4 de agosto de 2007

Loucademia de polícia: versão brasileira — Lula & Cia.

Loucademia de polícia: versão brasileira — Lula & Cia.

Julio Severo

Nunca gostei muito de assistir ao filme Loucademia de Polícia. O que há de engraçado em policiais fazendo loucuras? No Brasil, a loucademia de polícia não é ficção, mas realidade.

Não que seja loucura a polícia perseguir e matar assassinos. Loucura aí seria os policiais seguirem as vontades dos grupos de direitos de bandidos, que preferem que os criminosos sejam tratados com bombons e flores.

Loucura é o novo papel repressor da polícia, que está se tornando instrumento do Estado para tratar como crime questões menores e tratar os verdadeiros crimes como se nada fossem.

Não é dever da polícia prender os que defendem publicamente crimes? Assassinato não é crime?

O Ministro da Saúde, o Temporão (e ele próprio deveria concordar que para ele seria muito melhor nascer temporão do que ser abortado), tem se manifestado publicamente a favor do aborto — em várias ocasiões.

Chegamos ao ponto em que alguém, até mesmo uma autoridade, pode confortavelmente defender o assassinato de uma classe de indivíduos inocentes, sem que a polícia federal, estadual ou municipal nada faça.

Se Temporão tivesse dito uma única vez que é a favor do preconceito contra os negros, a loucademia de promotores e policiais entraria em ação imediatamente, como se ele tivesse cometido um crime gravíssimo.

Graças à loucura de nossas leis, Temporão não precisa se preocupar com suas posições públicas a favor do assassinato de bebês. Tudo o que ele tem de fazer é evitar os “crimes” politicamente corretos. Ele jamais, por exemplo, mencionaria a palavra “crioulo”.

Entretanto, os defensores do aborto têm carta branca para atirar nos bebês em gestação, nos brancos e até em Deus, que não estão na categoria de proteção especial em que o Estado colocou as minorias raciais. Enquanto uns recebem do Estado direitos excessivos e desnecessários, apenas para atender a uma agenda de engenharia social, a outros o mesmo Estado nega até o direito fundamental ao nascimento e existência.

E a loucura que está se espalhando pelo Brasil é tão calamitosa que os rótulos estão sendo invertidos. Em recente audiência pública sobre o aborto no Congresso Nacional, um grupo de cristãos afirmou que legalizar o aborto é legalizar o assassinato de bebês. Nada mais óbvio, não é?

Contudo, uma ex-deputada comunista, presente à audiência, acusou aos gritos os cristãos de nazistas por lutarem contra a legalização do aborto. Nenhum segurança do Congresso a prendeu ou repreendeu. Foi uma acusação louca, pois o segundo país do mundo a legalizar o aborto foi a Alemanha nazista. O primeiro foi a Rússia comunista. Talvez num futuro próximo, na louca progressão que está afetando o Brasil, os cristãos defensores da vida serão acusados de comunistas também!

Os seguranças do Congresso só prenderiam a militante comunista imediatamente se ela tivesse pedido a legalização de ofensas contra os negros. Pedir a legalização do aborto não é crime. Basta perguntar aos loucos.

A comunista em questão é Jandira Feghali, que sempre atuou intensamente em prol do aborto, mas ela não gosta de ser lembrada desse fato, principalmente em épocas de eleição! Ela processou os cristãos que na eleição passada denunciaram suas atividades pró-aborto. Por causa da denúncia, ela perdeu a eleição! Pelo menos, percebe-se que os eleitores não querem votar num candidato abortista que esconde seu apoio ao aborto.

Só para não dar a impressão de que os seguranças do Congresso são preguiçosos, deve-se observar que, a pedido de um deputado do PT, eles quase detiveram uma mãe cristã na audiência sobre o aborto. O crime dela? Ela disse que aborto é assassinato.

Assim, a loucademia de promotores, policiais e políticos nada faz contra as manifestações públicas a favor do assassinato de bebês, contra ofensas contra Deus e os brancos e até ficam quietos enquanto os abortistas acusam de nazistas os cristãos que defendem os bebês em gestação contra os desejos sanguinários de alguns loucos que ocupam lugares públicos que não merecem.

As loucuras não param por aí. A polícia, sob a orientação do ECA e do Conselho Tutelar, intervém em casos em que pais usam, conforme ensina a Bíblia, a vara da correção para disciplinar os filhos. Intervenção policial contra os médicos que matam bebês em operações de aborto em hospitais públicos? Para quê? O mesmo ECA que considera crime o uso da vara para disciplinar crianças nunca considerou crime nenhum tipo de aborto médico nos hospitais públicos. Belo incentivo estatal, não? Se não quiser o trabalho de disciplinar filhos, aborte-os!

Essa é a realidade do Brasil, graças às loucuras que mantêm no poder os loucos e suas leis.

Entendeu por que não gosto muito do filme Loucademia de Polícia?

Estou cansado de ver no Brasil, fora dos filmes e fora da ficção, loucademias de polícia, loucademias de políticos, loucademias de promotores, etc.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A favor do preconceito seletivo: Quando as leis anti-discriminação tornam alguns mais sagrados do que Deus

4 comentários:

Anônimo disse...

Ora, Afinal o que temos aqui? Essa não seria uma das metas do milênio elaborada pela ONU? Eu chamo esse sistema de terrorismo globalista. Quando estudei globalização, fiquei alarmado com o perigo que nos aguarda. O único papel do estado no mundo globalizado é a segurança; aos poucos as ONGS e fundações credenciadas pela ONU estão conseguindo assumir as áreas de saúde e educação. Ao assinar as metas do milênio $$$, o atual presidente ( prefiro não falar o nome, pois tenho nojo) trabalha pela construção de um mundo unificado, onde o cristo da globalização governará em breve ao lado do seu deus da mentira e das riquezas . O objetivo é adaptar o cristianismo as outras religiões, criando dessa forma um consenso onde o bem comum prevalecerá e criará sacrifícios para todos. Quanto ao aborto, ele faz parte do programa de desenvolvimento sustentável da ONU. O Brasil é um país de políticos corruptos. Imagine uma economia digital centralizada . O dinheiro do mundo inteiro na mão de poucos e você gastando só o necessário sem poder retirar todo o seu dinheiro. Isso criará a maior reserva financeira do mundo. O que esses governantes querem é receber uma parte desse dinheiro como prêmio, por isso, vale tudo pela globalização.
E para finalizar uma comparação com outro filme, O BOM PASTOR, todos estão trabalhando para colocar as bordas de outro no terno do rei.

Com o auxílio de um deus estranho agirá contra as poderosas fortalezas; aos que o reconhecerem multiplicará a honra, e os fará reinar sobre muitos, e repartirá a terra por preço. (Daniel 11 : 39)

Abraços julio :
Ass. O cara que não se identifica

Detalhe se você não assistiu o Bom pastor, peço que assista ; o bom pastor aparece no início do filme, ele é representado pelo pentagrama de cinco pontas.

Anônimo disse...

Fiz um videozinho sobre o que realmente o movimento gay quer e espero que você goste.

http://youtube.com/watch?v=FwB3Owgx53E

marcelo victor disse...

Considerando que a vida é o bem mais precioso que DEUS deu ao homem e que arriscá-la por seu semelhante é a maior demonstração de amor ao próximo, como cidadão brasileiro apolítico, defendo a seguinte tese a respeito do trabalho policial:

PREMISSA BÁSICA: o Policial deve ser o profissional com a maior remuneração entre todas as profissões do mercado de trabalho, pelo menos no que se refere ao funcionalismo público.

JUSTIFICATIVA: entre as mais variadas profissões, a única delas em que o sujeito arrisca sua própria vida em prol da vida de seu semelhante é a do POLICIAL (ainda mais nos dias de hoje com o crescimento vertiginoso dos índices de violência nas grandes cidades e em todo o mundo).

E os bombeiros? Os bombeiros, não menos importantes na estrutura social, enfrentam o fogo e outros sinistros, mas, via de regra, não se deparam com situações de confronto com bandidos.

Já o policial, ao contrário, além de conviver rotineiramente com situações de violência explicita, por vezes, apaga fogo e salva vítimas de sinistro.

Como se não bastasse as armas sofisticadas dos bandidos e o desprestígio social, o policial tem que enfrentar ainda uma gama enorme de "colarinhos brancos", cuja função, em um ambiente com ar-condicionado e outras mordomias, é, entre outras, exatamente a de flagrar erros policiais para gritar aos quatro cantos (em praça pública ou para os seus discípulos nas universidades) que "peitou" a polícia, defendeu os direitos humanos e pôs um ditador atrás das grades, ou coisa que o valha.

Não resta dúvida de que há profissões de enormes responsabilidades e de extrema relevância para a vida cotidiana, como, por exemplo, a de lixeiro, mas nenhum caso é semelhante ao do POLICIAL.

O médico tem um papel fundamental na sociedade, especialmente para quem está doente, porém, mesmo ele, no desempenho de suas atribuições normais em momento algum põe em risco sua própria vida para salvar seu semelhante.

Dentro dessa ótica, querendo ou não, é bastante provável que em breve a sociedade seja obrigada a admitir que estamos à beira de um caos social e que chegamos em um beco sem saída.

Ou a sociedade desperta desse profundo estado de sono em que se encontra e exalta aqueles que estão dispostos a defendê-la com o sacrifício da própria vida, ou os cidadãos de bem chorarão lágrimas de sangue em volta dos esquifes de seus entes queridos.

Ou se dá o devido valor à polícia, ou a corrupção tomará proporções gigantescas e incontroláveis, de tal modo que o poder paralelo imporá aos cidadãos toda sorte de desrespeito aos seus "direitos" constitucionais, "governando" através da lei do silêncio e do medo.

É preciso esclarecer à sociedade que quando um cidadão comete algum deslize, em algum momento do convívio social, é melhor que ele seja enquadrado por um policial (até com a arma em punho, se necessário) do que estar na mira da pistola de um marginal, cujos valores morais são completamente deturpados e quase sempre, sem dó nem piedade, age sob efeito de entorpecentes.

Ái de nós se a POLÍCIA cruzar os braços...

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". (Martin Luther King)

Julio Severo disse...

Prezado Marcelo, concordo com você, quando a polícia cumpre seu papel de combate ao crime. Mas quando a polícia é usado pelo Estado para cumprir funções de destruição dos valores cristãos, aí a polícia se torna não uma combatedora do crime, mas uma fomentadora do crime. Tudo dependerá do Estado, e sabemos o direcionamento atual do Estado brasileiro encontra-se em péssimo estado. Fora isso, concordo com o que você disse.