreviva. A evidência é a notória ligação do Foro de São Paulo com as FARC da Colômbia. As FARC são, provavelmente, o maior grupo de tráfico de drogas do mundo, exportando seus “produtos” inclusive para o Brasil. O Foro de São Paulo é o maior grupo comunista do continente americano, fundado por Lula e Fidel Castro, cuja missão é transformar a América Latina numa versão pobre da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. (Por pura coincidência, as escolas públicas do Brasil acham que uma de suas missões é criar tendências pró-socialismo nos alunos.)

Não que o sexo seja um problema insuperável. Aliás, o grande problema das escolas é que o sexo livre nem mesmo é problema! Problema, na visão humanista dessas escolas, é a gravidez. Os políticos podem ficar tranqüilos: seus filhos poderão fazer sexo à vontade. As escolas públicas têm preparo de sobra para essa finalidade.

Então, qual é o medo dos deputados, senadores, vereadores, governadores e outras autoridades de serem obrigados a mandar seus filhos à escola pública?

Excluindo a questão da violência, drogas e sexo, ainda resta um problema que não é tratado como problema: as escolas públicas não ensinam o que deveriam ensinar e ensinam o que não deveriam ensinar.

Desde quando crianças e adolescentes precisam ir para a escola para aprender a fazer sexo antes do casamento? Falta bem pouco para o MEC mandá-los diretamente para prostíbulos.

Crianças e adolescentes vão (ou deveriam ir) para a escola pública para aprender a ler e escrever bem. Nessa função fundamental, a Folha de S. Paulo nos informa, no artigo “Brasil é reprovado, de novo, em matemática e leitura”, que num importante exame internacional neste ano os alunos brasileiros ficaram em péssima posição no ranking mundial. O exame incluiu alunos de mais de 50 países.

Em 2003, o desempenho dos alunos brasileiros em testes internacionais também foi ruim. Nos anos seguintes, piorou. Em contraste, não houve piora no desempenho dos alunos na educação sexual absorvida na escola — onde crianças e adolescentes estão fazendo sexo e engravidando mais do que nunca —, comprovando o fato de que estão aprendendo o que não deveriam aprender. Comprova também que as escolas públicas estão moralmente desqualificadas para lidar com questões de sexualidade a partir de uma perspectiva necessária de casamento, compromisso e responsabilidade.

O “aprendizado” sexual está tão elevado que o governo Lula começará em 2008 a instalar máquinas de camisinhas nas escolas. Não se sabe se, para compensar os fracassos educacionais dos alunos do Brasil, Lula quer prepará-los para a eventualidade da criação de algum teste internacional bizarro de cópula entre estudantes. Talvez só assim eles terão chance de ficar em primeiro lugar!

Diante dessa realidade, por que o político socialista criou um projeto de lei para obrigar todos os políticos do Brasil a matricular os filhos em escolas públicas? Talvez como meio de garantir que os filhos de todos eles sejam doutrinados nas idéias socialistas. Se os filhos dos eleitores podem ser assim doutrinados, por que não também os filhos dos políticos? Nessa função, o MEC está mais que preparado para formar os futuros cidadãos da União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas.

Cristovam Buarque entende do que fala. Afinal, ele já foi Ministro da Educação, nomeado pelo próprio Lula, e sempre foi um esquerdista de militância ativa. Ele sabe da importância da “educação” e sabe como a educação pode ser um poderoso instrumento a serviço do socialismo.

Quanto aos seus amigos políticos, eles não enxergam os objetivos dele e não ligam para as questões das escolas públicas — que afetam os filhos dos outros. Mas quando o assunto envolve seus próprios filhos, eles se importam muito com violência, drogas e sexo livre. E eles se importam principalmente com o baixíssimo desempenho dos alunos para ler e escrever.

Afinal, por que é que você acha que eles não mandam os próprios filhos às escolas públicas? Eles não são loucos.

E seria loucura não imitá-los.

Para conhecer uma educação alternativa e melhor do que a educação pública, visite o Blog Escola em Casa.

Fonte: www.juliosevero.com

20 de dezembro de 2007

O triste legado do filho de Francis Schaeffer

O triste legado do filho de Francis Schaeffer

Ingrid Schlueter

Recentemente, topei com um artigo do filho do falecido Dr. Francis Schaeffer. Ele era conhecido como Franky, mas agora prefere apenas Frank. Os artigos e livros de Frank Schaeffer apelavam para mim quando eu era estudante colegial na década de 1980.

Lembro-me de um namoro com um rapaz que me levou para a casa de seus pais para debater o livro A Time for Anger: The Myth of Neutrality (Um tempo para ira-se: o mito da neutralidade). Foi uma noite interessante. Schaeffer escrevia de forma ousada e apontava que não havia lugar para neutralidade nas convicções de um cristão. Ele agiu firmemente assim até 1992.

Ouvi Frank Schaeffer falar numa igreja em nossa cidade onde ele literalmente manteve a audiência na reunião pró-vida na palma de sua mão. Nunca me esquecerei do discurso dele à medida que ele apontava a certeza do valor da vida e como as mentiras dos promotores do aborto precisavam ser desmascaradas. Eu estava sentada ouvindo seu discurso ardente por meio dos alto-falantes da igreja. Num mundo de covardes e cristãos passivos, aí estava alguém que, com a oratória de um homem como Patrick Henry, estava chamando os cristãos para a ação. Isso foi no verão de 1992.

Poucos sabiam naquela época que Frank estava no processo de abandonar tudo aquilo em que acreditava. Ele havia se convertido à Igreja Católica Ortodoxa em 1990 e estava para escrever uma trilogia de livros de ficção que ridicularizavam sua criação inteira na L’Abri, seus pais, suas irmãs e a fé de seus pais. Ele zombou do protestantismo em geral e do evangelicalismo em particular. A série dele, intitulada Calvin Becker, foi amplamente saudada como grande ficção

A revista Publishers Weekly juntou-se ao coro de jornais americanos que estavam louvando a perspectiva “brilhante” e “genial” de Frank Schaeffer acerca da vida em família dos evangélicos. Eu li o primeiro livro, Portofino, e fiquei enojada. O livro seguinte da série era tão deprimente que parei de ler. (Esse livro, Saving Grandma (Salvando a Vovó), deixa você com a impressão de que o pai de Frank era, em segredo, um viciado em pornografia. Frank inicialmente afirmou que os livros não eram autobiográficos, mas no artigo que li, ele diz que a trilogia mostra o que sua família evangélica conservadora lhe fez.)

Não me importei com o terceiro livro dele, onde ele conta em detalhes acerca de seu caráter de adolescente e como ele seduziu uma empregada de hotel. A capa do livro original mostra uma mulher de sutiã. (Por razões puramente comerciais, notei que mudaram a capa agora. Talvez até mesmo a editora secular tivesse recebido críticas por uma capa desse tipo.)

Sim, Frank é talentoso. Tendo trabalhado com ele num projeto de vídeo para o Instituto Rutherford, eu ficava simplesmente pasma diante dos talentos dele. Ele é brilhante e tem muito jeito para fazer as coisas. Mas à medida que assisti o novo Frank surgir, minha desilusão se transformou em nojo.

Aí está agora um homem que está usando seus muitos talentos para envergonhar seus pais e zombar dos milhões de cristãos fiéis que NÃO são católicos ortodoxos e que acreditam que “essas coisas estão escritas” nas Escrituras para que saibamos que temos a vida eterna.

Frank agora prefere “mistério” em vez de respostas. Ele abraçou a Igreja Católica Ortodoxa — ironicamente, com paixão fundamentalista —, provocando tumulto entre os líderes católicos ortodoxos na América do Norte.

Seu livro Dancing Alone (Dançando Sozinho) descreve em detalhes sua conversão e sua convicção de que a Igreja Católica Ortodoxa é a verdadeira igreja. Ele se tornou evangelista dessa igreja, vendendo CDs dos cânticos católicos ortodoxos e explicando que é a única religião verdadeira, etc. Ele agora chama a Reforma de a “rebelião protestante”.

Nos últimos anos, as editoras estão mostrando muito interesse em Frank por causa dos livros dele sobre seu filho John que se alistou no exército. Esses livros contêm obscenidades e palavrões.

Gostaria de fazer alguns comentários depois de ver o artigo de Frank Schaeffer, escrito no jornal San Francisco Chronicle. Compreendo o cinismo dele acerca do mundo evangélico. Sem dúvida nenhuma, há muitos erros nas igrejas evangélicas.

Passo grande parte do tempo expondo esses erros e chamando as pessoas a voltar a confiar na autoridade da Palavra de Deus. Mas há uma tendência crescente entre os cristãos de jogar fora a Reforma e voltar para Roma ou, no caso de Frank, para Constantinopla. De volta ao futuro. A Igreja Católica Ortodoxa ensina a idéia de que a salvação é uma luta que travamos a vida inteira. Dá-se um sumiço no ensino de que a salvação é por meio da graça apenas, por meio da fé apenas e somente em Cristo.

Agora, precisamos voltar ao sistema de trabalhar com nossas próprias mãos nossa ida ao céu. Frank fez sua escolha. Ele agora se acha no outro lado de onde começou. No passado, ele próprio teria apontado esse erro de forma bem clara. Agora, é ele quem está defendendo esses erros em seus escritos.

Há um aviso aqui. No nevoeiro de desilusão com o atual estado das igrejas evangélicas, não vamos cometer o erro de pular de um erro para outro. A amargura de Frank contra seus pais e contra os evangélicos (ele usa o termo fundamentalista a torto e direito) fez com que muitos evangélicos se desviassem e voltassem à escravidão da salvação através das obras da Igreja Católica Ortodoxa.

Ele agora ganha a vida publicando artigos atacando os que adotam a Palavra de Deus como única autoridade. Na mente dele, os evangélicos não são melhores do que os fanáticos muçulmanos que lançaram aviões em edifícios em ataques terroristas.

Com Frank, não há neutralidade. A questão é que ele agora se encontra no outro lado. Quando a perseguição aos verdadeiros crentes começar, é de esperar que esse seja o pretexto que será usado. Os evangélicos conservadores serão vistos como Frank os pinta. Perigoso, não é? Dá para ver o motivo por que agora Frank se tornou o queridinho da imprensa secular.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: Slice of Laodicea

19 de dezembro de 2007

Extremista antigay Fred Phelps ajuda o movimento homossexual

Extremista antigay Fred Phelps ajuda o movimento homossexual

Ele não tem igreja, já concorreu como candidato do Partido Democrático (que é liberal e esquerdista) e fez campanha em favor de Al Gore

Dezembro de 2007 (LifeSiteNews.com) — Quando o parlamentar homossexual Svend Robinson estava defendendo seu projeto de lei Bill C-250 que incluía, nas cláusulas de crimes de ódio do Código Criminal do Canadá, proteção especial aos homossexuais, ele teve extrema dificuldade de encontrar exemplos no Canadá de homossexuais que estavam realmente sofrendo “ódio”.

Por isso, ele precisou usar a suposta ameaça que os homossexuais canadenses estavam recebendo de Fred Phelps, um suposto pastor batista americano, de sua suposta Igreja Batista Westboro, supostamente localizada em Kansas, EUA. Phelps é conhecido por sua piquetagem ofensiva que alega sustentar as crenças cristãs contra o homossexualismo. Um de seus slogans mais conhecidos é “Deus Odeia as Bichas”. O Sr. Phelps havia convenientemente, naquela ocasião, ameaçado entrar no Canadá por causa do Bill C-250. (No entanto, subseqüentemente, o Departamento de Imigração do Canadá proibiu a entra de Phelps no Canadá.)

O nome de Phelps surgiu também no Canadá em 2001 quando o grupo pró-vida REAL Women era parte do Comitê Não que incluía Campagne Québec-Vie (Coalizão da Campanha pela Vida de Quebec), o Partido da Herança Cristã e uma pequena igreja evangélica de Montreal. O Comitê Não fazia objeções aos Jogos Gays, marcados para acontecerem em Montreal em 2006. O Royal Bank não permitiu que o Comitê Não abrisse uma conta bancária, afirmando que o Comitê estava praticando discriminação contra os homossexuais ao objetar aos Jogos Gays.

Em resposta às muitas queixas ao Royal Bank acerca de sua recusa de permitir que o Comitê Não abrisse uma conta bancária, o Sr. David Moorcroft, vice-presidente do Royal Bank do Canadá, deu como uma de suas explicações para a recusa que o Comitê Não supostamente tinha o apoio de Fred Phelps e da Igreja Batista Westboro. Isso era ridículo e prejudicial para a credibilidade do Comitê.

O Comitê Não rapidamente enviou ao Sr. Moorcroft uma carta registrada datada de 18 de setembro de 2002 advertindo-o de que sua declaração do suposto apoio da Igreja Batista Westboro era falsa, difamatória e inaceitável. O Sr. Moorcroft parou imediatamente de fazer a alegação.

O que acaba vindo à tona é que Fred Phelps não é pastor batista. As ações dele, porém, criam simpatia pela causa homossexual e ao mesmo tempo desonram e ridicularizam a fé cristã. Além do mais, de acordo com a Wikipedia e com Kansas Voter View, o Sr. Phelps é filiado ao Partido Democrata (que é bem liberal e esquerdista) e já concorreu cinco vezes em eleições dos democratas em Kansas, inclusive para senador, e fez campanha em favor do Senador Al Gore na campanha presidencial de 1988, o que lhe trouxe a oportunidade de ser um dos convidados na posse do Presidente Clinton e seu vice Gore.

O Sr. Phelps vive numa mansão com seus filhos adultos, alguns dos quais são advogados formados. Durante os momentos delicados em que há votação de projetos a favor do homossexualismo, o Sr. Phelps e sua família chegam misteriosamente trazendo seus conhecidos cartazes “Deus Odeia as Bichas”.

A mais recente piquetagem do Sr. Phelps ocorreu nos funerais de soldados americanos mortos no Iraque. Ele alega que seus cartazes são para “agradecer” a Deus pelo fato de que os terroristas mataram os soldados americanos e que essas mortes são castigo porque os EUA adotaram o homossexualismo. Mas a piquetagem dele nos funerais militares convenientemente também atrai a atenção para a controvérsia da invasão americana ao Iraque e para a oposição do Partido Democrático a essa invasão.

O Sr. Phelps e sua família, sem nenhuma fonte de renda conhecida, levam uma vida luxuosa. Ele não tem igreja e não tem nenhuma congregação. Não há dúvida, porém, de que a piquetagem do Sr. Phelps é muito útil para a causa homossexual.

Artigo original: Anti-Gay Extremist Fred Phelps Assists Homosexual Efforts

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews