800 mil versus 2 mil: a realidade fala por si
Coisa de Pinóquio: Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia
Julio Severo
Um dos argumentos mais usados para defender a criação de leis contra a “homofobia” é a questão dos homossexuais assassinados. Ninguém é a favor de assassinatos e todos são a favor de leis para impedir assassinatos. Assim, o argumento de se proteger vítimas de assassinatos garante aceitação, de modo que a utilização da condição de vítima é essencial para se obter o apoio necessário à aprovação de leis para proteger as vítimas.
De acordo com a versão dos grupos homossexuais, está havendo um holocausto de homossexuais no Brasil, onde as vítimas sofrem a violência do homicídio, como se ninguém mais no Brasil sofresse violência maior e pior.
Ninguém pode negar que há homossexuais assassinados no Brasil. Assim como ninguém pode negar que muitos que não são homossexuais também são assassinados no Brasil. De fato, segundo dados do Congresso Nacional, “nos últimos
O governo federal acredita, divulga e ensina que os homossexuais são
Se os homossexuais fossem de fato mais vítimas de assassinatos do que a população em geral e se eles fossem realmente
Muita propaganda em cima de poucos números
Entretanto, nos últimos
Portanto, o mais famoso grupo homossexual do Brasil revela que o número total de homossexuais mortos de
Se o número de homossexuais no Brasil fosse realmente
A estatística dos
Entretanto, não é somente nos números e estatísticas que a questão homossexual é interpretada de modo estranho. Evita-se mencionar um fator importante nas agressões e assassinatos de homossexuais. Indivíduos (sejam homossexuais ou não) que escolhem a vida dos bares, casas noturnas e outros ambientes de prostituição fácil correm mais perigo, onde a violência é uma ameaça a todos: prostitutas, clientes, homossexuais, etc. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas,
No Brasil da rotina violenta, todos sofrem, não só os homossexuais
É claro que há também outros fatores de crime. O que não falta na sociedade brasileira é violência. É um dos produtos internos em que o Brasil tem mais abundância. É o PIB da criminalidade.
Um desses fatores são as gangues. Uma gangue qualquer pode bater, agredir, estuprar e matar. Suas vítimas podem ser muitas. As autoridades reagem com seu habitual descaso. A imprensa trata como violência rotineira. Mas se, entre as suas muitas vítimas, a gangue por uma fatalidade do destino agredir um homossexual, o barulho começa: “Preconceito! Discriminação! Violência contra os homossexuais! Os homossexuais precisam de leis e proteção especial! Como compensação, eles merecem o direito de casamento e adoção de crianças!” A imprensa esquerdista, que é cutucada pelo ativismo gay, cutucará as autoridades até que haja mobilização e favorecimentos.
Belo recado, não? Todos podem sofrer, ser agredidos, estuprados e assassinados, sem direito a barulho e clamores de direitos humanos — menos os homossexuais. Só as vítimas homossexuais são úteis no perverso jogo político de obtenção de novos e estranhos direitos e privilégios. As vítimas homossexuais estão na moda. Pobres das outras vítimas, que pertencem a uma maioria que não aprendeu a explorar seus sofrimentos para obter ganhos políticos! Será então que todos terão de se converter ao homossexualismo para serem respeitados, valorizados e notados neste Brasil violento, onde não existe guerra, mas há mais mortes violentas por ano do que em muitos países em guerra?
Arriscamos a ter no Brasil um futuro negro onde as próprias gangues temerão os homossexuais, por causa dos muitos privilégios legais concedidos ao homossexualismo. Antes de atacarem um indivíduo, as gangues poderão se sentir obrigadas a perguntar se ele é homossexual. Se não for, o ataque prosseguirá normalmente. Assim, homens, mulheres e crianças não serão poupados. Nos meios criminosos, só os homossexuais terão isenção especial e é possível que, por desespero diante da total falta de segurança que reina no Brasil, a população precise se fazer de homossexual durante uma ação de criminosos.
A que ponto chegou o Brasil: Um governo que não consegue dar nenhuma segurança para milhões de homens, mulheres e crianças agora se compromete a dar segurança à minúscula população homossexual, por causa do intenso, enorme e insistente ativismo homossexual de direitos humanos. Algumas pessoas já devem estar babando de vontade de participar do movimento homossexual, só para ter as garantias civis de segurança que o Estado jamais consegue dar à vasta maioria da população.
Por ano, são assassinados no Brasil mais de
Não é verdade que
Injustiça e manipulação na coleta de informações sobre violência e homossexualismo
Contudo, o que se pretende é que os homossexuais, mesmo sofrendo um número baixíssimo de assassinatos, tenham garantida a condição de vítimas. Assim, nas ocorrências policiais, as vítimas — e jamais os criminosos — devem registrar quando são homossexuais, a fim de cumprir leis e políticas existentes para perpetuar a condição homossexual de vítimas.
Se a função dessa coleta de informação fosse apenas registrar a opção sexual dos casos criminais, então cada registro informaria não só a orientação sexual das vítimas, mas também a dos agressores. A preocupação estatal de coletar apenas a orientação sexual das vítimas é a olhos vistos um meio de fortalecer o lado vítima da polêmica homossexual, inclinando pesadamente a balança das questões sexuais e criminais somente para um dos lados — obstruindo completamente a função da justiça de pesar igualmente ambos os lados da polêmica.
A inclusão nos registros de agressores homossexuais poderá mudar drasticamente o perfil de minoria indefesa, inocente e vítima que as leis anti-homofobia atribuem sistematicamente aos homossexuais. Embora a grande mídia brasileira sempre destaque a homossexualidade das vítimas e nunca revele a homossexualidade de agressores e assassinos, jornais menores às vezes são mais livres desses preconceitos politicamente corretos. Recentemente, a Folha de Pernambuco noticiou que um homossexual foi preso por manter em cárcere privado seu amante homossexual, que sofria maus tratos e agressões.[
Além disso, conforme admite um site gay, “a violência doméstica homossexual é considerada atualmente um dos três riscos mais importantes à saúde dos gays, ficando atrás apenas do HIV e do abuso de álcool e drogas”.[
Quantos homossexuais então não são assassinados por outro homossexual, seja por motivos passionais, seja devido a rixas de caráter pessoal? Quantos não devem ser mortos como resultado do envolvimento direto com atividades criminosas, tais como tentativas de homicídio ou de assalto, extorsão, estupros, seqüestros, contrabando, narcotráfico, etc.?[
Um fato pouco divulgado também são os casos em que a população é vítima de criminosos homossexuais. Na Bahia, um casal homossexual jovem matou a tiros e facadas cinco pessoas, entre mulheres e crianças.[
A ameaça homossexual à saúde
Além das questões criminais, que são tratadas com a omissão escandalosa do lado negativo do homossexualismo, há também as questões de saúde, que sofrem o mesmo tratamento desigual.
Junto com outros comportamentos de risco para a saúde, a atividade sexual homossexual também é responsável pela propagação da hepatite B. “Quase todo recém-nascido é hoje saudado em sua chegada ao mundo com uma injeção contra uma doença sexualmente transmissível, quando na verdade os bebês não estão em risco dessa doença. O governo obriga a vacinação dos bebês porque não consegue obrigar os drogados, as prostitutas, os homossexuais e os heterossexuais promíscuos a se vacinarem”, Michael Belkin relatou numa comissão do Congresso dos EUA em
Os problemas de saúde, que afetam os homossexuais e também o restante da população, se tornam ainda mais sérios por causa do homossexualismo. O Dr. Jonathan Katz declara:
A história médica recente oferece um argumento convincente. O HIV, o vírus que causa a AIDS, esteve presente, e ocasionalmente foi encontrado na população humana, por aproximadamente meio século (alguns casos esporádicos foram identificados em
Um homossexual portador de uma forma mais letal do HIV fez sexo com mais de
Assim, a questão homossexual tem seu lado desagradável, envolvendo informações exageradas, dados falsos, estatísticas infladas e riscos de doenças.
Leis que dão aos homens que estão no homossexualismo uma segurança que o Estado geralmente não consegue dar à maioria da população são um insulto, pois todos são iguais diante da lei. Se todos são iguais diante da lei, então assim como os militantes homossexuais têm o direito de provar que são vítimas de violência e preconceito, o restante da população também tem o direito de provar que é vítima de violência, assassinatos e doenças de homossexuais — sem mencionar que nenhum pai ou mãe se sente feliz quando, com o pretexto de combater o preconceito (que supostamente leva ao assassinato de homossexuais), seus filhos recebem doutrinação pró-homossexualismo nas escolas públicas.
É responsabilidade dos pais impedir que seus filhos sejam aliciados a condutas impróprias, sejam quais forem. Uma lei contra a homofobia anularia o direito de os pais ajudarem a proteger seus filhos do aliciamento homossexual.
Uma lei contra a homofobia invalidaria a Constituição e sua garantia de igualdade entre cidadãos e daria aos homossexuais superdireitos de intocabilidade, tornando-os merecedores de muito mais atenção do que o restante da população.
Uma lei contra a homofobia faria dos homossexuais uma casta de vítimas inocentes e faria da população inteira, que já sofreu
Brasil: campeão de assassinatos de homossexuais?
Se a manipulação de estatísticas não representasse ameaça para toda a população, ninguém se importaria de ver os ativistas homossexuais como apenas um bando de pinóquios psicóticos e espalhafatosos de narizes compridos. Mas as conseqüências são reais, com muita perda de liberdade para os cidadãos.
A visão marxista (ou comunista, esquerdista, socialista, etc.) impõe a irrelevância da maioria inocente em proveito de uma minoria oportunista. Josef Stálin, o ditador comunista mais assassino do século XX, declarou: “A morte de um único homem é uma tragédia. A morte de milhões é uma estatística”. Talvez seja por isso que socialistas habitualmente tratem os milhões de inocentes cidadãos e cristãos mortos em governos comunistas como simples e insignificantes estatísticas, enquanto tratam a morte de alguns “companheiros” e “camaradas” como verdadeira tragédia. Não é de admirar então que, seguindo essa bela linhagem ideológica, o governo socialista do Brasil veja os quase
Aproveitando a onda socialista reinante no Brasil, onde a verdade é tratada como Peste Negra e a mentira serve as informações como garçonete da mídia liberal, os ativistas homossexuais do País estão superando a si mesmos. Em matéria de propaganda, nenhum ativista homossexual do mundo inteiro é tão bom quanto os brasileiros. De acordo com informação recente da Associação Internacional de Lésbicas e Gays (cuja sigla em inglês é ILGA), o Brasil é campeão mundial de assassinatos de homossexuais. Essa propaganda foi repassada à ILGA pelo Grupo Gay da Bahia. Como não poderia deixar de ser, o fundador do GGB é um marxista.
Assim, esqueça que em Cuba e outros países comunistas os ativistas gays não têm permissão de realizar paradas e muitos homossexuais são agredidos e presos pelo próprio governo. Esqueça que na Arábia Saudita e outros países muçulmanos o preço do homossexualismo é a morte. (Por incrível que pareça, os ativistas gays do Brasil acham que dois homossexuais sem “direito legal” de se beijar e se conduzir indecentemente em público é muito pior do que a situação de homossexuais que são executados no Irã.) Esqueça que quase
Josef Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, estava certo. Ele afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”. E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes. Diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.
Os pinóquios dizem que o Brasil é campeão mundial de agressões e assassinatos de homossexuais. Mas que é campeão de propagandas de narigudos ninguém pode negar.
Julio Severo é escritor, autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia, e dono de um conhecido blog: www.juliosevero.com.br
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Um comentário:
É realmente um absurdo que todas essas mentiras estejas sendo divulgadas como verdadeiras,e que até parece que a impresa brasileira faz vista grossa,ou até mesmo faz parte desse absurdo...mas, e o direitos da maioria que deve ser o primordial em uma democracia. Onde chegaremos se esta imoralidade não for barrada...
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