15 de agosto de 2007

Todos os tipos de gênero: diversidade sexual provocada pelo aumento do paganismo

Todos os tipos de gênero: diversidade sexual provocada pelo aumento do paganismo

Dr. Peter Jones

Virginia Ramey Mollenkott é ex-professora de literatura numa instituição bíblica presbiteriana. Ela é hoje uma lésbica abertamente praticante. Ela oferece um paradigma radical para a futura liberação da sexualidade, uma sociedade “de todos os tipos de gênero” de “alossexualidade [outra sexualidade]… um arranjo de muitos estilos eróticos sem nenhuma hierarquia particular” onde virtualmente todas as escolhas sexuais são normalizadas. Tais escolhas incluiriam,

• Os intersexuais ou hermafroditas (pessoas com ambos os órgãos sexuais, masculino e feminino)

• Os transexuais (operação de mudança de sexo)

• As drag queens e kings (travestis)

• Os transgêneros ou bigêneros (travestis de tempo integral ou parcial)

• Os andróginos (ambos papéis de gênero masculino e feminino ao mesmo tempo)

• Os heterossexuais

• Os homossexuais

• Os bissexuais

• Aqueles que têm prazer sexual por meios anormais (oral ou anal, sexo grupal, sexo sadomasoquista, que é mencionado sem julgar)

• Os auto-eróticos

• Os assexuais

• Os pansexuais

• Os pedófilos.

Está se tornando cada vez mais claro que o debate nacional sobre o casamento do mesmo sexo é mais amplo do que os homossexuais “se casando.” Os homossexuais estão começando a admitir que eles querem o que Mollenkott propõe, isto é, a destruição do conceito da monogamia e do casamento tradicional completamente. O que eles querem é uma sociedade que reconheça toda união sexual como normal — até mesmo a poligamia e ligações sexuais de grupo.

Para Mollenkott, essa diversidade é um “mundo utópico pelo qual vale a pena lutar… [onde] as pessoas são valorizadas em suas complexidades em vez de serem atacadas por não se classificarem organizadamente em um ou dois sexos possíveis.” Aí estão as “novas dimensões” que se tornam possíveis quando eliminamos o Deus da Bíblia. A meta é “fazer a sociedade avançar para atitudes e políticas que favoreçam a liberdade e a justiça para todos.” Para Mollenkott, a divisão legal das pessoas como homem e mulher é tão errada quanto a divisão das pessoas como negras e brancas. Em tal sociedade (utópica, justa), “todo mundo quer ter sua própria sexualidade exclusiva, apaixonando-se… pelo ser inteiro da outra pessoa, não só os órgãos sexuais dessa pessoa… As pessoas seriam unissexuais, escolhendo se identificar em qualquer ponto do espectro da sexualidade.” As crianças seriam criadas de acordo com a escolha sexual dos pais.

Trecho do excelente livro O Deus do Sexo, de Peter Jones, lançado recentemente no Brasil pela Editora Cultura Cristã. O Dr. Peter Jones, formado em teologia pela Universidade de Harvard, é autor de vários livros. Para encomendar esse excelente livro traduzido por Julio Severo, clique aqui.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

2 comentários :

Cláudio disse...

Essa afirmação de que as pessoas são infinitamente flexíveis e diversas em sua sexualidade é parte de um conjunto de idéias muito difundido no meio gay que todas as pessoas são bissexuais em princípio (conjunto de idéias por sua vez popularizados por Margaret Mead e Franz Boas). Esse conjunto de idéias, originado a partir de conclusões falsas de Mead, não tem sustentação científica ou qualquer tipo de pesquisa que a sustente, embora as pesquisas sobre orientação sexual mostrem que algumas mulheres têm flexibilidade de orientação sexual durante sua vida.

Infelizmente, por mais que eu simpatize com algumas contestações do movimento gay, eu julgo esse conjunto de idéias, que pode ser considerado ultrapassado especialmente em relação ao que se descobriu a partir da década de 90 sobre o cérebro, é uma das características mais perniciosas e não somente por colocar todos os que se dizem heterossexuais como hipócritas enrustidos. Talvez parte do motivo de essas idéias continuarem a circular seja que algumas pessoas, tendo verdadeiramente flexibilidade de orientação, não consigam imaginar que outras pessoas sejam diferentes. Seria, assim, uma legítima demonstração de intolerância de quem pede mais tolerância.

Cenario... disse...

Na minha opinão, o mais correto é o sexo somente para reprodução.

Se haver sexo não-reprodutivo, então para mim será praticamente a mesma coisa, tera os mesmos valores e efeitos, independente de ser sexo homossexual ou heterossexual.

Jesus disse:

"Deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua (no singular) mulher, tornando-se os dois uma só carne."

Isso não significa que Jesus defendeu o sexo constante entre homem e mulher, ou o sexo somente por prazer ou "amor".

Fazendo sexo por prazer ou amor, praticamente os heterossexuais se igualam aos homossexuais, quando estes também fazem sexo por prazer ou amor.

Para mim, se um sexo homossexual por "amor" é pecado, o heterossexual também é. Prefiro julgar as coisas do conteúdo do ato para a pessoa e não o inverso.

Um abraço. Tchau.