25 de novembro de 2007

Eles só querem igualdade: homossexuais de calcinha e sutiã e seu direito de livre expressão

Eles só querem igualdade: homossexuais de calcinha e sutiã e seu direito de livre expressão

Julio Severo

No lançamento da Frente em Defesa da Comunidade Gay na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, um homossexual dançou de calcinha e sutiã na frente dos deputados. Parece piada? Não é. O fato ocorreu em 24 de outubro de 2007.

Até há pouco tempo, presumia-se que as casas legislativas eram lugares onde o decoro e o respeito eram obrigatórios, nos trajes e nas atitudes.

Eu próprio tive de me conformar semanas atrás, quando estava passando na entrada do plenário de uma casa legislativa sem terno e gravata. O segurança me alertou que com trajes comuns eu não poderia passar por ali. Obedeci à lei. Ai de mim ou de qualquer outro cidadão comum se tentarmos entrar nesses lugares sem terno e gravata em pleno horário de sessão legislativa!

Agora, um homossexual de calcinha e sutiã pode se sentir mais à vontade, pois talvez a primeira preocupação do segurança ou dos políticos não seja deter o escândalo moral em público, mas evitar processos ou rótulos de preconceito!

O noticiário G1, do decadente império Globo, registrou o evento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, mas evitou a responsabilidade de condenar o fato patentemente pornográfico, limitando-se a relatar as palavras de revolta do Dep. Waldir Agnello:

“Roupas mínimas — calcinha e sutiã — para uma mulher já seria inadequado. Para um homem, continua sendo inadequado também. Podem usar nos lugares digamos privados, mas num lugar público não. Aqui é a casa do povo. Por isso, tem que ser respeitada e respeitar todos os tipos de pessoas que temos aqui”.

Mesmo com o protesto do Dep. Agnello, nenhum segurança apareceu para deter o homossexual desrespeitoso.

No entanto, o deputado socialista Carlos Gianazzi, organizador do evento, defendeu o ato do homossexual de calcinha e sutiã, dizendo: “Foi uma normalidade até porque a Parada Gay de São Paulo, do orgulho gay de SP, isso é absolutamente natural e isso é transmitido por toda imprensa, toda imprensa transmite, fotos em jornal, a televisão, as pessoas participam, os deputados participam também”. Interessante confissão, pois embora ninguém imagine que eventos contendo semi-nudez sejam apropriados para crianças, os organizadores das paradas gays insistem em defender a idéia de que as paradas são espetáculos para a família toda — e até a mídia pró-homossexualismo colabora com essa idéia equivocada mostrando crianças, mas ocultando todo tipo de imagem que assustaria olhos e corações desacostumados a ver orgias em público.

Contrariando todos os seus amigos esquerdistas, que defendem as paradas como atrações para a família inteira, Gianazzi preferiu dizer a verdade sobre o clima normal de bordel desses eventos. Nas paradas gays, é comum a semi-nudez — e muito mais. Os ativistas homossexuais sabem e reconhecem isso. Daí, a explicação deles é que o homossexual de calcinha e sutiã na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo não fez absolutamente nada de anormal pelos padrões das paradas gays, onde ocorre tudo, desde homossexuais de trajes mínimos até nudez, uso de drogas e sexo explícito.

Já que nem mesmo numa casa legislativa os seguranças conseguiram intervir contra o exibicionismo imoral de um homossexual, e agora? O que será do resto da sociedade? E se um professor homossexual sentir vontade de um dia aparecer de calcinha e sutiã diante dos alunos? E se um empregado homossexual quiser um dia aparecer de calcinha e sutiã na loja onde trabalha? Seus defensores poderão alegar que tal comportamento é perfeitamente normal, pelos padrões das paradas gays. Se essa desculpa não funcionar e algum “moralista fanático” tentar deter sua exibição homoerótica, seus defensores poderão alegar o enfadonho argumento de que eles estão sendo vítimas de perseguição, humilhação, discriminação, etc. Esse truque não falha, pelo menos não diante da mídia liberal.

Por enquanto, nenhum professor homossexual saiu do armário pornográfico para se assumir de calcinha e sutiã em plena sala de aula, mas um caso recente deixou a Rede Globo escandalizada. Duas professoras lésbicas, que iniciaram um namoro na escola, foram demitidas, porque seu comportamento impróprio era uma afronta e desrespeito aos alunos e seus pais.

Parece que a Globo ficou escandalizada porque as crianças, que podem ver homossexualismo em suas novelas, estão sendo impedidas de vê-lo ao vivo nas salas de aula. “Oh, que horror! Desse jeito, como é que as crianças respeitarão os direitos homossexuais se não podem testemunhar duas lésbicas de mãos dadas ou se beijando?”, imaginam os lunáticos globais. Ou você fica com a mídia liberal, ou é sumariamente tachado de preconceituoso e aliado de skinheads.

Sem dúvida alguma, se tivessem feito a cobertura da destruição de Sodoma, os jornalistas globais teriam aproveitado para atacar não os pecados abomináveis dos sodomitas, mas o “preconceito” de Deus, que decidiu eliminar de uma vez por todas um lugar culpado de viver em farras segundo sua peculiar orientação sexual.

Sodoma, de acordo com a Bíblia, foi destruída porque era um bordel de sodomia, onde os cidadãos viviam paradas gays 365 dias por ano. Os sodomitas queriam estuprar até anjos enviados por Deus! É de preocupar que, do jeito que está em suas concessões ao homossexualismo, São Paulo acabe também se tornando uma cidade onde até anjos poderão correr o risco de ser alvos do mesmo tipo de taradice.

O começo da homoerotização brasileira em público chegou, onde uma casa legislativa, que existe para respeitar e defender os cidadãos e os bons costumes, se prostra diante de um homossexual de calcinha e sutiã apenas para mostrar que defende direitos homossexuais — direitos que inevitavelmente protegerão e promoverão maior homoerotização em todo o Brasil.

Hoje, toleram-se homossexuais em trajes mínimos. E amanhã? Tolerarão o que? Nudez, uso de drogas e sexo homossexual explícito em casas legislativas, escolas e outros lugares públicos?

Lembre-se: Os militantes gayzistas só querem igualdade. Igualdade de fazer em toda a sociedade exatamente o que fazem nas paradas gays.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Depois da Parada Gay: a sujeira gay

Mídia exagera os números da Parada Gay do Brasil e minimiza os números da Marcha para Jesus

14 comentários :

Anônimo disse...

"...decadente império globo"... Julio como você é otimista!

Eduardo Araújo disse...

Ou seja, caro Júlio, vivemos a era da consagração da hipocrisia. Abale um tiquinho só as convicções petrificadas de gayzistas, abortistas, feministas e outros "istas" donos da "modernidade" e aí o mundo parece que vai cair na sua cabeça. Agora, quanto a nós, que professamos a fé cristã, somos aviltados, xingados, discriminados de toda a forma, rotulados à exaustão pelo simples fato de defendermos nossos pontos de vista em coerência com nossa crença e isso é perfeitamente normal para esses hipócritas e pseudos defensores de liberdade de expressão.

Victor Leonardo Barbosa disse...

pior do que isso, foi ver os apresentadores do "Hoje em dia" da record, afirmarem que isso é um ato puramente normal.
cada vez mais a televisão de edir macedo é uma televisão não somente herege, mas também mundana.
Deus tenha misericórdia!!!

Anônimo disse...

Eu quero ver se depois de aprovada a lei antihomofobia, o senhor Júlio va ter coragem de escrever qualquer coisa contra os gay ou vai ficar com medinho.

Anônimo disse...

É preciso que a parte sadia da sociedade humana comece a reagir antes que seja totalmente dominada e corrompida por esses depravados.

Seth disse...

O pior é q esses bando de pederastas Globistas ainda defendem a Drag e colocam os crentes como bode-expiatório.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/11/26/327317002.asp

Felipe Alves disse...

Realmente um absurdo a total falta de respeito de certos homossexuais pelos demais cidadãos. Alguns deles acham que o mundo é parte de de seus quintais e podem fazer qualquer coisa. Principalmente os militantes "gayzistas" que se acham acima do bem e do mal.

Mas achei interessante sua crítica ao que acontece nas paradas gays.

A semi-nudez em locais públicos também acontece durante o carnaval em desfiles de blocos, escolas de samba e afins. Não lhe incomoda a semi-nudez dos héteros em local público?

Aliás, seminudez é muita bondade minha. Há pessoas que desfilam no carnaval completamente nuas, tendo apenas uma pintura sobre o corpo ou nem isso.

Pior ainda, nudez e semi-nudez em local público e televisionada para o mundo inteiro.

Não lhe incomoda a divulgação de tal coisa feita por muitos héteros, para o mundo todo? Não lhe incomodam as imagens de héteros nús e semi-nús, televisionadas muitas vezes em horários impróprios e sem censura alguma? As imagens de nudez são transmitidas livremente para qualquer criança assistir nas manhãs ou tardes (depende da emissora) de sábado, domingo, segunda e terça de carnaval.

Você faz posts de crítica em seu blog quando delegações de escolas de samba vão visitar os políticos em brasília, com aquelas passistas usando apenas micro-biquínis (às vezes menos que isso)?

Isso não o deixa indignado?

Aliás, o carnaval está chegando. Você pretende postar uma crítica as mulheres e homens heterossexuais que se expõem nús e semi-nús em locais públicos,durante os festejos carnavalescos, também?

Espero ansiosamente sua resposta às minhas dúvidas.

Julio Severo disse...

Prezado Felipe Alves, o carnaval, sua nudez e sem-vergonhice são amplamente e insistentemente denunciados e condenados por muitos líderes evangélicos. Aliás, são condenados até por quem não é cristão. Por cause do direito de livre expressão, pode-se condenar o carnaval. Esse mesmo direito serve para expressar o sentimento evangélico, bíblico, moral ou católico contra as paradas gays, mas poucos fazem isso, por receio talvez das ameaças dos líderes gayzistas. Enquanto muitos evangélicos e católicos falam do carnaval, eu e alguns poucos evangélicos e católicos falamos das paradas gays.

Anônimo disse...

Foi extremamente nojento e repugnante o que aconteceu na AL de São Paulo.

Para mim, não surpreende nada que esses seres embrutecidos por suas desenfreadas paixões torpes venham a fazer. Eu espero sempre o pior.

A nossa confiança é de que este mundo passará, e com ele as perversões tão favorecidas por gayzistas, a mídia liberal, abortistas e todos aqueles que aberta ou veladamente atentam contra os valores do Reino de Deus.


Louvado seja o Senhor Jesus, que não deixa um só desses miseráveis sem oportunidade de arrependimento, mas que faz justiça e juízo ao pecador contumaz, quando cessa a sua longanimidade.

Parabéns, Julio!

sobre a liberdade de expressão disse...

Olá Julio Severo e leitores.
Quero apenas fazer uma diferenciação importante: Os gayzistas não defendem a "liberdade de expressão" verdadeira, eles defendem a "liberdade sexual" ou a "liberdade de expressão sexual". Quanto à liberdade de expressão verdadeira, a das idéias e da informação, a liberdade de se dizer o que pensa (e de inclusive, ser contra o homossexualismo ou o gayzismo), dessa verdadeira liberdade de expressão eles têm horror!
Por isso os PLC 122/2006, os processos judiciais, e outras barbaridades que eles inventam para tentar calar a boca de quem não pensa como eles...

Anônimo disse...

A classe política (com algumas exceções) tem um comportamento gay mesmo. Os parlamentares que gostaram daquilo são todos umas bichas, igualmente aos políticos que defendem a militância gay. Os que votarem pela lei contra a "homofobia" estarão legislando em causa própria.

Mila disse...

Uma coisa que não consigo engolir é esse termo ridículo, "homofobia" --medo de homosexuais! E desde quando criticar a veadagem é ter medo? Mas que disparate.

Lucas disse...

Sabe o que é engraçado? No começo do ano passado, eles fizeram o maior escândalo por causa da Angela Guadagnin, que "dançou" no plenário. Todo mundo xingou e talz, e ela nem estava mal vestida, agora pra esses homossexuais semi-nús eles não falam nada.

Anônimo disse...

Os Homossexuais militantes São Cheios de Odio e Intolerancia
São Atrasados e Retrogados
e Antisocias