31 de maio de 2007

IPPF, a maior empresa de aborto do mundo, entra no debate do aborto no Brasil

IPPF, a maior empresa de aborto do mundo, entra no debate do aborto no Brasil

Gente, Veja Online desta semana traz matéria sobre a IPPF. A IPPF é a maior e mais antiga entidade de planejamento familiar do mundo, fundada pela teosofista Margaret Sanger. Por pura coincidência, a IPPF é também a maior e mais antiga entidade de aborto do mundo, sempre trabalhando pela legalização do aborto em todos os países, inclusive Brasil.

Conheci Carmem Barroso pessoalmente muitos anos atrás quando ela trabalhava para a IPPF numa entidade brasileira que supostamente atuava para o “bem-estar” das famílias. O Estadão de hoje informa que essa mesma entidade vai orientar mulheres que querem abortar.

A IPPF é especialista na deturpação de fatos, informações e estatísticas para alcançar seus objetivos de promover aborto, controle da natalidade, educação sexual pornográfica e homossexualismo. A IPPF foi a responsável pela legalização do aborto nos EUA, onde existe uma lei brutal e selvagem que permite matar os bebês desde a concepção até o momento do parto. Veja meu artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2002/04/aborto-tragdia-ou-direito.html

No artigo abaixo, de Veja Online, IPPF criou supostos números elevados de abortos no Brasil. Antes da legalização do aborto nos EUA, a IPPF fez a mesma coisa.

Para quem desejar conhecer mais sobre o monstro IPPF, recomendo o livro “Grand Illusions The Legacy of Planned Parenthood” (Grandes Ilusões: O Legado do Planejamento Familiar), escrito pelo Dr. George Grant, pastor presbiteriano. O livro, que é bestseller nos Estados Unidos e é recomendado pelas maiores lideranças evangélicas dos EUA, pode ser comprando aqui: http://www.amazon.com/Grand-Illusions-Legacy-Planned-Parenthood/dp/1581820577

O único livro evangélico no Brasil que fala um pouco da IPPF é De Volta Ao Lar, que foi traduzido por mim. Você pode encomendá-lo diretamente de Edições Cristãs: http://juliosevero.blogspot.com/2007/03/lanamento-de-volta-ao-lar.html

Há também um excelente livro católico sobre a IPPF, que você pode encomendar aqui: http://www.providaanapolis.org.br/ippf.htm

Leia também meus artigos

Direitos Reprodutivos para Todos

Gravidez na Adolescência

Sexo e Responsabilidade

Existe também um DVD excelente sobre abortos e a IPPF, chamado O Grito Silencioso.

Julio Severo

www.juliosevero.com.br

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Brasil faz 1 milhão de abortos inseguros por ano

Um relatório da Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF, na siga em inglês) divulgado nesta sexta-feira diz que 1 milhão de abortos considerados inseguros são feitos no Brasil a cada ano. Segundo o documento, intitulado "Morte e Negação: Abortamento Inseguro e Pobreza", as mulheres pobres, jovens e nordestinas são mais vulneráveis aos abortos inseguros no Brasil, onde, no ano passado, a média diária foi de 686 internações no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento de complicações pós-aborto.

O estudo da entidade, que atua em mais de 150 países, revela que a média brasileira no ano passado foi de 2,07 abortos induzidos por grupo de 100 mulheres. O problema é mais grave na região Nordeste, onde a taxa é de 2,73, maior que a média nacional. A Região Sul foi a que apresentou a menor taxa, de 1,28 por 100 mulheres. O relatório aponta o baixo poder econômico, o pequeno acesso aos serviços de saúde e a alta taxa de analfabetismo do Nordeste como as principais causas do problema na região.

De acordo com a diretora da IPPF, Carmem Barroso, o número elevado de abortos no Brasil é sobretudo um problema socioeconômico. "O Nordeste é a região mais pobre do Brasil, onde as mulheres têm menos acesso à informação, menos acesso aos meios de evitar uma gravidez e que portanto se vêem desesperadas com a gravidez indesejada e recorrem ao aborto em maior número", afirmou a diretora, em entrevista coletiva para apresentação do relatório.

Adolescência - Segundo ela, outro fator de preocupação é que as mulheres brasileiras engravidam cada vez mais cedo, o que aumenta o número de abortos entre meninas e adolescentes. De acordo com o estudo, em 2005 foram registrados 2.781 atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS) de meninas de 10 a 14 anos para tratamento de complicações pós-aborto. Entre as mulheres de 15 a 19 anos, foram 46.504 atendimentos.

A Federação Internacional de Planejamento Familiar calculou a ocorrência de um caso de aborto em cada grupo de 138 adolescentes na região Norte, contra um aborto em 318 adolescentes na região Sul. "As meninas de 10 a 14 anos são as que têm menos informações e menos recursos para evitar uma gravidez e menos recursos para se submeter a um aborto mais seguro", afirmou a diretora da IPPF, acrescentado que o aborto é um problema coletivo e não individual.

Fonte: VEJA Online, 30 de Maio de 2007.

Parecer jurídico do Dr. Venâncio Josiel dos Santos sobre o infame PL 122 da tirania gay

Parecer jurídico do Dr. Venâncio Josiel dos Santos sobre o infame PL 122 da tirania gay

R E L A T Ó R I O

Processo nº 086 / 2007

Requerente: Grupo Ecumênico Religioso

Objeto: Tramitação da Lei Complementar (Projeto) nº 122 / 2006 no Congresso Nacional

Senhora Presidenta:

I – DOS FATOS:

No dia 04 de abril de 2.007 compareceu em audiência pública nesta CDH / OAB / MS um grupo de líderes Evangélicos, liderados pelo pastor Carlos Osmar Trapp, Presidente do Grupo Evangélico de Ação Política – GEAP e Editor-Chefe do Jornal “O Cidadão Evangélico”, o qual veio oferecer um contraposto à tramitação da Lei Complementar nº 122 / 2006 no Congresso Nacional, a qual tem como finalidade principal a criminalização de quaisquer manifestações contrárias ao homossexualismo, em quaisquer situações.

Nessa ocasião, o grupo manifestou-se contrário à tramitação e aprovação da supramencionada Lei Complementar pelo Congresso Nacional, e se comprometeu a apresentar um requerimento escrito a esta OAB / MS, assinado em conjunto com líderes de outras religiões, além da Evangélica, bem como fazer juntada de um parecer médico explicando sobre os malefícios do homossexualismo para os seres humanos.

Tal documento foi apresentado posteriormente, conforme o prometido, e nele o Grupo Religioso (doravante denominado REQUERENTE) faz abordagens diretas sobre a inconstitucionalidade do Projeto de Lei Complementar nº 122 / 2006 (doravante denominada LC 122 / 06), e em especial sobre os artigos: 4º, 5º, 7ºe 8º do mesmo Projeto.

Além do mais, o REQUERENTE ainda se manifesta, “IN VERBIS”, no sentido de que “o Projeto altera três leis importantes que tratam de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor (Lei 7.716), Código Penal (Decreto-Lei 2.848) e CLT (Decreto Lei 5.452)”.

Em síntese, no documento apresentado às fls. 02 “USQUE 04”, o REQUERENTE apresenta sua preocupação quanto às mazelas que serão trazidas para a sociedade civil como um todo, caso a LC nº 122 / 06 seja aprovada. E, para fundamentar a sua exposição escrita, o REQUERENTE invoca os princípios estabelecidos no artigo 5º da Constituição Federal, especialmente no que tange à liberdade de expressão.

Ao final, o REQUERENTE informa que baseou boa parte de sua argumentação, “IN IPSIS VERBIS”, “em opiniões emitidas pelo doutor Zenóbio da Fonseca, consultor jurídico e professor universitário, e pelo doutor Célio Borja, jurista, ex-presidente da Câmara Federal e Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal”.

II – DO PEDIDO:

Desta forma, o REQUERENTE solicita, “IN VERBIS”, que esta “OAB / MS, através de sua CDH / OAB / MS, se manifeste oficialmente diante da iminência da aprovação de tal Lei, junto aos senhores Senadores, e que, além disso, tome as providências legais cabíveis para que essa aberração jurídica não venha a ter sua consumação legal” (fls. 02 / 03).

E, para fundamentar a solicitação, o REQUERENTE faz juntada de um parecer médico de lavra do doutor Luiz A. Ovando, médico e professor universitário nesta Capital (fls. 04).

III – DA ANÁLISE DO PEDIDO:

Analisando os argumentos apresentados pelo REQUERENTE podemos perceber claramente que, caso seja aprovada a LC 122 / 2006, fatalmente ocorrerão os seguintes fatos:

01)Nenhum pastor evangélico, padre ou representante do clero, ou mesmo líder de quaisquer segmentos religiosos jamais poderá fazer referências contrárias à prática do homossexualismo, mesmo em nível de orientação, sob pena de infringir o artigo 8º da Lei epigrafada.

Assim sendo, a aprovação de tal legislação nesses parâmetros fere frontalmente os princípios estabelecidos no artigo 5º, incisos I, IV, VI, VII e VIII da Constituição Federal. Desta forma, sua tramitação não deve prosperar.

02)Nenhum cidadão ou cidadã livre, detentor (a) de bons usos e costumes, poderá chamar a atenção de duas pessoas do mesmo sexo que estejam se abraçando ou se beijando em público, ou mesmo praticando um ato mais “íntimo”. Ainda que tal interpelação seja feita de forma educada, com toda a diplomacia, a fim de evitar a visão dessa cena grotesca de seus filhos menores e com a personalidade ainda em formação, a pessoa interpelante estará infringindo ao artigo 7º da LC 122 / 06, o que configura um verdadeiro absurdo.

Se aprovada essa Lei com este artigo redigido na forma como está, o Congresso Nacional estará basicamente legalizando a relação homossexual em público, e revogando explicitamente o artigo 61 do Decreto-Lei nº 3.688, de 03 / 10 / 1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata da “Importunação Ofensiva ao Pudor”. Segundo exegese desse artigo, ninguém deve ser importunado em lugar público ou acessível ao público por atos ou fatos ofensivos ao pudor. Desta forma, ninguém deve ser importunado em público pelo fato de ter que assistir, mesmo que involuntariamente ou de forma fortuita, a um ato ofensivo ao decoro tal qual beijos na boca ou relações íntimas entre pessoas fisiologicamente do mesmo sexo.

Ora, o Congresso Nacional aprovou a legislação penal que pune, através da Lei das Contravenções Penais, a vadiagem (artigo 59), a mendicância (artigo 60), a importunação ofensiva ao pudor (artigo 61), a embriaguez (artigo 62), a venda de bebidas alcoólicas (a certo tipo de pessoas) - (artigo 63), a crueldade contra animais (artigo 64), a perturbação da tranqüilidade (artigo 65) e outros atos e atitudes considerados ofensivos aos bons usos e costumes. Agora quer legalizar a importunação ofensiva ao pudor através da liberação pública de atos e atitudes entre os homossexuais?

A aprovação do artigo 6º da LC 122 / 06 na forma como está redigido é uma verdadeira violação da moralidade pública.

03)Nenhum Reitor, Diretor, Administrador ou Dirigente de uma Entidade de Ensino, mesmo de caráter religioso, poderá negar a matrícula ou o ingresso de um homossexual em seu corpo discente (rol de alunos), seja uma Universidade Religiosa, uma Faculdade de Teologia, um Seminário Teológico, um Instituto Bíblico ou congênere, onde a prática do homossexualismo seja proibida, pois se assim o fizer estará infringindo o artigo 5º da Lei epigrafada.

Todos sabem que uma das exigências para ingressar numa Entidade de Ensino Religioso é ser detentor (a) de uma moral ilibada, nada possuir que desabone sua conduta em público e que paute sua vida mediante os preceitos estabelecidos na Bíblia Sagrada, tido como o Manual de Vida de qualquer cristão praticante.

Na grade de Ensino Religioso desses Educandários existem matérias que abordam os malefícios causados à saúde do corpo e da alma de quem pratica aberrações ou perversões sexuais, tais como: 1)Homossexualismo masculino e feminino; 2)Sadismo; 3)Sado-masoquismo; 4)Necrofilia; 5)Bestialismo ou Zoofilia; 6)Riparofilia; 7)Vampirismo; 8)Topo-inversões; 9)Flagelantismo ou Flagelações; 10)Sodomia; 11)Triolismo; 12)Troca interconjugal.

Portanto, como aceitar em seus quadros alunos (ou mesmo professores) que declaradamente praticam o homossexualismo, a sodomia ou outros desvios de conduta?

Com a redação na forma em que se encontra, o artigo 5º da LC 122 / 06 induz o ingresso de homossexuais nas Entidades de Ensino Religioso, contrariando frontalmente à instituição legal e formal de requisitos ao ingresso nessas Entidades, negando a elas o direito líquido e certo de selecionar os seus alunos.

04)Nenhum (a) chefe de família poderá despedir um (a) empregado (a) doméstico (a), caso ele (a) seja homossexual, mesmo que o motivo não seja a opção sexual do (a) dispensado (a), por que isso acarretará a possibilidade do (a) dispensado (a) ingressar em Juízo com uma ação trabalhista e / ou criminal contra o ex-patrão ou a ex-patroa, alegando ser esse o motivo de sua dispensa.

Em síntese, pelo que se pode constatar, a LC 122 / 06 não só contraria a Lei 7.716 (que trata de crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor), a Lei 2.848 (Código Penal) e o Decreto Lei 5.452 (CLT), como contraria a Constituição Federal (em especial o artigo 5º) e a Lei das Contravenções Penais (principalmente o seu artigo 61).

IV – DO DIREITO:

Diz a Constituição Federal em seu artigo 5º, incisos I, IV, VI, VII e VIII, “IN VERBIS”:

Art. 5º, “caput”: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos seguintes termos”:

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Inciso I: “Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”;

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Inciso IV: “É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato”;

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Inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos, e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e a suas liturgias”;

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Inciso VII: “É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva”;

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Inciso VIII: “Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se a invocar para eximir-se de obrigação a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei”.

Portanto, enquanto cidadão ou cidadã, qualquer pessoa que pratique o homossexualismo já está plenamente protegida pela Carta Magna e pela legislação penal, vez que o Código Penal e o Código de Contravenções Penais trazem em seus bojos uma série de prescrições, de restrições e de condenações para quem comete qualquer tipo de ilicitude contra os seres humanos (ou até mesmo os animais).

Isso demonstra que os praticantes do homossexualismo não necessitam de uma lei de exceção ou discriminatória como o Projeto de LC 122 / 2006 para protegê-los, além do que já o são como cidadãos ou cidadãs (seres humanos). Ainda mais se tal lei for totalmente eivada de nulidades e aberrações jurídicas, como é o caso em epígrafe.

A LC 122 / 06 é flagrantemente inconstitucional, por pretender ampliar de forma absurda os direitos de um grupo restrito de pessoas (os homossexuais), em detrimento de dois grupos infinitamente maiores: 1)Os líderes religiosos, que cuidam oficialmente da formação moral e da saúde espiritual das pessoas em geral; 2)As pessoas religiosas, que seguem os ensinamentos bíblicos, obedecem às orientações de seus líderes e pautam suas vidas dentro de padrões dos bons usos e costumes.

Não se deve esquecer que os praticantes do homossexualismo serão sempre minoria em qualquer lugar, uma vez que a maioria esmagadora das pessoas tem como opção sexual o próprio sexo em que nasceram. O homem sempre desejará ser homem, e a mulher sempre desejará ser mulher. Agir diferente disso é admitir, mesmo tacitamente, que possui um desvio de conduta ou de personalidade.

Por outro lado, a aprovação da LC 122 / 06 trará um grande prejuízo não só à legislação pátria já existente, quanto restringirá os direitos adquiridos de todos os líderes religiosos, principalmente do Cristianismo. E, como conseqüência, a população em geral deixará de receber o “alimento espiritual” adequado à sua formação religiosa, sua sexualidade e seu bom comportamento em público.

Juridicamente, não deve e nem pode uma Lei Complementar revogar ou derrogar uma lei maior. Se aprovada, a LC 122 / 06 estará revogando (ou derrogando) a Constituição Federal, em especial o seu artigo 5º, incisos I, IV, VI, VII e VIII.

V – O HOMOSSEXUALISMO E A MEDICINA LEGAL:

Não há a menor dúvida de que o homossexualismo é uma aberração ou perversão sexual, tanto no âmbito da Medicina Legal quanto no âmbito da Sociedade em Geral. O eminente professor Hélio Gomes, catedrático de Medicina Legal da Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, da Faculdade de Direito da Universidade do ex-Estado da Guanabara e da Faculdade de Ciências Jurídicas, em seu livro intitulado Medicina Legal, 22ª edição, Editora Freitas Bastos S / A, páginas 412 / 413, assim se refere sobre o homossexualismo, “VERBO AD VERBUM”:

O HOMOSEXUALISMO é uma perversão ou aberração sexual na qual a pessoa (o homem ou a mulher) sente-se atraída por outra do mesmo sexo, sentindo uma repulsa absoluta ou relativa, porém anormal, por pessoas do sexo oposto.

Numa regra geral, existem dois tipos de homossexualismo: o masculino (atração de um homem por outro homem) e o feminino (atração de uma mulher por outra mulher).

Na prática, existem também dois tipos de homossexualismo: o ativo e o passivo. Os homossexuais ativos são denominados tecnicamente de “incubus” e os passivos “sucubus”. Mas não existe uma distinção muito clara entre aos dois tipos de homossexualismo, pois com o decorrer do tempo as práticas homossexuais tornam-se alternadas. O “incubus” passa a ser “sucubus” e vice-versa.

Para o homossexualismo masculino a Ciência e a Medicina Legal dão o nome de Uranismo. O Uranismo também se confunde com a pederastia, que na verdade é a atração sexual pela criança, e não de um homem por outro homem. Mas os termos uranismo e pederastia se confundem quando se trata do coito anal de homem com homem. Já se o coito anal for de homem com mulher, o termo técnico a ser utilizado é pedicação.

Muitos uranistas e pederastas nem chegam ao coito anal. Limitam-se ao perineal, à masturbação recíproca e a carinhos no leito.

O homossexualismo nem sempre se identifica por caracteres denunciáveis, mas na maioria das vezes por atitudes dos uranistas ou de suas próprias confissões. Muitos uranistas são capazes de reconhecer outros até mesmo no meio de uma multidão.

Os sinais somáticos mais prováveis do homossexualismo masculino são a delicadeza de formas físicas, raridade de pelos, nádegas roliças, cintura fina, voz aguda, e seios femininos (ginecomastia). Porém, esses não são sinais taxativos, pois podem faltar nos homossexuais e existirem em homens normais.

As principais características do homossexualismo masculino são: 1)Impotência para contatos com o sexo oposto (mulher). 2)Ejaculação precoce. 3)Incapacidade de acariciar o sexo oposto. 4)Tendência à depressão e insônia. 5)Ódio à mulher.

O homossexualismo feminino comporta uma tripartição comportamental, quais sejam: 1)Tribadismo; 2)Safismo ou Lesbianismo; 3)Masturbação feminina.

1)No Tribadismo, as homossexuais se atritam os órgãos sexuais em práticas recíprocas. 2)No safismo ou lesbianismo elas praticam a sucção do clitóris, alternadamente. 3)Na masturbação feminina , as homossexuais se masturbam reciprocamente ou alternadamente. Embora o homossexualismo feminino possa ser de caráter ativo e/ou passivo, geralmente nenhuma homossexual feminina age só passivamente ou ativamente, mas as carícias e atitudes são recíprocas.

É interessante notar que existem lésbicas e tríbades que se casam, e conseguem coexistir normalmente com um homem, e anormalmente com uma mulher.

Sempre numa dupla de lésbicas, existe uma que faz o papel de virago (a mulher que se impõe como homem): tem ciúmes, faz escândalos, suicida-se, mata, é passional, etc... Entre as lésbicas existe muita fixação paterna. A virago gosta de vestir-se como homem e sente-se “um homem” quando está diante de outras mulheres. Normalmente usa penteado masculino, pratica esportes para homens e apreciam ocupações masculinas.

O motivo mais freqüente para o homossexualismo feminino é a insatisfação sexual no lar, ou um casamento infeliz. Normalmente a lésbica estava insatisfeita com o seu marido, que agia de forma brutal e grosseira em várias ocasiões, especialmente na hora de fazer sexo. Via de regra, essa lésbica associa-se sexualmente com outra mulher que sofre do “mesmo mal”, e assim passam a ter o “seu caso de amor”, a fim de se consolarem mutuamente.

Hoje, estatisticamente, o número de homossexuais femininos é maior do que o número de homossexuais masculinos. Mas isso se explica pelo fato da população mundial hoje ser na maioria formada por mulheres. E o mais interessante é que dificilmente o homossexual masculino ou feminino procura um tratamento para curar-se dessa perversão sexual.

Nas páginas 410 / 411 do mesmo livro, o professor Hélio Gomes, se expressa da seguinte forma, “IN IPSIS VERBIS”:

Sodomia ou Coito anal: é a prática sexual através do ânus da mulher ou do homem. É a cópula anal praticada, muitas vezes, quando não se deseja a gravidez, ou como variação no ato da união sexual. É uma aberração sexual, principalmente dos homossexuais, nas relações bissexuais. É uma forma de relação sexuada considerada imoral pela maioria das religiões, principalmente a Evangélica.

Certas mulheres, enquanto solteiras, para evitar filhos, praticam a sodomia e sentem o orgasmo retal. É um ato considerado repugnante em certos países. Pode ser causa de divórcio ou até de condenação. A sodomia é considerada uma perversão pela grande maioria dos sexólogos. Principalmente, quando a sua procura é exclusiva.

A palavra SODOMIA tem a sua origem em Sodoma, uma das cinco cidades outrora existentes na planície do rio Jordão, na Palestina. Sodoma e Gomorra, cidades vizinhas, eram já naquele tempo, famosas pela devassidão de sua gente. Homens e mulheres prostituíam-se, praticando toda a sorte de libertinagem, seja a troco de dinheiro, seja a troco de prazer, por praticar um ato sacrílego contra a natureza humana.

O coito anal do homem com a mulher têm ainda o nome específico de GINOPEDERASTIA. Através da Bíblia, pois, vem-se a saber que, já na alta Antiguidade, existia a homossexualidade e a ginopederastia, consideradas como libertinagens contra a natureza, e que o próprio Deus, em face do desregramento coletivo, não hesitou em punir com a morte pelo fogo os povos dissolutos que pecavam.

VI - O HOMOSSEXUALISMO E A BÍBLIA SAGRADA:

Como Operadores do Direito, devemos interpretar corretamente quanto à vontade das partes, a intenção dos legisladores e o desejo dos criadores.

Quando Deus, o Supremo Criador, fez o primeiro homem (Adão), lhe deu como esposa e adjutora uma mulher (Eva). Se Deus quisesse que o homem praticasse o homossexualismo, ELE teria criado outro homem como esposa (o) para Adão, e não uma mulher. Ou ELE teria criado primeiramente Eva, e lhe dado outra mulher como esposo (a). Mas, Deus queria que o homem e a mulher formassem um casal, para fins de procriação e reprodução da espécie humana. E, a reprodução humana só é possível mediante o intercurso carnal entre um homem e uma mulher, utilizando-se dos órgãos reprodutores apropriados. Esta regra Divina é válida até os dias de hoje, e o será por toda a eternidade. Para se ter certeza disso, basta fazer a leitura do texto de Gênesis 1.26-28; 2.18-25, na Bíblia Sagrada.

Tempos depois, Deus manifestou-se claramente contra o homossexualismo, ao destruir as cidades de Sodoma e Gomorra por causa das práticas homossexuais de seus habitantes, conforme ficou registrado no texto de Gênesis 19.1-29. Dessa época em diante, a prática do homossexualismo passou também a ser conhecida como “sodomia” e o seu praticante como “sodomita”.

Anos depois, quando Reoboão (filho de Salomão e neto de Davi) reinava em Jerusalém (capital de Judá ou Reino do Sul) os judeus passaram a chamar os homossexuais masculinos de “rapazes escandalosos”, demonstrando assim que os sodomitas jamais foram bem vistos, mesmo nos tempos antigos. Em razão do homossexualismo existente na época e da idolatria praticada no Reino de Judá, Deus permitiu que Sisaque, o faraó do Egito, invadisse Jerusalém, violasse o Templo Sagrado e saqueasse todo o seu tesouro (1º Reis 14.24-30).

Com isso, Deus deixou claro que condenava o homossexualismo, e que nem o ânus do ser humano e nem a cloaca dos animais é um órgão de reprodução, à exceção da galinha. Isso deixa claro que o órgão de excreção de um ser humano ou de um animal, que não seja a galinha, é inadequado para uma relação sexual. Trata-se de um órgão de excreção, e não de introdução. É um órgão que expele dejetos inservíveis ao corpo humano, e não que absorve sêmen ou espermatozóides com fins procriativos . Mesmo por que, um ser humano não deve ser comparado com um animal irracional. Destarte, não se pode comparar um homossexual com uma galinha, e vice-versa.

Porém, devemos considerar que, às vezes, a Natureza parece ser cruel com as suas criaturas. Assim como entre os animais irracionais existe uma exceção (a galinha), entre os seres humanos também existe uma: o hermafrodita ou andrógino.

O hermafroditismo ou o androginismo nada mais é do que uma anomalia genética em que o ser humano nasce com os órgãos reprodutores dos dois sexos. No entanto, nem o hermafroditismo ou androginismo é homossexualismo. Tanto é que no mundo inteiro a cirurgia para correção dessa anomalia é plenamente permitida, para a correção sexual da pessoa. Observe-se que é uma cirurgia para a correção do sexo, e não para a inversão de sexo. Assim sendo, se a Medicina comprovar que a pessoa é hermafrodita ou andrógina, ela terá o direito de fazer a cirurgia correcional sem maiores problemas, que não os problemas médico-operatórios. No entanto, isso não ocorre com relação aos homossexuais. Portanto, não devemos confundir homossexualismo com hermafroditismo ou androginismo.

Agora, vejamos o que a Bíblia informa a sodomia ou coito anal:

O texto de 1ª Coríntios 6.10 diz, “IN VERBIS”: “Não erreis. Nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas (grifo nosso), nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bebedores, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”.

O texto de 1ª Tessalonicenses 4.3-5 diz, “IN IPSIS VERBIS”: “Porque esta é vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o seu corpo em santificação e honra. Não na paixão de concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus”.

O texto de 1ª Tessalonicenses 4.7,8 diz, “IN VERBIS”: “Porque não nos chamou Deus para a imundície (grifo nosso). Mas, para a santificação. Portanto, quem despreza isto não despreza o homem, mas sim a Deus, que nos deu também o Espírito Santo”.

O texto de Romanos 6.12,13 diz, “IN IPSIS LITTERIS”: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências (grifo nosso). Nem tampouco apresenteis vossos membros ao pecado, por instrumento da iniqüidade. Mas, apresentai-vos a Deus, como vivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos da Justiça”.

O texto de Gálatas 5.19-21 diz, “IN IPSIS VERBIS”: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia (grifo nosso), idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídio, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus”.

O texto de 1ª Coríntios 6.12 diz, “IN VERBIS”: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm (grifo nosso). Todas as coisas me são lícitas. Mas, eu não me deixarei dominar por nenhuma (grifo nosso)”.

Sabemos ainda que a AIDS é provocada por causa da sodomia, da ginopederastia e da promiscuidade sexual das pessoas. Os casos de contaminação por transfusão de sangue e por cirurgias são apenas acidentais.

VII – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

É do conhecimento de todos que o Direito e a Lei acompanham a evolução do povo e o crescimento da sociedade. Chegamos a um nível de evolução jurídica e de um crescimento social tal, que já não devemos retroceder no tempo.

A aprovação da LC 122 / 06 pelo Congresso Nacional estará fazendo a nossa sociedade regredir à Idade Antiga e à Idade Média, e em especial, aos tempos do império romano, quando a mulher era tão desvalorizada que o homem de classe alta não se atrevia a andar em público de mãos dadas com uma delas. Naquela época a mulher não tinha nenhum direito civil, apenas o dever de ser escrava de seus maridos ou senhores. Nessa mesma época, o preço de um cavalo equivalia ao valor de sete a dez mulheres, as quais não passavam de propriedades de seus amos ou senhores, e eram negociadas livremente, como se fossem animais domésticos.

Também nessa época, alguns “homens” da nobreza preferiam andar de mãos dadas com outros, em especial com rapazes, denominados “efebos”, do que com a própria mãe de seus filhos. É por essa razão que muitos pesquisadores e historiadores de renome afirmam com muita propriedade que “cada senador romano tinha um amiguinho!”. Em outras palavras, o homossexualismo era generalizado nas classes abastadas, principalmente entre os nobres, os políticos e os soldados romanos. O mesmo já tinha ocorrido durante a hegemonia do império grego.

No entanto, a população em geral não via com bons olhos o homossexualismo. Tanto é que a plebe tripudiava as figuras públicas que notoriamente praticavam o homossexualismo. Por exemplo: sobre o grande Júlio César diziam que era: “mulher de todos os homens, homem de todas as mulheres!”.

Portanto, será juridicamente inaceitável que o Congresso Nacional venha deliberadamente prestar um grande desserviço à lei, à jurisprudência, à doutrina, e aos bons usos e costumes da população em geral, vindo a aprovar uma Lei Complementar tão absurda quanto a epigrafada.

VIII – REFLEXOS DA APROVAÇÃO DA LC 122 / 06 NO FUTURO:

Mesmo agora, quando tudo parece aceitável ao ser humano, em razão da violência e dos escândalos terem se tornado comuns, a aprovação da LC 122 / 06 trará danos irreparáveis às nossas crianças e adolescentes. Senão, vejamos:

Exemplo I: Um (a) jovem estudante criado (a) por um “casal de homossexuais”, será motivo de escárnio na sua escola. Seus coleguinhas perguntarão, fazendo gozação: Qual é o seu pai? Qual é a sua mãe? Quem fica por baixo? Quem fica por cima? Qual dos dois lhe amamentou? O meu pai é um homem, o seu é uma mulher! A minha mãe é uma mulher, a sua é um homem!

Exemplo II: De tanto ver homossexuais se abraçando e se beijando em público, ou até mesmo praticando um ato mais íntimo, o rapaz (ou a moça) ao chegar sua época de contrair matrimônio, estará indeciso (a) quanto à sua sexualidade. Assim, poderá dedicar-se a praticar o homossexualismo, com a finalidade de confirmar qual será a sua “opção sexual”. Com isso, a LC 122 / 06 estará estimulando o homossexualismo no Brasil.

Ora, tendo em vista que o homossexualismo é comprovadamente uma aberração ou uma perversão sexual, o Poder Público deveria preocupar-se em estimular a criação e a fundação de entidades voltadas para a cura dessa enfermidade do corpo e da alma, como já existem os “Alcoólicos Anônimos” (para tratamento do alcoolismo), os “Neuróticos Anônimos” (para tratamento das neuroses em geral), e não estar estimulando o homossexualismo por meio de uma lei discriminatória e de exceção. E, acima de tudo, inconstitucional.

IX – DO PARECER:

Pelo exposto, e por tudo o mais do que nestes autos consta, este Relator é de parecer contrário à aprovação da Lei Complementar (Projeto) nº 122 / 2006 pelo Congresso Nacional, em razão de sua flagrante inconstitucionalidade.

Outrossim, este Relator é de parecer favorável à realização das seguintes diligências:

1)Remessa destes autos (ou cópias integrais) para o Conselho Federal da OAB, a fim de que o mesmo possa argüir a inconstitucionalidade dessa Lei Complementar no momento oportuno.

2)Envio de cópia (s) deste Procedimento Administrativo para o Congresso Nacional, a fim de que os Senadores da República e os Deputados Federais tomem conhecimento do posicionamento desta OAB / MS quanto a essa matéria.

É o relatório e o parecer.

Campo Grande / MS, 25 de abril de 2.007.

Dr. Venâncio Josiel dos Santos

Advogado – OAB / MS nº 7.077

Vice-Presidente da CDH / OAB / MS

D E S P A C H O:

Nesta data, faço estes autos conclusos à doutora Rosely Scândola, a fim de que ela possa elaborar também o seu parecer.

Campo Grande / MS, 25 de abril de 2.007.

Dr. Venâncio Josiel dos Santos

Advogado – OAB / MS nº 7.077

Vice-Presidente da CDH / OAB / MS

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

29 de maio de 2007

Revista Enfoque Gospel cita Julio Severo

Contrários na cadeia!

Samuel Aveburg

A causa homossexual ganha espaço nos meios de comunicação de massa. Num spot institucional veiculado pelo canal Futura, em 18 de março, foi exibida uma entrevista com três rapazes que moram juntos e se relacionam. Um dos entrevistados disse que naquela relação o que prevalecia era a sinceridade e não a fidelidade. Esse é um exemplo da “revolução cultural”, do tsunami deflagrado pela agenda homossexual, contra a qual diversos religiosos, como dom Robinson Cavalcanti, escritor e bispo anglicano da Diocese do Recife, têm se posicionado. “Primeiro veio a academia, depois a mídia, as ONGs, as igrejas e os três ramos do poder. Partiu da decisão de retirar o comportamento do rol das patologias, passou pela defesa da legitimidade da prática e da revisão do conceito de casamento e, finalmente, desembocou na luta contra o que consideram ‘preconceito’, ou seja, na revisão dos livros escolares, na transmissão da imagem de ‘normalidade’ ou ‘simpatia’ através de personagens da mídia, e na ordenação de líderes religiosos praticantes”, analisa o bispo.

O promotor de Justiça Cláudio da Silva Leiria, de Guaporé (RS), afirma que “a ditadura do politicamente correto impede as pessoas de fazerem qualquer crítica ao modo de ser dos homossexuais, pois temem ser tachadas de retrógradas ou preconceituosas”. Segundo Cláudio, os gays querem agora dar o golpe final nos seus opositores: “Não satisfeitos com a propaganda massiva favorável à sua causa, tentam levar à prisão quem ouse criticar a homossexualidade”.

Tendo em vista o grande número de manifestações contra o Projeto de Lei, aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados em novembro de 2006, os senadores decidiram pela formação de um grupo de trabalho com o objetivo de aprofundar o debate sobre o Projeto de Lei em questão, que define os crimes resultantes de preconceito e de discriminação de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, a exemplo do que já ocorre em relação ao preconceito de raça ou de cor. A matéria foi retirada da pauta de votações a pedido da relatora, senadora Fátima Cleide, porque, segundo os membros da Comissão dos Direitos Humanos e Legislação Participativa, o assunto precisa ser discutido com representantes da Sociedade Civil.

Pela redação aprovada, altera-se o art. 20 da Lei n.º 7.716/89, o Código Penal Brasileiro (1940) e a Consolidação das Leis do Trabalho (1943), introduzindo novos tipos penais. Dentre outras medidas, a proposta pretende punir com dois a cinco anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública da chamada manifestação de afetividade por homossexuais (art. 7º). A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo, também poderá ser enquadrada. Em seu artigo 8º, o Projeto de Lei configura como crime “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de orientação sexual e identidade de gênero”, enquanto o art. 20 dispõe sobre a prática de “qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”.

Segundo Renata (nome fictício), que tenta evangelizar um colega homossexual, “Jesus amava os pecadores, não os seus pecados. Assim, deve-se respeitar a pessoa, mas condenar o ato”. Ela justifica seu direito de combater a homossexualidade, embora respeite os homossexuais. “Eu preciso ter garantido o direito de expressar minha discordância”, ela afirma.

O governo Lula, através do programa Brasil sem Homofobia, investirá, neste ano, mais 4 milhões de reais no combate à discriminação de homossexuais e na promoção da visibilidade da comunidade GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Travestis), em áreas como educação, saúde e cidadania. Para Julio Severo, autor do livro O Movimento Homossexual (Ed. Betânia), o país copia “o radicalismo podre dos esquerdistas dos EUA, que vêem o aborto e o homossexualismo como direitos humanos”, conforme considera o rascunho de uma resolução apresentada à ONU pelo PT, a propósito desta orientação sexual.

“O Projeto de Lei viola flagrantemente a liberdade de pensamento e a liberdade religiosa previstas na Constituição. Quem sabe se o próximo passo não será proibir a utilização da Bíblia”, avalia Cláudio Leira. Afinal, está escrito em Levítico 18.22: “O homem que deita com homem como se mulher fosse comete abominação aos olhos de Deus”.

Fonte: http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=70&materia=736

Leitura recomendada: O silêncio de Cavalcanti e sua trupe

28 de maio de 2007

Quando os que não aceitam o comportamento homossexual são tratados como criminosos

Quando os que não aceitam o comportamento homossexual são tratados como criminosos

Julio Severo

Na ficção, o lobo se veste de ovelha para poder enganar e assim conseguir uma boa refeição. O engano faz parte do mal. Um anjo de luz pode, por trás das aparências, esconder um terrível demônio.


O lobo da realidade não age diferente. Vem devidamente disfarçado. Os lobos do momento são os oportunistas políticos que querem nos convencer de que, para proteger os homossexuais de violências, o Congresso Nacional precisa aprovar leis contra a discriminação e contra a homofobia.


A lei mais ameaçadora em questão é o PLC 122/2006. Para que um projeto de lei vire lei, precisa primeiro ser aprovado na Câmara dos Deputados e depois no Senado. O PLC 122/2006 já foi aprovado na Câmara, na perfeita surdina, num dia em que o presidente da Câmara, um comunista, e simpatizantes do movimento homossexual viram que poderiam pegar desprevenidos os que não aceitam as pretensões dos que querem impor uma tirania gay no Brasil. Os deputados pró-homossexualismo armaram seu circo “democrático” e votaram praticamente sozinhos, e o presidente da Câmara teve todo o cuidado de não avisar com antecedência, a fim de garantir a vitória homossexual. Só um lobo poderia agir com tanta astúcia.


O PLC 122/2006 nada mais é do que a forma mais pura de tirania homossexual. Esse projeto de lei diz:

Art. 8ºA — Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Art. 8º-B - Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Segundo parecer do Dr. Venâncio Josiel dos Santos, da OAB de Mato Grosso do Sul: “Nenhum cidadão ou cidadã livre, detentor de bons usos e costumes, poderá chamar a atenção de duas pessoas do mesmo sexo que estejam se abraçando ou se beijando em público, ou mesmo praticando um ato mais ‘íntimo’. Ainda que tal interpelação seja feita de forma educada, com toda a diplomacia, a fim de evitar a visão dessa cena grotesca de seus filhos menores e com a personalidade ainda em formação, a pessoa interpelante estará infringindo ao artigo 7º do PLC 122/2006, o que configura um verdadeiro absurdo. Se aprovada essa Lei com este artigo redigido na forma como está, o Congresso Nacional estará basicamente legalizando a relação homossexual em público, e revogando explicitamente o artigo 61 do Decreto-Lei nº 3.688, de 03/10/1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata da ‘Importunação Ofensiva ao Pudor’. Segundo exegese desse artigo, ninguém deve ser importunado em lugar público ou acessível ao público por atos ou fatos ofensivos ao pudor”. A aprovação do PLC 122/2006 garantirá que todos sejam importunados pela imoralidade homossexual em público.

Para quem “importunar” o comportamento imoral, lascivo e obsceno de dois homens se beijando em público, inclusive na frente de famílias e crianças, a nova lei, de autoria de uma deputada do PT, estabelece penas que podem chegar até cinco anos! “Importunar” a imoralidade homossexual estará no mesmo nível de gravidade de um estupro ou assassinato!

A lei petista vai mais longe, prevendo cadeia, com pena de até cincos anos, para diversos tipos de pessoas inocentes:

  • A mãe que, preocupada com a segurança moral e física de seu filho, despedir uma babá por causa da descoberta de comportamento lésbico.

  • O diretor de seminário teológico que excluir um estudante por causa da descoberta de conduta homossexual.

  • O patrão que demitir um funcionário que manifestar assédio homossexual ou outras atitudes sexuais impróprias ou ameaçadoras.

  • O pastor ou padre que pregar contra o homossexualismo.

  • Os diretores de escolas católicas e evangélicas que se recusarem a aceitar alunos e professores que demonstrarem problemas de conduta homossexual.

  • Um cristão que tentar ajudar um homem a sair do homossexualismo poderá ser enquadrado na categoria de crime de preconceito contra o homossexualismo.

  • Se um menino sofrer a influência homossexual de más amizades, más tendências ou simplesmente da propaganda pró-homossexualismo disfarçada de educação nas escolas públicas, um pai ou mãe que tomar medidas para ajudar o filho poderá ir para a cadeia por crime de discriminação.

  • Um psicólogo que tentar ajudar um homem a sair do homossexualismo.

O PLC 122/2006, apresentando os homossexuais praticantes como ovelhas e vítimas, justifica pesadas agressões legais e cadeia para homens e mulheres inocentes — exclusivamente para “proteger” o homossexualismo de alguns indivíduos. As leis brasileiras, que pouco ou nada fazem para punir parlamentares e políticos corruptos, finalmente mostrarão que sabem agir.


Pela primeira vez na história do Brasil, uma lei protegerá totalmente uma conduta que a Bíblia sempre classificou como abominação e que a medicina sempre considerou como ameaça à saúde. Em nome do direito “democrático” de livre expressão, tudo pode ser livremente criticado e zombado, inclusive Deus, Jesus Cristo e a Bíblia. Os artistas são especialistas nesse tipo de zombaria anticristã, onde o sagrado é profanado. Agora, com o homossexualismo sendo elevado ao pedestal das divindades pagãs que não podem ser questionadas nem criticadas, a inversão completa-se: o profano se tornou sagrado.


Tudo o que falta para o PLC 122/2006 virar lei é a aprovação no Senado. Dada a obsessão do governo petista pelas questões homossexuais, é certo que os senadores a aprovarão. Depois, só faltará a sanção do Presidente Lula, cujas opiniões não são segredo para ninguém. O Programa Brasil Sem Homofobia, ligado diretamente à presidência da República, é claro em sua pretensão de eliminar toda opinião contrária ao homossexualismo no Brasil.


Por “compaixão”, a única alteração que poderia ser feita na lei seria mudar as penas de prisão para reeducação, de modo que em vez de ir para a cadeia, o infeliz condenado seja obrigado a freqüentar aulas dadas por ativistas homossexuais ou por um “profissional” aprovado pelo governo, onde o assunto principal será respeito ao homossexualismo. Depois de muitas “aulas”, a vítima finalmente terá a mente “transformada” de alguém que foi submetido à reabilitação psiquiátrica, repetindo roboticamente: “Eu sou opressor e discriminador. Os militantes homossexuais são vítimas. É preferível ser homossexual do que normal. O homossexualismo é bom”. Aliás, esse tipo de lavagem cerebral vem sendo utilizada pela própria mídia liberal há anos, de modo que cedo ou tarde todos poderão acabar conscientemente ou não fazendo as mesmas repetições robóticas. O Brasil assim terá uma população inteira de papagaios “antidiscriminação”.


O argumento principal que serve de base para promover o PLC 122/2006 e outras leis anti-homofobia é o fato de que pouco mais de uma dezena de homossexuais são assassinados por ano. Com base nessa estatística (que nada é em comparação com os 50 mil assassinatos que o restante da população sofre num Brasil que, mesmo sem guerra oficial, é muito mais violento do que o Iraque), a autora petista do projeto acha justificável legalmente ameaçar todo o restante da população. A lei petista simplesmente trata todos os que não são homossexuais como potenciais opressores, ameaças e assassinos de homossexuais.


Mas a realidade é muito diferente do que alegam os propagandistas pró-homossexualismo. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)


Além disso, a realidade aponta um fato preocupante: Os assassinos homossexuais. Os dez maiores assassinos dos Estados Unidos, por exemplo, eram homossexuais. Coincidência? O próprio Hitler e sua cúpula nazista eram homossexuais. Mas o “segredo” de Hitler e de seus “homens” nazistas sempre foi muito bem acobertado, assim como é muito bem acobertada hoje a “sexualidade” de médicos e outros profissionais pegos no crime de abusar sexualmente de meninos. Ninguém nos meios de comunicação ousa mencionar o fato de que eles são homossexuais, como se a palavra homossexualismo fosse sagrada demais para estar ligada aos crimes de abuso sexual contra meninos.


Casos de criminosos homossexuais são noticiados sempre com a mutilação de todo termo que leve o público a ver a homossexualidade do criminoso. É um acobertamento sistemático que protege o homossexualismo de suas ligações naturais com a violência e o crime.


Guardar o segredo homossexual de assassinos, genocidas e tarados é uma tradição que vem desde os tempos de Hitler. Só o poder de Cristo pode trazer luz, verdade e libertação para quem vive debaixo dessa “cobertura”. Um ex-homossexual, liberto pelo poder de Cristo, confessou que havia adotado uma criança propositadamente para cometer abusos sexuais. O PLC 122/2006 prevê prisão para os que ousarem tentar “discriminar” os homossexuais, até mesmo na questão de casamento homossexual e adoção de crianças, embora o abuso sexual de meninos esteja tão ligado ao homossexualismo, desde tempos remotos, que tem até um nome: pederastia (relação sexual entre homens e meninos).


Esse tipo de abuso e também as agressões e assassinatos cometidos por homossexuais são muito bem acobertados pelos ativistas homossexuais e pela mídia. É como se homossexualismo em si nada tivesse a ver com violência.


Entretanto, e se o mundo fosse hoje habitado exclusivamente por homossexuais — haveria paz? É fato reconhecido que a vida em comum dos homossexuais envolve rotineiramente muitas brigas e violências, inclusive mortes, unicamente por ciúmes: homossexuais “apaixonados” exigem poder e domínio sobre seus amantes masculinos. A violência faz parte das relações homossexuais.


Talvez devamos aceitar de bom grado a pena de cadeia imposta pela deputada petista autora do PLC 122/2006. Pelo menos, enquanto todos estivermos presos, não seremos mais assediados por homossexuais tarados em banheiros de shoppings e outros lugares. Nossos filhos não mais correrão o risco de sofrer estupro por parte de algum médico homossexual. Não haverá perigo de cairmos nas mãos de um assassino serial homossexual sádico. E não mais precisaremos ir às praças ou outros lugares públicos, onde as manifestações de “afetividade” homossexual serão livres, doa a quem doer.


Com a criminalidade andando a solta em todo o Brasil, obrigando a população a levantar muros em volta de suas casas e a colocar grades em janelas e trancas nas portas, como se estivéssemos numa penitenciária, o golpe de misericórdia virá dos homossexuais. Com eles no comando das leis, a norma será cadeia para os normais. Os homossexuais e os criminosos ficarão soltos, livres para fazerem o que bem quiserem, enquanto nós ficaremos amontoados em celas.


O que é normal será anormal e criminoso, e o que é anormal será legalmente tratado como normal, em necessidade de proteção e privilégios. Esse será o começo da tirania, da força bruta legal, utilizada ostensivamente sobre nós a pretexto de proteger o homossexualismo.


Essa é a “realidade” que nos espera, se aceitarmos a mentira que de que o homossexualismo confere automaticamente aos seus praticantes a etiqueta de “inocentes vítimas oprimidas” em necessidade de leis anti-homofobia.


O ruim dessa história inteira, que não é infelizmente ficção, é que enquanto os lobos maus — que são os militantes homossexuais — estão vestidos de ovelhas indefesas, eles impõem às ovelhas inocentes o rótulo de lobos ameaçadores, cruéis e selvagens.


A bandeira (e desculpa) principal do PLC 122/2006 é o combate ao preconceito. Naturalmente, na lógica politicamente correta, os lobos precisam de proteção contra a discriminação das ovelhas. No nome da luta contra o preconceito, vale tudo: mentir, falsificar informações e estatísticas, inverter a realidade, adulterar e perverter fatos, pintar os militantes homossexuais como seres angelicais e bondosos e reservar para quem não aceita o comportamento homossexual apenas calúnias, difamações e cadeia.


Bem-vindo à era dos lobos oprimidos e das ovelhas opressoras!

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. Ele dirige seu blog no seguinte endereço: www.juliosevero.com

Publicado originalmente no Jornal Interação, edição impressa e online: http://igeva.com.br/ojornalinteracao/?dinamico/1278//1390