11 de junho de 2007

Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia

800 mil versus 2 mil: a realidade fala por si

Coisa de Pinóquio: Propaganda e mentira na defesa das leis anti-homofobia

Julio Severo

Um dos argumentos mais usados para defender a criação de leis contra a “homofobia” é a questão dos homossexuais assassinados. Ninguém é a favor de assassinatos e todos são a favor de leis para impedir assassinatos. Assim, o argumento de se proteger vítimas de assassinatos garante aceitação, de modo que a utilização da condição de vítima é essencial para se obter o apoio necessário à aprovação de leis para proteger as vítimas.

De acordo com a versão dos grupos homossexuais, está havendo um holocausto de homossexuais no Brasil, onde as vítimas sofrem a violência do homicídio, como se ninguém mais no Brasil sofresse violência maior e pior.

Ninguém pode negar que há homossexuais assassinados no Brasil. Assim como ninguém pode negar que muitos que não são homossexuais também são assassinados no Brasil. De fato, segundo dados do Congresso Nacional, “nos últimos 25 anos ocorreram aproximadamente 800 mil assassinatos no Brasil, o que transformou o país em uma das nações mais violentas do planeta”.[1]

O governo federal acredita, divulga e ensina que os homossexuais são 14 por cento da população. Então, usando a metodologia estatística estatal, dos 800 mil brasileiros que foram assassinados, 122 mil seriam homossexuais. Esse cálculo é um número grande, mas está em conformidade com a realidade violenta do Brasil, onde todos sofrem, igualmente. Os homossexuais não estariam vivendo uma realidade diferente, pois eles estão vivendo no mesmo Brasil onde milhões de homens, mulheres e crianças são vulneráveis a assassinatos dentro de uma sociedade em que as políticas de seguranças oferecem igualmente a mesma insegurança a todos.

Se os homossexuais fossem de fato mais vítimas de assassinatos do que a população em geral e se eles fossem realmente 14 por cento da população, então o número de vítimas de homicídio homossexual seria provavelmente bem mais de 150 mil.

Muita propaganda em cima de poucos números

Entretanto, nos últimos 25 anos, em que 800 mil homens, mulheres e crianças foram assassinados, somente 2.511 homossexuais foram mortos.[2] Essa baixíssima estatística de assassinatos de homossexuais, durante 25 anos, foi oficialmente divulgada pelo Grupo Gay da Bahia, considerado entidade pioneira no Brasil na luta a favor do homossexualismo.

Portanto, o mais famoso grupo homossexual do Brasil revela que o número total de homossexuais mortos de 1980 a 2005 não chega, nem de longe, a 1 por cento do total de 800 mil assassinatos totais de brasileiros no mesmo período! O que mais chama a atenção não é o menos de 1 por cento de homossexuais assassinados, mas os quase 1 milhão de homens, mulheres e crianças assassinados. Esse número revela uma grave distorção e violação dos direitos humanos de todos os cidadãos comuns, abandonados à própria sorte dentro do quadro deplorável de miséria a que foi relegado o sistema de segurança pública no Brasil.[3]

Se o número de homossexuais no Brasil fosse realmente 14 por cento da população, então 122 mil homossexuais teriam sido assassinados. Mas a estatística de 14 por centro murcha diante da realidade de apenas 2.511 homossexuais assassinados. Na verdade, os 14 por cento são uma exageração dos 10 por cento repetidamente retransmitidos por meios acadêmicos que preferem copiar sem fazer sua própria pesquisa.

A estatística dos 10 por cento é originária do Relatório Kinsey, que na década de 1940 entrevistou de modo especial a população carcerária a respeito de “preferências” e “inclinações” sexuais. De acordo com a Dra. Judith Reisman, autora do livro Kinsey: Crimes and Consequences (o melhor e mais abrangente estudo das pesquisas do sexólogo), Kinsey usou metodologia fraudulenta para chegar às suas conclusões sobre a sexualidade humana. Uma dessas conclusões é que os homossexuais perfazem 10 por cento da população. Esse e outros números foram consagrados como verdades “científicas” irrefutáveis durante décadas — até se constatar a realidade: embora mesmo sendo uma sociedade relativamente erótica, os EUA hoje sabem que os homossexuais são somente 1 por cento da população.[4] Contudo, no Brasil a estatística de Kinsey foi não somente consagrada, mas também inflada para 14 por cento.

Entretanto, não é somente nos números e estatísticas que a questão homossexual é interpretada de modo estranho. Evita-se mencionar um fator importante nas agressões e assassinatos de homossexuais. Indivíduos (sejam homossexuais ou não) que escolhem a vida dos bares, casas noturnas e outros ambientes de prostituição fácil correm mais perigo, onde a violência é uma ameaça a todos: prostitutas, clientes, homossexuais, etc. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.) Ninguém é obrigado a ir a ambientes onde há agressões, espancamentos, drogas, prostituição, brigas e assassinatos. Mas de todos os que sofrem violência nesses lugares, por que os que praticam o homossexualismo estão se tornando alvo privilegiado do cuidado e atenção das leis?

No Brasil da rotina violenta, todos sofrem, não só os homossexuais

É claro que há também outros fatores de crime. O que não falta na sociedade brasileira é violência. É um dos produtos internos em que o Brasil tem mais abundância. É o PIB da criminalidade.

Um desses fatores são as gangues. Uma gangue qualquer pode bater, agredir, estuprar e matar. Suas vítimas podem ser muitas. As autoridades reagem com seu habitual descaso. A imprensa trata como violência rotineira. Mas se, entre as suas muitas vítimas, a gangue por uma fatalidade do destino agredir um homossexual, o barulho começa: “Preconceito! Discriminação! Violência contra os homossexuais! Os homossexuais precisam de leis e proteção especial! Como compensação, eles merecem o direito de casamento e adoção de crianças!” A imprensa esquerdista, que é cutucada pelo ativismo gay, cutucará as autoridades até que haja mobilização e favorecimentos.

Belo recado, não? Todos podem sofrer, ser agredidos, estuprados e assassinados, sem direito a barulho e clamores de direitos humanos — menos os homossexuais. Só as vítimas homossexuais são úteis no perverso jogo político de obtenção de novos e estranhos direitos e privilégios. As vítimas homossexuais estão na moda. Pobres das outras vítimas, que pertencem a uma maioria que não aprendeu a explorar seus sofrimentos para obter ganhos políticos! Será então que todos terão de se converter ao homossexualismo para serem respeitados, valorizados e notados neste Brasil violento, onde não existe guerra, mas há mais mortes violentas por ano do que em muitos países em guerra?

Arriscamos a ter no Brasil um futuro negro onde as próprias gangues temerão os homossexuais, por causa dos muitos privilégios legais concedidos ao homossexualismo. Antes de atacarem um indivíduo, as gangues poderão se sentir obrigadas a perguntar se ele é homossexual. Se não for, o ataque prosseguirá normalmente. Assim, homens, mulheres e crianças não serão poupados. Nos meios criminosos, só os homossexuais terão isenção especial e é possível que, por desespero diante da total falta de segurança que reina no Brasil, a população precise se fazer de homossexual durante uma ação de criminosos.

A que ponto chegou o Brasil: Um governo que não consegue dar nenhuma segurança para milhões de homens, mulheres e crianças agora se compromete a dar segurança à minúscula população homossexual, por causa do intenso, enorme e insistente ativismo homossexual de direitos humanos. Algumas pessoas já devem estar babando de vontade de participar do movimento homossexual, só para ter as garantias civis de segurança que o Estado jamais consegue dar à vasta maioria da população.

Por ano, são assassinados no Brasil mais de 50 mil homens, mulheres e crianças. Quando espremem todos os dados criminais, os militantes gays conseguem com muito esforço e suor extrair uma dezena, ou pouco mais, de assassinatos de indivíduos envolvidos no homossexualismo. Se o número de gays assassinados chegasse a 50 mil por ano, suas reivindicações no Congresso Nacional provocariam um verdadeiro terremoto de mudanças, desde a aprovação de leis contra o preconceito e a homofobia até a instituição oficial do Dia do Orgulho Gay e o Dia Nacional Contra a Homofobia. Mas mesmo com apenas uma pequena dezena de casos, eles querem tal terremoto e já estão conseguindo a aprovação de muitas leis.

Não é verdade que 50 mil gays são assassinados por ano. Contudo, esses números são reais. Por ano, 50 mil brasileiros são vítimas da pena de morte imposta pelos criminosos. É um número elevado e vergonhoso para as autoridades encarregadas da segurança da população. Esse número comprova a escassez de segurança para a população em geral. O número infinitamente pequeno de homossexuais assassinados prova que a escassez de segurança ainda não os atingiu. Com a determinação do governo Lula de proteger esse comportamento, a segurança deles e de seu comportamento está praticamente garantida.

Injustiça e manipulação na coleta de informações sobre violência e homossexualismo

Contudo, o que se pretende é que os homossexuais, mesmo sofrendo um número baixíssimo de assassinatos, tenham garantida a condição de vítimas. Assim, nas ocorrências policiais, as vítimas — e jamais os criminosos — devem registrar quando são homossexuais, a fim de cumprir leis e políticas existentes para perpetuar a condição homossexual de vítimas.

Se a função dessa coleta de informação fosse apenas registrar a opção sexual dos casos criminais, então cada registro informaria não só a orientação sexual das vítimas, mas também a dos agressores. A preocupação estatal de coletar apenas a orientação sexual das vítimas é a olhos vistos um meio de fortalecer o lado vítima da polêmica homossexual, inclinando pesadamente a balança das questões sexuais e criminais somente para um dos lados — obstruindo completamente a função da justiça de pesar igualmente ambos os lados da polêmica.

A inclusão nos registros de agressores homossexuais poderá mudar drasticamente o perfil de minoria indefesa, inocente e vítima que as leis anti-homofobia atribuem sistematicamente aos homossexuais. Embora a grande mídia brasileira sempre destaque a homossexualidade das vítimas e nunca revele a homossexualidade de agressores e assassinos, jornais menores às vezes são mais livres desses preconceitos politicamente corretos. Recentemente, a Folha de Pernambuco noticiou que um homossexual foi preso por manter em cárcere privado seu amante homossexual, que sofria maus tratos e agressões.[5] Em outro caso, o Jornal Pequeno divulgou que um adolescente homossexual foi torturado e morto por um jovem homossexual de 18 anos porque o amante lhe transmitiu uma doença sexual..[6]

Além disso, conforme admite um site gay, “a violência doméstica homossexual é considerada atualmente um dos três riscos mais importantes à saúde dos gays, ficando atrás apenas do HIV e do abuso de álcool e drogas”.[7]

Quantos homossexuais então não são assassinados por outro homossexual, seja por motivos passionais, seja devido a rixas de caráter pessoal? Quantos não devem ser mortos como resultado do envolvimento direto com atividades criminosas, tais como tentativas de homicídio ou de assalto, extorsão, estupros, seqüestros, contrabando, narcotráfico, etc.?[8]

Um fato pouco divulgado também são os casos em que a população é vítima de criminosos homossexuais. Na Bahia, um casal homossexual jovem matou a tiros e facadas cinco pessoas, entre mulheres e crianças.[9] Nos casos em que a violência não envolve homicídio, o peso do crime é devastador, porque a homossexualidade do criminoso é acobertada, de modo que não se tomam providências para que crimes parecidos ocorram. Por exemplo, os casos de pediatras e psiquiatras infantis pegos em crimes de abuso homossexual de meninos mostram a cautela que a própria lei deveria ter, mas não tem, com a questão homossexual.[10]

A ameaça homossexual à saúde

Além das questões criminais, que são tratadas com a omissão escandalosa do lado negativo do homossexualismo, há também as questões de saúde, que sofrem o mesmo tratamento desigual.

Junto com outros comportamentos de risco para a saúde, a atividade sexual homossexual também é responsável pela propagação da hepatite B. “Quase todo recém-nascido é hoje saudado em sua chegada ao mundo com uma injeção contra uma doença sexualmente transmissível, quando na verdade os bebês não estão em risco dessa doença. O governo obriga a vacinação dos bebês porque não consegue obrigar os drogados, as prostitutas, os homossexuais e os heterossexuais promíscuos a se vacinarem”, Michael Belkin relatou numa comissão do Congresso dos EUA em 18 de maio de 1999, depois que sua filha morreu por causa direta da vacina contra a hepatite B.[11] Se não fosse o respeito do governo pela opção dos drogados, das prostitutas, dos homossexuais e dos heterossexuais promíscuos, nenhum bebê precisaria ser vacinado contra a hepatite B.

Os problemas de saúde, que afetam os homossexuais e também o restante da população, se tornam ainda mais sérios por causa do homossexualismo. O Dr. Jonathan Katz declara:

A história médica recente oferece um argumento convincente. O HIV, o vírus que causa a AIDS, esteve presente, e ocasionalmente foi encontrado na população humana, por aproximadamente meio século (alguns casos esporádicos foram identificados em 1950, ou mesmo antes). No entanto, esses casos eram raríssimos. A moderna epidemia de AIDS começou de repente em 1980. Suas primeiras vítimas eram homens envolvidos na imoralidade homossexual. No começo, era chamada de “Deficiência Imunológica Ligada aos Gays”. Nos Estados Unidos, as atitudes para com o homossexualismo mudaram na década de 1970. Antes, era um vício praticado secretamente na privacidade. Depois, passou a ser um grupo aceito e a céu aberto. Em muitos lugares, “sodomita” deixou de ser um insulto. Essa aceitação levou à tolerância, e prática ampla, da nojenta prostituição homossexual. O HIV, caindo no solo fértil da prostituição masculina, transformou a AIDS em epidemia. Mesmo antes de se conhecer a AIDS, os homens envolvidos em práticas homossexuais eram famosos por terem um elevado índice de doenças venéreas. O crente religioso consegue ver a mão de Deus na proibição que a religião faz do homossexualismo, mas tanto ele quanto aquele que confia na própria razão precisam ver um fato da natureza. O corpo humano não foi planejado para receber agulhas hipodérmicas que outros usaram, não foi planejado para a prostituição e não foi planejado para se envolver em atos homossexuais. Envolver-se em tais condutas é como dirigir moto, sem capacete, numa estrada coberta de gelo. Por algum tempo, pode ser possível escapar, e alguns podem até se sentir eletrizados com tal risco, mas mais cedo ou mais tarde (provavelmente mais cedo) as conseqüências serão catastróficas. As doenças letais se espalham rapidamente entre pessoas que fazem essas coisas. Infelizmente, as vítimas não são só os indivíduos cuja conduta sem juízo trouxe morte para si mesmos. Há muitas vítimas completamente inocentes também: hemofílicos (uma boa parte morreu como conseqüência de fator de coagulação contaminado), pessoas que receberam transfusões contaminadas e seus cônjuges e filhos, pois a AIDS pode ser transmitida de forma heterossexual (nos Estados Unidos, a transmissão heterossexual não é freqüente) e de nascença. A estrada coberta de gelo está marcada por um rastro de vítimas inocentes caídas, que jamais escolheram andar de moto. Os culpados dessas mortes são os homossexuais e usuários de drogas intravenosas que envenenaram seu fornecimento de sangue. Essas pessoas morreram de modo que os sodomitas pudessem se sentir bem acerca de si mesmos. Atualmente, o teste do HIV reduziu o risco de infecção pela transfusão quase (mas não completamente) a zero. Contudo, se surgir um novo vírus mortal transmitido pelo sangue, milhares de pessoas serão infectadas até que se possa detectá-lo e se desenvolver um teste. A experiência com o HIV mostra que os ambientes da promiscuidade homossexual e uso de drogas intravenosas podem prontamente transformar uma simples infecção numa epidemia.[12]

Um homossexual portador de uma forma mais letal do HIV fez sexo com mais de 100 homens.[13] Embora a contaminação pelo HIV esteja diminuindo na população, entre os homossexuais está aumentado.[14]

Assim, a questão homossexual tem seu lado desagradável, envolvendo informações exageradas, dados falsos, estatísticas infladas e riscos de doenças.

Leis que dão aos homens que estão no homossexualismo uma segurança que o Estado geralmente não consegue dar à maioria da população são um insulto, pois todos são iguais diante da lei. Se todos são iguais diante da lei, então assim como os militantes homossexuais têm o direito de provar que são vítimas de violência e preconceito, o restante da população também tem o direito de provar que é vítima de violência, assassinatos e doenças de homossexuais — sem mencionar que nenhum pai ou mãe se sente feliz quando, com o pretexto de combater o preconceito (que supostamente leva ao assassinato de homossexuais), seus filhos recebem doutrinação pró-homossexualismo nas escolas públicas.

É responsabilidade dos pais impedir que seus filhos sejam aliciados a condutas impróprias, sejam quais forem. Uma lei contra a homofobia anularia o direito de os pais ajudarem a proteger seus filhos do aliciamento homossexual.

Uma lei contra a homofobia invalidaria a Constituição e sua garantia de igualdade entre cidadãos e daria aos homossexuais superdireitos de intocabilidade, tornando-os merecedores de muito mais atenção do que o restante da população.

Uma lei contra a homofobia faria dos homossexuais uma casta de vítimas inocentes e faria da população inteira, que já sofreu 800 mil assassinatos nos últimos 25 anos, uma casta de agressores e assassinos em potencial.

Brasil: campeão de assassinatos de homossexuais?

Se a manipulação de estatísticas não representasse ameaça para toda a população, ninguém se importaria de ver os ativistas homossexuais como apenas um bando de pinóquios psicóticos e espalhafatosos de narizes compridos. Mas as conseqüências são reais, com muita perda de liberdade para os cidadãos.

A visão marxista (ou comunista, esquerdista, socialista, etc.) impõe a irrelevância da maioria inocente em proveito de uma minoria oportunista. Josef Stálin, o ditador comunista mais assassino do século XX, declarou: “A morte de um único homem é uma tragédia. A morte de milhões é uma estatística”. Talvez seja por isso que socialistas habitualmente tratem os milhões de inocentes cidadãos e cristãos mortos em governos comunistas como simples e insignificantes estatísticas, enquanto tratam a morte de alguns “companheiros” e “camaradas” como verdadeira tragédia. Não é de admirar então que, seguindo essa bela linhagem ideológica, o governo socialista do Brasil veja os quase 1 milhão de brasileiros assassinados como mera estatística, enquanto vê os poucos homossexuais assassinados como grande tragédia.

Aproveitando a onda socialista reinante no Brasil, onde a verdade é tratada como Peste Negra e a mentira serve as informações como garçonete da mídia liberal, os ativistas homossexuais do País estão superando a si mesmos. Em matéria de propaganda, nenhum ativista homossexual do mundo inteiro é tão bom quanto os brasileiros. De acordo com informação recente da Associação Internacional de Lésbicas e Gays (cuja sigla em inglês é ILGA), o Brasil é campeão mundial de assassinatos de homossexuais. Essa propaganda foi repassada à ILGA pelo Grupo Gay da Bahia. Como não poderia deixar de ser, o fundador do GGB é um marxista.

Assim, esqueça que em Cuba e outros países comunistas os ativistas gays não têm permissão de realizar paradas e muitos homossexuais são agredidos e presos pelo próprio governo. Esqueça que na Arábia Saudita e outros países muçulmanos o preço do homossexualismo é a morte. (Por incrível que pareça, os ativistas gays do Brasil acham que dois homossexuais sem “direito legal” de se beijar e se conduzir indecentemente em público é muito pior do que a situação de homossexuais que são executados no Irã.) Esqueça que quase 1 milhão de brasileiros foram assassinados nos últimos 25 anos. Esqueça que no Brasil da rotina violenta milhões de brasileiros são agredidos. O único fato que os ativistas gays querem lembrar é que dois mil homossexuais foram mortos nos últimos 25 anos e que, por isso, eles merecem ganhar mais direitos do que todo o restante da população. Ponto final.

Josef Goebbels, chefe de propaganda do governo nazista, estava certo. Ele afirmou: “A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo que nunca mais escapem dela”. E o próprio Hitler disse: “Diga mentiras grandes. Diga-as de forma simples, repita-as constantemente, tantas vezes quantas você puder, até que as pessoas comecem a acreditar no que você está dizendo”.

Os pinóquios dizem que o Brasil é campeão mundial de agressões e assassinatos de homossexuais. Mas que é campeão de propagandas de narigudos ninguém pode negar.


Julio Severo é escritor, autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia, e dono de um conhecido blog: www.juliosevero.com.br

[1] http://www.camara.gov.br/sileg/integras/398227.pdf

[2] http://www.ggb.org.br/assassinatos2005c.html

[3] http://jaelsavelli.blogspot.com/2007/05/homofobia-uma-inverdade-conveniente.html

[4] http://juliosevero.blogspot.com/2003/06/ativistas-gays-ameaam-campanha.html

[5] http://www.folhape.com.br/folhape/materia.asp?data_edicao=30/04/2007&edt=8&mat=40842

[6] http://www.jornalpequeno.com.br/2007/3/16/Pagina52553.htm

[7] http://www.casaisgays.com.br/violenciadomestica.htm

[8] http://jaelsavelli.blogspot.com/2007/05/homofobia-uma-inverdade-conveniente.html

[9] http://www.correiodabahia.com.br/aquisalvador/noticia_impressao.asp?codigo=123865

[10] http://juliosevero.blogspot.com/2007/04/psiquiatra-infantil-acusado-de-abusar.html

[11] http://juliosevero.blogspot.com/2007/04/hepatite-b-os-perigos-de-se-proteger.html

[12] http://juliosevero.blogspot.com/2007/04/em-defesa-da-homofobia.html

[13] http://www.nydailynews.com/front/story/284403p-243554c.html

[14] http://www.lifesite.net/ldn/2005/nov/05111812.html

Um comentário:

roberlanderrsilva disse...

É realmente um absurdo que todas essas mentiras estejas sendo divulgadas como verdadeiras,e que até parece que a impresa brasileira faz vista grossa,ou até mesmo faz parte desse absurdo...mas, e o direitos da maioria que deve ser o primordial em uma democracia. Onde chegaremos se esta imoralidade não for barrada...