Frank Schaeffer envergonha seus pais
“Eu estava no lar da mãe de Frank Schaeffer em Minnesota logo depois que ele escreveu sua autobiografia, Portofino. Esse livro a deixou mogoada”.
Para entender como Frank Schaeffer se apostatou da fé evangélica, leia o artigo “O triste legado do filho de Francis Schaeffer”.






1 comments:
Prezado Julio Severo:
1. Lembrei-me de um ditado da comunidade cristã onde fui criado que serve bem para ilustrar essa “tragédia” vivida pela a família do ilustre teólogo dr. Francis Schaeffer (in memoriam): “Filho de peixe é peixinho, mas filho de crente não é crentinho”. Ou seja: a experiência da conversão cristã é pessoal e intransferível (João 3.5)!
2. “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.” Ezequiel 18.10.
3. Não existem marcas ou “traumas” indeléveis que a experiência com Jesus Cristo não seja capaz de remover. Na minha opinião, não é este o caso do sr. Frank “apóstata” Schaeffer (Hb 6.4-6; 2Pe 2.20-21).
4. Já no Velho Testamento encontramos ocorrências dessa tragédia: Isaque era “crente”, mas seu filho Esaú não era (Hb 12.16,17); Manoá era “crente”, mas Sansão, por pouco “não se perdeu” (Jz 13.8); o profeta Samuel era “crente” , mas seus filhos não eram (1Sm 8.3); o rei Davi era “crente”, mas seus filhos não eram (talvez, Salomão...); o rei Ezequias era “crente”, mas seu filho Manassés não era (2Rs 21.3); etc.
5. Nas Escrituras do Novo Testamento encontramos dois exemplos clássicos de “filhos” que não seguiram os passos de seus “pais”: JESUS CRISTO que foi traído por Judas Iscariotes, que entendia tudo INTELECTUALMENTE, todas as alegações e reivindicações do Mestre, mas não cria nelas;
6. E, finalmente, o caso do apóstolo Paulo, inúmeras vezes traído e abandonado por seus potenciais “filhos na fé”, mas que revelaram-se falsos irmãos (2Co 11.26) e dentre eles um que parecia especial: “... [Demas] me desamparou, amando o presente século,” (2Tm 4.10a).
7. Ainda que o filho do dr. Francis possa alegar motivos familiares para a sua decisão – é para JESUS CRISTO que ele deveria ter continuado a olhar firmemente (Hb 12.2); deixando para trás o passado (Fp 3.13).
8. Acho que devemos, a fim de preservar a memória do falecido irmão e muito menos NÃO ATENUAR a responsabilidade pessoal de seu filho apóstata, extrair lições pessoais (como sugere o internauta “jpfaleiros”, do dia 20 Dez 07), e não nos esquecermos das Palavras de Jesus:
9. “E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lc 17.1; Mt 18.6). Vigiemos, pois.
Paulo Ceroll
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