29 de setembro de 2007

Bush para a ONU: o mundo precisa se libertar da tirania e da violência

Bush para a ONU: o mundo precisa se libertar da tirania e da violência

Falando diante da Assembléia Geral da ONU, presidente dos EUA pede que as nações do mundo parem de criticar ferozmente Israel por violar direitos humanos e pede apoio para as democracias emergentes

Yitzhak Benhorin

NOVA IORQUE, EUA — George W Bush, presidente dos Estados Unidos, falou diante da Assembléia Geral das Nações Unidas em 25 de setembro de 2007 e pediu aos seus membros que parem de tratar Israel como se a nação judaica fosse o único país do mundo onde não se cumprem plenamente os direitos humanos.

O discurso de Bush diante da 62ª Assembléia Geral girou principalmente em torno do abuso mundial dos direitos humanos e a necessidade de o mundo se libertar da tirania e da violência.

Citando especificamente Myanmar, Darfur, Cuba e Zimbábue como alguns dos países mais culpados de abusar dos direitos humanos, Bush anunciou novas sanções americanas contra os governantes militares de Myanmar.

“Os Estados Unidos apertarão as sanções econômicas sobre os líderes do regime e os que o apóiam financeiramente”, disse Bush, acrescentando que os americanos estão “revoltados” com os abusos de direitos humanos em Myanmar.

Bush criticou a comissão de direitos humanos da ONU por sua negligência em não destinar recursos necessários para lidar com as violações de direitos humanos no mundo, e optar em vez disso por passar a maior parte do tempo lançando sobre Israel críticas pesadas por tais violações.

O artigo completo, em inglês, se encontra aqui: http://www.ynetnews.com/articles/0%2C7340%2CL-3453525%2C00.html

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; ww.juliosevero.com

28 de setembro de 2007

Lula & Bispo Macedo: alianças estranhas garantem a “liberdade de imprensa” no Brasil

Lula & Bispo Macedo: alianças estranhas garantem a “liberdade de imprensa” no Brasil

Julio Severo

Lula e Bispo Macedo juntos, na inauguração da Record News, um canal de “notícias” do bispo supremo da IURD. Na ocasião, Lula disse que defende a “liberdade de imprensa”. Veja a matéria completa aqui e aqui.



Acompanhe como funciona a “liberdade de imprensa” no Brasil:

Record + Casoy = Governo Lula incomodado

Na época em que Boris Casoy trabalhava na Record, seu jornalismo incomodava (para dizer no mínimo) o governo Lula. Nem tudo o que ele dizia agradava aos donos do poder.

Governo Lula > Record = Casoy demitido

Governo Lula dá um “toque” na Record. Resultado: Casoy é demitido. Veja a notícia completa aqui.

Record sem Casoy = Governo Lula contente!

Sem a presença de um dos jornalistas mais críticos do governo Lula, Record está enfim pronta para receber a presença de Lula para elogiar a “liberdade de imprensa”.

Agora, Lula e Bispo Macedo posam satisfeitos para fotos.



Agora, Record junta-se à Globo na defesa da “verdade jornalística”.

O que essa estranha e nebulosa aliança nos ensina?

Não dá para se ter “liberdade de imprensa” no Brasil com Casoys por perto. (E olha que o Casoy, embora muito criticasse alguns erros do amigo do Bispo Macedo, não tenha chegado nem perto de expor muitos outros problemas que o Blog Julio Severo mostra acerca do governo Lula, tais como o programa Brasil Sem Homofobia, políticas nitidamente pró-aborto e muitas outras questões importantes.)

Para o bem da demoniocracia brasileira, Casoy — e muito menos Julio Severo — não pode ter espaço no “noticiário” da Record. A ausência de Casoys e Severos nos grandes meios de comunicação é vital para a sobrevivência da “liberdade de imprensa” e das estranhas alianças.

Lula + Bispo Macedo + Record News + “liberdade de imprensa” = “verdade da imprensa”

Quer ver notícias sobre governo Lula & narcotráfico, governo Lula & homossexualismo, governo Lula & aborto? Se ligar na Record News ou na Globo News, você só verá a “verdade da imprensa”.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

27 de setembro de 2007

O amadurecimento da educação escolar em casa

O amadurecimento da educação escolar em casa

Dra. Isabel Lyman

No final da década de 1960 e começo da década de 1970, o moderno movimento de educação escolar em casa estava em sua infância nos Estados Unidos. Naquela época, a maioria dos americanos via a educação em casa como uma estranha atração turística ou a escolha do estilo de vida daqueles que estavam dispostos a sofrer mais dificuldades do que o necessário.

Que diferença algumas décadas fazem.

Hoje, a educação escolar em casa está com uma imagem totalmente mudada. O movimento, que era estranho, agora se tornou parte das grandes tendências sociais e adquiriu um brilho fascinante e popular.

Dê uma olhada em algumas edições da revista Sports Illustrated, de 2007. Ali nunca falta espaço para notícias sobre personalidades do atletismo que receberam sua educação em casa. Como Jessica Long, que nasceu na Rússia, reside em Baltimore, e é uma nadadora realizada. Aos 15 anos, Jessica se tornou a primeira atleta das Paraolimpíadas a ganhar o prestigioso Prêmio Sullivan, que honra os maiores atletas amadores do país. Então há o arrojado Joey Logano que, aos 17 anos, já ganhou uma corrida da NASCAR.

Até mesmo pretendentes à presidência dos EUA, e suas esposas, estão mostrando simpatia pública ao movimento de educação escolar em casa. O deputado federal Ron Paul (R-Texas) deu apoio entusiástico às famílias que educam os filhos em casa, e Elizabeth Edwards, esposa do senador John Edwards (D-North Carolina) disse ao jornal Wall Street Journal que neste outono ela planeja educar em casa os dois filhos mais novos do casal “com a ajuda de um tutor”.

Quanto às realizações acadêmicas, esta temporada de competição nacional foi extraordinária: adolescentes que foram educados em casa foram coroados como campeões em três eventos importantes. Um menino de 12 anos chamado Matthew Evans ganhou a competição National Word Power, patrocinada pelo famoso Reader’s Digest. O menino de 13 anos Evan O’Dorney, da Califórnia, ganhou a Competição Nacional de Ortografia da Scripps, e a menina de 14 anos Caitlin Snaring de Washington se tornou campeã na Competição da National Geographic.

Em seguida há Micah Stanley de Minnesota que nunca na vida entrou numa escola institucional. Nos anos recentes, ele estava matriculado na Faculdade de Direito Oak Brook, uma faculdade de direito de correspondência com sede em Sacramento. Em fevereiro de 2007, ele fez, durante três dias, os duros exames gerais de advocacia (as leis da Califórnia permitem que estudantes de direito por correspondência façam os exames de advocacia), e ele pode agora acrescentar a palavra “advogado” no seu currículo. Em suas horas de folga, ele está finalizando um livro intitulado “Como Escapar do Reservatório: Um Guia para Ajudar Você a Ter o que Você Quer”.

Micah tem 19 anos.

Entretanto, um adolescente advogado e escritor não seria surpresa para John Taylor Gatto, um crítico conhecido das leis de educação compulsória e que já foi Professor do Ano do Estado de Nova Iorque. Escrevendo na Harper’s Magazine, Gatto argumentou abertamente que “a inteligência é tão comum quanto o capim”.

Talvez. Mas também dá para entender que quando as pessoas comuns ficam sabendo que campeões como Joeys, Caitlins e Micahs receberam educação em casa, elas ficam amedrontadas — como se essa escolha educacional fosse o domínio exclusivo de mães e pais obcecados e compulsivos com dinheiro de sobra para jogar fora, muitas horas de folga e filhos nota 10.

Embora seja elogiável quando um menino alcança uma meta monumental, a educação escolar em casa sempre teve mais a ver com liberdade e responsabilidade pessoal do que com ganhar bolsas de estudos de grandes universidades ou jogar tênis em Wimbledon. Em geral, o movimento de educação escolar em casa atrai famílias da classe trabalhadora de todas as raças e religiões, cujo principal desejo é fornecer uma experiência estimulante de aprendizado.

É claro, quem mais sobressai no movimento são as famílias e seus filhos ousados e intrépidos. A família Burns, do Alaska, iniciou neste verão uma viagem de veleiro ao redor do mundo por três anos. Chris Burns (o pai) disse ao jornal Juneau Empire que ele espera, enquanto estiver no mar educando seus filhos, ter conexão direta com escolas do Alaska a fim de conduzir sessões de perguntas e respostas aos alunos.

Num sentido legal, os meninos e meninas que estudam em casa são um lembrete reluzente de uma questão complexa que se tornou o ponto central de importantes casos no Supremo Tribunal: o Estado tem a autoridade de forçar uma criança a ir para a escola e fazê-la sentar-se numa carteira durante 12 anos? Se tal criança tem a aptidão e maturidade para tal contrato de longo prazo (ou escravidão contra a vontade dela) permanece uma questão incômoda porque, no mantra aceitável de hoje, “a educação é um direito”.

Mais que passou da hora de se debater essa questão, pois há abundantes sinais — as caras aulas de recuperação e o crescente índice de evasão escolar, para citar apenas dois problemas — indicando que o atual modelo de escola pública não é favorável às crianças.

A educação escolar em casa, afinal de contas, começou a se tornar popular porque uma autoridade passada do Ministério da Educação dos EUA argumentou que as crianças, como delicadas plantas de estufa, precisam de certo tipo de ambiente para crescerem e desabrocharem, e que pais amorosos, não instituições, têm mais chance de criar as estufas.

Foi em 1969 quando o falecido Dr. Raymond Moore iniciou uma investigação em áreas anteriormente negligenciadas da pesquisa educacional. Duas das perguntas que Moore e uma equipe de colegas empreenderam responder foram (1) A institucionalização das crianças novas é uma tendência educacional saudável? e (2) Qual é a melhor época para se entrar na escola?

Enquanto examinava milhares de estudos, vinte dos quais comparavam crianças que entravam cedo na escola com crianças que entravam tarde, Moore concluiu que os problemas de desenvolvimento, tais como hiperatividade, miopia e dislexia, são muitas vezes conseqüência da prática de sobrecarregar prematuramente a mente e o sistema nervoso da criança com contínuas tarefas acadêmicas, como ler e escrever.

A maior parte das pesquisas convenceu Moore de que a escolarização formal deve ser adiada até a criança ter pelo menos 8 ou 10 anos, ou até mesmo 12 anos. Conforme ele explicou: “Essas descobertas despertaram nossa preocupação e nos convenceram a centralizar nossa investigação em duas áreas principais: o aprendizado formal e a sociabilização. Esse trabalho acabou levando a um interesse inesperado na educação escolar em casa”.

Moore então escreveu Home Grown Kids e Home-Spun Schools. O resto, como dizem, é história. Os livros, publicados na década de 1980, venderam centenas de milhares de exemplares e oferecem conselhos práticos para potenciais pais educadores.

Hoje em dia, há uma imensidão de materiais de auto-ajuda, grande quantidade de produtos comerciais e oportunidades online exclusivamente dedicados a incentivar famílias a aprender juntos na conveniência de seus lares. A educação escolar em casa já passou seu período de graduação, transformando-se numa escolha testada e aprovada que permite que os filhos se desenvolvam com sucesso e aprendam conforme seu próprio ritmo. A educação em casa inspira outras histórias de sucesso. À medida que nossa nação é famosa por incentivar os imigrantes a se reinventarem e realizarem o Sonho Americano, assim também ocorre com as crianças na educação em casa, quer elas tenham ou não um QI elevado.

Acima de tudo, o mérito da educação escolar em casa é que esse modelo educacional permite novas experiências, flexibilidade e muitas tentativas até se encontrar a melhor solução. Aí está o grande contraste com a educação que o Estado dá. Como com todos os sistemas estabelecidos pelas burocracias, as escolas públicas estão atoladas numa única via, perpetuam fracassos, reagem lentamente a mudanças e resistem a todas as reformas. Não se localizam nem se detêm os erros, que estão no sistema todo destruindo tudo. Já é ruim quando tal sistema burocrático é usado para governar os contratos trabalhistas e serviço postal. É perda trágica quando é usado para administrar a mente das crianças.

Dra. Isabel Lyman é autora do livro The Homeschooling Revolution, sobre o moderno movimento de educação escolar em casa. Seus artigos aparecem em grandes jornais americanos como Miami Herald, Wall Street Journal, Dallas Morning News, Pittsburgh Tribune-Review, Investor’s Business Daily, Boston Herald, Los Angeles Daily Journal, National Review, Chronicles e Daily Oklahoman.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Bibliografia:

John Taylor Gatto, "Against School — How public education cripples our kids, and why."

Harper’s Magazine, setembro de 2003.

Ken Lewis, "Juneau man to set sail on world voyage." Juneau Empire, 16 de abril de 2007.

Raymond Moore, "Homegrown and Homeschooled." Mothering, verão de 1990, p. 79.

Entrevista por email com Micah Stanley, 2 de julho de 2007.

Fonte: Ludwig von Mises Institute

Para mais artigos sobre educação escolar em casa, visite o Blog Escola em Casa.

26 de setembro de 2007

O maior de todos os ladrões


O maior de todos os ladrões

Diante da Lei suprema, que transcende todas as constituições e leis humanas, roubo é roubo, seja praticado por um homem simples, pelo presidente de uma nação ou pelo próprio Estado

Julio Severo

Ladrão comum: “Assalto! Entregue-me o seu dinheiro! Quero dar saúde, educação e aposentadoria para mim mesmo. Por isso, exijo seu dinheiro, mesmo correndo o risco de ir para a cadeia!”

Ladrão privilegiado: “Entregue-me seu dinheiro! Quero dar saúde, educação e aposentadoria para você. Por isso, exijo seu dinheiro. Se não me entregar, você corre o risco de ir para a cadeia!”

O ladrão comum rouba com a força de uma arma.

O ladrão privilegiado ameaça com a força da lei. Como não poderia deixar de ser, ele é o próprio Estado, incomparavelmente superior a todos os ladrões juntos.

Qual a diferença entre os dois criminosos? O primeiro é sincero, e o segundo é enganador.

Quando um assaltante comum quer roubar um cidadão, ele tem de quebrar a lei. Mas o Estado ladrão é tão privilegiado que, além de modificar a lei para não ser visto como ladrão ao tirar dinheiro das vítimas, ainda consegue inverter totalmente os papéis, classificando legalmente como ladrão o cidadão que não quiser lhe entregar o dinheiro! E, diferente de todos os outros ladrões, ele não assalta apenas uma, duas ou cem pessoas: ele rouba literalmente todos os cidadãos.

A armadilha da previdência

Na questão da previdência, quem por muitos anos trabalhou, se sacrificou e pagou para o governo hoje se vê espremido e oprimido pelas sucessivas mutilações que o tubarão estatal faz na aposentadoria dos idosos. No sistema de Deus, que funcionou durante milhares de anos, o homem constituía família com sua esposa, investia nos filhos e mais tarde seu sustento na velhice ficava sob a responsabilidade dos próprios filhos. A prioridade absoluta era investir na própria família, não no governo.

Hoje o tubarão estatal remove do cidadão a opção de seguir o plano de Deus para a família sustentar os pais idosos e exige que todos paguem para a previdência social — porque o governo tem extrema necessidade desses recursos para seus suspeitos gastos e investimentos. Pode-se dizer suspeito porque quando o governo investe em iniciativas como educação sexual pornográfica e doutrinação socialista nas escolas, o programa Brasil Sem Homofobia e programas de aborto na rede pública de saúde, o dinheiro dos cidadãos está sendo roubado e usado para uma finalidade que a maioria da população não aprovaria se fosse consultada. Sem mencionar que os rombos na previdência são notórios.

O aposentado de hoje recebe muito menos do que lhe foi prometido pela previdência. O aposentado de amanhã sofrerá desapontamentos maiores. Esses desapontamentos são inevitáveis, pois a própria ONU vem avisando que nos próximos anos até mesmo os países ricos terão dificuldades de pagar aposentadorias. O que então dizer de um país menos desenvolvido como o Brasil?

A previdência social é uma invenção recente no Brasil, com menos de um século, porém sem chance de completar cem anos de forma sóbria e sem nenhuma chance de chegar aos duzentos anos. A “previdência” natural, com seus milênios de existência, prevalecerá sobre a novidade estatal. Os próprios países ricos serão testemunhas da extinção da previdência social, onde uma população materialista e presunçosa ficará sem o sustento estatal e com pouquíssimos ou nenhum filho para lhes servirem de socorro e apoio na velhice, culminando na imposição de leis de eutanásia. As políticas e cultura de controle de natalidade garantem não só um futuro sem filhos para os idosos, mas também menos trabalhadores futuros para investir na economia do país e na aposentadoria dos futuros idosos.

O Estado sabe que o futuro da previdência é sombrio e duvidoso, porém continua obrigando os cidadãos a investir na previdência, em vez de deixá-los investir em suas próprias famílias. E continua alimentando seus próprios bolsos, despojando dos trabalhares mediante pagamento forçado da previdência, deixando as pobres vítimas com o sonho de um futuro amparado pelo Estado — um sonho cada vez menos realizável.

Um governo honesto diria aos cidadãos: “Povo brasileiro, as próprias nações européias, o Japão, o Canadá e os EUA já estão começando a enfrentar pressões e crise na previdência social. O sistema de aposentadoria vai falir no mundo inteiro. A ONU sabe disso. A elite política em todos os país avançados sabe disso. Portanto, se quiser cuidar do seu futuro sustento, cuide hoje de sua família. Invista nos seus filhos. Aliás, cada família deveria ter mais filhos para que mais tarde os pais idosos possam receber dos filhos todo apoio. O Estado não mais cobrará impostos previdenciários, para que você fique com esse dinheiro para investir no bem-estar de sua própria família. Seus próprios filhos, não o Estado, são o seu futuro”.

Muitas pessoas estão começando a questionar o ato de confiar o próprio sustento futuro nas mãos do Estado. Nos Estados Unidos, Deus já está despertando profeticamente famílias evangélicas a voltarem para o padrão bíblico de vida e família. Muitos estão tendo famílias grandes — que sempre são uma bênção diante de Deus —, educando os filhos no sistema de educação escolar em casa e entregando seu sustento futuro a Deus. O dinheiro que pagariam à previdência eles investem no bem-estar dos filhos.

Entretanto, no Brasil o trabalhador cristão tem menos opções: ele tem de sustentar sua família e do pouco que ganha boa parte é abocanhada pelo tubarão estatal para supostamente financiar os já conhecidos serviços precários de saúde, educação e previdência.

Frente Parlamentar Evangélica: oportunidade perdida

O pior é quando os líderes do povo de Deus se acomodam e perdem a capacidade de reagir à ganância estatal. Na manhã de 17 de setembro de 2007, Alexandre Padilha, representante do governo Lula, teve oportunidade de apresentar as justificativas do governo para os muitos e elevados impostos no Brasil. Sua defesa da gula estatal é perfeitamente normal. Contudo, as justificativas não foram apresentadas num lugar qualquer. Foram feitas no Seminário sobre Políticas Públicas, realizado pela Frente Parlamentar Evangélica, no Auditório Petrônio Portela do Senado Federal.

Em nenhum momento os líderes evangélicos sentados à mesa com o representante do governo contestaram suas injustificáveis “justificativas” do Estado assistencialista e seus impostos elevados, e a audiência evangélica teve de ouvir bovinamente que o governo age assim a fim de dar melhor assistência a todos os brasileiros. O representante também enumerou, durante longo tempo, as muitas políticas públicas e programas sociais sustentados pelos muitos impostos que somos forçados a pagar. Mas, estranhamente, não houve menção nenhuma ao fato de que nossos impostos também sustentam o programa Brasil Sem Homofobia e muitos outros programas governamentais infames.

A Frente Parlamentar Evangélica perdeu uma oportunidade profética de confronto necessário diante de uma defesa vergonhosa de roubos em grande escala. Aliás, quando o assunto é roubo, nenhum assaltante tira mais do cidadão brasileiro do que o próprio Estado.

O representante do governo Lula merecia ter sido esclarecido pelas verdades da Palavra de Deus, se os membros da Frente Parlamentar Evangélica sentados à mesa com ele tivessem aberto a boca contra a injustiça óbvia dos impostos altos e de programas como o Brasil Sem Homofobia. Mas não abriram. De que adianta então pregarem e brilharem tão bem em suas igrejas se não agem de forma semelhante dentro da escuridão do Congresso Nacional? Para que agir em amizade quando as diferenças são tão gritantes?

Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus. Ou vocês acham que é sem razão que a Escritura diz que o Espírito que ele fez habitar em nós tem fortes ciúmes? Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes”. Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês. (Tiago 4:4-7 NVI)

Responsabilidade e irresponsabilidades do Estado

Pela Palavra de Deus, o Estado não tem direito de exigir nem cobrar dos cidadãos impostos na área de saúde, educação e previdência. Essas áreas são totalmente opcionais e deveriam ser deixadas ao critério e livre escolha de cada trabalhador.

A responsabilidade básica do Estado é dar segurança para a população, castigando os maus e elogiando os bons. Nada mais. Para essa finalidade, o Estado pode cobrar impostos justos, que não ultrapassem os limites do bom senso. O que passa dessa responsabilidade e cobrança é crime aos olhos de Deus. No entanto, não faz nenhum sentido o Estado brasileiro cobrar impostos para dar segurança quando a segurança no Brasil encontra-se em estado deplorável.

O fracasso estatal é tão evidente que o povo sempre pergunta e reclama: “Para que pagar tantos impostos quando temos tão pouca segurança?” Nas outras áreas, que não lhe competem pela Palavra de Deus, o Estado é igualmente desastroso. Não só o Estado não pode dar educação e saúde e suprir todas as necessidades da população, mas a verdade é que o Estado não está conseguindo cumprir suas promessas nessas áreas. A precariedade dos serviços estatais de saúde e educação comprova que a Palavra de Deus está certa em não defender nenhum chamado do Estado para esses papéis.

A função básica do Estado, de acordo com a ideologia socialista, é ocupar todos os espaços na sociedade, família e vida dos cidadãos — interferindo, intervindo e invadindo — e cobrando impostos cada vez mais elevados com a desculpa de dar mais saúde, educação, aposentadoria, empregos, etc.

O Estado, de acordo com a Palavra de Deus, tem de se confinar às suas responsabilidades específicas de segurança, respeitando os mandamentos de Deus. Todas as outras áreas devem ser deixadas sob a responsabilidade, liberdade e escolha dos próprios cidadãos.

Entretanto, o Estado, sob a ideologia socialista, quebra todos os limites e confina cada vez mais o cidadão.

O Estado socialista não rouba só dos trabalhadores através de uma imensa rede de cobrança de impostos, mas também rouba Deus — usurpando o lugar central dEle na vida social, utilizando o pretexto do Estado laico para expulsar Deus e seus mandamentos e valores da esfera política e social e em seguida impondo os mandamentos e valores estatais. A ideologia socialista leva fatalmente o Estado a remover tudo o que está no caminho de suas ambições, inclusive valores ligados a Deus e à família.

Quase ninguém no Brasil ainda acordou para a realidade de que o Estado está tornando os brasileiros meros escravos do governo. Enquanto o trabalhador tem menos, o Estado tem mais. Toda vez que promete mais serviços sociais para você, o governo lhe tira muito mais do que lhe dá. O Estado socialista ou assistencialista é insaciavelmente ladrão:

Rouba na suposta intenção de dar saúde para você.

Rouba na suposta intenção de dar emprego para você.

Rouba na suposta intenção de dar educação para você.

Rouba na suposta intenção de dar aposentadoria para você.

O ladrão privilegiado é o mais perigoso de todos, pois tem a lei do seu lado. Toda vez que quer cometer mais assaltos, simplesmente modifica a lei com a suposta intenção de dar mais “assistência” para você!

No entanto, esse ladrão privilegiado se esquece de que, muito embora ele altere as leis para proteger seus crimes, abusos e opressão, todos os ladrões estão incluídos numa Lei suprema que atinge a todos os que cometem o ato de roubar — sejam meros cidadãos desobedientes ou governantes desobedientes com suas ímpias leis. Essa Lei maior e universal diz NÃO FURTARÁS, nos Dez Mandamentos. Mais provavelmente, o ladrão privilegiado não quer se lembrar de que existe essa Lei, para não ser incomodado em sua insaciável ganância de impostos. Por isso, em seu desprezo a tudo o que vem de Deus e a fim de não ter Ninguém a quem prestar contas por seus próprios abusos e crimes, ele defende tanto o “Estado laico”.

Contudo, quer queiram ou não, tanto o ladrão comum quanto o ladrão privilegiado estão debaixo da Lei divina universal. Diante dessa Lei suprema, que transcende todas as constituições e leis humanas, roubo é roubo, seja praticado por um homem simples, pelo presidente de uma nação ou pelo próprio Estado.

O povo, sob Deus, tem o direito de reagir aos ladrões

Quando um Estado não quer se corrigir e parar suas práticas abusivas de roubar dos cidadãos por meio de impostos violentos e iníquos, pode ser preciso fundar uma nova nação. Assim nasceram os EUA. O governo inglês, antes da criação dos EUA, cobrava impostos abusivos dos cidadãos americanos, e o povo americano entendia essa cobrança não como direito do Estado, mas como abuso de poder. Com esse entendimento e com as ações que se seguiram, os cidadãos americanos se livraram do Estado ladrão e fundaram uma nova nação, com princípios mais limitadores aos poderes do Estado.

Assim como um cidadão tem o direito de reagir ao ataque de um ladrão, o nascimento dos Estados Unidos mostra que os cidadãos unidos recebem bênçãos especiais quando, sob Deus, têm a coragem de reagir a um governo ladrão.

Até quando no Brasil os líderes e o povo evangélico agüentarão a condição de escravos de impostos elevados e muitas outras imposições estatais absurdas que oprimem os cidadãos honestos e trabalhadores? Até quando aceitaremos as “justificativas” do governo para tamanho abuso contra nós? Até quando acolheremos em nossas reuniões representantes governamentais defendendo o Ladrão estatal?

Se ficarmos calados, as pedras clamarão.

Como diz meu artigo “Cristãos e impostos pesados e injustos: oportunidade para ação ou acomodação”, temos todo o direito de não sermos acomodados diante do Estado ladrão. Basta, é claro, que usemos esse direito.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Quem sustentará os idosos?

O papel do governo e os cristãos

Quando Maior é Melhor

25 de setembro de 2007

O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia

O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia

Enquanto o governo do rei Lula Acabe está pronto para usar todo o aparelho repressor do Estado para combater os que se opõem ao homossexualismo, Globo e afins estão prontos para dar cobertura estratégica, manipulando suas audiências em atitudes intolerantes e preconceituosas aos cristãos e seus valores.

Julio Severo

Muitos cristãos, sem nenhum apoio, estão se mobilizando para derrotar os infames projetos de lei andiscriminação (que vêm recheados de armadilhas para apanhar cristãos que discordam das depravações homossexuais), porém os ativistas gayzistas estão avançando com o apoio de inescrupulosos grupos internacionais, governo federal e, naturalmente, a mídia liberal.

Como é que o governo Lula dá seu apoio aos projetos anti-homofobia? Implementando seu próprio programa Brasil Sem Homofobia em todas as esferas do governo e sociedade, inclusive as escolas, para que todos sejam doutrinados a ver o homossexualismo como normal e a ver como anormalidade toda oposição, inclusive bíblica. O Brasil Sem Homofobia representa uma grande iniciativa estatal pró-sodomia de lavagem cerebral em massa. Com o Brasil Sem Homofobia em ação, em poucos anos a população, os deputados e os legisladores já estarão programados para aprovar qualquer lei a favor do homossexualismo.

Contudo, os liberais não podem esperar tanto tempo assim. Por isso, eles estão agindo para que os objetivos pró-sodomia do governo federal sejam acelerados.

Como é que os meios de comunicação dão seu apoio à quase onipresente propaganda anti-homofobia do governo? Educando seu público de telenovelas e outros programas. É uma educação que — em nome da neutralidade, diversidade, pluralidade e uma infinidade de outros termos de fachada puramente artística — trata as audiências como estúpidas mentes bovinas, que assimilam tudo o que lhes é mostrado. Suas mentes são vistas como meros computadores, que precisam de troca de programas conforme a mania do momento. A redes de televisão se enxergam então no papel de reprogramadores das opiniões sociais, ora conduzindo o público à determinada direção de comportamento, ora a outras.

Na novela da Rede Globo das 20h, de 28 de julho de 2007, o episódio mostrou algumas moradoras de um prédio que, sabendo que a síndica era preconceituosa, fizeram uma armação para que ela se enganasse com a Rogéria (pensando que fosse uma senhora em vez de homem travestido). Quando a síndica descobre, expulsa o travesti do prédio aos berros e insultos. As vizinhas chamam a polícia e testemunham o preconceito e a situação vexatória. A síndica vai parar na delegacia por “constrangimento ilícito”. Depois, quando a filha da síndica volta da delegacia com a mãe, ela diz que houve perseguição!

A personagem da síndica, que foi usada no papel de preconceituosa, já é conhecida por suas chatices em nome da moral e dos bons costumes. É uma caracterização pré-estabelecida para insultar, denegrir e desacreditar quem tenha posições morais diferentes das doutrinas globais.

Além disso, em 30 de agosto de 2007, o programa “Entre Aspas”, também da Globo, tratou de questões homossexuais, e sua apresentadora citou o projeto de lei contra a homofobia, dizendo: “Torcemos por sua aprovação!”

Assim, a Globo está usando o público devoto de suas novelas e programas para passar sua “discreta” doutrinação anti-homofobia.

Em nome da ideologia antipreconceito, governo Lula e mídia liberal se aliam numa guerra santa contra os cristãos e seus valores.

Ai de quem ousar discordar da sagrada sodomia!

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Lobo em pele de ovelha: O Estado policial e sua ameaça de leis antidiscriminação

A favor do preconceito seletivo: Quando as leis anti-discriminação tornam alguns mais sagrados do que Deus

O uso e abuso gay da palavra preconceito

24 de setembro de 2007

Crianças vacinadas têm probabilidade quase três vezes maior de sofrer transtornos neurológicos como autismo e hiperatividade

Crianças vacinadas têm probabilidade quase três vezes maior de sofrer transtornos neurológicos como autismo e hiperatividade

Enquanto o primeiro julgamento no Tribunal de Vacinas investiga a relação entre vacinas e autismo, uma nova pesquisa publicada hoje indica uma correlação forte entre índices de transtornos neurológicos, tais como THDA (transtorno de hiperatividade e déficit de atenção) e autismo e as vacinas infantis.

A pesquisa, comissionada pela entidade Generation Rescue, comparou crianças vacinadas e crianças não vacinadas em nove municípios do Oregon e Califórnia. Entre mais de 9.000 meninos de idades entre 4 e 17, a pesquisa revelou que os meninos vacinados têm uma probabilidade duas e meia maior (155%) de sofrer transtornos neurológicos em comparação com outros meninos que não são vacinados. Os meninos vacinados têm 224% mais probabilidade de sofrer de THDA (desordem de hiperatividade e déficit de atenção) e 61% mais probabilidade de sofrer de autismo.

Para meninos mais velhos, vacinados, na faixa etária de 11 a 17, os resultados foram ainda mais acentuados. Os meninos vacinados tinham 158% mais probabilidade de sofrer de transtornos neurológicos, 317% mais probabilidade de sofrer de THDA e 112% mais probabilidade de sofrer de autismo. Os resultados completos da pesquisa estão disponíveis em: http://www.GenerationRescue.org.

Generation Rescue comissionou a pesquisa por telefone. Dados foram coletados por SurveyUSA, uma empresa nacional de pesquisas de mercado, que avaliou os pais por telefone acerca de mais de 17.000 crianças entre 4 e 17 anos de idade, em cinco municípios na Califórnia (San Diego, Sonoma, Orange, Sacramento e Marin) e quatro municípios no Oregon (Multnomah, Marion, Jackson e Lane).

A pesquisa perguntou aos pais se seu filho havia sido vacinado, e se esse filho tinha um ou mais dos diagnósticos seguintes: Transtorno de Déficit de Atenção (TDA), THDA, Síndrome de Asperger, Transtorno Global do Desenvolvimento — Sem Nenhuma Outra Especificação (TGD-SNOE) ou Autismo. A pesquisa de telefone foi escolhida para espelhar a metodologia que os Centros de Controle de Doenças (CCD) usa para estabelecer a prevalência de transtornos neurológicos em sua pesquisa nacional por telefone.

Marcado para a data da publicação dos resultados da pesquisa, Generation Rescue também publicou anúncios de página inteira nos jornais Roll Call, de Washington, The Oregonian e The Orange County Register. O anúncio compara 36 vacinas pediátricas que o CCD recomenda hoje com as 10 recomendadas em 1983, e pergunta: “Será que não estamos dando vacinas demais aos nossos filhos?”

“Ninguém jamais comparou os índices de prevalência desses transtornos neurológicos entre crianças vacinadas e crianças não vacinadas”, disse J.B. Handley, co-fundador de Generation Rescue, cujo filho foi diagnosticado com autismo. “A pesquisa por telefone não é perfeita, mas esses números apontam para a necessidade de um abrangente estudo nacional para coletar essas informações cruciais”.

Em Washington, a deputada federal Carolyn Maloney (D-NY) vem defendendo tal pesquisa. Co-patrocinada pelo Dep. Maurice Hinchey (D-NY) e pelo Dep. Ron Paul (R-TX), a “Lei do Abrangente Estudo Comparativo de Pessoas Vacinadas e Não Vacinadas de 2006”, ou PL 2832, foi apresentada em 22 de junho de 2006, e tem como objetivo exigir que o Ministério da Saúde dos EUA complete essa pesquisa.

“O estudo de Generation Rescue é impressionante e de modo bem forte levanta algumas questões sérias acerca da relação entre vacinas e autismo. O que é necessário no final das contas para resolver essa questão de um jeito ou de outro é um estudo nacional abrangente de crianças vacinadas e não vacinadas”, disse a deputada Maloney. “Os pais por trás de Generation Rescue apenas querem essas informações. Esses pais merecem mais do que impedimentos. Eles merecem respostas. Podemos e devemos avançar em busca dessas respostas. É por isso que apresentei um projeto de lei racional que exigirá que o Ministério da Saúde conduza um abrangente estudo comparativo sobre a ligação possível entre autismo e tiomersal”.

De 1983 a 2007, os índices de autismo subiram de 1 em 10.000 crianças para 1 em 150 crianças, uma taxa de aumento de 6.000% (os meninos são afetados de modo significativo por transtornos neurológicos, perfazendo aproximadamente 80% de todos os casos). THDA atualmente afeta 1 em 13 crianças. No mesmo período, o calendário de vacinas recomendadas dos CCD mais que triplicou. O debate efervescente sobre a causa dos transtornos neurológicos infantis não mostra nenhum sinal de se acalmar, mas jamais se fez estudo algum para examinar as crianças não vacinadas.

Lisa Handley, co-fundadora de Generation Rescue, acrescenta: “Todos os que trabalham com a questão do autismo querem identificar a causa, de modo que possamos focalizar nossa atenção no tratamento e prevenção. Um estudo nacional como o PL 5940 poderia ajudar a concluir esse debate e centralizar todos os nossos recursos na assistência às nossas crianças. Chegou sua hora, e esperamos que o Congresso escolha colocar nossos filhos em primeiro lugar”.

O que é Generation Rescue

Generation Rescue foi formado por pais de filhos que foram diagnosticados com transtornos neurológicos infantis e se dedica a examinar as causas e tratamentos biomédicos para o autismo, Asperger, THDA, TDA, TGD-SNOE e outras deficiências de aprendizado. Visite http://www.GenerationRescue.org para obter mais informações e ver completos resultados de pesquisas.

Generation Rescue
http://www.GenerationRescue.org

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: Medical News Today

Artigos sobre vacinas traduzidos por Julio Severo:

A verdade sobre as vacinas

Vacinas infantis: Novo estudo liga mercúrio ao autismo

Vacinas de aborto: a verdade escondida

Vacinações: A Escolha dos Pais

Escolas públicas: os direitos dos pais em perigo: a questão da vacinação obrigatória do HPV para as meninas de escola

Medicina assustadora: Desmascarando o lado sombrio das vacinas

Hepatite B: Os perigos de se proteger recém-nascidos de DSTs

22 de setembro de 2007

Rex Humbard, primeiro televangelista do mundo, morre aos 88 anos de idade

Rex Humbard, primeiro televangelista do mundo, morre aos 88 anos de idade

Entre os milhões que assistiam aos seus cultos televisivos estava Elvis Presley

Rex Humbard, o primeiro televangelista do mundo e pioneiro em programas de TV evangélicos, morreu de causas naturais em 21 de setembro de 2007. Ele tinha 88 anos. Humbard, mencionado pela revista U.S. News & World Report como “Um dos 25 Maiores Arquitetos do Século Americano”, é citado como o primeiro evangelista de TV dos EUA. Em 1949, Rex Humbard iniciou programas de rádio e TV a partir da filial da CBS em Indianapolis, Indiana, e o mundo reparou.

“Hoje, Rex Humbard chegou mais perto do que qualquer outro ser humano na história… de pregar o Evangelho em todo o mundo… mais do que qualquer outro evangelista, ele assumiu o desafio”, elogiou a famosa revista Time.

Em 1952, Rex Humbard estava transmitindo programas semanais para milhões de fiéis telespectadores. As transmissões eram feitas a partir da Catedral do Amanhã, sua igreja com capacidade para 5.400 pessoas sentadas, em Akron, Ohio. Seu programa semanal foi transmitido por aproximadamente três décadas através de 360 estações nos EUA e Canadá e mais de 2.000 estações no mundo inteiro em 91 línguas. Seu estilo simples de falar do Evangelho combinado com o melhor da música evangélica transcendia culturas e doutrinas, e teve apelo amplo entre crentes e descrentes no mundo inteiro. No auge de seus programas, as audiências aos domingos chegavam em média a 8 milhões de telespectadores, sendo que o programa patriótico especial “Alguém Ama Você” de 1976 teve 30 milhões de telespectadores. O jornal Saturday Evening Post escreveu: “Introduzir Deus nas principais esferas públicas sempre foi a meta deste pregador dedicado por mais de 60 anos. Agora, graças aos meios de comunicação eletrônicos, suas principais esferas públicas se estendem de Ohio até o mundo inteiro”.

Um dos mais leais telespectadores de Humbard era Elvis Presley, que regularmente reunia sua equipe de cantores, os Imperials, em seu quarto de hotel nas manhãs de domingo para assistir ao “seu pregador”. Quando Elvis morreu, seu pai, Vernon Presley, pediu que Rex fizesse o culto de enterro.

A presença de Humbard lotava auditórios como o Sydney Opera House, o Budokan em Tóquio, o Madison Square Garden e o Carnegie Hall em Nova Iorque. Em 1979, mais de 1.2 milhões de pessoas encheram estádios de futebol do Brasil para ver Humbard pregar a mensagem do Evangelho. Numa só noite, no maior estádio do Rio, 180.000 pessoas se reuniram para adorar e ouvir uma mensagem que transforma vidas. Ele também ministrou para centenas de milhares em cultos na África.

Rex Humbard foi pioneiro, usando o rádio e a televisão para levar sua mensagem do amor de Deus para tantos ouvintes interessados quanto possíveis. Com apenas 13 anos de idade, ele começou a participar da programação da rádio KTHS em Hot Springs Arkansas cantando músicas evangélicas e convidando os ouvintes a irem ouvir seu pai pregar na igreja local. No começo de 1940, Humbard começou um programa diário de rádio transmitido para a nação inteira.

Os convidados musicais regulares do programa de Humbard incluíam Mahalia Jackson, Bill Gaither, Andrae Crouch, Pat e Debby Boone, Roy Rogers e Dale Evans, Johnny e June Cash, the Blackwood Brothers, the Statesmen Quartet e the Cathedrals.

Humbard era filho de pastor e membro do grupo Humbard Family Singers. Ele nasceu em 13 de agosto de 1919 em Little Rock, Arkansas, e cresceu em Hot Springs, Arkansas.

Ele deixa sua esposa Maude Aimee, com a qual estava casado por 65 anos, e deixa também seus filhos Rex, Jr., Don e Charles e sua filha Liz Darling, 3 noras, um genro, 10 netos e 11 bisnetos

Os cultos de enterro serão realizados em Akron, Ohio, onde ele será enterrado no túmulo da família Humbard, perto de sua mãe, pai e amada irmã.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; ww.juliosevero.com

Fonte: www.rexhumbard.com

21 de setembro de 2007

Presidente George Bush proclama 24 de setembro de 2007 como Dia da Família nos EUA

Presidente George Bush proclama 24 de setembro de 2007 como Dia da Família nos EUA

WASHINGTON, DC, EUA, 21 de setembro de 2007 (LifeSiteNews.com) — O texto seguinte é uma proclamação que o Presidente Bush fez:

As famílias são o principal alicerce de nossa Nação. No Dia da Família, destacamos nossa dedicação para fortalecer as famílias da América e reconhecer a importância que os laços entre pais e filhos têm para o futuro de nosso país.

Os pais e os membros da família são a primeira e mais importante influência na vida de uma criança. As famílias oferecem um ambiente estável e educativo ao suprir amor, orientação, apoio e consolo. Eles ajudam os jovens a ganhar o conhecimento de que precisam para ser bem-sucedidos na vida e a coragem e iniciativa para realizar seus sonhos. Com seus cuidados e tempo que passam com os filhos, os pais cultivam valores que duram a vida inteira e ajudam a construir uma América melhor.

Meu governo tem o compromisso de apoiar as famílias da América. Estamos trabalhando com as organizações religiosas e comunitárias para promover casamentos saudáveis, a paternidade responsável e o desenvolvimento positivo dos jovens. Quando as crianças estão ligadas à família, comunidade, escola e lugares de adoração, elas têm mais probabilidade de fazer escolhas boas e alcançar seu pleno potencial.

As famílias ajudam a preparar os filhos para as oportunidades e desafios do século 21 incentivando-os e insistindo em padrões elevados. Famílias fortes e amorosas ajudam as crianças americanas a crescer e se tornarem adultos bem-sucedidos e ajudam a construir uma Nação resplandecente de otimismo.

AGORA, POIS, EU, GEORGE W. BUSH, Presidente dos Estados Unidos da América, pela virtude da autoridade investida a mim pela Constituição e leis dos Estados Unidos, por meio desta proclamo 24 de setembro de 2007 como Dia da Família. Convoco todo o povo dos Estados Unidos para observarem este dia se envolvendo em atividades que fortaleçam os laços entre pais e filhos…

GEORGE W. BUSH

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

20 de setembro de 2007

Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família: Alguém está tocando a trombeta no Congresso Nacional

Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família: Alguém está tocando a trombeta no Congresso Nacional

Julio Severo

“Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Filipe: Vem, e vê”. (João 1:46 ACF)

Natanael achava que nada de bom poderia vir da cidade de Nazaré, mas ao atender ao convite para ir e ver, ele viu! Ele viu um homem que nunca havia visto antes. Um homem pacífico e sábio. Um homem cheio do amor e do poder que vêm do alto. Ele viu Jesus.

Quando Deus entra em ação, vemos sinais gloriosos em lugares inesperados e sem esperança.

Há tantas notícias ruins sobre os deputados e senadores que os brasileiros pensam: “Pode vir alguma coisa boa do Congresso Nacional?” Há tanta corrupção aparecendo envolvendo o PT e os petistas, com toda a sua militância fanática a favor do aborto e do homossexualismo, que os brasileiros questionam: “Pode vir alguma coisa boa do Partido dos Trabalhadores?”

Quando Deus age, a resposta é sim.

Vá ao Congresso Nacional e conheça o Dep. Henrique Afonso. Ele é militante do PT há anos, mas está seguindo uma direção diferente de seus companheiros de partido. Enquanto deputados e senadores do PT se unem e batalham por projetos de aborto e homossexualismo, o Dep. Afonso entrou numa grande campanha para defender a vida e a família.

Essa iniciativa é resultado dos toques de Deus na vida dele. Meses atrás, ele experimentou uma visitação especial e poderosa do Espírito Santo, e agora ousa contrariar as políticas do governo Lula que afrontam a família brasileira. Por suas posições corajosas, ele está sob séria ameaça de ser expulso do PT.

Sua preocupação com a defesa da família o levou a idealizar a Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família, que foi lançada oficialmente no Congresso Nacional em 18 de setembro de 2007, com a presença de muitos líderes evangélicos.

O evento tratou da necessidade do envolvimento evangélico em questões como pedofilia, aborto, homossexualismo, infanticídio, etc. No evento, a Dra. Damares Alves mencionou publicamente os nomes de evangélicos e católicos que já estão sendo perseguidos por defenderem a vida, a família e os princípios cristãos, inclusive: Márcia Suzuki, Olavo de Carvalho, Pr. Ademir Kreutzfeld, Cardeal Dom Eugênio Sales, Dep. Henrique Afonso, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Dr. Humberto L. Vieira, Dra. Rozangela Justino, Silas Malafaia e Julio Severo. Embora não seja católico nem evangélico, o filósofo Olavo de Carvalho é famoso por seus textos que combatem ideologias antifamília.

Os participantes do evento viram impactantes vídeos sobre a questão da pedofilia, infanticídio, homossexualismo, eutanásia e aborto, a fim de entenderem a dura realidade que está atingindo o Brasil. O tema do encontro foi:

“Tocai a trombeta em Sião, e clamai em alta voz no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, já está perto”. (Joel 2:1 ACF)

A Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família agora viajará por vários estados do Brasil, alertando os evangélicos sobre as forças das trevas que estão se levantando contra a vida e a família.

Mas talvez você ainda questione: Pode vir alguma coisa boa do PT de Lula, que tanto estrago vem causando à família brasileira? Vem e vê: Viaje para Brasília e conheça o Dep. Henrique Afonso. Ele já está tocando a trombeta no Congresso Nacional e clamando em alta voz.

O chamado de tocar a trombeta e clamar em voz alta é exclusivo de pastores ou políticos cristãos? Claro que não. Na verdade, Deus chama a todos, porém poucos atendem. Nesta hora crítica para todo o Brasil, não podemos deixar de atender.

Como seguidores de Cristo, precisamos também tocar a trombeta em todas as cidades do Brasil e clamar em voz alta:

Clamar a Deus em orações e súplicas.

Clamar na sociedade a favor da vida e da família.

Clamar contra as políticas do governo Lula que promovem a distribuição de camisinhas nas escolas, a educação sexual pornográfica e pró-homossexualismo nas escolas, o aborto e muitas outras perversões travestidas de boas políticas públicas.

É hora de tocar a trombeta e clamar em voz alta!

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com