2 de julho de 2007

Pedofilia e homossexualismo

Pedofilia e homossexualismo


Os ativistas homossexuais rotineiramente alegam que o homossexualismo nada tem a ver com pedofilia. Mas quer saber o que os homossexuais pensam entre si? Aliás, alguns não só pensam, mas já estão começando a abrir o armário da verdade oculta da pedofilia.


O artigo abaixo foi totalmente escrito por um homossexual assumido e foi publicado num site homossexual brasileiro. Eu o postei no meu blog a fim de que você leia, pelas próprias palavras de um homossexual, o que vem pela frente.


Agora que os ativistas homossexuais já conseguiram convencer a sociedade a ver o homossexualismo como normal, é difícil imaginar o próximo passo deles?


Veja também meus textos sobre o assunto:















Meu texto mais importante sobre pedofilia encontra-se no e-book As Ilusões do Movimento Gay que, entre os pontos, traz uma pesquisa que avaliou pedófilos heterossexuais e homossexuais. Os resultados da pesquisa apontaram:


  • 153 pederastas homossexuais tinham estuprado 22.981 meninos por um período, em média, de 22 anos.
  • 224 pedófilos heterossexuais tinham estuprado 4.435 meninas por um período, em média, de 18 anos.
  • Cada pederasta homossexual violentou em média 150 meninos, enquanto cada pedófilo heterossexual violentou em média 20 meninas.

Só para recordar, embora o articulista homossexual abaixo tente distinguir apenas a pedofilia heterossexual como violência, tratando a pedofilia homossexual como amor, todos os meninos são violentados por homossexuais.

As Ilusões do Movimento Gay, que tem muito mais informações, está disponível gratuitamente para download na primeira página do JesusSite.


Julio Severo

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Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea


Por Denílson Lopes¹


Começo com uma analogia. Na segunda metade do século XIX, a homossexualidade é aprisionada pelos discursos médico, jurídico e religioso, respectivamente como doença, crime e pecado. Emerge um pânico homossexual reafirmado por uma rígida distinção entre amor e amizade e um controle feroz em instituições em que há a presença exclusiva de pessoas de um sexo, sobretudo internatos, ordens religiosas e nas forças armadas.


O homossexual se transforma no anormal, no monstro. Passados 100 anos, por vários motivos que não interessam aqui discutir, a homossexualidade deixa de ser doença, a partir dos critérios da Organização Mundial da Saúde e do Conselho Federal de Psicologia; também não só deixa de ser crime, mas surgem por todo o mundo leis que combatem a homofobia, inclusive em várias cidades brasileiras, no estado do Rio de Janeiro e no DF.


Apesar dos segmentos conservadores de religiões cristãs e fundamentalistas, a anacronia histórica do Cristianismo diante os assuntos relativos à sexualidade como um todo cada vez mais é combatida. Enfim, o homossexual deixou de ser o monstro e o anormal bem como o transgressor dos anos 60 e 70 e está em vias de ser mais um cidadão integrado nos padrões da democracia representativa ocidental, para o melhor ou para o pior.


Hoje em dia, outra prática sexual parece ocupar o lugar da homossexualidade como tabu, estamos falando da pedofilia, verdadeira paranóia globalizada, assunto constante de capas de revistas e manchetes de noticiários na televisão, fazendo com que carreiras e vidas sejam destroçadas diante de uma simples suspeita, como no caso de Michael Jackson, talvez o mais notório, em meio a tantos outros; ministros caiam; o papa se pronuncie; passeatas sejam feitas. Os pedófilos talvez só percam para os árabes como alvo de caça às novas bruxas. Mas do que estamos falando?


Parto da própria etimologia, pedofilia seria gostar de crianças? Desde quando gostar passou a se considerado como violentar? Como pensar uma sociedade que erotiza ao máximo suas crianças nas propagandas, como nas famosas campanhas da Calvin Klein, para dar um exemplo, e programas de televisão na busca de corpos cada vez mais jovens e ao mesmo levanta suspeita sobre qualquer relação inter-etária entre adultos e crianças fora do modelo pais-filhos?


Como bem sabemos, o que Michel Foucault chamou de sexo-rei, ou seja, da centralidade da sexualidade no último século, não só liberou práticas mas criou novas prisões ao dissociar radicalmente sexualidade e afetividade, e reduzir a sexualidade ao meramente genital, ao invés de articular sexualidade e ética, postura defendida por Foucault a partir de uma experiência grega em que a pedofilia teve um papel fundamental. Voltarei a este aspecto mais à frente.


Reafirmo a hipótese e a provocação: a homossexualidade ocupou, no século XIX, o lugar que é hoje da pedofilia. A partir de critérios suposta e novamente científicos (medicina, psicologia), jurídicos e religiosos, a pedofilia se apresenta como doença, crime e pecado, o que é ampliado pelos meios de comunicação de massa. Mera coincidência para realidades bem diferentes?


Talvez possamos afirmar em uma perspectiva radicalmente histórica e cultural, portanto anti-essencialista, anti-naturalista e comparativa, que pelo menos, como no século XIX em relação aos homossexuais, todos falavam por ele, exceto o homossexual propriamente dito ou este só podia falar de um lugar bem determinado, de preferência na cadeia, humilhado em sociedade, melhor ainda se calado, morto.


Hoje todos parecem saber a verdade da pedofilia e defendem suas posições com unhas e dentes, sem dúvidas. Todos falam, exceto os adultos que se interessam (esta palavra é proposital) por crianças e as crianças que se interessam por adultos (talvez até tivéssemos que pensar outro nome, adultófilos, gerontófilos...). Para além da histeria generalizada e de dogmas que são perpetuados, a bem de uma visão mais livre de preconceitos, seria fundamental ouvir aqueles que não têm voz.


Lembremos que segundo os historiadores da infância, a criança parece ser uma invenção moderna, antes um adulto em miniatura, cada vez nas sociedades capitalistas, ela assume atitudes supostamente próprias, configurando um comportamento, um mundo e um segmento de mercado específico. Um primeiro entrave a uma discussão mais aberta sobre a pedofilia ainda é um novo velho puritanismo, o mesmo que ridicularizou Freud quando este afirmou que toda criança, longe do anjo idealizado e inocente, já possuía uma sexualidade.


Se deixarmos de lado este obstáculo, o que muitos ainda têm dificuldades em o fazer, e aceitarmos uma sexualidade infantil, quem seríamos nós para normatizar o que ela deva ser ou definir o que a criança deva desejar? É muito fácil generalizar casos clínicos, estórias específicas como verdades universais. Me permitam duvidar, me permitam apostar que ao lado do abuso sexual de crianças, majoritariamente realizada por homens heterossexuais dentro de suas próprias famílias, o que aliás deve ser combatido e punido a todo custo; há outras estórias.


Apesar da haver tanto uma pedofilia heterossexual como homossexual, salvo engano, a pedofilia como pânico social é uma última estratégia da direita ultra-conservadora de barrar os avanços dos movimento de gays e lésbicas politicamente organizados ao confundirem homossexualidade e pedofilia, fazendo vista grossa a uma longa tradição de homens mais velhos que casavam e casam com jovens moças e meninas, notadamente em nossa cultura, sem que isto nunca tenha causado nenhum escândalo Há outras estórias silenciadas, pouco contadas, para além da violência, que falam também de intimidade, amizade, respeito, admiração, carinho, atenção, compartilhamento e porque não, paixão e amor? Onde podemos encontrá-las?


Não falo aqui como jurista obcecado em determinar uma idade de consentimento para as relações sexuais. Seria a criança o menor de 21, 18, 16 ou 12 anos? Onde termina a infância e começa a pré-adolescência, a adolescência ou a juventude? Não falo aqui como os profissionais de saúde e psicólogos obcecados por uma maturidade afetiva, sexual biológica. Sabe-se lá quando se atinge essa tal maturidade para que só então possa ter autonomia sobre seu próprio corpo. Em todo caso, ainda estou esperando por ela. Espero sinceramente que ela não venha. Procuro também fugir do discurso de fácil apelo dos moralistas de toda ordem, nos púlpitos, nas universidades ou em programas sensacionalistas.


Em meio a tanta intolerância e posições bem marcadas, creio que a arte tem uma contribuição fundamental a dar na criação de dúvidas e proliferação de narrativas diversas, sobretudo no lado mais visível e difícil de ser aceito: a pedofilia homossexual masculina, meu particular tema de interesse desde quando escrevi meu livro O Homem que Amava os Rapazes e Outros Ensaios, fruto de pesquisa sobre a relação entre a homossexualidade masculina, os transgêneros e a arte contemporânea. E é da pedofilia homossexual masculina que quero tratar agora através da arte.


Antes disso contudo, há vários relatos de como culturas não-ocidentais lidam com a pedofilia, seria interessante relembrar talvez o mais conhecido e que lança um forte imaginário em toda história e imaginário ocidentais, até os nossos dias. Seguindo a leitura da Foucault em sua História da Sexualidade, no mundo grego clássico, justamente o que é por nós mais rejeitado era a referência para o discurso amoroso: a relação entre um homem adulto e um menino imberbe, aquele deveria ser uma espécie de tutor na vida intelectual e afetiva, pedagogo de corpo e alma, integrando sexualidade e conhecimento do mundo, ética e cidadania, todo estes elementos fundamentais para a formação do homem grego.


O que não era aceito socialmente era exatamente o que cada vez mais é considerado normal entre nós como padrão conservador do "gay saudável", ou seja, relações estáveis ou não entre homens adultos. Isto nos dá o que pensar. Passando para o mundo latino, a pedofilia persiste como prática comum a ponto de se criar até mesmo um culto ao jovem amante do imperador Adriano - Antínoo - alçado à categoria de deus, após sua morte precoce. Com o Cristianismo, o efebo, objeto de tantos poemas é gradualmente substituído pela moça virgem como musa e objeto do desejo, mas esta outra tradição se manteve viva na arte.


Pensando no século XX de Morte em Veneza de Thomas Mann, brilhantemente adaptado por Visconti em 1968, estória da paixão de um artista em crise por um garoto em Veneza; passando por Gide e Pasolini, que nas suas vidas e obras foram apaixonados pelos garotos suburbanos e não-ocidentais ao romance For a Lost Soldier de Rudi van Dantzig, estória de amor entre um menino e soldado durante a Segunda Guerra Mundial na Holanda, The Folding Star de Allan Hollinghurst, paixão entre professor e aluno; e A Conseqüência de Alexander Ziegler , ou na ficção brasileira, temos exemplos desde a relação inter-etária e inter-racial em O Bom Crioulo de Adolfo Caminha, ainda no século XIX, até os belos contos História Natural de Autran Dourado, novamente uma estória entre professor e aluno, e o poético O Menino e o Vento de Aníbal Machado até a contos de Caio Fernando Abreu, como em O Pequeno Monstro, a estória de dois primos.


Esta tradição permanece talvez ainda mais forte, sobretudo na poesia lírica, de Fernando Pessoa, Kaváfis a Sandro Penna, e, particularmente na poesia brasileira, desde Mario de Andrade a poetas contemporâneos como Glauco Mattoso, Roberto Piva, Guilherme Zarvos, entre outros. A criança e o adolescente aparecem como encarnação da androginia, como femme fatale ou não aquele que deve ser conduzido ou educado mas aquele que conduz e educa, invertendo as relações assimétricas e hierarquizadas na tradição greco-latina.


Esta tradição lírica brasileira, caso fosse melhor conhecida, teria uma importante contribuição para a redução, feita com o aval dos meios de comunicação de massa, das relações entre homens adultos e crianças/adolescentes/menores à pornografia, violência e estupro. Para exemplificar, cito trecho de soneto de Mario de Andrade, de 1937, em que não só a beleza imberbe é apresentada sem temor, mas o garoto possuindo um desejo ativo e não só como objeto de contemplação e desejo.


"Tudo o que há de melhor e mais raro
Vive em teu corpo nu de adolescente
A perna assim jogada e o braço, o claro
Olhar preso no meu, perdidamente"


Ou para citar um exemplo, agora contemporâneo, "Waw" de Valdo Mota (1996), em que os papéis rígidos são embaralhados em posições precárias e móveis, fazendo um importante diálogo com o documentário "Chicken Hawk" de Adi Siderman, inédito no circuito comercial em que são apresentados depoimento do polêmico grupo NAMBLA, Associação Norte-Americana pelo Amor entre Homens e Garotos, que foi expulso até da Associação Intenacional de Gays e Lésbicas, que congrega militantes de todo o mundo, tão o grau como este tema é polêmico e vítima de preconceito:


"Tem a ver o papo
de que sou o pai
que você não teve.
Faça-me de pai,
De mãe e de quantos
Irmãos necessite
O seu desamaparo"


Talvez se vivêssemos em tempos menos intolerantes, nem precisássemos evocar tantos textos literários, talvez em outros lugares da sociedade seriam ouvidas outras estórias que falam para além da redução mecanicista do violentado que vira violentador ou marginal, a que nem mesmo o grande Almodóvar parece não escapar em seu último filme "Má Educação", ao contrário do libertário e amoral "O Que eu Fiz para Merecer isto", filme que dirigiu em 1984. Talvez num futuro, que espero próximo, haja um tempo em que falar de pedofilia seja apenas falar de uma expressão afetiva, tão impura e divina, violenta e intensa, terna e animal, como outra qualquer, apenas parte, do que na falta de uma palavra melhor, ainda chamamos, da condição humana.


[1] Professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, pesquisador do CNPq, autor de O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios (RJ, Aeroplano, 2002) e Nós os Mortos: Melancolia e Neo-Barroco (RJ, 7Letras, 1999).


Fonte: Site homossexual ParouTudo.


ATENÇÃO:
Depois que este artigo infame foi desmascarado no meu blog, para que todos vejam o que está acontecendo, o site homossexual Paroutudo escondeu ou removeu o artigo original. Que as autoridades se mobilizem para agir contra isso.


24 comentários:

Anderson disse...

Prezado Julio,
Entendo sua intenção ao postar esse artigo aqui.
Mas não posso deixar de manifestar indignação com você, ao dar espaço a esse lixo.
Um amontoado de letras amorais como esse não deveria ser exposto aos olhos de seus leitores.
Creio que alguém disposto a remexer lixo e a navegar pelo site que o publicou mereça tal verborragia satânica.
Mas que você o divulgue aqui, é lamentável.
Cordialmente,
Anderson.

Anderson disse...

Realmente se foi removido, esses covardes mostram que estão armando a coisa em segredo de estado.

Quando li e me indignei com esse texto no seu site, cliquei no link fornecido e pude constatar inclusive que ele, ao final do artigo, propunha uma enquete para saber a opinião dos leitores.

Esses criminosos deveriam ir pra cadeia, mas infelizmente, pelo andar da carruagem, quem vai parar lá são as pessoas normais que não se conformam com essas aberrações...

Um abraço e fique firme!
Anderson.

Anônimo disse...

Julio, uma outra sugestão seria você dar print screen, reproduzindo literalmente o conteúdo das páginas que você encontra na internet. Além de textos, colecionar arquivos de imagem é outra prova documental que pode ajudá-lo.

Anônimo disse...

Júlio,


O site ainda está com o conteúdo desse texto nefasto online, veja: http://www.paroutudo.com/colunas/denilson/041208_denilson_amandogarotos_22.htm

Julio Severo disse...

Esse conteúdo pedófilo estava disponibilizado por um link diferente do site homossexual ParouTudo. Vejo que mudaram de lugar, mas não mudaram de idéia... Obrigado por alertar.

Landau Mercaz disse...

Este cretino, anormal e doente, este escroto vagabundo criminoso chamado Denilson Lopes é professor concursado da Universidade de Brasília, da Faculdade de Comunicação, e ainda por cima da Pós-Graduação. A que ponto chegamos.

Eduardo Vaz disse...

Julio,
Nao é de hoje que professores universitarios se posicionam a respeito dessa tematica..é uma pena ver onde eles querem chegar, usando os insanos teoricos da psicologia como referencia para seus textos...simplesmente insano e preocupante..

Gays de Direita disse...

Julio, se o site alguma vez deletou o artigo, trataram de colocá-lo de volta. Veja http://www.paroutudo.com/colunas/denilson/041208_denilson_amandogarotos_22.htm

Realmente, é pura propaganda da pedofilia mascarada de "artigo científico", uma baixaria isso... Incrível como a polícia ainda não prendeu o cara, o texto está ali desde 2004!

Gisele disse...

Denunciei este site em:

www.safernet.com.br - chave de acompanhamento:777633d9b404f0829997f62f275882cfe

site:amigodacriança

stop-pedofilia.org

abranet.org.br./home/

Sou mãe e cristã. Não tolero estas coisas. Oremos para que alguém faça alguma coisa.

Júlio você tem uma alida fiel na luta contra tudo que vá prejudicar a moral da família e os bons costumes.
Não sou uma fanática radical não, sou apenas uma mulher cristã que ama à Jesus mais que a minha própria vida.

Todos os seus artigos eu espalho por e-mail entre meus amigos, família e irmãos em cristo, todos os meus colegas de trabalho, inclusive na Finlândia, Dinamarca, Itália, Espanha e USA.

Seu blog está sendo visto pelo mundo e muita gente te admira e te respeita pela sua postura de Homem de Deus. Paz amados.

Julio Severo disse...

Estimada Gisele: Muito obrigado por fazer algo. Contudo, preciso alertá-la. A SaferNet é uma organização com intesses camuflados. Rotineiramente, os ativistas gays denunciam meu blog à SaferNet. Por favor, veja vários dos meus artigos sobre a SaferNet neste link: http://juliosevero.blogspot.com/search?q=SaferNet

Gisele disse...

Isto é lamentável. Somos ovelhas no meio dos lobos. Faz parte. Muito obrigada por me alertar. Aqui no trabalho só eu sou cristã, mas meus colegas gostam de me ouvir e ler meus e-mails e estão revoltados com o que aconteceu. Convoquei eles para a votação e todos votaram no site do senado e eles gostam muito do seu bolg. Eles te acham um homem de coragem. As pessoas não sabem das coisas que estão acontecendo no nosso pais. Eles ficaram passados com o site fora do ar.
Em fim, a gente faz o que pode, só não posso ficar parada e desistir, ok
Fica na Paz irmão, Deus é contigo.

Rainha Madonna disse...

Nossa, eu mesma sou gay mas esse artigo meu deu NOOOOOOOOJO e até me fez simpatizar com o Julinho Severo (e isso é uma coisa e tanto!).

Anônimo disse...

Caro Júlio Severo,

O currículo do autor deste texto atroz está na Plataforma Lattes do CNPQ, basta fazer a busca por Denílson Lopes Silva. Pela foto que há no currículo, vê-se o grau de seriedade... Iuri

Anônimo disse...

Estou estarrecida! Como mãe me coloco contra isso!
Essa pobre alma está possessa(Denílson)!
Misericórdia...se julgam tão letrados e intelectuais, mergulham nas culturas gregas e romanas e se revestem de sofisticação na escrita, mas ignoram a verdadeira e única sabedoria que vem do alto!
Que estejamos firmes na palvra para que não sejamos enganados por esses falsos letrados.
Cuidado coma vaidade das letras ela pode derrubar muita gente!

Anônimo disse...

Por pior que seja a verdadé para alguns, continue a anunciá-la e com as denúncias!

Ana disse...

Olá julio, sempre q vc achar algo como esse artigo, faça um grande favor e dê um print screen na tela, de preferencia com a data no proprio site, pq se tirarem do ar, vc tem como provar judicialmente que foi publicado! e a data que vc acessou o artigo.. fique com Deus! Ana

Anônimo disse...

que absurdo, que crime, lamentável.
mas fica o alerta, muitos homossexuais masculinos tem este pensamento, inclusive pessoas letradas como este professor. vide o caso do médico pediatra Eugênio Chipkevitch? Posso falar pois tive acesso a esta informação, ele achava normal os meninos serem iniciados na sexualidade por homens mais velhos, como era na Grécia antiga segundo ele! E veja no que deu, um criminoso. Agora colocaram na novela das 19h (Ti-ti-ti) um pediatra homossexual. Não que um pediatra não possa ser homossexual, mas porque será foram colocar logo um pediatra? Não podiam ter posto uma outra profissão? Parece que mais uma vez a midia e suas mensagens subliminares querem incutir na cabeça das pessoas suas idéias nefastas. Fiquemos de olhos bem abertos com estas coisas.

luciana disse...

Como cristã, mãe, pedagoga, chorei ao ler, meu coração disparou e a indignação veio ao ponto de não acreditar em tudo isso!!! Absurdo!!!
Muitas vezes só a Safernet não adianta. Denunciamos na policia federal e no ministerio publico,as autoridades não podem fechar os olhos. Indignada!

Anônimo disse...

Safernet é comprometida com o ativismo homossexual e o feminismo. É tendenciosa e se vale de uma fachada politicamente correta para impor sua ideologia. Ela não move uma palha contra a heterofobia e nem contra a misandria.

O Herege disse...

Este seria mesmo o próximo passo, você vê, eles não podem simplesmente parar de "reivindicar direitos" ou o próprio movimento se enfraquece e desaba sobre si mesmo. Depois disso, pessoal, comecem a preparar o estômago para a Bestialidade, o passo final, a descriminilização ( e desestigmatização ) do sexo entre homens e animais. Isso tudo faz parte de uma agenda muito mais complexa e sinistra diga-se de passagem. Interessante que ninguém aqui percebe ( ou quer se expor o suficiente para mencionar ) que o homossexualismo foi se infiltrando na consciência popular através do entretenimento, dos "extremamente inocentes" programas humorísticos, além de filmes e novelas, que pegam você com a guarda baixa, fazem-no rir e achar graça no comportamento repugnante, e pouco tempo depois você se vê ACEITANDO aquele comportamento ao seu redor. NÃO EXISTE ENTRETENIMENTO "INOFENSIVO" ( há sempre uma mensagem subversiva nas entrelinhas, quando não escancarada ). Assim no Brasil, na América, Alemanha, em todo lugar. Enquanto permitirmos que a mídia corporativa ( e portadora dos piores interesses em relação à sociedade ) construa a nossa cultura, isso será inevitável. Gritaria e bravado esporádico nunca derrotaram inimigo nenhum, se quiserem mesmo vencer a corrente atual de degeneração em massa, precisarão levantar muito o nível da discussão ( embora isso me pareça impossível aqui, num país de analfabetos funcionais ). Isso não deve ser feito em nome de Jesus, Moisés ou Maomé, mas em nome da honra.

Anônimo disse...

Como vítima da pedofilia, aos 10, 11 e 12 anos, por três agressores diferentes, só tenho a dizer que qd isso acontecer prefiro não estar mais nesse mundo nojento, pecaminoso.
Sou mulher e hétero. Graças a DEUS não reproduzi o comportamento sofrido e anormal, como faz a maioria dos pedófilos (um dia foram violentados), nem virei lésbica, curso natural das que tiveram que enfrentar essa violência na infância, assim como todo gay que conheço me conta que foi vítima de pedofilia em tenra infância...

Gil Queiroz disse...

Julio, parabéns por desmascarar essa trupe nojenta e ousada, a ponto de publicar um texto ideológico-pragmático com este nível de conteúdo. Aqui está a postagem original, existe um site que guarda tudo: WayBack Machine. Aqui o link que apagaram, mas a Internet tem registro de tudo: http://web.archive.org/web/20071012214041/http://paroutudo.com/colunas/denilson/041208_denilson_amandogarotos_22.htm

Anônimo disse...

Nem consegui ler. Fiquei com asco. Sexo com criança é estupro, sempre. Criança não tem noção nem formação corporal para ter sexo. Vou ficar de olho nesse professor Denilson. Pedófilo tem que ir é para cadeia e o texto dele é bizarro.

Julio Severo disse...

Pessoal, o site homossexual removeu o artigo criminoso, mas a prova inteira está armazenada no link abaixo. É só clicar:

Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea

O mais incrível de tudo é que há anos denuncio o crime desse professor, mas nenhuma autoridade toma providência.