22 de dezembro de 2007

Frank Schaeffer envergonha seus pais

Frank Schaeffer envergonha seus pais

“Eu estava no lar da mãe de Frank Schaeffer em Minnesota logo depois que ele escreveu sua autobiografia, Portofino. Esse livro a deixou mogoada”.

Ingrid Schlueter

Para entender como Frank Schaeffer se apostatou da fé evangélica, leia o artigo “O triste legado do filho de Francis Schaeffer”.

1 comments:

Paulo Ceroll disse...

Prezado Julio Severo:

1. Lembrei-me de um ditado da comunidade cristã onde fui criado que serve bem para ilustrar essa “tragédia” vivida pela a família do ilustre teólogo dr. Francis Schaeffer (in memoriam): “Filho de peixe é peixinho, mas filho de crente não é crentinho”. Ou seja: a experiência da conversão cristã é pessoal e intransferível (João 3.5)!

2. “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.” Ezequiel 18.10.

3. Não existem marcas ou “traumas” indeléveis que a experiência com Jesus Cristo não seja capaz de remover. Na minha opinião, não é este o caso do sr. Frank “apóstata” Schaeffer (Hb 6.4-6; 2Pe 2.20-21).

4. Já no Velho Testamento encontramos ocorrências dessa tragédia: Isaque era “crente”, mas seu filho Esaú não era (Hb 12.16,17); Manoá era “crente”, mas Sansão, por pouco “não se perdeu” (Jz 13.8); o profeta Samuel era “crente” , mas seus filhos não eram (1Sm 8.3); o rei Davi era “crente”, mas seus filhos não eram (talvez, Salomão...); o rei Ezequias era “crente”, mas seu filho Manassés não era (2Rs 21.3); etc.

5. Nas Escrituras do Novo Testamento encontramos dois exemplos clássicos de “filhos” que não seguiram os passos de seus “pais”: JESUS CRISTO que foi traído por Judas Iscariotes, que entendia tudo INTELECTUALMENTE, todas as alegações e reivindicações do Mestre, mas não cria nelas;

6. E, finalmente, o caso do apóstolo Paulo, inúmeras vezes traído e abandonado por seus potenciais “filhos na fé”, mas que revelaram-se falsos irmãos (2Co 11.26) e dentre eles um que parecia especial: “... [Demas] me desamparou, amando o presente século,” (2Tm 4.10a).

7. Ainda que o filho do dr. Francis possa alegar motivos familiares para a sua decisão – é para JESUS CRISTO que ele deveria ter continuado a olhar firmemente (Hb 12.2); deixando para trás o passado (Fp 3.13).

8. Acho que devemos, a fim de preservar a memória do falecido irmão e muito menos NÃO ATENUAR a responsabilidade pessoal de seu filho apóstata, extrair lições pessoais (como sugere o internauta “jpfaleiros”, do dia 20 Dez 07), e não nos esquecermos das Palavras de Jesus:

9. “E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! (Lc 17.1; Mt 18.6). Vigiemos, pois.
Paulo Ceroll