31 de março de 2007

Crivella fala bobagem

Crivella fala bobagem

Profeta Urbano

É bem provável que tudo não tenha passado de frufru pomposo para agradar o aniversariante — no caso, o PC do B — que fazia
85 anos e, portanto, uma das mais nobres instituições representantes da ideologia política que mais caçou e matou cristãos ao longo da história. Mas o senador Marcelo Crivella (PR-RJ), um dos líderes da Igreja Universal, ao declarar que “o Evangelho é a cartilha mais comunista que existe”, além de blasfemar, evidencia o nível de prestígio e de associação com o termo “justiça” que o comunismo desfruta entre os líderes da Igreja Brasileira.

Nada há em comum entre o amor altruísta, fruto da iniciativa pessoal de alguém que se relaciona com o Deus vivo, e uma ideologia de ódio ateísta por princípio, que evoca a luta de classes para centralizar o poder político e econômico nas mãos de supostos intelectuais que consideram o Cristianismo o maior obstáculo para a Revolução Comunista.

Mesmo assim, Crivella elogiou, segundo a Agência Senado, “a luta histórica da militância do PCdoB por um Brasil mais justo”. A revolta comunista de 1935 matou 500 pessoas em uma semana. Hoje, os socialistas do PT fazem os cofres da União pagarem indenizações milionárias para gente que foi perseguida na ditadura de 64, que — para evitar a ameaça comunista em nosso país — em longos 20 anos fez um pouco mais que a metade desse número de vítimas, mas sem dúvida alguma protegendo milhões de brasileiros inocentes.

Só para recordar, milhões de cristãos foram cruelmente trucidados em governos comunistas da União Soviética, China e outros, e ninguém ganhou indenização. No Brasil é diferente: além de ameaçarem instalar semelhante regime assassino, hoje os esquerdistas radicais recebem indenizações milionárias porque foram detidos na tentativa de golpe. Gente que é sempre a favor do aborto, da causa gay, da eutanásia e que, graças a declarações como essa de Crivella, desfrutam a cada dia que passa de mais prestígio entre os evangélicos brasileiros desinformados.

Fonte: Profeta Urbano

Marcelo Crivella: Evangelho “é a cartilha mais comunista que existe”

Depois da vergonha de Leonardo Boff e Frei Betto, entre os católicos, agora é a vez de Crivella entre os evangélicos…

Crivella declarou que o Evangelho é a cartilha mais comunista que existe. Quem quiser saber mais sobre o comunismo e socialismo de uma perspectiva verdadeiramente cristã, basta clicar nos seguintes artigos do meu blog:

A Grande Mentira: O Socialismo Começou na Bí­blia

Jesus e os pobres: nenhuma semelhança com o socialismo

Não Se Engane: o Comunismo Nunca Foi Melhor do que o Nazismo

Lula e os evangélicos

Editora Vida & Frei Betto

Marxismo: A Máquina Assassina

O socialismo é diabólico

Comunismo: De volta ao futuro

O racismo de Karl Marx

O artigo abaixo, do próprio Senado Federal, apresenta Crivella louvando o comunismo.

Lamentavelmente, os evangélicos do Brasil estão prontos para receber, de braços abertos, a chegada do Anticristo.

Julio Severo

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Crivella: Evangelho “é a cartilha mais comunista que existe”

O senador Marcelo Crivella (RJ) saudou o PCdoB na sessão desta quarta-feira (28) em que o Senado homenageou o transcurso dos 85 anos da agremiação comunista, fundada em 25 de março de 1922. Em seu pronunciamento, Crivella ressalvou que, embora seja evangélico, reconhece a importância da pregação comunista do PCdoB para o desenvolvimento social do Brasil.

— Alguns dirão: ‘Mas o senhor é cristão, um homem da Bíblia, um homem do Evangelho’. Mas não há cartilha mais comunista que o Evangelho — sustentou, elogiando a luta histórica da militância do PCdoB por um Brasil mais justo.

Crivella destacou ainda a luta do PCdoB contra sistemas políticos arraigados no passado e ainda presentes no quadro sociopolítico do Brasil, como o poder do latifúndio e do coronelismo. Lembrou ainda o enfrentamento do PCdoB à permanência da prática da escravização dos bóia-frias, “querecebem apenas o trabalho e não usufruem da riqueza”.

Fonte: Agência Senado

29 de março de 2007

Debate pré-moldado

Debate pré-moldado

Olavo de Carvalho
Jornal do Brasil,
29 de março de 2007

“Moldar o debate” é a técnica usada por grupos de interesse para impedir que as discussões públicas apreendam a substância dos problemas e canalizá-las numa direção forçada, postiça, previamente calculada para servir aos objetivos do grupo.

Nos anos 70, essa técnica tirou os EUA do Vietnã, deixando o caminho livre para que os comunistas assassinassem três milhões de civis ali e no vizinho Camboja. O truque foi desviar a discussão do problema central -- a ameaça vietcongue – e concentrá-la no estereótipo da “paz”. A paz acabou matando quatro vezes mais gente do que a guerra, mas quem liga para isso?

Pelos mesmos meios foi liberado o aborto, escamoteando a questão essencial – o que é e como se faz um aborto – e fixando o debate na “liberdade de escolha”. Com ajuda de estatísticas falsas (o número de mulheres mortas em abortos ilegais nos EUA foi artificialmente esticado de 250 para dez mil por ano), a militância abortista dessensibilizou a opinião pública para o fato de que se tratava de matar, por meios inconcebivelmente cruéis e dolorosos, milhões de crianças aptas a sobreviver fora do ventre de suas mães a partir do quinto mês de gestação.

Uma nova fraude em massa está em vias de se consumar, agora no Brasil, pelo uso do mesmo engodo. O movimento gay planeja tornar o homossexualismo, por lei, a única conduta humana superior a críticas. É a pretensão mais arrogante e ditatorial que algum grupo social já acalentou desde o tempo em que os imperadores romanos se autonomearam deuses. Aprovada a PL 5003/2001, os brasileiros poderão falar mal de tudo – dos políticos, dos vizinhos, do capitalismo, da religião, de Deus, do diabo. Mas, se disserem uma palavra contra aquilo de que os homossexuais gostam, irão para a cadeia.

Esse é o sentido da lei, essa é a substância da proposta. Mas é proibido discuti-la. É obrigatório ater-se à escolha estereotipada entre “homofobia” e “anti-homofobia”. Homofobia, a rigor, é um sintoma psiquiátrico raríssimo. Quantas pessoas você conhece que têm horror aos homossexuais ao ponto de querer surrá-los ou matá-los pelo simples fato de serem homossexuais? Fazer da “homofobia” o centro do debate é obrigar todo mundo a chamar por esse nome pelo menos três coisas que não têm nada a ver com homofobia: a repulsa espontânea que a idéia de relações com pessoas do mesmo sexo inspira a muitos heterossexuais, repulsa que não implica nenhuma hostilidade ao homossexual enquanto pessoa e aliás é análoga à que tantos homossexuais têm pelo intercurso hetero, sem que ninguém os chame de “heterofóbicos” por isso; as objeções religiosas ao homossexualismo, que vêm junto com a proibição expressa de odiar os homossexuais; e a oposição política às ambições do grupo gay , tal como exemplificada neste mesmo artigo. Reunir tudo isso sob o nome de “homofobia” já é criminalizar a priori qualquer resistência ao desejo de poder da militância homossexualista, já é impor a lei antes de aprovada, manietando o debate por meio da intimidação e da chantagem. É embuste consciente e premeditado. A mídia nacional quase inteira é culpada disso.

28 de março de 2007

Lançamento: De Volta Ao Lar

Lançamento: De Volta Ao Lar, livro evangélico inédito sobre questões femininas!

Será Que as Esposas Cristãs Foram Trapaceadas?

É verdade que seguir uma carreira profissional fora do lar sempre faz a esposa se sentir mais realizada do que viver o papel de mãe? Será que o único modo de a mulher alcançar seu pleno potencial é deixando o lar e arranjando um emprego? Será mesmo que não há um modelo bíblico para os papéis femininos? O triste fato é que essas e outras noções feministas sutilmente disfarçadas são hoje os pontos de vista predominantemente aceitos nas igrejas cristãs.

Mas está despertando um novo movimento.

Mais e mais mulheres estão voltando à realidade do conceito bíblico sobre a mulher cristã. Muitas esposas e mães cristãs estão dando as costas à “sexualidade deliberadamente estéril”, ao casamento egoísta, à falta de responsabilidade moral na criação dos filhos, às carreiras profissionais fora do lar e a muitas outras opções que não estão de acordo com as verdades cristãs. Elas estão fazendo uma escolha consciente de voltar ao modelo bíblico do que é ser esposa.

O livro de Mary Pride é uma fonte de inspiração e incentivo para toda esposa cristã que quer descobrir a liberdade bíblica que Deus planejou para sua vida. Ao estabelecer o tipo certo de relacionamento que a mulher deve ter com seu Deus, com seu marido e com seus filhos, De Volta Ao Lar é nada menos do que uma declaração de independência.

Este não é apenas mais outro livro. É o começo de algo novo e emocionante para a mulher de hoje.

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Comentário de Julio Severo:

Traduzi, adaptei e atualizei pessoalmente De Volta Ao Lar por achá-lo o livro mais importante sobre questões essenciais como família, criação e educação de filhos, lar, aborto, homossexualismo, planejamento familiar, evangelismo, ambientalismo, feminismo e muitos outros assuntos relevantes para a mulher cristã. É uma verdadeira biblioteca evangélica sobre assuntos de família. O mais impressionante é que Mary Pride, sua autora, era feminista, porém mais tarde se converteu e hoje conta o que é realmente o feminismo, desmascarando até mesmo suas armadilhas teológicas por meio de estudos bíblicos feitos com muita profundidade espiritual.

De Volta Ao Lar foi publicado originalmente com o título de The Way Home nos EUA por Crossway Books, a mesma editora evangélica que publicou a versão original de Este Mundo Tenebroso. O tema do livro é tão importante que o próprio Franky Schaeffer, filho do famoso filósofo evangélico Francis Schaeffer, interveio pessoalmente para que De Volta Ao Lar fosse publicado nos EUA. No Brasil, essa intervenção contou, pela graça de Deus, com meu sacrifício pessoal durante anos para que este livro estupendo chegasse às mãos das mulheres evangélicas do Brasil. Nenhuma mulher evangélica deveria deixar de adquirir e ler De Volta Ao Lar.

De Volta Ao Lar contém 311 páginas e pode ser comprado diretamente da seguinte editora:

Edições Cristãs

Caixa Postal 250

19900-970 Ourinhos, SP

Tel.: (14) 3322-3930

Ou siga este link:

http://www.edicoescristas.com.br/produto.php?vitrine=262

27 de março de 2007

Neto de Billy Graham é ferido no Iraque

Neto de Billy Graham é ferido no Iraque

O capitão Edward Graham, filho mais novo do evangelista Franklin Graham, foi ferido enquanto estava cumprindo serviço militar no Iraque, noticiou o Serviço Noticioso ASSIST. Edward Graham, neto do evangelista Billy Graham, vê sua função militar como uma oportunidade incrível de conduzir as tropas e professar o nome de Deus. Graham é patrulheiro do exército e formado na academia militar de West Point. Ele sofreu ferimentos de granada nos braços, pernas e costas no Iraque, mas seu estado não é considerado crítico e ele está se recuperando num hospital não revelado, de acordo com os informes noticiosos. “Sabemos que ele está bem e pediu orações em favor dos homens que estão sob seu comando”, Jeremy Blume, porta-voz de Franklin Graham, disse ao jornal Citizen-Times em Asheville, Carolina do Norte, acrescentando que ele não tinha detalhes a mais sobre o incidente. Nascido em 11 de setembro de 1979, Graham disse que ele sempre se recordará daquele dia em 2001 como lembrete do motivo por que ele escolheu uma carreira militar. Graham disse naquela ocasião: “Oro a Deus para que eu jamais tenha de ir à guerra, mas o ataque terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001 fez com que eu, assim como muitos americanos, se dispusesse ao serviço militar”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: Crosswalk, Religion Today Summaries, 26 de março de 2007.

26 de março de 2007

A nova religião nacional

A nova religião nacional

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 26 de março de 2007

Atos libidinosos num templo religioso tipificam nitidamente o crime de ultraje a culto, previsto no art. 208 do Código Penal. A proposta de lei 5003/2001 consagra esse crime como um direito dos homossexuais e castiga com pena de prisão quem tente impedir a sua prática. Se o Congresso a aprovar, terá de revogar aquele artigo ou decidir que ele se aplica só aos heteros, oficializando a discriminação sexual sob a desculpa de suprimi-la. Terá de revogar também o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assegura aos crentes “a liberdade de manifestar sua religião.... isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.

A ética sexual das religiões tradicionais é parte integrante da sua doutrina e prática. Proibir uma coisa é criminalizar a outra. Aprovada a PL, no dia seguinte as igrejas estarão repletas de militantes gays aos beijos e afagos, ostentando poder, desafiando os fiéis a ir para a prisão ou baixar a cabeça ante o espetáculo premeditadamente acintoso. O crente que deseje evitar essa humilhação terá de praticar sua devoção em casa, escondido, como no tempo das catacumbas.

A desculpa de proteger uma minoria oprimida é cínica e fútil. De um lado, nunca os homossexuais sofreram violência na escala em que estão expostos a ela os cristãos hoje em dia. Todo genocídio começa com o extermínio cultural, com o escárnio e a proibição dos símbolos e valores que dão sentido à vida de uma comunidade. Na década de 90 os cristãos foram assassinados à base de cem mil por ano nos países comunistas e islâmicos, enquanto na Europa e nos EUA a esquerda chique votava lei em cima de lei para criminalizar a expressão da fé nas escolas, quartéis e repartições públicas. A PL 5003/2001 é genocídio cultural em estado puro, indisfarçável.

De outro lado, qualquer homossexual que esteja ansioso para trocar amassos com seu parceiro dentro de uma igreja em vez de fazê-lo em casa ou num motel não é bem um homossexual: é um exibicionista sádico que tem menos prazer no contato erótico do que em ofender os sentimentos religiosos dos outros. É preciso ser muito burro e tacanho para confundir o desejo homoerótico com a volúpia da blasfêmia e do escândalo. O primeiro é humano. A segunda é satânica por definição. É a manifestação inconfundível do ódio ao espírito. Uma lei que a proteja é iníqua e absurda. Se o Congresso a aprovar, não deixará aos religiosos senão a opção da desobediência civil em massa.

A ex-deputada petista Iara Bernardi, autora da proposta, diz que a nova lei “é uma importante abertura no caminho para o Estado verdadeiramente laico”.

Laico, o Estado já é. Não possui religião oficial, não obriga ninguém a ter ou não ter religião. Mas o Estado com que sonha a ex-parlamentar é algo mais. É o Estado que manda à prisão o crente que repita em voz alta – mesmo dentro do seu próprio templo – os mandamentos milenares da sua religião contra as condutas sexuais agora privilegiadas pela autoridade. Esse Estado não é laico: quem coloca o prazer erótico de alguns acima da liberdade de consciência religiosa de todos os outros instaura, no mesmo ato, um novo culto. Ergue uma nova divindade acima do Deus dos crentes. É o deus-libido, intolerante e ciumento.

Psicologia gay

Em comparação com a perseguição anticristã no mundo, a suposta discriminação dos gays é, na melhor das hipóteses, uma piada. Ao longo dos últimos cem anos, nas democracias capitalistas, nenhum homossexual jamais sofreu, por ser homossexual, humilhações, perigos e danos comparáveis, por exemplo, aos que a militância gay enlouquecida vem impondo ao escritor evangélico brasileiro Júlio Severo pelo crime de ser autor do livro O Movimento Homossexual . Não posso por enquanto contar o caso em detalhes porque prejudicaria o próprio Júlio, a esta altura metido numa encrenca judicial dos diabos. Mas, garanto, é uma história assustadora.

A discriminação e marginalização dos homossexuais é real e grave nos países islâmicos e comunistas, especialmente em Cuba, mas as alianças políticas do movimento gay fazem com que ele prefira se manter calado quanto a esse ponto, descarregando suas baterias, ao contrário, justamente em cima das nações que mais mimam e protegem os homossexuais.

Dois livros que recomendo a respeito são “Gay New York: Gender, Urban Culture and the Making of the Gay Male World, 1890- 1940” , de George Chauncey, New York, Basic Books, 1994, e “Bastidores de Hollywood: A Influência Exercida por Gays e Lésbicas no Cinema, 1910- 1969” , de William J. Mann, publicado em tradução brasileira pela Landscape Editora, de São Paulo, em 2002. Nenhum dos dois foi escrito por inimigos da comunidade gay . Ambos mostram que, em dois dos mais importantes centros culturais e econômicos dos EUA os gays tinham já desde o começo do século XX um ambiente de muita liberdade, no qual, longe de ser discriminados, gozavam de uma posição privilegiada – justamente nas épocas em que a perseguição a cristãos e judeus no mundo subia às dimensões do genocídio sistemático.

Em hipótese alguma a comunidade gay pode se considerar ameaçada de extinção ou vítima de agressões organizadas comparáveis àquelas que se voltaram e voltam contra outros grupos humanos, especialmente religiosos. Ao longo de toda a minha vida, nunca vi nem mesmo alguém perder o emprego, no Brasil, por ser homossexual. Ao contrário, já vi grupos homossexuais dominando por completo seus ambientes de trabalho, incluisive na mídia.

Se, apesar disso, o sentimento de discriminação continua real e constante, ele não pode ser explicado pela situação social objetiva dessa comunidade: sua causa deve estar em algum dado existencial mais permanente, ligado à própria condição de homossexual. Talvez esta última contenha em si mesma algum estímulo estrutural ao sentimento de rejeição. A mim me parece que é exatamente isso o que acontece, e por um motivo bastante simples.

A identidade heterossexual é a simples tradução psíquica de uma auto-imagem corporal objetiva, de uma condição anatômica de nascença cuja expressão sexual acompanha literalmente a fisiologia da reprodução. Ela não é problemática em si mesma. Já a identidade homossexual é uma construção bem complicada, montada aos poucos com as interpretações que o indivíduo dá aos seus desejos e fantasias sexuais. Ninguém precisa “assumir” que é hetero: basta seguir a fisiologia. Se não houver nenhum obstáculo externo, nenhum trauma, a identidade heterossexual se desenvolverá sozinha, sem esforço. Mas a opção homossexual é toda baseada na leitura que o indivíduo faz de desejos que podem ser bastante ambíguos e obscuros.

A variedade de tipos heterogêneos abrangidos na noção mesma de “homossexual” – desde o macho fortão atraído por outros iguais a ele até o transexual que odeia a condição masculina em que nasceu – já basta para mostrar que essa leitura não é nada fácil. Trata-se de perceber desejos, interpretá-los, buscar suas afinidades no mundo em torno, assumi-los e fixá-los enfim numa auto-imagem estável, numa “identidade”. Não é preciso ser muito esperto para perceber que esse desejo, em todas as suas formas variadas, não é uma simples expressão de processos fisiológicos como no caso heterossexual (descontadas as variantes minoritárias deste último), mas vem de algum fator psíquico relativamente independente da fisiologia ao ponto de, na hipótese transexual, voltar-se decididamente contra ela.

A conclusão é que o desejo em si mesmo, o desejo consciente, assumido, afirmado – e não o desejo como mera manifestação passiva da fisiologia –, é a base da identidade homossexual. Mas uma identidade fundada na pura afirmação do desejo é, por sua própria natureza, incerta e vacilante, porque toda frustração desse desejo será vivenciada não apenas como uma decepção amorosa, mas como um atentado contra a identidade mesma. Normalmente, um heterossexual, quando suas pretensões amorosas são frustradas, vê nisso apenas um fracasso pessoal, não um ataque à heterossexualidade em geral. No homossexual, ao contrário, o fato de que a maioria das pessoas do seu próprio sexo não o deseje de maneira alguma já é, de algum modo, discriminação, não só à sua pessoa, mas à sua condição de homossexual e, pior ainda, à homossexualidade em si. É por isso que os homossexuais se sentem cercados de discriminadores por todos os lados, mesmo quando ninguém os discrimina, no sentido estrito e jurídico em que a palavra discriminação se aplica a outras comunidades. A simples repulsa física do heterossexual aos atos homossexuais já ressoa, nas suas almas, como um insulto humilhante, embora ao mesmo tempo lhes pareça totalmente natural e improblemática, moralmente, a sua própria repulsa ao intercurso com pessoas do sexo oposto e até com outro tipo de homossexuais, que tenham desejos diferentes dos seus. Tempos atrás li sobre a polêmica surgida entre gays freqüentadores de saunas, que não admitiam a presença de transexuais nesse ambiente ultracarregado de símbolos de macheza. “Tenho nojo disso”, confessavam vários deles. Imagine o que diria o movimento gay se declaração análoga viesse de heterossexuais. Seria um festival de processos. Mas o direito do gay a um ambiente moldado de acordo com a forma do seu erotismo pessoal não parecia ser questionável. Nem muito menos o era o seu direito à repulsa ante os estímulos adversos – a mesma repulsa que o macho hetero sente ante a hipótese de ir para a cama com homos e transexuais, mas que neste caso se torna criminosa, no entender do movimento gay. Em suma, para os gays , expressar a forma específica e particular dos seus desejos – e portanto expressar também a repulsa inversamente correspondente – é uma questão de identidade, uma questão mortalmente séria, portanto um “direito” inalienável que, no seu entender, só uma sociedade opressiva pode negar. A repulsa do hetero ao homossexualismo, ao contrário, é uma violência inaceitável, como se ela não fosse uma reação tão espontânea e impremeditada quanto a dos gays machões pelos transexuais pelados numa sauna (um depoimento impressionante a respeito vem nas “Memórias do Cárcere” de Graciliano Ramos: o escritor, insuspeito de preconceitos reacionários, tinha tanto nojo físico dos homossexuais que, na prisão, rejeitava a comida feita pelo cozinheiro gay). De acordo com a ideologia do movimento, só os gays têm, junto com o direito à atração, o direito à repulsa. Os heteros que guardem a sua em segredo, ao menos por enquanto. O ideal gay é eliminá-la por completo. Mas isto só será possível quando todos os seres humanos forem homossexuais ao menos virtualmente. Daí a necessidade de ensinar o homossexualismo desde a escola primária. Os objetivos do movimento gay vão muito além da mera proteção da comunidade contra perseguições, aliás inexistentes na maioria dos casos, a não ser que piadinhas ou expressões verbais de rejeição constituam algo assim como um genocídio. Instaurar o monopólio gay do direito à repulsa exige a reforma integral da mente humana. A ideologia gay é a forma mais ambiciosa de radicalismo totalitário que o mundo já conheceu.

Fonte: Olavo de Carvalho.

Qual é o perfil da maior parte do pequeno número de homossexuais assassinados?

Qual é o perfil da maior parte do pequeno número de homossexuais assassinados?

Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Citado também em: “Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?” de Julio Severo.

25 de março de 2007

O silêncio de Cavalcanti e sua trupe

O silêncio de Cavalcanti e sua trupe

Autor: Profeta Urbano

Engraçado. Todos os evangélicos esquerdistas assumidos (oi, povo do MEP) e outros que incentivaram o apoio maciço da igreja evangélica brasileira ao PT andam tão quietinhos, não é mesmo? Depois dessa cartilha do governo petista incentivando adolescentes a beijar na boca e a fazer bom uso de camisinhas, não deram um pio, num silencio análogo ao da época em que o ministro petista Nilmário Miranda lançou a cartilha politicamente correta, uma das maiores investidas totalitárias e de controle psicológico das massas já perpetrada pelo governo na história política do Brasil.

Nem tudo, porém, os cala. Robson Cavalcanti fica todo alarmadinho quando vê o atual governo liberando verbas milionárias para passeatas gays e defendendo com unhas e dentes a agenda GLBT. Mas não é capaz de assumir, que, sendo um cientista político que até deputado pelo PT já foi, sabendo que o partido sempre foi pró-gay, pró-aborto, pró-eutanásia e pró-FARC´s, tem parte nisso tudo.

Hoje ele deixou de ser petista porque não acha o PT de esquerda o suficiente para ter seu apoio. Mas progressista nenhum deixa de dar seus brados quando é hora de pular do barco, de jogar os anéis para não perder os dedos. Faz parte do modus operandi dos socialistas. É claro que Cavalcanti fez isso como se também não estivesse presente no pacote vendido pela esquerda que ele, agora, considera a autêntica (daqui a meia-hora pode ser outra facção), a típica afronta a cada um dos enunciados cristãos que é da essência mesma do esquerdismo. Mas sobre ela Cavalcanti também silencia.

O problema maior é que, para Cavalcanti e asseclas não basta evidenciar a dissonância que há entre os princípios bíblicos e o socialismo. Não basta mostrar, na ponta do lápis, e com base histórica, a inviabilidade de regimes socialistas e de outros com pesado intervencionismo estatal na economia, que saem mais caros e só agravam o problema da pobreza. Também não basta evidenciar as raízes anticristãs das ideologias progressistas e os perfis, sempre variando entre o devasso e o homicida, de todos, (sim, todos) os grandes autores e heróis do progressismo/socialismo. “Pelos frutos, os conhecereis”, para eles, talvez não se encaixe aqui, tudo não deve passar de mera coincidência.

Quase cinco décadas de dominação gramsciana no Brasil, aliada a um provincianismo repleto de ressentimento e complexo de inferioridade em relação ao mundo desenvolvido, reduziram a caridade e o altruísmo cristão à mera práxis revolucionária. E pior, em apoio incondicional a terroristas treinados pelo regime cubano e seus respectivos lacaios e entusiastas, que, do PT, saltaram para os postos de chefia de várias instituições públicas do país. Sobre isso, tudo o que temos de boa parte dos evangélicos de esquerda também é silêncio.

O silêncio deles, porém não me desgosta totalmente. Na verdade, até prefiro-os bem quietinhos. Sem falar, sem escrever artigos, livros, sem aparecer na tevê e sem querer moldar a cosmovisão alheia. O silêncio deles, sim, evitará que a ação da Igreja se transforme em atividade legitimadora de ideologias mundanas e do governo do Anticristo, que, sem querer (assim espero), os evangélicos socialistas estão ajudando a construir.

Veja também:

Os evangélicos brasileiros e as causas do Anticristo e A ONU começa a mostrar as suas garras

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Fonte: Profeta Urbano

24 de março de 2007

Mulher criada por homossexual pede a governos proteger matrimônio entre homem e mulher

Mulher criada por homossexual pede a governos proteger matrimônio entre homem e mulher

MADRI, 2006-10-12 (ACI). — Uma mulher canadense que foi criada em um lar homossexual se dedica agora a assistir a outras pessoas que atravessam pela mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher. Conforme informa ForumLibertas.org, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no website (em inglês): ela ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostos a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no site “como em sua infância esteve exposta a trocas de casais gays, praias nudistas e a falta de afirmação em sua feminilidade, como lhe feriu o estilo de vida no qual cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em um ambiente de ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja para ninguém e que acredita que as leis não deveriam apoiar”.

Fonte: Cleófas

Quem desejar informações sobre educação em casa, visite o Blog Escola Em Casa.

Mídia Sem Máscara pública artigo “Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?”

Mídia Sem Máscara publica artigo “Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?” de Julio Severo

Quem quiser ler o artigo no MSM, basta clicar aqui.

23 de março de 2007

Sexo liberado: sexo com todos e com qualquer um

Sexo liberado: sexo com todos e com qualquer um

Dr. Peter Jones

Neal Donald Walsch [1], um porta-voz “moral” da Esquerda espiritual e também do deus da Esquerda espiritual, traz revelações profundas sobre a natureza do sexo na utopia vindoura. Walsch, falando por si mesmo, em vez de citar seu “deus” (embora isso sem dúvida seja a mesma coisa) diz: “Antevejo um mundo em que poderemos fazer amor com qualquer um, de qualquer jeito que desejarmos, a qualquer momento, em qualquer lugar”…

Sexo de qualquer um com qualquer um é também o direito de nascença utópico do cidadão. O deus de Walsch aprova a atividade sexual de crianças e adolescentes, dizendo: “Nas sociedades iluminadas, nunca se desanima, corrige ou repreende os filhos quando eles começam a descobrir cedo as alegrias na natureza de seus próprio ser… As funções sexuais também são vistas e tratadas como totalmente naturais, totalmente maravilhosas e totalmente certas.” O deus de Walsch não diz se os pequeninos iluminados estão fazendo isso sem companhia, com seus amigos, com seus irmãos ou com adultos. Para garantir que as crianças entendam a mensagem, o deus de Walsch diz que as escolas têm de substituir o atual “currículo baseado em fatos” por um “currículo baseado em valores,” inclusive cursos “carregados de valores” tratando de temas como “Celebrando a Si Mesmo, Valorizando os Outros e Alegre Expressão Sexual.”

Trecho do excelente livro O Deus do Sexo, de Peter Jones, lançado recentemente no Brasil pela Editora Cultura Cristã. O Dr. Peter Jones, formado em teologia pela Universidade de Harvard, é autor de vários livros.

Nota: [1] Neal Donald Walsch é um psíquico (ou médium) americano, cujo “deus” (guia espiritual) diz como será sexualmente a sociedade do futuro.

Julio Severo recomenda: O Deus do Sexo é um livro cuja leitura é obrigatória para todos os que querem entender as questões de liberação sexual na sociedade e como as igrejas cristãs estão sofrendo pressões com a volta do paganismo. Quem desejar adquirir esse livro impressionante que conta como o paganismo está voltando à moda e trazendo em seu rastro muitos tipos de perversões sexuais, entre em contato com a Editora Cultura Cristã pelo seguinte telefone gratuito: 0800-0141963. Visite também o site da editora e veja mais informações do livro. Clique aqui.

21 de março de 2007

A mais famosa apresentadora alemã de TV lidera revolução antifeminista

A mais famosa apresentadora alemã de TV lidera revolução antifeminista

Gudrun Schultz

BERLIM, Alemanha, 20 de março de 2007 (LifeSiteNews.com) — Uma importante apresentadora e âncora de noticiário da TV alemã provocou rebuliço em 2006 quando ela confessou que lamentava seus três divórcios, e condenou o aborto, noticiou Die-Tagespost.

Eva Herman publicou seu relato de falhas fatais num estilo de vida voltado para sua carreira profissional num livro best-seller intitulado O Princípio de Eva: Rumo a uma Nova Feminilidade, à venda desde o ano passado. Agora ela publicou um segundo livro, contendo cartas de mulheres que a apóiam em sua decisão de rejeitar a propaganda feminista de realização profissional, noticiou a revista de notícias Der Spiegel.

Seu segundo livro, intitulado Prezada Eva Herman, capta as reações de mulheres que confessaram que o sucesso profissional não compensou a perda de uma genuína vida familiar.

“O fato de que venho sendo criticada como traidora das mulheres mostra exatamente o tipo de fascismo feminista que está nos governando hoje”, afirmou certa mulher.

Em O Princípio de Eva, Herman desnudou a questão do aborto como violação da mulher, culpando as leis pró-aborto por minimizar o trauma do aborto como algo tão insignificante como ir ao dentista.

O livro dela se baseia na rejeição às metas feministas de emancipação, sucesso e realização profissional, substituindo-as pelas metas “radicais” do papel de mãe, o trabalho no próprio lar e o marido.

“Vamos dizer alto e claro” escreveu Herman. “Nós mulheres estamos sobrecarregadas — porque deixamos que nos seduzissem facilmente com oportunidades profissionais”.

Os livros de Herman são parte de uma nova onde de antifeminismo na Alemanha, relatou Der Spiegel, com números crescentes de mulheres profissionais rejeitando a ambição feminista de sucesso profissional em favor de uma volta à vida familiar e ao papel de mãe.

Herman incentivou as mulheres a abandonar os ambientes de trabalho profissional para entrar no “mundo colorido dos filhos” e descobrir seu “destino de criar o ambiente do lar”.

As reações das feministas aos livros de Herman foram extremamente radicais: elas se enfureceram ao perceber que alguém que era parte do movimento feminista agora as está traindo. Outras mulheres viram como alívio as confissões de Herman.

Com o índice de natalidade mais baixo da Europa, de apenas 1 filho por mulher, a crise reprodutiva da Alemanha mostra o que o feminismo vem fazendo com as famílias alemãs. Apesar da iniciativa do governo alemão de incentivar e recompensar financeiramente as mulheres que tiverem mais filhos, o índice de natalidade continua muito baixo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews.

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Mensagem de um ativista gay em apoio ao governo Lula

Mensagem de um ativista gay em apoio ao governo Lula

Nos próximos dias os ativistas GLBTs do Brasil estarão vivenciando diversas atividades de qualificação, afirmação de direitos e combate a homofobia.

Todas as ações levam recursos do Governo Lula.

Em Brasília, ativistas dos 27 estados do país estarão uma semana dentro do Congresso Nacional promovendo advocacy para ampliação da frente da cidadania GLBT e pela aprovação de leis pro GLBTs, através do Aliadas. O evento , em torno de 100 mil reais leva o financiamento do Governo Lula.

No Rio de Janeiro, pela primeira vez em 507 anos de Brasil, ativistas , responsáveis pela segurança pública, promotores, sentarão na mesmo espaço para discutir o combate da homofobia, quebrando um dos maiores nós da vida de todo GLBT, a violência policial, e ou a impunidade da segurança para os GLBTs. O evento , em torno de 350 mil reais leva o financiamento do Governo Lula.

Em Curitiba, as principais lideranças lésbicas do Brasil se reúnem para discutir uma forma de tirá-las da invisibilidade, da lesbofobia e torná-las agentes políticas de transformação da sociedade. O evento conta com 50 mil reais do Governo Lula.

Em toda Brasília, nas cinco regiões, lésbicas serão capacitadas para lutar contra o machismo e lesbofobia. O evento levará mais de 500 mil reais de financiamento do Governo Lula.

Na região do Mercosul está sendo engendrada uma articulação dos GLBTs para unirmos os Hermanos no combate a homofobia. O evento conta com 200 mil reais do Governo Lula.

Em todo país profissionais na área do direito (advogados, promotores, ativistas) estarão sendo capacitados para vencer a homofobia no direito. O evento conta com 500 mil reais do Governo Lula.

Todas as empresas do Governo Lula estão promovendo a isonomia de direitos entre heterossexuais e homossexuais.

O Governo Lula já declarou que aquilo que é da sua competência, ou seja, sancionar lei, estará sancionando a lei anti-homofobia.

É do partido do presidente Lula, PT, a autoria da lei anti-homofobia do Brasil. São centenas de pequenas ações do Governo Federal , tratando-se de um verdadeiro Plano de Aceleração do Crescimento de Combate a Homofobia no Brasil.

Hoje em todas as capitais do Pais, e nas principais cidades, possui um advogado, um psicólogo e um assistente social, além de estagiários, dentro de ONGs, prefeituras e universidades, para garantir um atendimento digno juntos aos GLBTs. O investimento do Governo Federal ultrapassa os 1 milhão de reais nesta ação.

Isso tudo não foi dádiva do governo federal , mas o resultado de anos de luta de ativistas, organizados na ABGLT, que durante o Governo FHC clamaram por planos de ação pelos direitos GLBTs e nunca obtiveram ações concretas e que a partir do primeiro dia do Governo Lula, conseguiram o primeiro Programa de Combate à Homofobia de âmbito federal do mundo. Houve vontade política do Governo Lula para que isso acontecesse.

Aqueles que tanto atiram pedras na ABGLT e no Governo Lula deveriam medir esforços para enviar e-mails para o Senado Federal pedindo que apóiem o projeto anti-homofobia, de uma deputada do PT.

Aqueles que vêm diariamente para a lista bater pesado contra a ABGLT e contra o Governo Lula deveriam bater pesado na coalizão PFL/PSDB que botou na prefeitura de São Paulo, o Kassab que hoje VETOU UMA LEI ANTI-HOMOFOBIA NA CIDADE. Deveriam, os críticos da ABGLT e do Governo Lula, ter a altivez de reconhecer as mazelas e os malefícios que os Governos de direita (PFL/PSDB) deles está trazendo para São Paulo e para o Brasil.

Gastar energia batendo contra um Governo Lula que fez o que todos os mandantes de 507 de Brasil nunca fizeram, é perder tempo. É unir a voz dos pentecostais e dos fundamentalistas católicos, é jogar contra a história.

Sejamos menos inimigos da ABGLT e do Governo Lula que é nosso aliado e vamos construindo um Brasil sem homofobia.

Contra a verdade dos fatos , não há estórias.

Por um novo Brasil.

[Assinado: ativista gay]

Nota importante: Essa mensagem foi assinada originalmente por um ativista gay cujo nome prefiro, por motivos óbvios, manter em sigilo.

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Brasil Sem Homofobia: o que o governo Lula está fazendo para impor o homossexualismo no Brasil

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Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

20 de março de 2007

Senador Marcelo Crivella se manifesta contra projeto anti-homofobia

Senador Marcelo Crivella se manifesta contra projeto anti-homofobia

A matéria abaixo é do jornal do Senado. Mais abaixo, discurso completo do Senador Crivela.

Projeto que criminaliza opinião contra homossexualismo é criticado


Jornal do Senado, 20/03/2007

Marcelo Crivella (PRB-RJ) criticou substitutivo ao projeto de lei da Câmara dos Deputados que criminaliza – na forma de delito de opinião – manifestações contra o homossexualismo.

O projeto (PLC 122/06) tramita no Senado desde dezembro passado. Atualmente encontra-se em exame na Comissão de Direitos Humanos e tem Fátima Cleide (PT-RO) como relatora.

Para Crivella, o homossexualismo “é claramente antinatural”, e tanto os pais quanto os religiosos não podem prescindir do direito de orientar seus filhos e fiéis sobre o que seria “correto no que se refere à escolha sexual”.

— Suspeito que possa ter escapado aos senhores deputados a completa extensão da decisão que tomaram, pois ela acabou confundindo o respeito devido a uma opção individual da pessoa com o uso do poder do Estado, por meio de seu corpo de leis, para impor a todos os cidadãos um comportamento que é claramente antinatural — afirmou.

O Senador expressou seu respeito pelos homossexuais, quanto aos direitos humanos e à cidadania, porém insistiu no direito à manifestação de pensamento crítico contra o homossexualismo.

Crivella disse acreditar que, da mesma forma que o homossexual deve ser respeitado em seus direitos e em sua opção sexual, “um pai tem o direito de educar seus filhos de acordo com sua consciência, ensinando a eles que o homossexualismo é errado”.

— É uma invasão à intimidade do lar pretender coibir, por lei, esse tipo de orientação — afirma.

Crivella usou uma citação bíblica (livro do Levítico, capítulo 18, versículo 22, que diz: “O homem que deita com homem como se mulher fosse comete abominação aos olhos de Deus”) para defender que o sacerdote no púlpito também deve poder manifestar-se sobre o comportamento sexual, “já que são garantidos pela Constituição brasileira os direitos de culto e à liberdade religiosa”.

ASSISTA O VÍDEO DO PRONUNCIAMENTO:
http://www.youtube.com/watch?v=EQKHO2lYfzw
OU
http://www.marcelocrivella.com.br/videos/PL122.rm

LEIA O DISCURSO NA ÍNTEGRA:

O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/PRB – RJ. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) — Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, Srs. telespectadores da TV Senado, Srs. ouvintes da Rádio Senado, senhores presentes, chega-nos da Câmara dos Deputados substitutivo a projeto de lei que criminaliza como preconceito, na forma de delito de opinião, qualquer tipo de crítica ao homossexualismo. Falo do PLC nº 122, de 2006.

Suspeito que possa ter escapado aos Srs. Deputados a completa extensão da decisão que tomaram, pois ela acabou confundindo o respeito devido a uma opção individual da pessoa com o uso do poder do Estado, através de seu corpo de leis, para impor a todos os cidadãos que aceitem, como normal, um comportamento que, claramente, é antinatural.

Não creio que a atitude de um pai ou de uma mãe orientar um filho, uma filha em termos de sexualidade possa vir ser considerada crime se apresentarem o homossexualismo como errado. É um direito inalienável, um direito de consciência dos pais, garantido pela Constituição, poderem explicar aos filhos o que a sociedade e, antes da sociedade, a própria natureza consideram como correto nas escolhas sexuais. E é uma invasão à intimidade do lar pretender coibir, por lei, esse tipo de orientação, como será inevitável caso esse projeto seja acatado pelo Senado na forma do substitutivo aprovado na Câmara.

Sr. Presidente, Senador Mão Santa, Sr. Senador Edison Lobão, quero deixar claro que respeito os homossexuais, aos quais se deve garantir os direitos, tanto no plano dos direitos humanos quanto dos direitos de cidadania. Mas não posso entender essa tentativa de punir como preconceito a manifestação de um pensamento crítico contra o homossexualismo em geral.

A tutela da lei à criança justifica-se porque ela não tem por si condições de assegurar os seus próprios direitos. Assim também acontece com os idosos. A mulher, em razão de ter menor força física do que o homem, também merece a tutela da lei. Mas o mesmo não é válido afirmar em relação aos homossexuais, sobretudo os do gênero masculino.

Srªs e Srs. Senadores, Srs. telespectadores da TV Senado, que seja respeitado o direito individual de cada um decidir a sua opção sexual, que seja respeitado o direito de o homossexual ir e vir, de não sofrer violência, de trabalhar dignamente. Mas que seja respeitado também, Sr. Presidente, no mesmo nível, o direito – e, digo, até dever legal – de um pai educar seus filhos no caminho ditado por sua própria consciência, que foi o de formar família, e de poder dizer que homossexualismo é errado, ou o direito de um sacerdote, do púlpito, dizer que homossexualismo é pecado. E que a lei não tente, Sr. Presidente, porque é garantido pela Constituição brasileira o direito de culto, a liberdade religiosa, arrancar da Bíblia palavra escrita por Moisés que nos adverte, há milênios, que o homem que deita com outro homem como se mulher fosse comete diante dos olhos de Deus uma abominação.

Sr. Presidente, eram essas as minhas palavras. Muito obrigado.

18 de março de 2007

O que acontecerá se deixarmos o governo estabelecer leis contra a “homofobia”…

O que acontecerá se deixarmos o governo estabelecer leis contra a “homofobia”…

“Quando se decide estender os princípios de não discriminação a um comportamento que a religião da maioria da nossa sociedade condena, estamos embarcando numa trajetória que mais cedo ou mais tarde exigirá que o Estado policie, controle e castigue os adeptos dessa religião”.

“Não há dúvida de que o Brasil está embarcando em políticas que empurrarão a liberdade de religião para as cavernas escuras do silêncio. A bandeira do arco-íris ameaça substituir o símbolo da cruz como importante expressão da cultura brasileira”.

“A esquerda é estufa de projetos de aborto e homossexualismo. Não é de admirar então o grande aumento desses projetos no governo socialista de Lula”.

Julio Severo

Alemanha, ONU e educação em casa: controle, perseguição e violência contra os inocentes

Alemanha, ONU e educação em casa: controle, perseguição e violência contra os inocentes

Julio Severo

Resumo: Quando as leis são manipuladas e pervertidas, os culpados são poupados do seu castigo merecido e quem sofre em seu lugar são os inocentes. Basta perguntar à Alemanha, à ONU e ao ECA.

Existe um governo mundial forte em ascensão. Esse governo vem dando ordens e avisos a muitos países, para que modifiquem suas políticas e leis para se adaptarem à nova ordem mundial. Esse novo governo mundial é a ONU.

A ONU orienta os países a eliminarem suas leis que proíbem a prostituição, possibilitando assim a sua legalização. A ONU pediu, e a Alemanha obedeceu.

A ONU também orienta os países a garantir ampla disponibilidade de creches para recém-nascidos e o estabelecimento de educação pré-escolar para criancinhas (outra forma de creche estatal). “Com relação à Alemanha, a ONU se mostrou insatisfeita com o fato de que por causa do cuidado de crianças pequenas, as esposas estavam tendo dificuldade de se dedicar a uma profissão fora do lar. Então revelou a necessidade de se criar creches para criancinhas de 0 a 3 anos”. A ONU repreendeu a Alemanha, e agora a Alemanha se apressa em atender: o governo alemão já está investindo em medidas para educar a população a ver as creches como a melhor solução para todas as crianças alemãs. Assim, se a ONU diz que bebês e criancinhas ficam melhor atolados em instituições do que criados e educados junto com a mãe, então é melhor obedecer. A palavra da ONU é sagrada na Alemanha.

Alemanha e ONU: parceiros inseparáveis no governo mundial

A Alemanha está tão afinada com a ONU que enquanto nos Estados Unidos grupos evangélicos pressionam para que o governo americano literalmente expulse a ONU de seu território, entre os alemães o sentimento é outro: o governo alemão tem deixado claro que gostaria que a sede da ONU fosse transferida para o território alemão. Algumas importantes repartições da ONU já se mudaram para a Alemanha.

A Alemanha gosta de controle — desde os tempos de Hitler. Na Europa, quem mais luta por controle, principalmente a partir de uma perspectiva esquerdista e humanista, é a Alemanha. A Alemanha quer uma Europa “unida e forte”, com seus cidadãos plenamente controlados pelo novo governo europeu. Até os ingleses, com todas as suas fraquezas, limitações e aberrações, estão muito atrás dos alemães, tentando defender uma Europa menos controlada e autoritária. A Inglaterra se sente impotente e fraca enquanto a Alemanha avança na Europa os interesses do novo governo mundial.

Os ingleses têm muito a perder. Na Inglaterra, apesar de seu governo esquerdista moralmente falido, os pais evangélicos que dão a seus filhos educação escolar em casa ainda são respeitados e legalmente protegidos. Os pais ingleses que crêem na orientação bíblica do livro de Provérbios sobre disciplina dos filhos também são ainda relativamente respeitados. Na Alemanha, o que é respeitado e legalmente protegido são os interesses do humanismo, são as políticas do governo mundial.

A Alemanha vem se destacando por sua postura inflexível e cruel para lidar com mais de 40 famílias evangélicas que dão aos filhos educação escolar em casa. É uma inflexibilidade inexplicável, pois no caso do Irã, que está fabricando armas nucleares e ameaçando exterminar Israel, a Alemanha pede calma e diálogo — onde, na verdade, deveria haver inflexibilidade e ações enérgicas e decisivas. O governo alemão procura ter a mesma atitude “democrática” com os grupos terroristas islâmicos que ameaçam destruir Israel.

Aliás, a Alemanha tenta se representar como um país tão democrático e tolerante (na visão da Besta do Apocalipse) que censurou os Estados Unidos por causa do suposto desrespeito aos “direitos humanos” de terroristas muçulmanos capturados pelo exército americano. O governo alemão vê com toda a naturalidade o prefeito de Berlim, que expõe publicamente sua homossexualidade e suas obsessões homossexuais. O governo alemão chegou até a colaborar quando um menino decidiu, por pressão de psicólogos, mudar de sexo. Não importa que os terroristas muçulmanos tenham matado muitas vítimas inocentes (inclusive mulheres e crianças), eles devem ser tratados com respeito e bondade. Não importa que o homossexualismo seja antinatural, o governo alemão vai respeitá-lo e permitir que meninos escolham esse comportamento.

Os muçulmanos devem estar gostando muito da bondade alemã, pois muitos deles estão se mudando para a Alemanha. Aliás, todos os muçulmanos responsáveis pelo ataque terrorista contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 haviam se mudado primeiro para a Alemanha. Com um prefeito abertamente homossexual em Berlim, a Alemanha se arrisca a ser um paraíso não só dos muçulmanos, mas também dos sodomitas.

Retrocesso em nome do progresso e da nova ordem mundial

Tal como a ONU, ou como a suástica (que prometia progresso, mas cujo próprio simbolismo era uma cruz pervertida com as pontas voltadas para trás), a Alemanha está progredindo em medidas que a estão fazendo voltar para trás. A Alemanha está se tornando uma suástica viva, não só pela deturpação dos conceitos cristãos de tolerância e respeito, mas também por seu grave retrocesso moral e espiritual.

Terroristas muçulmanos e viciados em homossexualismo têm direito ao respeito e proteção do governo alemão, mas famílias evangélicas que educam em casa não. O governo alemão quer calma e diálogo com violentos terroristas muçulmanos, mas vem agindo com violência, prendendo pais e mães evangélicos, tomando a custódia de seus filhos e pressionando com muitas ameaças e ações todo evangélico que considerar a educação escolar em casa. Uma mãe evangélica que foi presa aproveitou seu tempo de prisão para evangelizar as outras presas.

Em 2006, o Estado alemão foi duro e violento com uma família evangélica que educava os filhos em casa, ao fazer com que uma equipe de agentes policiais levasse à força as crianças para a escola estatal, tratando os inocentes como se fossem criminosos perigosos. Em 2006 também, outra família resolveu tirar a filha da escola e educá-la em casa. Por esse “crime”, o governo alemão enviou quase vinte agentes policiais ao lar a fim de conduzirem a menina, Melissa Busekros, à força para uma unidade psiquiátrica. Os pais indefesos não tiveram chance alguma diante do Monstro estatal.

Depois, o governo alemão transferiu Melissa para um local desconhecido, aos cuidados de psiquiatras, deixando a família sem nenhum contato com ela por quase um mês.

Os pais de Melissa receberam um importante apoio internacional. Joel Thornton, presidente do Grupo de Direitos Humanos Internacionais, está visitando a Alemanha especialmente para tentar ajudar a menina e seus pais diante do frio e duro governo alemão. Esse grupo, cujos advogados estão trabalhando no caso, recebeu uma carta, escrita a mão, de Melissa, onde ela mesma implora: “Quero pedir a ajuda de vocês, para obter meu direito de voltar à minha família, conforme é minha vontade”.[1]

Devido à pressão internacional, o tribunal alemão que está lidando com o caso dela resolveu finalmente dar aos pais o direito de visitá-la. No entanto, essas visitas só podem ocorrer uma vez por semana, limitando-se a breves conversas, que só podem ser feitas em edifício do governo. Há pouca esperança de o governo alemão ceder.

Provavelmente, os pais da menina poderiam ter mais chance se tivessem decidido educá-la nos ensinos do Alcorão. Aí o governo não usaria violência, mas haveria respeito e diálogo — até por que ninguém ousa fazer nada que possa irritar ou provocar a retaliação dos terríveis muçulmanos radicais, que têm uma vantagem inigualável e imbatível contra seus inimigos. Eles, entre todas as criaturas estranhas que habitam o planeta Terra, são os únicos seres humanos que em vez de mandarem bombons e flores de cortesia para persuadir e convencer, preferem usar outro meio de persuasão: eles enviam homens-bombas como resposta — as flores vêm depois, para o enterro!

Os cristãos têm um ponto fraco: nada do que o Monstro estatal possa fazer parece irritá-los, indigná-los ou incomodá-los. Absolutamente nada. Além disso, não há homens-bombas entre os cristãos. Talvez seja por isso que o Estado alemão se sinta tão a vontade para fazer com os cristãos fiéis à Palavra de Deus o que jamais nem pensaria em fazer com os muçulmanos. As autoridades alemãs, com toda a sua vasta inteligência, enxergam o óbvio: é muito mais seguro mexer com cristãos do que com muçulmanos.

Um Estado covarde sabe muito bem demonstrar força e violência para os que não representam nenhum ameaça e perigo, mas nem pensa em mostrar semelhante atitude para indivíduos de sangue frio com o Alcorão na mão ou para espécies humanas problemáticas politicamente protegidas.

Preconceito e controle

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os homossexuais, os meios de comunicação e a elite socialista se mobilizariam para combater qualquer mínima expressão estatal de contrariedade ao movimento. O clamor social, orquestrado pela manipulação esquerdista, se levantaria contra tal preconceito e discriminação. Só a infeliz minoria cristã conservadora é que sofre o repúdio dos grupos esquerdistas que defendem os direitos humanos de todos, até mesmo de bandidos e baratas. Todos são defendidos — menos os que estão excluídos da lista politicamente correta dos agraciados e protegidos. Por acaso, são os evangélicos conservadores que são as principais vítimas dessa exclusão.

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os muçulmanos, também haveria violência e inflexibilidade, mas não por parte do governo. Os muçulmanos jamais deixariam de reagir, com sua característica violência, a uma ação governamental contra um de seus movimentos. Por isso, o que o governo alemão menos quer é causar aborrecimentos à população muçulmana. Mas não tem medo e vergonha alguma de causar aborrecimentos e perseguições a uma minoria evangélica conservadora que insiste em ser fiel aos ensinos e valores da Palavra de Deus. O clamor social que se indigna contra o preconceito aos homossexuais e muçulmanos se cala quando os discriminados e oprimidos são cristãos vítimas de um estúpido autoritarismo estatal.

Esse autoritarismo anticristão é antigo. Em 1937, o ditador Adolf Hitler declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.[1]

Os tempos mudaram e as declarações estatais mudaram a forma, porém o sentido, a ambição e a intenção em nada mudaram. Para forçar seu controle sobre a educação e as crianças, o moderno governo da Alemanha se utiliza de uma lei criada por Hitler. Essa lei foi feita especificamente para impedir que uma população predominantemente (e nominalmente) cristã tivesse a mínima chance de educar suas crianças em valores cristãos. Essa lei proíbe a educação escolar em casa na Alemanha desde o tempo do nazismo.

Hoje, o Estado não é tão descarado a ponto de exigir diretamente as crianças para si, como fez Hitler. Sua estratégia agora é defender “os melhores interesses” das crianças. Com essa bela camuflagem, o Estado age assim: se um menino quer estudar numa escola institucional, porém seus pais querem educá-lo em casa, o Estado intervém para proteger “os interesses” do menino. Se o menino quer estudar em casa, porém seus pais querem mandá-lo a uma escola institucional, o Estado intervém… para “apoiar os pais” ou, em outras palavras, para proteger suas próprias leis de direitos da criança! Se o menino quer estudar em casa e seus pais também querem essa educação para ele, a vontade do Estado não muda. O Estado protegerá suas leis de direitos da criança, quer o menino queira ou não, quer seus pais queiram ou não. É o Estado escondendo suas ambições de controle atrás de uma fachada esquizofrênica de defesa dos interesses das crianças. Essa “defesa” nada mais faz do que defender os próprios interesses estatais!

Por mais que as aparências possam enganar e esconder essa dura realidade, entre o Estado, pais e seus filhos, só um deles pode decidir livremente todos os direitos envolvendo a educação das crianças. Quando os pais querem dar aos filhos educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando as próprias crianças querem receber educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando o Estado exige que os pais mandem os filhos a uma escola institucional, o Estado também prevalece! Assim, as crianças aparentemente têm direitos. Os pais pensam que têm algum direito. Mas só o Estado julga quem tem o que — debaixo da proteção de suas próprias leis. Por que então o governo alemão deveria revogar a lei de educação de Hitler quando lhe serve tão bem em todos os seus propósitos com relação à educação?

O fato óbvio é que o Estado, assim como Hitler, bem entende a importância de se controlar as crianças e sua educação. É por isso que o governo da Alemanha não abre mão desse controle. A educação escolar em casa — na Alemanha, no Brasil ou outro lugar — sofre tanta oposição estatal e preconceito violento da esquerda simplesmente porque é um movimento predominante entre evangélicos que assumem o compromisso de transmitir a seus filhos os valores imutáveis e eternos da Palavra de Deus, sem a intromissão, contaminação e influência dos valores estatais.

Contudo, se a Alemanha é super-tolerante com terroristas muçulmanos e com o homossexualismo e a homossexualização de meninos, como explicar então sua extrema intolerância para com mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa?

O sonho de Hitler: governo mundial

Hitler sonhava com um governo mundial com a Alemanha ocupando o papel central de liderança. Ele nunca poderia prever a forma estranha como seu sonho viria a se cumprir.

Se no passado, sob o domínio do nacional socialismo (nazismo), a Alemanha queria um governo mundial, hoje a Alemanha trabalha para um governo mundial, tendo uma posição cada vez mais influente na defesa, promoção e implementação das políticas da ONU. Assim, embora tudo tenha mudado, nada realmente mudou no final.

Em sua ânsia de se destacar no cenário da nova ordem internacional, a Alemanha está disposta a tudo para agradar o governo mundial, inclusive sacrificar os inocentes e poupar os culpados. Como fiel discípula do sinistro “evangelho” da ONU, a Alemanha está determinada a demonstrar bondade, misericórdia e delicadeza aos piores terroristas muçulmanos — algo bem parecido com o que ocorre no Brasil, onde o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) impõe tratamento especial e plena impunidade para grandes assassinos e estupradores menores de idade.

Por pura coincidência, tanto a Alemanha quanto o ECA — que são submissos à agenda da ONU — não permitem poupar nem ter misericórdia de famílias evangélicas que ousem violar o controle do Monstro estatal sobre as crianças e sobre a educação. A Alemanha e o ECA deixam claro que, no que se refere à educação escolar em casa, as famílias evangélicas e suas crianças não têm direito algum à educação e aos valores cristãos. Onde entra a influência da ONU, as leis se pervertem. Os criminosos reais ganham o direito de escapar impunes e quem é tratado e perseguido como se fosse de fato criminoso são os inocentes. É assim que funciona a democracia da Besta do Apocalipse.

A ONU, assim como o nazismo, o socialismo e todos os outros sistemas ditatoriais, quer a todo custo as crianças — mais precisamente, quer o controle total de sua educação. Para que esse controle seja mundial, a ONU criou a Convenção dos Direitos da Criança, documento legal que impõe aos países o dever de “proteger” as crianças. E cada vez mais se vê que essa proteção inclui protegê-las dos valores cristãos e expô-las exclusivamente aos valores estatais. No Brasil, o ECA foi criado especificamente para refletir a Convenção dos Direitos da Criança. Assim, o governo mundial não está presente apenas na Alemanha; está também no Brasil.

Como serva do governo mundial, a Alemanha não tem escolha a não ser impor sobre as famílias evangélicas o nova ordem mundial. As ações violentas e cruéis do Estado alemão contra mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa são muito mais do que um mero comportamento estatal bárbaro e medieval. É um esforço consciente, junto com os burrocratas da ONU, de estabelecer um precedente para se proibir a educação escolar em casa no mundo inteiro. Com tal precedente, a violência estatal alemã contra a educação em casa será promovida como padrão pelas leis internacionais a serviço da ONU.

A Alemanha não só quer ser sede da ONU, mas também quer que suas próprias leis se inspirem nas diretrizes do governo mundial e ajudem a inspirar a nova ordem internacional. Grupos evangélicos nos Estados Unidos temem que legisladores esquerdistas e a própria ONU usem a proibição alemã à educação em casa como modelo para as outras nações. A Alemanha volta a se tornar o foco de preocupação para os cristãos no mundo inteiro.

A educação escolar em casa era uma ameaça ao nazismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao socialismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao governo mundial, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos.

É por isso que Hitler proibiu totalmente a educação em casa na Alemanha. É por isso que o governo alemão até hoje mantém-se fiel a essa proibição nazista. Nessa proibição, nazistas, socialistas e burrocratas da ONU abraçam-se e apóiam-se no mesmo objetivo de estabelecer o total controle sobre a educação e valores de todas as crianças.

Quem foi que disse que a Besta do Apocalipse ainda não apareceu?

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Nota:

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54463

Para mais informações sobre a situação na Alemanha, visite o Blog Escola em Casa.

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54695

Leitura recomendada:

Governo Mundial

A Marca da Besta

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famí­lias

O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças

O abuso estatal contra a ordem familiar

Paranóia alemã: crianças podem optar pelo homossexualismo, mas não podem optar por uma educação escolar cristã em casa