31 de julho de 2007

Os anticoncepcionais estão contaminando as pessoas?

Além do “evangelho” homossexual que vem sendo fielmente pregado pela mídia e pelo governo, produzindo muitas “conversões” entre os jovens, precisamos considerar outros fatores modernos que estão produzindo anormalidades na sexualidade masculina, inclusive a homossexualidade. O artigo abaixo pode ser uma importante resposta.

Julio Severo

www.juliosevero.com.br

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Os anticoncepcionais estão contaminando as pessoas?

Os ambientalistas estão em silêncio diante da ameaça de águas contaminadas com estrógeno.

© 2007 WorldNetDaily.com

Embora os ambientalistas geralmente coloquem a boca no trombone acerca de tudo o que eles sentem ser ameaça, desde os pesticidas até o aquecimento global, eles ficam em silêncio quando o assunto tem a ver com uma ameaça que já está prejudicando o abastecimento de água: os hormônios das pílulas anticoncepcionais.

De acordo com o jornal National Catholic Register, cientistas da Universidade do Colorado financiados pela Agência de Proteção Ambiental (APA) dos EUA estudaram peixes de um rio de montanha perto da cidade de Boulder, no Colorado, dois anos atrás.

Quando pescaram 123 trutas e outros peixes na parte do rio que passava pelo sistema de esgoto da cidade, eles encontraram 101 fêmeas, 12 machos e 10 estranhos peixes “intersexuais” com características de fêmea e macho.

É “a primeira coisa que já vi, como cientista, que realmente me deixou assustado”, declarou ao jornal Denver Post o biólogo universitário John Woodling.


Descobriu-se que os principais culpados são os estrógenos e outros hormônios esteróides das pílulas e drogas anticoncepcionais que acabam terminando no rio depois de excretados na urina para o sistema de esgoto da cidade.

O Register diz que Woodling, juntamente com David Norris (professor de fisiologia da Universidade do Colorado) e a equipe da APA estavam entre os primeiros cientistas dos EUA a constatar que um coquetel de hormônios, antibióticos, cafeína e esteróides está fluindo nos rios do país, ameaçando os peixes e contaminando a água de beber.

“Ninguém está se preocupando com esse problema”, disse Norris. “Não faz absolutamente nenhum sentido para mim que as pessoas não se preocupem mais”.

O problema não se limita apenas à cidade de Boulder. Casos semelhantes estão sendo registrados de costa a costa nos EUA.

Na região oeste do Estado de Washington, especialistas descobriram que o estrógeno sintético — que normalmente se acha nos anticoncepcionais orais — está reduzindo drasticamente a fertilidade dos machos das trutas rainbow.

Doug Myers, especialista em regiões úmidas e habitat do Puget Sound Action Team do Estado de Washington, disse ao jornal Seattle Post-Intelligencer que nas rãs, lontras dos rios e peixes, os cientistas estão “descobrindo que a presença de hormônios femininos está tornando os machos das espécies menos masculinos”.

Dois anos depois das descobertas feitas em Boulder, não houve nenhuma iniciativa entre os ambientalistas de deter a poluição de estrógeno do rio Boulder.

Dave Georgis, diretor da Rede de Ação de Engenharia Genética do Colorado que pôs a boca no trombone na questão das safras geneticamente modificadas, disse: “Há tantas coisas aí no mundo com que se preocupar que não dá para focalizar nesse problema específico”.

Ele declarou ao jornal Boulder Weekly que ninguém precisava cogitar de diminuir o uso dos métodos de controle da natalidade por amor ao rio.

“Não dá para ter um impacto zero, e esse é um dos muitos, muitos impactos que há no meio ambiente diariamente”, disse Georgis. “Ninguém é culpado disso, e eu não tenho uma solução”.

George Harden, membro da diretoria da Sociedade de Cientistas Sociais Católicos, com sede em Steubenville, Ohio, EUA, diz que as pessoas não deveriam ter a expectativa de que os ambientalistas tomarão alguma medida.

“Se matarem mosquitos para salvar as pessoas do vírus West Nile, os ambientalistas seculares se deitarão no chão em frente do caminhão pulverizador, invocando como alegação algum efeito colateral potencial que a pulverização poderia provocar”, Harden afirmou para o Register. “Mas se o controle da natalidade [das mulheres] deforma os peixes — e um estudo da APA traz provas desse fato — e ameaça o abastecimento de água, a resposta será puro silêncio”.

Em Nova Jérsei, vestígios de hormônios de controle da natalidade e medicamentos foram encontrados na água do abastecimento municipal em 2003, e os cientistas só estavam começando a examinar a questão do impacto no corpo humano.

Rebecca Goldburg, bióloga de Nova Jérsei que trabalha na Defesa Ambiental, contou ao jornal North Jersey News: “[Com a vida sexual que minha filha leva] Estou em dúvida se devo querer níveis ainda menores de pílulas de controle da natalidade na água de beber de minha filha”.

Betty Ball do Centro de Paz e Justiça da Montanha Rochosa indica que as pessoas comem alimentos orgânicos, mas diz que lhes pedir que parem de poluir as águas com hormônios é uma questão que “invade a privacidade do quarto de dormir”.

“Eu não vou me meter nessa questão”, declarou Ball. “Isso envolve a vida particular das pessoas, questões de criação de filhos, vidas sexuais e escolhas pessoais. Talvez as pessoas estejam dizendo: ‘Meu Deus, o que é que vamos fazer sobre isso?’ A apatia é o medo de começar a agir, por medo de que sua ação mudará sua vida. Às vezes uma mudança positiva realmente exige uma mudança de estilo de vida”.

Essa questão está começando a ser discutida em alguns blogs.

No blog ThePolitic.com, Shane Edwards escreve: “Dar publicidade a esse problema colocaria a natureza em confronto com as conseqüências do sexo livre, e ninguém vai querer fazer isso. Mas o que me preocupa nessa questão muito mais do que o impacto ambiental (e a realidade de que esse problema JAMAIS será tratado, por causa de suas implicações políticas) é o que isso está nos fazendo. O que quero dizer é que se esses efeitos estão ocorrendo com peixes e rãs, o que está acontecendo conosco?”

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=56623

Leitura recomendada:

A verdade sobre alguns métodos de planejamento familiar

30 de julho de 2007

Absoluta falta de escrúpulos

Absoluta falta de escrúpulos

Olavo de Carvalho

No meu artigo anterior, escrevi:

“O movimento gayzista foge a toda discussão, ele não quer debater com seus adversários, mas destruí-los socialmente, privá-los de seus meios de expressão, reduzi-los à condição de párias e, por fim, colocá-los na cadeia em massa. Nos sites e assembléias onde se prepara a reação gayzista aos críticos, não se vê uma só tentativa de conceber argumentos para um eventual enfrentamento dialético: só planos de assédio judicial, de boicote, de assassinato moral.”

Na mesma semana, reagindo a um outro artigo meu (http://www.olavodecarvalho.org/semana/070719jb.html), a militância enfurecida ofereceu ainda mais provas disso, estampando no Orkut apelos ostensivos à minha imediata exclusão da mídia. O mais bonito foi este: “O Julio Severo já foi calado, só falta esse monte de b...ta chamado Olavo.” Para não dizer que essa palavra de ordem veio desacompanhada de qualquer tentativa de refutar os meus argumentos, o remetente, respondendo à minha afirmativa de que “Júlio Severo se limita a opor ao homossexualismo a moral cristã, que não manda currar ninguém”, informava a um estupefato mundo que o Levítico manda empalar – sim, empalar – os acusados de homossexualismo. Não sei se fico mais mavavilhado ante esse feito sublime de exegese bíblica ou ante a passividade sonsa das entidades cristãs e judaicas que deixam todo mundo praticar com total impunidade o crime de ultraje a culto.

Recebi também algumas cartas de gayzistas enfezados, que me acusavam de “associar o movimento homossexual à pedofilia”. A reclamação não faz sentido. Quem associou gayzismo e pedofilia não fui eu. Foram os líderes gayzistas Luiz Mott e Denilson Lopes, o primeiro com aquela sua desavergonhada apologia do “moleque ideal”, o segundo em artigos e conferências que, no mínimo, verberam como “intolerância” toda condenação à pedofilia.

Outra associação da qual muito reclamam é entre homossexualismo e promiscuidade. Mas ela também não é uma rotulação externa, vinda de fanáticos homofóbicos ou mesmo de críticos sérios do movimento. Ao contrário, é um título de glória ostentado pelo sr. Luiz Mott, que se gaba de ter tido relações homossexuais com pelo menos quinhentos homens!

Se Mott e Lopes são representantes autorizados do movimento gay, então é manifesto que este defende a pedofilia e a promiscuidade. Se não são, então os demais líderes do movimento têm a obrigação de expressar publicamente seu repúdio à conduta de ambos. Como não fizeram isso até agora, não têm o direito de reclamar quando a palavra dos dois é tomada como se fosse a sua própria palavra.

Por outro lado, é óbvio que inventei o neologismo “gayzista” (ou gueizista), em oposição a gay, para marcar a distância entre condenar uma conduta sexual e criticar um movimento político.

Até o momento, tudo o que escrevi foi contra o movimento político, a ideologia e o projeto de poder gayzistas e contra a sua expressão mais imediata, a proposta de lei “anti-homofóbica” – mas, pelas reações que meus artigos suscitam entre a militância, é patente que isso também se enquadra no delito de “homofobia”.

Se eu quisesse uma prova suplementar de que esse movimento é totalitário na sua inspiração e nos resultados políticos que planeja obter, essas reações já bastariam para fornecê-la com a máxima clareza possível.

Quando se acusa de “homofobia” cada objeção à lei “anti-homofóbica”, é claro que a divergência em si já está criminalizada, antes mesmo que a proposta se consagre em lei. Isso é totalitarismo no sentido mais eminente do termo.

Da minha parte, não apenas me abstive de participar de qualquer cruzada moralizante contra o homossexualismo (nisso diferindo dos críticos religiosos), mas tenho feito o possível para compreendê-lo como experiência humana, sine ira et studio. Não tenho portanto a menor dificuldade em simpatizar com a causa dos homossexuais que desejam ser aceitos socialmente como tais e não apenas como “seres humanos” ou “cidadãos”, abstrata e assexualmente. No mínimo, sei o que é um fumante ser admitido, entre sorrisos postiços, em ambientes que professam ser hospitaleiros aos fumantes... contanto que eles procedam como se não o fossem. Por motivos que já expliquei aqui (http://www.olavodecarvalho.org/semana/070326dc.html), o gay que tenha de fazer abstração de sua preferência sexual para se sentir aceito socialmente vivencia isso como a mais intolerável das humilhações.

Meu problema com a militância gayzista não tem nada a ver com homossexualismo, mesmo porque há muitos gayzistas que não são gays (o sr. presidente da República é um; o prefeito de São Paulo é outro; o PT e as fundações Ford e Rockefeller estão repletas de tipos similares) e muitos gays que não são gayzistas (nas igrejas cristãs, por exemplo).

Meu problema é que a ideologia gayzista, desde suas primeiras formulações, já mostrou uma inclinação totalitária escandalosa, descarada, persistente. Ela não quer proteger os homossexuais, garantir para eles um lugar entre pessoas que sejam diferentes deles. Ela quer destruir radicalmente tudo o que, na sociedade, na cultura ou nas mentes individuais, seja contrário ao homossexualismo. Ela quer proibir toda divergência moral, toda repulsa espontânea, toda palavra adversa, todo pensamento que a desagrade, todo mandamento religioso que lhe seja contrário. Ela quer eliminar toda diferença e imperar, soberana, sobre uma montanha de concordância e subserviência. Quem diz isso não sou eu. São as próprias atitudes públicas de seus porta-vozes.

Um exemplo já antigo é a perseguição aberta, oficial, aos ex-gays e aos psicólogos que professem ajudar o paciente interessado em abandonar as práticas homossexuais. O movimento gayzista trata os primeiros como traidores abjetos e os segundos como criminosos. Que é que se pode depreender disso senão que é proibido abandonar o homossexualismo, que a liderança gayzista se dá o direito de policiar a vida privada de cada homossexual e de se impor como uma verdadeira máfia, na qual se pode entrar livremente mas só se pode sair morto? Não há maior atentado à liberdade individual do que forçar um ser humano a ostentar uma identidade social que ele já não considera sua.

Mais tarde veio a discriminação dos homossexuais machões aos transexuais que ousavam invadir o espaço sacrossanto das saunas gays. Repugnava aos primeiros ver peitos de silicone numa atmosfera que desejariam cem por cento varonil, musculosa e peluda. “Tenho nojo disso”, exclamava um deles ante os travecos. Ora, todo mundo sabe que o instinto sexual se compõe não só de afeição a certos estímulos (visuais, tácteis etc.) mas de repugância instintiva aos estímulos contrários. Um homem cujas fantasias eróticas envolvam privacidade e segredo sentirá repulsa incoercível ante exibições públicas de erotismo. O transexual do tipo conhecido como “autoginéfilo”, que só se excita quando se vê como mulher, se sentirá humilhado e constrangido se o parceiro lhe lembrar por atos ou palavras a sua condição de varão. Mutatis mutandis, o homossexual puro sangue, o macho atraído por machos, sentia nojo de homens que pareciam mulheres. Lembro-me de que o sr. Luiz Mott, convidado a arbitrar a disputa, deu razão aos dois lados, mostrando que compreendia perfeitamente bem a dialética de atração e repulsa. Mas o mesmo Luiz Mott, ante o heterossexual a quem repugnem as ostentações de homossexualismo, gritará: “Crime!”, “Homofobia!”, “Nazismo!” O direito à repulsa, portanto, é monopólio exclusivo da comunidade gay. Os demais, que tratem de gostar do que não gostam. Conheci uma vez um guru argentino, da escola gurdijeffiana, famosa nos meios ocultistas por sua índole autoritária e brutal. Para quebrar a resistência dos discípulos recém-chegados, ele já lhes ditava logo na entrada o parágrafo número um do seu regulamento disciplinar: “Que te guste lo que no te gusta.” É isso aí. É o mandamento número um que a ideologia gayzista impõe aos não-gays. Para os recalcitrantes, cadeia.

São ou não são uns intolerantes hipócritas esses líderes gayzistas?

Vejam por exemplo a diferença, o duplo critério no julgamento dos heteros e dos homos. A mulher que admita ter ido para a cama com quinhentos homens desiste, ipso facto, de qualquer pretensão à respeitabilidade familiar. Mas o sr. Luiz Mott se vangloria dos seus quinhentos parceiros, e ai de quem o chame de promíscuo!

Nada, na galeria da presunção universal, se compara à prepotência gayzista. Se ainda duvidam, leiam este despacho da Agência de Notícias da Aids (http://www.acapa.com.br/site/noticia.asp?codigo=2029):

“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”

Se os líderes gayzistas a que se referem Betinho e Araújo não se vexam nem de roubar dinheiro do socorro a seus correligionários aidéticos para fomentar uma agenda política, que é que pode impedi-los de usar, contra seus poucos e inermes adversários, as armas mais torpes e mesquinhas?

Escrúpulos? É claro que eles não têm nenhum.

Por isso é que é mais urgente do que nunca distinguir entre gays e gayzistas. Seria horrívelmente injusto atribuir à totalidade dos primeiros os hábitos ditatoriais e perversos da minoria ativista, revolucionária e gnóstica que, escorada no dogma da própria impecabilidade essencial, se concede o direito a todas as baixezas, a todas as iniqüidades, a todos os crimes, sempre em nome dos belos ideais que diz personificar.

Fonte: Diário de Comércio, 30 de julho de 2007.

27 de julho de 2007

Ide e adaptai?

Ide e adaptai?

Não consigo identificar gente mais tosca que esses teólogos auto-incumbidos da missão de criar uma teologia adaptada à realidade do país, que supostamente proporcionaria melhores resultados na pregação e na vivência do Evangelho no Brasil, algo que, dizem eles, contribuiria para a solução de muitos problemas na Igreja e na sociedade tapuia. Falam em teologia nativa, teologia autóctone, em “uma teologia nossa”. É óbvio que logo o teólogo pitaqueiro mostra a verve terceiro-mundista de suas motivações.E lá vem expressões como “precisamos de uma teologia livre dos ranços anglo-saxônicos” ou “um Evangelho condizente com a nossa condição subdesenvolvida, voltado para a diminuição da pobreza” e afins. Sim, há, também, fúria política nisso tudo, mas o cerne do problema é ainda mais grave.

O texto da chamada grande comissão não diz “ide a adaptai o Evangelho a toda criatura”. Nunca achei um trecho sequer de Paulo - que se fez de louco para ganhar os loucos - apontando para tal necessidade. Vejo, sim, a adaptação da estratégia do pregador, não da essência da mensagem. Vejo a necessidade das pessoas e povos se adaptarem, por meio do arrependimento, à mensagem da Cruz, que, em cada uma das cartas do apóstolo, destinadas a igrejas em contextos sócio-culturais distintos, é sempre a mesma.

Bem, não é de hoje que adaptam o Evangelho às mais variadas inspirações e motivações. Sejam ideológicas, e aí temos o exemplo soturno dos entusiastas da tal “Missão Integral” – rótulo que subentende a parcialidade do Evangelho quando desprovido da mistura com o socialismo – ou mesmo os mais torpes impulsos carnais, como no caso dos “evangélicos gays”, termo equivalente a “ateus politeístas”, “céticos crédulos” ou algo do tipo.

Em Cristo, diz a Bíblia, não há diferença entre circunciso e incircunciso, bárbaro ou cita, judeu ou grego. O Evangelho é um para todos, e é na busca do seu significado mais puro e profundo é que vidas poderão ser transformadas e ver muitos de seus problemas resolvidos. Não consigo perceber algo que tenha causado mais confusão e desavença na história da Igreja do que interpretações parciais e subjetivas da Palavra de Deus, que permanece a mesma, para sempre. Evangelho ao gosto do freguês acarretará sempre na perdição eterna do freguês.

Fonte: Blog Profeta Urbano

26 de julho de 2007

Organizador de parada gay pego em operação policial contra abuso sexual de menores

Organizador de parada gay pego em operação policial contra abuso sexual de menores

Homossexual é acusado de crime grave por alegadamente tentar ter encontro com menino de 14 anos

© 2007 WorldNetDaily.com

Um dos coordenadores da “PrideFest” homossexual de Milwaukee está agora enfrentando uma acusação de crime grave depois que a polícia disse que ele tentou, por meio da Internet, ter um encontro sexual com um menino de 14 anos.

De acordo com as autoridades, aparentemente David W. Bodoh, de 42 anos, de Wauwatosa, Wisconsin, EUA, fez contato com um menino da cidade de Oconomowoc, e acabou marcando um encontro com um agente disfarçado que, pela Internet, se fez do menino.

Segundo declarações, a mãe adotiva do menino descobriu emails explícitos entre seu filho e Bodoh em janeiro, e fez contato com a polícia.

No mês passado, o agente, que estava fazendo o papel do menino, fez contato com Bodoh num site montado para promover conexões homossexuais.

Conforme a queixa criminal, Bodoh marcou um encontro com o “menino” no shopping center da Praça Brookfield em 12 de julho, onde o suspeito prometeu dar ao menino “o maior passeio de sua vida”.

Quando Bodoh chegou em sua moto, ele foi preso por policiais de várias agências, mas lhes disse que estava simplesmente planejando levar o menino para um passeio e lanche.

Ele foi acusado de usar um computador para facilitar crimes sexuais e, se for condenado, enfrenta até 25 anos de cadeia e 100.000 dólares em multas.

Embora o nome de Bodoh tenha sido tirado do site da PrideFest, uma versão arquivada indica que ele era parte da equipe de produção do evento de 2007.

De acordo com o site da PrideFest: “A missão da PrideFest é defender, celebrar e educar a comunidade geral e a comunidade gay, lésbica, bissexual e transexual (GLBT) com relação a todos os aspectos da cultura GLBT. Para realizar isso, a PrideFest produz uma celebração anual de orgulho gay. Os eventos educacionais incluem, mas não são limitados a, exposições, palestras, arte e promoções na comunidade que mostram de forma plena a diversidade da cultura GLBT”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=56862

25 de julho de 2007

Falece George Otis Sr

Falece George Otis Sr.

Ele vivia uma vida contínua de “altas aventuras”

Dan Wooding

Fundador dos Ministérios ASSIST

LOS ANGELES, Califórnia, EUA (ANS) — George Otis, Sr., o homem que foi pioneiro na transmissão de programas evangélicos de rádio e TV no Oriente Médio e influenciou cristãos no mundo inteiro, faleceu no último final de semana com a idade de 90.

Essa notícia foi revelada numa matéria da CBN News (www.CBNNews.com) que disse: “George Otis, Sr., havia sido gerente geral da empresa LearJet antes de ter um encontro com Cristo. Otis mais tarde fundou a ‘Rede de Rádio Voz da Esperança’, que ainda pode ser ouvida em todos os continentes. Seu entusiasmo cheio de vida pelo Evangelho o ajudou a tocar as vidas de atores, atletas e políticos, inclusive Ronald Reagan”.

O ministério de rádio Voz da Esperança foi fundado por George Otis em 1979 e começou a transmissão de programas no Sul do Líbano numa área de guerra. O que começou como uma pequena estação de rádio, se desenvolveu numa rede mundial de transmissão com bases no mundo inteiro. Quando George Otis se aposentou em 1999, Jackie Mitchum Yockey foi nomeada como executiva encarregada de assumir o ministério no novo milênio.

Depois de vinte anos, a Voz da Esperança foi forçada a evacuar do Sul do Líbano, pois o exército israelense retirou sua presença da região. Em meio ao caos, o ministério High Adventure (Altas Aventuras) conseguiu transmitir de novo dentro de quarenta dias. Por causa da graça e tempo certo de Deus, estamos agora pela primeira vez na história enviando o Evangelho às nações ao vivo a partir de Jerusalém.

Além da rádio “Voz de Jerusalém”, que transmite pela rede de satélites Sky Angel, transmitimos agora ao vivo a partir de uma estação de Internet “The Voice of Hope — Jerusalem”.

Otis também fundou a Televisão do Oriente Médio (METV) e mais tarde passou-a para Pat Robertson, fundador da CBN. Em 2 de maio de 2000, a Televisão do Oriente Médio mudou-se para Chipre.

Conheci George Otis pela primeira vez quando me liguei a Ray Barnett, que administrava uma entidade de primeiros socorros ao Líbano, a qual estava sob a direção dos Ministérios Altas Aventuras, para levar assistência à população do Líbano no meio da guerra e visitamos a estação de rádio Voz da Esperança logo antes que os terroristas a explodissem.

Mais tarde encontrei-me várias vezes com George no Sul da Califórnia, e ele estava sempre borbulhando de entusiasmo por seu projeto mais recente. A última vez que o vi foi no aniversário de 85 anos de outro grande homem, Harald Bredesen, no sábado, 23 de agosto de 2003, no Hotel Beverly Hilton. (Bredesen morreu com a idade de 88 em dezembro do ano passado.)

Como Bredesen, Otis teve envolvimento profundo no reavivamento carismático dos Estados Unidos. Ele disse numa entrevista: “Harald Bredesen é uma pessoa rara. Ele é um dos cilindros gigantes da locomotiva do reavivamento carismático que criou milhares de igrejas e ministérios e novas organizações e empresas de rádio e TV que promovem a causa do Senhor. Seu ministério mudou nossa nação e gerou muitas redes e estações de TV. Harald teve parte em tudo isso em seu envolvimento com Pat Robertson na CBN e TBN. Aliás, ele era a locomotiva de oração por trás de todos esses empreendimentos”.

Uma pessoa que foi profundamente influenciada por George Otis Sr. foi o ator Pat Boone, que disse que ele e sua esposa foram levados à experiência do batismo no Espírito Santo por meio de Otis.

Boone me disse numa entrevista: “Considero Harald Bredesen e George Otis como meus dois pais na experiência do Espírito Santo. George foi aquele que conduziu Shirley [a esposa dele] e a mim ao batismo no Espírito Santo, e então me apresentou a Harald, seu querido amigo, e Harald simplesmente apareceu como o Paracleto [essa palavra vem da palavra grega coiné que significa ‘aquele que consola — um consolador’ ou ‘aquele que intercede em nosso favor — advogado] e conduziu-me a um compromisso e entendimento mais pleno de Deus”.

Ronald Reagan

Steven Lawson, em matéria na revista Charisma, falou sobre a influência que Bredesen e Otis tiveram em Ronald Reagan. Ele disse: “Bredesen estava com Pat Boone e o evangelista George Otis Sr. em outra visita famosa, desta vez com o então governador da Califórnia, Ronald Reagan. Otis disse a Reagan que se ele permanecesse fiel algum dia ele poderia ocupar a presidência dos EUA. Com Otis de um lado de Reagan e Bredesen do outro, todos ali oraram de mãos dadas”.

Eric Tiansay e Adrienne S. Gaines, também em matéria na Charisma, disseram: “Alguns líderes cristãos dizem que Reagan sentia um chamado para a presidência. O empresário dos meios de comunicação e autor George Otis disse que ele profetizou ao então governador Reagan em seu lar no final de década de 1960 que ele um dia ocuparia a presidência dos EUA — se ele andasse corretamente diante de Deus. ‘Compreendemos que havíamos ouvido a voz de Deus’, disse Otis, que estava acompanhado pelo ator Pat Boone e pelo evangelista Harald Bredesen no encontro. Quando foi empossado como presidente dos EUA em 1981, Reagan reconheceu o cumprimento da profecia, em conversa com Boone. Reagan indicou que ele se sentia guiado por um propósito divino, disse Otis. Observadores dizem que o papel de Reagan na extinção da Guerra Fria, estimulando a economia e restaurando um sentimento de otimismo nos EUA ajudou a nação a atravessar um período crítico em sua história”.

Adeus, George. Eu e os milhões de pessoas cujas vidas você tocou sentiremos sua falta!

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.assistnews.net/Stories/2007/s07070152.htm

Leitura recomendada sobre Ronald Reagan:

FHC elogia Roosevelt e Lula é o melhor candidato para elogiar Clinton, porém nenhum dos dois socialistas quer saber de Reagan

O Legado Político de Francis Schaffer

Anjos salvaram Reagan?

Alerta para a cidade de São Paulo: o perigo do PL 359/07

Alerta para a cidade de São Paulo: o perigo do PL 359/07

O prefeito Gilberto Kassab, da cidade de São Paulo, introduziu na Câmara de Vereadores de São Paulo o Projeto de Lei Municipal 359/2007, que combate toda oposição ao homossexualismo. Esse projeto, com todas as suas insinuações, implicações e imposições, é muito mais perigoso do que o infame PLC 122/2006.

Se as igrejas unidas ganharem a luta contra o PLC 122/2006, porém o PL 359/07 passar em São Paulo, logo muitos outros estados seguirão o bonde.

O projeto pró-homossexualismo é bem recente, tendo sido apresentado na Câmara de Vereadores em maio de 2007.

As igrejas de São Paulo precisam agir sem demora, antes que seja tarde demais. O artigo abaixo é do meu amigo Pe. Lodi.

Julio Severo

www.juliosevero.com.br

São Paulo adiante do governo Lula na glorificação do homossexualismo

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

http://www.providaanapolis.org.br

O Município não pode legislar em matéria penal. Por isso, com grande lamento, o Executivo do município de São Paulo enviou à Câmara de Vereadores um projeto que faz tudo para perseguir os chamados “homofóbicos”, com exceção de definir crimes, o que é privativo da União. Salvo esse detalhe, o Projeto de Lei Municipal 359/2007 é muito mais violento e compressor que o seu irmão no Senado Federal, o PLC 122/2006, que define os crimes de “homofobia”.

Se a capital paulista empregasse para promover a fidelidade conjugal e a castidade, para combater a pornografia e a prostituição, a mesma energia que pretende empregar para promover o vício contra a natureza, ela seria uma cidade quase paradisíaca.

A extensão do projeto, composto de sete artigos, cheios de incisos e alíneas (o inciso II do artigo 2°, por exemplo, vai até a alínea n) já demonstra, por si só, o empenho do legislador em cercar a matéria por todos os lados.

O erro fundamental está no artigo 2°, que define “orientação sexual” como um “direito”: “o direito do indivíduo de relacionar-se afetiva e sexualmente com qualquer pessoa, independentemente de sexo, gênero, aparência, vestimenta ou de qualquer outra condição ou característica ligada à essa orientação”.

Trata-se de um erro crasso, que vicia todos os artigos que seguem. Não existe orientação sexual entre dois homens ou duas mulheres. Em tais casos, o que há é uma desorientação sexual. Os dois “parceiros”, sem conhecer o Oriente (desorientados), lançam-se em práticas carnais que nada mais são do que grotescas imitações do ato sexual, tal como foi querido por Deus e inscrito na natureza. Entre pessoas do mesmo sexo falta a natural complementaridade homem-mulher, assim como a abertura à fecundidade. Os dois, fechados no seu próprio egoísmo, buscam extrair do corpo alheio o máximo de prazer, numa prática estéril tanto física quanto psiquicamente.

A repulsa que se sente por tais atos é natural. O que o governo municipal pretende é reprimir a natureza, ou seja, legislar contra a natureza, o que é absurdo. Pois toda lei posta pelos homens só tem razão de lei enquanto deriva da lei natural. Se, em algum ponto, contraria a lei natural, já não será lei, mas corrupção da lei, dizia, no século XIII, Santo Tomás de Aquino.

Mais ainda: a prática homossexual é um vício, que se opõe frontalmente à virtude da castidade. Todo cidadão tem o direito e o dever de combater o vício. O que o governo municipal pretende é colocar uma mordaça na boca de todo paulistano que ousar discordar do homossexualismo. O vício passa a ser louvável e a condenação ao vício passa a ser condenável.

É impossível, neste pequeno espaço, falar sobre todas as medidas repressivas previstas no projeto de lei. Uma vista rápida permite-nos detectar algumas das mais graves:


1) Os atos obscenos, praticados publicamente por homossexuais, são incensuráveis (art. 2°, inciso II, alinea a);


2) A violenta condenação bíblica ao homossexualismo está proibida, pois é uma ação vexatória, intimidatória e constrangedora (art. 2°, inciso II, alínea c);
3) A crítica ao homossexualismo, seja por palavras (art. 2°, inciso II, alínea i), seja por escritos ou símbolos (idem, alínea j) é categoricamente proibida;


4) Nenhum empregador pode demitir ou deixar de admitir um empregado homossexual por temer a corrupção moral de sua empresa (idem, alínea l). No caso, tal patrão “homofóbico” precisa ser curado de sua homofobia.


5) A glorificação do homossexualismo não é apologia de um vício. É uma tarefa “de natureza educativa” (art. 3°, inciso III) a cargo da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual e da Secretaria Especial para Participação e Parceria. É preciso, a todo custo, convencer que o homem não foi feito para a mulher, nem a mulher para o homem. Tais “construções sociais” (chamadas “gênero”) têm que desaparecer, para dar lugar à “liberdade” sexual.


6) A lei tem o cuidado de criar mais um órgão para seu fim: o Centro de Referência GBLTT no Combate à Discriminação por Orientação Sexual, vinculado à Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (art. 5°, caput).


7) O vício passa a ter não só direitos, mas privilégios. Ninguém poderá ser processado por zombar da virgindade de um jovem ou da fidelidade de uma pessoa casada (o que acontece quotidianamente, mas não interessa ao Estado). No entanto, alguém que ousar praticar “conduta discriminatória” contra os adeptos do homossexualismo será perseguido com um poderoso (e minucioso) aparato municipal. Os nove incisos do artigo 5° mostram quão grande é o interesse do Município em rastrear, identificar e acompanhar os “homofóbicos”, inimigos públicos que precisam ser reeducados.

Em resumo:

O artigo 3°, inciso V fala em atuar em favor do homossexualismo “respeitada a competência municipal”. Ou seja, sem poder criar figuras penais, o que é tarefa da União.

Com exceção disso, o presente projeto é imensamente mais virulento e perseguidor do que o PLC 122/2006, que o Senado pode a qualquer hora votar e aprovar.

A perseguição aos verdadeiros cristãos vem de todos os lados: da União, do Estado, do Município e até da Administração Pública Indireta.

Não conheço, em qualquer época da história, semelhante rolo compressor lançado contra a família (que a Constituição Federal chama de “base da sociedade”).
Deus se compadeça de nós.

Projeto de Lei nº 359/2007 de 18/05/2007
ESTABELECE MEDIDAS DESTINADAS AO COMBATE DE TODA E QUALQUER FORMA DE DISCRIMINAÇÃO POR ORIENTAÇÃO SEXUAL NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.
Autor: GILBERTO KASSAB

Fase da tramitação: Envio-> Área: SGP
22 Data: 01/06/2007 | Recebimento-> Área: JUST Data: 01/06/2007



Texto na íntegra: PL :
359/07
Autor : EXECUTIVO
Sessão :
255-SO
D.O.M. de :
23/05/2007

Descrição :
“Estabelece medidas destinadas ao combate de toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual no Município de São Paulo.


A Câmara Municipal de São Paulo D E C R E T A:
Art.
1º. Esta lei estabelece medidas destinadas ao combate de toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual no Município de São Paulo, em respeito aos princípios fundamentais da cidadania, da dignidade da pessoa humana e outros afins previstos na Constituição Federal.
Art.
2º. Para os fins desta lei, considera-se:
I - orientação sexual: o direito do indivíduo de relacionar-se afetiva e sexualmente com qualquer pessoa, independentemente de sexo, gênero, aparência, vestimenta ou de qualquer outra condição ou característica ligada à essa orientação;
II - discriminação por orientação sexual: toda e qualquer ação ou omissão que, motivada pela orientação sexual do indivíduo, lhe cause constrangimento e/ou o exponha a situação vexatória, tratamento diferenciado, cobrança de valores adicionais ou preterição no atendimento, em especial por meio das seguintes condutas:
a) inibir ou proibir a manifestação pública de carinho, afeto, emoção ou sentimento;
b) proibir, inibir ou dificultar a manifestação pública de pensamento;
c) praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica;
d) impedir ou dificultar o ingresso ou a permanência em espaços ou logradouros públicos, estabelecimentos abertos ao público e prédios públicos, bem como qualquer serviço público;
e) criar embaraços à utilização das dependências comuns e áreas não-privativas de qualquer edifício;
f) impedir ou dificultar o acesso de cliente, usuário de serviço ou consumidor, ou recusar-lhe atendimento;
g) negar ou dificultar a locação ou aquisição de bens móveis ou imóveis;
h) recusar, dificultar ou preterir atendimento médico ou ambulatorial público ou privado;
i) praticar, induzir ou incitar, pelos meios de comunicação, a discriminação, o preconceito ou a prática de qualquer conduta discriminatória;
j) fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propagandas que incitem ou induzam à discriminação, preconceito, ódio ou violência com base na orientação sexual do indivíduo;
l) negar emprego, demitir, impedir ou dificultar a ascensão em empresa pública ou privada, assim como impedir ou obstar o acesso a cargo ou função pública ou certame licitatório;
m) preterir, impedir ou sobretaxar a utilização de serviços, meios de transporte ou de comunicação, consumo de bens, hospedagem em hotéis e estabelecimentos congêneres ou o ingresso em espetáculos artísticos ou culturais;
n) realizar qualquer outra forma de atendimento diferenciado não autorizado por lei.
Art.
3º. Sem prejuízo de suas atuais atribuições, incumbirá à Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, da Secretaria Especial para Participação e Parceria, relativamente ao segmento homossexual, bissexual, travesti e transexual da sociedade:
I - formular e encaminhar propostas de políticas de interesse específico do segmento, de forma articulada com os demais órgãos municipais, acompanhando a sua implementação;
II - traçar diretrizes, em seu campo de atuação, para a Administração Municipal Direta e Indireta e, de forma indicativa, para o setor privado;
III - elaborar e divulgar, por meios diversos, material sobre a situação econômica, social, política, cultural e jurídica do segmento, os direitos e garantias de seus integrantes, assim como difundir textos de natureza educativa e denunciar práticas, atos ou meios que, direta ou indiretamente, incentivem ou revelem a discriminação por orientação sexual ou ainda que restrinjam o papel social desses cidadãos;
IV - formular propostas e adotar medidas tendentes à eliminação de toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual, em especial apoiar e promover eventos e campanhas públicas que tenham por objetivo conscientizar a população em geral sobre os efeitos odiosos causados à pessoa humana por essas condutas discriminatórias;
V - atuar no sentido de, respeitada a competência municipal, propor e aperfeiçoar instrumentos legais destinados a eliminar discriminações por orientação sexual, fiscalizando o seu cumprimento e assegurando a sua efetiva implementação;
VI - preparar, compilar e arquivar a documentação concernente às matérias da Coordenadoria, reunindo livros, textos de lei, revistas e outros;
VII - estabelecer com órgãos afins programas de formação e capacitação dos servidores públicos municipais, visando eliminar discriminações por orientação sexual nas relações entre esses profissionais, bem assim entre eles e o público em geral;
VIII - propor a celebração de convênios nas áreas que dizem respeito a políticas específicas de combate à discriminação por orientação sexual;
IX - elaborar e executar projetos ou programas concernentes às condições do segmento, que, por sua temática ou caráter inovador, não possam, de imediato, ser incorporados por outras Secretarias e demais órgãos da Administração Municipal;
X - propor e acompanhar programas ou serviços que, no âmbito da Administração Municipal, sejam destinados aos integrantes do segmento, por meio de medidas de aperfeiçoamento e de coleta de dados para finalidades de ordem estatística;
XI - promover e concorrer para a inclusão e a reinclusão dos integrantes do segmento na sociedade de direito;
XII - desenvolver e organizar ações de incentivo à inclusão e reinclusão dos integrantes do segmento nos campos socioescolar, socioeconômico, sociofamiliar e sociopolítico, contribuindo para a construção de uma identidade consciente e não-vulnerável à exclusão social;
XIII - outras atribuições afins.
Art.
4º. Na consecução de suas finalidades, contará a Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual com o apoio do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, órgão consultivo integrado paritariamente por representantes do Poder Público Municipal e do segmento homossexual, bissexual, travesti e transexual da sociedade civil.
Parágrafo único. O Executivo disporá, mediante decreto, sobre as atribuições, composição e formas de atuação do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual.
Art.
5º. Fica criado o Centro de Referência GLBTT no Combate à Discriminação por Orientação Sexual, vinculado à Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, da Secretaria Especial para Participação e Parceria, com as seguintes atribuições:
I - receber, encaminhar e acompanhar toda e qualquer denúncia de discriminação por orientação sexual e/ou violência que tenha por fundamento a intolerância contra homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais;
II - encaminhar, de imediato, representação ao Ministério Público, quando se tratar de denúncia por conduta discriminatória associada a atos de violência;
III - garantir apoio psicológico, social e jurídico aos casos de discriminação registrados no Centro, conforme suas necessidades específicas;
IV - verificar e atuar em casos de discriminação por orientação sexual noticiados pela mídia ou naqueles que o Centro venha a tomar conhecimento por qualquer outro meio;
V - criar fluxograma destinado ao encaminhamento e acompanhamento das denúncias, de modo a assegurar a transparência dos procedimentos e a fiscalização por parte dos munícipes e da sociedade civil organizada;
VI - manter atualizado banco de dados sobre discriminação e violência motivados por orientação sexual, disponibilizando-o aos demais órgãos municipais, estaduais e federais que também atuam no combate à essa espécie de discriminação;
VII - propugnar pelo reconhecimento e inclusão do debate sobre discriminação por orientação sexual, ações afirmativas e garantias de direitos para o segmento homossexual, bissexual, travesti e transexual nas várias instâncias do governo municipal, estadual e federal;
VIII - buscar a concretização de ações integradas com a Comissão Municipal de Direitos Humanos, com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal e com a Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa;
IX – outras atribuições e atividades compatíveis com suas finalidades.
§
1º. Compete à Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual implementar e manter o Centro de Referência GLBTT.
§
2º. O Centro de Referência GLBTT contará com um responsável por sua coordenação, designado pelo Secretário Especial para Participação e Parceria a partir de indicação do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual.
§
3º. O responsável pelo Centro de Referência GLBTT deverá manter contato direto com a Coordenadoria de Diversidade Sexual, objetivando unir esforços na busca da implementação de políticas públicas e ações afirmativas pautadas na defesa dos direitos humanos e na prevenção e combate à discriminação por orientação sexual para os cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.
§
4º. Para o desenvolvimento das atividades sob a incumbência do Centro de Referência GLBTT, poderá a Secretaria Especial para Participação e Parceria firmar convênios, parcerias e outros ajustes com entidades públicas e privadas, bem como contar com a colaboração de pessoas físicas que, previamente cadastradas e orientadas, se disponham a atuar voluntariamente no Centro.
§
5º. Portaria do Secretário Especial para Participação e Parceria disporá sobre o funcionamento e forma de atuação do Centro de Referência GLBTT, ouvido o Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual.
Art.
6º. As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art.
7º. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação. Às Comissões competentes."

Fonte: http://www.camara.sp.gov.br/projintegrapre.asp?fProjetoLei=359%2F07&sTipoPrj=PL

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Homossexual ganha processo por discriminação contra a Igreja da Inglaterra e seu caso vira precedente perigoso para todas as igrejas

A nova Lei de Orientação Sexual da Inglaterra prometia proteger os religiosos de todo tipo de repressão antidiscriminação. Contudo, um pastor, que não quis contratar um homossexual praticante como líder de jovens para sua igreja, foi processado e perdeu. Esse pastor, mesmo sendo liberal e aceitando o homossexualismo em muitos aspectos, não concordava com a vida promíscua do homossexual. Gente de sua própria denominação, muito mais liberal do que ele, achou que é preconceito excluir um homossexual de função na igreja só porque ele é promíscuo. A questão então não foi entre liberais e conservadores, mas entre liberais e ultraliberais.

A vitória do homossexual promíscuo servirá de exemplo e ameaça para todas as igrejas da Inglaterra, mostrando para todos o que acontece quando os cristãos cedem aos enganos dos militantes homossexuais. Os cristãos ingleses deixaram que a Lei de Orientação Sexual fosse aprovada porque os militantes gays deram espaço para a introdução de uma cláusula de “isenção religiosa” — que se mostra inútil agora. Sua única utilidade foi ajudar a convencer os cristãos ingleses de que a Lei de Orientação Sexual jamais faria com eles o que está fazendo agora.

É a primeira vez que os ativistas gays mentem?

Enquanto olhamos para a Inglaterra com preocupação, os ativistas do Brasil, que lutam para aprovar leis antidiscriminação, usam com os cristãos os mesmos argumentos que enganaram os cristãos ingleses…

Julio Severo

www.juliosevero.com.br

Homossexual ganha processo por discriminação contra a Igreja da Inglaterra e seu caso vira precedente perigoso para todas as igrejas

Hilary White

CARDIFF, Gales (LifeSiteNews.com) — Grupos de ativistas homossexuais estão celebrando a decisão “histórica” contra a Igreja da Inglaterra onde um tribunal trabalhista deu ganho de causa a um homem homossexual que afirmou que foi discriminado com base na sua orientação sexual.

O grupo de lobby gay Stonewall deu apoio financeiro e legal a uma queixa judicial iniciada por John Reaney, de 42 anos, um homossexual ativo que se inscreveu para a posição de líder de jovens da diocese de Hereford.

Apesar do fato de que a Lei de Orientação Sexual contém uma “isenção” para os grupos religiosos, o tribunal julgou que o sr. Reaney sofreu discriminação. Agora a diocese será obrigada a pagar uma grande indenização financeira a Reaney.

O Rev. Anthony Priddis, o Bispo anglicano de Hereford, não quis empregar Reaney, dizendo que o homem havia confessado se envolver em atividade sexual fora do casamento durante um relacionamento de compromisso de cinco anos, uma violação clara das doutrinas cristãs da castidade que fazem parte oficial da Comunhão Anglicana.

Entidades religiosas, inclusive a Igreja da Inglaterra, avisaram no ano passado que o direito de expressão religiosa seria gravemente limitado quando a Lei de Orientação Sexual passasse em abril.

O Bispo Priddis disse durante seu testemunho que ele havia deixado claro que a questão não era a “orientação” sexual de Reaney, mas simplesmente que qualquer tipo de atividade sexual fora do casamento seria base para a negação de emprego.

O Bispo disse: “Tal sexualidade em si não era o problema, mas o estilo de vida do sr. Reaney tinha o potencial de impactar a liderança espiritual, moral e ética dentro da diocese”.

A decisão do tribunal trabalhista é o primeiro exemplo sob a nova lei onde as entidades religiosas são obrigadas a cumprir a doutrina sexual do Estado secular acima de suas convicções religiosas.

Os advogados de Reaney disseram em abril que seu cliente havia recebido “muitas mensagens de apoio de fora e de dentro da Igreja da Inglaterra e Gales, tanto do clero quanto das congregações”.

Pelo menos um membro do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra deu evidência em favor de Reaney.

O caso ganhou repercussão internacional quando o Arcebispo Peter Akinola, Primaz Anglicano da Nigéria que denunciou o avanço de “uma agressiva agenda secularista” no Ocidente, apoiou o Bispo Priddis.

Akinola declarou diante de jornalistas em 13 de maio em Abuja, Nigéria: “O declínio no número de casamentos e a destruição das famílias se tornaram epidêmicos” na Inglaterra. “Com certeza a Igreja tem a obrigação de promover uma vida santa, não ficar se desculpando por levar uma vida santa!”

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07071807.html

Artigo sobre o mesmo assunto:

O primeiro embate legal entre igreja e homossexualismo na Inglaterra

24 de julho de 2007

De volta ao lar: do feminismo à realidade

De volta ao lar

do feminismo à realidade

O título acima se refere a um excelente livro, escrito pela ex-feminista Mary Pride, publicado nos Estados Unidos em 1985,[1] e agora traduzido por meu amigo Julio Severo para o português [2].


Mary Pride é presbiteriana. Mãe de nove filhos, todos eles educados em casa (sem freqüentar as escolas), vive atualmente com seu marido na cidade de Fenton. O casal dirige uma importante organização de escola em casa (homeschooling)[3], prática esta muito difundida nos Estados Unidos, e com ótimos resultados pedagógicos.

A verdadeira liberdade

Mary Pride adverte que os atuais movimentos de libertação da mulher criaram uma nova forma de escravidão: a da esposa reprimida.

Com tudo o que andam falando sobre liberação hoje em dia, as mulheres não estão conseguindo perceber que a esposa que trabalha no lar é a única mulher que realmente tem liberdade! Ela é sua própria chefe durante as mesmas nove ou dez horas do dia em que outras mulheres estão fazendo o que seus superiores ordenam. Ela pode organizar seus próprios horários, tomar conta de seu próprio orçamento e se vestir como quer, sem ter de cumprir normas de empresas. A esposa que trabalha no lar tem, até certo ponto, liberdade para fazer o que deseja, ao passo que a esposa que trabalha fora mal consegue ler um livro durante as horas de trabalho. Em vez do ambiente frio e formal do escritório, a trabalhadora do lar serve seus ‘clientes’ diretamente, e diariamente ela recebe tangíveis recompensas por seu trabalho (‘Humm! Este bolo está delicioso, mamãe!’).

Todos os esforços para promover a liberação da mulher estão estabelecendo uma nova forma de escravidão — a esposa reprimida. (p. 236)

O trabalho no lar

Mary Pride não fala simplesmente de ficar em casa, mas de trabalhar em casa:

O trabalho do lar significa trabalhar no lar. A nossa obrigação não é prover o sustento da família – essa tarefa é do homem. O nosso dever é fazer uma contribuição econômica. Provavelmente você já está fazendo mais dinheiro para sua família do que percebe. Você costura? Aqueles 15 dólares em tecidos que você transformou numa surpreendente roupa de 100 dólares economizaram muito mais do que a diferença de 85 dólares. (p. 245)

O trabalho doméstico, que tem uma importância econômica inestimável, é visto pela autora como uma arte:

As feministas acham que o trabalho doméstico, simbolizado pelo trabalho de lavar pratos, é degradante para a mulher talentosa. Prefiro pensar nisso como arte. Não é bonito ver os pratos completamente limpos e guardados? (p. 253-254)

A arte no lar, porém, vai muito além de lavar pratos:

As esposas que trabalham no lar tocam instrumentos musicais, praticam muitos tipos diferentes de arte, criam novos “designs” de roupas e receitas de comida, decoram a casa, cuidam do jardim e ensinam seus filhos. Se quiser ver uma artista no local de trabalho, pense na esposa do passado, que vivia na fazenda, com seu trabalho de fazer colchas e preparar conservas, com suas roupas e tapetes feitos a mão.

Devo dizer pessoalmente que meus interesses e talentos aumentaram dez vezes mais desde que deixei meu emprego de engenheira e comecei a trabalhar no lar, e parece que vão continuar a se expandir no futuro. Na força de trabalho lá fora, eu nunca teria oportunidades de adotar interesses tão diferentes como educação, arquitetura, economia, caligrafia, poesia, composição literária, ‘design’ de roupas, teoria e prática de horticultura, ensino de piano, etc. tudo ao mesmo tempo.

Mas no lar estou me ampliando quase sem limite. Cada novo interesse leva a outro, e pela primeira vez em minha vida tenho mais projetos interessantes e úteis do que posso fazer. (p. 255-256)

Os filhos: uma bênção de Deus

É impressionante como Mary Pride analisa e comenta a Bíblia. Ao interpretar Rm 1:26, em que Paulo condena o homossexualismo, a autora afirma que também a anticoncepção é “contra a natureza”. E para confirmar que a anticoncepção é pecado, ela cita a passagem bíblica do pecado de Onã, que praticou o coito interrompido (conhecido como onanismo) e isso “desagradou ao Senhor” (Gn 38, 9-10) (p. 54-55). Comentando os salmos 126 e 127, que falam dos filhos como uma bênção do Senhor (p. 68), ela pergunta:

Se os filhos são uma bênção, então por que não queremos todos os que Deus quer nos dar? Será que você consegue pensar em qualquer outra bênção que faz os cristãos lamentarem, se queixarem e fazerem o possível para não aceitar? Não pareceria ridículo ouvir cristãos dizendo: ‘Estou farto de todo este dinheiro que Tu me deste, Senhor. Por favor, não me dês mais nada!’ ou ‘Já tenho suficientes unções do poder do Espírito Santo sobre mim para durar pelo resto da vida. Para mim, chega, obrigado!’ (p. 70).

Mais adiante, ela interroga:

... Será que alguém poderia encontrar um só versículo da Bíblia que declare que os cristãos devem recusar as bênçãos de Deus? Filhos são uma bênção absoluta, de acordo com a Bíblia. Mas o único modo de o mundo algum dia chegar a saber disso é vendo os casais cristãos dispostos a ter e gozar famílias grandes. (p. 116)

Tão grande é o amor da autora pelos filhos que ela condena, sem ressalvas, o espaçamento e a limitação dos filhos, dizendo que eles têm uma coisa em comum: “põem um limite na quantidade de bênçãos que o casal está disposto a aceitar” (p. 116).

A autora tem razão ao dizer que “o espaçamento é uma tentativa de usurpar a soberania de Deus formando a família com as próprias mãos” (p. 116). E quanto à limitação, ela

... cria nas esposas mais jovens atitudes contra uma vida dedicada ao papel de mãe, pois a mulher que já teve um ou dois filhos e não quer mais passa a ser vista como entendida pelas jovens que ainda não têm filhos. Elas acham que ela tem muita experiência, e elas próprias começam a ter receio de ser mãe de vários filhos. Elas dizem: ‘isso é tudo o que queremos — só dois (ou quatro, ou um)’. (p. 116)

O filho a ser pedido com oração

A autora narra sua própria experiência:

Naturalmente, os casais ficam imaginando o que acontecerá se eles lançarem suas pílulas anticoncepcionais descarga abaixo no vaso sanitário. Vamos, por trás dos bastidores, ver um casal que fez isso: Bill e eu.

Quando descobri que a Bíblia ensina que ter vários filhos é uma bênção, não maldição, eu tinha uma excelente carreira profissional e algumas noções vagas sobre fertilidade. Estava certa de que, se parasse de usar a pílula, eu ficaria grávida imediatamente.

Eu estava errada.

Por três longos anos absolutamente nada aconteceu. Nada! Isso não é raro. [...] Finalmente cogitamos de realmente reconhecer que Deus estava no controle da situação e começamos a orar pedindo um bebê.[...] Seis semanas depois descobri que estava grávida. [...] Desde então, Deus em Sua bondade, nos deu mais filhos. Todas as gravidezes que tive foram graças à oração. Mas nossos filhos nasceram em intervalos. Deus reservou nove meses de gravidez e um ano ou dois para que as mulheres amamentem seus nenês. Por isso, depois de conceber um bebê, a maioria das mulheres terá um tempo razoavelmente longo antes de poderem conceber outro. [...] Se você permitir que Deus planeje a sua família, ninguém poderá dizer exatamente qual será o plano d’Ele — exceto que a bênção de uma família extremamente grande é rara, como raras são todas as bênçãos especiais. (p. 118-120)

Como adquirir o livro “De volta ao lar”, de Mary Pride?

É possível adquirir o livro diretamente nas Edições Cristãs, por R$ 30,00. O telefone da editora é (14) 3322-3930.

Leia e divulgue.

Adaptado de texto de Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Notas:

[1] PRIDE, Mary. The way home: beyond feminism back to reality, Wheaton , Illinois : Crossway Books, 1985.

[2] PRIDE, Mary. De volta ao lar: do feminismo à realidade. Ourinhos: Edições Cristãs, 2006.

[3] Cf. http://www.home-school.com

23 de julho de 2007

Luta desigual

Luta desigual

Olavo de Carvalho


Diário do Comércio, 23 de julho de 2007

O site http://juliosevero.blogspot.com, fechado por pressão de militantes gayzistas, voltou ao ar após a publicação do meu artigo “Concurso de Crimes”. O Google reconheceu o óbvio: quem é vítima de crime, como aquelas criaturas diziam ser, não vai pedir socorro a um provedor da internet: vai à polícia. A acusação lançada contra o dono do blog – “Ele quer que possamos ser currados sem que nossos agressores paguem por isso” – é a mais mentirosa e cínica que já se fez a um formador de opinião neste país. Os engraçadinhos sabiam que não podiam ir a um juiz ou delegado com uma conversa dessas. Então tentaram ludibriar o Google, mas, é claro, não deu certo.

O episódio prova, uma vez mais, que o movimento gayzista foge deliberadamente a toda discussão, que ele não quer debater com seus adversários, mas destruí-los socialmente, privá-los de seus meios de expressão, reduzi-los à condição de párias e, por fim, colocá-los na cadeia em massa, na mais espetacular onda de perseguição religiosa que já se terá visto na história nacional. É o bom e velho método leninista: falar sempre “numa linguagem calculada para despertar contra o oponente os piores pensamentos, as piores suspeitas; não para corrigir-lhe os erros, mas para destrui-lo” (Selected Works, Vol. III, pp. 486 ss.).

Nos sites e assembléias onde se prepara a reação gayzista a seus críticos, não se vê uma só tentativa de conceber argumentos para um eventual enfrentamento dialético: só planos de assédio judicial, de boicote na internet, de assassinato moral a pretexto de “ódio”, “preconceito”, “fundamentalismo” e “homofobia”. Mas o que mais aparece, o elemento mais constante e infalível nessas discussões internas, é a proposta de vasculhar a vida pessoal dos adversários em busca de sinais de “homossexualismo enrustido” que possam ser usados em campanhas de difamação.

Nada poderia comprovar mais claramente a índole criminosa desse movimento do que a naturalidade, a quase inocência com que ali se aceita o uso de instrumentos ilícitos e supremamente perversos como armas de combate normais e decentes na luta pela hegemonia ideológica e pelo poder.

O embuste legislativo da PL-122, que define um crime e já enquadra nele antecipadamente quem quer que levante um argumento contra a consolidação da proposta em lei, é tão obviamente totalitário e cínico que o observador incapaz de perceber isso à primeira vista deve ser considerado vítima de grave deficiência mental.

A proposta não foi concebida para proteger homossexuais contra uma inexistente epidemia de violência anti-gay , mas para dar a um grupo político o poder de praticar impunemente os delitos de ultraje a culto, calúnia, difamação e injúria, criminalizando automaticamente quem quer que o acuse disso. No ataque a Júlio Severo, esse objetivo ficou mais evidente do que nunca.

No entanto, nos meios liberais e conservadores, ainda há quem veja o assunto somente pela ótica estereotipada dos “direitos dos gays ”, sem ter a menor idéia de que não se trata de assegurar direitos a uma comunidade, mas de negá-los a todas as demais. Ser “de direita” não imuniza contra a força onipresente da propaganda esquerdista. Quando um slogan , um estereótipo entra na imaginação popular, nem mesmo os fatos mais patentes, as demonstrações mais exatas, os documentos mais probantes conseguem desfazer o ilusionismo e mostrar à mente preguiçosa a realidade como ela é. Se não fosse essa mórbida tendência do cérebro humano à repetição mecânica de palavras-de-ordem, seria inexplicável que alguém continuasse vendo o movimento gayzista como “minoria oprimida”, ignorando a monstruosa desproporção de forças entre organizações de massa apoiadas pelo governo federal, por organismos internacionais e por fundações bilionárias, e os poucos indivíduos solitários que ousam enfrentá-las, sem recursos, sem apoio institucional e com minúsculo espaço na mídia.

Esse automatismo mental bloqueia a compreensão do significado e alcance das iniciativas gayzistas. Por mais que eu repita que o perigo da PL-122 não tem nada a ver com homossexualismo ou heterossexualismo, que a proposta foi calculada, isto sim, para entrar no Código Penal e destruí-lo por dentro como um vírus de computador, muitos leitores dos meus artigos a respeito continuam a forçar o seu significado, entendendo-os como batalhas de uma cruzada moralizante anti-homossexualista, da qual não participei nem participaria. Certa vez o educador Cláudio Moura Castro observou que brasileiro não lê o que está escrito: lê o que ele próprio imagina.

Na próxima coluna tentarei explicar, de novo e mais claramente, qual é o problema com o movimento gayzista e por que é um problema de poder político e não de moral sexual. Se mesmo assim não entenderem, passarei a escrever artigos com fundo musical cantado pela Cris Nicolotti.

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