31 de janeiro de 2007

ONU aprova grupos homossexuais radicais

Bradford Short

NOVA IORQUE. O Conselho Econômico e Social da ONU (CESONU) recentemente concedeu uma posição oficial para três organizações não governamentais (ONGs) de direitos homossexuais: a Associação Nacional Dinamarquesa de Gays e Lésbicas, a Federação Alemã de Gays e Lésbicas e a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA). O CESONU concedeu posição de consultor para as ONGs de direitos gays, apesar do fato de que o Comitê sobre Organizações Não Governamentais recomendou que a ONU não as aprovasse, e apesar do fato também de que um dos grupos teve no passado ligações claras com organizações pró-pedofília.

A ILGA é provavelmente o grupo mais infame a ganhar do CESONU a posição de consultor. Uma “federação global de organizações e indivíduos que buscam” avançar os direitos gays, a ILGA foi várias vezes no passado rejeitada em sua ambição de ter um lugar oficial na ONU por sua conexão com um grupo de pedofilia chamado a Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos — North American Man/Boy Love Association (NAMBLA). A NAMBLA é provavelmente o maior grupo pró-pedofilia nos Estados Unidos. A ILGA disse que expulsou a NAMBLA, mas, de acordo com delegações da ONU, a ILGA se recusou a condenar o sexo entre adultos e crianças. A ILGA disse que “esses grupos haviam se unido à ILGA numa fase inicial de seu desenvolvimento, numa época em que a ILGA não tinha procedimentos administrativos adequados para examinar as constituições e políticas dos grupos que buscavam se tornar membros”. Essa declaração deu uma pausa nas delegações da ONU, pois o nome Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos deixa claro que o grupo promove sexo homossexual entre homens e meninos.

Outro grupo aprovado, a Associação Nacional Dinamarquesa de Gays e Lésbicas, considera-se uma organização que adota uma abordagem “conservadora” na defesa dos direitos homossexuais na Dinamarca. Isto é, eles declaram que seus esforços são “conservadores” porque os homossexuais dinamarqueses não “querem mudar o mundo”, mas “só querem igualdade”: tudo o que eles fazem é apóiar o “casamento” gay, a adoção para gays e leis que forcem as igrejas a abençoar as uniões homossexuais.

Vinte e três países do CESONU votaram a favor dos grupos homossexuais, enquanto 16 nações votaram contra, e 10 se abstiveram.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br, www.juliosevero.com

Fonte: Friday Fax / Radical Homosexual Groups Approved by UN with Bush Support, 28 de dezembro de 2006 | Volume 10, Number 2.

Três grupos homossexuais são aceitos como membros consultivos da ONU

Três grupos homossexuais são aceitos como membros consultivos da ONU

Grupos impulsionarão os esforços para que a ONU veja a orientação sexual e a identidade de gênero como direitos humanos

Gudrun Schultz

NOVA IORQUE, Estados Unidos (LifeSiteNews.com) — Três grupos de militantes homossexuais receberam a posição de consultores na ONU em dezembro de 2006, apesar das preocupações sérias com o histórico de ligação desses grupos com organizações que promovem a pedofilia.

A Associação Internacional de Gays e Lésbicas da Europa (ILGA-Europa), junto com dois grupos membros — a Associação Nacional Dinamarquesa de Gays e Lésbicas e a Federação Alemã de Gays e Lésbicas — receberam a posição de consultores diretamente do Conselho Econômico e Social da ONU (CESONU).

A posição de consultor dá às organizações não governamentais o direito de representarem seus próprios interesses na ONU e de participarem no trabalho da ONU.

“Exigimos o direito de não sermos discriminados com base em quem somos, como lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros”, disse Rosanna Flamer Caldera, co-secretária geral da ILGA, em resposta à decisão da ONU.

O CESONU rejeitou o relatório do Comitê sobre Organizações Não Governamentais (CONG) para
2006. Esse relatório pedia que o CESONU não aprovasse os grupos homossexuais.

As ações do CESONU foram criticadas por outros membros da ONU que não aceitaram a decisão de se anular a recomendação do CONG. O representante de Benin na ONU chamou o procedimento de “farsa” e disse que o CESONU “agiu em grande pressa e confusão geral” e “criou um precedente infeliz ao reduzir a autoridade das decisões do CONG”.

“O CESONU não deve se apressar para semear confusão para beneficiar certas organizações”, declarou o representante de Benin.

A ILGA ganhou posição de consultora na ONU em
1993, mas foi suspensa um ano mais tarde depois que a ONU descobriu que grupos promovendo sexo com crianças eram membros da ILGA, inclusive a Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA), que faz campanhas para legalizar o contato sexual entre homens e meninos.

O apoio da ILGA para iniciativas para se eliminar as leis de idade de consentimento sexual é também uma fonte de preocupação para os países conservadores da ONU. Em
1985, a ILGA aprovou uma resolução que declara que “os jovens têm o direito à autodeterminação sexual e social e leis de idade de consentimento muitas vezes funcionam para oprimir e não proteger”.

A ILGA tentou várias vezes obter de volta sua posição na ONU, sem sucesso.


Em janeiro de
2006 o CESONU de novo não aceitou como consultores a ILGA e a Associação Nacional Dinamarquesa de Gays e Lésbicas, depois que membros opostos na ONU não se convenceram de que essas entidades homossexuais não mais incluíam membros a favor da pedofilia.

Embora a ILGA dissesse que os grupos de pedofilia haviam sido expulsos, a organização se negou a apresentar uma lista de seus membros, afirmando que tal apresentação comprometeria membros em países em que o homossexualismo é ilegal.

A diretora executiva da ILGA-Europa, Patricia Prendiville, disse que a decisão da ONU de aceitar sua organização impulsionará os esforços dos ativistas homossexuais para conduzirem a ONU a ver a orientação sexual e a identidade de gênero como direitos humanos, que é também uma das principais metas da ILGA.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br, www.juliosevero.com

Fonte: Three Homosexual Activist Groups Gain Previously Denied UN Consultative Status, LifeSiteNews.com, 14 de dezembro de 2006.

29 de janeiro de 2007

Governo Lula tenta tornar o sexo homossexual um direito humano desde a América do Sul até a América do Norte

Governo Lula tenta tornar o sexo homossexual um direito humano desde a América do Sul até a América do Norte

Gudrun Schultz

WASHINGTON, D.C., Estados Unidos (LifeSiteNews.com) — Uma proposta do governo Lula que torna a orientação sexual um “direito inalienável” com plena proteção de direitos humanos está sob consideração na Organização dos Estados Americanos (OEA), denunciou recentemente Focus on the Family, do Dr. James Dobson.

O documento especificamente identifica a orientação sexual e “identidade de gênero”, inclusive escolhas de identidade bissexual e transgênero, como direitos humanos.

“O documento diante da OEA menciona orientação sexual 15 vezes”, disse Thomas Jacobson, representante de Focus on the Family na ONU. “Além disso, o documento contém termos como ‘crimes de ódio’ e linguagem camuflada favorecendo o aborto”.

“O recado dessa proposta é que alguém pode praticar qualquer espécie de conduta sexual que seja consensual com qualquer outra pessoa”, disse Jacobson, “sem nenhuma referência a casamento, sem nenhuma referência à responsabilidade com os filhos que resultarem dessa união e sem limite algum nos tipos de conduta”.

O governo Lula apresentou a proposta para a OEA depois que seus embaixadores não tiveram sucesso com sua resolução semelhante na ONU em 2003, 2004 e 2005. A OEA inclui 34 países do Norte, Centro e Sul do continente americano, inclusive o Canadá, EUA e México.

“Quando os embaixadores do Brasil prepararam a resolução, eles disseram que queriam proteger direitos humanos que não estavam sendo protegidos em outros documentos — eles queriam proteger novos direitos — e especificamente mencionaram a orientação sexual”, disse Jacobson. “Orientação sexual é uma palavra código para proteger os direitos homossexuais, mas não se limita aos direitos homossexuais”.

“Nos últimos três anos, a ONU passou a considerar a orientação sexual como significando gays e lésbicas — mas também bissexuais e transgêneros. Inventaram também o termo ‘identidade de gênero’. O governo brasileiro, em seus esforços de promover o reconhecimento internacional de ‘direitos’ homossexuais, vem sofrendo influência pesada da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos”.

Yuri Mantilla, diretor de assuntos governamentais internacionais de Focus on the Family, relata que a campanha pró-homossexualismo é muito mais profunda do que parece: “O que está acontecendo aí é um confronto de cosmovisões, um confronto de idéias e um confronto de ideologias”.

Mantilla disse que o debate acerca do homossexualismo ilustra o conflito crescente entre as nações secularistas, relativistas morais, onde a orientação sexual e o aborto são classificados como direitos humanos, e as nações que sustentam “uma perspectiva bem clara e correta da lei natural acerca de direitos humanos”.

“Esperamos que [a resolução do Brasil] não prevaleça”, disse Mantilla. “Esperemos que as nações da América Latina e os Estados Unidos compreendam que essa resolução é uma opinião extremista da realidade e que esse tipo de linguagem não deveria estar num tratado internacional — e não deveria ser aprovado, do jeito que está agora”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br, www.juliosevero.com

Fonte: “Brazil-Backed Treaty Seeks to Make Homosexual Sex a ‘Human Right’ in North and South America”, LifeSiteNews.com, 12 de dezembro de 2006.

O Judaísmo se une ao Vaticano para combater a campanha internacional para legalizar o casamento gay

O Judaísmo se une ao Vaticano para combater a campanha internacional para legalizar o casamento gay

Cassidy Bugos

ROMA (LifeSiteNews.com) — Numa mudança que os judeus ortodoxos afirmam marca um “novo ecumenismo” com Roma, um emissário especial da Aliança Rabínica da América, que representa 850 rabinos ortodoxos, se reuniu numa reunião de emergência com autoridades do Vaticano em Roma em 2 de janeiro para discutir maneiras de bloquear a promoção mundial do “casamento” homossexual.

Em particular eles queriam coordenar com Roma um modo de parar a legislação de união civil proposta pelo governo italiano, que poderia aparecer como um projeto de lei no Senado italiano no fim de Janeiro.

Numa recente conferência de imprensa o Rabino Yehuda Levin, um dos principais representantes da Aliança Rabínica, declarou que essa legislação marca “a tentativa mais recente do movimento homossexual mundial de impor seus valores amorais numa sociedade normativa. Não mais podemos responder a essas pressões de modo fragmentado. Uma liderança religiosa revigorada precisa reafirmar seu papel de proteger a família”.

“Apoiamos o chamado do Papa para derrotar a legislação de união civil homossexual ora pendente no legislativo italiano. Isso é casamento gay, com outro nome. Como casamento gay, essa união civil mina o lugar especial do casamento na vida de decentes pessoas de família”, disse Levin.

Aliás, embora o governo italiano esteja fazendo campanhas para legalizar as uniões civis homossexuais, parece que o cidadão italiano comum não apóia seu governo na questão da união civil. Uma pesquisa de opinião pública de 2005 revelou que 70 por cento não aceitariam o “casamento” gay. Uma pesquisa ainda mais recente perguntou a 30 mil cidadãos da União Européia se eles tolerariam o “casamento” homossexual, e 49 por cento respondeu que não.

Que tantos europeus permaneçam opostos ao casamento homossexual e às uniões civis indica que o estilo de vida homossexual se opõe a convicções ainda mais fundamentais do que as diferenças religiosas. O Rabino Levin respondeu aos que demonstraram surpresa com o fato de que os judeus ortodoxos tenham decidido trabalhar tão intimamente com o Vaticano. Ele disse:

“Sabe-se bem que nós, judeus ortodoxos, não temos permissão de nos envolvermos com debates teológicos com outras religiões. Contudo, temos de nos unir com o Vaticano, e com outros que defendem a família, para que não terminemos como Sodoma e Gomorra. Temos de nos unir e agir na ofensiva contra aqueles que buscam minar os valores dados por D’s que formam a base da sociedade”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br, www.juliosevero.com

Fonte: Judaism Teams With Vatican to Counter Worldwide Homosexual ‘Marriage’ Push, LifeSiteNews.com, 3 de janeiro de 2007.

Falece Harald Bredesen

Falece Harald Bredesen

Harald Bredesen, conhecido por muitos americanos como o “Mr. Charisma”, morreu em 29 de dezembro de 2006 num hospital de Escondido, Califórnia, depois de sofrer complicações de uma queda em seu lar em 26 de dezembro. Ele estava com 88 anos. Ministro luterano ordenado, Bredesen foi batizado no Espírito Santo em 1946 num acampamento pentecostal. Mais tarde, ele conduziu pessoas famosas a ter uma experiência carismática, inclusive o ator e cantor Pat Boone, o escritor John Sherrill e o fundador da Christian Broadcasting Network (CBN), Pat Robertson, conhecido no Brasil pelo programa evangélico de TV Clube 700, veiculado desde 1978.

“Ele serviu ao Senhor num ministério global, conduzindo muitos à plenitude do Espírito Santo, e colocou um exemplo para todos nós com sua ousadia e alegria perpétua”, disse Robertson. “Ele foi um amigo querido e amado irmão em Cristo”. Conhecido também como ministro para os líderes mundiais, Bredesen fundou o Prêmio Príncipe da Paz, que foi entregue a Billy Graham, Madre Teresa e o presidente egípcio Anwar Sadat, que disse que o prêmio foi o mais importante do que seu Prêmio Nobel da Paz. Bredesen é também considerado como o criador do termo “renovação carismática”. Ele deixa sua esposa Genevieve, seus quarto filhos e cinco netos.

Fonte: Streams of Revival from Charisma, 2 de janeiro de 2007.

19 de janeiro de 2007

Ator Sylvester Stallone se converte e fala sobre Jesus em seu novo filme

Ator Sylvester Stallone se converte e fala sobre Jesus em seu novo filme

Gudrun Schultz

LOS ANGELES, Califórnia, 12 de janeiro de 2006 (LifeSiteNews.com) — Sylvester Stallone, famoso pelos filmes “Rocky” e “Rambo”, voltou a suas raízes cristãs, numa experiência de conversão que ele diz o libertou das pressões do mundo.

“Quanto mais vou à igreja”, disse Stallone, de acordo com o boletim CitizenLink de Focus on the Family, “e quanto mais me entrego ao processo de crer em Jesus e escutar Sua Palavra e deixá-Lo me guiar no que faço, mais sinto como se as pressões sumissem de cima de mim”.

O novo filme de Stallone, Rocky Balboa, é o mais recente filme e o último capítulo na série de filmes “Rocky”, refletindo a convicção do ator de que a vida é sobre seguir Cristo, não sobre enfrentar batalhas sozinho.

“É como se [Rocky] estivesse sendo escolhido, como se Jesus estivesse sobre ele, e como se ele fosse o cara que viveria sempre o exemplo de Cristo”, Stallone disse numa conferência com pastores e líderes religiosos no ano passado. “[Rocky agora] é muito, muito perdoador. Não há amargura nele. Ele sempre vira a outra face. É como se sua vida inteira fosse sobre servir”.

“Fui criado num lar católico, um lar cristão, e ia para escolas católicas e aprendi a fé cristã e fui até onde consegui”, disse Stallone. “Até que um dia, sabe, entrei no tão chamado mundo real e conheci a tentação. Praticamente me desviei do caminho e fiz uma porção de escolhas erradas”.

Stallone disse que ele quer comunicar para as audiências a importância de freqüentar a igreja e receber apoio no compromisso de viver a fé cristã.

“Precisamos ter a experiência e a orientação de outra pessoa”, disse ele. “Não podemos treinar a nós mesmos. Sinto do mesmo jeito acerca do Cristianismo e acerca do que a igreja é: A igreja é a academia de ginástica da alma”.

A estória de um Rocky que sente culpa espiritual e lê a Bíblia antes de cada luta foi escrita pela própria experiência de vida do ator, disse Stallone.

“A maior parte dos meus filmes anteriores era cheia de sangue”, ele declarou para o jornal San Francisco Chronicle. “Eles eram os resultados criativos de minha juventude, quando meu casamento não estava indo bem e me sentia seduzido pelas tentações de Hollywood”.

“Precisei realmente passar por meus testes e tribulações”, ele disse, “antes que eu pudesse ser homem o suficiente para saber escrever o tipo de estória que ‘Rocky Balboa’ é”.

Stallone desenvolveu um kit de recursos grátis para líderes, em associação com Motive Entertainment, para ajudar os pastores e líderes de igreja a utilizar a mensagem cristã do filme. O kit inclui um guia de líderes (grátis por download) que lida com as questões de coragem, integridade, fé, vitória e propósito, relatou o jornal Christian Examiner. O guia tem várias abordagens feitas para suprir as várias necessidades dos pastores, líderes de jovem, líderes de ministérios de leigos e pais.

A primeira atuação de Stallone do personagem “Rocky” em seu roteiro do mesmo nome rendeu ao filme um Oscar em 1976.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: LifeSiteNews.com, 12 de janeiro de 2007.

17 de janeiro de 2007

Meu artigo em inglês já está online!

Meu artigo em inglês já está online!

Já está acessível, em inglês, a versão online do meu artigo Behind the Homosexual Tsunami in Brazil, publicado originalmente no boletim The Religion & Society Report. Quem quiser acessar a versão integral, é só clicar aqui:

http://www.profam.org/pub/rs/rs.2305.htm

Fome e sede da justiça de Deus

Fome e sede da justiça de Deus

Julio Severo

Dias atrás, quando eu estava orando de madrugada, o Espírito Santo me trouxe fortemente à mente uma passagem: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos”. (Mateus 5:6)

Quando não temos alimento, sentimos fome. Quando não temos água, sentimos sede. Somente pessoas com grave doença terminal não sentem fome.

Contudo, e quando não há justiça, o que sentimos? Ou o que deveríamos sentir?

No Brasil atual, predomina a injustiça: um governo claramente corrupto que se tornou famoso em sua promoção de políticas homossexuais. Um povo que sabe dos males do governo e reclama, mas no final vota nas próprias pessoas que usam o governo para roubar e saquear.

Caberia ao povo de Deus se levantar profeticamente contra essa injustiça aos olhos de Deus, mas seus líderes no Brasil estão acomodados, prosperando às custas das ovelhas enquanto as igrejas adoecem e o Brasil perece.

Entretanto, Deus promete: Os que têm fome e sede da justiça de Deus serão completamente satisfeitos!

O que fazer então diante das muitas injustiças no Brasil e nas igrejas? Orar, jejuar, gemer e clamar constantemente estas orações:

“Senhor, tenho fome e sede da tua justiça no governo do Brasil, onde muitos só pensam em dinheiro e roubar!”

“Senhor, tenho fome e sede da tua justiça no governo do Brasil, onde muitos só pensam em aborto, homossexualismo e outras perversões!”

“Senhor, tenho fome e sede da tua justiça no governo do Brasil, onde um homem que não consegue governar seus impulsos alcoólatras está governando toda uma população!”

“Senhor, tenho fome e sede da tua justiça nas igrejas evangélicas do Brasil, onde muitos pastores e líderes só pensam em enriquecer às custas das inocentes ovelhas!”

“Senhor, tenho fome e sede da tua justiça nas igrejas evangélicas do Brasil, onde muitos pastores e líderes só pensam em explorar!”

Clame essas orações constantemente, pois Deus diz:

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”. (2 Crônicas 7:14)

Quando a justiça de Deus se manifestar no Brasil, os maus nas igrejas e no governo serão destituídos de suas posições de liderança e os justos serão honrados e elevados a essas posições.

Fonte: www.juliosevero.com.br

O que está por trás da campanha estatal pelos “direitos das crianças”

O que está por trás da campanha estatal pelos “direitos das crianças”

Julio Severo

Algum tempo atrás, o título de capa de uma revista nacional dizia: “CRIANÇA FELIZ, isso é um trabalho do Conselho Tutelar”. Logo na primeira página, uma charge mostrava um pai de castigo, enquanto o filho se gabava para uma coleguinha: “Depois que eu descobri meus direitos, é assim: não cumpriu, tem que pagar. O castigo de hoje é porque ele esqueceu de ir me ver na peça da escola”.

Na Palavra de Deus, a felicidade da criança está fundamentalmente ligada à sua obediência aos pais: “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo”. (Efésios 6:1)

Contudo, quando a sociedade e aqueles que a governam rejeitam os valores de Deus, o que predomina é a inversão. Embora a Bíblia e suas leis estejam sendo rejeitadas, outras leis estão lhes tomando o lugar, usurpando o próprio centro sagrado que só Deus e sua Palavra deveriam ocupar na vida das famílias. O mandamento agora é: “Vós, pais, sede obedientes a vossos filhos, porque isso é o que o governo exige de vós”.

No caso da Bíblia, os pais recebem orientação específica de punir, disciplinar e castigar os filhos desobedientes. No caso politicamente correto, a própria charge do pai em castigo já mostra quem manda em quem. Os Conselhos Tutelares existem para cumprir uma função bem mais ampla do que só castigar criminosos contra as crianças: incentivam os filhos a delatar os pais por tudo o que o governo não aceita. A charge indica que o simples fato de um pai ou mãe não ir à escola ver o filho numa peça já pode ser motivo de castigo.

A missão do Conselho Tutelar é cumprir as determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA foi criado para atender às exigências da ONU, pois o Brasil assinou em 1989 documento da ONU se comprometendo a implementar no Brasil a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. Vale lembrar que até hoje o governo dos EUA não assinou esse documento, por pressão de grupos evangélicos, que vêem na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança um instrumento que deixa as famílias debaixo do injusto e cruel controle e supervisão estatal.

Assim, um pai pode ser castigado por não ir ver o filho numa peça na escola, enquanto que ninguém é castigado quando o governo faz parceria com grupos homossexuais para que os temas homossexuais sejam apresentados na escola de acordo com a perspectiva dos ativistas gays. Um pai ou mãe também poderá ser castigado se resolver não levar o filho a uma aula com assuntos abordando a homossexualidade nessa perspectiva?

No Brasil, em dicionários e literatura acadêmica até recentemente, homossexualismo sempre foi sinônimo de pederastia — que é um homem ter sexo com meninos. Por isso, ninguém tinha dúvida das ligações escuras do homossexualismo com apetites sexuais de homens por meninos. As dúvidas nessa questão são um fenômeno moderno, com o Estado ocupando um lugar proeminente em iniciativas para desviar a população da aversão natural ao homossexualismo e incentivá-la a olhar o homossexualismo com respeito. O homossexualismo e sua ameaça sexual aos meninos passam da categoria de anormalidade para normalidade. É uma inversão devidamente alimentada por tolices estatais.

Enquanto os pais são castigados por questões mínimas, os militantes homossexuais têm acesso a crianças na escola, ganhando até mesmo a liberdade de ensinar sobre sexualidade e valores “morais”. Mesmo alegando trabalhar pela proteção das crianças, tanto o ECA quanto os Conselhos Tutelares nada fazem para proteger as crianças de predadores homossexuais. Tal fato não é estranho, pois na verdade o ECA tem como função no final das contas garantir a proteção dos melhores interesses do Estado, não da família. E, como todos sabem, o Estado brasileiro jamais foi tão pró-homossexualismo como hoje.

Na mesma revista com a manchete “CRIANÇA FELIZ, isso é um trabalho do Conselho Tutelar”, uma defensora do ECA e dos Conselhos Tutelares foi entrevistada, e a seguinte pergunta lhe foi feita: “Quais são as violações mais graves dos direitos da criança e do adolescente?” Ao que ela responde: “Todas as violações dos direitos são graves. Em relação ao direito à educação… no Brasil, apenas 13% das crianças entre 0 e 3 anos têm acesso à creche. À pré-escola, para crianças de 4 a 6 anos, de 35% a 40% não têm acesso”.

Em outras palavras, se no Brasil apenas 13% das crianças entre 0 e 3 anos têm acesso à creche, a idéia implícita é que todas as outras crianças também precisam desse “direito”! Não se iluda: os defensores dos direitos das crianças têm como meta institucionalizar as crianças o mais cedo possível, isto é, o quanto antes enviar o maior número possível de bebês e crianças novas às creches e escolinhas a fim de educar sistematicamente a nova geração no “evangelho” do humanismo. A meta final é tirar todas as crianças do lar e institucionalizá-las.

Os grupos feministas e socialistas — que tanto amor têm pelas crianças que apóiam o aborto e a adoção homossexual — exigem que o Estado garanta creches para todas as crianças. Pesquisas mostram que crianças criadas em creche não têm um desenvolvimento tão saudável quanto as crianças que são criadas no próprio lar com um pai e mãe. Mas a preocupação dos extremistas feministas e socialistas não é o bem estar das crianças no final das contas, mas o bem estar do Estado.

Esses extremistas pensam que as creches serão inevitáveis, pois o Estado assistencialista sobrecarrega tanto os trabalhadores com impostos pesados que os maridos fatalmente acabarão não tendo condições de sustentar a família, obrigando assim a esposa a entrar no mercado de trabalho e colocar os filhos na creche. É uma revolução imensa de transformação social, e os engenheiros sociais do ECA sabem aonde querem de fato levar as crianças e adolescentes: todos debaixo do controle e doutrinação sistemática do Estado.

Direitos — cuidado com esse termo!

Quando pensamos em direitos, logo imaginamos que é algo que nos permite escolher utilizá-los ou não. Por exemplo, se a lei diz que temos o direito de ir e vir, isso significa que, se quisermos, podemos ir até um cinema ou igreja. Se não quisermos, não vamos. Mas não é bem assim que o governo interpreta suas leis mais fundamentais aos seus objetivos. Quando o ECA (que representa ocultamente todas as ambições estatais de controle sobre as famílias) diz que as crianças têm direito à educação, significa pura e simplesmente que o Estado está obrigando os pais a mandar os filhos a escolas aprovadas pelas normais estatais. De novo, não se iluda: o que o ECA fala sobre educação nada tem a ver com educação. Tem a ver com doutrinação. Pais cristãos no Brasil que se esforçam para garantir o legítimo “direito à educação” vêm sofrendo perseguições e humilhações das autoridades meramente porque escolheram, com muito sacrifício e amor a Deus, dar aulas escolares aos filhos em casa. Se o suposto interesse do ECA e outras leis estatais fosse de fato proteger o “direito à educação”, o ECA seria o maior defensor da educação escolar em casa, pois, para as famílias evangélicas que fazem essa opção, a educação em casa tem como alvo oferecer uma educação melhor do que a educação pública.

Entretanto, é na escola, longe da supervisão dos pais, que a criança pode ser involuntariamente — e obrigadamente — exposta a aulas sobre homossexualismo e outras perversões sexuais, a conceitos deturpados da realidade política do Brasil, às religiões afro como pura cultura dos descendentes de africanos e a muitas outras questões politicamente corretas. Entre a educação pública e a educação escolar em casa, o Estado escolhe não dar chance nenhuma nem para famílias nem para crianças, pois o que está em jogo é muito mais do que um suposto “direito à educação”. O que está em jogo é o direito de doutrinar a futura geração. E o Estado — com a devida cobertura do ECA e outras leis camaleônicas — não abrirá mão desse direito.

No entanto, logo que se traz à tona os perigos e ameaças do ECA à família, seus defensores (e assalariados) logo se levantam para destacar que o ECA é importante para combater a exploração sexual de meninos e meninas. Nada como um apelo ao sentimento popular de proteção às crianças. Ninguém é a favor de tal exploração. Mesmo antes do ECA, ninguém, nem as leis, eram a favor. Mesmo depois da introdução do ECA, a exploração sexual continua. Não só física. Afinal, quem poderia imaginar que, com toda a verborragia do ECA sobre direitos da criança, os ativistas homossexuais conseguiriam no Brasil obter o “direito” de adotar crianças? Quantos donos de redes de televisão os Conselhos Tutelares levaram à justiça pelo crime de exibir programas altamente eróticos em horário facilmente acessível ao público infantil? Se isso não é exploração, então o que é?

Por traz de sua propaganda de proteger os “direitos” da criança, na verdade o ECA muitas vezes acaba se revelando completamente inútil contra as forças que mais representam abuso e exploração das crianças. O ECA é impotente diante da mídia erotizadora. Por outro lado, os pais que não são exploradores sexuais nem criminosos são impotentes diante de toda a ideologia abusadora que o ECA representa.

Os Conselhos Tutelares teriam uma função digna se se ocupassem apenas com casos reais de violência e abuso e se protegessem as crianças em gestação da ameaça do aborto e protegessem as crianças nascidas de serem adotadas por homossexuais. A realidade é que não existem exemplos de Conselhos Tutelares livrando crianças do aborto ou protegendo-as de casais de ativistas homossexuais. Mesmo que acreditássemos que esses órgãos deveriam existir pelo menos para deter a exploração sexual de meninas e meninos, ainda assim seu papel seria duvidoso, pois os poderosos sempre saem ilesos. Não se conhece um único caso onde o ECA ou um Conselho Tutelar tenha usado sua força estatal para proibir a programação erotizadora da TV e castigar criminalmente seus responsáveis.

E, como não poderia deixar de ser, a revista com o tema “CRIANÇA FELIZ, isso é um trabalho do Conselho Tutelar” aborda, com satisfação, alegria e elogio, a aprovação da lei da deputada do PT Maria do Rosário, que proíbe os pais de utilizarem qualquer tipo de disciplina física nos filhos. Não só proíbe, mas prevê castigos para os pais infratores.

A Palavra de Deus orienta os pais de forma claríssima: “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”. (Provérbios 13:24) Contudo, a revista pró-ECA mencionou que o castigo físico é “abominação”.

Interessante a inversão. Maria do Rosário, a autora da lei que castiga os pais disciplinadores, não só é uma feminista que apóia o aborto, mas também o homossexualismo, que é classificado por Deus como abominação: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é”. (Levítico 18:22)

Abominação é apoiar leis que dão aos ativistas homossexuais o direito insano de adotar crianças. Abominação é apoiar leis que dão às mulheres o direito insano de “interromper a gravidez” — matar a criança inocente abrigada em seu ventre. Entregar crianças nas mãos de homossexuais e entregá-las à exterminação do aborto são grandes crimes — para quem ainda tem alguma sanidade.

Mas a insanidade hoje é a regra, não a exceção. No que depender de gente como Maria do Rosário, o que é abominação se torna direito, e o que é correto aos olhos de Deus, é abominação aos olhos dela! No que depender do ECA e dos Conselhos Tutelares, esse tipo de insanidade tem toda razão. Mas Deus tem uma opinião pessoal sobre eles: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Isaías 5:20)

No que depender dos insanos e suas leis, os predadores homossexuais nada têm a temer em seus esforços de adotar crianças. No que depender deles, as feministas que pregam o direito ao aborto nada têm a temer também, nem os médicos ambiciosos que lucram com o comércio de derramar sangue inocente. Os proprietários dos meios de comunicação nem precisam se incomodar com a questão, pois seu direito de transmitir programas erotizadores em qualquer horário do dia é assegurado pela insanidade estatal. Quando o problema envolve esses proprietários bilionários, o Estado nem se lembra de colocar os reais interesses das crianças acima da exploração sexual promovida pela mídia. O dinheiro dos poderosos compra o descaso dos políticos e legisladores. Só os pais é que deverão temer, pois em sua meta de criar monstros e monstrinhos, o Estado usará e abusará de suas leis de direitos da criança para introduzir nas famílias o próprio caos que o governa — ganhando até mesmo a colaboração dos poderosos na nobre responsabilidade de “proteger” as crianças. Assim, vence a hipocrisia, vence o Estado ardil, vencem os donos da mídia, restando à família o último lugar — o lugar dos vencidos, despojados, maltratados e sujeitos a todos os caprichos dos vencedores

Os profetas e profetisas da insanidade estatal estão descaradamente se levantando contra Deus e contra as famílias.

Onde estão os corajosos profetas e profetisas da sanidade moral?

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Importantes artigos para leitura:

Governo Mundial

O abuso estatal contra o ordem familiar

Testemunho profético de um jovem ex-homossexual

Testemunho profético de um jovem ex-homossexual

Recebi, há mais de um ano, este testemunho de um jovem. Depois de um mês, uma grande perseguição se levantou contra mim, exatamente como ele viu. Vale a pena ler.

Aproveito para pedir sua cobertura de oração!

Julio Severo

----- Original Message -----

From:

To: juliosevero@hotmail.com

Sent: Monday, October 31, 2005 7:02 PM

Subject: IRMÃO, DEUS TE RECOMPENSE. SOU UM EX- HOMOSSEXUAL.

Deus realmente não só liberta dos atos, mas também transforma a natureza homossexual em heterossexual. Porém, toda transformação (referente a qualquer tipo de pecado) pode cair por terra, isto é, ser perdida, se o indivíduo não permanecer acreditando que só será um ser natural enquanto estiver vivendo por meio do poder de Deus (do Espírito Santo) e realmente assim estiver vivendo. Jesus diz: “...sem mim, nada podeis fazer...” (João cap. 15).


Amado escritor e irmão em Cristo Júlio Severo, realmente suas palavras escritas nessa sua obra literária são edificantes e muito me ajudaram e me motivaram a permanecer na videira verdadeira, o messias, para não perder o grande presente sobrenatural e miraculoso que de Cristo Jesus, meu Senhor e Deus, recebi: transformação completa... nos atos e nos fatos de que por dentro (na minha nova natureza) sou outra pessoa, uma pessoa normal, natural, heterossexual e verdadeiramente feliz com Deus habitando em mim.


Não sou Deus e nem posso me transformar, todavia, tenho Deus em mim por seu Espírito Santo. Todos que crêem em Jesus Cristo e nas suas palavras vivas podem receber tal Espírito, todo poderoso e real, e por esse mesmo Espírito serem transformados e, cada vez, mais aperfeiçoados até se tornarem santos com um corpo também transformado: um corpo semelhante ao do próprio Cristo e de seus anjos.

Não te conheço, amado de Deus (Júlio Severo), mas saibas que grande é a fúria do diabo contra tua pessoa; porém podes ficar certo que nenhum ataque estratégico de satanás contra a tua vida funcionará e viverás até quando nosso Deus permitir: o que quero que entendas é que Deus te diz: “Mesmo perseguido, não morrerás enquanto não acabares a tua grande tarefa na face desta terra, tarefa esta que o próprio Papai celestial te entregou e a ti confiou”.

A paz do Senhor seja contigo... é o meu desejo. Amém.

Observação: deixe meu nome no anonimato; use (se assim quiseres) só as minhas palavras, sem me identificar. talvez, em algum dia, nos conheçamos pessoal e presencialmente.

12 de janeiro de 2007

A Religião dos Liberais-Esquerdistas

A Religião dos Liberais-Esquerdistas

Augustus Nicodemus

Em 1923 J. Gresham Machen publicou Cristianismo e Liberalismo , em que mostrou claramente que o liberalismo teológico era uma religião, e uma bem diferente do Cristianismo. Apesar da denúncia, a religião dos liberais cresceu e permeou todas as áreas do mundo ocidental moderno cristão, particularmente a política. Uma obra recente que delineia a religião do liberalismo político e sua influência é Godless -- The Church of Liberalism [Sem Deus -- A Igreja do Liberalismo] de Ann Coulter. Comprei o livro (ainda não traduzido) e aproveitei minhas férias aqui em Recife para lê-lo (foto). Já estou chegando ao fim e também a algumas considerações sobre o seu conteúdo.

Ann Coulter é uma cristã que freqüenta com alguma regularidade a Redeemer Church, do Tim Keller, pastor presbiteriano conhecido nosso nos Estados Unidos. Republicana, conservadora, Coulter é advogada, jornalista, colunista de diversos periódicos americanos e escritora de sucesso, com vários livros na lista de best-sellers do The New York Times, inclusive esse último. Ann Coulter é uma crítica mordaz, ferrenha e destemida dos democratas-liberais esquerdistas americanos, aos quais se refere abertamente como retardados, traidores, covardes e inimigos de Deus, do Cristianismo e da América. Godless é voltado para o público americano e expõe a falácia e incoerência dos principais pontos defendidos pelos liberais democratas americanos, naquilo que Coulter chama de "a Igreja do liberalismo". Podemos ter alguma dificuldade no entendimento de suas teses porque para a maioria dos brasileiros todos os americanos são apoiadores do Bush, direitistas e retardados. Apesar da linguagem ácida e debochada (eu provavelmente não liberaria comentários dela aqui no blog...) Coulter é extremamente bem informada e usa essas informações com muita inteligência – apesar de ser loura e usar uma mini-saia – e com uma ironia fina que arranca risadas freqüentes dos leitores (que concordam com ela, é claro). Tudo isso é empregado de maneira eficaz para detonar a religião do liberalismo político e expor seus defensores. Entre as risadas que dei lendo o livro na rede à beira-mar, aprendi que existe uma extraordinária semelhança entre a religião dos democratas-liberais esquerdistas de lá e aquela dos esquerdistas daqui. Menciono algumas, lembrando que aqueles que ela chama de liberais no contexto americano equivale mais ou menos aos esquerdistas do Brasil. Também não preciso dizer que apesar de generalizar, estou consciente de que há várias exceções.

1. Os liberais-esquerdistas são contra a punição de malfeitores como estupradores, assassinos, assaltantes a mão-armada e terroristas. Por não acreditarem no estado de queda e depravação moral e espiritual em que os homens vivem, defendem a possibilidade de reabilitação dos piores criminosos mediante a melhoria da auto-estima deles, programas de reabilitação administrados pelo Estado e psicólogos profissionais. São contra prisão perpétua, pena de morte, e a construção de mais prisões e detenções. São a favor de indultos, diminuição de pena e de devolver à sociedade bandidos perigosos para que se reintegrem e se tornem bons cidadãos. Esse seria um dos mandamentos da religião do liberalismo: "não punirás o malfeitor".

2. Os mártires da religião liberal-esquerdista são geralmente esse pessoal. Nos Estados Unidos, assassinos seriais como Ted Bundy ganham fã-clube e seguidores, além de defensores entre homens e mulheres públicos. Recentemente, o estuprador e assassino Willie Horton ganhou notoriedade e milhares de defensores porque seus crimes foram considerados como armação de brancos preconceituosos – Horton é afro-descendente. Na mídia mundial liberal, Saddam Hussein já começa a tomar os contornos de herói e mártir.

3. O ponto de honra da religião liberal-esquerdista é o aborto, equivalente a um sacramento. Liberais-esquerdistas fazem o seu principal cavalo de batalha do direito da mulher abortar em qualquer período da gestação. Coulter diz que a razão é que os liberais odeiam os seres humanos e querem destruir o maior número possível de fetos. Nessa mesma linha, defendem o casamento gay porque gays não se reproduzem.

4. Os templos da Igreja liberal-esquerdista são as escolas públicas e os sacerdotes são os professores. Os liberais conseguiram transformar a rede pública de ensino em templos onde sua religião secularista-humanista-evolucionista é ensinada, onde o Cristianismo é proibido, onde nossos filhos aprendem desde cedo que a sexualidade precoce é natural, que ser gay é OK, que é legal usar camisinha e o "liberou-geral", tudo isto à custa dos impostos pagos inclusive por aqueles que não mandam filhos para as escolas públicas e nem aceitam essas premissas ou a religião dos liberais. Aqui no Brasil, isso se estende à esfera governamental, com seus anúncios permissivos pagos com nossos impostos, bem como às universidades públicas.

5. Os liberais-esquerdistas são inimigos da ciência que considera as realidades de Deus, e se pudessem, queimariam todos os livros verdadeiramente científicos, como no passado houve queima de Bíblias. A religião liberal só aprecia a ciência quando ela aparenta contradizer o Cristianismo histórico. Toda vez que a ciência contradiz algum dogma da sua religião, os liberais estão prontos a reagir, protestar, desautorizar e renegar o valor das pesquisas e conclusões. Fizeram isso quando pesquisas científicas feitas por cientistas de Harvard, Cambridge e outros, mostraram que o QI das pessoas é genético (isso desbanca o dogma da igualdade de todas as raças por causa da evolução), que os homens são mais aptos para ciência e engenharia do que as mulheres (isso ataca o dogma da igualdade plena homens e mulheres), que o vírus da AIDS discrimina mesmo, atacando gays em 90% dos casos comprovados de AIDS (isso ameaça o dogma que ser gay é normal e natural e até desejável), que o aquecimento global não é tão sério como os ambientalistas – geralmente liberais-esquerdistas – propagam (isso ataca o dogma de que a vida humana tem menos valor que o meio-ambiente), que células-tronco de adultos são eficazes e têm já produzido efeito na cura de doenças graves, muito mais que o uso de células tronco de embriões (isso ataca o sacramento liberal de exterminar com o maior número possível de fetos), e por ai vai.

6. A premissa fundamental da religião liberal é a teoria da evolução. Apesar de 150 anos terem decorrido desde a publicação de Origem das Espécies os liberais continuam sem evidências fósseis da seleção natural e da evolução de uma espécie em outra mais adaptada. Quanto mais mergulhamos no conhecimento profundo do mundo e suas maravilhas, menos e menos plausível o evolucionismo se torna, a ponto de cientistas ateus, que rejeitam a evolução, procurarem outras alternativas para a origem da vida (que tal incluir Deus entre as opções?). Apesar de tudo, evolucionismo é dogma intocável e não passível de discussão nos templos liberais do ensino público. A única religião e a única fé que os liberais realmente desejam excluir das escolas e universidades é o Cristianismo. A religião que continua a defender pela fé o evolucionismo é mantida, nutrida e ensinada aos nossos filhos, usando nossos impostos.

Posso não concordar com o estilo mordaz de Coulter e nem com algumas colocações bem mais radicais do que estou pronto a endossar, mas estou impressionado com a percepção clara que ela tem daquilo que está realmente em jogo. A Igreja do liberalismo-esquerdista está no Brasil também, com seus templos, sacerdotes, dogmas e sacramentos. Em contraste com os Estados Unidos, cristãos históricos no Brasil ainda não são bem articulados, organizados e têm pouco acesso à mídia. Todavia, temos esperança de que, considerando as inconsistências internas do liberalismo, o crescente interesse pelo Cristianismo histórico e os esforços pequenos porém constantes de indivíduos em mostrar o outro lado, dias melhores poderão chegar.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2007/01/religio-dos-liberais-esquerdistas.html