29 de junho de 2007

Médico homossexual portador do HIV confessa que abusava sexualmente de meninos

Médico homossexual portador do HIV confessa que abusava sexualmente de meninos

Mais uma notícia de médico tarado de meninos. Como sempre, a mídia se esquece de mencionar que o tarado é homossexual… Quando o assunto é homossexualismo e estupro de meninos, a mídia liberal sofre de amnésia permanente. Essa é a realidade homossexual que as paradas do orgulho gay e a TV não mostram.

Julio Severo

Médico portador do HIV confessa que abusava sexualmente de meninos

Médico de ala de emergência de hospital de Atlanta, EUA, admite abuso sexual de menino

Um médico de ala de emergência, que foi suspenso depois de ser preso por tentar ter sexo com um menino de 15 anos que ele encontrou pela Internet, se declarou culpado na quinta-feira dessa acusação e também de produzir pornografia infantil.

Adam Wayne Lebowitz, de 48 anos, do Condado de DeKalb, foi preso em 2 de novembro no lar do menino no Condado de Coweta, na Geórgia, quando ele chegou com lubrificantes, camisinhas e sacos de dormir, informou a polícia.

De acordo com documentos do tribunal, Lebowitz duas vezes filmou encontros sexuais que ele teve com meninos menores de idade e enviou as imagens pela Internet. No fim de 2006, Lebowitz encontrou online um menino menor de idade do Condado de Coweta e preparou tudo para ter um encontro sexual. Lebowitz foi preso do lado de fora da casa do menino.

No acordo legal, Lebowitz também renunciou a seu direito à confidencialidade com relação à sua condição de portador do HIV, algo que ele não contou aos meninos com quem ele teve sexo.

A Comissão Estadual de Médicos Examinadores suspendeu Lebowitz no dia depois de sua prisão, com base na acusação de que Lebowitz “cometeu um crime envolvendo torpeza moral, sem relação a convicções”, de acordo com a ordem de suspensão.

Ele era médico residente na Faculdade de Medicina Emory e também trabalhava na ala de emergência do Hospital Memorial Grady.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: http://abcnews.go.com/TheLaw/story?id=3327480&page=1

Parecer jurídico da Dra. Rosely Coelho Scandola contra o infame PLC 122/2006

Parecer jurídico da Dra. Rosely Coelho Scandola contra o infame PLC 122/2006

R E L A T Ó R I O

Processo nº 086/2007

Requerente: Grupo Ecumênico Religioso

Objetivo: tramitação da Lei Complementar (Projeto) nº 122/2006 no Congresso Nacional

Senhora Presidente,

O PRESIDENTE DA GEAP, Pastor Carlos Trapp, através dos autos em questão, requer desta Entidade que se manifeste acerca da tramitação da Lei complementar (Projeto) 122/2006 no Congresso Nacional, que no entender do Grupo requerente é inconstitucional, e fazem referência em especial aos artigos 4º,5º,7º e 8º do mesmo projeto. No corpo do requerimento o requerente se manifesta no sentido de que o referido projeto altera três leis importantes que tratam de crimes de preconceito de raça e de cor, código Penal e Clt. Apresenta ainda a sua preocupação com relação ao efeito que que tal aprovação trará ao meio social, invocando ainda o direito à liberdade de expressão prevista em nossa Carta Magna em vigor.

Requer a OAB, que se manifeste através da CDH/OAB/MS oficialmente e que também tome as medidas cabíveis e legais para que tal projeto não venha a ter a aprovação dos senhores Senadores, juntando ainda parecer do médico Dr.Luiz Ovando que discorre acerca do homossexualismo que vai contra o futuro da vida e da sociedade.

Se realmente tal Projeto for aprovado nenhum pastor ou líder religioso poderá fazer referência contrária à prática do homossexualismo, mesmo em situações de aconselhamento e orientação bíblica,sob pena de infringência do artigo 8º da Lei 122/2006.

Referida aprovação com certeza ferirá frontalmente os princípios constitucionais estabelecidos no artigo 58º incisos I,IV,VI,VII e VIII da C.f.

Os atos atentatórios ao pudor, moral em público , inclusive namoros ou atos mais íntimos entre pessoas do mesmo sexo, mesmo frente a adolescentes e menores não poderão ser coibidos tendo em vista o que consta do art.7º da LC 122/06, o que com certeza redundará na revogação da Lei das Contravenções Penais, fazendo com que a sociedade conviva com atos ofensivos ao pudor e ao decoro em público.

O artigo 6º, tolhe a liberdade no sentido de que qualquer entidade de ensino, mesmo de caráter religioso não possa negar a matrícula ou o ingresso de homossexual em ser corpo discente, tal ato ensejará a infringência do artigo 5º da referida lei.

Sabemos que os estudantes religiosos, seminaristas, dessas Entidades de Ensino devem ter a vida pautada nos ensinos contidos na Bíblia Sagrada, e a moral, a ética , a disciplina e o conhecimento sobretudo e vivência da palavra é exigência, assim como conviver com alunos que praticam atos atentatórios ao pudor praticando o homossexualismo declaradamente, a sodomia e possuindo desvios de conduta?

O referido artigo 5º fere e contraria frontalmente a administração da entidade de ensino negando as mesmas o direito constitucional de selecionar os seus alunos.

Pelo que entendemos uma Lei complementar não pode contrariar uma Lei maior que e a Carta Magna em vigor.

Os homossexuais na realidade como cidadãos brasileiros já se encontram protegidos pela nossa CONSTITUIÇÃO, os direitos são os mesmos de qualquer cidadão.

Na realidade tal Projeto irá afrontar os direitos assegurados aos demais cidadãos brasileiros em detrimento de uma categoria minoritária, em especial os religiosos que cuidam da formação cristã de pessoas em geral inclusive ministrando ensinamentos bíblicos, dentro dos padrões da moral, dos bons costumes e sobretudo da preservação da família e da procriação.

E, como vemos, o homossexualismo do ponto de vista da medicina legal é uma perversão, é uma distorção imoral e relação condenada pela maioria das religiões, principalmente a evangélica, sem contudo deixar aqui frisado que o grande número de pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, se dá com relação a tais desvios sexuais..

E em relação a Bíblia Sagrada temos que:

O tema homossexualidade nunca foi tão explorado pela mídia como atualmente. Na televisão, os programas de auditório recebem militantes gays para entrevistas e debates sobre suas conquistas e promoção de seus eventos. Novelas e filmes também exaltam a homossexualidade. Rádios, jornais e revistas abriram-se para a questão. O assunto está sempre na ordem do dia.

Os acalorados debates atravessam muitas perspectivas quando o assunto é a homossexualidade: psicológica, sociológica, ética e, a mais polêmica, a religiosa. As posturas são as mais diversas. A Igreja Evangélica, entretanto, mesmo não sendo favorável à prática homossexual, acredita que os homossexuais devem ser acolhidos, receber compaixão e ouvir a palavra de Deus. As Sagradas Escrituras prometem transformação para todo e qualquer pecador que se arrependa dos seus pecados e creia em Jesus Cristo.

POSIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA DA IGREJA EVANGÉLICA:

A Igreja Evangélica tem uma postura bem firme quanto à questão da homossexualidade. Apesar de lançar mão de argumentos psicológicos, científicos, sociológicos e éticos, é da Bíblia Sagrada que retira o substrato para nortear sua compreensão teológica e suas ações práticas.

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, a Bíblia faz menção aos atos homossexuais. A primeira referência ao homossexualismo está no livro de Gênesis, quando os habitantes das cidades Sodoma e Gomorra tentaram violentar sexualmente dois anjos com aparência humana. Assim a Bíblia menciona, em Gênesis 19, a exigência dos homens da cidade que tentavam invadir a casa de Ló, onde os anjos se hospedaram:

“Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.”

Analisando a história de Sodoma e Gomorra, o escritor Joe Dallas faz a seguinte afirmação:

“Houve uma tentativa de estupro homossexual, e os sodomitas com certeza eram culpados de outros pecados além do homossexualismo. Mas, tendo em vista o número de homens dispostos a participar do estupro, e as muitas outras referências - tanto bíblicas como extra-bíblicas - aos pecados sexuais de Sodoma, é provável que o homossexualismo era amplamente praticado entre os sodomitas. Também é provável que o pecado pelo qual eles são chamados foi um dos muitos motivos porque o juízo final caiu sobre eles.”

Outra passagem do Antigo Testamento que refere-se à prática homossexual, encontra-se no capítulo 19 do livro de Juízes. Os homens da cidade de Gibeá também tentaram violentar sexualmente um homem que se hospedou na casa de um velho agricultor. A passagem relata o seguinte:

“eis que os homens daquela cidade, filhos de Belial, cercaram casa, batendo à porta; e falaram ao velho, senhor da casa, dizendo: Traze para fora o homem que entrou em tua casa, para que abusemos dele. O senhor da casa, saiu a ter com eles, e lhes disse: Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. (...) Porém aqueles homens não o quiseram ouvir...”

Para o pesquisador e escritor Júlio Severo não há nenhuma dúvida de que essa passagem da Bíblia também se refere à homossexualidade. Severo afirma que os judeus - por não terem eliminado de seu meio os costumes dos povos pagãos - acabaram sendo influenciados por eles e sofrendo graves conseqüências sociais e morais:

“O fato é que os costumes dos cananeus que habitavam no meio do povo de Benjamin acabaram minando toda sua resistência moral. O homossexualismo, que era comumente praticado nas religiões cananéias, foi aos poucos sendo introduzido na vida social do povo de Deus.

“Como conseqüência, as ruas de Gibeá deixaram de ser seguras. Nelas, agora, rondavam estupradores homossexuais. Foi por isso que o velho se dispôs a acolher os viajantes em casa. Ele quis protegê-los de um eventual abuso sexual.”

Segundo Júlio Severo, os habitantes da cidade de Gibeá colocaram-se ao lado dos seus cidadãos homossexuais e sofreram graves conseqüências. Ele considera a história de Gibeá um alerta para os cristãos dos dias de hoje pois, segundo afirma, esses também são suscetíveis de abrigar o pecado em suas comunidades:

“Para que toda influência homossexual fosse arrancada do meio do povo de Deus, o Senhor ordenou que os benjamitas fossem combatidos. Na guerra que se seguiu, morreram quarenta mil soldados de Israel e vinte e cinco mil de Benjamin, sem mencionar as vítimas civis, que foram em número muito maior.

“A tragédia moral de Gibeá é um alerta para a comunidade cristã de todos os tempos. Ela mostra que não só a sociedade secular, mas também os próprios crentes são suscetíveis de perder a aversão pelas opiniões e práticas sexuais erradas. O ex-povo de Deus de Gibeá foi destruído porque não amou a Palavra do Senhor, nem obedeceu a ela.”

Há, ainda, no antigo Testamento duas passagens muito claras a respeito do homossexualismo. São Levítico 18:22 2 Levítico 20:13 que dizem o seguinte, respectivamente:

“Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação” e “Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável; serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles”.

Analisando as declarações acima, os teólogos John Ankerberg e John Weldon chegaram à seguinte conclusão:

“todo o contexto de Levítico 18 e Levítico 20 é principalmente de moralidade, e não de adoração idólatra. Nesse caso, em Levítico 18.1-5 Deus informa aos israelitas que não devem imitar as práticas malignas dos cananeus, mas devem ser cuidadosos em obedecer às leis de Deus e seguir as Suas determinações. Deus está expulsando os cananeus, não por sua idolatria, mas por suas práticas sexuais abomináveis. Na realidade, o restante do capítulo descreve quase todas as práticas malignas como pecados sexuais: relações sexuais proibidas entre membros da família, relação sexual durante o ciclo menstrual de uma mulher, homossexualidade e depravações. O restante do capítulo consiste em advertências convincentes para não serem contaminados por tais práticas. Por isso, Deus ordena no versículo 24: ‘Com nenhuma destas coisas vos contaminareis.’”

No Novo Testamento a homossexualidade também é abordada de forma clara em três momentos: Rm 1, 1 Co 6.911 e 1 Tm 1.8 - 11. As três referências são feitas pelo apóstolo Paulo. As principais passagens que abordam a questão homossexual, no entanto, encontram-se nas cartas do apóstolo endereçadas às igrejas de Roma e da cidade de Corinto, na Grécia. Tanto em Roma como na Grécia antiga, o homossexualismo era uma prática comum. Era, ainda, considerado imagem ideal do erotismo e modelo de educação para os jovens.

Contudo, apesar da prática homossexual ser considerada normal em Roma, o homossexualismo passivo desonrava os romanos, que eram educados para serem ativos, serem senhores. A posição passiva era reservada para os escravos e para as mulheres, para os quais, aliás, era um dever. A História registra que dos quinze primeiros imperadores de Roma, só Cláudio era exclusivamente heterossexual. Mas foi o imperador Júlio César que ganhou a fama, só sendo tolerado pela posição que ocupava e por suas conquistas bélicas. Dele diz-se que “era homem de todas as mulheres e mulher de todos os homens”.

A palavra lésbica vem da ilha de Lesbos, na Grécia, onde vivia uma poetisa e sacerdotisa chamada Safo. Ela iniciava mulheres no homossexualismo (daí os adjetivos lésbica ou mulheres sáficas). As palavras sodomitas e efeminados usadas em 1 Co 6.9 têm significados distintos: sodomita vem do pecado de Sodoma e tornou-se sinônimo universal de homossexualismo ativo (quando o homossexual faz o papel de “marido” na relação com outro homem); e efeminado é quando o homossexual faz o papel de passivo (ou seja, o de “mulher” na relação sexual com outro homem) e, também, quando tem trejeitos femininos ou gosta de vestir-se com roupas de mulher (no caso de travestis).

Esse era exatamente o contexto em que o apóstolo Paulo vivia quando escreveu a primeira referência bíblica do Novo Testamento sobre o homossexualismo, dirigindo-se à igreja de Roma. Usando a autoridade que tinha de pregador da Palavra de Deus, ele não fez distinção entre homossexualismo ativo ou passivo. Afirmou, sim, que o homossexualismo contrariava os propósitos morais, sexuais, sociais e espirituais de Deus para homens e mulheres.

Depois de afirmar que os romanos haviam trocado a verdade de Deus pela mentira, ele declarou em Romanos 1.26 e 27:

“porque até as suas mulheres trocaram o modo natural de suas relações íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro.”

John Ankerberg e John Weldon analisam essa afirmação de Paulo ressaltando que, ao contrário da interpretação de alguns simpatizantes da causa homossexual, esses dois versículos são revelações claras de que o apóstolo referia-se à homossexualidade:

“Paulo está simplesmente condenando a homossexualidade em si. As definições dos dicionários para as palavras que Paulo usa - pathe aschemosune etc - claramente se referem à atividade sexual. (...) As descrições feitas pelo apóstolo Paulo são também dignas de nota. O livro de Romanos fala de homossexuais queimando-se em lascívia uns pelos outros. No inglês, a New American Standar Version diz: ‘queimados em seus desejos’; a NVI traduz: ‘estavam inflamados em lascívia’, e a Amplified diz: ‘estavam em chamas (queimados, consumidos) pela lascívia.’”

A outra menção à homossexualidade - considerada por muitos evangélicos a mais importante da Bíblia, por mostrar que homossexualismo é uma pecado como qualquer outro mas, principalmente, que homossexuais podem mudar - é encontrada na carta de Paulo dirigida à igreja de Corinto. Essa cidade pertencia à Grécia antiga onde, à semelhança de Roma, o homossexualismo era celebrado e também praticado por filósofos e poetas. Na adolescência, os rapazes gregos deixavam a casa de seus pais e se tornavam amantes de homens adultos. Corria que essas práticas sexuais faziam parte de um relacionamento afetivo e educacional em que os jovens eram ensinados a trilhar os caminhos da virilidade.

O apóstolo Paulo, porém, mesmo conhecendo muito bem a cultura da Grécia, faz uma leitura diferente do pensamento corrente na época, em 1 Coríntios 6.9 a 11:

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”

Comentando essa passagem bíblica, Bob Davies e Lori Rentzel (conselheiros de um ministério de ajuda a quem está deixando o homossexualismo nos EUA) reconhecem o mesmo teor de proibição das práticas homossexuais de muitos teólogos. Eles, porém, têm uma informação relevante àqueles que acham que a Bíblia só condena os homossexuais:

“há evidências bíblicas explícitas de que Deus pode transformar a vida de uma pessoa envolvida nesse comportamento. (...) Paulo conhecia antigos homossexuais na igreja de Corinto! Portanto, a mensagem de que o homossexualismo pode ser mudado não é nova; os homossexuais têm experimentado transformações desde que a Bíblia foi escrita.”

Então como ficam os valores cristãos diante do homossexualismo?

Cremos que ato criminoso é qualquer ação que possa intimidar a prática homossexual dentro de qualquer ordem moral, ética, filosófica, religiosa ou psicológica.

Assim as Orientações Pastorais da Igreja Evangélica Metodista , é correta quando diz que:

a) Primeiramente, vale a frase, nós abominamos o pecado, mas devemos exercer amor semelhante ao de Jesus, para com todos os pecadores. Sobre hipótese alguma devemos ter uma atitude preconceituosa e discriminatória em relação aos homossexuais. São pessoas carentes de respeito e amor;

b) Não devemos considerar os homossexuais mais pecadores do que alguns que estão dentro da igreja, que são mentirosos, maldizentes, injustos, como bem classificou o Apóstolo Paulo (I Co 6.9-10). A Igreja tem a tendência de considerar um/a adúltero/a um/a pecador/a mais aceitável do que um homossexual;

c) Por outro lado, não devemos deixar de dizer ao pecador, seja ele um homossexual ou não: " ... porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6.23), abordando a graça de Deus para com todos/as os/as pecadores/as;

Finalmente, o homossexual é, em muitos casos, uma tendência de ordem orgânica e/ou emocional, também, e como tal deve ser considerada. Ter homossexualidade não é pecado em si mesmo, o pecado é a prática desta tendência. A Igreja pode e deve contribuir para a reversão desta tendência da homossexualidade, por ser ela contrária ao padrão bíblico cristão da moral.

Concluindo temos que:

A cada dia cresce a visibilidade do tema homossexualismo como realidade que sempre existiu. Na Igreja ele tem sido tratado como tabu, especialmente nos momentos quando ela se depara com um caso de homossexualismo.

Na sociedade em geral o assunto é tratado cada vez com mais naturalidade, o lema é cada um na sua, a imprensa noticia casamento de homossexuais com destaque. As novelas exploram o tema, mulheres lésbicas tomam-se verdadeiras heroínas, e são consideradas vítimas incompreendidas. Há afirmações e provas científicas buscando afirmar que não se trata de uma preferência sexual, resultado de escolha, mas que o homossexualismo é uma tendência natural irreversível, orgânica mesmo, enfim uma forma de sexualidade tão natural como a sexualidade entre homem e mulher.

Que tipo de vida a sociedade contemporânea tem proposto e produzido? Esta pergunta é respondida a cada dia pelos jornais, revistas, rádio e televisão. O quadro apresentado é desolador, aumenta as conquistas científicas e aumenta a miséria e a violência. Fala-se de paz, mas continuam sendo gastos milhões em armamentos. Por tudo isso é que percebemos a ausência de condições da nossa sociedade em ditar normas no campo da moral. Um mundo guiado somente pelo saber humano não tem condições de produzir justiça e felicidade, caminha, sim, para a morte. Por isso não podemos aceitar o homossexualismo como uma expressão natural e normal de sexualidade, porque uma resposta apenas científica não é suficiente para determinar nossa posição.

O que diz a Bíblia sobre o assunto?

Consideraremos alguns textos bíblicos que abordam o assunto

O primeiro texto que devemos considerar é Gênesis 18.20 e 19.1-11. Nestes textos fica claro a prática do homossexualismo como um dos símbolos das abominações, com as quais Deus não aprova e nem se agrada. Tal registro consta nas notas da Bíblia de Jerusalém (uma Bíblia de estudos) sobre o mesmo texto. O relato mostra o resultado da maravilhosa experiência de encontro com Deus vivida por Abraão, no capítulo 18, no qual Deus anuncia a destruição de Sodoma e Gomorra por causa do seu pecado. Abraão, pensando em seu sobrinho Ló, que vivia em Sodoma, pergunta: "Se houver na cidade 50 justos ainda assim o Senhor destruirá?" A resposta foi que não, até quando se diminui para dez justos, o que, segundo os estudiosos, seria o número dos membros da família de Jó. O símbolo de todos os pecados cometidos pelos moradores de Sodoma é ilustrado na tentativa deles de terem relações sexuais com os mensageiros de Deus que estavam abrigados na casa de Ló, e se trata de prática homossexual, porque rejeitam a proposta de Ló, que tentando proteger seus hóspedes oferece a turba de homens às suas filhas, o que é rejeitado.

Ainda no Antigo Testamento (Levítico 18.22), encontra-se uma instrução legal, na forma de mandamento: "Com o macho (zakbar) não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação". Na seqüência, no capítulo 20.13 é dada a condenação a morte aos que praticarem o homossexualismo.

Finalmente, no Novo Testamento a linguagem não permite qualquer dúvida. Romanos I.26-27 classifica o homossexualismo, tão comum entre gregos e romanos, como paixões infames, diz no final que são passíveis de morte os que tais cousas praticam (Rm I.32), ou ainda, instruindo a igreja em Corinto Paulo adverte: "ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros nem efeminados, nem sodomitas..." (I Co 6.9).

Alguns alegam que Jesus nada disse sobre o homossexualismo. É verdade! Mas Jesus disse sobre a lei judaica, conforme apresenta Levítico e tantos outros textos. Ele disse: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra”. (Mt 5.17-18)

FINALMENTE , se a lei foi aprovada trará danos irreversíveis as crianças e adolescentes no sentido do desenvolvimento da sua personalidade, opção sexual, convencimento acerca do papel do homem e da mulher na família, constituição de família e até mesmo serem motivo de deboches e discriminação na escola e na sociedade.

Assim somos do parecer contrário a aprovação da Lei complementar (Projeto 122/2006 pelo Congresso Nacional frente a sua flagrante inconstitucionalidade.

É o relatório e parecer.

Campo Grande,16 de Maio de 2007-

Dra . ROSELY COELHO SCANDOLA

OAB/MS- 1706 -

Postado em: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

A ditadura da depravação

A ditadura da depravação

Ao promover sexo grupal em banheiro de cinema, o movimento gay confessa que não está lutando contra a intolerância — o que quer é a leniência com a imoralidade

“Dentro do cine Gay Astor, você encontra na parte de baixo filmes hetero, na de cima, os de temática gay. Dentro do dark room e no banheiro, além das famosas pegações, ocorre também sexo de dupla e grupal. Por apenas cinco reais, a diversão vai até as dez da noite. Não esqueça de levar camisinha e gel.”
Léo Mendes, Diário da Manhã

JOSÉ MARIA E SILVA

O texto acima não é anúncio pornográfico de classificados de acompanhantes. Trata-se de uma nota jornalística publicada no domingo, 10, na Coluna do Meio, do Diário da Manhã, voltada para o movimento gay e assinada pelo jornalista Liorcino Mendes Pereira Filho (conhecido como Léo Mendes), presidente da Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Goiás. Nesta nota, Liorcino Mendes — que é membro-titular da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde, portanto, está revestido de autoridade pública — faz uma apologia escancarada da depravação. Léo Mendes prega — explicitamente — o sexo grupal entre homossexuais, sem levar em conta que o Diário da Manhã é um jornal aberto a todo tipo de público, inclusive as crianças das famílias que o assinam. Ora, o sexo grupal — em qualquer gênero, mesmo entre homens e mulheres — não pode ser objeto de apologia, a não ser em publicação pornográfica, voltada para um público específico. Qualquer pessoa que usasse um jornal para conclamar casais heterossexuais a praticarem sexo grupal em banheiro de cinema seria, no mínimo, criticada duramente, sem contar que poderia sofrer algum tipo de sanção, como a perda do emprego ou até um processo judicial. Mas os gays estão acima do bem e do mal e — sem que a sociedade se dê conta disso — estão implantando uma verdadeira ditadura no Brasil, que vai descambar em pedofilia e perseguição religiosa.

Nas telenovelas e no discurso oficial do movimento gay, os casais homossexuais formam uma espécie de Sagrada Família do mesmo sexo. Para induzir a sociedade a aceitar a adoção de crianças por casais gays, a mídia vende a idéia de que os casais homossexuais vivem mais harmoniosamente do que os casais normais. Eles formariam pares sensíveis, regados por um amor profundo, verdadeira comunhão de almas que transcende a junção de corpos. Prova disso é que o movimento gay — um dos movimentos especializados na criação de novilínguas orwellianas — já está transmutando novamente o português e quer que os relacionamentos gays sejam chamados de “homoafetivos”, como se o que os diferisse dos demais seres humanos fosse um amor transcendente e não o desejo carnal que sentem por pessoas do mesmo sexo. É óbvio que o amor entre pai e filho, mãe e filha, irmão e irmão, irmã e irmã, amigo e amigo e amiga e amiga são todos “homoafetivos”, uma vez que se constituem do afeto de uma pessoa por alguém do seu próprio sexo. Logo, o que distingue o homossexual de todos eles não é o possível afeto que sente pelo igual, mas o desejo de transar com pessoas do mesmo sexo.

A nota de Léo Mendes é uma prova incontestável de que o movimento gay não deseja apenas a tolerância — ele exige ser tratado com leniência, mesmo quando está sendo apenas criminoso. Foi o que ocorreu, por exemplo, em São Paulo, por ocasião da Parada Gay. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada na edição de 8 de junho, revelou que os organizadores da Parada Gay pretendiam distribuir, entre os participantes do evento, 40 mil exemplares de um panfleto — com logotipo do governo federal — que ensinava como usar drogas, inclusive cocaína. Sobre a maconha, o panfleto dizia: “Faça uma piteira de papel só para você quando for rolar um baseado”. Em relação à cocaína, o panfleto ensinava: “Para cheirar, prefira um canudo individual a notas de dinheiro”. Ouvido pela Folha, o delegado Wuppslander Ferreira Neto, do Departamento de Investigações sobre Narcóticos de São Paulo, classificou o panfleto como “aberração” e afirmou que ele “é um incentivo ao uso de drogas e ao tráfico, que são crimes”.

Pega em flagrante, a organização da Parada Gay decidiu suspender a distribuição do panfleto, mas emitiu uma nota criticando a Folha de S. Paulo por ter divulgado o fato. Mesmo apoiando a decisão dos organizadores da Parada Gay de não distribuir os panfletos, o Ministério da Saúde defendeu a iniciativa de elaborá-lo, alegando que ele se enquadra na política de redução de danos em relação às drogas, implantada pelo próprio ministério. O que é uma falácia. A política de redução de danos só é admissível em ambientes fechados, ou seja, dentro dos grupos que já são viciados e para os quais conselhos para abandonar as drogas já não têm serventia. Usar a linguagem dos viciados num ambiente aberto como a Parada Gay leva a duas hipóteses: ou o panfleto não quer reduzir danos coisa nenhuma e, sim, fazer a apologia das drogas, ou ele não passa de um reconhecimento explícito de que a Parada Gay é um desfile de viciados em sexo e drogas. A nota de Léo Mendes conclamando os gays a fazerem sexo grupal em banheiro público induz qualquer pessoa a pensar que a segunda hipótese tem mais chance de ser verdadeira.

A princípio, a prática de sexo — hetero ou homo, em dupla ou grupal — não é da minha conta nem da conta de nenhum dos leitores. O sexo entre pessoas adultas é uma dimensão da vida privada e cada um deve cuidar do seu. O problema é que as bacanais do movimento gay — propagandeadas por Liorcino Mendes em jornal — são financiadas por todos os brasileiros. Hoje, o movimento gay é uma verdadeira estatal, que chafurda em verbas do Ministério da Saúde, do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça, entre outros órgãos públicos. Sem contar as bolsas de pesquisas distribuídas pelas universidades públicas para os “estudos de gênero”, que quase sempre não passam de apologia da depravação gay. Hoje, qualquer minúsculo grupo gay brasileiro, de qualquer cidade do país, pode pleitear as fartas verbas municipais, estaduais, federais e internacionais que estão à disposição do movimento, geralmente para promover campanhas de direitos humanos e de prevenção da Aids. O que é um contra-senso: o Ministério da Saúde, há anos, não vem dizendo que os gays deixaram de ser grupo de risco? Então por que os órgãos de saúde financiam as paradas gays em todo o país?

Suponhamos que existisse um remédio que cortasse os efeitos do álcool e que o Ministério da Saúde passasse a distribuí-lo para a população. Suponhamos também que os Alcoólicos Anônimos fossem uma das entidades financiadas pelo Ministério da Saúde para realizar campanhas de prevenção da embriaguês. Faria algum sentido os Álcoolicos Anônimos promoverem festas regadas a bebidas alcoólicas, simplesmente recomendando aos participantes que tomassem o remédio que corta os efeitos do álcool? Obviamente, não. Ainda que não pensasse moralmente, os Alcoólicos Anônimos teriam de pensar economicamente. Promover festas movidas a álcool exigiria mais remédio de controle da embriaguês, o que significaria mais gastos com a compra do remédio por parte do governo.

O jornalista Liorcino Mendes Pereira Filho é membro-titular da Comissão Nacional de Aids, órgão que, entre outras coisas, tem responsabilidade na compra anual de milhões e milhões de camisinhas pelo governo, distribuídas gratuitamente nas escolas, nos postos de saúde e durante o carnaval. Logo, ainda que não seja capaz de pensar moralmente, o jornalista Liorcino Mendes — revestido da autoridade pública que a Comissão Nacional da Aids lhe confere — tem ao menos a obrigação de pensar economicamente. Porque, quanto mais promíscuas forem as pessoas, mais camisinhas serão necessárias — o que significa mais gastos para os cofres públicos, isto é, sangria no bolso do contribuinte. Cada vez que Liorcino Mendes convoca seus colegas do movimento gay para uma orgia em banheiro de cinema, quem paga a conta é o casal decente, que mantém fidelidade mútua e tenta criar os filhos segundo preceitos morais. Num país em que faltam remédios básicos para crianças e idosos, o movimento gay incentiva a promiscuidade total de uns poucos e ainda exige que ela seja financiada pela decência da maioria.

Perseguição religiosa

Uma prova de que o movimento gay não está lutando por tolerância e, sim, exigindo leniência com seus atos imorais é o Projeto de Lei 5.003, de 2001, chamado de “Lei Anti-Homofobia”, de autoria da deputada federal Iara Bernardi, do PT de São Paulo. Aprovado pelo plenário da Câmara em 28 de novembro do ano passado, o projeto criminaliza praticamente qualquer tipo de crítica aos homossexuais, equiparando-as ao crime de racismo. Com substitutivo final do deputado Luciano Zica, também do PT de São Paulo, a “Lei Anti-Homofobia” — que deverá ser aprovada em caráter definitivo pelo Senado — poderá desencadear uma verdadeira perseguição religiosa no país. Pastores e padres não poderão mais dizer que o homossexualismo é pecado sob pena de serem acusados de “homofobia”.

Aliás, é o que já está acontecendo na prática. Em Rancho Queimado, um município com apenas 2.842 habitantes, em Santa Catarina, o pastor Ademir Kreutzfeld, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, está sendo acusado de homofobia. Em novembro de 2006, o jornal O Tropeiro, de Rancho Queimado, publicou uma matéria especial em que procura mostrar o homossexualismo como algo natural. Tão natural, segundo a matéria, que seria comum nas sociedades antigas e nas culturas indígenas. Usando seus direitos de consumidor e de líder religioso, o pastor Ademir Kreutzfeld ligou para comerciantes locais, questionando o patrocínio para aquele tipo de reportagem.

Os comerciantes ficaram escandalizados com a matéria e retiraram os anúncios. O responsável pelo jornal, um ativista gay de Santa Catarina, transformou uma democrática disputa entre grupos de pressão da sociedade — muito comum em qualquer país desenvolvido — num caso de “homofobia”. Ele deu queixa contra o pastor numa delegacia, e o delegado, em vez de informar que a Lei Anti-Homofobia ainda não foi aprovada, aceitou a queixa, intimando o pastor, que teve de se explicar. E o pastor está sendo processado.

Enquanto isso, por ocasião da visita do Papa ao Brasil, o Grupo Gay da Bahia, liderado pelo antropólogo Luiz Mott, queimou fotos de Bento XVI, numa clara incitação à violência física. E o que é mais grave — queimou as fotos do Papa justamente na porta da Catedral da Sé, em Salvador, numa óbvia invasão da propriedade alheia. Um pastor não pode pedir — pacificamente — que um comerciante deixe de patrocinar um jornal gay, mas os gays podem invadir um templo e queimar — violentamente — a foto de um religioso. Ou seja, antes mesmo de aprovada a Lei Anti-Homofobia, já estamos sob a égide da ditadura gay. (José Maria e Silva)

Fonte: http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Reportagens&idjornal=242&idrep=2312

28 de junho de 2007

CORREÇÃO: ARTIGO SOBRE O PASTOR ALEMÃO LERLE CANCELADO

CORREÇÃO: ARTIGO SOBRE O PASTOR ALEMÃO LERLE CANCELADO

O artigo de LifeSiteNews.com publicado na terça sobre a prisão do Pastor Lerle na Alemanha foi removido depois que LifeSiteNews.com foi informado de que estava trabalhando com informações falsas de fontes noticiosas confiáveis. Embora o Pastor Lerle tenha no passado sido preso por atividades contra o aborto, sua prisão atual tem como causa exclusiva as acusações de haver negado o holocausto e não de comparar o aborto ao Holocausto nazista, conforme noticiamos erradamente na terça.

Minhas desculpas sinceras por esse erro sério.

John-Henry Westen
Editor
LifeSiteNews.com

Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2007/jun/07062801.html

26 de junho de 2007

Quer mudar de vida?

Quer mudar de vida?

Greg Laurie

Já teve o desejo de ter uma vida mudada?

Talvez você tenha feito escolhas que lamenta.

Você está enfrentando conseqüências dessas decisões neste exato momento.

Há algum jeito de achar ajuda?

Na Bíblia, há uma história sobre um homem que cria que se um anjo agitasse um tanque de água, e se ele pudesse de algum modo ser o primeiro a entrar nessa água, então ele seria curado. Esse homem vinha esperando durante 38 anos, incapaz de se mexer. Talvez ele tivesse ficado paralítico devido a um acidente. O fato é que não sabemos. Mas algo aconteceu na vida dele que provocou isso.

Às vezes, ficamos doentes simplesmente porque vivemos num mundo cheio de pecado. Doença e morte jamais eram o plano de Deus. Se Adão e Eva não tivessem pecado, não haveria doença alguma. Ninguém envelheceria. E, mais importante, eu não seria calvo!

Contudo, às vezes caímos doentes por causa de nossos próprios erros pessoais.

Considere a pessoa que abusou do álcool a sua vida inteira. Um dia, seu fígado se acaba. Há alguma ligação entre o estilo de vida que ele escolheu e o que lhe aconteceu fisicamente? Sem dúvida alguma.

E quanto a alguém que vai a uma farra de bebedeira, fica atrás de um volante e sofre ferimentos num acidente de carro? Há alguma ligação entre o modo como ele estava dirigindo e o resultado horrível que lhe ocorreu? Claro que sim.

E quanto ao cara que é sexualmente imoral? Ele freqüentemente se envolve com sexo fora do casamento. Então ele descobre que tem o HIV. Há alguma ligação entre seu estilo de vida e esse vírus horrível que ele agora tem? A resposta é sim.

Pode haver uma ligação entre o que fazemos e o que nos acontece. Não estou dizendo que todas as pessoas que têm problemas de fígado, sofrem acidente de carro ou contraem o HIV/AIDS experimentaram essas circunstâncias porque pecaram. Aliás, às vezes elas são vítimas do pecado de outra pessoa, como a pessoa que é atingida por um motorista embriagado, ou a esposa fiel que pega AIDS do marido que foi infiel. Mas precisamos realmente aceitar o fato de que quando fazemos nossas escolhas haverá conseqüências.

Entretanto, a Bíblia nos diz que há ocasiões em que Deus permite que a doença — doença física e espiritual — nos ensine algo. Por exemplo, quando o apóstolo Paulo experimentou seu “espinho na carne”, até onde sabemos esse problema não estava ligado a nenhum pecado específico. Mas Deus permitiu esse sofrimento. Paulo pediu três vezes que Deus o tirasse. A resposta de Deus foi: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. (2 Coríntios 12:9 ACF) Isso indicaria que Deus permite as doenças de modo que ele possa mostrar a seu povo algo que de outra forma não poderíamos ver. Às vezes somos tão teimosos e orgulhosos que pensamos que não precisamos de Deus. Desse jeito, o Senhor recebe nossa atenção. E de repente percebemos que talvez realmente precisemos de Deus afinal.

De uma multidão de pessoas doentes e sofredoras aguardando que um anjo agitasse o tanque de água, Jesus selecionou um homem. Ele não pregou para ninguém. Ele não curou a todos. Ele foi a apenas um indivíduo e fez uma pergunta incisiva e até certo ponto inesperada: “Quer ficar curado?”

Agora que tipo de pergunta é essa para se fazer a um homem nessa condição? Não que ele diria: “Não, gosto de passar tempo aqui. Isso é muito divertido. Você realmente precisa se juntar a mim”. Mas Jesus estava fazendo uma pergunta legítima. Era uma pergunta importante, pois nem todos querem ser curados. Nem todos querem mudança de vida.

“Você quer ficar curado?” Jesus perguntou a esse homem. Em outras palavras: “Você quer mudar de vida, não só fisicamente, mas também espiritualmente? Você está disposto a se colocar, exatamente como você está, nas minhas mãos? Você está pronto para que eu faça por você o que você é incapaz de fazer por você mesmo?”

Enquanto pensarmos que podemos resolver tudo sozinhos, enquanto pensarmos que resolveremos nossa vida algum dia, jamais chegaremos a lugar algum. Precisamos clamar a Deus e dizer: “Senhor, por mim mesmo não posso, mas estou clamando a ti e pedindo que tu me ajudes. Estou pedindo que tu me perdoes” Se você clamar a Jesus Cristo, então ele perdoará você. Se você está disposto a abandonar seus pecados, deixar o passado para trás e começar a seguir Jesus, então você verá as coisas acontecerem em sua vida que você jamais imaginou serem possíveis.

Essa coluna é um trecho do livro “Walking With Jesus”, escrito por Greg Laurie.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: WND.

24 de junho de 2007

Campanha do governo Lula “baterá” em pais disciplinadores

Campanha do governo Lula “baterá” em pais disciplinadores

Julio Severo

De acordo com notícia do jornal O Globo, Lula e Xuxa, dois exemplos de moralidade “impecável” na política e na mídia, lançam campanha abrangente contra o direito de os pais disciplinarem os filhos. Como sempre, a campanha igualará disciplina com violência.

Como se já não bastasse a campanha do governo Lula para promover leis anti-homofobia, que querem nos proibir de ser contra o homossexualismo, agora o governo Lula, com a assistência de uma multidão de simpatizantes aduladores sugadores de impostos, prepara o terreno para estabelecer leis que proíbam os pais de disciplinar os filhos, contrariando frontalmente várias orientações de Deus na Bíblia.

Com o enorme poder da mídia que o apóia, Lula “baterá” em todo o direito de os pais agirem diferente do que impõe seu governo socialista.

Contudo, os pais e mães se perguntam: Por que o governo Lula não se preocupa com as crianças que correm risco de serem adotadas por dois homens homossexuais? Por que o governo Lula não se preocupa com crianças que correm risco de serem assassinadas por médicos aborteiros?

Lamentavelmente, o governo Lula não só não se preocupa, mas também luta para entregar as crianças aos “casais” homossexuais e ao aborto. Pode-se entregar as crianças aos homossexuais e aos médicos aborteiros, mas não se pode entregá-las à disciplina com a vara quando necessário, conforme recomenda a Palavra de Deus.

Em vez de bater em pais e mães normais que disciplinam seus filhos, por que o governo Lula não bate em dois homens que praticam o homossexualismo e posam como “pai e mãe” de uma criança inocente? Por que o governo Lula não bate em médicos de hospitais públicos que abortam crianças?

O comportamento homossexual representa sério perigo para a saúde física, moral e psíquica das crianças. Por que o governo não lança então uma campanha contra a doutrinação pró-homossexualismo nas escolas? Simples. Porque essa doutrinação vem do próprio governo.

Disciplina não é violência. Violência é o governo permitir que homossexuais adotem crianças. Violência é o governo apoiar e permitir o assassinato de bebês em gestação por meio de leis ímpias de aborto. Violência é o governo permitir que a televisão bombardeie o público infantil com imagens eróticas e impróprias. Aliás, a mesma Xuxa que hoje se alia a Lula para combater os pais disciplinadores atuou num filme pornográfico de 1982, onde ela seduz um menino de 12 anos. (Ao lado, foto com Xuxa e o menino na cama.) Isso não é violência?

De hoje em diante, os pais cristãos deverão fazer a vontade do governo Lula, não a vontade de Deus. Se o governo ordenar que os pais entreguem os filhos à doutrinação pró-homossexualismo das escolas, os pais deverão obedecer. Se o governo decidir que as crianças não podem ser protegidas de homossexuais que as querem "adotar", ninguém poderá intervir. Se o governo aprovar o aborto, quem poderá contrariar essa nova lei? Se o governo conseguir estabelecer um clima social e legal contra a disciplina dos filhos, o que os pais poderão fazer? É desse jeito que o governo se preocupa com as crianças.

E o pai ou a mãe que pensar diferente, fique alerta: Lula e sua equipe de pugilistas, inclusive Xuxa, já vestiram as luvas de boxe. A ameaça agora contra as crianças, de acordo com eles, não é o homossexualismo e sua ligação com a pedofilia, e também não é o aborto. A ameaça são os pais que disciplinam.

Para entender como o governo está roubando a liberdade e os direitos das famílias dirigirem a educação de seus filhos, leia meus artigos:

O abuso estatal contra a ordem familiar:

http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/o-abuso-estatal-contra-ordem-familiar.html

Quando um pai não disciplina o próprio filho:

http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/quando-um-pai-no-disciplina-o-prprio.html

A Disciplina Fí­sica Deve Ser Proibida? O Ataque Contra a Autoridade dos Pais:

http://juliosevero.blogspot.com/2005/12/disciplina-fsica-deve-ser-proibida.html

Suécia: o exemplo perfeito:

http://juliosevero.blogspot.com/2006/02/sucia-o-exemplo-perfeito.html

Pais obtêm vitória sobre projeto de lei da Califórnia que proíbe surrar os filhos:

http://juliosevero.blogspot.com/2007/02/pais-obtm-vitria-sobre-projeto-de-lei.html

Se você acha que esse tipo de campanha de Lula e Xuxa tem como único objetivo o bem-estar das crianças, leia meus artigos:

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias:

http://juliosevero.blogspot.com/2006/08/direitos-das-crianas-o-que-onu-e-o.html

Estatuto da Criança e do Adolescente:

http://juliosevero.blogspot.com/2007/05/estatuto-da-criana-e-do-adolescente.html

O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças:

http://juliosevero.blogspot.com/2007/01/o-que-est-por-trs-da-campanha-estatal.html

23 de junho de 2007

OEA privilegia o homossexualismo

OEA privilegia o homossexualismo

Governo do Brasil apresentou na Organização dos Estados Americanos (OEA) uma resolução que proíbe discriminação por “orientação sexual”, e agora essa resolução está sendo usado por grupos homossexuais internacionais para avançar a ideologia homossexual em todo o continente americano.

O homossexualismo na OEA. Plano e estratégias com o apoio da UNAIDS (agência da ONU que trabalha na questão da AIDS). Aliança com o feminismo. Nomes e organizações.

O movimento GLTB (gays, lésbicas, transexuais e bissexuais) anunciou seu “desembarque no sistema interamericano”, patrocinado pelo Secretário Geral da OEA, o chileno José Miguel Insulza. Uma amostra a mais da perversão do sistema internacional de direitos humanos (NG 738, 747, 749 entre outros).

Segundo declarações do lobby homossexual, a ausência na Organização dos Estados Americanos (OEA) de representantes da Santa Sé e dos países islâmicos transforma esse fórum em lugar ideal para impor o homossexualismo com a força do direito internacional (NG 769). Como informamos reiteradamente, o movimento homossexual internacional pretende mudar os sistemas jurídicos para criminalizar, perseguir, prender e privar de todos os direitos civis todos os que afirmarem que os atos homossexuais constituem uma desordem antinatural, e no melhor dos casos são devidos a uma enfermidade. Segundo o projeto da Convenção Interamericana contra a Discriminação, também serão castigados aqueles que forem suspeitos de “inspiração homofóbica” (NG 708 y 758).

Como no caso do reconhecimento do aborto como “direito humano”, que as ONGs abortistas davam por garantido na década de 1990 e que logo se transformou na legislação iníqua de muitos países, os poderosos que influem na opinião pública e nos ambientes políticos proclamam agora que: “Tribunais nacionais e internacionais, organizações encarregadas de vigiar o cumprimento dos tratados de direitos humanos e especialistas já reconhecem que as pessoas são expostas regularmente à violência ou discriminação por causa de sua orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero, reais ou percebidas”, discriminação que é exagerado ou simplesmente falso (NG 758).

Homossexualismo na OEA: na Assembléia Geral

“Durante a 37ª Assembléia Geral da OEA (Panamá, 3 a 5 de junho de 2007) nas reuniões de Debates dos Ministros de Assuntos Externos com representantes da sociedade civil, a Organização dos Estados Americanos (OEA) recebeu contribuições e sugestões de organizações de minorias sexuais”, disse em seu comunicado oficial uma organização de ativistas homossexuais.

O presidente da Organização de Transexuais pela Dignidade da Diversidade, Andrés Rivera, leu as queixas do movimento homossexual internacional: “nossa diversidade, que é uma contribuição para a riqueza da humanidade, em lugar de ser celebrada, é castigada através de formas múltiplas de discriminação e violência que restringem nossos direitos e seu pleno gozo”.

Os homossexuais entregaram aos representantes dos países americanos uma declaração cuja finalidade pretende “garantir o desenvolvimento pleno e sustentável para as pessoas”. A declaração diz: “Apelando para a Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração dos Direitos Humanos, as minorias sexuais recomendam os seguintes pontos à OEA:

“Que os Estados investiguem seriamente todas as denúncias de violações dos direitos humanos das pessoas LGBTTTI, que atentem contra a vida, dignidade e integridade psicológica, física e sexual”.

“Que os Estados apliquem sanções aos responsáveis das violações, ofereçam indenizações efetivas às vítimas, instruam à polícia e tomem medidas preventivas para que essas violações não voltem a ocorrer”.

“Que os Estados revoguem as leis que criminalizam condutas sexuais consensuais entre pessoas adultas e elaborem, implementem e executem leis antidiscriminação e revisem sua legislação para eliminar toda norma que penalize e discrimine as pessoas por sua orientação sexual, expressão e identidade de gênero”.

“Que os Estados implementem políticas de igualdade para superar a exclusão social da comunidade LGBTTTI; desenvolvam campanhas contra a homofobia, lesbofobia, transfobia, bifobia, interfobia que incluam capacitação para funcionários estatais e para a comunidade em geral, e instituam o 17 de maio como Dia Internacional de Luta contra todas as formas de Intolerância”.

“Que a Assembléia Geral adote o projeto de resolução CP/CAJP-2513/07, Projeto da Convenção Interamericana contra o Racismo e Todas as Formas de Discriminação e Intolerância, e os Estados se comprometam a avançar nas negociações para aprovar num período razoável o Anteprojeto da Convenção, incluindo as formas relacionados com a orientação sexual, a identidade e a expressão de gênero”.

“Que os Estados implementem as recomendações emanadas dos informes apresentados pelas organizações LGBTTTI perante o Sistema Internacional e Regional de Direitos Humanos”.

“Que os Estados eliminem os obstáculos que limitam a liberdade de associação e impedem a participação efetiva das organizações da comunidade LGBTTTI no sistema da OEA”.

“Que os Estados se comprometam a garantir que a composição da Comissão Interamericana de Direitos Humanos inclua a diversidade da comunidade das Américas, inclusive a igualdade de gênero”.

“Que em todos os documentos oficiais referentes à discriminação se inclua a orientação sexual, expressão e identidade de gênero como categorias protegidas.

Plano e estratégias com o apoio da UNAIDS. Aliança do feminismo.

Com referência aos dias que antecederam a Assembléia Geral, outro comunicado da imprensa oficial dos grupos gays e lésbicos afirmou: “Como parte de um processo coletivo, Global Rights, Mulabi-Espacio Latinoamericano de Sexualidades y Derechos e IGLHRC (Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos) começamos a trabalhar juntos no final de 2006 para promover uma participação maior do movimento LGBTTTI na Organização dos Estados Americanos utilizando como catalizador o Antreprojeto da Convenção Interamericana contra o Racismo e Outras Formas de Discriminação e Intolerância proposto pelo Brasil, o qual inclui a proibição de discriminar por “orientação sexual”.

“De 31 de maio a 1 de junho, nós, 20 ativistas provenientes de mais de 14 países que representam 16 organizações, nos reunimos num evento paralelo à 37 Assembléia Geral da OEA que ocorreu na cidade do Panamá de 3 a 5 de junho. A realização desse evento foi possível graças ao apoio da Astraea Lesbian Foundation for Justice, UNAIDS, o Fundo Centro-americano de Mulheres e Global Rights”. Os diferentes grupos elaboraram “um plano e estratégias para executar ações entre 2007 e 2008”.

“Estabelecemos alianças e compromissos de trabalho em conjunto com representantes do movimento afrodescendente e do movimento feminista que participam da OEA há anos e com cuja experiência estamos aprendendo. O evento contou também com a participação de Arístides Royo (ex-presidente da República do Panamá e chefe da missão permanente do Panamá perante a OEA), Carlos Quesada (coordenador do Programa para a América Latina de Global Rights), Dante Negro (diretor da Secretaria de Direito Internacional da OEA), Jéssica Grebeldinger (especialista da Secretaria das Cúpulas das Américas), Julieta Montaño (candidata à Comissião Interamericana de Direitos Humanos recomendada pelo movimento feminista) e Aparicio Robles (representante alternativa do Panamá perante a OEA)”.

Durante a Assembléia Geral pudemos conversar também com o presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Florentín Menéndez, que se mostrou muito interessado nas informações que lhe fornecemos”.

Assinam: Integrantes do movimiento LGBTTTI e aliados presentes na 37 Assembléia Geral da OEA: Alejandra Sardá (Mulabi, Argentina), Andrés Rivera (Organización de Transexuales por la Dignidad de la Diversidad, Chile), Angela Figueroa (ativista independente, Poerto Rico/Panamá), Belissa Andia (Instituto Runa-ILGALAC, Perú), Caleb Orozco (United Belice Advocacy Movement, Belize), Edmilson Medeiros (Grupo CORSA, Brasil), Evelyn Flores (Puntos de Encuentro, Nicarágua), Jermaine Grant (Society Against Sexual Orientation Discrimination, SASOD, Guyana), Lorena Espinoza (Colectiva Mujer y Salud, Ecuador/República Dominicana), Marcela Romero (Red LAC/Trans e Federación Argentina de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans), Marcelo Ferreyra (IGLHRC, Argentina), Marina Bernal (Mulabi, México), Marlene Vivas (Asociación Gay Lésbica Trans Intermunicipal de Nicaragua), Mirla Hernández (ativista independente, República Dominicana/Panamá), Natasha Jiménez (Mulabi, Costa Rica), Ricardo Eloy Beteta (Asociación Hombres y Mujeres Nuevos, Panamá), Sandra Montealegre (Mesa Joven de la Diversidad Sexual, Colombia), Silvia Martínez (Red LAC/Trans, Nicaragua), Stefano Fabeni (Global Rights, Italia/EEUU), Tatiana Cordero (Taller Comunicación Mujer, Ecuador).

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: OEA PRIVILEGIA EL HOMOSEXUALISMO, NOTICIAS GLOBALES, Año X. Número 717, 29/07. Informe nº 840. Buenos Aires, Argentina, 20 de junho de 2007.

19 de junho de 2007

O direito de alertar contra o homossexualismo: até quando?


O direito de alertar contra o homossexualismo: até quando?

Julio Severo

A liberdade de expressão nos dá o direito de manifestar que as drogas são prejudiciais. Ainda que as leis humanas descriminalizem as drogas, quem se preocupa com a saúde dos jovens não deixará de alertar e prevenir.

Quando o fumo era legal e estava na moda, era chique as classes mais elevadas e os artistas empunharem um cigarro publicamente, porém as igrejas se empenhavam em ajudar os cativos nesse vício. Somente agora se reconhece o valor das medidas que desencorajam as pessoas de fumar, mas muitos se esquecem de que a bandeira contra o fumo já estava levantada em muitas igrejas há muito tempo. Lembro-me de que eu mesmo cheguei a distribuir, quando ainda adolescente, folhetos evangelísticos contra o fumo, quando ainda não existia nenhuma campanha estatal contra esse vício. Como sempre, as forças seculares, principalmente o Estado, sempre chegam atrasados.

Portanto, muitas décadas antes das campanhas contra o cigarro, pastores e igrejas já alertavam sobre seus perigos. Os membros das igrejas eram fortemente aconselhados a abandonar esse vício.

Cultos de libertação visavam pessoas em necessidade de solução e restauração em problemas como álcool, cigarro, adultério, drogas, homossexualismo, etc. Em cultos de libertação de uma igreja batista, minha própria mãe foi curada de grave doença e liberta do cigarro.

Nenhum fabricante de cigarros ou bebidas alcoólicas jamais intimidou, processou ou perseguiu alguma igreja evangélica pelas posições radicais contra esses vícios. Nenhum motel ou fabricante de camisinhas jamais intimidou, processou ou perseguiu alguma igreja evangélica pelas posições radicais contra o sexo fora do casamento. Nenhuma rede de televisão ou editora jamais intimidou, processou ou perseguiu alguma igreja evangélica pelas posições radicais contra as novelas imorais e as revistas pornográficas.

Entretanto, os promotores, defensores, propagandistas e simpatizantes do homossexualismo descaradamente ameaçam, com apoio total do Estado, fazer o que nenhum fabricante de cigarros, bebidas alcoólicas, novelas imorais, camisinhas e revistas pornográficas jamais fez contra os seguidores de Cristo e suas igrejas. Eles querem nada menos do que isenção total e irrestrita para o pecado homossexual.

Os seguidores de Cristo estão na vanguarda das questões éticas e sociais mais importantes e têm bons motivos para educar suas congregações e o público em geral com relação a cada um desses assuntos. Na Bíblia, tudo o que faz mal ao corpo é visto como prejudicial, porque o corpo é o templo do Espírito Santo. E como seguidores de Cristo e cidadãos, temos todo direito e liberdade de apontar claramente os males e vícios, e também a solução — que está em Jesus Cristo, conforme o Evangelho apresenta.

Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e libertá-los de seus pecados. Sem essa verdade essencial, o Evangelho se torna uma desfiguração da graça de Deus, onde Cristo seria apresentado apenas como um bom homem ou um bom Mestre. Mas, para os cristãos, ele é Salvador, pois só ele pode salvar o ser humano de forma completa das opressões e ilusões que aprisionam o coração.

Os seguidores de Cristo são livres, quer o Estado laico aceite ou não, para dizer que Cristo liberta os homens do adultério, da pornografia, das drogas, do alcoolismo, do cigarro, do homossexualismo, etc., e implantar serviços, cultos, grupos e centros de recuperação para cada um desses pecados. Eles têm todo direito de dizer que essas escolhas, ainda que consagradas em lei, são erradas e destrutivas. E o público tem o direito de ouvir ou rejeitar essa mensagem de alerta.

Embora a Bíblia não condene diretamente o cigarro, muitos cristãos jamais foram processados ou sofreram perseguição por sua oposição a esse vício. Sua oposição se baseia na convicção de que nosso corpo é templo de Espírito Santo. E a atual oposição estatal ao vício do fumo só confirma como os cristãos estão na frente do Estado em questões morais e éticas importantes.

Com boas razões bíblicas, médicas, psicológicas e sociais, os verdadeiros seguidores de Cristo crêem e ensinam que o homossexualismo é pecado, errado e anormal. Eles sempre creram e ensinaram assim.

Contudo, o Estado que chega atrasado nas medidas de saúde moral, física, mental e espiritual pública agora cria obstáculos aos seguidores de Cristo que têm o compromisso de alertar contra graves ameaças à saúde.

Prosseguindo num longo rastro de iniciativas, programas e projetos de lei que combatem aqueles que rejeitam o pecado homossexual, o governo Lula, em mais um gesto de hostilidade aos valores eternos da Bíblia, se manifesta contra uma campanha evangélica de informação sobre o homossexualismo.

O jornal Paraíba Online informa:

Entidades emitem nota contra ato de “discriminação a homossexuais”

Da Redação

O Programa Nacional de DST/AIDS e o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Coordenação do Programa Brasil Sem Homofobia emitiram uma nota de repúdio à VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã), pela campanha de “combate ao homossexualismo” que vem fazendo através de outdoors, internet e outros meios de comunicação, na cidade de Campina Grande.

Para as entidades e outras instituições defensora dos Direitos Humanos, a VINACC fere diretamente vários dispositivos constitucionais e legislação específica ao “incitar” a população para a discriminação quanto à orientação sexual.

Entre eles, o Artigo 5º da Constituição Federal, que garante inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

A Lei Estadual nº 7.309/2003, que proíbe a discriminação em virtude da orientação sexual, também foi citada no documento, bem como o posicionamento do Supremo Tribunal Federal acerca da liberdade de expressão, que esbarra em limites pontuados pela Legislação Brasileira.

A VINACC pretende protagonizar uma mobilização contra o homossexualismo em Campina Grande, na próxima quinta-feira, 21, a partir das 9h.

Fonte: http://www.paraibaonline.com.br/noticia.php?id=267782

O ministério VINACC (Visão Nacional para Consciência Cristã) iniciou uma campanha de esclarecimento à população, inclusive com a utilização de outdoors, acerca de um tema que se tornou obsessão na sociedade, governo e meios de comunicação: homossexualismo. Por seu “pecado” de profanar a “sacralidade” do homossexualismo, o ministério VINACC vem sofrendo críticas até do governo. O mesmo governo que usa a desculpa do Estado laico para bloquear a inclusão dos valores cristãos nas questões públicas agora emite uma nota oficial de repúdio a uma campanha evangélica que apenas mostra que o homossexualismo não é o ideal de Deus para o ser humano. E a campanha nem se referiu ao homossexualismo como pecado!

Abaixo, o texto integral de VINACC que está atraindo a intolerância do governo e dos grupos homossexuais:

MANIFESTO

A Visão Nacional para a Consciência Cristã – VINACC, entidade, interdenominacional, sem fins lucrativos, que tem como objetivo promover o engrandecimento do indivíduo na sociedade e na família, bem como, proporcionar uma consciência baseada nos valores cristãos em nossa nação e o Projeto Jonas, vêm por meio deste, apresentar seu posicionamento em face ao Projeto de Lei 122/2006, que se encontra no Senado Federal, que caso aprovado criminaliza qualquer opinião contrária acerca da prática homossexual, instituindo assim um atentando a Família e as garantias constitucionais de Liberdade de Pensamento, Expressão e de Religião. O Movimento Gay tem a nível mundial, empreendido uma luta em prol da aceitação da prática homossexual e seus respectivos direitos na sociedade. Essa mobilização tem se dado, por meio das assim chamadas “paradas do orgulho gay”. Entendemos que quaisquer grupos têm o direito a manifestação, mas também compreendemos que como cristãos temos o direito e o dever de nos manifestar acerca desta questão, como se segue nos termos abaixo:

1. Com base no PRINCÍPIO DA LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CRENÇA RELIGIOSA, cujo conceito compreende os pensamentos, ações e adoração do homem para com Deus, nos levantamos em defesa da família e da fé cristã. Parafraseando o ilustre jurista Alexandre de Moraes, o constrangimento a um cidadão, levando-o a renunciar suas convicções religiosas, representa o desrespeito à diversidade democrática de idéias, filosofias e a própria diversidade espiritual (sic). (Direito Constitucional 8ª ed., pg. 71). Assim sendo, não somos obrigados a aceitar padrões que nos tentam impor, contrariando o próprio ordenamento jurídico, muito mais quando vão de encontro aos princípios divinos.

2. Os conceitos aqui levantados não ultrapassam os limites do exercício da efetiva LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO DE PENSAMENTO. Assim como grupos podem exteriorizar suas preferências por convergirem acerca de determinados pensamentos, outros grupos também podem externar suas discordâncias com tais pensamentos, inclusive quando sua posição é tão somente a ratificação de conceitos fixados pela legislação vigente, em especial a Lei Maior, posto que, quando tais conceitos são incorporados a um sistema jurídico-constitucional-positivo, refletem a própria estrutura ideológica do Estado, como tal, representativa dos valores consagrados por uma determinada sociedade (sic), nos dizeres de um dos mais abalizados constitucionalistas, o Dr. Ivo Dantas, em sua obra Princípios Constitucionais e Interpretação Constitucional, Editora Lúmen Júris, 1995, pág. 59.

3. A CONCEPÇÃO DA FAMÍLIA, antes mesmo de qualquer instituição legal, nasceu no coração do Criador. “Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” Gênesis 2:18. Desde o início, Deus estabeleceu esse princípio e como deveria ser. Porém, o homem tem deturpado o plano original de Deus. Mas o projeto de Deus continua sendo: homem, mulher e “filhos que são herança do Senhor” – Salmos 127:3. Tudo que vier a quebrar este princípio está à margem do plano de Deus. Apesar de a CONSTITUIÇÃO FEDERAL ampliar o conceito de família para além do casamento, considerando como tal a união estável e as relações de um dos pais com seus filhos, a união estável é aquela existente entre homem e mulher, e mais, que pode ser convertida em casamento. Com isso, é necessário invocar o art. 1.514 do CÓDIGO CIVIL, que estabelece a realização do casamento no momento em que o homem e a mulher manifestam sua vontade perante o juiz, como também o art. 1567, determinando que a direção da sociedade conjugal será exercida, em colaboração, pelo marido e pela mulher, sempre no interesse do casal e dos filhos.

4. A BÍBLIA pode ser usada para embasar qualquer ideologia, é só torcer e retorcer o texto, ou usá-lo fora do contexto e pronto! Em se tratando do homossexualismo, a palavra de Deus é clara. No Antigo Testamento, registra-se a destruição de duas cidades – Sodoma e Gomorra, por causa de relações sexuais ilícitas (leia-se sodomia) – Gênesis 19. Em Levítico 18:22, diz: “Com homem não te deitarás como se fosse mulher, é abominação”. Já no Novo testamento, o apóstolo Paulo afirma aos romanos que os homens deixaram o contato natural da mulher e inflamaram-se, mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homem com homem e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro (Romanos 1:26-27).

5. O AMOR DE DEUS é imensurável. Ele não quer que ninguém se perca. Há festa no céu por um pecador que se arrepende. Ele não faz acepção de pessoas. Ao ladrão arrependido, diz: “Hoje mesmo estarás comigo no paraíso” – Lucas 23:39. Todos pecaram e carecem da graça de Deus. O pecado do homossexualismo não é pior do que outros pecados. Todos, sem exceção, erraram o alvo. Por isso, Deus enviou seu Filho, como substituto; isto por amor ao mundo de uma maneira incompreensível. “Eis que estou a porta e bato” (Ap 3:20). Abrir cabe a nós!

Que Deus Abençoe a todos!

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Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com